Lançamento: DVD Amigos do Céu 1
O DVD Amigos do Céu 1 - traz Histórias reunidas em 8 capÃtulos, onde Tia Adelita e seu amigo Piné contam como foi a vida de vários personagens que marcaram sua santidade pela devoção a Deus e Jesus Cristo no decorrer da História.
São esses Santos que deram a sua vida pela Igreja Católica e ensinaram, com sua história de vida, como deve ser uma vida com Cristo. Com Histórias bem divertidas, esse produto tem como objetivo levar a evangelização a todos os pequeninos.
Tia Adelita, com seu jeito divertido e seu amigo piné, companheiro fiel levam essas histórias para as crianças contando a vida dos santos e como fizeram história com sua dedicação à Igreja Católica.
Para adquirir este DVD acesse http://shopping.cancaonova.com ou ligue para (12) 3186 2600.
História de Santa Imelda
Imelda desde bem pequena aprendeu a amar Jesus. Mas seus pais ficavam surpresos ao perceber que ela costumava esconder-se nos locais mas ocultos da casa para aplicar-se a ela. Sua mãe, sempre a encontrava ajoelhada e rezando, quando sentia falta da filha em casa.
Ao completar 9 anos de idade a menina pede insistentemente para ingressar no Convento das Irmãs dominicanas, porém, a Madre superiora de todas as formas tentou persuadi-la a esperar, pois que a idade ainda não permitia que fosse admitida entre as irmãs do convento.
Como a insitência de Imelda tornou-se constante, a Madre, que conhecia seus pais, indagou se não estava feliz por ter pais maravilhosos e boas condições de vida em casa, tendo ela prontamente respondido que estava sim, muito feliz, que amava sua famÃlia, mas que as irmãs tinham algo a mais que lhe atraÃa muito: “Nosso Senhor”. Ela queria morar na mesa casa que Jesus. É que no convento havia uma capela com o SantÃssimo Sacramento.
Finalmente, a Madre chamou seus pais e lhes pediu permissão para que Imelda fosse admitida, pelo menos à tÃtulo de experiência, já que o desejo ardente de ingressar no convento era já notório também para seus pais. Apesar de entristecidos, percebiam que Deus reservara algo de extraordinário para a pequena filha. Por isso, acabaram aceitando a proposta da Reverenda e consagraram-na a Deus.
Consumado seu ingresso, tudo lhe era motivo de encanto, os momentos de oração, o hábito das Irmãs, o silêncio. Era muito amada por elas que tentavam privá-la dos serviços e da rigidez da regra, mas nada adiantava, pois queria acompanhar as irmãs em tudo, participando plenamente e auxiliando nos trabalhos monásticos no convento. A Madre pedia que não a acordassem durante as orações noturnas, mas Imelda levantava-se no meio da noite e percorria os grandes salões do convento, caminhando e rezando silenciosamente as matinas.
A visita ao Tabernáculo fazia sua alma transbordar de alegria. Só a pronúncia de qualquer assunto relacionado a Eucaristia, fazia com que seu rosto se transfigurasse instantaneamente. Ela desejava ardentemente receber a Santa Comunhão. Nessa época, as crianças não podiam receber a Primeira Comunhão com idade inferior a 12 anos. Tal qual sua insistência para ingressar no convento, Imelda pede a graça de receber Jesus, mesmo que não tivesse completado a idade. Pedia isso com fervor tão intenso, que as irmãs comoviam-se pelo desejo que a pequenina nutria em receber o Senhor na Eucaristia. Mas isto ainda não lhe era possÃvel, conforme as normas da Igreja. Certa vez, Imelda disse à s Irmãs: “Eu não sei porque as pessoas que recebem Nosso Senhor não morrem de alegria”.
Porém, à medida que o tempo passava, crescia mais e mais nela o desejo de receber Jesus Sacramentado. No ano de 1333, tinha ela completado 11 anos de idade quando, depois da Santa Missa, a última freira que saiu da capela observou que a pequena Imelda, como de costume, lá permaneceu sozinha rezando mais um pouco. Só que desta vez, a freira percebeu algo extraordinário: uma Hóstia flutuava acima dela e lhe projetava uma luz branca. Rapidamente esta irmã chamou as outras monjas e todas prostraram-se diante deste milagre.
A Madre, constatando que tratava-se de manifestação real de Deus para que a menina recebesse a Primeira Comunhão, chamou o pároco. Ao chegar com a patena de ouro nas mãos, o padre admirado, dirigiu-se até à Hóstia. Assim que aproximou-se da menina ajoelhada, a Hóstia pousou sobre a patena!. Assim foi-lhe administrada a Primeira Comunhão. Em seguida, vagarosamente Imelda baixou a cabeça em oração.
Imelda permaneceu assim, diante das irmãs por um tempo demasiadamente longo. Isto fez com que a Madre fosse até ela, que a nada respondia. Tentando levantá-la cuidadosamente pelos ombros, a menina caiu em seus braços, trazendo no rosto uma expressão delicada, de inexplicável alegria. Havia partido para o Céu naquele sublime momento. A alegria de receber Nosso Senhor foi demais para o pequeno coração que ardia pela presença real de Cristo na Eucaristia.
Alegria não mata, mas no caso da nossa amiga de hoje não foi assim: Imelda foi uma menina que morreu de alegria.
Foi na beatificação de Imelda que o Papa Leão XII declarou que as crianças menores de 12 anos poderiam receber a Primeira Comunhão.
