Nós estamos chegando no Natal, um tempo muito bonito de festas onde celebramos o maior acontecimento da história, o nascimento de Jesus.

Neste vídeo do site Cleofas, Prof. Felipe Aquino conta aos seus netos o que é o presépio e outras curiosidades de Natal.

Confira:

Natal é tempo de renovação no Senhor!

Jesus é o Senhor de nossas vidas, que vem ao nosso encontro nos dar a Sua paz e a Sua esperança!

A Comunidade Canção Nova realiza no dia 10 de dezembro de 2016, a partir das 22h, a Vigília Canção Nova de Natal com o tema: “Na pobreza de Belém, recebemos a vida nova divina”. O evento acontecerá na Basílica Nossa Senhora da Penha, em São Paulo (SP), com a presença de Pe. Pedro Mariano, Paulo César, Dijanira Silva, Ana Lúcia e Comunidade Aliança de Misericórdia.

Estaremos mais uma vez unidos a comunidade Aliança de Misericórdia para, junto dela, proporcionarmos amparo e acolhimento às famílias carentes e aos dependentes químicos de nossa cidade.

Portanto, traga 1Kg de alimento não perecível e ajude-nos a tornar o Natal de muitas pessoas mais humano e mais feliz.

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confiançaAo longo do dia recebemos muitas notícias, às vezes, alegramo-nos profundamente com elas, mas, às vezes, ficamos abalados com o que ouvimos. Mas os que confiam e respeitam a Deus não ficam perturbados:

“Feliz o homem que respeita o Senhor e que ama com carinho a sua lei! Sua descendência será forte sobre a terra, abençoada a geração dos homens retos! Ele não teme receber notícias más: confiando em Deus, seu coração está seguro. Seu coração está tranquilo e nada teme, e confusos há de ver seus inimigos” (Salmo 111).

Quando nos distanciamos do Senhor, caímos no nada, no vazio, porque o que dá sentido verdadeiro à nossa existência é amar e louvar a Deus, porque fomos criados para o louvor da glória do Todo-poderoso.

Hoje é o dia de voltarmos para o nosso Criador. Somente n’Ele encontraremos repouso e sentido para a nossa vida!

A palavra de ordem para nós hoje é: Confiança em Deus.

Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago
Co-fundadora da Comunidade Canção Nova

É possível que, alguma vez na vida, você tenha se deparado com alguma situação pessoal de pecado e achado que seu valor como pessoa tenha diminuído ou mesmo acabado. Nessa hora, vem a maldita comparação: fulano é tão bom, nunca fez coisa errada! Eu, pelo contrário, pequei muitas vezes gravemente contra minha sexualidade e afetividade. Acho que não tenho o mesmo valor para Deus que meu colega.

Talvez, eu tenha acabado de narrar algo que acontece com você ou com alguém que você conhece. Vou lhe contar uma história para lhe mostrar que seu valor independe do que você fez ou deixou de fazer:

Um famoso palestrante, conhecido internacionalmente, começou a palestra segurando uma nota de cem reais na mão. Tinha aproximadamente cento e cinquenta pessoas no local da palestra. O palestrante perguntou: “Quem quer esta nota que está em minhas mãos?” Praticamente, a sala inteira levantou as mãos. Ele amassou a nota de cem reais que estava em suas mãos e perguntou novamente: “Quem ainda quer esta nota?”. Para sua surpresa, as mesmas mãos permaneceram levantadas. Amassou mais ainda e continuou a perguntar. A sala inteira não mudou de opinião, todos queria aquela nota de cem reais.

O meu pecado pode diminuir meu valor como pessoa

Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Não contente, além de amassar a nota, ele a jogou no chão e começou a pisar nela. Depois de pisar várias vezes e a nota ficar toda suja, pegou-a em suas mãos novamente, desamassou-a e falou: “Quem ainda quer esta nota de cem reais, por favor, ponha-se de pé”. Foi unanime: as cento e cinquenta pessoas que estavam na sala puseram-se de pé.

Depois desse momento, o palestrante pediu para que todos se sentassem e começou a dizer: espero que vocês tenham compreendido essa dinâmica. Por mais amassado ou mesmo pisado que o dinheiro foi, ele permaneceu possuindo o valor de cem reais. Na nossa vida, também é assim. Muitas vezes, somos amassados, pisoteados, humilhados, esquecidos, mas nada disso diminui o nosso valor, jamais perdemos nossa dignidade de pessoa humana.

