“Não possuir algumas das coisas que desejamos é parte indispensável da felicidade.”
Russell
Russell
Um grupo de muçulmanos xiitas atacou uma cidade cristã assíria, no norte do Iraque, na manhã de Natal.
Os agressores, um grupo minoritário chamado Shabak, tomou a entrada da cidade de Bartilla, de maioria cristã, ao norte de Mosul, e destruiu a decoração de Natal no mercado assírio.
Testemunhas afirmam que os integrantes do grupo também agrediram as pessoas que seguiam em procissão para a igreja de Saint Mary, jogando pedras nos cristãos.
Cerca de 100 shabaks armados tentaram invadir a igreja Saint Mary, mas os guardas bloquearam a entrada, o que gerou um conflito e troca de tiros que deixou quatro cristãos feridos.
Os assírios de Bartilla, que estão desarmados, temem mais ataques contra a comunidade no futuro.
Os cristãos em Bartilla disseram não ter provocado o ataque e contam que já trabalharam com os shabaks para lutar pelos direitos das minorias étnicas no Iraque.
Os agressores dos shabaks são moradores de Bartilla e eram liderados por Hassan Ganjou, que fazia parte do Mahdi Army (JAM) e do Supremo Tribunal Islâmico do Iraque, e agora trabalha como segurança para um membro do parlamento shabak.
O ataque em Bartilla aconteceu após um bombardeio em Saint Thomas na semana passada, que deixou dois mortos e cinco feridos.
Desde 2003, mais de 200 cristãos foram mortos no Iraque e, desde junho de 2004, cerca de 65 igrejas foram atacadas ou bombardeadas, incluindo 40 e Bagdá, 19 em Mosul, cinco em Kirkuk, e um em Ramadi.
Grupos de direitos humanos como o Instituto Huhdson para a liberdade religiosa criticaram o governo iraquiano por não proteger a minoria cristã no país.
Estima-se que, desde 2003, de 250.000 a 500.000 cristãos deixaram o país.
fonte: Missão Portas Abertas
Tácito
Madre Teresa de Calcutá
(Joelmir Beting)
“Tem muita gente preocupada em deixar um mundo melhor para os nossos filhos, mas poucos se preocupando em deixar filhos melhores para o nosso mundo” (Autor por mim desconhecido)
Na minha opinião toda tentativa de luta pela ecologia e por diminuir os estragos, até aqui cometidos pelo homem, contra a natureza é válido, desde que os mesmos esforços sejam feitos para salvar o homem e sua mentalidade.
Ongs, movimentos globais em massa para salvar o planeta, os golfinhos, as baleias, as tartarugas, a amazônia, o ar, etc, mas quantos na verdade preocupados em salvar o homem, o causador (segundo os especialistas) de toda tragédia ambiental?
Até agora nada de acordos na capital dinamarquesa, pois ninguém quer pagar a conta do prejuízo, cada país pensa no seu povo, no “dindin” que vai ter que desenbolsar. Todos falam em “salvem o planeta” mas na hora da mão no bolso é “Salve-se quem puder”, e no caso do acordo que querem os países ricos, ou seja, que países mais pobres e emergentes também paguem uma fatia do bolo com carbono, o dito se transforma em “salve-se quem mais tiver”.
E como em Copenhage, não há manifestações para fazer do homem um ser mais solidário, fraterno e que esteja mais preocupado com o próximo do que com as árvores derrubadas, este tipo de acordo acabará no papel (e olhe lá se não vai virar carbono).
Não, não há mundo novo sem o homem novo. Não há acordos ou melhorias no mundo enquanto cada povo estiver pensando somente na energia e nos recursos naturais que movem o seu país. Só haverá um planeta novo quando surgirem homens novos, comprometidos em primeiro lugar com o ser humano.
Fica aqui um pensamento: SALVE O HOMEM E A SUA MENTALIDADE, E VOCÊ SALVARÁ O RESTO DO PLANETA.
Daniel Machado
A associação ChinaAid afirma ter recebido um relatório de fontes dentro da China, informando que o advogado cristão Gao Zhisheng foi duramente agredido pelas autoridades e que o seu estado era pior do que a morte. Gao chora diariamente de dor e desespero, o grupo afirmou.fonte: www.portasabertas.org.br
O “cavalo de batalha” dos anticatólicos e dos ateus (que está incluído no grupo, pois tem gente que é ateu só contra a Igreja Católica), sempre foi a qustão dos “crimes” cometidos em nome de Cristo como as cruzadas e a inquisição. Parece que o disco não vira o lado.
No entanto, qualquer um que fosse estudar um pouco da história saberia que não se compara o número de pessoas que foram mortas em nome de ideologias e sitemas políticos pois também se tornaram um tipo de religião ao longo da história.
O ateísmo ao negar Deus e a religião, nega o homem e o deixa á deriva de sua concupiscência finita e débil. Negando a graça de Deus sobre o homem damos sinal verde para as atrocidades da humanidade. Os grandes massacres da história da humanidade foram cometidos por sistemas e ideologias que tinham como núcleo de suas idéias a rejeição e destruição da religião, sobretudo a cristã.
Veja uma boa argumentação sobre o tema no vídeo abaixo.
Daniel Machado