Duas asas

“A Fé e a Razão são como as duas asas que nos levam a contemplar a verdade” (João Paulo II)

Archive for novembro, 2009

Posted by Daniel on novembro 26, 2009

Ao ouvir notícias como a que estou postando abaixo e, percebendo que elas estão cada vez mais comuns e “normais”, só posso exclamar: Maranathá. Vem Senhor Jesus!

Passe a notícia para o maior número de pessoas, pois, infelizmente no Brasil somos mestres em copiar as besteiras do exterior.

Resolvi colocar o testemunho de uma artesã de Campinas-SP, que nos esclarece bem o que significa tal moda.

“Há duas semanas vem meninos e meninas na minha barraca na feira atrás dessas pulseiras, é uma moda em Londres e veio pra cá e se espalhou rapidamente na minha cidade.
Eu não vendo esse tipo de produto pois só vendo produtos feito a mão, como é estranho essas coisas, todos tem a mesma atitude, como se não pensassem, são crianças que se vestem igual, sem atitude, sem questionar o que serve ou não serve.
Descobri agora que essas pulseiras são usadas para a prática do sexo. Cada cor representa um tipo de coisa, leia abaixo o que achei na internet:

‘À primeira vista, uma colorida pulseira de plástico nos pulsos de crianças parece inocente. Mas na realidade são um código para as suas experiências sexuais, onde cada cor significa um grau de intimidade,desde um abraço até ao sexo propriamente dito.
Poderia confundir-se com mais uma daquelas modas que pega, uma vez que é usado por milhares em várias escolas primárias e preparatórias no Reino Unido e custa apenas uns cêntimos em qualquer banca ao virar da esquina. E antes fosse.
Mas as diferentes cores das ditas pulseiras de plástico - preto, azul,vermelho, cor-de-rosa, roxo, laranja, amarelo, verde e dourado -mostra até que ponto os pupilos estão dispostos a ir, se proporcionar, desde dar um beijo até fazer sexo.
Andam uns atrás dos outros nos recreios das escolas, na tentativa de arrebentar uma das pulseiras. Quem a usava terá de “oferecer” o actofísico a que corresponde a cor. É o “último grito” do comportamento promíscuo que sugere, cada vez mais, que a inocência da infância pertence a um passado longínquo.
Quase tão chocante como as “festas arco-íris” - encontros com muito álcool e droga à mistura, em que as raparigas usam batons de cores diferentes para deixar a “marca” nos rapazes após o sexo oral -, as «pulseiras do sexo», que custam apenas um euro (um pacote com várias),têm um custo maior que foge ao alcance de muitos pais.
«A amarela é a melhor porque significa que só se tem de abraçar um rapaz. A laranja significa uma “dentadinha de amor” e a roxa já dá direito a um beijo com língua», explica uma menina de 12 anos ao jornal The Sun. Todavia, à medida que a paleta de cores avança, o nível de intimidade também é maior: «se um rapaz arrebentar uma pulseira cor-de-rosa, a rapariga tem de lhe mostrar o peito, se for vermelha tem de lhe fazer uma lap dance e azul é sexo oral», continua. Asverdes são as dos «chupões no pescoço».
As pulseiras mais ambicionadas são a preta e a dourada, significando a primeira «ir até ao fim com um rapaz» e a segunda todos os actos descritos anteriormente, do mais inocente ao mais impróprio para a idade. «A douradas são muito raras, por isso se encontrares uma na loja, tens de obrigar a tua mãe a ir comprá-la!», explica.
Símbolo de respeito
Como quase em tudo nestas idades, existe um estigma por detrás das pulseiras: quem não as usar é ostracizado e quem usar as cores preto e dourado émais respeitado. «No meu grupo da escola, a líder - que serve de exemplo para todos - só usa pulseiras pretas e douradas.Todos os rapazes da minha turma usam pretas e se uma rapariga também usa, eles gostam todos dela», conta a criança de 12 anos.
Shannel Johnson, de 32 anos, descobriu através da filha, de oito, o significado das pulseiras e admitiu ao The Sun que nunca suspeitariado código subjacente. Quando a filha Harleigh lhe disse que se alguma rebentasse, tinha de fazer um «bebé com um rapaz», Shannel teve uma conversa com a filha, chamando-a à realidade.
Esta mãe, preocupada, começou a pesquisar na Internet e descobriu sites onde se vendiam as pulseiras, grupos no Facebook e fóruns de menores a discutir quem usava que cores. Enquanto alguns pais já confiscaram as pulseiras, muitos continuam na ignorância do significado destes acessórios aparentemente da moda.’

