Venha celebrar conosco nesta sexta-feira dia 26 de Maio a 4ª Missa da Campanha dos 7 mergulhos de Naamã,  com a presença especial do Pe. Bruno Costa.

Pedimos a gentileza de trazer 1Kg de alimento não perecível.

Sua presença é mais que especial

Neste sábado dia 20 de Maio, toda a Família Canção Nova está convidada a celebrarmos juntos a Santa Missa em honra a Nossa Senhora Auxiliadora que acontecerá no Santuário Nossa Senhora Auxiliadora ao lado do Colégio Salesiano São Gonçalo. A Comunidade Canção Nova faz parte da Família Salesiana de Dom Bosco, portanto, somos chamados a marcar presença nos festejos dedicados a Nossa Senhora Auxiliadora, você como família Canção Nova também é chamado a se unir a nós para vivermos juntos esse momento de graça.

Sua presença é mais que especial! 

Começa hoje às 19h, na sede da Comunidade Canção Nova, Rincão do meu Senhor em Várzea Grande, o Aprofundamento para Casais com o Tema: “Diagnóstico Familiar – Compreendendo os conflitos para seguir a dois.” com o Diác. João Carlos e sua esposa Maria Luiza, psicólogos e membros da Comunidade Canção Nova.

Público Alvo: Casais casados, de 2ª união, noivos e namorados

Inscrições na Loja Canção Nova ou diretamente no local – Valor: R$ 50,00 (casal) e R$ 30,00 (individual)

Esperamos por vocês!!!!

No dia 12 de Maio, a partir das 18h, a Comunidade Canção Nova convida todas as Mães e familiares a marcarem presença numa noite especialmente preparada para homenagear as nossas queridas mamães. Será um momento marcado por muita alegria, confraternização, música, desfile de moda e uma jantar maravilhoso feito com muito carinho para a ocasião. 

Valor do Jantar: R$ 10,00 – Adquira o passaporte para o jantar na Loja canção ou no Bazar CN no Rincão do meu Senhor.

Maiores informações: (65) 3046-9201.

SUA PRESENÇA É MAIS QUE ESPECIAL 

Neste dia 10 de maio teremos, a partir das 8h, o nosso Feirão Canção Nova no Rincão do meu Senhor em Várzea Grande-MT ao lado da UNIVAG; uma variedade de produtos a preços bem acessíveis ( cama, mesa, banho, caçados, roupas, eletrodomésticos etc…; todos os produtos, fruto da doação generosa do povo de Deus. 

Você também pode nos ajudar na manutenção do nosso bazar de novos e usados, é só ligar: (65) 3046-9201 para fazer sua doação. 

A Canção Nova Cuiabá Abriu ontem inscrições para o Aprofundamento para Casais com o tema: ” Diagnóstico familiar, compreendendo os conflitos, para seguir a dois”, os pregadores do evento serão os psicólogos, Diácono João Carlos e sua esposa Maria Luíza, ambos missionários da Comunidade Canção Nova e autores do livro “A Cura das Minhas Memórias”. A taxa de inscrição será R$50,00 reais o casal e R$30,00 reais individual, mais informações ligue (65) 3046-9201.

Aguardamos sua presença!

Final de Semana de muita oração na Canção Nova:

  • Sexta-feira dia 21 de abril – 3ª Missa da campanha ” Os 7 mergulhos de Naamã” a partir das 19:30h com Padre Ivan Paixão.
  • No sábado, dia 22 de abril, teremos um momento oracional com Pe. Francisco da Comunidade Canção Nova e o Pregador Roberto Tannus.
  • Para coroar esses 3 dias de oração teremos, no domingo, dia 23 de abril, a Festa da Misericórdia a partir das 8h, com pregação, adoração, louvor e muita oração clamando a Misericórdia Divina em nossas famílias, finalizando com a Santa Missa às 17h. Venha participar conosco!!!

