fev
27

Pedal Cristo 2015

p15O Jovens Sarados do MT e a Canção Nova MT convida você para participar da 14ª Edição do Pedal Cristo MT, uma tarde de pedaladas pelas ruas de Várzea Grande e Cuiabá, unindo a evangelização e esporte.

Acontecendo nesse domingo, dia 1 de março de 2015,  às 17h com a santa Missa no Rincão do Meu Senhor (ao lado da Univag).

Outras informações: (65) 3685-3900.

Prepare sua bike, convide seus amigos e venha participar!

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fev
26

Seja um Sócio Evangelizador da Canção Nova

evangO evangelizador coopera com a ação do Espírito Santo, assumindo com o Clube da Evangelização o desafio de formar homens novos para um mundo novo

Para tornar-se um sócio evangelizador é necessário cadastrar-se, assim você começa a contribuir com a Canção Nova para que ela continue evangelizando e também passa a receber, mensalmente, a Revista Canção Nova, com conteúdo de formação cristã e social, atualidades, saúde e outros.

Ao realizar o cadastro, você precisará oferecer seus dados completos, principalmente os dados de contato (telefone e endereço, atualizados e completos), seu CPF e optará por contribuir por meio do boleto bancário, ou do débito automático. Após ser cadastrado, você receberá, em até 15 dias úteis, um kit de Boas Vindas e sua Revista Canção Nova chegará no prazo de 45 a 60 dias, após a realização do cadastro. A Revista Canção Nova vai acompanhada do boleto bancário para a contribuição mensal.

Sócios que optam por contribuir pelo boleto bancário precisam se atentar à data de vencimento do mesmo, que é sempre o último dia útil do mês vigente. É importante lembrar que este não é um boleto de cobrança e nem possui um valor de contribuição estipulado, o que permite que o sócio contribua em qualquer dia dentro do mês e no valor que puder. A única atenção que pedimos é em relação aos custos para a impressão e envio da revista que chega aos sócios, sendo assim, a Canção Nova sugere que o valor mínimo para contribuição nos boletos seja de R$ 10,00.

 Já os sócios que optam por doar pelo débito automático, podem contar com mais praticidade e conforto ao contribuir com a Canção Nova pois, para doar por meio desta forma, o sócio evangelizador precisa apenas informar uma conta bancária, uma data e valor fixo para o débito acontecer todos os meses. Para o débito automático também é importante a atenção em relação a doação, pois não há valor estipulado, mas os custos para a impressão e envio da revista, e tarifas bancárias, são descontadas do valor da contribuição. Desta forma, Canção Nova sugere que o valor mínimo para contribuição, por débito automático, seja de R$ 15,00.

Confiantes em Deus e na bondade de cada um, a Canção Nova acredita que quando uma pessoa escolhe se tornar um sócio evangelizador, ela será fiel com esta Obra de Deus, assumindo conosco a missão de evangelizar todos os dias.

Faça seu cadastro agora e seja bem-vindo à Família Canção Nova!

Acesse: clube.cancaonova.com

 

 

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fev
20

A penitência da Quaresma

cruzTodos os exercícios de piedade e de mortificação têm com objetivo livrar-nos do pecado

Desde o início do Cristianismo a Quaresma marcou para os cristãos um tempo de graça, oração, penitência e jejum, com o objetivo de se chegar à conversão. Ela nos faz lembrar as palavras de Jesus: “Se não fizerdes penitência, todos perecereis” (Lc 13,3). Se não deixarmos o pecado, não poderemos ter a vida eterna em Deus; logo, a atividade mais importante é a nossa conversão, renunciar ao pecado.

Nada é pior do que o pecado para a vida do homem, da Igreja e do mundo, ensina a Igreja; por isso Cristo veio, exatamente, “para tirar pecado do mundo” (cf. Jo 1, 29). Ele é o Cordeiro de Deus imolado para isso.

São Paulo insistia: “Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus!” (2 Cor 5, 20);  “exortamo-vos a que não recebais a graça de Deus em vão. Pois ele diz: Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação (Is 49,8). Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação.” (2 Cor 6, 1-2).

A Quaresma nos oferece, então, esse “tempo favorável” para se deixar o pecado e voltar para Deus. E para isto fazemos penitência. O seu objetivo não é nos fazer sofrer ou privar de algo que nos agrada, mas ser um meio de purificação de nossa alma. Sabemos o que devemos fazer e como viver para agradar a Deus, mas somos fracos; a penitência é feitar para nos dar forças espirituais na luta contra o pecado.

A melhor Penitência, sem dúvida, é a do Sacramento que tem esse nome. Jesus instituiu a Confissão em sua primeira aparição aos discípulos, no mesmo domingo da Ressurreição (Jo 20,22) dizendo-lhes: “a quem vocês perdoarem os pecados, os pecados estarão perdoados”. Não há graça maior do que ser perdoado por Deus, estar livre das misérias da alma e estar em paz com a consciência.

