Amigos que não decepcionam!

Filed under: Espiritualidade, Vivências — Vera Lúcia at 4:21 pm on Friday, June 29, 2007

Eu descobri que os santos, que possuem a Deus no céu, interessam-se pela nossa santificação e ajudam-nos a progredir na prática das virtudes pela sua intercessão e nobres exemplos que nos deixaram: devemos, pois, venerá-los; são nossos intercessores; são nossos modelos, devemos imitá-los. Interessante: eles são pessoas comuns como eu e você que tiveram seus defeitos e fraquezas, mas souberam vencer. Como? Pela vida interior e auxílio da graça. Olhemos não os santos não como pessoas distantes de nós, ao contrário, pessoas que tiveram seus pecados como nós e que chegaram à plenitude da vida com Deus.

Vejo que, o mais importante, é imitarmos os santos, imitar suas virtudes. Todos eles se empenharam  em reproduzir em si os traços do Modelo Maior que é Jesus Cristo, e todos podem dizer de si como São Paulo: “Sede meus imitadores, como eu fui de Jesus Cristo” (I Cor. 4,16). Cada santo cultivou em si uma virtude singular: a fé, a confiança, a pobreza, o amor, a humildade, a fortaleza, etc. Para nós que caminhamos hoje em direção ao Céu, ao encontro com o Senhor é importante saber que temos os exemplos daqueles que tiveram os mesmos pecados que nós passaram pelas mesmas tentações e tribulações, e, apesar de tudo, alcançaram a vitória. É um estímulo para nós. É uma graça saber que, contando com eles, imitando-os, também poderemos alcançar vitória. Hoje eles já não mais desconhecidos ao meu coração. São amigos que não decepcionam. E você, não quer fazer a experiência?

                                                                                                                                                   Verinha

Sempre um olhar de esperança!

Filed under: Espiritualidade — Vera Lúcia at 3:52 pm on Thursday, June 28, 2007

 

“Vai e não peques mais”. Jesus usou esta expressão em quase todos os Evangelhos e nas mais diversas situações. Lembro-me dele usando esta expressão para a pecadora que foi pega em adultério e que queriam apedrejá-la. Ele realmente desvela a grandeza de alma e a serenidade com que aquela mulher e tantas pessoas se convertem. A experiência da mundança ilumina nossos passos e fortalece nossa caminhada.

Esta palavra “vai” nesta expressão usada por Jesus diz de um envio. Hoje ela é dirigida a mim e a você. O Senhor nos diz nominalmente: “Verinha vai”. Ele me envia. Ele envia você. Nesta palavra Ele me alerta que a caminahda ainda não chegou ao final. Por isso não é possível estacionar. Mesmo que os meus sentimentos me digam que é hora de parar, que eu não vou aguentar, que eu não quero continuar; Ele me diz: “Vai”. Mesmo diante dos meus pensamentos que reforçam “as coisas não vão mudar”. Ainda assim ele me diz: “Vai”. É preciso ir, seguir em frente. Ele me constituiu à frente de um povo, de irmãos. Ele nos colocou como sinal. É preciso seguir em frente sem desanimar.

Por outro lado, o restante da palavra “não peques mais” comporta uma exigência de romper com a mulher velha, com o homem velho, com os sentimentos negativos. Ele me diz: “é preciso lutar sem desanimar”. É um grito que ecoa dentro de mim: Lute Verinha. Deixe este grito ecoar dentro de você: “Lute meu irmão, lute minha irmã”. A palavra nos sustenta e nos abençoa, indepedente do ponto que chegamos. Sempre e em tudo um olhar de esperança.

Verinha

Eu sou filha da Casa de Maria

Filed under: Espiritualidade, Vivências — Vera Lúcia at 9:22 pm on Tuesday, June 26, 2007

Na Casa de Maria

Cristo o homem perfeito

foi formado

Na Casa de Maria aprendeu

a mais bela das lições

Ser tudo para todos

Na Casa de maria

aprendeu amar a Deus

e ensinar-nos

a chamá-lo de Nosso Pai

O que posso eu desejar?

