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Um livro que pretende despertar nos corações a capacidade que cada um tem de sonhar e lutar por seus ideais…

Falar sobre sonho é despertar uma série de sentimentos, alguns bons, alegres, agradáveis, e até emocionantes. Outros, por estarem ligados a frustrações, perdas, e até mesmo a morte, causam tristeza e é por isso, que muita gente evita falar sobre sonhos. Porém, o fato inegável é que todos nós conscientes ou não, temos desejos e aspirações profundas guardados em algum lugar da nossa alma, que certamente nos causaria muito prazer em realizá-los. A isso podemos chamar de sonhos. Porque um sonho vai muito além da compra de uma casa, por exemplo, a realização de uma viagem ou até mesmo a conquista de um título, sonho é a inspiração livre que brota daquele lugar secreto que nós costumamos chamar de coração, é a força que movimenta e impulsiona nossa alma nos fazendo ir mais longe do que imaginávamos poder ir.

01.02237

Adquira o Livro “Por onde andam seus Sonhos”

Freqüentemente escuto pessoas se questionando sobre suas escolhas e desejosas de encontrar o verdadeiro sentido para a vida. Pode parecer estranho, mas em muitos casos a própria pessoa já sabe o que deve fazer, só não consegue dar passos sozinha. No Livro “Por onde andam seus sonhos? Descubra e volte a sonhar”, procuro oferecer de forma simples esta ajuda. A proposta inicial é contemplar os fatos que marcam sua história, com um olhar de gratidão considerando que não somos frutos de um acaso e os acontecimentos de nossa vida também não. Acredito que quando começamos a ver a vida por este ângulo muita coisa pode mudar. E na verdade, eu sou testemunha disso, pois tenho certeza que não teria chegado até aqui, se não tivesse encontrado pessoas que me ajudaram a reconciliar-me com a dor e seguir em frente levando o melhor que cada fato pode oferecer. Movida pela gratidão, tenho procurado ajudar outras pessoas a fazerem a mesma experiência e fico encantada ao contemplar os benefícios que uma palavra bendita pode proporcionar na vida de alguém que procura um sentido maior para sua existência! É por isso que lhe apresento o livro “Por onde andam seus sonhos? Descubra e volte a sonhar”.

Durante a leitura proponho fazermos uma viagem que nos levará á um encontro inesquecível. Pelo caminho, pegaremos de volta alguns sonhos que foram deixados para trás… Haverá pausas para apreciar a beleza da natureza e dicas para aprendermos os segredos de cada estação. Haverá, também, tempo para ouvir o canto dos pássaros e contemplar os primeiros raios do sol, enquanto pisamos a areia molhada do mar que revigora nossa capacidade de continuar caminhando mesmo quando o sol não brilha – e mesmo quando, na areia movediça, nossos pés pareçam afundar.

Haverá ainda o convite para avaliar o que conseguimos conquistar até hoje, nos desprender do que já não nos pertence e abraçar com todas as forças os valores da nossa essência sem culpa nem dor, porque a culpa não resolve nada! Durante a leitura, também lhe proponho uma aventura. Vamos visitar aquele lugar secreto onde foram guardadas todas as coisas em que acreditamos decisões que tomamos e escolhas que fizemos a respeito da vida, da fé e do amor. Vamos precisar abrir mão de tudo que nos pesa ou nos mantém presos, para poder caminhar com mais leveza.

E o mais importante: em cada passo dado, e em cada recomeço, vamos aproximando concretamente do lugar mais sagrado que existe; o lugar de onde viemos e para onde haveremos de voltar. A propósito, é lá que também nasceram nossos sonhos e é de lá que nos vem a realização.

Portanto, seja bem-vindo a nossa viagem e boa leitura! Escrevi pensando em você: que sonha e deseja lutar por seus sonhos, que já sonhou e decepcionou-se por isso tem medo de voltar a sonhar e você que em meio a tantas idas e voltas da vida, faz tempo que não para pra pensar “Por onde andam seus sonhos”. Em todo caso o que mais quero é colaborar com sua felicidade, porque este é o maior motivo pelo qual você foi criado, ser feliz!

