out
29

Novidades na Canção Nova Mato Grosso

55Quinta-feira de Adoração: Um dia especial elaborado com muito carinho pensando em você

À partir dessa quinta-feira, dia 30 de outubro, a Quinta-feira de Adoração da Canção Nova MT passará a acontecer no Rincão do Meu Senhor (ao lado da Univag).

Um dia especial onde toda Igreja celebra a instituição da Sagrada Eucarístia com muito louvor, pregação da Palavra, adoração ao Santíssimo Sacramento e santa Missa.

Começando as 9h e encerrando com a santa Missa às 16h.


Com o Bazar da Providência, a Loja Canção Nova, o Clube da Evangelização e a Lanchonete organizados com muito carinho para receber você.

Divulgue essa boa nova! Compartilhe!
E participe!

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out
29

"A Igreja somos todos nós!" - Ensina o Papa Francisco

papa-francisco-3O Papa Francisco saudou a Comunidade Canção Nova, hoje, mencionando o Reconhecimento Pontifício Definitivo concedido à comunidade pelo Vaticano, no dia 29 de junho deste ano, Solenidade de São Pedro e São Paulo

Cidade do Vaticano (RV) – Nesta quarta-feira de outono romano, o Papa Francisco foi à Praça São Pedro receber os fiéis e turistas que o aguardavam para a audiência pública semanal. Atendendo, como sempre, às expectativas dos presentes, o Pontífice deu a volta na Praça com o papamóvel cumprimentando e sorrindo a todos, retribuindo o carinho e o entusiasmo da multidão.
Em sua catequese, Francisco hoje explicou a questão das ‘duas Igrejas’: aquela que conhecemos – paróquias, comunidades, dioceses, movimentos – e a institucional, ou seja, as pessoas que a governam. “Como podemos entender a relação entre a realidade espiritual da Igreja e a visível?”, perguntou.

“Antes de tudo, quando falamos da realidade visível, não devemos pensar apenas no Papa, nos Bispos, nos padres, nas freiras e nas pessoas consagradas. Ela abriga também muitos irmãos e irmãs batizados que no mundo crêem, esperam e amam e que em nome de Jesus, se aproximam dos mais sofredores e últimos para lhes oferecer alívio, conforto e paz. Assim, é difícil compreender toda a dimensão da Igreja visível, já que não podemos medir o bem que ela faz”.

Improvisando, Francisco que é difícil também calcular as obras de amor, a infidelidade nas famílias, o trabalho cotidiano dos pais ao transmitir a fé aos filhos, o sofrimento dos doentes… “Como conhecer todas as maravilhas que, por meio de nós, Cristo consegue atuar no coração e na vida das pessoas?”, questionou.

O Bispo de Roma continuou afirmando que o único modo que existe para compreender a relação entre a realidade visível e a espiritual da Igreja é olhar para Cristo.

“Assim como em Cristo, a natureza humana completa plenamente a divina, e se põe ao seu serviço, o mesmo acontece na Igreja: a Igreja também é um mistério no qual aquilo que não se vê é mais importante do que se vê e pode ser reconhecido somente com os olhos da fé”.

“No caso da Igreja, no entanto, como a realidade visível pode se colocar a serviço da espiritual?”, perguntou o Papa, mais uma vez. E a resposta está mais uma vez em Cristo, que é o modelo da Igreja e de todos nós. Podemos compreender lendo o Evangelho de Lucas, que narra a primeira pregação de Jesus na sinagoga de Nazaré. O trecho mostra que lhe foi dado o Espírito do Senhor que estava sobre Ele e lhe conferiu a unção para uma obra de libertação, de luz e de misericórdia.

Consequentemente, disse o Papa, “assim como Jesus se serviu da sua humanidade para anunciar e realizar o desígnio divino da redenção, assim também a Igreja, através da sua realidade visível, dos sacramentos e do seu testemunho, é chamada a aproximar-se de todo o ser humano começando por quem é pobre, por quem sofre e por quem vive marginalizado, para continuar a fazer sentir a todos o olhar compassivo e misericordioso de Jesus”.

Concluindo sua reflexão, Francisco admitiu que muitas vezes, a Igreja faz experiência de sua fragilidade e de seus limites: “Isto nos causa um profundo desgosto, principalmente quando damos o mau exemplo e nos tornamos motivo de escândalo. Todos somos pecadores – acrescentou – todos somos pecadores”. O Papa pediu a quem não fosse pecador que levantasse a mão, e nenhum dos presentes na Praça o fez.

O Papa insistiu no conceito que “falar mal dos outros é um pecado”, e reiterou que nós, ao invés de sermos maus exemplos, devemos ser testemunhas, “como Jesus quer que sejamos”.

“Por isso, pedimos ao Senhor o dom da fé, para que entendamos como – não obstante a nossa pequenez e nossa pobreza – o Senhor fez de nós instrumento de graça e sinal visível de seu amor por toda a humanidade”.

Antes de terminar o encontro, o Papa se dirigiu aos grupos presentes na Praça São Pedro, e saudou especialmente o grupo de sacerdotes do Rio de Janeiro e os membros das Comunidades “Canção Nova”, em festa pelo reconhecimento eclesial, e “Doce Mãe de Deus” e “Copiosa Redenção”, pelo jubileu de fundação.
(CM)

 

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out
28

São Simão e São Judas Tadeu

Simao-Judas

São Simão e São Judas Tadeu foram sempre juntos pregando a Palavra de Deus

São Judas Tadeu é um dos Santos mais populares, por causa dos numerosos favores celestiais que consegue a seus devotos que lhe rezam com fé. Na Alemanha, Itália, América e muitos outros lugares, tem muitos devotos que conseguem por sua intercessão admirável ajuda de Deus, especialmente quanto a conseguir emprego, casa ou outros benefícios.

