Perdoar sempre…

Arquivado em: Espiritualidade — Vera Lúcia at 5:11 pm on sexta-feira, junho 26, 2009

 

“Deus não nos obriga a perdoar: Ele nos dá a graça de conseguir perdoar. O perdão é um presente de Deus para nós. Ele também abre o caminho para a cura, porque cura e perdão caminham juntos.

 

Perdoar é um presente de Deus. É uma porta de graças. Sempre teremos necessidade de perdoar. Quantas vezes devemos perdoar? Sempre.

 

Não se sinta humilhado ao dar o primeiro passo para o perdão. Muito pelo contrário: você é um vencedor, porque teve coragem de perdoar primeiro. Nunca espere que os outros dêem o primeiro passo. Dê você e verá a grande libertação que Deus fará em sua vida.

 

A falta de perdão gera enfermidades. Precisamos lutar contra o nosso orgulho, pois a cura só acontece quando nos humilhamos e damos passos largos para perdoar e ser perdoado”

 

Monsenhor Jonas Abib

 

Não tenha medo de amar

Arquivado em: 1 — Vera Lúcia at 5:05 pm on segunda-feira, junho 15, 2009

 

“Muitos não têm a coragem de amar, porque já sofreram muito, sofreram na família, no casamento, ou foram afetadas por doenças, negócios, filhos, decepções amorosas… Talvez você já tenha sofrido muito e, é claro, não quer sofrer novamente, por isso deixou de amar. Independentemente dos acontecimentos, é no amor-doação que as pessoas com quem você se relaciona serão salvas.

                              

Jesus, eu preciso e quero amar: aí está minha felicidade, plenitude e satisfação. Quero esquecer completamente a regra distorcida de que o primeiro mandamento é amar a si mesmo. Fui feito para amar os outros. Mesmo sofrendo, fui feito para amar. Quero aprender a amar em primeiro lugar a Vós; em segundo, amar meu próximo. Ensinai-me a ficar em terceiro lugar, Senhor.

(Monsenhor Jonas Abib)

 

A vida comunitária nos forma

Arquivado em: Frases que marcam — Vera Lúcia at 4:20 pm on terça-feira, junho 9, 2009

 

“Para acontecer a formação é necessário um ambiente propício, do contrário o crescimento não acontece.  É como a planta que para crescer necessita de um ambiente propício.  Na Canção Nova temos o clima, a não ser que estraguemos tudo.  Se você faz da sua casa uma bagunça, significa que está sem proteínas. Quando uma pessoa está sem proteínas, sua casa se transforma num inferno e ela não se abre para a reconciliação.  A nossa regra de vida nos diz que devemos viver reconciliados e não podemos estragar o ambiente que era propício para a formação acontecer”. (Monsenhor Jonas)

 

 

Amar sempre

Arquivado em: Frases que marcam — Vera Lúcia at 2:37 pm on quinta-feira, junho 4, 2009

 ”Em  todas as línguas, o verbo amar é lindo! É o próprio nome de Deus! Deus é amor em ação! Você é imagem e semelhança de Deus; você é filho. Por isso, você ama e foi criado para amar, e não para odiar”.

(Monsenhor Jonas Abib)

 

A oração como caminho que conduz a Deus

Arquivado em: 1, Frases que marcam — Vera Lúcia at 5:54 pm on segunda-feira, maio 25, 2009

“A oração  é a vereda silenciosa que nos conduz diretamente ao coração de Deus; é o respiro da alma que nos doa novamente paz nas tempestades da vida!.

(Bento XVI) 

Jesus - Deus e homem no seu tempo

Arquivado em: Espiritualidade — Vera Lúcia at 8:25 pm on quarta-feira, maio 20, 2009

