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01

Santa Terezinha do Menino Jesus e da Sagrada Face

Proclamada padroeira das missões pelo Papa Pio XI em 14 de dezembro de 1927, juntamente com São Francisco Xavier

Proclamada padroeira das missões pelo Papa Pio XI em 14 de dezembro de 1927, juntamente com São Francisco Xavier

“Eu sou aquilo que Deus pensa de mim”

A vida da santa Teresa de Lisieux, ou santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, seu nome de religiosa e como o povo carinhosamente a prefere chamar, marca na história da Igreja uma nova forma de entregar-se à religiosidade. No lugar do medo do “Deus duro e vingador”, ela coloca o amor puro e total a Jesus como um fim em si mesmo para toda a existência eterna. Um amor puro, infantil e total, como deixaria registrado nos livros “Infância espiritual” e “História de uma alma”, editados a partir de seus escritos. Sua vida foi breve, mas plena de dedicação e entrega. Morreu virgem como Maria, a Mãe que venerava, e jovem como o amor que vivenciava a Jesus, pela pura ação do Espírito Santo.

Com o nome de batismo Maria Francisca Tereza Martin, (1873-1897) nasceu em Alençon/França, no dia 02 de Janeiro de 1873. Foi uma criança muito amada, muito mimada também, especialmente por seu pai. Era uma criança comum, expansiva, alegre. Não havia nada de extraordinário nela. Tinha dificuldade nos estudos em gramática e cálculo, mas gostava de história e geografia.

A primeira grande perda de sua vida foi sua mãe, que morreu quando ela tinha 04 anos. Santa Terezinha, então, apegou-se a sua irmã Paulina, adotando-a como sua mãe. Mas, quando ela tinha 10 anos, Paulina ingressou no Carmelo. Foi um grande sofrimento para ela. Santa Terezinha ficou doente, uma doença misteriosa, que ela atribui ao diabo, mas que na verdade era depressão grave. Ela sempre foi hipersensível, o que agravou seu quadro. Mas, num domingo de Pentecostes, quando estava imóvel na cama, ladeada pelas irmãs que rezavam por ela, é curada pelo sorriso de Nossa Senhora.

O dia de sua primeira comunhão, muito esperada por ela, aconteceu quando tinha 12 anos e foi uma festa em seu coração. Um dia, Leônia deu para Celina e Terezinha uma caixa cheia de bugigangas suas, para que cada um escolhesse alguma coisa. Celina logo tirou um objeto. Terezinha então puxando a caixa para perto de si, disse: “ESCOLHO TUDO!” Essa será uma marca em sua espiritualidade: OU TUDO OU NADA! Depois foi a vez de Maria Luíza, sua irmã mais velha, ir para o Carmelo. Mais uma perda. Foi a época também em que Santa Terezinha adquiriu a doença dos escrúpulos, que a fez sofrer e que muito atrapalhou a sua vida espiritual. Agora era a vez de Leônia sair de casa.

Santa Terezinha teve a cura dos escrúpulos e de sua hipersensibilidade no Natal de 1886, o dia de sua “conversão completa”: quando ela tinha 13 anos, quase 14. Apesar de já ser adolescente ainda colocava presentes nos sapatos juntos à lareira, uma tradição para as crianças da Europa na época do Natal. Sem saber de sua presença na sala, naquela noite de Natal, seu pai comentou, já enfastiado, que estava satisfeito porque aquele seria o último ano em que ela faria aquilo. Para ela foi um choque ouvir isso de seu amado pai, seu “rei”, como ela dizia. Mas, nesse momento ela teve uma reação surpreendente, um momento de cura e de conversão mesmo.

Aos 14 anos, fala com seu pai que quer entrar para o Carmelo. Mas ainda não tinha idade suficiente pelo Direito Canônico. Seu pai vai conversar com o Bispo. Era preciso esperar aos 21 anos de idade. Mas a decisão e a determinação de Santa Terezinha a levaram até o Papa, na época, Leão XIII. No fim de tudo, ela consegue a autorização: entra no Carmelo com 15 anos. Terezinha, que toma o nome de Irmã Tereza do Menino Jesus da Sagrada Face será uma irmã como as outras. Poucas companheiras percebiam que ela era especial. Na monotomia do Carmelo, no serviço cotidiano, ela vai se aperfeiçoando. Em 1894, ano da morte de seu pai, ela descobre a “pequena via”.

A “pequena via” é um caminho que pode ser seguido por todos, pois é um caminho de simplicidade que não exige ne êxtases e nem penitências extraordinárias, mas somente a sabedoria de revestir de amor todas as atividades da nossa vida, até mesmo as mais ordinárias”. Viver tudo com amor, principalmente as pequenas coisas.

Santa Terezinha morreu no dia 30 de setembro de 1897. Suas últimas palavras foram: “Meu Deus eu vos amo!” As irmãs rezam o Credo. A cabeça dela se mexe, ela sorri. Entra um passarinho em sua cela, que voa sobre o seu leito e sai. Ela morre. Entrou na vida!

Foi canonizada em 1925, pelo Papa Pio XI.

Foi declarada padroeira das missões em 1927, pelo mesmo Papa.

Foi proclamada Doutora da Igreja no centenário de sua morte, pelo Papa João Paulo II em 1997.

Sua festa é comemorada em 01 de outubro.

“A caridade deu-me a chave da minha vocação. Compreendi que, se a Igreja tinha corpo, composto de vários membros, não lhe faltava o mais necessário, o mais nobre de todos. Compreendi que a Igreja tinha coração, e que o coração era ardente de amor. Compreendi que só o amor fazia os membros da Igreja atuarem e que, se o amor extinguisse, os Apóstolos já não anunciariam o Evangelho e os mártires se recusariam a derramar seu sangue…Compreendi que o amor abrange todas as vocações, alcançando todos os tempos e todos os lugares…Numa palavra, é eterno…”

“Então no transporte de minha delirante alegria, pus-me a exclamar: Ó Jesus, meu amor, minha vocação, encontrei-a afinal: MINHA VOCAÇÃO É O AMOR. Sim, atinei meu lugar na Igreja, e tal lugar, ó meu Deus, fostes vós que me destes… No coração da Igreja, minha mãe, serei o amor… Assim serei tudo… Assim se realizará meu sonho!!!”

 

Santa Terezinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, Rogai por nós!

 

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out
01

Outubro, mês das Missões

d6e7bc44feb1613d041d5385e5745b10_XLTodos os discípulos do Senhor são chamados a alimentar a alegria da evangelização

Queridos irmãos e irmãs!