Palavras de São João Paulo II

Sua santidade São João Paulo II, na Encíclica Christifideles Laici, nº 37, diz que a dignidade da pessoa é o bem mais precioso que o homem possui. Esse valor transcende todo e qualquer valor material. Jesus diz: “Que serve ao homem ganhar o mundo inteiro, se depois perde a sua alma?” (Cf Mc 8,36). Nessa pergunta, está implícita uma afirmação antropológica, de que o homem vale não por aquilo que tem, mesmo possuindo o mundo inteiro, mas por aquilo que ele é. Os bens materiais podem ser importantes, mas não são eles que contam. O que conta é o bem que é a própria pessoa.

Leia mais:
.: Deus vê o coração
.: Como reagir diante do pecado do outro?
.: O pior mal se chama pecado
.: Escravos do pecado

A dignidade humana, sendo ela contemplada do ponto de vista das verdades reveladas, tem uma estima incomparável, pois se trata, com efeito, de pessoas remidas pelo Precioso Sangue de Cristo, as quais, com a graça, tornaram-se filhas e amigas de Deus, herdeiras da glória eterna. Além disso, o homem é chamado a torna-se “filho no Filho”, sendo ele templo vivo do Espírito Santo, tendo por destino a comunhão beatífica com Deus, a vida eterna. Por esse motivo, diz São João Paulo II que toda e qualquer violação da dignidade da pessoa, do ser humano, é um clamor por vingança junto de Deus, o Criador do homem.

Somos filhos de Deus

Somos pessoas e possuímos um valor infinito, somos filhos de Deus. Como filhos, somos herdeiros do Céu. Não deixemos que nada nem ninguém roube de nós ou nos faça esquecer o valor que possuímos. Não é o pecado, a decepção, o desprezo ou qualquer outra situação que diminuirá o nosso valor como ser humano, como pessoa. Podemos até estar amassados, pisoteados, mas isso nada interfere em nossa dignidade, em nosso valor como pessoa.

O fato de nossos pecados não diminuírem nosso valor não significa que devemos permanecer no pecado, não! Pelo contrário, reconhecendo nosso valor diante de Deus, o que mais precisamos fazer é evitar o pecado e, por isso mesmo, termos em nosso horizonte uma vida de santidade.

Elenildo da Silva Pereira
Missionário da Comunidade Canção Nova e candidato às Ordens Sacras. Licenciado em Filosofia pela Faculdade Canção Nova, Cachoeira Paulista (SP)

Estamos chegando ao final do ano litúrgico, que termina com a festa de Cristo Rei do Universo, comemorado neste domingo (20/11). Após esta festa, começa o novo ano litúrgico com o Advento que nos prepara para o Natal do Senhor!

Neste vídeo retirado do site Cléofas, Prof. Felipe Aquino fala sobre esta celebração tão importante de todas as vitórias de Deus.

 

Imagine-se caminhando numa paisagem totalmente seca e, de repente, deparar-se com uma árvore coberta de lindas flores! Isso é possível na Europa, pelo menos em Fátima, Portugal, onde morei como membro da Comunidade Canção Nova. Normalmente é assim: quando o inverno chega, as folhas das árvores caem e a única coisa que aparece são os galhos secos e retorcidos. Parecem mortos, já que não há a beleza trazida pelas cores das folhas nem das flores. É claro que precisamos ver além, pois sabemos que, por dentro, a árvore continua viva. A primavera virá e revelará a vida  que persevera em seu interior.

É essencial encarar as adversidades da vidaFalo, no entanto, de algo mais, falo das amendoeiras. Essas árvores têm o dom de florir justamente em pleno inverno. Quando tudo ao redor delas parece sem vida, elas aparecem exuberantes, cobertas de flores. Contemplar esse fenômeno, no mínimo, faz-nos pensar o que essas árvores têm de diferente.

Florir em meio ao sofrimento

Não sei se você já passou pelo “inverno” em sua vida. Nesse tempo, os acontecimentos nos convidam ao silêncio, à espera. Como é rica essa experiência, mas como nos custa vivê-la! Passei por uns dias de “inverno e conheci a amendoeira com mais propriedade, e interessei-me por ela.