Sobre Dijanira Silva:

dijaniraDijanira Silva é apaixonada pela comunicação desde criança, nascida em Bezerros PE. Em 1995 conheceu a Canção Nova e logo, ingressou no Sistema Canção de Comunicação, onde seu carisma por comunicar vida, amor e esperança ganhou ainda mais força através dos meios: Rádio e TV onde é apresentadora e Portal canção Nova, onde atua como colunista com milhares de leitores. Agora Dijanira Silva, dar mais um passo ao escrever o livro “Por onde andam seus sonhos? Descubra e volte a sonhar”, onde convida o leitor a viver de maneira mais leve e feliz, a partir das lições que aprende com os acontecimentos simples do dia a dia, porque acredita que em cada um deles existe um convite à felicidade.

fonte: formacao.cancaonova.com

Quando deixamos de rezar, acontece uma grande mudança em nosso interior…

Na verdade, eu nunca havia parado para pensar sobre isso, talvez por saber o bem que a oração me proporciona e também por ter, desde criança, aquela discreta lembrança que “Deus castiga se não rezamos”. A feliz descoberta que tenho feito, a cada dia, é que, se eu parar de rezar, Deus não vai parar de me amar, pois o amor d’Ele é incondicional. Ele não ama porque é amado, antes ama, porque é o próprio amor.

O que acontecerá se pararmos de rezar?

Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Você poderia me perguntar: “Então, por que a Palavra de Deus nos ensina: ‘Orai sem cessar em todas as circunstâncias?’” (Ts. 5). É que a oração purifica o coração de todos os afetos desordenados ligados às coisas terrenas e passageiras e nos aproxima de Deus, de quem nossa alma tem sede e saudade, mesmo que ainda não tenhamos consciência disso.

Compreendi melhor o valor da oração ouvindo a história que partilho também com você: “Conta-se que, numa floresta, existia uma ermida antiga, abandonada e dedicada a São Roque. Todos os anos, pela passagem de sua festa, vinha o piedoso sacristão da aldeia vizinha, que varria e enfeitava o pequeno santuário com simplicidade e beleza. Na véspera da festa, o velho sino da ermida era tocado fortemente para convidar os moradores das redondezas a participar dos festejos. No alto da torrezinha, o sino havia guardado um ano de silêncio e solidão. Aves e insetos noturnos encontraram ali um abrigo tranquilo, onde se aninharam confortavelmente dominando o espaço. Porém, bastava o primeiro repicar do sino e todos saíam esvoaçados em busca de outras paragens.”

E isso nos faz compreender o que acontece em nosso interior. Quando deixamos de rezar, bem depressa, ídolos ocultos começam a se acomodar nos recantos obscuros da nossa alma e tentam aí fazer sua morada. A cobiça, o orgulho a autossuficiência, a avareza, a vaidade e tantas outras mazelas se aninham em nosso ser causando desânimo, tristeza e cada vez mais nos distanciando da felicidade que Deus quer nos proporcionar. Eu mesma sou testemunha disso. Muitas vezes, percebo que estou agitada, impaciente e intolerante até comigo mesma. Então, é como se um sininho discreto começasse a tocar lá no meu interior avisando que está faltando oração. Quando isso acontece, procuro imediatamente retomar com mais afinco minha espiritualidade e, sem demora, também percebo os frutos. É que quando tomamos ânimo e fazemos repicarem os sinos da oração em nossa vida, expulsamos de nosso interior tudo o que é contrário a Deus e nossa alma fica preparada para recebê-Lo. Como Ele é a própria luz, entra em nossa alma e dissipa toda espécie de trevas, devolvendo-nos a paz e a serenidade que tanto queremos.

Então, façamos ressoar o sino da oração em nossa vida, com coragem e disposição hoje mesmo! A reza do terço, a leitura orante da Palavra de Deus, a confissão dos pecados e a participação na Santa Missa podem ser ótimas dicas para recomeçar. E lembre-se: mesmo que você pare de rezar, Deus vai continuar amando-o. Mas se você rezar, poderá experimentar este amor, e isso fará toda diferença!

Dijanira Silva

Dijanira Silva, missionária da Comunidade Canção Nova.
Apresentadora do programa Conexão Canção Nova

A Canção Nova em SP sempre tem uma oportunidade pra você se encontrar com Deus! Anote as novidades e os tempos fortes para esse mês de Maio e de Junho, e participe conosco!!!!