Santa Brígida conta em suas Revelações que Nosso Senhor lhe recomendou que quando desejasse conseguir certos favores os pedisse por meio de São Judas Tadeu.

São Simão e São Judas Tadeu têm sua festa no mesmo dia porque segundo uma antiga tradição os dois foram sempre juntos pregando a Palavra de Deus por toda parte. Ambos foram chamados por Jesus para formar parte do grupo de 12 preferidos ou apóstolos. Ambos receberam o Espírito Santo em forma de línguas de fogo no dia de Pentecostes e presenciaram os milagres de Jesus na Galiléia e Judéia e ouviram seus famosos sermões muitas vezes; viram-no já ressuscitado e falaram com ele depois de sua Santa morte e ressurreição e presenciaram sua gloriosa ascensão ao céu.

São Judas Tadeu escreveu uma Carta que está na Bíblia, na qual ataca aos agnósticos e diz que os que têm fé mas não fazem obras boas são como nuvens que não têm água, árvores sem fruto, e ondas só de espumas, e que os que se dedicam aos pecados de impureza e a fazer atos contrários à natureza sofrerão a pena de um fogo eterno.

Segundo a antiga tradição, a São Simão foi morto serrado ao meio, e  São Judas Tadeu tendo a cabeça cortada com um machado, por isso  São Simão é pintado com uma serra e São Judas Tadeu com um machado  na mão.

Fonte: ACI Digital

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out
26

As faces do amor

126_mQuando não ajudamos o outro a crescer é sinal de que o nosso amor por ele ainda é pequeno

O amor gera a vida; o egoísmo produz a morte. A psicologia mostra hoje com toda clareza que as graves perversões morais tem quase sempre como causa principal uma frustração de amor. Os jovens se encaminham para as drogas, para o sexo vazio, para o alcoolismo e para tantas violências, porque são carentes de amor, desnutridos de amor. A pior anemia é a do amor. Leva à morte do espírito. Ninguém pode ser feliz se não for amado; se não fizer uma experiência de amor. Se isto é importante na infância e na adolescência, também na vida conjugal isto é verdade.

E esse amor conjugal começa a ser aprendido e treinado no namoro. Na longa viagem da vida conjugal, que começa no namoro, você precisa levar a bagagem do amor. Você amará de verdade o seu namorado, não só porque ele é simpático, bonito ou porque é um atleta, mas porque você quer o bem dele e quer ajudá-lo a ser ainda melhor, com a sua ajuda. Muitas vezes você quis e procurou uma namorada perfeita, ou um rapaz ideal, mas saiba que isto não existe.

A primeira exigência do amor é aceitar o outro como ele é, com todas as suas qualidades e defeitos. Só assim você poderá ajudá-lo a crescer, amando-o como ele é. Alguém já disse que o amor é mais forte do que a morte, e capaz de remover montanhas. O amor tem uma força misteriosa; quando você ama o outro gratuitamente, sem cobrar nada em troca, você desperta-o para si mesmo, revela-o a si mesmo, dá-lhe ânimo e vida, ressuscita-o. É com a chama de uma vela que você acende outra. É com a doação da sua vida que você faz a vida do outro reviver. Desde o namoro você precisa saber que “amar não é querer alguém construído, mas construir alguém querido.”

É claro que um casal se aproxima pelo coração, mas cresce pelo amor, que transcende os sentimentos e se enraíza na razão. Todo relacionamento humano só terá sentido se implicar no crescimento dos envolvidos. De modo especial no namoro e no casamento isto é fundamental. A ordem de Deus ao casal é esta: crescei. Deus não nos dá uma ajuda adequada para curtirmos a vida a dois; mas para crescermos a dois. Isto vale desde o namoro. E o que faz crescer é o fermento do amor. Ninguém melhor do que São Paulo expressou as exigências do verdadeiro amor: “O amor é paciente, O amor é bondoso. Não tem inveja. O amor não é orgulhoso. Não é arrogante. Nem escandaloso. Não busca os seus próprios interesses, Não se irrita, Não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, Mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa. Tudo crê, Tudo espera, Tudo suporta. O amor jamais acabará” (1Cor 13, 4-7).

Medite um pouco em cada linha deste hino do amor, e pergunte a você mesmo, se você está vivendo isto no seu namoro. Você é paciente com a namorada ou não, sabe se controlar diante dos defeitos dela? Você é bondoso para com ele, ou será que algumas vezes exige vingança, e quer ir à desforra por causa de algo que ele fez e que você não gostou? Ser bondoso é saber perdoar, é ser compreensivo e tolerante, sem ser conivente com o erro, claro. Será que você tem inveja dele porque ele a supera em certas atividades? Será que você é um namorado orgulhoso, que acha que só por ser homem já é suficientemente superior a ela? Se você não admite ser ultrapassado pelo outro nas coisas boas, saiba que você não o ama de verdade; pois, quando se ama queremos que o outro seja melhor que nós. Será que você não é arrogante, que se acha superior ao outro, e que quer sempre impor a sua vontade? Até que ponto você permite que a presunção o domine, fazendo-o achar-se o bom?

Saiba que a arrogância e a prepotência atravancam o caminho do amor e do crescimento do casal. Será que você é escandalosa, e parte para a chantagem emocional para conseguir aquilo que você não consegue pela força dos argumentos? Saiba que a gritaria é muitas vezes a linguagem dos fracos, que agem assim por falta de razões.