Jesus é apresentado aos homens do nosso tempo como modelo exemplar por suas escolhas e postura diante da realidade do seu tempo. Ele fez sua opção fundamental pela pobreza e com liberdade fez dela seu estilo de vida. Sua pobreza é “expressão de liberdade radical e de confiança incondicional no Pai, é pobreza ativa” (…) porque colocou incondicionalmente a sua causa nas mãos do Pai”. Diante do seu relacionamento com o mundo político-social de seu tempo sobressai a liberdade de Jesus diante do Sinédrio no embate final quando os chefes dos sacerdotes, os anciãos e os escribas se preocupam em aduzir provas para condená-lo (cf. Mc 14,53ss) e Jesus não teme reafirmar a sua inaudita pretensão e anunciar mais uma vez a vinda do Reino, relacionada com a sua pessoa (cf. Mt 26,64).
Perante as expectativas de quem queria uma ação de mudança prontamente eficaz, em sua liberdade Jesus não teme colocar-se em outro plano, não embaraçando o Reino de Deus com um dos tantos possíveis reinos daquele mundo. Ele não se deixa aprisionar numa imagem que agrade às expectativas de uma facção, é livre no anúncio do Reino. Ele repreende o poder injusto deste mundo, o espírito de riqueza e de poder que aprisiona o coração.
O fundamento da liberdade de Jesus frente às posições de poder do seu tempo, frente às ideologias, aos preconceitos está na sua opção de viver para o projeto de Deus, no seu esvaziamento e no seu existir para os outros, “numa esperança e num amor que o tornam subversivo e crítico (…) para com toda cegueira diante do peso da injustiça presente. Afirma-se como homem livre, perigoso justamente porque contagia com sua liberdade”. O Documento conclusivo de Aparecida deixa transparecer esse modelo a ser apresentado aos homens de hoje: “Jesus Cristo é a plenitude que eleva a condição humana à condição divina para sua glória ‘Eu vim para dar vida aos homens e para que a tenham em plenitude (Jo 10,10). Sua amizade não nos exige que renunciemos a nossos desejos de plenitude vital, porque ele ama nossa felicidade também nesta terra. Diz o Senhor que ele tudo criou ‘para que de tudo desfrutemos” (1 Tm 6,17).

 Verinha

Comunidade Canção Nova

Saudades de João Paulo II

Arquivado em: Meus poemas, Vivências — Vera Lúcia at 10:51 pm on terça-feira, maio 19, 2009

Ser conduzido pelo Espírito

Arquivado em: Espiritualidade — Vera Lúcia at 6:54 pm on quinta-feira, maio 14, 2009

 

Deserto, vem do latim desertu = desabitado, despovoado, solitário, em que não vive gente, lugar solitário, solidão. O povo de Deus caminhou pelo deserto por quarenta anos. O profeta Oséias escreve: “Vou conduzir-te ao deserto para falar ao coração”. Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto. Vemos em outros textos bíblicos que Jesus sempre procurou ficar às sós para falar com Deus”. O deserto é o lugar do encontro: encontro com Deus e consigo mesmo. Ir ao deserto, parar, a fim de encontrar-se com a própria alma e com Deus que fez dela sua morada.

 Ver a Deus, viver em sua presença é o desejo profundo e persistente de toda a alma. A solidão a chama, o silêncio a atrai, o deserto a conquista. O deserto de que falamos aqui não é este lugar desabitado, solitário, não é ausência de vida, não é cemitério de presenças que passaram, ou areia movediça que o vento arrasta e recolhe sem ordem, sem rumo.  Que seria então o deserto se não fosse um grande santuário, se não fosse “casa de Deus e a porta do céu?” Falamos de um deserto que vive, que pulsa, que canta. A presença do Deus vivo e três vezes santo envolve e vivifica o grande santuário. O Espírito Santo nos leva a descobrir essa presença de Deus que nos chama a uma intimidade profunda e que quer se relacionar conosco.

 

O Espírito Santo nos leva a descobrir o caminho da verdadeira adoração onde reconhecemos os direitos soberanos que Deus te sobre nós, onde antecipamos na terra o que vamos viver para sempre no céu: viver na presença de Deus, cantar a sua glória e o seu louvor. Vivemos para testemunhar a glória de Deus. O Espírito ensina-nos a louvar e a amar a Deus. Não tenha medo de ir para o deserto como fez Jesus, não tenha medo da presença de Deus que no seduz para vivermos com Ele. Deixa o Espírito Santo iluminar os eu interior para revelar a sua verdade e dissipar aquilo que não proclama Deus na sua vida. Este é o caminho de conversão que precisamos trilhar. Que a luz seja! Esta seja a nossa oração! Que  eu veja! Esse seja o nosso clamor.