Local: Rincão do meu Senhor Rua C, nº 600 – Cohab Dom Orlando Chaves (ao lado da UNIVAG)

A Festa da Misericódia

Palavras do Sacerdote
Quero convidar você, caro leitor, a refletir sobre a Festa da Misericórdia Divina, celebrada oficialmente na Igreja, a partir do ano 2000, no Domingo após a Páscoa. Certamente não se pode esgotar aqui o tema, visto que o próprio Jesus já nos ensinou que “A Minha misericórdia é tão grande que, por toda a eternidade, nenhuma mente, nem humana, nem angélica a aprofundará” (Diário de Santa Faustina, 699). Quero apenas oferecer alguns elementos para sua reflexão e oração, no empenho de permitir que você possa cada vez mais experimentar em sua vida as graças abundantes do coração misericordioso de Jesus. Minha proposta é meditar justamente o parágrafo 699 do Diário, de onde retiramos a citação anterior. Eis o que Jesus disse a Santa Faustina, naquela ocasião:

“Minha filha, fala a todo o mundo da Minha inconcebível misericórdia. Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas. Nesse dia, estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como o escarlate. A Minha misericórdia é tão grande que, por toda a eternidade, nenhuma mente, nem humana, nem angélica a aprofundará. Tudo o que existe saiu das entranhas da Minha misericórdia. Toda alma contemplará em relação a Mim, por toda a eternidade, todo o Meu amor e a Minha misericórdia. A Festa da Misericórdia saiu das Minhas entranhas. Desejo que seja celebrada solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa. A humanidade não terá paz enquanto não se voltar à fonte da Minha misericórdia”.

Sem dúvida, como você pode notar, trata-se de um trecho relativamente pequeno, mas de conteúdo muito denso. É próprio de Jesus falar desse modo. No Evangelho temos inúmeros exemplos de passagens em que Jesus, em poucas palavras, preenche nossa mente e nosso coração com a sabedoria do alto. Um bom exemplo disso são as parábolas. Procuremos, então, compreender passo a passo o sentido profundo dessa palavra de Jesus.

“Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores” – Um olhar atento e cuidadoso para o Diário de Santa Faustina revela a insistência de Jesus, e até mesmo sua pressa, em que seja aprovada, difundida e celebrada na Igreja a Festa da Misericórdia. O tema aparece 25 vezes ao longo de todo o texto. Cada um de nós poderá dedicar algum tempo especial para refletir sobre essas passagens realmente maravilhosas que revelam a predileção de Jesus por essa Festa. Seguem os números dos parágrafos que se referem à Festa da Misericórdia, para que você possa aprofundar seu significado: 49, 74, 88, 206, 280, 299, 300, 341, 420, 458, 463, 505, 570, 699, 715, 742, 796, 1041, 1042, 1059, 1073, 1082, 1109, 1517, 1530.

“Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia” – Ao longo do ano litúrgico, a Igreja celebra os principais fatos e acontecimentos da vida de Jesus: encarnação, nascimento, vida pública, morte e ressurreição, ascensão, descida do Espírito Santo sobre a Igreja etc. A liturgia é, pois, a memória do mistério de Cristo. Não é apenas uma “recordação” de algo do passado, mas uma atualização no presente daquilo que Deus realizou num determinado momento da história da salvação e que continua a realizar em nossa vida. Isso é o que significa a expressão “memória” na liturgia: nós revivemos, a cada dia, o mistério da vida de Jesus, com toda a força e o poder de Deus em nossa história atual. Nesse contexto, também se insere a celebração da Festa da Misericórdia. Trata-se de uma atualização, no presente, do momento em que a fonte da Misericórdia Divina se abre e os raios do amor misericordioso de Deus se derramam sobre toda a humanidade. Nós revivemos, no momento presente, na história pessoal de cada um de nós, aquilo que Jesus fez na cruz, ao deixar que a lança abrisse seu coração, para dele derramar sobre todos nós a graça infinita da sua misericórdia.

“Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como o escarlate” – A Igreja proclama a misericórdia como o maior atributo, a maior qualidade de Deus. A encíclica sobre a Misericórdia Divina, do Papa João Paulo II, começa justamente com essas palavras “Deus é rico em misericórdia”, retiradas da carta de São Paulo aos Efésios, capítulo 2, verso 4. Para Deus, de fato, não importam mais os pecados quando a alma se arrepende e volta para Ele. A parábola do filho pródigo bem revela esse amor do Pai que esquece o erro do filho: antes mesmo que o filho pudesse se explicar e pedir desculpas (leia o texto e veja que o filho tinha até ensaiado as palavras que diria ao pai), o pai o abraça, o beija e manda preparar uma festa (Lc 15,20ss).