Além do Sacramento da Confissão) a Igreja nos oferece outras penitências que nos ajudam a buscar a santidade: sobretudo o que Jesus recomendou no Sermão da Montanha (Mt 6,1-8), “o jejum, a esmola e a oração”, que a Igreja chama de “remédios contra o pecado”.

Cristo jejuou e rezou durante quarenta dias (um longo tempo) antes de enfrentar as tentações do demônio no deserto e nos ensinou a vencê-lo pela oração e pelo jejum. Da mesma forma a Igreja quer ensinar-nos como vencer as tentações de hoje. Vencemos o pecado praticando a virtude oposta a ele. Assim, para vencer o orgulho, devemos viver a humildade; para vencer a ganância devemos dar esmolas; para vencer a impureza, praticar a castidade; para vencer a gula, jejuar; para vencer a ira, aprender a perdoar; para vencer a inveja, ser bom; para vencer a preguiça, levantar-se e ajudar os outros. Essas são boas penitências para a Quaresma.

Todos os exercícios de piedade e de mortificação têm com objetivo livrar-nos do pecado.  O jejum fortalece o espírito e a vontade para que as paixões desordenadas, (gula, ira, inveja, soberba, ganância. luxúria, preguiça), não dominem a nossa vida e a nossa conduta.

A oração fortalece a alma no combate contra o pecado. Jesus ensinou: “É necessário orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo” (Lc 18,1b); “Vigiai e orai para que não entreis em tentação” (Mt 26,41a); “Pedi e se vos dará” (Mt 7,7). E São Paulo recomendou: “Orai sem cessar” (I Ts 5,17).

A Palavra de Deus nos ensina: “É boa a oração acompanhada do jejum e dar esmola vale mais do que juntar tesouros de ouro, porque a esmola livra da morte, e é a que apaga os pecados, e faz encontrar a misericórdia e a vida eterna” (Tb 12, 8-9).

“A água apaga o fogo ardente, e a esmola resiste aos pecados” (Eclo 3,33). “Encerra a esmola no seio do pobre, e ela rogará por ti para te livrar de todo o mal” (Eclo 29,15).

Então, cada um deve fazer ma Quaresma um “programa” espiritual: fazer o jejum que consegue (cada um é diferente do outro); pode ser parcial ou total. Pode, por exemplo, deixar de ver  a TV, deixar de ir a uma festa, uma diversão, não comer uma comida que gosta ou uma bebida; não dizer uma palavra no momento de raiva ou contrariedade, não falar de si mesmo, dar a vez aos outros na igreja, na fila, no ônibus; ser manso e atencioso  com os outros, perdoar a todos, dormir um pouco menos, rezar mais, ir á Missa durante da semana… Enfim, há mil maneiras de fazer boas penitências que nos ajudam a fortalecer o espírito para que ele não fique sufocado e esmagado pelo corpo e pela matéria.

A penitência não é um fim em si mesma; é um meio de purificação e santificação; por isso deve ser feita com alegria.

 

Prof. Felipe Aquino

 

 

 

 

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fev
18

Quaresma. Um tempo diferente e especial!

QuaresmaA Quaresma marca para os cristãos um tempo de graça, oração, penitência e jejum, afim de obter a conversão do coração

Neste tempo especial de graças que é a Quaresma devemos aproveitar ao máximo para fazermos uma renovação espiritual em nossa vida. O Apóstolo São Paulo insistia: “Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus!” (2 Cor 5, 20);  “exortamo-vos a que não recebais a graça de Deus em vão. Pois ele diz: Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação (Is 49,8). Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação.” (2 Cor 6, 1-2).

Cristo jejuou e rezou durante quarenta dias (um longo tempo) antes de enfrentar as tentações do demônio no deserto e nos ensinou a vencê-lo pela oração e pelo jejum. Da mesma forma a Igreja quer ensinar-nos como vencer as tentações de hoje. Daí surgiu a Quaresma.

Na Quarta-Feira de Cinzas, quando ela começa, os sacerdotes colocam um pouquinho de cinzas sobre a cabeça dos fiéis na Missa. O sentido deste gesto é de lembrar que um dia a vida termina neste mundo, ”voltamos ao pó” que as cinzas lembram. Por causa do pecado, Deus disse a Adão: “És pó, e ao pó tu hás de tornar”. (Gênesis 2, 19)

Este sacramental da Igreja lembra-nos que estamos de passagem por este mundo, e que a vida de verdade, sem fim, começa depois da morte; e que, portanto, devemos viver em função disso. As cinzas humildemente nos lembram que após a morte prestaremos  contas de todos os nossos atos, e de todas as graças que recebemos de Deus nesta vida, a começar da própria vida, do tempo, da saúde, dos bens, etc.

Esses quarenta dias, devem ser um tempo forte de meditação, oração, jejum, esmola (“remédios contra o pecado”). É tempo para se meditar profundamente a Bíblia, especialmente os Evangelhos, a vida dos Santos, viver um pouco de mortificação (cortar um doce, deixar a bebida, cigarro, passeios, churrascos,  a TV, alguma diversão, etc.) com a intenção de fortalecer o espírito para que possa vencer as fraquezas da carne.