 Ainda hoje há tanta gente que não conhece Jesus Cristo. Por isso, continua a revestir-se de grande urgência a missão ad gentes, na qual são chamados a participar todos os membros da Igreja, pois esta é, por sua natureza, missionária: a Igreja nasceu «em saída». O Dia Mundial das Missões é um momento privilegiado para os fiéis dos vários Continentes se empenharem, com a oração e gestos concretos de solidariedade, no apoio às Igrejas jovens dos territórios de missão.

Trata-se de uma ocorrência permeada de graça e alegria: de graça, porque o Espírito Santo, enviado pelo Pai, dá sabedoria e fortaleza a quantos são dóceis à sua ação; de alegria, porque Jesus Cristo, Filho do Pai, enviado a evangelizar o mundo, sustenta e acompanha a nossa obra missionária. E, justamente sobre a alegria de Jesus e dos discípulos missionários, quero propor um ícone bíblico que encontramos no Evangelho de Lucas (cf. 10, 21-23).

1. Narra o evangelista que o Senhor enviou, dois a dois, os setenta e dois discípulos a anunciar, nas cidades e aldeias, que o Reino de Deus estava próximo, preparando assim as pessoas para o encontro com Jesus. Cumprida esta missão de anúncio, os discípulos regressaram cheios de alegria: a alegria é um traço dominante desta primeira e inesquecível experiência missionária. O Mestre divino disse-lhes: «Não vos alegreis, porque os espíritos vos obedecem; alegrai-vos, antes, por estarem os vossos nomes escritos no Céu. Nesse mesmo instante, Jesus estremeceu de alegria sob a ação do Espírito Santo e disse: “Bendigo-te, ó Pai (…)”. Voltando-se, depois, para os discípulos, disse-lhes em particular: “Felizes os olhos que vêem o que estais a ver”» (Lc 10, 20-21.23).

As cenas apresentadas por Lucas são três: primeiro, Jesus falou aos discípulos, depois dirigiu-Se ao Pai, para voltar de novo a falar com eles. Jesus quer tornar os discípulos participantes da sua alegria, que era diferente e superior àquela que tinham acabado de experimentar.

2. Os discípulos estavam cheios de alegria, entusiasmados com o poder de libertar as pessoas dos demónios. Jesus, porém, recomendou-lhes que não se alegrassem tanto pelo poder recebido, como sobretudo pelo amor alcançado, ou seja, «por estarem os vossos nomes escritos no Céu» (Lc 10, 20). Com efeito, fora-lhes concedida a experiência do amor de Deus e também a possibilidade de o partilhar. E esta experiência dos discípulos é motivo de jubilosa gratidão para o coração de Jesus. Lucas viu este júbilo numa perspectiva de comunhão trinitária: «Jesus estremeceu de alegria sob a ação do Espírito Santo», dirigindo-Se ao Pai e bendizendo-O. Este momento de íntimo júbilo brota do amor profundo que Jesus sente como Filho por seu Pai, Senhor do Céu e da Terra, que escondeu estas coisas aos sábios e aos inteligentes e as revelou aos pequeninos (cf. Lc 10, 21).

Deus escondeu e revelou, mas, nesta oração de louvor, é sobretudo a revelação que se põe em realce. Que foi que Deus revelou e escondeu? Os mistérios do seu Reino, a consolidação da soberania divina de Jesus e a vitória sobre satanás. Deus escondeu tudo isto àqueles que se sentem demasiado cheios de si e pretendem saber já tudo. De certo modo, estão cegos pela própria presunção e não deixam espaço a Deus. Pode-se facilmente pensar em alguns contemporâneos de Jesus que Ele várias vezes advertiu, mas trata-se de um perigo que perdura sempre e tem a ver conosco também. Ao passo que os «pequeninos» são os humildes, os simples, os pobres, os marginalizados, os que não têm voz, os cansados e oprimidos, que Jesus declarou «felizes». Pode-se facilmente pensar em Maria, em José, nos pescadores da Galileia e nos discípulos chamados ao longo da estrada durante a sua pregação.

3. «Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado» (Lc 10, 21). Esta frase de Jesus deve ser entendida como referida à sua exultação interior, querendo «o teu agrado» significar o plano salvífico e benevolente do Pai para com os homens. No contexto desta bondade divina, Jesus exultou, porque o Pai decidiu amar os homens com o mesmo amor que tem pelo Filho. Além disso, Lucas faz-nos pensar numa exultação idêntica: a de Maria. «A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador» (Lc 1, 46-47). Estamos perante a boa Notícia que conduz à salvação. Levando no seu ventre Jesus, o Evangelizador por excelência, Maria encontrou Isabel e exultou de alegria no Espírito Santo, cantando o Magnificat. Jesus, ao ver o bom êxito da missão dos seus discípulos e, consequentemente, a sua alegria, exultou no Espírito Santo e dirigiu-Se a seu Pai em oração. Em ambos os casos, trata-se de uma alegria pela salvação em ato, porque o amor com que o Pai ama o Filho chega até nós e, por obra do Espírito Santo, envolve-nos e faz-nos entrar na vida trinitária.

O Pai é a fonte da alegria. O Filho é a sua manifestação, e o Espírito Santo o animador. Imediatamente depois de ter louvado o Pai – como diz o evangelista Mateus – Jesus convida-nos: «Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei-de aliviar-vos. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para o vosso espírito. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve» (Mt 11, 28-30). «A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 1). De tal encontro com Jesus, a Virgem Maria teve uma experiência totalmente singular e tornou-se «causa nostrae laetitiae». Os discípulos, por sua vez, receberam a chamada para estar com Jesus e ser enviados por Ele a evangelizar (cf. Mc 3, 14), e, feito isso, sentem-se repletos de alegria. Porque não entramos também nós nesta torrente de alegria?

4. «O grande risco do mundo atual, com a sua múltipla e avassaladora oferta de consumo, é uma tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consciência isolada» (Exort. ap. Evangelii Gaudium, 2). Por isso, a humanidade tem grande necessidade de dessedentar-se na salvação trazida por Cristo. Os discípulos são aqueles que se deixam conquistar mais e mais pelo amor de Jesus e marcar pelo fogo da paixão pelo Reino de Deus, para serem portadores da alegria do Evangelho. Todos os discípulos do Senhor são chamados a alimentar a alegria da evangelização. Os bispos, como primeiros responsáveis do anúncio, têm o dever de incentivar a unidade da Igreja local à volta do compromisso missionário, tendo em conta que a alegria de comunicar Jesus Cristo se exprime tanto na preocupação de O anunciar nos lugares mais remotos como na saída constante para as periferias de seu próprio território, onde há mais gente pobre à espera.