Será que você é egoísta no seu namoro, e ele tem que fazer tudo o que você quer? Aqui está a pedra de tropeço principal para muitos casais. Uma vez que o egoísmo é o oposto do amor, um casal egoísta pode ser comparado a duas bolas de bilhar: só se encontram para se chocarem e se afastarem em sentidos opostos… Será que você é daquelas que vive mau humorada ou que derruba o beiço por qualquer contrariedade? Será que você é daqueles que se irrita por qualquer coisinha dela que não esteja do seu gosto? Você perdeu a linha porque ele se atrasou quinze minutos? Você deixou o seu namoro azedar porque ele olhou apenas um instante para a outra moça que passou ao lado?

O amor não se irrita, não xinga, não ofende, não grita! O amor não guarda rancor, diz o apóstolo.

É claro que haverá no namoro momentos de desencontros. São normais os pequenos desentendimentos. É fruto das diferenças individuais e das circunstâncias da vida. O feio não é brigar, mas não se reconciliar, não saber perdoar, não saber quebrar o silêncio mortal e manter o diálogo. Para evitar as brigas e desentendimentos é preciso saber combinar as coisas. O povo diz que aquilo que é combinado não é caro. Aprendam a combinar sobre o passeio, sobre as atividades que cada um gosta de fazer, etc… É preciso dizer aqui que a face mais bela do amor é a do perdão. Você tem o direito de ser perdoada, pois errar é humano; mas tem também o dever de perdoar quando ele errar e pedir perdão.

O gesto mais nobre de Jesus foi o de perdoar os algozes que o crucificavam. Não pode haver futuro para um casal que não sabe se perdoar mutuamente. Esta é a maior reserva de estabilidade para o casal. Outra face bela do amor é a fidelidade. Ser fiel ao outro não quer dizer apenas não ter outro parceiro; é muito mais do que isto, é ser verdadeiro em tudo. É não tapear o outro em nada. É não ser fingido, mascarado ou dissimulador. Se você mente para a sua namorada saiba que está destruindo o amor entre vocês. Nada é mais fatal para o amor! A mentira gera a desconfiança; a desconfiança gera o ciúme; o ciúme gera a briga e a separação. Ser fiel ao outro é saber respeitá-lo, defendê-lo, e não traí-lo de qualquer forma, seja por pensamentos ou palavras. Se você fizer dos seu namoro uma brincadeira de esconde-esconde, você estará brincando de amar, e isto é muito mal. Portanto, quebre toda falsidade, dissimulação e fingimento, porque isto destrói o amor.

A mentira tem pernas curtas, diz o povo; ela logo aparece, e quando isto ocorre deixa o mentiroso desqualificado, e não mais digno de confiança. Desde o namoro é preciso ter em mente que a beleza do amor está exatamente na construção da pessoa amada. É uma missão para gente madura, com grandeza de alma. Construir uma pessoa é educá-la em todos os aspectos, e isso é uma obra do coração. O amor tudo suporta, tudo crê, tudo espera; o amor não passa jamais. Não há o que o amor não possa fazer. Quando não ajudamos o outro a crescer é sinal de que o nosso amor por ele ainda é pequeno. Se o seu namoro não for um exercício constante do amor, ele ficará vazio, monótono, e sem sabor. E como a natureza tem horror ao vácuo, este vazio será preenchido por desentendimentos e brigas.

Namorando se aprende a amar, mas amando se aprende a namorar. Para você meditar:

Sete vezes menosprezei a minha alma

  1. Quando a vi disfarçar-se com a humildade para alcançar a grandeza;
  2. Quando a vi coxear na presença dos coxos;
  3. Quando lhe deram para escolher entre o fácil e o difícil, e escolheu o fácil;
  4. Quando cometeu o mal e consolou-se com a ideia de que outros cometem o mal também;
  5. Quando aceitou a humilhação por covardia e atribuiu sua paciência à fortaleza;
  6. Quando desprezou a lealdade de uma face que não era, na realidade, senão uma de suas próprias máscaras;
  7. Quando considerou uma virtude elogiar e glorificar.

 

Professo Felipe Aquino
Fonte: cancaonova.com/felipeaquino

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out
25

Quem ganhará as eleições?

brasil9Nem sempre ganha quem merece

Muitos consideram as eleições como expressão da verdadeira vontade popular, manifestada pela maioria. Chegam mesmo a dizer: “vox populi, vox Dei”, “a voz do povo é a voz de Deus”. Mas será mesmo assim? Será que realmente ganham os melhores os mais preparados para o cargo? Ganha a eleição quem tem mais sabedoria, prudência, competência, honestidade, ou ganha quem grita mais, quem foi melhor apresentado pelos marqueteiros e formadores de opinião, criadores de sonhos no imaginário popular?! Sem considerar muitos outros fatores, devemos dizer que nem sempre ganha quem merece.

É a grande discussão sociológica e filosófica sobre a verdadeira representatividade? Já foi dito com propriedade: “sufrágio universal, mentira universal!”. Sim, porque muitas vezes o povo vota influenciado pela propaganda, pelos formadores de opinião, sem muita reflexão e conhecimento pleno do que significa o seu voto.

Jesus foi condenado à morte, a pedido da maioria da população. Na eleição proposta pelo governador romano, Pôncio Pilatos, entre Barrabás e Jesus, este último foi fragorosamente derrotado, porque o povo sufragou Barrabás, revolucionário e homicida, condenando o inocente à morte.

Mas, por que Jesus perdeu essa eleição? A morte de Jesus foi realmente o desejo da maioria do povo? Jesus, tão querido por todos, cercado pelas multidões, aclamado pela população ao entrar em Jerusalém, foi condenado por esse mesmo povo, cinco dias depois?! Ou será que esse povo foi manobrado por uma minoria ruim, mas muito hábil? O Evangelho diz que os chefes, os manipuladores de opinião, influenciaram o povo a que pedisse Barrabás e condenasse Jesus. Ele mesmo, ao morrer na cruz, pediu por eles perdão ao Pai, dizendo que eles não sabiam o que faziam. Já não eram mais povo; tinham se tornado massa. O povo pensa. A massa é que é manobrada. Nem sempre podemos dizer que a eleição seja expressão da vontade do povo. Talvez seja só da massa.