Mais informações: (11) 3382-9800

Há uma bonita tradição que representa São José “Adormecido”, cuja imagem encontrei há poucos dias. O José do Novo Testamento recorda José do Egito, chamado “homem dos sonhos”. Nenhum dos dois viveu fora da realidade, como pode parecer por uma análise superficial. Antes, foram pessoas atentas aos planos de Deus, na permanente prontidão para realizar a sua vontade. São José, sendo um homem justo, tomou decisões a partir da revelação dos rumos a serem assumidos, dentro da história da salvação. “A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José e, antes de passarem a conviver, ela encontrou-se grávida pela ação do Espírito Santo. José, apareceu-lhe em sonho um anjo do Senhor, que lhe disse: José, Filho de Davi, não tenhas receio de receber Maria, tua esposa; o que nela foi gerado vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e tu lhe porás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados. Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor tinha dito pelo profeta: “Eis que a virgem ficará grávida e dará à luz um filho. Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que significa: Deus-conosco. Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa. E, sem que antes tivessem mantido relações conjugais, ela deu à luz o filho” (Mt 1, 20-24)… “Depois que os magos se retiraram, o anjo do Senhor apareceu em sonho a José e lhe disse: Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito! Fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o menino para matá-lo”. José levantou-se, de noite, com o menino e a mãe, e retirou-se para o Egito” (Mt 2, 13-15)… “Quando Herodes morreu, o anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito, e lhe disse: Levanta-te, toma o menino e sua mãe, e volta para a terra de Israel; pois já morreram aqueles que queriam matar o menino”. Ele levantou-se, com o menino e a mãe, e entrou na terra de Israel. Mas quando soube que Arquelau reinava na Judeia, no lugar de seu pai Herodes, teve medo de ir para lá. Depois de receber em sonho um aviso, retirou-se para a região da Galileia e foi morar numa cidade chamada Nazaré” (Mt 2, 19-23). À percepção da vontade de Deus, segue-se sempre uma ação, toda voltada para “o menino e sua mãe”.

Em Nazaré, José constituiu e sustentou sua original família, cujas razões e desenvolvimento se encontram no Céu, solidamente ancorada no trabalho. Foi carpinteiro dos bons e Jesus, chamado seu filho, aprendeu a mesma profissão. Maria, aquela que veneramos com tanto apreço, foi imensa em sua pequenez e simplicidade de dona de casa! A José e Maria não faltaram Anjos para lhes revelarem o que Deus queria, nem lhes faltou a responsabilidade para assumir as próprias tarefas, sem fugir da missão que lhes foi entregue, que incluía o direito e o dever do trabalho.

sao-jose-operarioO grande Papa São João Paulo II, na introdução da Encíclica Laborem Exercens, ofereceu um precioso ensinamento, oportuno para o tempo em que vivemos, com os desafios ligados ao trabalho e ao emprego: “É mediante o trabalho que o homem deve procurar-se o pão quotidiano e contribuir para o progresso contínuo das ciências e da técnica, e sobretudo para a incessante elevação cultural e moral da sociedade, na qual vive em comunidade com os próprios irmãos. E com a palavra trabalho é indicada toda a atividade realizada pelo mesmo homem, tanto manual como intelectual, independentemente das suas características e das circunstâncias, quer dizer toda a atividade humana que se pode e deve reconhecer como trabalho, no meio de toda aquela riqueza de atividades para as quais o homem tem capacidade e está predisposto pela própria natureza, em virtude da sua humanidade. Feito à imagem e semelhança do mesmo Deus no universo visível e nele estabelecido para que dominasse a terra, o homem, por isso mesmo, desde o princípio é chamado ao trabalho. O trabalho é uma das características que distinguem o homem do resto das criaturas, cuja atividade, relacionada com a manutenção da própria vida, não se pode chamar trabalho; somente o homem tem capacidade para o trabalho e somente o homem o realiza preenchendo ao mesmo tempo com ele a sua existência sobre a terra. Assim, o trabalho comporta em si uma marca particular do homem e da humanidade, a marca de uma pessoa que opera numa comunidade de pessoas; e uma tal marca determina a qualificação interior do mesmo trabalho e, em certo sentido, constitui a sua própria natureza”.