Fonte: pequenogigante

Resolvi não colocar de forma mais detalhada o que significa cada cor, achei “nauseante”.

Daniel Machado

Posted by Daniel on novembro 25, 2009

“O amor não consiste em sentir grandes coisas, mas em despojar-se e sofrer pelo amado.”

São João da Cruz

Posted by Daniel on novembro 24, 2009

Ficção é o termo usado para designar narrativas imaginárias criadas pelo homem. O homem é o único ser capaz de imaginar e criar algo fora da realidade, algo com que se relacione somente no seu pensamento. Assim surge a arte, os vários gêneros literários, a sua comunicação e invenções.

Hoje, vivemos na cultura da imagem e por consequência da imaginação. Nunca o homem usou tanto seus dons de criação como na atualidade, e um fator que contribuíu para esta evolução foi o avanço tecnológico.

No entanto perguntamos: por que nos atrai tanto a ficção, o irreal, o imaginário?

Esta ficção está sendo bem aproveitada na indústria cinematográfica. Clássicos como “Uma odisséia no espaço” e “Guerra nas estrelas” foram vistos por milhões de pessoas e se tornaram um marco na história do cinema. Hoje, a ficção continua a atrair milhões de pessoas aos cinemas para ver desde “O Senhor doa Anéis” até o último sucesso intitulado “Crepúsculo”.

A própria criadora da saga Crepúsculo por exemplo, Stephenie Meyer, disse ter a inspiração para a sua obra depois de um sonho no qual um vampíro se apaixonava por uma moça. Os críticos de literatura e de cinema já disseram que, do ponto de vista literário e cinematográfico, não há em Crepúsculo uma excelencia artística, o sucesso da saga está relacionado a uma boa ficção e, é claro, a uma boa “injeção” do típico românce Romeu e Julieta, o amor juvenil platônico, que a autora conseguiu explorar muito bem na sua obra.

Outro que fez muito barulho ao ponto de levar as pessoas a uma ignorância histórica coletiva foi o Código da Vinci. O Autor, Dan Brow, soube também trabalhar muito bem esta atração para o irreal. Mas Dan foi ainda mais longe do que Stphenie, pois na sua obra mesclou ficção, história deturpada, e uma “pitada” de “Caça ao tesouro” e de “Policia e ladrão”.

Analisemos também outras obras de ficção que fizeram (fazem) a cabeça de crianças, jovens e adultos: Harry Porter, Bússula de Ouro, Senhor do Anéis, Matrix, etc, todos, ainda que com uma mensagem subliminar no seu conteúdo, nos atrai pelo irreal e imaginário.

No fundo mesmo, acredito que a ficção nos atrai porque temos vontade do infinito, do desconhecido, de algo que não seja passageiro como as coisas da nossa realidade. Em obras de ficção como estas parece que esquecemos do tempo, dos problemas, das realidades finitas, mas, atrás de todos estes anseios, está um desejo que é o maior de todos e o principal, é o desejo de eternidade.

O homem quer acreditar em algo, ele tem sede de verdade, ele busca lá e cá algo que o preencha, que dê significado á sua vida, e não encontrando esta Verdade fixa-se no irreal, no obscuro, no imaginário. No fundo queremos uma verdade que é eterna e que nos liberta do imaginário do irreal.