Quero adentrar-me

nesta escola

Nele e por ele

Também sou

Filha da Casa de Maria

Escolhas definitivas

Filed under: Celibato Consagrado — Vera Lúcia at 7:00 pm on Thursday, June 21, 2007

“É preciso nadar contra a correnteza num mundo tão provisório. Não façam escolhas pela metade, é preciso fazer escolhas definitivas. O mundo e a Igreja estão suplicando pessoas que façam compromissos definitivos. O transitório é para pessoas que não encontraram o Cristo. Assumir por Jesus. Ele é a minha estaca” (Dom Aberto). Já fiz minha escolha definitiva, e você já se decidiu? Não tenha medo.

Num só Espírito. Verinha

Seguir Jesus…

Filed under: Celibato Consagrado, Espiritualidade — Vera Lúcia at 2:31 pm on Wednesday, June 20, 2007

“Quais as condições para seguir Jesus? Existe três qualidades não podem faltar a todo aquele que se decide seguir a Cristo e ser seu apóstolo, são elas: amor verdadeiro, coragem e fé. Além destas três realidades também é necessário renuncia e até sacrifícios. Primeiramente porque se Cristo é o Mestre, devemos conformar quanto possível a nossa vida com a dele. Segundo, porque o enviado de Deus nem sempre é aceito e até mesmo poderá sofrer perseguições, daí então deverá ser fiel à sua missão, o que seria impossível sem a coragem e a fé, sem o espírito de amor autêntico, de renuncias e até sacrifícios. 

As palavras e os conselhos de Jesus são sempre atuais. Não foram palavras somente ditas no passado e aos doze apóstolos. Bons e maus haverá sempre. O Reino dos céus é para todos. E todo aquele que se propõe indicar caminhos para se chegar lá, corre o risco de ser incompreendido, pois o mundo e as pessoas, por vezes, fecham-se no próprio egoísmo. Portanto, as Palavras de Jesus nos ajudarão sempre no desempenho de nossa missão. Nós somos os apóstolos do hoje, dos novos tempos, e devemos anunciar Cristo e sua mensagem libertadora ao mundo. 

No evangelho de Mt 10,24-33 existe uma informação bonita de Jesus. Ele diz: “todo aquele, pois, que me anunciar diante dos homens, eu o apresentarei diante de meu Pai, que está nos céus; mas todo aquele que me negar diante dos homens, eu o negarei também, diante de meu Pai que está nos céus’.”

O CELIBATO CONSAGRADO

Filed under: Celibato Consagrado — Vera Lúcia at 7:18 pm on Tuesday, June 19, 2007

O sexto mandamento da Lei de Deus determina guardar castidade nas palavras e nas obras. O seu âmbito inclui também a descoberta do significado e do valor do celibato consagrado e implica a sua vivência por aqueles que receberam um tal dom divino. Muita gente, hoje, não entende o celibato dos sacerdotes e não acredita que eles o vivam fielmente. Isto acontece, certamente, por alguns o quebrarem ou porem em dúvida e os outros nem sempre o saberem testemunhar com a sua vida feliz. Ao mesmo tempo, parece não ser contestada a virgindade das religiosas e de outras mulheres consagradas  a Deus. Não sei se este estado de vida é realmente admirado por uma fatia significativa da sociedade. Pode acontecer que o grande valor destas opções de vida não esteja a passar para as pessoas nem as interpelem.

Há, entretanto, um outro fenómeno, na nossa sociedade, que contribui para dificultar o reconhecimento do valor do celibato consagrado: o alastrar do número de pessoas, homens e mulheres, que vivem solteiras, por motivos de independência pessoal ou de dedicação a uma causa que apaixona e absorve. O desinteresse pelo casamento pode também ser motivado pela falta de atracção pelo outro sexo, por não se acreditar no casamento, por alguma imaturidade ou pelo medo de assumir compromissos definitivos. Nestas motivações, vem ao de cima a dificuldade crescente de estabelecer relações afectivas maduras e estáveis, por parte de muitas pessoas.