Em muitas regiões, escasseiam as vocações ao sacerdócio e à vida consagrada. Com frequência, isso fica-se a dever à falta de um fervor apostólico contagioso nas comunidades, o que faz com as mesmas sejam pobres de entusiasmo e não suscitem fascínio. A alegria do Evangelho brota do encontro com Cristo e da partilha com os pobres. Por isso, encorajo as comunidades paroquiais, as associações e os grupos a viverem uma intensa vida fraterna, fundada no amor a Jesus e atenta às necessidades dos mais carecidos. Onde há alegria, fervor, ânsia de levar Cristo aos outros, surgem vocações genuínas, nomeadamente as vocações laicais à missão. Na realidade, aumentou a consciência da identidade e missão dos fiéis leigos na Igreja, bem como a noção de que eles são chamados a assumir um papel cada vez mais relevante na difusão do Evangelho. Por isso, é importante uma adequada formação deles, tendo em vista uma ação apostólica eficaz.

5. «Deus ama quem dá com alegria» (2 Cor 9, 7). O Dia Mundial das Missões é também um momento propício para reavivar o desejo e o dever moral de participar jubilosamente na missão ad gentes. A contribuição monetária pessoal é sinal de uma oblação de si mesmo, primeiramente ao Senhor e depois aos irmãos, para que a própria oferta material se torne instrumento de evangelização de uma humanidade edificada no amor. Queridos irmãos e irmãs, neste Dia Mundial das Missões, dirijo o meu pensamento a todas as Igrejas locais: Não nos deixemos roubar a alegria da evangelização! Convido-vos a mergulhar na alegria do Evangelho e a alimentar um amor capaz de iluminar a vossa vocação e missão. Exorto-vos a recordar, numa espécie de peregrinação interior, aquele «primeiro amor» com que o Senhor Jesus Cristo incendiou o coração de cada um; recordá-lo, não por um sentimento de nostalgia, mas para perseverar na alegria. O discípulo do Senhor persevera na alegria, quando está com Ele, quando faz a sua vontade, quando partilha a fé, a esperança e a caridade evangélica.

A Maria, modelo de uma evangelização humilde e jubilosa, elevemos a nossa oração, para que a Igreja se torne uma casa para muitos, uma mãe para todos os povos e possibilite o nascimento de um mundo novo.

Papa Francisco

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set
30

Festival de Pizza Canção Nova

Uma maneira deliciosa de ajudar a Canção Nova MT

Você e sua família estão convidados para participar do delicioso Festival de Pizza Canção Nova no dia 02 de Outubro (quinta-feira), no Rincão do Meu Senhor.

Uma Quinta-feira de Adoração especial trazendo essa forma gostosa de evangelizar. As pizzas são sabor único, feitas no capricho e com muito carinho. A entrega das pizzas começará à partir das 11h no Rincão do Meu Senhor.

Adquira com antecedência quantos bilhetes você quiser por apenas R$ 20,00 cada em nossos pontos de vendas:

– Loja Canção Nova: Calçadão da Antônia Maria, 166 – Cuiabá – Centro;

– Rincão do Meu Senhor: Rua C, 600 – Cohab Dom Orlando Chaves – Várzea Grande (ao lado da Univag)

Para mais informações ligue (65) 3685-3900.

Participe conosco!

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set
29

Festa doa Arcanjos: Os Arcanjos tem a missão de nos protejar na luta contra satanás

Dia 29 de Setembro - Dia dos Santos Arcanjos

Dia 29 de Setembro – Dia dos Santos Arcanjos

No dia dos Santos Arcanjos o Papa Francisco nos ensina a importância de recorrermos a proteção deles

Cidade do Vaticano (RV) – Satanás apresenta as coisas como se fossem boas, mas a sua intenção é destruir o homem, até mesmo com motivações “humanísticas”. Os anjos lutam contra o diabo e nos defendem. Isto foi, em síntese, o que disse o Papa Francisco na homilia da Missa celebrada esta manhã na Casa Santa Marta, no dia em que a Igreja celebra a Festa dos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael.
As leituras do dias nos apresentam imagens muito fortes: a visão da glória de Deus narrada pelo Profeta Daniel com o Filho do Homem, Jesus Cristo, diante do Pai; a luta do Arcanjo Miguel e os seus anjos contra “o grande dragão, a serpente antiga, aquele que é chamado diabo” e “seduz toda a terra habitada”, mas é derrotado, como afirma o Apocalipse; e o Evangelho em que Jesus diz a Natanael: ‘Verás o céu aberto e os anjos de Deus subir e descer sobre o Filho do homem”. O Papa Francisco fala da “luta entre o demônio e Deus”:

Mas esta luta ocorre depois que Satanás procura destruir a mulher que está para parir o filho. Satanás sempre procura destruir o homem: o homem que Daniel via ali, na glória, e que Jesus dizia a Natanael que viria na gloria. Desde o início a Bíblia nos fala disto: desta sedução de Satanás para destruir. Por inveja. Nós lemos no Salmo 8: ‘Tu fizeste o homem superior aos anjos’, e esta inteligência tão grande do anjo não podia suportar esta humilhação, que uma criatura inferior fosse feita superior; e buscava destruí-la”.

Satanás, portanto, procura destruir a humanidade, a todos nós:

Tantos projetos, exceto os próprios pecados, mas tantos projetos de desumanização do homem são obra dele; simplesmente porque odeia o homem. É astuto: está escrito na primeira página do Gênesis; é astuto. Apresenta as coisas como se fossem boas. Mas a sua intenção é a destruição. E os anjos nos defendem. Defendem o homem e defendem o Homem-Deus, o Homem superior, Jesus Cristo que é a perfeição da humanidade, o mais perfeito. Por isto a Igreja honra os anjos, porque são aqueles que estarão na glória de Deus – estão na gloria de Deus – porque defendem o grande mistério escondido de Deus, isto é, que o Verbo veio na carne”.