Na Oração da Missa de Cinzas a Igreja reza: “ Concedei-nos ó Deus todo poderoso, iniciar com este dia de jejum o tempo da Quaresma para que a penitência nos fortaleça contra o espírito do Mal.”

Sabemos como devemos viver, mas não temos força espiritual para isso. A mortificação fortalece o espírito. Não é a valorização do sacrifício por ele mesmo, e de maneira masoquista, mas pelo fruto de conversão e fortalecimento espiritual que ele traz; é um meio, não um fim.

Quaresma é um tempo de “rever a vida” e abandonar o pecado (orgulho, vaidade, arrogância, prepotência, ganância, pornografia, sexismo, gula, ira, inveja, preguiça, mentira, etc.). Enfim, viver o que Jesus recomendou: “Vigiai e orai, porque o espírito é forte mas a carne é fraca”.

Embora este seja um tempo de oração e penitência mais profundas, não deve ser um tempo de tristeza, ao contrário, pois a alma fica mais leve e feliz. O prazer é satisfação do corpo, mas a alegria é a satisfação da alma.

Santo Agostinho dizia que “o pecador não suporta nem a si mesmo”, e que “os teus pecados são a tua tristeza; deixa que a santidade seja a tua alegria”. A verdadeira alegria brota no bojo da virtude, da graça; então, a Quaresma nos traz um tempo de paz, alegria e felicidade, porque chegamos mais perto de Deus.

Para isso podemos fazer uma Confissão bem feita; o meio mais eficaz para se livrar do pecado. Jesus instituiu a Confissão em sua primeira aparição aos discípulos, no mesmo domingo da Ressurreição (Jo 20,22) dizendo-lhes: “a quem vocês perdoarem os pecados, os pecados estarão perdoados”. Não há graça maior do que ser perdoado por Deus, estar livre das misérias da alma e estar em paz com a consciência.

Jesus quis que nos confessemos com o Sacerdote da Igreja, seu ministro, porque ele também é fraco e humano, e pode nos compreender, orientar e perdoar pela autoridade de Deus. Especialmente aqueles que há muito não se confessam, têm na Quaresma uma graça especial de Deus para se aproximar do Confessor e entregar  a Cristo nele representado, as suas misérias.

Uma prática muito salutar que a Igreja nos recomenda  durante a Quaresma, uma vez por semana, é fazer o exercício da Via Sacra, na igreja, recordando e meditando a Paixão de Cristo e todo o seu sofrimento para nos salvar. Isto aumenta em nós o amor a Jesus e aos outros.

Não podemos esquecer também que a Santa Missa é a prática de piedade mais importante da fé católica, e que dela devemos participar, se possível, todos os dias da Quaresma. Na Missa estamos diante do Calvário, o mesmo e único Calvário. Sim, não é a repetição do Calvário, nem apenas a sua “lembrança”, mas a sua “presentificação”; é a atualização do Sacrifício único de Jesus. A Igreja nos lembra que todas as vezes que participamos bem da Missa, “torna-se presente a nossa redenção”.

Assim podemos viver bem a Quaresma e participar bem da Páscoa do Senhor, enriquecendo a nossa alma com as suas graças extraordinárias; podendo ser melhor e viver melhor.

 

Felipe Aquino
Fonte: cancaonova.com/felipeaquino

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fev
16

Transmissão do 29 Vinde e Vede

Acompanhe ao vivo a transmissão do 29 Vinde Vede

 

 

Vinde Vede é o evento de evangelização que acontece durante o carnaval na Arquidiocese de Cuiabá. Dias de muita evangelização, música, louvores, testemunhos. Uma programação que atrai todas as idades.

A Canção Nova presta o serviço de auxiliar na transmissão do evento pela internet e também pela rádio Bom Jesus de Cuiabá que da qual é responsável pela transmissão.

Transmissão do 29 Vinde e VedeO evento é marcado por grande manifestação de fé a Jesus Eucaristico e a devoção mariana. Neste ano o evento exalta a figura de São José de Anchieta, sua história e vida de santidade como exemplo para todo povo católico.

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fev
14

29º Vinde e Vede em MT

vindevede20151A Arquidiocese de Cuiabá realiza o 29º Vinde e Vede no Memorial Papa João Paulo II

A 29ª edição do encontro vai homenagear São José de Anchieta com apresentação de vídeos, encenações e pregações sobre a vida do missionário jesuíta.

Acontecendo nos dias 14, 15, 16 e 17 de fevereiro de 2015, no Memorial Papa João Paulo II, o 29º Vinde e Vede traz uma programação extensa que conta com pregações, missas, apresentações culturais e musicais, momentos de adoração e catequeses. Durante os dias do evento acontece também o MicareCristo reunindo jovens e representantes de várias paróquias da Arquidiocese de Cuiabá.

Considerado o maior evento religioso do Mato Grosso, reunirá nos quatro dias de carnaval 120 mil pessoas e 1.200 voluntários. A entrada é franca.