Quando aconteceu a Ressurreição de Jesus, fato incontestável, diz o Evangelho de São Mateus (28, 11-15), que os sumos sacerdotes judeus, com os anciãos, “deliberaram dar bastante dinheiro aos soldados; e instruíram-nos: ‘Contai o seguinte: ‘Durante a noite vieram os discípulos dele e o roubaram, enquanto estávamos dormindo’. E se isso chegar aos ouvidos do governador, nós o tranquilizaremos, para que não vos castigue”. Eles aceitaram o dinheiro e fizeram como lhes fora instruído. E essa versão ficou divulgada entre os judeus, até o presente dia”. Vê-se que o suborno e a mentira são de longa data. Por analogia, quando da proposta da escolha entre Jesus e Barrabás, ao lerem os intérpretes a passagem “os sumos sacerdotes e os anciãos, porém, instigaram as multidões para que pedissem Barrabás e fizessem Jesus morrer” (Mt 27, 20), concluem que os inimigos de Jesus distribuíram dinheiro ao povo para que escolhessem Barrabás. A compra de votos também é de longa data.

Dom Fernando Arêas Rifan
Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney (RJ)

Fonte: cnbb.org.br

 

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out
24

Existência ou Sobrevivência?

ESCOLHASTemos a tendência a escolher os  caminhos mais rápidos e fáceis

Algumas vezes, pressionados pelas circunstâncias, vamos reduzindo nossa existência à sobrevivência, em busca de solucionar problemas e cada vez mais escolhendo caminhos mais rápidos e fáceis. O resultado desse perigoso caminho é o esvaziamento do real sentido da nossa vida. Hoje vamos meditar sobre o Evangelho de Mateus 14,13-21, organize seu tempo, busque um momento favorável para rezar com essa Palavra, leia-a atentamente e escute o próprio Deus lhe falando ao coração. O silêncio será sempre um espaço privilegiado para colher as mensagens de Deus para cada um de nós; isso não é mágica, mas sim uma escuta atenta em clima de oração. Leia o texto do Evangelho na sua Bíblia.

Jesus e Seus discípulos estão num lugar retirado e deserto, porém, foram seguidos por uma multidão. A reação de Jesus, ao ver a multidão se aproximando, é encher-se de compaixão, por isso curou os doentes e ficou com eles até o entardecer. Entretanto, foi alertado pelos discípulos sobre a necessidade de despedir essa multidão, pois esta deveria seguir viagem para poder encontrar longe dali abrigo e alimento. Os discípulos estavam cheios de boas intenções e preocupados com a situação, se aproximaram de Jesus quase que dando a Ele uma única opção diante do “problema”, isto é, que a multidão fosse despedida. Esse era o caminho mais rápido e mais fácil para ficarem livres daquele “problema”. Muitas vezes, é assim que vivemos; como “caçadores de soluções” para os problemas e imprevistos da vida. Mal resolvemos um problema, outros tantos se apresentam e assim vamos “empurrando” a vida.

Jesus vai por outro caminho e diz aos discípulos que existe outra solução, deixa claro que a multidão não precisa ir embora e ainda lhes ordena que eles mesmos a alimentem. Assim os discípulos logo reagem: “Só temos aqui cinco pães e dois peixes”, olhando para a quantidade de pessoas (“o tamanho do problema”) e para o pouquinho de alimento que tinham, eles (discípulos) desconfiaram de que isso iria dar certo. Sempre vamos duvidar das possibilidades de solução se pararmos numa consideração fria e calculista. Devemos, sim, ser realistas e concretos diante da realidade, porém, sem nunca duvidar de que o pouco que temos, quando ofertado a Deus, pode ser o início de verdadeiros milagres.

E é isso que Jesus pede aos discípulos: “Trazei-os aqui”, em seguida Ele abençoa e parte os pães distribuindo aos discípulos e esses por sua vez os passam para a multidão. Isso nos ensina muito, nos mostra um caminho de confiança em Deus. Podemos, sim, buscar a solução dos nossos problemas e devemos nos esforçar sempre, pois talvez você tenha uma “multidão de problemas” caminhando atrás de você, entretanto, de nada adianta “descartar” as pessoas ou despedir das nossas vidas aquilo e aqueles que nos trouxeram problemas. A solução mais fácil e mais rápida quase sempre tende a se tornar, num futuro próximo, em mais outro problema. Cuidado!

Essa palavra hoje convida você a ter a coragem de levar até Jesus os “seus cinco pães e dois peixes”, o pouquinho que você têm. Isso mesmo, pare de menosprezar aquilo que você pode oferecer para solucionar seus problemas, deposite sua confiança no Senhor. Isso não é mágica nem um ritual de prosperidade, mas sim, o exercício da fé em um Deus capaz de ir além dos nossos cálculos matemáticos e confundir as previsões mais pessimistas. Você não precisa de soluções mágicas para a “multidão dos seus problemas”, pois você é filho de um Deus capaz de realizar verdadeiros milagres. No entanto, o Senhor sempre pede nossa participação nesses milagres, Ele espera que façamos nossa parte, que realizemos tudo aquilo que é possível, pois aquilo que for o impossível é a parte de Deus, e Ele jamais se nega a fazê-la.

Padre Fabrício Andrade
Sacerdote da Comunidade Canção Nova

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out
22

22 de Outubro: Quinta-feira Especial de Adoração no Rincão do Meu Senhor

5Adoracao_oficialUm dia especial de  celebração  pela  instituição da Eucaristia

Você é convidado para participar nessa quinta-feira, dia  23 de outubro, da Quinta-Feira de Adoração com o tema “Fomos alcançados pela misericórdia” com a participação de Padre Edmilson Dias  e Padre Bruno Costa, da Comunidade Canção Nova.