Hoje, a industria do cinema lucra com este nosso desejo de conhecer. A ficção não somente nos atrai, mas atrai também muito dinheiro.

Não se espantem, obras como as que estamos vendo nos últimos anos no cinema serão cada vez mais comuns porque são lucrativas, sem compromissos com a verdade e aproveitam do nosso imaginário até para brincar com a religião, já que o alvo é bem definido.

Daniel Machado

Posted by Daniel on novembro 24, 2009

No artigo anterior intitulado “a busca pelo corpo perfeito” escrevi sobre como a mídia influencía as pessoas – na sua maioria jovens – no que se refere à busca exagerada de um corpo perfeito. Algumas pessoas interpretaram mal o artigo dizendo que eu criticava a prática de exercícios físicos (o que não é verdade). Muitas no entanto me pediram um segundo artigo, para aprofundar a questão.

Começo dizendo que não sou nenhum especialista em educação física,  também faço regularmente exercícios físicos e dou total apoio a pessoas que vão a academias, fazem dietas, praticam esportes, cuidam do seu corpo, pois, também ele é um dom de Deus e deve ser cuidado como um instrumento para servimos mais e melhor a Deus. Mas o artigo quer refletir sobre outra questão: o exagero e o culto ao corpo.

O errado está – e foi aí minha crítica – na busca desenfreada do modelo de corpo que a mídia apresenta; “perfeito”, malhadão, siliconado, lipoaspirado, cirurgiado e vázio de conteúdo, como se o corpo fosse o “único e verdadeiro deus”. É o rótulo que está sendo vendido como conteúdo.

É nítido hoje na sociedade o culto que se dá ao corpo. Como li em um artigo do colunista Arnaldo Jabbor “A pessoa não tem mais um corpo; o corpo é que tem uma pessoa, muitas vezes frágil, tênue, morando dentro dele.”

A cultura da exterioridade corporal está em todos os lugares. Hoje você assiste uma simples propaganda de desodorante ou vê um outdoor nas grandes cidades e, lá estão, corpos de homens e mulheres desejáveis, invejáveis e intocáveis, quase nos dizendo “veja, aqui está a felicidade!”. Fico me perguntando, onde está a pessoa no meio de tanto músculo ou no meio de tanta beleza artificial?

Será que não estamos copiando este padrão de beleza *“photoshopada”, artificial, virtual e irreal? A quem queremos imitar? Quem queremos ser?

Uma pessoa me escreveu dizendo que malha todos os dias é muito feliz com isto. Que bom! Não há nada de errado, a não ser que esteja dando menos que isto pra Deus.

Tais questionamentos são feitos quando vejo academias lotadas e igrejas vazias. Sei que são coisas diferentes, talvez imcomparáveis, e que há exageros em todo lugar, no entando não posso deixar de criticar esta cultura que quer nos aprisionar em nosso próprio corpo, nos deixando cheios de nós mesmos e vázios de Deus, como se o nosso corpo fosse a fonte da felicidade eterna, a solução de nossos medos e traumas, pois é o que vemos atrás de muitos destes modelos.

Da mesma forma, cabe também uma crítica às pessoas que não se cuidam, vivem um sedentarismo que prejudica o corpo tanto quanto os que o idolatram. Aqui também há um pecado de não zelar por aquilo que Deus nos deu para o seu serviço.