Aprendi que essa planta se adapta a quase todos os tipos de solos, mas apresenta um maior desenvolvimento nos solos arenosos. Crescem em terrenos pedregosos, onde as camadas de pedra são alternadas com camadas de terra, para que as raízes possam penetrar mais profundamente, o que favorece a resistência à secura. Resiste às fortes geadas do período mais frio do ano, às altas temperaturas de verão e às secas prolongadas. Como se não bastasse, costumam florir durante o inverno. Não acha interessante?

Trazendo essas características para nossa vida, que lição o exemplo dessa árvore pode nos ensinar?

Já percebi que preciso encarar as adversidades da vida como a amendoeira, vendo no “terreno pedregoso” o lugar ideal para fixar raiz e buscar na profundidade da fé o alimento necessário, para não só sobreviver, mas também “florir” em pleno “deserto”, provocado pelo inevitável “inverno”.

Para agir assim, além de contar essencialmente com a graça de Deus, preciso ter força de vontade e alimentar constantemente a esperança em meu coração com a Palavra do Senhor, que se cumpre no seu tempo, do seu jeito. “Os céus e a terra passarão, mas minhas palavras não passarão” (Mt 24, 35). Chorar quando for preciso, sim, mas sem me esquecer dos benefícios trazidos pelo “inverno” e tentar florir na intenção de torná-lo agradável para quem passa ao meu lado ou permanece comigo.

Eu já havia pensado sobre isso, mas hoje, ao participar da Santa Missa e ouvir o padre citar justamente o exemplo da amendoeira, resolvi partilhar isso com você na intenção de fazer o seu “deserto florir”. Desejo semear esperança em seu oração. Se você está passando por um tempo difícil, tenha calma, o “inverno” vai passar.

Tudo vai passar

Recordo-me que, durante minha infância, por um motivo ou outro, muitas vezes, eu caía, machucava-me e corria, em prantos, para buscar o consolo dos meus pais. Lembro-me das vezes em que me disseram: “Tenha calma, vai passar…”

Tinham toda razão. Passou mesmo! Já nem me lembro das quedas daquela época; vieram outras que também passaram. Afinal, nesta vida, tudo passa! Acredito que você também já tenha ouvido essa afirmativa. Para concordar com ela, basta fazer uma breve reflexão sobre seus últimos anos. Quantas coisas já passaram, não é verdade?

As etapas de nossa vida, por mais que queiramos nos apegar a elas, não tem jeito, elas passam. Assim como os tempos de crises e bonança passam e as notícias e as modas também.

Ora, se essa é uma verdade inquestionável, por que nos falta a esperança quando estamos na tribulação? Por que nos faltam a cautela e o zelo quando estamos no cume das alegrias momentâneas? Perguntas como essas passam quase sempre sem respostas em nossa vida.

O que permanece não é humano, pois transcende nossa existência e não se explica pela razão, somente pela fé.

A sede que temos por Deus e por Suas obras, por exemplo, permanece em nossos corações. Que ela seja nossa motivação para hoje “florirmos no deserto” que precisamos atravessar. Aprendamos com a amendoeira: suas flores, em pleno inverno europeu, são lindas, embelezam o “deserto” e nos ensinam a ir além do ordinário nesta vida.

Estamos juntos, rezo por você!

Dijanira Silva

Missionária da Comunidade Canção Nova, desde 1997, reside na missão de São Paulo. Diariamente, apresenta programa na Rádio América CN. Às terças-feiras, está à frente do programa “De mãos unidas”, que apresenta às 21h30 na TV Canção Nova. É colunista desde 2000. Recentemente, a missionária lançou o livro “Por onde andam seus sonhos? Descubra e volte a sonhar” pela Editora Canção Nova.

amar sempre

Certamente, você já ouviu falar sobre a fábula “A raposa e as uvas”, atribuída a Esopo, lendário grego. O conto fala de uma raposa faminta que, ao vir pela estrada, encontrou uma parreira carregada de uvas maduras e apetitosas, no entanto, um pouco mais alta do que ela conseguiria alcançar. Então, com muitas tentativas para alcançá-las sem sucesso e já cansada pelo esforço frustrado, a raposa saiu amargurada, afirmando para si mesma que, na verdade, não queria aquelas uvas, porque estavam verdes e não deviam ser boas. Porém, quando já havia dado alguns passos conduzida pelo insucesso, escutou um barulho como se alguma coisa tivesse caído no chão. O coração disparou e ela não pensou duas vezes. Voltou correndo, achando que as uvas tivessem caído, mas, para sua decepção, era apenas uma folha que havia despencado da parreira. A raposa virou as costas e foi-se embora ainda mais chateada e resmungando amargurada.