No Rincão do Meu Senhor, começando às 9h com muita oração, pregação da Palavra de Deus, adoração ao Santíssimo Sacramento e encerrando com a santa Missa às 16h.

Venha participar dia especial de oração com a Comunidade Canção Nova!

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out
22

Onde está o seu irmãos?

g_18-03-13-_moradores_de_rua-_angra_centro_texacoA sacralidade da vida faz com que cada um reconheça o dever de zelar pela existência de todos

Essa interrogação é central na importante narrativa do Livro do Gênesis, capítulo cinco.   A narrativa tem escopo educativo que alimenta o sentido da transcendência de toda pessoa humana.Nos tempos de hoje, essa interrogação de Deus precisa ecoar nas consciências para que sejam banidas a arbitrariedade e a violência, refletidas nas discriminações e no massacre de inocentes. Entre esses absurdos, representa um grave perigo a onda abortista, que não pode ganhar espaço e consideração lícita para que a sociedade contemporânea, por egoísmo e falta de moralidade, trate a vida como produto descartável. Com o objetivo de evitar esse caminho, é preciso redobrada atenção no acompanhamento da movimentação governamental e político-partidária para fazer contraponto às propostas de legalização do aborto, com a determinação de derrubá-las.

Outra situação preocupante, na qual cabe a pergunta central para recuperação e configuração de uma antropologia sem selvagerias – “Onde está o teu irmão?”, refere-se à população de rua. É preciso sensibilidade cidadã para abominar e impedir as barbáries contra homens e mulheres que vivem nas ruas das cidades, especialmente nas regiões metropolitanas.

Nesse sentido, é importante conhecer a realidade desses irmãos e irmãs mais pobres, apoiar projetos sociais sérios de investimento na integridade dessas pessoas e na constituição dos quadros próprios para a vivência de sua cidadania. Trata-se do desenvolvimento de processos que têm lógicas e dinâmicas próprias, em contraposição a qualquer tipo de entendimento que se enquadre na lógica da “limpeza urbana”, do simples esconder para não comprometer a aparência de cidades e bairros.

Como advertência e necessidade de incluir na agenda social de todos, olhando a realidade de nossa inserção e calculando a gravidade das situações, é importante não esquecer os relatos que merecem reflexão e o posicionamento sério de cada um. São casos de homícidio ou tentativas de assassinato, como a que aconteceu em 15 de abril de 2011, com oito moradores de rua no bairro Santa Amélia, vítimas de envenenamento. Pela manhã daquele dia, oito moradores encontraram uma garrafa de pinga na praça onde dormiam e, após beberem, começaram a passar mal. Graças a Deus, não houve vítimas fatais .Alguns meses depois, em outubro, três homens tiveram seus direitos desrespeitados ao serem levados para um suposto abrigo com a promessa de tratamento contra dependência química. No entanto, foram colocados em cárcere privado para trabalho escravo. Em julho do ano passado, um morador de rua morreu após ter o corpo queimado no bairro Ipiranga, em Belo Horizonte (MG). Um mês depois, em agosto, quatro pessoas não identificadas, em uma caminhonete preta com vidros escuros, dispararam tiros em direção a um grupo de moradores de rua. Entidades que trabalham com direitos humanos e com pessoas em situação de rua são fontes fidedignas desses e de muitos outros relatos.

Essa realidade precisa ser tratada com a consciência iluminada pelo princípio moral que reza o quinto mandamento da Lei de Deus: “Não matarás.” A vida humana é sagrada. A ninguém é lícito destruir um ser humano. O Catecismo da Igreja Católica ensina que esse quinto mandamento proíbe, indicando como gravemente contrários à lei moral, o homicídio direto e voluntário, o aborto direto, bem como a cooperação com ele; a eutanásia direta, que consiste em por fim à vida, por ato ou omissão de ação devida para com pessoas deficientes, doentes ou próximas da morte, e o suicídio. A moralidade advinda da sacralidade da vida faz com que cada um reconheça o dever de zelar pela existência de todos. Nas grandes cidades é expressivo o número de pessoas que vivem nas ruas. Homens e mulheres que requerem cuidado especial, projetos de inclusão, participação e reinserção.

Inaceitáveis são a violência e os assassinatos no tratamento dessa grave problemática social. Pelos que vivem nas ruas, por todos, ecoe nas consciências o dever de responder: “onde está teu irmão?”.

 Fonte: formacao.cancaonova.com

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out
21

Dia 21 de Outubro: Dia Nacional da Valorização da Família

cartaz_divulgacao (1)Brasil celebra o Dia Nacional da Valorização da Família motivado pela CNBB

Nesta terça-feira, 21, o Brasil comemora o Dia Nacional de Valorização da Família. De acordo com a Conferência Nacional dos Bispos no Brasil (CNBB), o objetivo é chamar a atenção dos governos e da sociedade para a importância da família como instituição fundamental do desenvolvimento humano.

A data foi instituída no dia 17 de maio de 2012, a partir da Lei n. 12.647, sancionada pela presidência da República. Em 2013, os brasileiros celebraram a data pela primeira vez.

Para o Bispo de Camaçari (BA) e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família (CEPVF) da CNBB, Dom João Carlos Petrini, a data deve suscitar nas famílias o compromisso com a evangelização.

“Desejo a todos os brasileiros e brasileiras que acreditam e amam a família que, neste Dia Nacional da Valorização da Família, tenham mais tempo e dedicação à própria família e continuem na evangelização por um mundo justo e fraterno”, disse.