E o Papa Francisco, com a força de sua palavra e seu testemunho ilumina mas ainda nossa reflexão, ligando família e trabalho: “No início do Salmo 127, o pai é apresentado como um trabalhador que pode, com a obra das suas mãos, manter o bem-estar físico e a serenidade da sua família: “Comerás do fruto do teu próprio trabalho: assim serás feliz e viverás contente” (V. 2). O fato de o trabalho ser uma parte fundamental da dignidade da vida humana deduz-se das primeiras páginas da Bíblia, quando se afirma que Deus “colocou o homem no Jardim do Éden, para o cultivar e, também, para o guardar” (Gn 2, 15). Temos aqui a imagem do trabalhador que transforma a matéria e aproveita as energias da criação, fazendo nascer o “pão de tanta fadiga” (Sl 126, 2), para além de se cultivar a si mesmo. O trabalho torna possível simultaneamente o desenvolvimento da sociedade, o sustento da família e também a sua estabilidade e fecundidade: “Possas contemplar a prosperidade de Jerusalém todos os dias da tua vida e chegues a veros filhos dos teus filhos” (Sl 127, 5-6). No livro dos Provérbios, realça-se também a tarefa da mãe de família, cujo trabalho aparece descrito nas suas múltiplas mansões diárias, merecendo o elogio do marido e dos filhos (Cf. 31, 10-31). O próprio apóstolo Paulo sentia-se orgulhoso por ter vivido sem ser um fardo para os outros, porque trabalhou comas suas mãos, garantindo-se deste modo o sustento (Cf. At 18, 3; 1Cor 4, 12; 9, 12). Estava tão convencido da necessidade do trabalho, que estabeleceu esta férrea norma para as suas comunidades: “Se alguém não quer trabalhar, também não coma” (2Ts 3,10; Cf. 1Ts 4, 11). Dito isto, compreende-se que o desemprego e a precariedade laboral gerem sofrimento, como atesta o livro de Rute e como lembra Jesus na parábola dos trabalhadores sentados, em ócio forçado, na praça da localidade (Cf. Mt 20, 1-16), ou como pôde verificar pessoalmente vendo-Se muitas vezes rodeado de necessitados e famintos. Isto mesmo vive tragicamente a sociedade atual em muitos países, e esta falta de emprego afeta, de várias maneiras, a serenidade das famílias. Também não podemos esquecera degeneração que o pecado introduz na sociedade, quando o homem se comporta como um tirano com a natureza, devastando-a, utilizando-a de forma egoísta e até brutal. Como consequência, temos, simultaneamente, a desertificação do solo (Cf. Gn 3, 17-19) e os desequilíbrios econômicos e sociais, contra os quais se levanta, abertamente, a voz dos profetas, desde Elias (Cf.1Rs 21) até chegar às palavras que o próprio Jesus pronuncia contra a injustiça (Cf. Lc 12, 13-21; 16,1-31) (Amoris Laetitia 23-26).

Impossível calar, a esta altura dos acontecimentos e da crise do trabalho e do emprego, a voz do Papa Francisco, na recente Exortação Apostólica sobre o Matrimônio e a Família, que soa como um grande apelo, cujo eco esperamos ver acolhida no dia do trabalho. Confiamos a São José Operário o desejo de que não se abafem os legítimos sonhos e aspirações de nosso povo.

Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém do Pará

fonte: site da CNBB

 

fonte: formacao.cancaonova.com

É importante que possamos captar corretamente o sentido daquilo que o outro diz. Um desafio nos relacionamentos – sejam eles na escola, no trabalho, em casa, com os amigos – é buscar o equilíbrio entre o falar e o escutar, sobre o quanto se fala e o quanto e como se escuta. Ouvir não é apenas colocar seu ouvido em escuta, ou seja, absorvendo o que o outro está falando, mas também perceber o que exatamente o outro diz para conhecê-lo melhor.

Realmente entendo o que o outro diz 1600x1200

Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Quando você vai a uma loja onde o vendedor tem uma perfeita compreensão do que deseja, ele geralmente é assertivo e traz exatamente o produto que você busca, não é mesmo? Mas quando ele está distraído com outras coisas, preocupado com outras pessoas ao redor, geralmente você se incomoda, pois sente que ele não se comunica verdadeiramente com você.

Interpretações distorcidas e conclusões precipitadas.

Podemos comparar essa situação com nossos relacionamentos, pois quando não conseguimos “sair de nós mesmos” para perceber o outro, geralmente a comunicação vai mal. Mais complicado ainda quando, nesses relacionamentos, damos a nossa interpretação, muitas vezes cheia de distorções, daquilo que ouvimos, e tiramos conclusões precipitadas. Para que possamos ser melhores ouvintes, é importante captarmos corretamente o sentido daquilo que a pessoa diz, evitando, assim, uma enxurrada de mal-entendidos.

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Ruídos externos e internos.

Mais do que as interferências e os ruídos externos numa mensagem, o que mais atrapalha são os ruídos internos, ou seja, aquilo que fica em nós e como o interpretamos, que nos tira do foco e do real sentido daquela conversa.

A tendência das pessoas é ouvir e olhar apenas o que realmente querem, ou seja, acabam sendo seletivas, dando uma opinião individualizada e até mesmo conveniente a nós naquele momento.

Uma certa expressão diz que escutamos meia parte do que é falado, prestamos atenção na metade dessa metade e lembramos da metade disso tudo. Sendo assim, já pensou como e o quanto retemos do que conversamos? E se desse pouco ainda tirarmos sentidos particulares, os resultados serão complicados.

Quando escutamos atentamente, demonstramos aceitação do outro e, acima de tudo, uma atitude amorosa tão em falta em nossos dias atribulados e cheios de tecnologia e velocidade.

