Formação

Um meio de ajudar você na formação do Homem Novo

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Canção Nova - uma Escola de formação!

A Canção Nova existe para “formar homens e mulheres novos para um Mundo Novo”. Se ela evangeliza pelos meios de comunicação, e cada vez mais, por todos os meios de comunicação, é para isso. Se ela promove retiros, encontros e tantas outras atividades é para isso.  Todas as suas atividades são meios que Deus lhe dá para a realização desse objetivo: formar o homem novo para o mundo novo.

A Canção Nova é uma Escola de Formação. Ela recebeu de Deus o dom de Educação. Tirar de dentro, extrair do interior da pessoa o Homem Novo. É uma cooperação à obra do Espírito Santo, que é fazer no homem, o Homem Novo, cópia o mais fiel possível do Homem Novo: Jesus Cristo! Está é uma obra grande e vasta, acima das nossas possibilidades; tocamos na própria ação de Deus. O que nos é dado fazer, e queremos fazê-lo cada vez melhor, é a parte de cooperação que nos cabe, pois se trata de uma obra conjunta: de Deus e do homem. Não posso negar: você que faz da Família Canção Nova é chamado também a participar e viver conosco este processo

Segundo entendo, Evangelizar também é isso: É tirar do homem velho o Homem Novo. É formar o homem para que viva à maneira nova trazida por Jesus. E esta é a Boa Nova: ISTO É POSSÍVEL. Você pode confiar e acreditar. É-nos dado viver assim como Jesus viveu. É todo um trabalho de reeducação, de reforma. Esta é a graça que a Canção Nova recebeu: Anunciar essa possibilidade e realizá-la. Torná-la real, em cooperação com o Espírito Santo. Nós anunciamos e levamos aos outros, o que Ele já está fazendo em nós. Somos portadores de uma experiência vivida. Somos a demonstração de que isto é possível: Deus já o está realizando em nós. Estamos preparando a matéria-prima do Mundo Novo em gestação: Homens e Mulheres Novos.

            Hoje o trabalho de evangelização também se volta para um público especial: os pré-adolescentes. Esta idade que está entre a infância e a adolescência e que tem características particulares e por isso necessita de uma linguagem bem diferente para ser atingida por Cristo. Convido você a acompanhar o programa Bem da Hora. Um programa dinâmico. Com games, brincadeiras, matérias sobre curiosidades, música, dança, clipes e tudo que faz parte desse universo pré-adolescente. Queremos construir um Mundo Novo agora, no momento presente. Buscamos e damos o nosso melhor para que este mundo seja melhor. Que ele se renove: se torne cada vez mais novo.

Monsenhor Jonas Abib

 

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Celebrar em Espírito e em Verdade.

        

           Deus preparou a humanidade para a vinda do seu filho pela eleição do povo da antiga aliança e por toda a história deste povo. Jesus ofereceu ao Pai o perfeito culto espiritual que foi prefigurado no culto do êxodo e dos profetas porque ouviu a palavra do Pai e lhe deu também a sua resposta filial. Jesus testemunhou que todos os ritos eram expressão daquilo que viveu e moveu o seu coração, que era o amor pelo Pai e por seus irmãos. Detestou os ritos e liturgias vazias, desprovidas de espírito e desligadas da vida. Fez isso com bastante clareza em suas discussões com os fariseus. Jesus sempre ouviu a Palavra do pai e obedeceu à sua vontade. Longas noites ele passou rezando, em conversa íntima com o Pai, para conhecer a sua vontade.

           Jesus , na instituição da eucaristia, se ofereceu ao Pai, antecipando ritualmente o sacrifício de sua vida, que ele completou no dia seguinte pela morte na cruz. Podemos constatar que a novidade de adoração do Pai, Jesus nos mostra, consiste muito mais no sacrifício da sua vida do que em celebrações, embora a última palavra dele a respeito, durante sua vida terrestre, tenha sido a celebração da sua morte e ressurreição ma última ceia com os doze e o mandato: “Fazei isto em memória de mim”.

           A comunidade apostólica cumpriu a ordem de Jesus de fazer em memória dele o que ele fez na última ceia na noite antes de sua morte. No entanto, com o sacrifício de Jesus eles também celebravam na eucaristia o sacrifício espiritual da vida do cotidiano deles mesmos. A celebração ritual é autêntica somente quando expressão da fé e da vida de fé igualmente claro com respeito ao batismo.

           Na Igreja, o Espírito está vivo e agindo, em toda a sua vida e atividade, mas, sobretudo em suas ações litúrgico-rituais; com a condição, no entanto, de que a liturgia seja expressão de uma vida no espírito.

            No Novo Testamento não se encontram os termos “liturgia”, “sacerdote” e “sacrifício” para evitar o perigo de se ver na liturgia crista uma ação meramente ritual, como era o culto do templo no Antigo Testamento. A partir do século II, Eucaristia é entendida como sacrifício, inicialmente como sacrifício espiritual. Mais tarde, este termo assumiu traços do Antigo Testamento. A mesma ocorrência se dá com as palavras “sacerdote” e “sacerdócio”. O termo “liturgia” não reapareceu na Igreja ocidental de língua latina até a época moderna.

           A clareza sobre o caráter essencialmente espiritual da liturgia, do sacerdócio e do sacrifício, de novo, acontece no século XX, sobretudo com o Concílio Vaticano II, na sua preparação no movimento litúrgico e aos estudos bíblicos e teológicos contemporâneos. É feita uma volta às fontes da fé.