O equilibrio é a melhor resposta, como dizia Aristóteles “A virtude está no meio”

Concluímos dizendo que o homem não foi feito para o corpo, mas o corpo feito para o homem. Não nos deixemos levar pelo modismo ou pelos padrões de beleza que o mundo quer nos impor, somos cidadãos do céu e não deste mundo que passará com tudo o que nele existe

“O Corpo é para o Senhor, e o Senhor é para o corpo. Ora, Deus, que ressuscitou o Senhor, ressuscitará a nós pelo seu poder. Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo? (…) Não pertenceis a vós mesmos. (…) Glorificai, portanto, a Deus em vosso corpo”

(1Cor 6, 13-15.19-20)

Pratique esportes e tenha uma alimentação saudável, sem exageros, e glorifique a Deus com seu corpo

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* “Photoshopada” termo usado para definir as técnicas de correção e manipulação de fotos no programa photoshop, geralmante usadas por agências de publicidade antes de serem publicadas em revistas ou outdoors.

Daniel Machado

Posted by Daniel on novembro 23, 2009

O jornal L’Osservatore Romano (LOR) publicou em sua edição desta sexta-feira um artigo no qual critica a nova produção “Lua Nova (New Moon)”, saga de “Crepúsculo”, uma história que relata o triângulo amoroso entre um vampiro vegetariano, um lobisomem e uma adolescente solitária que não encaixa em seu ambiente.

Esta segunda parte da saga mostra a protagonista Bela Swan, deprimida pela partida de seu noivo Edward Cullen, o vampiro, que a deixa para não colocar a vida de sua amada em perigo. Assim se aproxima de seu amigo Jacob Black, quem na realidade é um lobisomem.

“Em Lua Nova –diz LOR– Bela acaba de cumprir 18 anos mas está cheia de cicatrizes não curadas, não só exteriores, é uma moça próxima aos lobisomens que vive em equilíbrio entre dois mundos e foi ferida por quem deveria tê-la protegido”.

O jornal vaticano assinala que este filme “já gerou comentários de muitos (críticos profissionais e não profissionais, bloggers e outros) e a repetição até o cansaço do já foi dito e ouvido sobre o primeiro episódio: se trataria de pura propaganda moralmente perigosa, de um ‘elogio à repressão sexual em si mesma’, de uma espécie de anúncio cristão camuflado como best seller juvenil”.

Com esta tendência, diz o artigo, “terei que tirar o chapéu” para a autora Stephanie Meyers, quem escreveu a saga e “que foi capaz de dourar a pílula para encobrir o severo alerta obscurantista com alguns” clichês “para ir criando uma máquina de dinheiro que funciona à toda potência em todo o mundo”.

Depois de comentar o tratamento pouco claro da produção sobre a sexualidade, LOR descreve que no filme “existe uma zona escura, uma hostil ansiedade comum a todos os personagens principais, assim como o medo a serem divididos pelo tempo que passa (apenas para Bela, a protagonista, pois Edward, o vampiro, terá sempre 17 anos) e o terror de decepcionar a pessoa amada, de perdê-la para sempre ou de causar-lhe um mal irremediável, como sucedeu com o Romeu” de Shakespeare.

Como em Crepúsculo, “a opção por fazer que os ‘monstros’ assim como os vampiros e os lobisomens falem é um eficaz instrumento expressivo fazendo que a própria pessoa esteja diante do enigma da liberdade e do misterioso impulso de morte que envenena a vida gerando violência, infelicidade e caos no mundo dos humanos, a ‘ferida original’ que todos têm dentro”.

É melhor, prossegue o artigo do LOR, “evitar chamar ‘pecado’ (seu aroma a incenso poderia alarmar aos laicistas) à ‘ferida original’ que pode ser traduzida como a sombra que envolve as relações de amizade ou amor, que transforma à chamada sociedade civil em uma instância de crueldade e ferocidade”.

Pode-se ver, ademais, “a facilidade com a que um afeto profundo ou inclusive uma relação de simples empatia se transforma em uma relação de poder, e o gosto amargo da ‘espinhosa realidade’, como escrevia Rimbaud, que se revela na contínua repetição do mecanismo de ‘tensão para o cumprimento, desilusão, reação violenta’”.

