Duas asas

“A Fé e a Razão são como as duas asas que nos levam a contemplar a verdade” (João Paulo II)

Posted by Daniel on janeiro 2, 2010

Charlene Cothran, uma das mais proeminentes lésbicas afro-americanas dos Estados Unidos, fundadora e editora da revista homossexual “Vênus”, anunciou surpreendentemente sua conversão ao cristianismo no último número da revista, e sua decisão de mudar o rumo da publicação para ajudar, adiante, à recuperação de homossexuais.

Considerada como uma das mais famosas e bem-sucedidas lésbicas de cor nos Estados Unidos, Cothran surpreendeu a sua audiência com sua última edição de “Vênus”, cuja história principal anuncia: ” Redimida! 10 maneiras de deixar ‘a vida ‘ (homossexual) se querem sair dela”.

No artigo, a editora revela que a conversação com um cristão, que insistiu sem cansaço a utilizar seus talentos para o bem em vez do mal, levaram-na a “render totalmente meu coração a Jesus”.

“Embora tenha vivido como lésbica ao longo de toda minha vida adulta –diz Cothran-, não tenho dúvida alguma de que o propósito de minha alma é o de usar meus dons para AMOROSAMENTE  (em altas no original) compartilhar a verdade de como chegamos aqui: como nos convertemos em um gay ou uma lésbica, como chegamos a desfrutar de nosso ‘estilo de vida’ e como chegamos a acreditar que isto estava OK com Deus“.

No artigo escrito com estilo e paixão, Cothran transmite esperança a ” meus irmãos e irmãs homossexuais que realmente procuram a paz“  e afirma que “é mais simples do que pensa adquirir [a verdadeira paz] e não há condenação alguma uma vez que entre nela”.

Aos quase 40.000 assinantes da revista, a grande maioria homossexual de raça negra nos Estados Unidos e Canadá, e às centenas de leitores de sua página Web, Cothran informa que decidiu “entregar todos meus dons de novo ao Senhor, incluindo a revista Vênus. O público será o mesmo, mas a missão foi renovada: Nossa nova missão é animar, educar e assistir a todos aqueles na vida que querem mudar, mas não encontraram uma saída. Meu irmão, minha irmã, por favor, me siga no caminho de saída para tudo isto”, escreve Cothran, com seu habitual estilo persuasivo.

Entre os dez meios que a editora menciona para combater a homossexualidade figuram: ” busca a verdade sobre a homossexualidade nas Escrituras“; “não resista ao chamado de Deus em sua vida”; e não esconder a decisão de mudar uma vez que esta foi tomada porque “este é um truque que usa o inimigo para ganhar tempo enquanto trata de te atrair de volta a sua vida passada”.

Cothran responde com serenidade às reações negativas a sua conversão entre alguns líderes “gay”. “Compreendo perfeitamente muitas das respostas, por mais iracundas que sejam. Há um ano, eu teria reagido exatamente da mesma maneira”, responde.

Por isso, a editora respondeu pessoalmente aos ataques de alguns dirigentes de grupos homossexuais que a acusam de haver-se convertido em uma “abusadora de gays”, explicando que sua conversão a animou apoiar com verdadeiras soluções, não a apontar o dedo, aos homossexuais.

“Sabemos que muitos dos novos e antigos assinantes de Vênus foram influenciados por um sistema de crenças em consonância com esta convicção (que a homossexualidade não é uma forma de vida desejada por Deus) mas permanecem ainda na vida (homossexual)’. Muitos querem mudar e se perguntam se podem ser aceitos na familia de Deus ‘tal como são’. A resposta é SIM! Estes leitores encontrarão que a nova Vênus é uma ferramenta refrescante e bendita para o trabalho do reino”, conclui Cothran.

Fonte: Blog Carmadélio (Shalom)

Posted by Daniel on dezembro 7, 2009


“vivemos a era da afirmação da identidade de minorias, de todas elas — de sexo, cor de pele, religião, cultura, hábitos… Só os católicos, parece, têm de desaparecer. Será que têm de sumir porque são maioria?”