Que tal você começar, aos poucos, a rever a forma como tem se comunicado no dia a dia em seus relacionamentos? Muitas vezes, aquela dificuldade com uma pessoa pode estar na pouca disponibilidade em ouvir, ou ainda, na forma como você interpreta, erroneamente, a mensagem do outro.

Comportamento

A Comunidade Canção Nova em São Paulo realiza no dia 26 de abril de 2016, às 13h30, o tradicional Chá Beneficente no Santuário Nossa Senhora da Salette. O chá reúne pessoas de todas as idades para viverem uma tarde de oração, louvor, encontro com Deus, brindes e promoções. Nesta edição, estará presente a cantora e compositora católica Ana Lúcia e Pe. Adriano Zandoná (missionários da Comunidade Canção Nova). Pe. Adriano estará autografando o seu livro: “Conquistando a Liberdade Interior”, e o CD “Orações e Canções de Cura para as Mães”. Ele também realizará um momento especial de benção e oração pelas famílias. A cantora Ana Lúcia estará autografando o seu CD “Jesus, nome sobre todo nome”.

O Chá Beneficente é uma oportunidade de viver uma tarde agradável de evangelização, animada e descontraída, com degustação de quitutes e guloseimas, em companhia dos missionários da Comunidade Canção Nova. Para participar, basta adquirir o convite por R$ 15,00 (por pessoa), na Casa de Evangelização da Canção Nova, na Loja Canção Nova ou na Secretaria do Santuário.

Informações: (11) 3382-9800

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fonte: formacao.cancaonova.com

Fé e coragem são necessárias para uma grande mudança de vida! A vida oferece sempre oportunidades de mudanças, porque vida é movimento, é novidade; e mesmo quando parece que estamos vivendo uma rotina, a verdade é que muitas coisas estão mudando, acontecendo e, na maioria das vezes, envolvendo-nos o tempo todo. E é bom que seja assim, pois uma vida monótona não tem graça.

Viver sem movimento, sem mudanças e desafios é como caminhar em uma estrada reta sem curvas nem montanhas, sem expectativas para contemplar uma nova paisagem. Todo viajante sabe que estradas retas até que são boas no início, mas logo cansam. É claro que na vida existem mudanças positivas e outras nem tanto, mas a disposição para adaptar-se a elas sem perder o foco é o que realmente dá sentido a todas as coisas.

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Foto: Daniel Mafra

Sei que muitas pessoas, talvez até você, passam, neste momento, por provações que implicam mudanças, seja por motivos de desemprego, doenças, trabalho, estudo ou até mesmo pela perda de alguém querido; mas não conheço outra saída melhor para superar os desafios do que viver cada etapa sem se esquivar, sem antecipar o tempo e, acima de tudo, assumindo a verdade que a mudança implica. Já está provado que a vida nova que almejamos passa, inevitavelmente, pelas provas cotidianas. É como o ouro que, para adquirir o brilho digno de admiração, passa antes pelo fogo que o purifica. E o fogo que nos faz “brilhar” certamente está nos sacrifícios e nas renúncias que precisamos fazer para realmente ter a qualidade de vida que almejamos.

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Deixo aqui algumas dicas para você que deseja passar pelas mudanças de vida com fé e coragem:

Ore

Já está provado que uma oração simples e sincera pode abrir as portas para muitas graças acontecerem. Portanto, seja qual for sua realidade hoje, coloque-se na presença de Deus em oração, confie a Ele sua causa e acredite que Ele pode e quer fazer o melhor para você.

Não se culpe

Não pode voar alto quem carrega muita bagagem, menos ainda quem está preso a sentimentos feridos. Precisamos conservar uma memória grata do que vivemos e foi bom, e também conservar a lição que os erros nos deixaram, mas sem dar espaço para saudosismos nem culpas. Somente um coração livre pode acolher as novidades que a vida oferece a cada amanhecer.

Peça ajuda

Pedir ajuda nem sempre é fácil, mas, às vezes, estamos tão perdidos, que não conseguimos dar passos com nossas próprias forças. Então, é preciso ter a humildade de pedir ajuda às pessoas que nos amam e têm maturidade para nos fazer ver os fatos além dos nossos sentimentos feridos. Para isso, é fundamental vencer o medo, a vergonha e o orgulho.

Viva a verdade

Quem deseja ser verdadeiramente livre já sabe que não há outra saída senão viver a verdade. A Palavra de Deus diz: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará” (Jo 8,32). Portanto, não ignore sua dor nem fuja das lutas que a vida lhe proporciona. Encarar os fatos como eles verdadeiramente são, sem parar nos “porquês” nem nas comparações, só colabora com sua cura interior.