O Dia Nacional de Valorização da Família busca promover a família como espaço privilegiado e insubstituível para que um homem e uma mulher possam, por meio do matrimônio, gerar e educar seus filhos (cf. Carta às Famílias, 10) no exercício da família cidadã.

O Assessor nacional da Comissão Vida e Família, padre Rafael Fornasier, recorda que este ano a Semana Nacional da Família trouxe a temática “A espiritualidade cristã na família: um casamento que dá certo”. O objetivo é também ressaltar a beleza da família cristã, como imagem e semelhança de Deus, em comunhão com a 3ª Assembléia Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família, realizada de 5 a 19 de outubro, no Vaticano. Essas atividades reforçam a necessidade de valorizar a vida em família no contexto atual.

De acordo com o Padre Rafael, para esta data nacional, orienta-se as dioceses, paróquias e comunidades para que organizem atividades para a valorização da família, além de divulgar a data nos meios de comunicação disponíveis.

Para a vivência do dia é sugerida uma oração que pode ser incluída nas Missas e celebrações, como também em atividades ecumênicas:

**Oração para o Dia Nacional de Valorização da Família

Senhor Deus, nosso Pai amoroso e misericordioso, criastes-nos à Vossa imagem e semelhança, para a plenitude da vida em comunhão. Sabemos por experiência que a família constituída por um homem e uma mulher unidos por um vínculo indissolúvel e seus filhos, fundada sobre o matrimônio, é a melhor maneira de viver o amor humano, a maternidade e a paternidade.

Ela é o caminho da plena realização humana e, ao mesmo tempo, constitui o bem mais decisivo para que a sociedade cresça na verdade e na paz, porque ela corresponde ao Vosso desígnio de amor.

Senhor Deus, Verbo Encarnado na família de Nazaré, escolhestes uma família como a nossa para habitar entre nós e compartilhar em tudo a nossa condição humana, menos o pecado. Viestes até nós para ser o nosso Redentor, para salvar a nós e a nossos filhos de atitudes e decisões insensatas, de caminhos de destruição e de morte, dos dramas que acompanham cada existência humana.

Vinde para reavivar em nós o amor que se doa e fortalecer os vínculos de afeto recíproco, para que juntos construamos um mundo de gratuidade amorosa e de vida fraterna. Assim veremos florescer uma sociedade justa e solidária, que valoriza e ama a família, onde seja possível experimentar a felicidade verdadeira, até o dia em que chegaremos junto de Vós, no Vosso Reino de Paz definitiva.

Nossa família, que constitui o bem mais precioso na nossa vida e o maior recurso da nação brasileira, está sendo descaracterizada e desvalorizada por diversas forças sociais e políticas, querendo assemelhá-la a qualquer união que ofereça afeto e cuidados. Até os pais correm perigo de serem desapropriados de sua responsabilidade educativa.

Senhor Deus, Divino Espírito Santo, vinde fortalecer nosso ardor evangélico, para sermos discípulos missionários de Jesus, portadores do seu amor e da sua potência divina que vence a morte.

Pedimos-vos que nossa família se torne cada vez mais casa de comunhão, capaz de vencer os conflitos, escola da fé e dos valores humanos e sociais, lugar onde se partilham as esperanças e as lutas e se acompanha o crescimento de cada filho. Assim, nossa família será fonte de alegria e de beleza, nascente de satisfação e de força para construir positivamente o horizonte de realização de cada pessoa e o bem de toda a sociedade.

Ajudai-nos, Senhor a valorizar o grande dom que é a família, preservando-a dos males que a ameaçam e iluminai nosso caminho para superar os conflitos entre o trabalho a família e a festa, para promover a família cidadã, que auxilia a sociedade a superar a violência e a corrupção, a encontrar caminhos da paz.

Sagrada Família de Nazaré, Jesus, Maria e José, abençoai as nossas famílias brasileiras. Amém.

 

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out
19

Quando uma discussão é construtiva?

DRNunca discutir é impossível, mas é possível fazê-lo sempre com inteligência

Esta é a frase que inspira o livro de Stephanie Schneider “Quando discutir faz bem” (Editora San Paolo), que ensina como enfrentar as divergências familiares de maneira construtiva.

Discutir, ressalta a autora, quer dizer não ser indiferente e revelar um pensamento bem preciso: “Você é tão importante para mim que me agito. E se eu luto por isso, demonstro que me importo”.

Discutir é “cansativo”, porque leva a lágrimas, gritos e tensões, coloca à prova as nossas forças; é aconselhado fazê-lo apenas com as pessoas com as quais nos importamos, pois com todos os outros é tempo e esforço desperdiçado.

Do mesmo modo, não é preciso ter expectativas muito altas. “Às vezes existe um único remédio: diminuir o domínio e manter a boca fechada!”.

Schneider observa que “nos tornamos briguentos quando nos sentimos tratados injustamente, estamos decepcionados ou infelizes, ou temos medo de não sermos mais amados”.

Por trás de tudo isso, observa, “se esconde um paradoxo: muitas vezes quem começa a briga quer que os outros sejam gentis com ele”. Essa tática, reconhece, “não funciona particularmente bem. Com os elogios provavelmente se chegaria muito antes ao propósito do que com as recriminações. Apesar disso, persistimos a seguir esta discutível estratégia. Por isso memorizei a seguinte frase e escrevi no espelho do nosso banheiro: Quem começa uma briga precisa de mimos! Esta frase não torna mais gentil quem encontro, mas tem o dom de me tranquilizar. Se nesta situação difícil tenho presente aquele que está por trás das agressões dos outros, a minha exigência de combatê-los de repente desaparece. Por vezes o castelo de cartas que construímos durante a discussão desmorona em um flash, assim que paro de discutir e vou ao encontro do outro”.