Verinha

Comunidade Canção Nova

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É urgente reconhecer Jesus e com Ele se encontrar!

 

Desde a sua origem o homem caminha na busca pela felicidade e é movido por esse desejo. Sua vocação consiste em ser feliz e viver em harmonia. É chamado a uma plenitude de vida e a buscar primordialmente um significado que preencha sua vida. Infelizmente, este mesmo homem se encontra diante de um panorama inquietante com as perspectivas abertas pelo progresso científico e tecnológico. Delineia-se e consolida aqui uma nova situação cultural em contínua evolução, que produz um relativismo acentuado. Cada um permanece centrado em si mesmo, com a convicção de que tudo se pode obter pelo prestígio pessoal, pelos meios econômicos e pela técnica.

 

O sujeito encontra-se, geralmente, diante de uma identidade incerta e entregue às emoções. Perdeu o sentido da sua liberdade na busca pelo prazer desordenado e desenfreado. Toma, então, a dianteira, a parte inquieta de si mesmo, produzida pelas próprias fraquezas e pelas alienações já vividas. Tal inquietude diminui drasticamente os ideais: o primado de Deus, a doação de si aos outros, a seqüela radical de Cristo e a pertença a uma comunidade. Vive só no meio da massa e o que conta são os seus interesses. Caiu-se no individualismo. Está diante da permanência de decisivas imaturidades pessoais que nunca tinham sido analisadas com seriedade, ou nunca enfrentadas, ou silenciadas sob vários esconderijos como foi apontado no primeiro capítulo.

 

Para que a vida torne-se plenitude é preciso libertação pessoal dos medos, complexos e pecados. Libertação acessível que nos impele a sair de nós mesmos em direção aos demais. Libertação das estruturas de pobreza, opressão e escravidão. Libertação das estruturas injustas e egoístas. Essa libertação tem um nome, tem um rosto e estabeleceu sua morada entre nós: Jesus Cristo! Ele foi uma resposta para a sua época e continua sendo uma resposta para os dias atuais. A história da humanidade e da história onde Deus se faz presente,gaçem pero. decorre sob seu olhar misericordioso. É urgente reconhecer Jesus e com ele se encontrar.

 

Verinha

Comunidade Canção Nova

 

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Advento - Tempo de esperança

 

O Advento é tempo da esperança! O coração do cristão nesse tempo tão especial deve manifestar a esperança naquele Deus sempre presente na história do seu povo e pronto para libertá-lo. A esperança, no entanto, neste tempo do Advento, é muito maior, pois Jesus que nasce no meio da raça humana, é a salvação plena, referência para toda a história do povo de Deus.

Os elementos teológicos deste importante tempo, que abre o Calendário Litúrgico, são:

A dimensão histórica da salvação: A presença de Deus se faz no tempo. Sua atuação acontece junto a um povo que o escuta e acolhe na vivência, os seus mandamentos. A promessa é cumprida quando se dá a “plenitude dos tempos”, com a Encarnação do Verbo. Em Jesus está a salvação plena de toda a humanidade.

A dimensão escatológica: Por esta dimensão, o cristão é capaz de compreender que no hoje de nossa história, Deus age. Mas que esta sua ação não termina aqui, mas se prolongará ate o “dia do Senhor”.

A dimensão missionária: Dela participa o conjunto da Igreja. Cada cristão deve entender-se como missionário atuante na divulgação da mensagem daquele que nasce entre nós – Jesus. 

A dimensão libertadora: No centro desta dimensão está a manifestação de Deus, junto dos mais pobres e oprimidos. É o Deus da justiça que vem libertar o seu povo no amor! É o Deus da justiça que se faz pequeno e pobre para engrandecer toda a realidade humana, que se abre aos seus desígnios divinos.

A Espiritualidade do Advento compreende alguns comportamentos essenciais para o cristão:

A expectativa vigilante e alegre: A espera é fruto das promessas feitas por Deus, primeiro, ao povo de Israel. A Igreja, por sua vez, celebra a esperança em Cristo com o olhar voltado para a vinda gloriosa e definitiva do Senhor. E porque Deus é fiel às suas promessas, a expectativa, própria do Advento, deve ser alegre no coração de todos.

A esperança: Toda a Igreja – caminhante neste mundo - é convidada a vivenciar a esperança em Deus, que deseja ver o homem integralmente livre pela sua graça infinita e através da resposta humana. Toda a Igreja e cada cristão são chamados a transformar a realidade de morte em vida, na esperança verdadeira em Deus, que salva e liberta o seu povo.                                                          

Conversão: É a adesão a um projeto de vida. Se me converto para os ensinamentos de Cristo, entao, estou aderindo ao que ele disse e viveu e com ele quero seguir o mesmo caminho. A conversão, no tempo do Advento, está intimamente ligada à expectativa vigilante, à esperança e à alegria, pois estes comportamentos exigem naturalmente voltar-se para Deus, de todo o coração. 

Pobre: E, por fim, a espiritualidade do Advento acentua o comportamento do “pobre”. Jesus e Maria são espelhos desta pobreza – que não precisa ser entendida apenas no sentido econômico, ou seja, desprovidos de bens ou glórias terrenas – mas como aqueles que confiam em Deus. Faz-se importante para toda a Igreja, a reflexão profunda sobre o sentido de “ser pobre”, no mundo de hoje, recordando que Jesus proclama os pobres, como felizes, porque deles é o Reino dos Céus.

 

           

 

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