Confira a Programação do 29º Vinde e Vede:

- Dia 14 de fevereiro (Sábado) – 18h às 06h: MicareCristo Shows: Ir. Kelly Patrícia, Banda Arcanjos, Alto Louvor, Dunga da Canção Nova.
**Pregação Padre Bruno Costa da Comunidade Canção Nova.

- Dia 15 de fevereiro (Domingo) – 14h00 às 21h00: Renovação Carismática Católica (RCC) – Pregação Diácono Larry Oney.

- Dia 16 de fevereiro (Segunda) – 14h00 às 21h00: Grande Cenáculo Mariano – Movimento Sacerdotal Mariano. Presença de Padre Larroque.

Dia 17 de fevereiro (Terça) – 14h00 às 21h00: Renovação Carismática Católica (RCC) e Arquidiocese de Cuiabá – Pregação Diácono Larry Oney.

Outras informações: (65) 33213631.

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fev
13

Campanha de Oração 2015: A Quebra das Muralhas

Ssmo. derrubando muralha

“As armas do nosso combate não são carnais. São armas poderosas aos olhos de Deus, capazes de derrubar muralhas”. (2 Cor 10, 4).

A missão Canção Nova MT inicia hoje, dia 13/2 (sexta-feira), a Campanha de Oração 2015 – A Quebra das Muralhas. No Rincão do Meu Senhor (ao lado da Univag), às 19h30.

Essa Campanha de Oração foi inspirada na passagem bíblica do Antigo Testamento do Livro de Josué 6 – onde logo depois da morte de Moisés, o Senhor Deus conduziu Josué a responsabilidade de entrar na cidade de Jericó que estava toda tomada. Josué orou ao pai 6 dias e seis noites dando uma volta em torno da cidade e no último dia deu 7 voltas, e assim os muralhas de Jericó cairam.

Vamos pedir a Deus que derrube todas as muralhas que se levantam na nossa vida: do desemprego, da enfermidade, das dividas, dos vícios, da divisão, do adultério, tudo aquilo que nos afasta de Deus e da felicidade.

Divulgue e participe!

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fev
10

Dia da Divina Providência na Canção Nova MT

abcDia da Providência na Canção Nova MT: vamos fazer desse dia um dia de graças e bênçãos em nossa vida

Nesse dia 11 de fevereiro será o dia de celebrar a Divina Providência na Canção Nova MT e também a festividade de Nossa Senhora de Lourdes.

Uma quarta-feira especial, com Feirão da Providência, Adoração ao Santísismo Sacramento, Terço da Divina Providência com transmissão especial pela Rádio Difusora, Procissão das velas em honra a Nossa Senhora de Lourdes e santa Missa às 19 horas.

É a providência de Deus agindo na Canção Nova MT e na vida das pessoas mais necessitadas, de forma material e espiritual, que dispõe os corações à força de vontade e rende-os para colaborar com suas obras, essa é a única fonte que nos sustenta e faz com que possamos evangelizar até os confins do mundo, é a bondade de um Deus que não deixa faltar nada a quem Nele confia.

Mais informações, ligue: (65) 3685-3900.

Divulgue.

Participe!

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fev
09

Agenda de Eventos Canção Nova MT - Fevereiro 2015

Confira a Agenda de Eventos da missão Canção Nova MT nesse mês de fevereiro de 2015:

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fev
06

Encontro da Divina Misericórdia em MT

Nesse final de semana, 7 e 8 de fevereiro, a missão Canção Nova em MT convida você e sua família para participar do Encontro da Divina Misericórdia.

Com uma programação toda especial, começando no sábado, dia 7/2 às 19h com a noite de veneração a Jesus Misericordioso e no domingo, 8/2 às 8h, no Rincão do Meu Senhor (ao lado da Univag). Teremos pregação da palavra, Adoração ao Santíssimo Sacramento, Terço da Misericórdia e Santa Missa.

Confira a programação completa:

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O Encontro da Divina Misericórdia terá as participações de Eliana Sá, Dani Miranda e toda a Comunidade Canção Nova em MT. A entrada é franca.

Outras informações, ligue (65) 3685-3900.

Organize sua caravana, sua pastoral e sua família e venha participar!

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fev
05

Quinta-feira de Adoração Especial à Divina Misericórdia

As almas que divulgarem a devoção à Minha misericórdia, serão por Mim protegidas por toda a vida, como uma terna mãe protege o seu filhinho; e na hora da morte não serei Juíz, mas Salvador misericordioso.” Difusão e Promessas à Divina Misericórdia

 

Você e sua família são convidados a participar da Quinta-feira de Adoração Especial à Divina Misericórdia na Canção Nova MT, nessa quinta, dia 5/2, no Rincão do Meu Senhor a partir das 9h da manhã.