“A missão do povo de Deus – afirmou o Papa – é guardar em si mesmo o homem: o homem Jesus”, pois “é o Homem que dá vida a todos os homens”. Ao contrário, nos seus projetos de destruição, Satanás inventa “explicações humanísticas que vão justamente contra o homem, contra a humanidade e contra Deus”:
“A luta é uma realidade cotidiana, na vida cristã: no nosso coração, na nossa vida, na nossa família, no nosso povo, nas nossas igrejas… Se não se luta, seremos derrotados. Mas o Senhor deu esta missão principalmente aos anjos, de lutar e vencer. E o canto final do Apocalipse, após esta luta, é tão bonito: ‘Agora se cumpriu a salvação, a força e o Reino de nosso Deus e o poder do seu Cristo, porque foi precipitado o acusador dos nossos irmãos, aquele que os acusava diante do nosso Deus dia e noite”.

O Papa, por fim, convida a rezar aos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael e a recitar “aquela oração antiga, mas tão bonita, do Arcanjo Miguel, para que continue a lutar para defender o maior mistério da humanidade: que o Verbo se fez homem, morreu e ressuscitou. Este é o nosso tesouro. Que ele continue a lutar para guardá-lo”. (JE)

Fonte: Site Rádio Vaticano

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set
26

Programação do Acampamento de Oração com Padre Chrystian Shankar

Acontece nesse final de semana, 27 e 28 de Setembro, o Acampamento de Oração com o tema “Descobrindo a Verdadeira Felicidade”, no Rincão do Meu Senhor (ao lado da Univag).

Teremos as participações de Padre Chrystian Shankar (apresentador do programa Alegrai-vos da TVCN), Padre Marcos César (Nossa Senhora das Graças, em Cuiabá) e a toda Comunidade Canção Nova do MT.

 Confira a programação do Acampamento:

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Organize sua caravana.

Combine com sua família e seus amigos e venha participar!

Deus nos abençoe!

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set
26

Pertence a Jesus quem leva a cruz com Ele, ensina o Papa francisco

papa-franciscoSer cristão não é um mérito, é pura graça

Cidade do Vaticano (RV) – “Ser cristão é ser cirineu e quem tem fé, se identifica nele. Pertence a Jesus quem leva com Ele o peso da Cruz”: a reflexão feita pelo Papa na homilia da manhã de sexta-feira, 26, se baseou no Evangelho de Lucas, em que Cristo pergunta aos discípulos quem as multidões pensam que Ele é, e recebe as respostas mais diversas.

“Este episódio – observou o Papa – demonstra que Jesus queria que sua identidade ficasse velada. Em certas ocasiões, quando alguém se aproximava para comunicá-la, Ele o detinha, assim como impediu várias vezes também ao demônio de revelar a sua natureza de Filho de Deus, que veio para salvar o mundo. Fazia isto para que – explicou o Papa – as pessoas não se equivocassem e pensassem que Messias fosse um líder vindo para expulsar os romanos. Só quando estava sozinho com os doze Apóstolos, Jesus começou a fazer a catequese sobre a sua verdadeira identidade”.

“É necessário que O Filho do Homem sofra muito, seja rejeitado pelos anciãos, chefes dos sacerdotes e escribas, seja morto e ressuscite. Este é o caminho de sua libertação. Este é o caminho do Messias, do Justo: a Paixão e a Cruz. E lhes explica quem é. Eles não querem entender e no Evangelho de Mateus, se vê que Pedro rejeita esta verdade: ‘Não, não! E Ele começa a revelar o mistério sobre a sua identidade: ‘Sim, em sou o Filho de Deus. Mas este é o meu caminho: devo percorrer este caminho de sofrimento”.

Esta – afirmou o Papa – é a “pedagogia” que Jesus usa para “preparar os corações dos discípulos, os corações das pessoas… a entender este mistério de Deus”:
“É tanto o amor de Deus, é tão ruim o pecado, que Ele nos salva assim: com esta identidade na Cruz. Não se pode entender Jesus Cristo Redentor sem a cruz: não se pode! Podemos até chegar a pensar que é um grande profeta, que faz coisas boas, é um santo. Mas o Cristo Redentor sem a Cruz não se pode entender. Mas os corações dos discípulos, os corações das pessoas, não estavam preparados para entendê-lo. Não haviam entendido as Profecias, não haviam entendido que justamente Ele era o Cordeiro para o sacrifício. Não estavam preparados”.

É somente no Domingo de Ramos – observa o Papa – que Cristo permite à multidão de dizer, “mais ou menos”, a sua identidade, com aquele “Bendito o que vem em nome do Senhor”. E isto porque “se estas pessoas não gritam, gritarão as pedras!”. Pelo contrário, é somente após a sua morte que a identidade de Jesus aparece em plenitude e a “primeira confissão” vem do centurião romano, conta Francisco, que conclui: “passo a passo”, Jesus “nos prepara para entendê-lo”. Nos “preparara para acompanhá-lo com as nossas cruzes no seu caminho para a redenção”:

“Nos prepara para sermos cirineus para ajudá-lo a carregar a cruz. E a nossa vida cristã sem isto, não é cristã. É uma vida espiritual, boa… ‘Jesus é o grande profeta, também nos salvou. Mas Ele e eu não…’. Não, tu com Ele! Percorrendo o mesmo caminho. Também a nossa identidade de cristãos deve ser custodiada e não acreditar que ser cristãos é um mérito, é um caminho espiritual de perfeição. Não é um mérito, é pura graça”.

Fonte: Homília Papa Francisco – Site da Rádio Vaticano

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set
25

Família em Baixa, crise em alta

familia-em-criseA falta de amor corrói a alma

Jovens de classe média e média alta têm freqüentado o noticiário policial. Crimes, vandalismo, consumo e tráfico de drogas deixaram de ser marca registrada das favelas e da periferia das grandes cidades.

O novo mapa do crime transita nos bares badalados, vive nos condomínios fechados, estuda nos colégios da moda e não se priva de regulares viagens ao exterior. O fenômeno, aparentemente surpreendente, é o reflexo de uma cachoeira de equívocos e de uma montanha de omissões. O novo perfil da delinqüência é o resultado acabado da crise da família, da educação permissiva e do bombardeio de setores do mundo do entretenimento que se empenham em apagar qualquer vestígio de valores.

Os pais da geração transgressora têm grande parte da culpa. Choram os desvios que cresceram no terreno fertilizado pela omissão. O delito não é apenas reflexo da falência da autoridade familiar. É, freqüentemente, um grito de revolta e carência. A pobreza material castiga o corpo, mas a falta de amor corrói a alma. Os adolescentes, disse alguém, necessitam de pais morais, e não de pais materiais.

