Formação

Um meio de ajudar você na formação do Homem Novo

Fome de amor!!

Arquivado em: Espiritualidade — Vera Lúcia at 3:46 pm on Sexta-feira, Junho 27, 2008

“Hoje em dia, a doença mais terrível do Ocidente não é a tuberculose nem a lepra, é a sensação de ser indesejado, de não ser amado, se ser abandonado. Tratamos as doenças do corpo por meio da medicina; mas o único remédio para a solidão, para a confusão e para o desespero é o amor. São muitas as pessoas que morrem neste mundo por falta de um pedaço de pão, mas são muitas mais as que morrem por falta de um pouco de amor. A pobreza no Ocidente é outra espécie de pobreza; não se trata apenas de uma pobreza de solidão, é também uma pobreza de espiritualidade. Há uma fome que é fome de amor, como também há uma fome de Deus”. (Dos escritos de Madre Teresa de Calcutá)

Seguir sem desanimar

Arquivado em: Frases que marcam — Vera Lúcia at 5:13 pm on Quinta-feira, Junho 26, 2008

“A dificuldade da subida do monte revela o caráter ascético da vida daquele que se decide a seguir o Cristo, seus sofrimentos, altos e baixos, quedas e dor. Isso exige dele, constância e paciência na oração. Mas tudo isso deixa de ter importância quando se tem finalmente o encontro com Deus”. Buscar o sentido do sofrimento… Sempre! Verinha

Confiar sempre

Arquivado em: Vivências — Vera Lúcia at 9:42 pm on Segunda-feira, Junho 23, 2008

“O medo é filho de Satanás! Os filhos de Deus não tem medo por que sabem que sua vida está nas mãos do eterno!” (Pe Amedeo Cencine). Nem sempre é fácil não se deixar guiar pelo medo, mas podemos nomeá-los diante do Senhor, eis um início de um caminho de crescimento… Pense nisso! Verinha

Em tudo a vontade de Deus!

Arquivado em: Frases que marcam — Vera Lúcia at 3:48 pm on Sexta-feira, Junho 20, 2008

“Os homens de Deus não desejam de fato dedicar-se às coisas seculares e gemem quando, por um misterioso desígnio de Deus, são encarregados de certas responsabilidades… Eles fazem de tudo para evita-las, mas aceitam o que gostariam de fugir e fazem o que gostariam de evitar. Entram de fato, no segredo do coração e lá dentro procuram entender o que lhes pede a misteriosa vontade de Deus. E quando se percebem que devem se submeter aos desígnios de Deus, humilham o coração sob o jugo da decisão divina” (Santo Isidoro)

A Fragilidade da vida

Arquivado em: Vivências — Vera Lúcia at 5:35 pm on Quinta-feira, Junho 19, 2008

Ó Deus, fonte e senhor de toda a vida,
como nos custa ver partir certas pessoas!
Num repente e para sempre, fecham os olhos
e deixam de existir sobre a terra.
Tenho presente as mortes súbitas,
diante das quais ficamos sem palavras:
o silêncio abafa-nos como manto pesado!
E que dizer da partida inesperada de jovens
ou de crianças a quem a doença ou o acidente tiram a vida?
Esmagados pela dor, pais e amigos ficam calados,
mas sem proveito, pois não encontram explicação.
Arde-lhes no peito o coração em chama viva,
que a intensidade do sofrimento acendeu.
Então, a sua boca não pode deixar de te gritar:
- Porquê, Senhor, a vida lhes foi retirada
e não lhes foi permitido continuar connosco?
Ó Pai celeste, dá-nos a conhecer o mistério da vida.
Tornam-se curtos os dias do homem sobre a terra;
diante de ti a existência humana é como nada;
o homem não é mais que um sopro;
Ele passa como simples sombra!
Em vão que se agita e amontoa riquezas.
Ele é como um peregrino de passagem,
um hóspede em breve estadia sobre a terra.
É frágil a vida humana, que podemos esperar?
A nossa esperança está em ti: livra-nos do desespero.
Não nos deixes sucumbir sob o peso da dor.
Ilumina as densas trevas de quem perdeu uma pessoa querida
e não permitas que desfaleça sob a amargura;
dá-lhes uma sólida fé na comunhão dos santos.
Senhor, ouve a nossa oração,
escuta este lamento por quem sofre o luto:
não fiques insensível às suas lágrimas.
Deixa-nos respirar por longos dias,
permite-nos apreciar a vida como um dom
que confias à nossa responsabilidade,
para dele usufruirmos, fazermos render no amor e no trabalho,
e, finalmente, to devolvermos,
na confiança de que tu no-lo devolves,
para o vivermos em plenitude, em comunhão eterna.

(Dos escritos do Pe Jorge Guarda)

Viver o dia a dia com sabedoria

Arquivado em: Formação humana — Vera Lúcia at 4:34 pm on Segunda-feira, Junho 16, 2008

 

Um velho carpinteiro estava pronto para aposentar-se. Informou o patrão sua intenção de deixar a indústria de construção civil, onde trabalhava, pois desejava passar mais tempo com sua família. A empresa não seria afetada pela saída do carpinteiro, mas seu patrão ficou triste em ver um bom funcionário deixá-los.