“A Minha misericórdia é tão grande que, por toda a eternidade, nenhuma mente, nem humana, nem angélica a aprofundará” – A Misericórdia Divina não pode ser compreendida racionalmente, é um mistério. E o que significa a palavra mistério: aquilo sobre o qual devemos nos calar. O mistério não é para ser compreendido, mas para ser vivido. Entre todos os mistérios de Deus, está o de sua infinita misericórdia por cada um de seus filhos e filhas. A imagem humana que alguns fazem de Deus é carregada do aspecto da justiça: Deus parece um ser vingativo e justiceiro. Esse é o “deus”, com d minúsculo, feito à nossa imagem e semelhança. O Deus de Jesus Cristo é o Deus do amor e da compaixão, do perdão e da misericórdia. Não se pode compreender esse mistério, mas podemos fazer a experiência desse amor. Por isso, como eu costumo dizer, dificilmente alguém poderá falar da misericórdia de Deus sem antes ter feito a experiência, em sua vida, de ter sido resgatado por ela.

“Tudo o que existe saiu das entranhas da Minha misericórdia” – Que revelação maravilhosa! Quem dera pudéssemos aprofundar cada dia mais seu sentido, então nossa vida seria totalmente transformada. No início do Evangelho de São João, encontramos essas palavras: “No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. No princípio, ele estava com Deus. Tudo foi feito por meio dele e sem ele nada foi feito de tudo o que existe” (Jo 1,1-3). Veja que mistério mais lindo e profundo: tudo o que existe nasceu da misericórdia de Deus. Olhe para sua vida, para tudo o que existe ao seu redor, para tudo o que você tem: tudo isso brotou do coração amoroso de Deus. Sim, pois se Deus não precisa de nada, por ser plenitude em si mesmo, a obra da criação não é questão de necessidade, mas de amor. Deus não precisava ter criado nada, mas criou porque ama. E é o mesmo São João que dirá, em outra passagem: “Deus é amor” (1Jo 4,8). E o que é o amor senão a mesma misericórdia divina? Precisamos entender bem a palavra misericórdia. Ela é formada por duas palavras latinas: “miser”- que significa pobreza, indigência, miséria; e por “cordis”- que quer dizer coração. Então, o que significa misericórdia? Significa abrir o coração para a miséria do outro. É o que Deus faz quando se inclina sobre nós. O que há em nós senão miséria? E o que há em Deus senão amor? É na experiência da misericórdia de Deus, portanto, que se dá a profunda realidade do encontro entre a nossa humanidade, que é miséria, e a grandeza de Deus, que é amor. A miséria é propriedade humana, em Deus não há miséria, seria uma contradição. O amor, por sua vez, é propriedade de Deus: em nós, por nossas próprias forças, não há amor, mas egoísmo, fruto do pecado. Quando existem em nós manifestações de amor, isso já é fruto da graça de Deus, como completa São João: “Pois o amor é de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus” (1Jo 4,7).

“Toda alma contemplará em relação a Mim, por toda a eternidade, todo o Meu amor e a Minha misericórdia” – Contemplar significa ver com os olhos do coração. Quando estivermos do outro lado da montanha da vida, na eternidade, o que vamos contemplar em Jesus? Sua grandiosidade e onipotência, seu poder e sua glória? Assim pensamos nós. Mas, o que afirma Jesus é que vamos contemplá-lo por aquilo que lhe é mais peculiar: a sua misericórdia. Veja que é isso que Jesus mais prioriza e é assim que Ele quer que o vejamos. As pessoas gostam de serem vistas por aquilo que são, ou que parecem ser, o que é pior. Jesus não quer que o vejamos desse modo, com os olhos humanos, que não sabem direito o que é mais importante para ser visto. Ele quer que o vejamos justamente por aquilo que é a maior de suas qualidades, o maior de seus atributos: a misericórdia! Que outro “deus”, concebido pelos homens, se distingue pela misericórdia? E mesmo o verdadeiro Deus poderia distinguir-se pela sua grandeza e poder, pela sua majestade, mas preferiu distinguir-se pelo amor e pela compaixão. Esse é o grande mistério que une o céu à terra.