Participe do Acampamento de Oração “Descobrindo a verdadeira Felicidade” com Padre Khrystian Shankar – 27 e 28 de Setembro na Canção Nova MT

Reféns da cultura da auto-realização, alguns pais não suportam ser incomodados pelas necessidades dos filhos. O vazio afetivo, imaginam na insanidade do seu egoísmo, pode ser preenchido com carros, boas mesadas e um celular para casos de emergência. Acuados pela desenvoltura anti-social dos seus filhos, recorrem ao salva-vidas da psicoterapia. E é aí que a coisa pode complicar.

A demissão do exercício da paternidade está na raiz do problema. A omissão da família está se traduzindo no assustador aumento da delinquência infanto-juvenil e no comprometimento, talvez irreversível, de parcelas significativas da nova geração.

Se a crescente falange de adolescentes criminosos deixa algo claro, é o fato de que cada vez mais pais não conhecem os próprios filhos. Não é difícil imaginar em que ambiente afetivo se desenvolvem os integrantes das gangues bem-nascidas. As análises dos especialistas em políticas públicas esgrimem inúmeros argumentos politicamente corretos. Fala-se de tudo. Menos da crise da família. Mas o nó está aí. Se não tivermos a firmeza de desatá-lo, assistiremos, acovardados e paralisados, a uma espiral de crueldade sem precedentes. É uma questão de tempo. Infelizmente.

O inchaço do ego e o emagrecimento da solidariedade estão na origem de inúmeras patologias. A forja do caráter, compatível com o clima de verdadeira liberdade, começa a ganhar contornos de solução válida. A pena é que tenhamos de pagar um preço tão alto para redescobrir o óbvio.

O pragmatismo e a irresponsabilidade de alguns setores do mundo do entretenimento estão na outra ponta do problema. A era do mundo do espetáculo, rigorosamente medida pelas oscilações do Ibope, tem na violência um de seus carros-chefes. A transgressão passou a ser a diversão mais rotineira de todas. A valorização do sucesso sem limites éticos, a apresentação de desvios comportamentais num clima de normalidade e a consagração da impunidade têm colaborado para o aparecimento de mauricinhos do crime. Apoiados numa manipulação do conceito de liberdade artística e de expressão, alguns programas de TV crescem à sombra da exploração das paixões humanas. Ao subestimar a influência perniciosa da violência ficcional, levam adolescentes ao delírio em shows de auditório que promovem uma grotesca sucessão de quadros desumanizadores e humilhantes.  A guerra pela conquista de mercados passa por cima de quaisquer balizas éticas. Nos Estados Unidos, por exemplo, o marketing do entretenimento com conteúdo violento está apontando as baterias na direção do público infantil.

A onipresença de uma televisão pouco responsável e a transformação da internet num descontrolado espaço para a manifestação de atividades criminosas (a pedofilia, o racismo e a oferta de drogas, freqüentemente presentes na clandestinidade de alguns sites, desconhecem fronteiras, ironizam legislações e ameaçam o Estado de Direito democrático) estão na origem de inúmeros comportamentos patológicos.

É preciso ir às causas profundas da delinqüência. Ou encaramos tudo isso com coragem ou seremos tragados por uma onda de violência jamais vista. O resultado final da pedagogia da concessão, da desestruturação familiar e da crise da autoridade está apresentando conseqüências dramáticas.

Chegou para todos a hora de falar claro. É preciso pôr o dedo na chaga e identificar a relação que existe entre o medo de punir e os seus efeitos anti-sociais.

 Padre Chrystian Sankar

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set
23

Acampamento de Oração "Descobrindo a Verdadeira Felicidade"

Pe Crhystian“Muitas pessoas pensam que a felicidade somente será possível depois de alcançar algo, mas a verdade é que deixar para ser feliz amanhã é uma forma de ser infeliz”.

A Canção Nova Mato Grosso promove nos dias 27 e 28 de setembro o Acampamento de Oração “Descobrindo a Verdadeira Felicidade”, com a participação do Padre Krystian Shakar  (Diocese de Divinópolis/MG) e Padre Marcos César (Arquidiocese de Cuiabá/MT).

No dia 27/9 (sábado), o Acampamento de Oração terá início às 13h30, encerrando às 18h com a santa Missa. E no dia 28/9 (domingo) terá início às 8h, encerrando às 16h com a santa Missa. No Rincão do Meu Senhor, ao lado da Univag.

A entreda é franca.

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set
22

A vida é feita de escolhas!

sr-EtoNão tenha medo de pensar, esperar, se aconselhar e só depois fazer sua escolha

Queridos irmãos, a vida é feita de escolhas!

Quantas vezes escutamos esta frase em nossa vida, e tão pouco damos atenção a ela. Porém, nestes 65 anos de vida precisei constatar que de fato é necessário se fazer muitas escolhas.

Na minha história, a mais acertada de todas que fiz, foi a escolha por ser um homem de Deus. A partir dela, tornei-me uma pessoa melhor, um pai, um filho melhor.

Existem caminhos que podem mudar o rumo da nossa história seja para o bem mas também para o mal! E é fato que o tempo vai nos dando experiência para errar menos, afinal, a vida é uma excelente escola se vivida com sabedoria, e sobretudo, com humildade para reconhecer as escolhas erradas e não fazê-las novamente.

Gostaria de levá-los a uma experiência a partir desta partilha a verificar suas escolhas. Pode ser que tenha feito algumas que tenham sido erradas mas quero lhe dizer que ainda dá tempo de voltar e consertá-las. Quanto tempo você não dá atenção devida aos seus pais? A sua família? A vida pode ser curta e o tempo perdido pode não voltar. Talvez você tenha preferido o trabalho, as festas, a curtição e tenha se perdido no que de fato é essencial na vida. Tenha certeza que a escolha certa é reservar um tempo de qualidade para estar com os que te amam. O mesmo conselho se aplica para os pais que por tantas situações esqueceram de dar a atenção devida aos filhos e este escolha podem ter consequências graves. Talvez você já esteja vendo o seu filho nas drogas, preso em uma penitenciária ou em más companhias, mas quero lhe dizer que enquanto há vida há esperança. Mude o rumo da sua vida! Seja presença! Pode ser com gestos, pois o gesto fala muito e tem grande importância; pode ser com o cuidado. Não importa o modo que você está fazendo, mas o tempo que você está fazendo, e precisa ser hoje.