Schneider sugere uma comparação entre “um bom pão e uma briga de família”. O que têm em comum? “Para ter algo de bom é preciso deixar repousar todos os dois por um tempo. Apertem o botão ‘pausa’ quando a tensão aumenta. O programa secreto para chegar ao bem-estar de pais e filhos são três palavrinhas: deixe-nos refletir sobre”.

“Por fim discutimos porque existe um problema e queremos mudar algo. Mas quanto mais nos agitamos, menos provável é que encontraremos uma solução. Muitas pequenas razões de conflitos se resolvem sozinhas deixando passar um pouco o tempo. E os problemas graves? Aqueles permanecerão. Meia hora a mais não pode desfazer os nós críticos que acompanham, desde sempre, a nossa vida”.

Discutir, sustenta Schneider, é portanto “normal”, mas quando é que se alcança o limite? Segundo ela, quando nos perguntamos: “Esta discussão, no fim das contas, melhora ou piora a minha vida?”.

Discutir, explica, piora a minha vida quando “ficamos com raiva e temos algo a dizer sobre qualquer coisa, mesmo sem saber bem o porquê. Se com isso, por alguma razão, deixamos passar o bom humor, renunciando a passar algumas horas agradáveis, se alguém constantemente é submisso, ou humilhado”, quando a discussão “prejudica a relação com meu marido, ou meus filhos, ao invés de treinar a nossa capacidade de lidar com conflitosaumenta o problema, sem nos aproximar de uma solução”.

A discussão melhora a vida se “supero finalmente as minhas resistências e enfrento um problema diante do qual fecho sempre os olhos. Me toca e estou escutando alguém, do qual, até aquele momento ignorei os problemas. Os nossos filhos se dão conta de que cenas assim fazem parte da vida e mais cedo ou mais tarde passam. Algumas vezes a paz nos traz a impressão de sermos ainda muito úteis, mostra que na nossa família cada um pode se expressar e existem argumentos válidos a favor das duas partes”.

A discussão não serve para vencer, mas para chegar a um acordo. Não é preciso lutar “contra” algo, sustenta Schneider, mas “por” algo.

Particular atenção é reservada às crianças, que têm “sensores especiais”, que às vezes fazem com que percebam tanto as graves como as pequenas discordâncias. Do mesmo modo, precisam saber que discutir é normal e não prejudica a relação. “Quem desde criança faz a experiência de ser perdoado apesar de seus erros e seus defeitos”, escreve o autor, “quando adulto saberá perdoar a si mesmo e os outros”.

Portanto, ao fim de uma discussão, não existe nada mais bonito do que uma linda reconciliação. “Nem todos estão dispostos a balbuciar as explicações se ajoelhando e implorando perdão até o grande abraço final, mas se pode obter ‘um pouco de paz’, mesmo sem grandes palavras e elogios. Quem consegue terminar uma discussão tem também o direito de uma recompensa”.

Roberta Sciamplicotti
Aleteia.org

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18

É hoje!!! Show Queremos Deus do Padre Fábio de Melo em Cuiabá

Acontece hoje (18/10), o Show Queremos Deus com Padre Fábio de Melo em Cuiabá, às 21h no Ginásio Aécim Tocantins. Localizado na Avenida Agrícola Paes de Barros, s/nº – Bairro Verdão (ao lado da Arena Pantanal).

Padre Fábio é uma das maiores vozes católicas do país, que emociona e comove multidões com suas músicas e mensagens de amor e paz. Será um show intimista com uma produção primorosa e o público terá a oportunidade de apreciar belas mensagens de fé. Realização de ZF Xperience.

Participe!

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Cuide da alimentação do seu filho

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Obesidade Infantil e Fome Emocional

Muitas vezes, a obesidade pode ter início na infância, principalmente, no período que compreende os dois ou três primeiros anos de idade, quando o corpo forma a maior parte das células adiposas, que são as células que “guardam gordura”.

O ganho de peso na infância pode acontecer por diversos motivos: hábitos alimentares com alto consumo de alimentos gordurosos ou ricos em açúcar, influência genética, algum problema de saúde (hormonal ou da tireóide) e estilo de vida sedentário da família. Além dessas situações, alguns aspectos psicológicos ligados às emoções, tanto da criança quanto de alguns integrantes da família que influenciam diretamente a criança, podem afetar o seu apetite para mais ou para menos.

Mudança de hábitos

É muito comum que pais, avós ou responsáveis utilizem doces ou sobremesas como “prêmio” quando a criança não quer comer a refeição principal ou quando ela está fazendo birra por algum outro motivo. Esse tipo de comportamento da família pode estimular na criança a ideia de que esses alimentos “prêmios” é que são os melhores, mais gostosos e mais importantes. Ela aprende que o alimento é a solução para todos os conflitos, pois quando come os pais ficam felizes.

Precisamos orientar aos pais que procurem outros tipos de premiações não alimentares nesses casos. Por exemplo, falar à criança que se ela comer a refeição, eles vão brincar juntos depois ou que a mãe vai ler uma nova história para ela, etc. Não esquecendo de frisar que o arroz e o feijão, os alimentos da refeição principal, são muito gostosos e importantes para ela.

Atenção à quantidade de comida

Após 1 ano de idade, a criança já come os mesmos alimentos da família. A quantidade de comida que os pais colocam no prato da criança é muito importante. Procurar fazer um prato saudável e colorido. E, se a criança quiser comer mais alguma coisa, sirva um pouco mais, assim, evitaremos que ela coma além do que seu organismo aceita e também evitamos o desperdício de alimentos. Lembre-se: quem sabe quando a criança está satisfeita é ela mesma. Se o adulto coloca muita comida no prato, não deve querer que ela raspe o prato, isso não é necessário.