 

O Espírito Santo é o Amigo que revela os mistérios do Reino, que nos aponta a vontade de Deus e nos faz romper com todo o mal para que toda a nossa vida seja um canto de louvor à bondade do Senhor. Venha Espírito Santo! Vinde Logo! Vinde Espírito Santo!

 

Verinha

Comunidade Canção nova

 

Tudo é dom!

Arquivado em: Formação humana — Vera Lúcia at 2:52 pm on quinta-feira, maio 7, 2009
As riquezas da nossa pessoa constituem um dom, um carisma recebido. Fazem parte do dom maior que é a própria vida, a qual não se sustenta por contrato, e sim, pela gratuidade e doação, recebeu seus talentos de graça e constata cada dia, que tudo o que é, que tem, que faz e oferece, antes o recebeu de Deus.

Deste reconhecimento nasce espontaneamente uma gratidão profunda por aquele que nos cumulou de bens, e com a gratidão, uma alegria serena por todo bem que temos, que não é pouco, e por aquele que vemos nos outros.

Não há lugar para a inveja, para o complexo de inferioridade, competição, ira, desunião e desamor. A pessoa se aceita: descobre e se alegra com o que tem de positivo e reconhece a sua fraqueza, o seu nada e não se desespera, aprende a conviver com suas dificuldades. Já não é e não precisa ser mais super-herói e nem vítima

(Baseado no Livro do Pe Cencine “Amarás o Senhor teu Deus)

Maria e a experiência da Palavra

Arquivado em: Espiritualidade, Lectio Divina — Vera Lúcia at 6:36 pm on terça-feira, maio 5, 2009

Falar sobre Maria na história da salvação é mais do que uma missão, é um presente, falar dela no centro da história da salvação como cooperadora, é reacender em nós o desejo de sermos missionários com Maria, é reacender o nosso coração por vermos crescer os nossos grupos marianos. Maria na história da salvação é convidada a ser cooperadora assim como eu e você fomos convidados a cooperar na nossa paróquia.
Hoje nós ouvimos que Maria não é uma deusa, mas é uma mulher, uma criatura escolhida por Deus. Aqui começa a nossa caminhada de entender e centralizar a nossa atenção na resposta que Maria deu a escolha que Deus fez. Deus escolheu Maria, preservou-a do pecado original, mas não a transformou em uma boneca, ou em marionete, não a transformou Maria em alguém sem liberdade ou sem capacidade de responder e se comprometer. Sua resposta não era de uma pessoa que estava sendo controlada mas uma convidada. Maria usa sua liberdade para cooperar no plano da salvação.

 Maria se apresenta como serva e como escrava, e tem gente por ai que ainda diz que ela quer ser Deus. Ela foi preservada do pecado, mas tinha a liberdade de dizer sim ou não. E veja a resposta de Nossa Senhora: “Faça se em mim segundo a tua Palavra”.

 Maria não é mulher de alugar a barriga, e nem mulher de responder pela metade. No seu sim ela se consagrou à Palavra. Ela disse faça-se em mim segundo a tua palavra, ela respondeu dando o seu sim por inteiro. O convite para nós é para sermos marianos por inteiros, não somente nos dias que tem de rezar o terço. Assim como não podemos ser cristãos de aluguel, que se compromete pela metade.
Jesus a apresenta como mulher da Palavra. E nós pela Palavra, precisamos sair daqui melhor do que chegamos. Existe para nós um crescimento, não viemos só para rezar o terço ou para cantar, para isso também, mas viemos para o congresso para sairmos mais marianos do que chegamos. Se voltarmos para casa do jeito que chegamos, não vamos atrair ninguém a esta devoção tão linda a Nossa Senhora. Nós só vamos crescer através da Palavra e nela vamos aprender a conhecer Maria.

“Jesus respondeu: Meus irmãos e minhas irmãs são estes que ouve a Palavra de Deus e a põe em prática”. Tem como eu dizer que sou mariano se não conheço a Palavra? Como vou dizer que conheço Maria se não tenho a Palavra. Eu preciso apresentar Jesus através da Palavra. Quanto mais marianos nós formos mais cristão nós seremos. Maria nunca chama a atenção para ela, e sim para Jesus, quanto mais marianos, mais seremos parecidos com Jesus o seu Filho.

Pe Fabrício

Comunidade Canção Nova

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