Precisamos refletir também que o inimigo de Deus contribui para confundir a nossa mente, e plantar a dúvida. É necessário profundas reflexões e em alguns casos a busca de um bom aconselhamento. Por exemplo você pode ter casado e por causa das exigências próprias do relacionamento você ser levado a dizer: ” Fiz a escolha errada”. Meus irmãos, nunca devemos tomar decisões quando estamos dentro da tribulação. É preciso se acalmar, fazer memória das lindas experiências que te levaram escolher esta pessoa e verificar o que está errado. Uma decisão impulsiva pode levar você a fazer a escolha errada já tendo feito a escolha certa.

Enfim, irmãos, vivemos em um tempo que tudo precisa de velocidade, agilidade, e corremos o risco de em nome da agilidade fazer a escolha errada. Não tenha medo de pensar, esperar, se aconselhar e só depois fazer sua escolha.

Se me permite deixar um conselho de pai, a escolha certa e que pode ser tomada com toda velocidade, é a escolha por Jesus Cristo, e com Ele procurar sempre fazer as próximas escolhas, assim a chance de acertar ficará mas provável.

Deus abençoe suas escolhas e não tenha medo de voltar atrás e fazer a escolha certa caso perceba que errou.

Rezo por você!

Seu irmão,

Eto

 Fonte: cancaonova.com/eto

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set
20

Síndrome do Pânico: liberte-se e leve esta libertação.

O medo não vem de Deus.

O medo não vem de Deus.

Uma tendência atual é cairmos e deixarmos ser levados por diversos tipos de síndromes

“O medo não vem de Deus, porque os nossos primeiros pais não tiveram medo. Foi depois do pecado, que eles tiveram medo de Deus, então começaram ter medo de tudo, e hoje, estamos vivendo uma situação limite, onde as pessoas estão tomadas pelo o medo.

Até existe um medo que se chama síndrome do pânico, porque a palavra síndrome é o tipo de doença que os médicos não entendem, por isso chamam de síndrome. Um medo inexplicável que nasce nas pessoas. O medo não vem de Deus.

Através dessa oração, você possa se libertar deste pânico que você vive.

Que através desta oração, muitas pessoas libertem-se do medo e daquilo que acabou se tornando uma síndrome. Algo inexplicável e por isso devemos ser combatentes, para eliminar um grande mal que assola a humanidade.

Liberte-se e leve esta libertação para muita gente, temos que combater e acabar com o medo na sociedade atual”.

Oração:
“Senhor Jesus, o Senhor diz em tua Palavra: “No mundo tereis tribulações. Coragem! Eu venci o mundo!” O Senhor não venceu apenas a tristeza, não venceu apenas o medo, o Senhor venceu tudo! O Senhor tem a vitória. Obrigado porque a vitória é Sua. Obrigado Senhor, porque venceu e venceu ao nosso favor… Estou pedindo a graça da vitória para muita gente. Que esses meus irmãos e irmãs agarrem-se em Ti e agarrem-se na tua Palavra de confiança: No mundo tereis tribulações. Coragem! Eu venci o mundo!”

Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib

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set
19

Tríduo em honra à São Padre Pio

pio_30“Tudo que vem de Deus deixa a alma tranquila mesmo diante de aflições e contradições.”

A Canção Nova MT tem a alegria de convidar você e sua família para participar do Tríduo em honra à São Padre Pio de Pietrelcina nos dias 21, 22 e 23 de Setembro no Rincão do Meu Senhor. Serão três dias de partilha e oração. Começando no dia 21 (domingo), às 17h com a santa Missa. E, nos dia 22 e 23 às 19h também com a santa Missa.

Traga seus amigos e familiares e venha viver esse tempo forte de oração!

 

Quem foi Padre Pio de Pietrelcina?
Padre Pio de Pietrelcina, chamava-se Francesco Forgione e nasceu em Pietrelcina, no povoado de Benevento, no dia 25 de maio de 1887.

Pertencia a uma família humilde e desde muito menino Francesco trazia em si o desejo de consagrar-se totalmente a Deus e este desejo o distinguia de seus conterrâneos. Tal “diferença” foi observada por seus parentes e amigos.

Com o passar do tempo, realizou-se para Francesco o que foi o seu maior sonho: consagrar totalmente a sua vida a Deus. Em 6 de janeiro de 1903, aos dezesseis anos, entrou como clérigo na ordem dos Capuchinhos e foi ordenado sacerdote na Catedral de Benevento, a 10 de agosto de 1910. Teve assim início sua vida sacerdotal que por causa de suas condições precárias de saúde, se passou primeiro em muitos conventos da província de Benevento. Em 4 setembro de 1916 chegou ao convento de San Giovanni Rotondo, sobre o Gargano, onde ficou até 23 de setembro de 1968 até o dia de seu pranteado falecimento.

Padre Pio iniciava seus dias despertando-se a noite, dedicando-se a oração e com grande fervor aproveitando a solidão e silêncio da noite. Visitava diariamente por longas horas a Jesus Sacramentado, preparando-se à Santa Missa, e daí sempre tirou as forças necessárias, para seu grande trabalho com as almas, levando-as até Deus no Sacramento da Confissão. Atendia confissão por longas horas, até 14 horas diárias, e assim salvou muitas almas.

Um dos acontecimentos que marcou intensamente a vida do Padre Pio foi que se verificou na manhã do 20 de setembro de 1918, quando, rezando diante do Crucifixo do coro da velha e pequena igreja, Padre Pio recebeu o maravilhoso presente dos estigmas.

Os estigmas ou as feridas foram visíveis e ficaram abertas, frescas e sangrentas, por meio século. Numa carta ao Padre Benedetto, datada de 22 de outubro de 1918, o Padre Pio narra a sua “crucifixão”: “O que posso dizer aos que me perguntam como é que aconteceu a minha crucifixão? Meu Deus! Que confusão e que humilhação eu tenho o dever de manifestar o que Tu tendes feito nessa mesquinha criatura!

Fiéis de todas as partes do mundo foram até Padre Pio para rogar a sua intercessão junto a Deus. Padre Pio realizou duas iniciativas em duas direções: uma vertical até Deus com a fundação dos “Grupos de ruego”, hoje chamados “grupos de oração” e outra horizontal até os irmãos, com a construção de um moderno hospital: “Casa Alívio do Sofrimento”.

Em setembro de 1968, na celebração dos 50 anos dos estigmas e celebrar o quarto congresso internacional dos Grupos de Oração, às 2h30 da madrugada do dia 23 de setembro de 1968, faleceu Padre Pio.