Confira a programação da Quinta-feira de Adoração Especial à Divina Misericórdia:

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Teremos a participação especial de Eliana Sá, Daniela Miranda, Pe. Bruno Costa, Pe. Fábio Camargo e toda a Comunidade Canção Nova MT. E a programação foi preparada com muito carinho pensando em você e sua família, começando às 9h com muita oração, pregação da Palavra de Deus, adoração ao Santíssimo Sacramento, Terço da Divina Misericórdia e encerrando com a santa Missa às 16h.

Outras informações, ligue (65) 3685-3900.

Participe!

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fev
03

Quaresma 2015 - mensagem do Papa Francisco

dstq_6745aFortalecei os vossos corações (Tiago 5,8)

Amados irmãos e irmãs!

Tempo de renovação para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fiéis, a Quaresma é  sobretudo um « tempo favorável » de graça (cf. 2  Cor6,2). Deus nada nos pede, que antes não no-lo  tenha dado: « Nós amamos, porque Ele nos amou  primeiro »  (1 Jo4,19). Ele não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a peito cada um de nós,  conhece-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa  procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada  um de nós; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece. Coisa diversa se passa connosco! Quando estamos bem e comodamente instalados, esquecemo-nos certamente  dos outros (isto, Deus Pai nunca o faz!), não nos  interessam os seus problemas, nem as tribulações  e injustiças que sofrem; e, assim, o nosso coração  cai na indiferença: encontrando-me relativamente  bem e confortável, esqueço-me dos que não estão  bem! Hoje, esta atitude egoísta de indiferença atingiu uma dimensão mundial tal que podemos falar de uma globalização da indiferença. Trata-se de um  mal-estar que temos obrigação, como cristãos, de  enfrentar.

Quando o povo de Deus se converte ao seu  amor, encontra resposta para as questões que a história continuamente nos coloca. E um dos desafios  mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta  Mensagem, é o da globalização da indiferença. Dado que a indiferença para com o próximo e  para com Deus é uma tentação real também para  nós, cristãos, temos necessidade de ouvir, em cada  Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz  para nos despertar. A  Deus  não  Lhe  é  indiferente  o  mundo,  mas  ama-o  até  ao  ponto  de  entregar  o  seu  Filho  pela  salvação de todo o homem. Na encarnação, na vida  terrena, na morte e ressurreição do Filho de Deus,  abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o Céu e a terra. E a Igreja é como a mão  que mantém aberta esta porta, por meio da proclamação da Palavra, da celebração dos Sacramentos,  do testemunho da fé que se torna eficaz pelo amor  (cf. Gl 5,6).  O  mundo,  porém,  tende  a  fechar-se  em si mesmo e a fechar a referida porta através da  qual Deus entra no mundo e o mundo n’Ele. Sendo  assim, a mão, que é a Igreja, não deve jamais surpreender-se, se se vir rejeitada, esmagada e ferida. Por isso, o povo de Deus tem necessidade de  renovação, para não cair na indiferença nem se fechar em si mesmo. Tendo em vista esta renovação,  gostaria de vos propor três textos para a vossa meditação.

  1. « Se um membro sofre, com ele sofrem todos os  membros » (1 Cor12,26) – A Igreja.

Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu  testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus,  que rompe esta reclusão mortal em nós mesmos que  é a indiferença. Mas, só se pode testemunhar algo  que antes experimentámos. O cristão é aquele que  permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele,  servo de Deus e dos homens. Bem no-lo recorda a liturgia de Quinta-feira Santa com o rito do lava-pés. Pedro não queria que Jesus lhe lavasse os pés, mas depois compreendeu que Jesus não pretendia apenas  exemplificar  como  devemos  lavar  os  pés  uns aos outros; este serviço, só o pode fazer quem,  primeiro, se deixou lavar os pés por Cristo. Só essa  pessoa « tem parte com Ele » (cf. Jo 13,8), podendo  assim servir o homem. A Quaresma é um tempo propício para nos deixarmos servir por Cristo e, deste modo, tornarmo-nos  como  Ele.  Verifica-se  isto  quando  ouvimos  a Palavra de Deus e recebemos os sacramentos,  nomeadamente a Eucaristia. Nesta, tornamo-nos naquilo que recebemos: o corpo de Cristo. Neste corpo, não encontra lugar a tal indiferença que,  com tanta frequência, parece apoderar-se dos nossos corações; porque, quem é de Cristo, pertence  a um único corpo e, n’Ele, um não olha com indiferença o outro. « Assim, se um membro sofre,  com ele sofrem todos os membros; se um membro  é  honrado,  todos  os  membros  participam  da  sua  alegria » (1 Cor12,26). A Igreja é communio sanctorum, não só porque,  nela, tomam parte os Santos mas também porque é  comunhão de coisas santas: o amor de Deus, que  nos foi revelado em Cristo, e todos os seus dons;  e, entre estes, há que incluir também a resposta de  quantos se deixam alcançar por tal amor. Nesta comunhão dos Santos e nesta participação nas coisas  santas, aquilo que cada um possui, não o reserva  só para si, mas tudo é para todos. E, dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo  mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não  poderíamos jamais, com as nossas simples forças,  alcançar: rezamos com eles e por eles a Deus, para  que todos nos abramos à sua obra de salvação.