Tenha paciência

Fazemos parte de uma geração imediatista, desejamos que tudo seja resolvido na hora. Ok! Só que, graças a Deus, a natureza não entrou na era digital e a vida pede calma para achar seu lugar na alma. Então, respire fundo e seja paciente com si mesmo. Não cobre de você a perfeição que pertence a Deus.

Fuja do comodismo

Se você deseja uma vida nova, é preciso ter paciência com si mesmo, mas não se acomodar. Por mais que esteja ferido, a vida continua cheia de cores e beleza, convidando-o a viver. Viver é também sair de si e partilhar o que tem. São João Paulo II ensina, com sabedoria: “Ninguém é tão pobre que não tenha nada para dar, e ninguém é tão rico que não tenha nada a receber”.

São apenas dicas, o fundamental, porém, é sua disposição em querer realmente mudar. Então, mãos à obra! A simplicidade pode colaborar muito com suas novas atitudes. Vá, aos poucos, tirando os pesos que colocou nos próprios ombros e dando um passo de cada vez na direção que Deus o impulsiona. Aos poucos, você verá que já está vivendo a vida nova, simples e feliz que Deus já lhe proporciona.

Vida de oração

Dijanira Silva

Missionária da Comunidade Canção Nova, atualmente reside na missão de São Paulo. Apresentadora do programa Conexão Canção Nova na Rádio América (SP)

Ouça a entrevista de Dijanira Silva com Padre Chrystian Shankar durante o aprofundamento para famílias, que aconteceu na Canção Nova em São Paulo nos últimos dias 9 e 10 de abril.

PRIMEIRA PARTE

SEGUNDA PARTE

Pequenas e grandes corrupções não se limitam a parlamentares e bandidos.

Estamos assistindo, alguns atônitos como eu, ao espetáculo da corrupção em nosso país. Não esqueçamos que a melhor, mais poderosa e pacífica manifestação acontece nas urnas. Mas corrupções políticas à parte, o momento nos impele a refletirmos sobre nossos próprios comportamentos cotidianos.

dez pequenas corrupções que podemos cometer sem perceber - 1600x1200Você pode pensar: “Eu corrupto? Jamais! Isso é para os parlamentares ou bandidos!”. Mesmo assim, leia o texto até o fim e reflita se, pelo menos uma vez, você e eu também já “conjugamos” o verbo corromper em nossa vida repleta de orações e discursos morais.Dez pequenas corrupções que podemos cometer sem perceber

Separei 10 pequenas corrupções que podem acontecer conosco sem que a chamemos assim, mas, antes, vamos ao significado da palavra corrupção: “modificação, adulteração das características originais de algo. Isso é, sair do original, adulterar”. Partindo da ideia que o ser humano deve viver o respeito e as virtudes, como dizia São Tomás Aquino, vejamos se adulteramos as virtudes que deveriam ser inatas em nós:

1 – Um dia, você está atrasado e aquela senhora simpática resolve atravessar a avenida lentamente bem em frente ao seu carro. Então, você diz a si mesmo: “Ah, não! Estou com muita pressa!”. Então, acelera em vez de parar. Pare e pense: isso não seria uma pequena corrupção? O que seria natural? A resposta é toda sua!

2 – Uma pessoa vive algo em seu íntimo e procura, em sua agenda de contatos, alguém em quem ela possa confiar seus segredos. Depois de um bom tempo, escolhe você! Tremendo de medo, ela decide abrir o coração, porque confia. Você escuta, mas, não demora muito, procura em sua agenda de contatos outra pessoa para repartir aquele segredo, com a garantia de “contar um segredo”. Mas este é mesmo seu ou do outro? A quem pertencia essa pérola? E a quem você vendeu? Em quanto tempo?

3 – Você é um evangelizador conhecido por rezar ou cantar com um dom especial. As pessoas o procuram, porque querem Deus. Mas, lá no fundo, no fundo do seu coração, em suas roupas decide colocar alguns brilhos a mais, diminuir as Palavras do Evangelho para colocar mais suas palavras; e quando sobe ao palco, a melhor parte que gosta não é quando alguém, em segredo, fala que mudou de vida, mas quando os aplausos interrompem sua fala. Isso não dá para medir, é tão secreto! Por isso só sua consciência é capaz de dizer se você corrompeu o original de ser apenas reflexos do único sol que dá a vida: Deus. Mas não se esqueça de que seremos julgados pela nossa consciência.