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set
18

Outonos e Primaveras... por Padre Fábio de Melo

out&primParticipe do Show Queremos Deus com Padre Fábio de Melo dia 18 de Outubro em Cuiabá

Primavera é tempo de ressurreição. A vida cumpre o ofício de florescer ao seu tempo. O que hoje está revestido de cores precisou passar pelo silêncio das sombras. A vida não é por acaso. Ela é fruto do processo que a encaminha sem pressa e sem atropelos a um destino que não finda, porque é ciclo que a faz continuar em insondáveis movimentos de vida e morte. O florido sobre a terra não é acontecimento sem precedências. Antes da flor, a morte da semente, o suspiro dissonante de quem se desprende do que é para ser revestido de outras grandezas. O que hoje vejo e reconheço belo é apenas uma parte do processo. O que eu não pude ver é o que sustenta a beleza.

A arte de morrer em silêncio é atributo que pertence às sementes. A dureza do chão não permite que os nossos olhos alcancem o acontecimento. Antes de ser flor, a primavera é chão escuro de sombras, vida se entregando ao dialético movimento de uma morte anunciada, cumprida em partes.

A primavera só pode ser o que é porque o outono lhe embalou em seus braços. Outono é o tempo em que as sementes deitam sobre a terra seus destinos de fecundidade. É o tempo em que à morte se entregam

, esperançosas de ressurreição. Outono é a maternidade das floradas, dos cantos das cigarras e dos assovios dos ventos. Outono é a preparação das aquarelas, dos trabalhos silenciosos que não causam alardes, mas que mais tarde serão fundamentais para o sustento da beleza que há de vir.

São as estações do tempo. São as estações da vida.

Há em nossos dias uma infinidade de cenas que podemos reconhecer a partir da mística dos outonos e das primaveras. Também nós cumprimos em nossa carne humana os mesmos destinos. Destino de morrer em pequenas partes, mediante sacrifícios que nos faz abraçar o silêncio das sombras…

Destino de florescer costurados em cores, alçados por alegrias que nos caem do céu, quando menos esperadas, anunciando que depois de outonos, a vida sempre nos reserva primaveras…

Floresçamos.

Padre Fábio de Melo

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set
17

Não aceite a proibição mundana de adorar a Deus

fidO Senhor apenas nos pede fidelidade e paciência – Papa Francisco

Papa Francisco fez um advertência contra a tendência mundana de proibir a adoração a Deus, relegando a fé apenas a uma dimensão privada. Disse o Sumo Pontífice na sua homilia em uma missa matutina na Casa Santa Marta.

O Papa Francisco enfatizou que os cristãos enfrentam e enfrentarão provações em nome da fé. São provas como as que Jesus vivenciou durante sua vida, entre elas insultos e calúnias.

“Quando Jesus fala desta calamidade, noutra passagem diz-nos que será uma profanação do templo, uma profanação da fé, do povo: será a abominação, será a desolação da abominação. O que significa aquilo? Será como o triunfo do príncipe deste mundo: a derrota de Deus.”

O Papa recordou que a primeira leitura da Missa falava do martírio de Daniel, atirado à fossa dos leões por ter adorado a Deus ao invés do rei. Fatos assim não aconteceram apenas no passado.

“Não se pode falar de religião, é uma coisa privada, não é? Disto publicamente não se fala: os símbolos religiosos são tolos. Temos de obedecer às ordens que vêm dos poderes mundanos.”

“Podem-se fazer tantas coisas, coisas lindas, mas adorar Deus não. Proibição de adoração. Os cristãos que sofrem tempos de perseguição, tempos de proibição de adoração são uma profecia daquilo que nos acontecerá a todos.”

Francisco pediu que os cristãos não tenham medo, pois o Senhor apenas nos pede fidelidade e paciência.

“Fidelidade como Daniel, que foi fiel ao seu Deus e adorou o seu Deus até ao fim. E paciência, porque os cabelos da nossa cabeça não cairão. Adorar até ao fim com confiança e fidelidade: esta a graça que devemos pedir esta semana.”

Fonte: www.radiovaticana.va

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set
16

Debate Presidencial na TV Canção Nova

Para estudiosos, o evento tem papel importante por não estar vinculado à propaganda política.

Para estudiosos, o evento tem papel importante por não estar vinculado à propaganda política.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil realiza o debate dos presidenciáveis neste dia 16, terça-feira

O presidente da CNBB, Cardeal Raymundo Damasceno de Assis, afirmou que o objetivo do debate promovido pela Igreja do Brasil não é criar armadilha aos candidatos, mas ser um espaço para conscientizar o eleitor sobre a importância do voto.

“É uma iniciativa da CNBB para ajudar nosso eleitor no discernimento na hora do seu voto; para ouvir os projetos dos candidatos para o Brasil enquanto nação e para responder perguntas de interesse não só da Igreja, mas também nacional. Assim o eleitor poderá conhecer melhor os candidatos”.

O cardeal também recordou que a Igreja não tem partido político, nem candidato preferencial, mas ao contrário, não impõe votos e não quer se tornar “curral eleitoral”.

“A Igreja apenas facilita para o eleitor a tomada de decisão; não quer impor a ninguém um partido ou candidato, mas ajudar o eleitor para que o escolha livremente. A Igreja dá somente elementos e critérios para que o eleitor o faça”, disse.

Roteiro do debate
Os oito candidatos com representação no Congresso Nacional – Aécio Neves, Dilma Rousseff, Eduardo Jorge, Eymael, Levy Fidelix, Luciana Genro, Marina Silva e Pastor Everaldo -, participarão do debate promovido pela CNBB, nesta terça-feira, 16, às 21h30, com transmissão ao vivo pela TV Canção Nova, além de outros meios de comunicação de inspiração católica.

No primeiro bloco, os candidatos responderão a uma pergunta geral, feita pela CNBB, e terão dois minutos para resposta. O segundo bloco será dedicado às perguntas que oito bispos farão, respectivamente, aos candidatos.

“Serão oito perguntas feitas pelos bispos de várias partes do país, que trarão as realidades de suas comissões episcopais”, explicou o diretor-geral da TV Aparecida, padre Josafá Morais. Os candidatos responderão as perguntas mediante sorteio realizado ao vivo.

Já no terceiro bloco, jornalistas das mídias católicas serão responsáveis por questionar os presidenciáveis. O confronto entre os candidatos ficou reservado para o quarto bloco, sendo o quinto, para as considerações finais.