“A Festa da Misericórdia saiu das Minhas entranhas” – Para a pessoa humana, as entranhas têm um significado especial: trata-se daquilo que vem do mais profundo do ser. É das entranhas da mãe que nasce o filho. Tudo o que é mais forte em nossa vida, nós sentimos nas entranhas. Você já percebeu que uma emoção forte como o medo ou a felicidade mexem com o nosso estômago e a nossa barriga? É porque as emoções são forças que vêm lá de dentro, de nossas profundezas, de nossas raízes. Isso nos ajuda a compreender a afirmação de Jesus que diz “A Festa da Misericórdia saiu das Minhas entranhas”, isto é, do mais profundo de seu ser, das suas raízes, do seu íntimo. Não é algo superficial, como um simples anseio, mas um desejo profundo, algo que tem que ver com o próprio ser. Veja, querido(a) leitor(a), o quanto Jesus valoriza essa Festa. Como deve ser grande todo o rio de graças que Ele tem para nós, quando celebramos esse dia!

“Desejo que seja celebrada solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa” – A escolha do primeiro Domingo depois da Páscoa para a Festa da Misericórdia tem um profundo sentido teológico e espiritual. Revela-se assim a união profunda que existe entre o “mistério pascal da Redenção” e o “mistério da Misericórdia de Deus”. Esta união está ainda sublinhada pela Novena, com o Terço da Misericórdia Divina, começando na Sexta-Feira Santa. Ao escolher esta data para a Festa, Jesus quer mostrar que sua paixão, morte e ressurreição culminam na celebração da sua infinita misericórdia. Trata-se de uma mesma realidade, de um mesmo amor, de uma mesma entrega da sua vida em resgate da humanidade. É por isso que no prefácio da Oração Eucarística número VII, a Igreja reza: “Vós, Deus de ternura e de bondade, nunca Vos cansais de nos perdoar”. E repete-se o refrão: “Como é grande, ó Pai, a Vossa Misericórdia!”.

“A humanidade não terá paz enquanto não se voltar à fonte da Minha misericórdia” – Por fim, Jesus faz essa declaração que nos deixa ainda mais surpresos. O desejo de paz, tão forte no coração de todas as pessoas, sobretudo nesse período da história humana em que tantos conflitos armados e tanta violência assolam o nosso planeta, só será plenamente satisfeito quando nós nos voltarmos à fonte da Misericórdia Divina. Não há outro caminho para a paz. Os homens tentam construir a paz sem Deus, nós também tentamos às vezes construir nossa vida sem Deus, mas assim nunca chegaremos à verdadeira paz. No Evangelho de São João, lemos: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo dá” (Jo 14,27). E ainda, depois da ressurreição, Jesus aparece aos discípulos, escondidos no cenáculo, e lhes diz duas vezes: “Paz a vós” (Jo 20, 19-20). A Misericórdia Divina é o verdadeiro caminho para a paz.

 

Querido irmão(ã),a paz,

Hoje refletiremos um pouco sobre o Sacramento do Matrimônio: e me pergunto, porque nos casamos? É somente para termos um companheiro(a) ao nosso lado? Vemos hoje um mundo que está sendo descristianizado de forma programada e com isso não conhece, e, portanto não valoriza o matrimônio. A você jovem ou até mesmo você que já é casado ou vive sem o sacramento, quero te convidar a conhecer melhor o Sacramento do Matrimônio, pois você se casa para viver em harmonia com o seu companheiro em corpo, alma e espírito; e esse viver em harmonia diz de um viver de santidade, e viver santidade é viver feliz, é ser melhor e fazer o outro melhor, sua família melhor.

Queira viver e construir a sociedade a partir deste alicerce tão importante que é  a família, e a família se inicia no Sacramento do Matrimônio

Termino dizendo: o casamento foi feito para a santidade dos cônjuges.

Uanderson Viana Santos (Comunidade Canção Nova)

 

 

Toda programação da Semana Santa na Canção Nova Cuiabá, no Rincão do meu Senhor em Várzea Grande-MT. Venha celebrar conosco essa Semana Maior da nossa Igreja, esperamos por você!

A finalidade de todas as nossas obras é o amor.” Santo Agostinho

As virtudes são as disposições habitual e firme de fazer o bem. São desejos de nossa inteligência e vontades que comandam nossos atos, ordenam nossas paixões, e nos guiam segundo a razão e a fé.