4 – O sinal fecha e, dentro do seu carro, com ar-condicionado ligado, vê uma pessoa necessitando se aproximar. Embora questionemos se a esmola é a melhor forma de ação social, abrir o vidro, estender a mão, oferecer um gole de água, um sorriso e perguntar o nome não seria contra a natureza humana. Qual tem sido sua reação?

5 – O telefone toca e sua filha de cinco anos o atende. Você está começando um cochilo, que há tempos não consegue; então, não tem dúvidas e dispara: “Diz que não estou!”. A criança fica confusa, não sabe se a mãe diz sempre a verdade como deveria dizer. A partir daquele momento, a mãe passa a ser alguém de quem a filha desconfia, porque adulterou o natural: uma relação sempre límpida e incorruptível com todos, inclusive com ela.

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6 – O dia foi bem cheio e você, embora seja um jovem adulto, sente-se exausto! Finalmente, chega o transporte que tanto esperava, e ali está aquele banco livre esperando por você! Serão duas longas horas de trajeto por causa do trânsito, e aquele assento, naquele momento, tornou-se bem caro para você. Mas, para sua “sorte”, o transporte não tem mais nenhum outro assento disponível, e aqueles reservados para os de “melhor idade” estão ocupados por pessoas mais jovens que você. Então, aquela senhora simpática surge do nada e você, justamente naquele momento, resolve tirar um cochilo, fechando os olhos mesmo sem estar dormindo verdadeiramente, como se pudesse enganar sua consciência sobre o que é certo ou errado. O que você pensa? Dar exemplo aos mais jovens ou continuar com os olhos cerrados, tentando sublimar uma consciência que insiste em latejar a favor do que seria natural?

7 – A fila é enorme na hora do supermercado e aquela atendente é nova. Você está com o orçamento contado, saiu de casa e viu que só conseguiu comprar 10% do que realmente sua família está precisando. Por engano, a atendente, que está em fase de experiência no emprego, passa dois produtos a mais sem cobrar. Você segue seu dia dizendo para si mesmo: “O erro foi dela, não meu. Foi Deus quem me deu!” ou “Preciso devolver isso, senão, aquela jovem poderá perder o emprego”?.

8 – Você está participando da Missa, faz o ato penitencial como ninguém, fecha os olhos e, na hora do Glória, suas mãos são as que mais se elevam. Na oração eucarística, faz questão de se ajoelhar antes da hora recomendada e fica até um pouco mais depois da consagração. Um fé exemplar! Mas, na hora de receber o Corpo de Cristo, a fila está enorme e você o quer receber logo, porque não tem paciência de ir para o fim da fila. Sem nenhum constrangimento, passa na frente de todos. Só uma pergunta: “Você quer fazer comunhão com quem mesmo?”.

9 – Seu hobby é assistir a filmes. Você curte isso! Até aí, sem problemas. Mas não tem nenhuma crise de consciência quando se dirige ao mercado paralelo e compra produtos piratas. A sua justificativa é compreensível, pois realmente as mercadorias originais são caras, e são mesmo! Mas isso justifica alimentar o mercado negro, sem lei, o qual não sabemos se é limitado apenas às mercadorias? E quanto a todos os profissionais que dependem da venda de seus produtos?

10 – É fim de ano. Os shoppings estão simplesmente lotados. Você não aguenta mais aguardar uma vaga no estacionamento. Espera meia hora e olha as vagas para idosos desocupadas; então, cansado de esperar, pensa : “Vão ser só cinco minutos. São tantas vagas para eles!”. Só um questionamento: a questão não é se vai chegar um idoso precisando da vaga, mas sim o que é ético ou antiético. O que está previsto em lei precisa ser cumprido. Encurtar caminhos com justificativas rasas, além de não resolver, não faz nosso país melhor.

São apenas pequenos dez exemplos, mas existem muitas outras possibilidades de pequenas corrupções que podemos cometer, em nosso dia a dia, sem perceber. A questão é que precisamos continuar a lutar por um país mais honesto. No entanto, um Brasil melhor começa com atitudes individuais mais éticas e morais. Assim, olhando primeiro para cada um de nós, podemos construir um país que todos nós queremos.

Renata Vasconcelos
Missionária da Comunidade Canção Nova
fonte: formacao.cancaonova.com

Padre Fábio de Melo fala sobre a teologia da misericórdia em nossas vidas

Padre Fábio de Melo\Foto: Daniel Mafra

Padre Fábio de Melo\Foto: Daniel Mafra

Eu pensava que havia me capacitado para ser padre, mas descobri que havia uma Teologia maior do que eu havia estudado, uma que sempre esteve ao meu alcance, uma fé viva, testemunhada.