Que diferença há entre a vida cristã no celibato e estas situações humanas, escolhidas ou involuntárias? A forma exterior de vida pode ser semelhante, mas são bem diferentes a motivação, o espírito e a finalidade.

            Podemos distinguir três formas de viver o celibato por parte dos fiéis cristãos:

Alguns homens e mulheres estão celibatários porque ainda não descobriram a pessoa certa com quem se casar. Quando o fiel cristão descobre na sua situação de solteiro um apelo de Deus e o aceita de livre vontade, a sua vida celibatária pode tornar-se vocação assumida e valorizada. A pessoa pode então, como diz o Catecismo da Igreja Católica (CIgC), passar a viver “a sua situação no espírito das bem-aventuranças, servindo a Deus e ao próximo de modo exemplar” (nº 1658). Esta forma de vida pode não ser definitiva e a pessoa ser chamada ao matrimónio em qualquer idade.

Assumem de forma definitiva o celibato pelo reino dos Céus os que  consagram totalmente a sua vida a Deus e, por isso, renunciam ao casamento. A sua opção resulta da percepção do amor de Cristo e do seu chamamento,  correspondidos positivamente numa relação crescente de amor para com ele. Neste caso, a motivação para o celibato é teológica e carismática, é uma graça divina, que a pessoa acolheu e à qual correspondeu livremente com a entrega total de si mesma a Deus.

Outra forma é o celibato sacerdotal. Este, em certo sentido, une as duas formas anteriores: por um lado, resulta da circunstância de a pessoa sentir a vocação para o ministério sagrado; por outro, corresponde a uma entrega de si mesma para o serviço do Reino de Deus. A motivação é acentuadamente apostólica, mas fundamentada em razões teológicas e carismáticas. Diz o Catecismo: os ministros sagrados “chamados a consagrarem-se totalmente ao Senhor e às ‘suas coisas’, dão-se por inteiro a Deus e aos homens. O celibato é um sinal desta vida nova, para cujo serviço o ministro da Igreja é consagrado; aceite de coração alegre, anuncia de modo radioso o Reino de Deus” (nº. 1579; cf 1599).

Como o matrimónio, também a vida celibatária é concretização da vocação ao amor e à comunhão, a que todos são chamados. Respondendo a tal vocação inscrita no seu próprio ser, a pessoa humana realiza a sua condição e dignidade de imagem e semelhança de Deus, que “é amor e vive em si mesmo um mistério de comunhão pessoal de amor” (CIgC, 2331). Não pode haver opção celibatária que não seja motivada pelo amor a Deus e ao próximo. Mesmo na primeira forma acima apontada, se a pessoa assume a sua condição como vontade de Deus, não pode deixar de orientar a sua vida pelo amor, abrindo-se a uma relação sempre mais profunda de comunhão e de serviço.

Sendo resposta à vocação ao amor, a vida celibatária não significa menosprezo ou visão negativa da sexualidade. Esta, como afirma o Catecismo, “afecta todos os aspectos da pessoa humana, na unidade do seu corpo e da sua alma. Diz respeito particularmente à afectividade, à capacidade de amar e de procriar, e, de um modo mais geral, à aptidão para criar laços de comunhão com outrem” (CigC, 2332). Escolhendo o celibato, a pessoa renuncia a uma forma viver a sexualidade, para se entregar a Deus “com um coração indiviso”  (CIgC, 2349). Sublima o impulso e a energia sexual, dando-lhe outro significado e finalidade, para uma fecundidade espiritual. Como Cristo, também o celibatário entrega o seu corpo, e todo o seu ser, por amor a Deus e em favor dos homens. Nesta doação total, por um amor oblativo, vive a castidade própria da sua condição.