Há algumas situações que levam a criança a buscar no alimento algo que emocionalmente está em falta, ou seja, falta de afeto, atenção ou carinho dos pais. Ou ainda situações de medo, angústia, ansiedade. Esses são sentimentos e situações que levam crianças, e até mesmo os adultos, a buscarem o preenchimento de outras maneiras. Uma delas é através do alimento, levando as pessoas a comerem mesmo quando não estão com fome. É o que chamamos de “fome emocional”.

Situações como o nascimento de um irmão, separação dos pais, mudança de cidade ou estado, perda de um parente, mudança de escola, ausência de um dos pais, dificuldades financeiras e adoção podem ser determinantes para a causa da obesidade.

Envolvimento familiar

Até certa idade, a criança considerada “gordinha” costuma ser vista com admiração pelos pais, como sinônimo de “fortinha”, ou seja, cheia de saúde. Hoje, sabe-se que isso não é verdade. Criança gordinha não é sinal de saúde, mas sim de risco, pois, se não cuidada, pode vir a desenvolver doenças relacionadas ao excesso de peso, como pressão alta, colesterol alto, dores articulares, diabetes, entre outros. Quando essa criança cresce e chega à adolescência, o conceito de beleza se modifica e os quilos a mais tornam-se um grande transtorno. E, então, o esforço para retomar o peso necessitará de muita disciplina e suporte da família.

Portanto, se você conhece alguma família que está passando por esse tipo de dificuldade, é muito importante orientá-la a procurar ajuda de profissionais na unidade de saúde. Médicos, nutricionistas e/ou psicólogos poderão auxiliar na melhora do quadro e acompanhar a evolução do caso.

Fonte:  Pastoral da Criança

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out
16

Segunda Missa do Tríduo Oracional Chave de Davi

IMG-20141013-WA0015É com imensa alegria que a Comunidade Canção Nova convida você e sua família para participar da Segunda Missa do Tríduo Oracional Chave de Davi de 2014. Começando nessa sexta-feira, dia 17 de outubro, às 19h30, no Rincão do Meu Senhor (ao lado da Univag).

Nessa segunda Missa do Tríduo vamos rezar pelas nossas famílias e por cada família amiga da Canção Nova.

O Tríduo Oracional Chave de Davi é uma campanha de oração criada pelo Pe. Bruno Costa da Comunidade Canção Nova no ano de 2010 e que tem sua inspiração na Palavra encontrada no livro de Apocalipse 3,7 que diz:

“Ao anjo da igreja que está em Filadélfia, escreve: Assim fala o Santo, o verdadeiro, que tem a chave de Davi, aquele que abre e ninguém fecha, e que fecha e ninguém abre”. 

Conheça o CD Oracional Tríduo Chave de Davi

Um dos frutos da campanha oracional da Chave de Davi é o CD Oracional Tríduo de Oração Chave de Davi, gravado pelo Pe. Bruno Costa com participações de Luciana Antunes, lançado pela Comunidade Canção Nova no mês julho desse ano. E você que vem participar da santa Missa pode adquirir na Loja Canção Nova esse CD Oracional que nos leva ao profundo encontro com o Senhor através da oração.

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out
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Uma questão de escolha

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 O melhor é ir devagar

O coração anda no compasso que pode. Amores não sabem esperar o dia amanhecer. O exemplo é simples. O filho que chora tem a certeza de que a mãe velará seu sono. A vida é pequena, mas tão grande nestes espaços que aos cuidados pertencem. Joelhos esfolados são representações das dores do mundo. A mãe sabe disso. O filho, não. Aprenderá mais tarde, quando pela força do tempo que nos leva, ele precisará cuidar dos joelhos dos seus pequenos. O ciclo da história nos direciona para que não nos percamos das funções. São as regras da vida. E o melhor é obedecê-las.

Participe do Show Queremos Deus no dia 18 de Outubro no Aecim Tocantins

Tenho pensado muito no valor dos pequenos gestos e suas repercussões. Não há mágica que possa nos salvar do absurdo. O jeito é descobrir esta migalha de vida que sob as realidades insiste em permanecer. São exercícios simples…

Retire a poeira de um móvel e o mundo ficará mais limpo por causa de você. É sensato pensar assim. Destrua o poder de uma calúnia, vedando a boca que tem ânsia de dizer o que a cabeça ainda não sabe, e alguém deixará de sofrer por causa de seu silêncio.

Nestas estradas de tantos rostos desconhecidos é sempre bom que deixemos um espaço reservado para a calma. Preconceitos são filhos de nossos olhares apressados. O melhor é ir devagar.

Que cada um cuide do que vê. Que cada um cuide do que diz. A razão é simples: o Reino de Deus pode começar ou terminar, na palavra que que escolhemos dizer.

É simples…

Padre Fábio de Melo

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out
14

Silenciar ou falar? O que é mais importante?

esperaNossa Senhora nos ensina em cada momento qual a atitude mais correta

A sabedoria nos ensina que precisamos saber a hora de falar e a hora de calar.

Há quem se cale e é considerado sábio, e quem se torne odioso pela intemperança no falar” (Eclo 20,5).

Uma palavra certa, na hora certa, é um bálsamo para o coração, mas uma palavra não certa, pode causar grande estrago. Somente o Espírito Santo de Deus pode nos dar o equilíbrio no falar e no silenciar.

Vamos hoje ficar atentos às nossas inclinações, porque geralmente falamos muito e, às vezes, até o que não devemos. Tomemos por modelo hoje para a nossa vida a Virgem Maria, que era pronta em escutar, e ao fazê-lo bem sabia dar as respostas precisas e essenciais.

Oremos hoje assim: Espírito Santo, ensina-nos a hora certa de falar e a de silenciar. Dá-me ouvido de discípulo.

Jesus, eu confio em Vós!

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