Este pensamento acima é do colunista Reinaldo de Azevedo (blog Veja) e que se enquadra perfeitamente no que vem acontecendo em muitos países, sobretudo na América Latina.

Hoje, os grupos ativistas em defesa das minorias (desde as tartarugas marinhas até os direitos homosexuais, passando pelos dieitos feministas) precisam encontrar alguém ou alguma instituição que seja o alvo das suas acusações. Hoje, o que dá ibope, é fazer parte de uma ONG ou algum movimento em defesa da minoria, e, como sempre, a culpa deve ser… da maioria? Neste caso, a Igreja Católica é a bola da vez.

Nestes últimos dias, várias manifestações de grupos ativistas pró-aborto, homossexuais e feministas chegaram ao cúmulo da loucura e da apostasía em países como Argentina. Em um caso, grupos ativistas do “orgulho gay” invadiram e atacaram um centro cultural enquanto o arcebispo Dom Héctor Aguer celebrava uma missa.

Um outro caso assustador, aconteceu na marcha do “Encontro nacional de mulheres” em Neuquén, também Argentina, onde jovens católicos impediram as ativistas de depredarem a catedral. Os jovens formaram um corredor humano ao redor da catedral e, pacificamente, rezando o rozário, suportaram cusparadas na cara, agressões físicas, ultrajes, por parte dos manifestantes.

Veja você mesmo o vídeo e tire suas conclusões

Obs: Não critico as ongs em si, pois existem muitas organizações que prestam excelentes serviços sociais e de benefícios humanitários. Este artigo faz uma critica às que partem de presupostos ideológicos, autoritários e que querem - como disse no artigo - colocar a culpa das suas discriminações em outrem, como se a barbárie do mundo fosse culpa do alvo em que miram, como no vídeo acima.

Daniel Machado

Posted by Daniel on outubro 7, 2009

Estava assistindo a entrevista de Dom Odilo Scherer (Cardeal Arcebispo de São Paulo) no Jô Soares, e lembrei-me dos protestantes que batiam à minha porta todos os domingos pela manhã, com as mesmas perguntas e críticas aos dogmas e a doutrina da Igreja Católica no geral.

Até quando serão as mesmas perguntas quando se trata da Igreja Católica? Na verdade, acho que falta assunto - para não dizer outra coisa - nas perguntas que se fazem aos padres quando aparecem na mídia.

Pombas, não é a Igreja que tem de obedecer ao mundo. Não são as mudanças culturais, sociais, políticas e até morais que definem as mudanças na Igreja.

Veja só que pergunta mais imbecíl de Jô Soares a Dom Odilo: “Quando a Igreja vai relaxar em situações como sexo antes do casamento, o uso da camisinha, etc?” É simples, porque a Igreja não pode apagar aquilo que foi estabelecido por Deus, ou seja, as leis e os mandamentos divinos, que estão inscritos, apartir de Jesus, na consciência e no coração do homem.

Já pensou a Igreja agora dizendo “Tá liberado!”? Você já imaginou a Igreja abolindo os mandamentos de Jesus? seria - em outras palavras - fazer o papel do diabo.

Mas, é nítido que as perguntas são para colocar cada vez mais a imagem da Igreja como retrógrada, medieval, alienada, etc, etc, - xiiiii, também aqui são as mesmas palavras…

Quantos padres já foram entrevistados no programa do Jô, ou em outros programas de tv, por exemplo. E todos já não disseram o que pensa a Igreja sobre sexo antes do casamento, camisinha, divórcio, homossexualidade, etc, etc, ? Porque então não se aprofundar no que pensa a Igreja para que surjam perguntas mais inteligentes?

De duas uma: Ou a mídia não tem intenção alguma de “virar o disco”, sabe…, “bater em outra tecla”, ou, falta inteligência e disposição de se aprofundar em questões que exigem mais pensamento e menos bla, bla, bla. Talvez falte as duas coisas quando a intenção é outra.

Estamos cansados da “cuspição” da mídia.

Por favor, vamos bater em outra tecla, a inteligência agradece.

“Veritas semper una est”

Daniel Machado