  1. « Onde está o teu irmão? »  (Gn 4,9)– As paróquias e as comunidades

Tudo o que se disse a propósito da Igreja universal  é  necessário  agora  traduzi-lo  na  vida  das  paróquias e comunidades. Nestas realidades eclesiais, consegue-se porventura experimentar que  fazemos parte de um único corpo? Um corpo que,  simultaneamente, recebe e partilha aquilo que  Deus nos quer dar? Um corpo que conhece e cuida dos seus membros mais frágeis, pobres e pequeninos? Ou refugiamo-nos num amor universal  pronto a comprometer-se lá longe no mundo, mas  que esquece o Lázaro sentado à sua porta fechada.

(cf. Lc16,19-31)? Para receber e fazer frutificar plenamente aquilo que Deus nos dá, deve-se ultrapassar as fronteiras da Igreja visível em duas direcções. Em primeiro lugar, unindo-nos à Igreja do Céu  na oração. Quando a Igreja terrena reza, instaura–se reciprocamente uma comunhão de serviços e  bens que chega até à presença de Deus. Juntamente  com os Santos, que encontraram a sua plenitude em  Deus, fazemos parte daquela comunhão onde a indiferença é vencida pelo amor. A Igreja do Céu não  é triunfante, porque deixou para trás as tribulações  do mundo e usufrui sozinha do gozo eterno; antes  pelo contrário, pois aos Santos é concedido já contemplar e rejubilar com o facto de terem vencido  definitivamente a indiferença, a dureza de coração  e  o  ódio,  graças  à  morte  e  ressurreição  de  Jesus.  E, enquanto esta vitória do amor não impregnar  todo o mundo, os Santos caminham connosco, que  ainda somos peregrinos. Convicta de que a alegria  no Céu pela vitória do amor crucificado não é plena  enquanto houver, na terra, um só homem que sofre e  geme, escrevia Santa Teresa de Lisieux, doutora da  Igreja:  « Muito  espero  não  ficar  inactiva  no  Céu;  o meu desejo é continuar a trabalhar pela Igreja e pelas  almas »  (Carta254, de 14 de Julho de 1897).

Também nós participamos dos méritos e da alegria dos Santos e eles tomam parte na nossa luta e no  nosso desejo de paz e reconciliação. Para nós, a sua  alegria pela vitória de Cristo ressuscitado é origem de  força para superar tantas formas de indiferença e dureza de coração.

Em  segundo  lugar,  cada  comunidade  cristã  é  chamada a atravessar o limiar que a põe em relação  com a sociedade circundante, com os pobres e com os  incrédulos. A Igreja é, por sua natureza, missionária,  não fechada em si mesma, mas enviada a todos os  homens. Esta  missão  é  o  paciente  testemunho  d’Aquele  que quer conduzir ao Pai toda a realidade e todo o homem. A missão é aquilo que o amor não pode calar. A  Igreja segue Jesus Cristo pela estrada que a conduz a  cada homem, até aos confins da terra (cf.Act1,8). Assim podemos ver, no nosso próximo, o irmão e a irmã  pelos quais Cristo morreu e ressuscitou. Tudo aquilo  que recebemos, recebemo-lo também para eles. E, vice-versa, tudo o que estes irmãos possuem é um dom  para a Igreja e para a humanidade inteira.

Amados irmãos e irmãs, como desejo que os  lugares onde a Igreja se manifesta, particularmente as nossas paróquias e as nossas comunidades, se  tornem ilhas de misericórdia no meio do mar da indiferença!

  1. « Fortalecei os vossos corações »  (Tg 5,8)– Cada um dos fiéis

Também como indivíduos temos a tentação da  indiferença. Estamos saturados de notícias e imagens impressionantes que nos relatam o sofrimento  humano, sentindo ao mesmo tempo toda a nossa  incapacidade de intervir. Que fazer para não nos  deixarmos absorver por esta espiral de terror e impotência? Em primeiro lugar, podemos rezar na comunhão da Igreja terrena e celeste. Não subestimemos  a força da oração de muitos! A iniciativa 24 horas para o Senhor, que espero se celebre em toda  a Igreja – mesmo a nível diocesano – nos dias 13 e  14 de Março, pretende dar expressão a esta necessidade da oração. Em segundo lugar, podemos levar ajuda, com  gestos de caridade, tanto a quem vive próximo de  nós como a quem está longe, graças aos inúmeros  organismos caritativos da Igreja. A Quaresma é um tempo propício para mostrar este interesse pelo  outro, através de um sinal – mesmo pequeno, mas  concreto – da nossa participação na humanidade  que temos em comum.  E, em terceiro lugar, o sofrimento do próximo  constitui um apelo à conversão, porque a necessidade do irmão recorda-me a fragilidade da minha  vida, a minha dependência de Deus e dos irmãos.