O texto assinala também que a “cada certo tempo o registro constantemente alto do roteiro faz tropeçar os diálogos em qualquer ingenuidade e não faltam algumas estupidezes e quedas da tensão, sobre tudo nas cenas rodadas na Itália, em Montepulciano (…) mas os intérpretes parecem convincentes (ao menos até agora) e irônicos inclusive fora do set: ‘75 por cento do mérito é dos cabelos’, responde Robert Pattinson (Edward) ao ser perguntado pelo êxito planetário do bom vampiro, um pouco James Dean, um pouco ícone dark de quem vive na cidade mais chuvosa dos Estados Unidos”.

De outro lado, o perito em cinema do Pontifício Conselho para a Cultura, Dom Franco Perazzolo, assinalou que a esta produção constitui “um vazio mais perigoso que qualquer tipo de mensagem desviada”.

“O gênero vampiresco combina uma série explosiva de imagens que sempre atrai às jovens gerações para os extremos, depois do qual se encontra o vazio”, disse.

Fonte: ACI

Além disso, o Pontifício Conselho para a Cultura se manifestou ao jornal “The Daily Express” dizendo que “a temática vampírica na saga combina excessos que dão uma elevada atmosférica esotérica ao filme”. O pontifício orientou os cristãos a não assistirem o filme por se tratar de uma obra com “desvios morais que deve ser visto com grande preocupação”

Por Daniel Machado

Posted by Daniel on novembro 12, 2009

Na última terça-feira(10), o Brasil foi notícia – inclusive internacional – por causa de um apagão que deixou por um bom tempo cerca de 12 Estados às escuras. Não se falava outra coisa nos noticiários a não ser o apagão de Itaipu e caos em que ficaram as grandes metrópoles.

Um, Blackout como este, geralmente não nos avisa que está chegando. Como o apagão do dia 10 de novembro pegou milhões de pessoas desprevinidas, assim também são os apagões que sofremos na vida. Eles não nos avisam, não soam alarmes, não dão se quer um sinal, numa fração de segundos há silêncio e escuridão.

Na pâne de energia que sofremos na ultima terça-feira, uma pequena vela me livrou de muitos transtornos. Lembreime-me logo da passagem bíblica das virgens prudentes (Mt 25, 1-12) onde no meio da noite ouviu-se um clamor: “o esposo está chegando”. A Palavra nos diz que no meio da noite somente as virgens prudentes estavam com suas lâmpadas preparadas e entraram para as bodas com o noivo, as descuidadas… ficaram de fora.

Não nos enganemos, o mundo está vivendo tempos de “apagão” de fé e de esperança, um verdadeiro “Blackout” de confiança em Cristo. Estamos sobrevivendo a uma escuridão que nos faz questionar como está nossa “lâmpada”. Não há como passar por um “apagão” se não for portando uma luz, como a vela que eu estava portando na hora em que tudo ficou escuro.

E o que é a luz se não a Palavra de Deus?! “Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos, uma luz em meu caminho.”

Em dias de apagão temos que ter duas atitudes; estar em vigilância, porque a qualquer momento – como foi repentino o apagão de Itaipu – podemos ouvir o clamor “O Noivo está chegando”. A segunda atitude é estar com a lâmpada da Palavra de Deus em nossas mãos, pois somente a palavra de Deus pode nos guiar num mundo de “apagões”.

Portanto, em tempos de “apagão” devemos vigiar, mas não basta vigiar, é necessário vigiar com a “lâmpada” ascesa, com a Palavra de Deus em nós.

“O Verbo era a verdadeira luz que, vindo ao mundo, ilumina todo homem.” (Jo 1, 9)

Daniel Machado

Posted by Daniel on novembro 11, 2009

“A alegria que se tem em pensar e aprender faz-nos pensar e aprender ainda mais”

Aristóteles

Posted by Daniel on novembro 2, 2009

“Quem julga as pessoas não tem tempo para amá-las.”

Madre Teresa