O celibato, como o matrimónio, implica uma vida de relação com os outros e não de solidão, é caminho para a maturidade e não privação. É expressão de uma doação de si mesmo livremente decidida e não resultado de qualquer frustração ou desengano na relação afectiva. Também implica uma certa vivência da sexualidade: não na união física nem na auto-satisfação narcisista ou na procura do prazer recíproco e na expressão de afecto mútuo, mas na sua sublimação espiritual mediante o domínio de si mesmo. Esta liberdade pessoal é condição para fazer de si uma doação total e definitiva a Deus suscitada pela graça que dele recebeu. O celibatário renuncia: “à intimidade física em ordem a uma mais perfeita disponibilidade”; “ao calor humano de uma família, para se tornar pai ou mãe da humanidade”; “à continuação da vida nos próprios filhos para uma vida que não tem fim, a vida de Deus nas pessoas” (E. Pepe).

O vida no celibato é, portanto, também uma opção de amor, mas orientada para Cristo. A pessoa doa-se a si mesma, não a uma pessoa de outro sexo com a qual estabeleceu vínculos de afecto, mas a Cristo no qual crê e pelo qual acredita ser amado. A sua entrega significa o assumir de uma vida que é renovada por Cristo e penetrada pela força do Espírito. A pessoa doa-se em todo o seu ser, também na dimensão física, mas fá-lo de forma diferente da que é vivida no matrimónio.

Há um texto muito sugestivo de Chiara Lubich que fala da castidade como o “dilatar o coração segundo a medida do coração de Jesus”. Fazendo assim, a pessoa empenha-se em amar cada irmão “como Jesus o ama”. A isto a autora chama a “castidade de Deus”. Escolhendo o celibato por ter sentido o grande amor de Cristo por ele, o fiel cristão esforça-se por viver o amor à maneira e segundo a medida de Cristo. Para ele, o amor a Cristo e ao irmãos constituem um mesmo e único amor. E trata-se sempre de amar por Jesus, por uma graça que vem dele. É um amor a todos, universal, mas vivido na doação um a um, isto é, àquele que encontro, que se cruza comigo, que passa pela minha vida. Está aqui a originalidade do amor na pessoa celibatária, que é diferente, portanto, do amor conjugal. Este passa sempre pelas expressões humanas da sexualidade e da ternura.

A doação livre de si mesma ao outro, fielmente, como Jesus ama,  é que torna o amor puro e casto, tanto na pessoa casada como na celibatária. Na primeira, as expressões físicas do amor  não o degradam; na segunda, não precisa de tolher o coração nem de reprimir o amor, pois encontrará sempre expressões belas para amar o seu próximo, de forma concreta e sensível. No primeiro caso, o amor une sempre mais quem o vive e estreita os vínculos entre as pessoas. É vivido na doação e acolhimento mútuos. No celibatário, o amor não prende mas liberta, é vivido na generosidade e no desapego, torna a pessoa dom para os outros sem esperar a compensação.

O amor do celibatário há-de ser também fecundo, gerar vida, não no sentido físico mas na dimensão espiritual. Mediante o amor, o celibato gera a vida de Jesus nas almas que encontra, cria vínculos espirituais com as pessoas e pode mesmo exercer uma paternidade espiritual, fazendo com que tais pessoas se sintam regeneradas, recebendo uma nova vida a de Deus. Deste modo, enriquece também a humanidade, contribui para o seu crescimento qualitativo, espiritual.

Quem é chamado ao celibato, consagrando a sua vida a Deus, faz a renúncia à vida de casado. Cumpre, quase à letra, a palavra de Jesus: “qualquer de vós que não renunciar a tudo o que possui, não pode ser meu discípulo” (Lc 14,33). Renuncia à sexualidade genital, à relação de afecto com outra pessoa, à paternidade ou maternidade biológica, a constituir a sua família, desapega-se de tudo e de qualquer pessoa, para seguir Cristo mais  de perto e viver uma comunhão especial com Ele. Mas desta relação, no Espírito Santo, pelo amor, há-de surgir uma nova família, a fraternidade cristã, que pode adquirir múltiplas formas e que se traduz na vida da comunidade cristã, na sua variedade. Se não gerar a comunidade dos filhos e filhas de Deus, o celibato fica infecundo. Sem a paternidade ou maternidade espiritual, o celibatário corre o risco de ficar estéril e de viver  a sensação de perda, de frustração, de estar incompleto, de não atingir a plenitude.

