O Procurador dos direitos do cidadão Jefferson Aparecido Dias, segundo ele “católico praticante”, entrou com uma ação civil pública para obrigar a União a retirar todos os símbolos religiosos ostentados em locais de atendimento ao público. Segundo o procurador - que comunga e confessa - a ostentação de um símbolo, como um crucifixo por exemplo, em um estabelecimento público é uma “afronta” à constituição que define o Brasil como um estado laico, ou seja, a religião não interfere nas questões do estado.
O que dizer quando um país e seus cidadãos esquecem de suas raízes, de onde vieram, da contribuição que a Igreja deu a este país, na educação (quantos colégios e faculdades formaram bons médicos, bons advogados, bons juízes, bons cidadãos) na área da saúde (digam as “santas casas ” e os orfanatos espalhadas por este imenso Brasil) e mais uma lista de obras e assistências que a religião católica deu a este país?
Vamos aqui imaginar uma história para definir tal tapa na cara de religião católica no Brasil.
havia um filho que foi educado de forma maravilhosa pelo seu pai. Ele trazia na bagagem uma personalidade e um caráter íntegro fora de sério, além do conhecimento que recebeu nas grandes escolas que estudou, tudo muito bem bancado pelo seu pai, e acima de tudo com muito amor. No entanto este filho foi crescendo e se tornando independente, achava que tudo o que o pai lhe havia ensinado já não valia de nada. Em uma dessas visitas à casa do pai ele disse: “pai não preciso mais do senhor, tudo o que o senhor me ensinou, tudo que o senhor construiu em mim foi em vão, EU NÃO PRECISO MAIS DE VOCÊ”
poderíamos chamar este filho no mínimo de ingrato, não é?
Pois bem, o que o estado faz com a religião católica no Brasil é exatamente dizer a ela “não preciso mais de você, agora eu posso caminhar por mim mesmo, de nada valeu o que você Igreja católica, mãe desta nação, fez por ela.”
Poderíamos chamá-lo também de íngrato?
Quando uma pessoa esquece de onde veio, de suas raízes, é o primeiro passo para a sua ruína, porque uma pessoa sem memória é uma pessoa sem história e consequentemente sem futuro. Não podemos descartar a história cristã deste Brasil, e sobretudo não podemos negar a história católica deste país, doa a quem doer.
Fico pensando que hoje se tiram os crucifixos dos lugares públicos, o que nos tirarão amanhã?
Mas para quem tira a vida de um ser humano inocente no ventre de sua mãe, tirar um crucifixo é apenas um detalhe, no entanto, nos dois casos mostram pra quê vieram e quais as suas intensões, ou seja, excluir a Cristo.
Cabe aqui duas palavras da Sagrada Escritura (espero que não tirem ela também) para refletirmos:
“Por que as nações se revoltam, e os povos conspiram em vão? Os reis da terra se insurgem e os poderosos fazem aliança contra o SENHOR e contra seu Ungido”
Mas aí vem a ordem de Deus para aqueles que nos governam
“Agora, pois, tomai cuidado, ó reis, aceitai este aviso, governantes da terra: Servi ao SENHOR com reverência e prestai-lhe homenagem com tremor. Para que não se irrite e pereçais pelo caminho, pois sua ira se inflama de repente. Felizes os que nele se abrigam!” (salmo 2)
Podem sim tirar Cristo das paredes e dos locais públicos, mas jamais dos corações dos Brasileiros. Nós somos por graça do céu e pela evangelização católica deste país o celeiro de Deus para a humanidade.
Ah, claro, parabéns ao sr Jefferson Aparecido Dias, que como católico está também escrevendo seu nome na história deste país.
Daniel Machado



“É impossível proceder ao infinito na série dos seres que se geram sucessivamente. Deve-se admitir, por isso, que existe um ser necessário que tenha em si toda a razão de sua existência, e do qual procedam todos os outros seres. A este chamamos Deus”
Nossa Daniel!
Cada vez fico mais edificada com a sabedoria que Deus concedeu a vc.
Seu texto hoje me fez refletir muito sobre a perseguição aos cristãos. Claro que essa de hoje é ridicula! Faltou criatividade no encardido. Mas… agente sabe das lutas da igreja e a nossa propria luta para que nosso Senhor não deixe de ser anunciado. Por que somos cristãos, brasileiros e, com uma historia pra contar e viver, e não perder!
Que Deus nos dê a graça da ousadia na Fè,e a fidelidade àquilo que somos.
Margarida
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