A caridade é a virtude teologal (dada por Deus) que nos leva a amar a Deus sobre todas as coisas, por si mesmo, e a nosso próximo como a nós mesmos, por amor de Deus. (cf. Cat. n. 1822). Amar o próximo sem ser por amor a Deus é filantropia, mas não caridade.

Jesus fez da caridade “o novo mandamento”. “Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1). Assim, manifestou o amor do Pai que Ele recebe. Amando-se uns aos outros, os discípulos imitam o amor de Jesus que eles também recebem.

Por isso disse Jesus: “Assim como o Pai me amou, também eu vos amei. Permanecei em meu amor” (Jo 15,9). E ainda: “Este é o meu preceito: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 15,12). Jesus insistiu com os discípulos: “Permanecei em meu amor. São Paulo disse que: Cristo morreu por nosso amor quando éramos ainda “inimigos” (Rm 5,10).

E Jesus exige que amemos, como Ele, mesmo os nossos inimigos, que amemos o próximo como o bom samaritano, e amemos como Ele as crianças e os pobres.

Leia também: A Caridade da Igreja

A verdade e a caridade

O perigo da caridade sem a verdade

A diferença entre a justiça e a caridade

Primeiro Mandamento: “Amar a Deus sobre todas as coisas”

São Paulo traçou um quadro incomparável da caridade:

“A caridade é paciente, a caridade é prestativa, não é invejosa, não se ostenta, não se incha de orgulho. Nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1 Cor 13,4-7).

Diz ainda o Apóstolo: “Se não tivesse a caridade, nada seria…”. E tudo o que é privilégio, serviço e mesmo virtude… “se não tivesse a caridade, isso nada me adiantaria”. A caridade é superior a todas as virtudes. E a primeira das virtudes teologais: “Permanecem fé, esperança, caridade, estas três coisas. A maior delas, porém, é a caridade” (1 Cor 13,13).

Sabemos que o exercício de todas as virtudes é inspirado pela caridade, que é o “vínculo da perfeição” (Cl 3,14). Devemos amar como filhos de Deus e não como escravos por medo, ou como mercenários em busca de recompensa, pois precisamos responder ao amor Daquele “que nos amou primeiro” (1 Jo 4,19).

A caridade tem como frutos a alegria, a paz e a misericórdia; ela exige a bondade e a correção fraterna; tem de ser desinteressada e liberal; é amizade e comunhão. Santo Agostinho disse que: “A finalidade de todas as nossas obras é o amor. Este é o fim, é para alcançá-lo que corremos, é para ele que corremos; uma vez chegados, é nele que repousaremos.” (Comentário ep. João , 10,4).

Prof. Felipe Aquino

 

Caro amigo(a), hoje eu trago essa pergunta, em que consiste a liberdade? E ainda, você é uma pessoa livre?

O Apóstolo Paulo vai nos dizer que foi para a liberdade que Cristo nos libertou(Rm5,1), ora se Cristo se deu por mim e por você uma cruz foi para retirar dos nossos ombros tudo o que nos aprisionava, agora como viver e ser uma pessoa livre? Pois fomos chamados a liberdade.

O próprio São Paulo vai nos dizer que para vivermos a liberdade que Cristo conquistou para nós, se faz necessário nos deixarmos guiar pelo Espírito Santo, vivermos uma vida no espírito, pois se assim vivermos, seremos verdadeiramente livres e experimentaremos a doçura da liberdade que são os frutos do Espírito Santo, seremos pessoas bondosas, cheias de amor e de alegria, pacíficos, mansos.

Por isso quero te convidar a ter uma vida pautada no Espírito e permita que as obras da carne sejam crucificadas na paixão de Jesus e assim você experimente a verdadeira liberdade.

Referências:

– Romanos 5, 13-25

Uanderson Viana Santos (Comunidade Canção Nova)

 

Vídeo onde os missionários da Comunidade Canção Nova, Alexandre Oliveira e Danilo Gesualdo, que estiveram pregando no Kairós neste final de semana passado no Rincão do meu Senhor em Várzea Grande-MT, fazem uma síntese de como foi o evento, confira!

Cartaz 7 Mergulhos de Naamã 2

VENHA CELEBRAR CONOSCO!

Santa Missa Quarta - Feira de Cinzas

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