Se humildemente pedirmos a graça de Deus e aceitarmos os limites das nossas possibilidades, então  confiaremos  nas  possibilidades  infinitas  que  tem  de reserva o amor de Deus. E poderemos resistir à  tentação diabólica que nos leva a crer que podemos  salvar-nos e salvar o mundo sozinhos. Para superar a indiferença e as nossas pretensões de omnipotência, gostaria de pedir a todos  para viverem este tempo de Quaresma como um  percurso de formação do coração, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc. Deus caritas est, 31).  Ter  um  coração  misericordioso  não  significa  ter  um  coração  débil.  Quem  quer  ser  misericordioso  precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus; um coração que se deixe  impregnar pelo Espírito e levar pelos caminhos do  amor que conduzem aos irmãos e irmãs; no fundo,  um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações e se gasta pelo outro. Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: « Fac cor nostrum secundum cor tuum – Fazei o nosso coração  semelhante ao vosso » (Súplica das Ladainhas ao  Sagrado Coração de Jesus). Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso,  que não se deixa fechar em si mesmo nem cai na  vertigem da globalização da indiferença.

Com estes votos, asseguro a minha oração por  cada crente e comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itinerário quaresmal,  enquanto, por minha vez, vos peço que  rezeis por  mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora  vos guarde!

Vaticano, Festa de São Francisco de Assis, 4 de  Outubro de 2014

 

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jan
28

O que fazer para a conversão do seu esposo?

imagesNão brigue com seu esposo por causa de Deus

Muitas mulheres estão sofrendo neste momento porque elas amam a Deus, querem viver de acordo com suas leis, mas os seus maridos estão longe de tudo isso. É uma multidão de mulheres nesta situação. Tudo porque o coração da mulher é mais sensível e delicado do que o do homem, é muito mais voltado para Deus, muito mais apto a acolher o seu amor e a ele se entregar.

É raro ver uma mulher sem fé, e ao mesmo tempo é algo muito triste porque é uma violência à sua natureza feminina e materna.

Muitas mulheres de Deus vivem um grande drama: “o meu marido não se converte!” Já ouvi muitas vezes esta lamentação: “Já fiz de tudo; mas ele não vem para Deus, não vai para a igreja comigo, não se confessa, não vai ao grupo de oração e ainda quer me proibir de ir; impede-me de ver a TV Canção Nova e de trabalhar na igreja”.

Sei que o contrário também ocorre; há homens engajados na igreja, mas cujas esposas não os acompanham; mas isto acontece bem menos.

O que fazer?

Antes de tudo é preciso calma e paciência; não se desesperar e não desanimar; isto seria o pior; é tudo que o demônio gostaria que você fizesse; assim ele veria com alegria você abandonar a cruz à beira da estrada.

Saiba que esta cruz é parte do seu casamento; faz parte da missão que Deus lhe deu, de fazer este homem crescer na fé e se salvar. Deus o deu no dia do matrimônio para que você o construísse a cada dia, com sua paciência, oração, fé, lágrimas, sacrifícios e tudo o mais.

A “Ordem do casamento” – como disse Jacques de Vitry na Idade Média – “é uma Ordem cujos estatutos datam do início da humanidade”. Roberto de Sorbon, o auxiliar de São Luiz IX que fundou a célebre Sorbonne, chamava o casamento de “a Ordem sagrada” (“sacer ordo”).

Quando Deus confia um homem a uma mulher, e vice-versa, espera que este o devolva melhor um dia. Então, coragem. Assuma a sua cruz! Não a arraste de má vontade; você não teria méritos diante de Deus. Não a rejeite e nem a lance fora do caminho; ela te santificará e dará sentido profundo ao seu casamento. Ame esta cruz, para poder encontrar nela a salvação.

Não brigue com seu esposo por causa de Deus; Ele tem o seu tempo de agir porque respeita a liberdade do homem, sem o quê ele não seria Sua imagem e semelhança.

Deus sabe esperar “a hora da graça” agir, então você tem que esperar também; “sofre as demoras de Deus” (Eclo 2,3). Não o resista; não o afronte; espere a graça de Deus mexer a sua alma… Seja-lhe dócil; ame-o de todo o coração; conquiste-o para você, para depois, conquistá-lo para Deus.

Reze constantemente por ele, sem jamais desanimar. Esta é a ordem do Senhor: “É necessário orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo” (Lc 18,1).

“Mas, até quando eu terei de rezar pela conversão do meu marido? Eu já estou cansada…!”.

A resposta é: sempre! Até que a morte os separe; até que você cumpra até o último dia de sua vida a promessa que fez no altar de amá-lo na tristeza e na alegria, na saúde e na doença…, amando-o e respeitando-o todos os dias de sua vida.

O que mais toca o coração de Deus é a nossa perseverança, porque ela é a prova da verdadeira fé que nunca esmorece; por isso Jesus disse que: “Aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mt 24,13). Note que Jesus diz “até o fim”; a perseverança é para sempre. Lutar é mais importante para Deus do que vencer.