Agora pense um pouco: será que isso só aconteceu com a raposa ou acontece também conosco? Dizem que chega a ser uma tendência natural da humanidade denegrir uma meta, quando não se consegue alcançá-la, para diminuir o peso do insucesso. No entanto, essa não é uma postura madura e está longe de solucionar o problema, ao menos para quem deseja viver em paz consigo mesmo e com seus semelhantes.

Acredito que ninguém consiga ser autenticamente feliz fugindo da verdade. A mentira escraviza, rouba a liberdade e, sem a verdadeira liberdade, como ser feliz? É claro que a essa altura você pode pensar: “Mas quando a verdade é dura demais para ser assumida, o que fazer?”. Assuma-a mesmo assim! Encare sua dor unida a Jesus Cristo. Ele também sofreu decepções e perdas enquanto esteve neste mundo e jamais fugiu da verdade. Ele está disposto a ajudá-lo a vencer e lhe ensina o caminho: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8,32).

A raposa sabia que as uvas estavam maduras e apetitosas, mas foi injusta consigo mesma ao afirmar que estavam verdes e que não tinha interesse nelas. Não podemos agir assim! Ao mentirmos para nós mesmos optamos por viver na ilusão, travamos um duelo entre a verdade que está diante dos nossos olhos e a mentira que escolhemos ostentar. É como se criássemos um monstro que irá nos seguir por toda a vida. Deus não deseja isso para nenhum dos Seus filhos! Ele nos criou para sermos livres e felizes.

Portanto, reconciliemo-nos com a verdade e fujamos das máscaras que a dor sugere. Elas até podem ser atrativas, mas são máscaras que um dia perderão sua cor e cairão trazendo à tona a dor da verdade.

A vida nos ensina que nem sempre ganhamos e nem sempre perdemos, mas uma coisa é certa: em cada acontecimento acrescentamos experiência à nossa existência e temos mais chances de acertar numa próxima vez. Portanto, coragem! Se as “uvas” que você deseja hoje estão longe do seu alcance, não se desespere nem se deixe levar pelo orgulho, considerando que elas estão “verdes” e já não lhe interessam. Admita a perda e não tenha medo de passar pelo processo necessário da dor que o fará crescer. Continue caminhando e fazendo o bem. Outras “uvas maduras” aparecerão em sua jornada, talvez bem antes do que você imagina!

O tempo de Deus é diferente do nosso, mas é um grande aliado em matéria de superação. Quem sabe, se a raposa tivesse esperado um pouco mais, não teria visto as uvas caírem aos seus pés? Sua atitude de ir embora apoiada numa mentira foi alicerçada na terrível dor da desilusão, por isso precipitada, imatura e tempestuosa. Não tive mais notícias da “Dona Raposa”, mas duvido que ela esteja feliz caso não tenha se reconciliado com a perda das uvas, assumindo sua verdade.

E você, como tem lidado com a dor das perdas? Sua verdade tem o feito livre ou prisioneiro? Pode ser que a vida esteja lhe pedindo calma. O imediatismo próprio da nossa época nos distancia da sublime arte do saber esperar o tempo certo para cada coisa.

Respirar fundo, contar até dez (ou até mil dependendo do caso), pode nos livrar de grandes catástrofes. Espere mais um pouco, talvez suas “uvas” caiam. Esperar o tempo de Deus. Reconciliado com sua verdade, esse pode ser o caminho para a felicidade que você deseja alcançar.

Lembre-se: com os raios do sol de cada amanhecer, Deus também lhe concede uma nova chance de acertar. Recomeçar, entre perdas e ganhos, faz parte da bonita dinâmica da vida. Não pare na dor! Você nasceu para a felicidade. E esta é uma conquista que se faz todos os dias, a partir da decisão de assumir a verdade.

Coragem! Rezo por você.