Apesar da determinação do carpinteiro, o patrão pediu-lhe para que trabalhasse em mais um projeto, o último. O carpinteiro concordou, mas não ficou entusiasmado com a idéia. Deu início ao projeto, prosseguiu, terminou a obra. Fez um trabalho de segunda qualidade, usou materiais duvidosos. Que maneira melancólica de encerrar uma bela carreira. Obra finalizada, o patrão veio fazer a inspeção da casa. Assim que terminou, devolveu a chave da casa ao carpinteiro e disse-lhe; “Esta casa é sua, é o meu presente, em consideração aos anos de dedicação”. O carpinteiro ficou muito surpreso. “Que pena”, pensou ele, “se eu soubesse que estava construindo a minha casa própria, teria feito tudo diferente”.

Isto acontece muitas vezes conosco. Nós construímos nossa vida dia a dia, e muitas vezes não usamos o melhor de nós, e mais tarde verificamos surpreso que dependemos daquilo que construímos. Aí, já é tarde demais, não podemos voltar a trás. Coloque amor e carinho em tudo aquilo que venha a fazer, pois a sua vida é um projeto de Deus. Confie Nele, dê graças sempre. Dê o melhor de si!

                                                                                                          (Autor desconhecido)

Viver de amor

Arquivado em: Vivências — Vera Lúcia at 7:05 pm on Quinta-feira, Junho 12, 2008

“O amor tudo vence”

Amor em pequenos gestos

Arquivado em: Vivências — Vera Lúcia at 9:38 pm on Terça-feira, Junho 10, 2008

O amor em pequenos gestos é a melhor forma de deixar-se formar e, assim, plasmar o homem novo.

Verinha

 

Humildade - guarda da castidade

Arquivado em: Espiritualidade — Vera Lúcia at 4:24 pm on Segunda-feira, Junho 9, 2008

 

“Esta virtude produz três disposições que nos põem ao abrigo de muitos perigos: a desconfiança de nós mesmos e a confiança em Deus; a fuga das ocasiões perigosas, a sinceridade na confissão. 

Muitas almas caem, efetivamente, na impureza por orgulho e presunção. “Deus não pode sofrer a soberba numa alma, humilha-a até o extremo”, Quem está, pelo contrário, persuadido de que não é capaz de ser casto por si mesmo, repete a Deus esta humilde oração de São Filipe Néri: “Meu Deus, desconfiai de Filipe; aliás ele vos atraiçoaria”. 

Esta desconfiança de nós mesmos deve ser universal. Às almas mais santas o demônio suspira mais ardentemente por fazê-las cair a elas  do que almas vulgares, e arma-lhes laços mais pérfidos. É observação de são Jerônimo, que dali conclui que ninguém se deve dar por seguro pelos longos anos passados na castidade, pela santidade ou sabedoria. Esta vigilância, contudo, deve ser acompanhada de absoluta confiança
em Deus. Porque Deus não permitirá que sejamos tentados acima das nossas forças, nem nos pede o impossível: umas vezes nos dá imediatamente a graça de resistir às tentações, outras a de orar, para obter graça mais eficaz. Quanto mais uma pessoa é humilde de coração e submissa a Deus, mais possui sabedoria e paz. 

A humildade leva-nos a evitar o desejo de agradar. Este desejo vem juntamente da vaidade e da necessidade de afeição, manifesta-se pelo culto exagerado da própria pessoa, pelo apuro minucioso no trajar, hábito de elogiar as pessoas pelas qualidades externas. A humildade dá-nos, enfim, a clareza de consciência tão necessária para evitar os laços do inimigo. “Se souberes conservar uma atitude sempre humilde e modesta de justa medida para dirigir teu espírito, não sucumbirás facilmente ao perigo e ao pecado”.

(Compêndio de Ascética e Mística)

Um vida por amor ao Senhor!

Arquivado em: Vivências — Vera Lúcia at 6:46 pm on Sexta-feira, Junho 6, 2008

 

“Trento (1934). Uma recordação da infância: “Era dia de São Luiz. A freira que nos ensinava o catecismo falou da virgindade. Lembro-me somente de uma coisa: os virgens no céu cantarão um hino, o Cântico dos Cânticos; e seguirão cantando, por toda a terra, o Cordeiro, Jesus, até o Paraíso”. Uma decisão é tomada: “Quero permanecer virgem, porque quero cantar aquele hino e quero seguir-Te”. Estas palavras da jovem italiana Luigia Calliari, de 16 anos, demonstram sua atração por uma vida de entrega totalitária a Deus. Porém, naquela época ela conhecia apenas três caminhos: o convento, permanecer virgem na família e o casamento. Mas não se sentia chamada a trilhar nenhum deles. A sua era outra estrada.

[…] Certa vez, Ginetta disse: “Sou esposa da dor. Sou esposa de Jesus crucificado e abandonado!” Todas as limitações e dores que sente são para ela o pré-anuncio do momento que mais aguardou: encontrar o Esposo e “cantar aquele hino”. Após a sua morte, dos cinco continentes chegam mensagens que contam os frutos abundantes de sua última oferta a Deus. Ginetta permanece como exemplo de fidelidade a Deus, ao Carisma da Unidade e à Igreja, confirmando a frase que sempre a acompanhara: “Quem crê em mim, ainda que morra, viverá” (Jo 11,25)”.

(Dos escritos de Chiara Lubic)

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