O primeiro livro que lancei foi na cidade de Formigas e minha mãe foi. Chegando em casa, minha mãe me disse: “meu Deus, como posso ter um filho tão inteligente assim”?! E ali disse a ela que tudo o que eu sabia de Deus havia aprendido com ela. Não há nada que aprendi com Deus que não tenha sido pela senhora, mãe.

A Festa da Misericórdia não pode ser compreendida pelos livros de Teologia, quem nos ensina é a mãe, o pai, não adianta escutar que Deus é amor, é misericórdia, é perdão. É para aqueles que tiveram a experiência, como eu, que tive a minha mãe me sustentando.

Nasci em uma casa simples e bem pobre e um dia quebrei uma xícara em casa, estávamos eu e minha irmã em casa. Minha irmã olhou para mim e disse: “Bem feito! Você vai ver quando minha mãe chegar”. Quando ouvi que minha mãe que estava chegando e minha irmã gritando: “é agora”, eu corri e escondi debaixo da cama.

Minha irmã já mostrou à minha mãe assim que chegou em casa, e minha mãe gritou: “Fabinho! Filho, o que foi”? Eu comecei a chorar. E ela me falou: “meu filho, essa xícara era muito preciosa preciosa para mim, mas não é nada perante o quanto você é precioso em minha vida!” E hoje, com essa experiência, eu lhe digo: essa xícara quebrada em sua vida não é maior que o amor Deus por você.

Nós, às vezes, projetamos no outro nossa mazela e não conseguimos ser para o outro misericórdia. Isso é uma fé viva e não cheia de teorias.

Minha mãe me ensina, porque ela luta para não ter ressentimentos, mágoas. Minha mãe é o lugar onde a misericórdia de Deus acontece. Seja lugar da misericórdia para as pessoas.

Não adianta seus filhos terem a Catequese do que é misericórdia, eles precisam da experiência com a misericórdia. Seja lugar da misericórdia.

A primeira renúncia para conhecer a misericórdia é a das mágoas e ressentimentos.Viver a mágoa é colocar na sala da sua vida, no seu coração, um defunto. É preciso jogar fora o defunto do ódio, senão, ele ocupa o centro da sua vida.

Toda vez que nos aproximamos da misericórdia, ela precisa repercutir na nossa vida. Cada vez que você reza o terço é a oportunidade de lavar suas mazelas. Rezar o terço da misericórdia não é dever, mas é o direito de ser menos egoísta, de ser mais curado.

Ontem fui celebrar um casamento e disse que neste mundo estamos acostumados a receber o que foi feito para todo mundo. Você vai comprar uma blusa tem M, G e GG. Desde a Revolução Industrial passou-se a produzir em série. Às vezes também amamos assim, de forma generalizada.

Quando for escolher alguém, você precisa escolher alguém configurado a Jesus, aquele que te olha na fraqueza e te levanta. Não importa que seja bonito ou não.

A falta de conversão compromete a educação dos nossos filhos. Seu filho precisa olhar para você e aprender sobre o amor de Deus. Misericórdia aprendemos em casa, no colo do pai e da mãe.

Quando um pai negocia obediência com seu filho, é porque sua autoridade afetiva foi embora faz tempo

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Como vou dar testemunho se não sou capaz de renunciar um cargo na igreja, porque sou vaidoso e gosto de mandar em tudo. Como dar testemunho da misericórdia, ou convencer o outro do cristianismo, se sou um cavalo nos meus relacionamentos, dentro da Igreja?

Olha o exemplo de Bento XVI, ele teve a coragem de renunciar. Tenha a coragem de renunciar para ser mais humano, mais misericórdia. O ateísmo cresce com a nossa hipocrisia, a nossa falta de testemunho. Não adianta repetir a devoção da misericórdia, é preciso uma fé viva, uma fé nova.

Agradeça a Deus porque você tem o Papa que é pura misericórdia, ele sabe que o que o salva não é o fato de ser papa, mas o que ele vive. O que nos salva é o que no íntimo do nosso coração está sendo construído.

Não queira ser juiz de ninguém, leve consigo a leveza de quem vive clamando a misericórdia de Deus. O que vai nos salvar no último dia é o quanto nós misericordiosamente amamos quem passou na nossa vida. Olhe para você, olhe para sua vida, tem ódio? Ressentimentos? Renuncie, porque isso lhe pesa e lhe faz mal, mas hoje você tem a oportunidade de tirar isso de você. Fale para Jesus que você confia nele.

Transcrição e adaptação: Elcka Torres – Missa de Encerramento da Festa da Misericórdia 03/04/2016
Fonte: eventos.cancaonova.com

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