Dijanira Silva

Missionária da Comunidade Canção Nova, desde 1997, Djanira reside na missão de São Paulo, onde atua nos meios de comunicação. Diariamente, apresenta programas na Rádio América CN. Às terças-feiras, está à frente do programa “De mãos unidas”, que apresenta às 21h30 na TV Canção Nova. É colunista desde 2000. Recentemente, a missionária lançou o livro “Por onde andam seus sonhos? Descubra e volte a sonhar” pela Editora Canção Nova.

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Vigília Canção Nova é uma madrugada de louvor, intenso clamor e adoração Eucarística. O Papa Francisco afirmou no início do Ano Santo da Misericórdia:

“Não subestimemos a força da oração de muitos!”

Motivados por essas palavras, a Comunidade Canção Nova realiza a Vigília Canção Nova, no dia 05 de novembro de 2016, transmitida ao vivo pela TV Canção Nova e Rádio América, com início às 22h, na Basílica Nossa Senhora da Penha, em São Paulo (SP). O evento é inspirado no tema: “Fortalecidos pela misericórdia, alcançados pela graça”.

Durante a programação acontecerão diversas atividades, entre elas Missa, Adoração Eucarística, Confissões, Oração do Terço da Misericórdia (às 3h da manhã) e benção de objetos e das famílias.

Nesta edição estarão presentes Pe. Adriano Zandoná, Pe. Egídio, Ana Lúcia e Carlos Biajoni, missionários da Comunidade Canção Nova.

Participe conosco e receba as graças próprias deste tempo da Misericórdia!

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Foi um dia de muitas graças!!! Chegamos ao final deste domingo (09) com o coração agradecido à Deus por este dia inteiro de Misericórdia derramada sobre todos presentes no Ginásio do Ibirapuera (SP).

Esta graça com certeza chegou até você que acompanhou a programação da Rádio América ao longo deste dia!

Começamos pela manhã com o Santo Terço, na sequência tivemos um momento forte de oração. Na sequência Eugênio Jorge, nos fez recordar os bons tempos de Cenáculo aqui na Capital, conduzindo um momento forte de oração e uma pregação querigmática!

Depois tivemos a Palavra do Arcebispo de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, que contextualizou este dia dentro do Ano da Misericórdia, onde nos convocou a ser o Rosto Misericordioso do Pai.

Após o primeiro intervalo da manhã, voltamos com um dos momentos mais esperados: Padre Marcelo Rossi, pregando e cantando com o povo de Deus, e em seguida tivemos a adoração ao Santíssimo Sacramento, uma verdadeira chuva de graças!

Após o almoço uma tarde de Louvor animada por Nando Mendes, Thiago Tomé, André Florêncio, Ana Lúcia e Eugênio Jorge.

E fechamos este dia de bençãos com a mais perfeita oração: Santa Missa presidida por Padre Adriano Zandoná!

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Equipe Rádio América na Transmissão: Dijanira Silva, Gisele Pires, Aline Cristine, Paulo César e Maycom Ranzi

Agradecemos a todos que nos acompanharam ao longo deste dia, e em especial aos sócios da Canção Nova que nos permitem realizar eventos como esse!! Deus lhe pague! Vamos juntos continuar abraçando São Paulo!

A cidade de São Paulo está mais uma vez na expectativa para este grande evento: Kairós Canção Nova Abraça São Paulo, com o tema “Ele salva nossa vida da morte e nos coroa de bondade e misericórdia” (Salmo 102,4)

O evento será realizado no Ginásio do Ibirapuera das 7h30 às 18h. A partir das 6 horas os portões serão abertos para receber os participantes e as caravanas.

Á partir das 07h da manhã,  a Rádio América fará uma cobertura exclusiva para toda Rede Canção Nova de Rádio!

Um dia inteiro de oração, evangelização, fé e encontro com Deus durante as pregações, a adoração ao Santíssimo Sacramento, os cânticos de louvor, a animação e a celebração da Santa Missa ao final do evento. Durante o dia teremos a presença especial de Padre Marcelo Rossi.

O “Canção Nova Abraça São Paulo” é promovido para todos aqueles que acreditam em milagres e desejam fazer esta experiência de reavivamento, fé e vida nova.

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Venha e abrace São Paulo você também, porque quanto mais gente abraça, mais a gente evangeliza! Esperamos por você! 

 

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