O mediador do debate, o jornalista Rodolpho Gamberini, também afirmou que não haverá possibilidade de armadilhas entre os candidatos. Segundo ele, as perguntas serão previamente preparadas, mas somente com sorteio ao vivo se saberá a quem serão dirigidas. “Não é possível fazer armadilha porque não se sabe quem responderá”, adiantou.

Assuntos de interesse da Igreja
Além dos assuntos sociais e econômicos, a Igreja do Brasil tem interesse em ouvir os candidatos acerca de temas que dizem respeito à moral católica, como a família e a defesa da vida.

“A família é importante para nós. A questão da vida é importante para nós. Então, qual é a posição do candidato com relação a esses temas? A vida é importante para ele, desde seu começo até seu término natural, ou não? Aí entra toda uma questão complexa da segurança, da defesa da vida, da promoção da vida, da defesa da dignidade humana, dos direitos humanos. São questões, às vezes, não tão enfatizadas, embora mencionadas nos debates anteriores, mas de maneira muito rápida”, explicou cardeal Damasceno.

Este é o terceiro debate de iniciativa católica. O primeiro aconteceu em proporções menores em 1989, o segundo – em São Paulo, com maior repercussão midiática –, em 2010. O diferencial deste terceiro é a sua realização nas dependências do Santuário Nacional de Aparecida, no interior de São Paulo.

 Fonte: noticias.cancaonova.com

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set
15

Alegrai-vos no Senhor!

06_chrystianshankar-002Participe do Acampamento de Oração nos dias 27 e 28 de setembro com o Pe. Chrystian Sankar 

Cada pessoa é relação. Sozinha não é nada. Só se realiza como pessoa quando entra em relação com os outros. Este relacionamento, para ser verdadeiramente humano, deverá ser um relacionamento alegre. Cada pessoa deve irradiar a alegria de viver, ao jeito de quem anda perfumado. É o perfume da alegria que faz tanta falta nesta sociedade onde há tanta gente carrancuda, pessimista, mal-humorada.

Esta alegria manifesta-se no modo de olhar. Se no coração de alguém habita a alegria, podemos ver nos olhos a brilhar a alegria que seduz. Os olhos são o espelho de uma alma em festa.

A alegria manifesta-se na conversação. As palavras são necessárias para sublinhar as qualidades das pessoas, o aspecto positivo dos acontecimentos, a beleza da vida. É uma palavra que anima, alegra, vivifica.

A alegria manifesta-se no modo de atuar. Se o pessimista se contenta em encostar-se ao muro das lamentações para dizer mal e lamuriar-se, o otimista prefere calar-se e deitar mãos à obra para fazer o possível em ordem à solução dos problemas.

A alegria manifesta-se sobretudo no coração, como símbolo universal do amor. Quem é alegre já percebeu que é no amor aos outros que encontra o combustível para se manter cada vez mais alegre. “Sonhei e vi que a vida era alegria. Acordei e vi que a vida era serviço. Comecei a servir e vi que o serviço era alegria” (R. Tagore).

Um egoísta nunca poderá ser uma pessoa feliz. Mas uma pessoa que optar por um projeto de vida que assente no amor e no serviço aos outros, esse projeto torna-se numa nascente de alegria que jorra para a eternidade.

Este bom odor da alegria deve irradiar em todos os ambientes do nosso dia-a-dia, mantendo em família e no trabalho um bom-humor que ninguém nos poderá roubar. O bom-humor torna-nos mais belos aos olhos dos outros. O bom-humor, além de ser saudável, contribui para um bom relacionamento entre as pessoas. O bom odor da alegria deve estar presente na diversão.

Falar da alegria não é fechar os olhos para não ver as tristezas deste mundo. Não podemos ignorar as crianças vítimas da fome, da guerra e das doenças. Não podemos ignorar os refugiados, os idosos que vivem sós, mergulhados na tristeza e mendigando afeto. Nem os doentes e os presos. Não podemos ignorar que vivemos num mundo imperfeito, que a maldade e o egoísmo dos homens teimam em tornar ainda mais triste.

Mas estas e outras situações não são suficientes para nos roubar a alegria.

A tristeza desmobiliza, deixa as pessoas resignadas ante o mal e a lamentarem-se. A tristeza, porque é má conselheira, pode levar as pessoas a uma atitude de revolta perante tudo aquilo que impede as pessoas de viver alegres.

A alegria, porém, mobiliza. Quem é alegre é o primeiro a empenhar-se para que todos vivam também alegres. Podemos constatar que as pessoas que mais se dedicaram ao serviço dos que sofrem e vivem tristes, eram pessoas alegres. O exemplo mais recente vem-nos da Madre Teresa de Calcutá, que era uma mulher feliz. Uma felicidade que aumentava na medida em que se dedicava aos pobres, abandonados e moribundos das ruas de Calcutá.

A alegria rima com utopia. A utopia real de sonhar que é possível um mundo melhor. Acontecerá a festa quando todos tiverem satisfeitas as necessidades básicas: alimentação, saúde, educação, emprego, segurança social… E porque as pessoas não se satisfazem com o ter tudo isto, a alegria acontecerá quando as pessoas se amarem e se sentirem amadas. Deste amor resultará a festa. Um amor sem fronteiras.

As pessoas de boa-vontade devem manter uma atitude de esperança ativa, lutando para que a alegria ganhe terreno. Só ela dá sabor à vida. Esta esperança ativa pode manifestar-se não apenas com realizar grandes obras, mas em manter nos lábios um sorriso. Quem não pode contribuir para um mundo melhor, dando o seu sorriso de pessoa feliz? Ninguém é tão pobre que não possa dar a todos a luz do seu sorriso límpido e puro como a nascente de uma fonte.

Terminamos a reflexão acerca da alegria com este conhecido decálogo sobre o sorriso: [1] Quanto custa um sorriso? Nada. [2] Quanto pode produzir? Muito. [3] Quanto tempo dura? Um instante. [4] E a sua recordação? Às vezes, toda a vida. [5] Quem é tão pobre que não o pode dar? Ninguém. [6] Quem é tão rico que não necessite dele? Ninguém. [7] Quem o dá fica mais pobre? Não, fica mais rico. [8] Quem está mais necessitado de um sorriso? Quem não o pode dar. [9] Qual é o valor social de um sorriso? Substitui qualquer palavra. [10] Qual deve ser a palavra de ordem? Sorrir sempre!

Como sempre digo: “Alegrai-vos no Senhor! Balança Povo de Deus!!!”

Fonte: www.padrechrystianshankar.com.br

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