Lembro aqui a história maravilhosa da grande cristã Elizabeth Leseur que viveu por volta de 1900. Era uma francesa culta e fervorosa, amiga das artes, das letras, da filosofia, etc., casada com um homem culto e destacado na sociedade francesa; mas  ateu, que não acompanhava a fé de Elizabeth. Era o famoso Sr. Marie – Albert Leseur.

A vida inteira Elizabeth rezou e se imolou pela conversão de seu esposo; o acompanhava nos mais altos eventos sociais onde Deus estava ausente,  e sua alma chorava em silêncio e oblação a Deus; até que um dia ela veio a falecer sem ver o marido se converter.

Mas eis que Elizabeth tinha escrito um Diário Espiritual; e, um belo dia o seu esposo o encontrou depois de sua morte, e o leu com interesse. Foi o suficiente para que ele se convertesse profundamente.

Ao ler aquelas páginas cheias de fé e de sofrimento oferecido a Deus diariamente, aquele homem foi tocado profundamente e percebeu que vivera ao lado de um anjo sem notar a sua presença. Agora derramava lágrimas de tristeza por não ter vivido aquela fé maravilhosa ao lado da esposa falecida.

Sua conversão foi tão profunda que deixou o mundo, abandonou as esferas sociais onde era exaltado e se fez dominicano; Frei Marie-Albert Leseur.

Do céu Elizabeth converteu o seu Albert. Depois ele publicou: “A Vida de Elizabeth Leseur” (Irmãos Pongetti editores, Rio de Janeiro, 7ª edição, 1931). Toda mulher que sofre esta dor deveria ler esta obra.

Veja você mulher, que ainda não viu seu marido convertido, Elizabeth o converteu para Deus depois da morte. E não é isto o que importa?

Portanto, jamais desanime; jamais se canse, jamais desista desta missão que Deus lhe deu de salvar este homem. Talvez seja você a única criatura neste mundo que possa ajudar a Deus a trazê-lo para Si. E esta será a sua maior obra neste mundo.

Prof. Felipe Aquino
Fonte: cleofas.com

 

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jan
27

"Uma fé sincera, não tímida" - Convite do Papa Francisco

papafrancisco1“Quem transmite a fé são principalmente as mulheres” disse o Papa Francisco na homilia da Missa de 26 de janeiro

Fazendo referência à carta de São Paulo a Timóteo, Francisco explicou que o apóstolo recorda ao destinatário de onde vem a sua “fé sincera”: ele a recebeu do Espírito Santo “através da mãe e da avó”. O papa acrescentou: “Uma coisa é transmitir a fé e outra coisa é ensinar as coisas da fé. A fé é um dom. A fé não pode ser estudada. Estudamos as coisas da fé, sim, para entendê-la melhor, mas, com o estudo, nunca se chega à fé. A fé é um dom do Espírito Santo, é um presente, que vai além de qualquer preparação”.

Esse presente passa pelo “bom trabalho das mães e das avós” em uma família, ou “por uma empregada do lar, uma tia”, por exemplo.

Por que é que quem transmite a fé são principalmente as mulheres? O Santo Padre respondeu: “Porque quem nos trouxe Jesus é uma mulher. É o caminho escolhido por Jesus. Ele quis ter uma mãe: o dom da fé também passa pelas mulheres, como Jesus por Maria”.

“Todos nós recebemos o dom da fé e temos que cuidar dele, para que ele pelo menos não se enfraqueça, para que ele continue sendo forte com o poder do Espírito Santo que nos deu esse presente. Se não tivermos este cuidado, todo dia, de reavivar esse presente de Deus que é a fé, ela se enfraquece, vai se aguando, acaba virando cultura”.

Em contraste com a “fé viva”, São Paulo nos alerta sobre “o espírito de timidez e vergonha”. O papa diz que “Deus não nos deu um espírito de timidez. O espírito de timidez vai contra o dom da fé, não deixa que ela cresça, que ela siga em frente, que ela seja grande”. E a vergonha é este pecado: “Sim, eu tenho a fé, mas a escondo, para que não reparem muito…”.

Francisco explicou também que o espírito de prudência consiste em “saber que nós não podemos fazer tudo o que queremos”, significa buscar “os caminhos, o caminho, as maneiras” de levar a fé adiante, mas com prudência.

Ao terminar, o Santo Padre nos convidou a “pedir a Deus a graça de ter uma fé sincera, uma fé que não se negocia de acordo com as oportunidades que surgem. Uma fé que todo dia eu tento reavivar ou, pelo menos, peço ao Espírito Santo para reavivá-la de maneira que ela dê grandes frutos”.

Fonte: zenit.org

 

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jan
24

Programação do Acampamento para Famílias "Família Santuário da Vida"

Confira a programação:

De 24 a 25 de janeiro a Comunidade Canção Nova em MT promove o primeiro Acampamento de Oração de 2015, no Rincão do Meu Senhor em Várzea Grande/MT (ao lado da Univag), o “Acampamento para Famílias” com o tema “Família Santuário da Vida”. Participações de Luciana e Toninho Antunes, Pe. Bruno Costa e toda Comunidade Canção Nova em MT. A entrada é franca.

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