“Bem-aventurados os puros de coração porque verão a Deus” (Mt 5,8). O celibatário que assume a sua vocação livremente e a vive fielmente numa doação incondicional a Deus, no amor, e no serviço generoso aos irmãos, experimenta realmente a felicidade e “vê” verdadeiramente Deus na sua vida. Deixou tudo pelo Senhor, e nada lhe falta. Renunciou a constituir uma família, e vive rodeado de irmãos e irmãos, de filhos e filhas, numa grande família espiritual reunida no amor de Cristo. A sua vida é muito diferente da de muitos solteiros de moda, centrados em si mesmos e nos seus prazeres, gerando e gerindo a solidão, que produz um vazio de alma e tédio.

Viver em celibato, conservando a castidade do coração, exige esforço para corresponder à graça da própria vocação. É preciso, antes de mais, cuidado em manter e consolidar a liberdade pessoal, para amar sempre mais, mantendo a vigilância sobre todas as situações que a podem pôr
em causa. E, face aos limites e falhas, o celibatário há-de abraçar a cruz e recomeçar no empenho pela fidelidade no amor. A relação com Deus, sempre mais profunda, cultivada na oração, e uma sadia comunhão fraterna ajudam muito a manter-se fiel na própria entrega de amor.

O celibato e o matrimónio são duas vocações diferentes mas não contrapostas. Celibatários e casados, felizes na sua vocação,  deverão constituir estímulo e ajuda uns aos outros, partilhando
o próprio dom, reconhecendo e estimando o dos outros, numa comunhão eclesial operada pelo Espírito Santo.

P. Jorge Manuel Faria Guarda

 22/06/2005

 

Se o coração se abre, a mente se dobra.

Filed under: Espiritualidade — Vera Lúcia at 4:51 pm on Tuesday, June 19, 2007

“Eles têm a inteligência obscurecida e são alheios à vida de Deus por causa da ignorância neles produzida pela dureza de seus corações… Precisais renovar-vos pela transformação espiritual de vossa mente e vestir-vos do homem novo, criado à imagem e Deus, na verdadeira justiça e santidade” (Ef 4,17-24).

Impressionou-me quando Paulo afirma que a mente se torna obscurecida pela dureza do coração. Isto implica a necessidade de um equilibrio entre mente e coração. Coisa difícil para nós. O primeiro passo é a docilidade do coração e a abertura dos nossos sentimentos à ação do Espírito Santo. Precisamos aprender a dar nomes aos nossos sentimentos e passá-los por Deus na oração. Não podemos reprimir nossos sentimentos e também não podemos nos deixar conduzir e sermos arrastados por eles. A atitude interior é a da acolhida. Acolher e passar por Jesus na oração, eis o caminho.

Impõe-se dentro de mim este abandono e abertura dos sentimentos do meu coração ao Espírito de Deus, assim nossa mente se torna iluminada. Um não contraria o outro: se o coração se abre,  a mente se dobra. É assim que acontece a transformação do homem novo. Quero viver assim, e você?

Verinha

Tudo é graça!

Filed under: Meus poemas — Vera Lúcia at 7:03 pm on Friday, June 15, 2007

 

De graça me criastes

De graça me chamastes

De graça me ungistes

De graça me divinizas

Ó mistério tão insondável

Ó força tão grande

Que tudo torna gracioso

Com tua misericórdia

Elevas minha miséria

Restitui-me a graça de todas as graças

Contemplar a Deus

E com Ele

Uma só coisa me tornar

Tudo é graça!

Para você pensar…

Filed under: Espiritualidade, Vivências — Vera Lúcia at 10:04 pm on Monday, June 11, 2007

“A esperança vê o invisível, sente o intocável e alcança o impossível”.