jul
13

Jovens, façam barulho!

Papa_ParaguaiFrancisco faz um pedido aos jovens ao se despedir da América Latina

Em seu último compromisso oficial de sua viagem à América-latina, Francisco encontrou-se na Costanera, em Assunção, com 200 mil jovens do Paraguai, Brasil, Argentina e Uruguai. Em um verdadeiro clima de Jornada Mundial da Juventude (JMJ), o papa confiou aos jovens a Cruz Peregrina do Paraguai.

O papa recordou a exortação dirigida aos jovens há dois anos, quando reunidos na Catedral do Rio de Janeiro por ocasião da JMJ. “Jovens, façam barulho! Na outra vez que havia pedido a vocês para fazerem barulho, um sacerdote me falou: ‘Você disse aos jovens para fazer barulho, mas depois as consequências somos nós que devemos suportar’. Assim vos digo hoje: façam barulho e o organizem bem…”, pediu.

Ao recordar a bem-aventurança “Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos céus” o pontífice exortou os jovens a irem ao encontro do resto do mundo. “É este o plano de Jesus para nós, andar contra a corrente”, disse.

A pedido do papa, os jovens repetiram em coro algumas palavras, como “solidariedade, liberdade de coração, esperança, trabalho, esforço, serviço, conhecer Jesus e Deus é fortaleza”.

Despedida
Por volta das 19h Francisco partiu rumo à Itália, encerrando assim a maior viagem de seu pontificado e a segunda à América-latina. Após passar por Equador, Bolívia e Paraguai, o papa despediu-se do continente, deixando para trás suas mensagens de atenção com os pobres e excluídos, além das orientações sobre o cuidado com o meio ambiente.

Antes de embarcar, Francisco presenciou a apresentação de um coral de jovens índios e de um grupo de danças.

**Com informações da Rádio Vaticano

Fonte: cnbb.org.br

 

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jul
10

Missa da Campanha de Oração 2015 "A Quebra das Muralhas"

20150709113447Acontece nessa sexta-feira, dia 10/7, a sexta Missa da Campanha de Oração 2015 – A Quebra das Muralhas. No Rincão do Meu Senhor (ao lado da Univag), às 19h30.

Essa Campanha de Oração foi inspirada na passagem bíblica do Antigo Testamento do Livro de Josué 6 – onde logo depois da morte de Moisés, o Senhor Deus conduziu Josué a responsabilidade de entrar na cidade de Jericó que estava toda tomada. Josué orou ao pai 6 dias e seis noites dando uma volta em torno da cidade e no último dia deu 7 voltas, e assim os muralhas de Jericó caíram.

Vamos pedir a Deus que derrube todas as muralhas que se levantam na nossa vida: do desemprego, da enfermidade, das dividas, dos vícios, da divisão, do adultério, tudo aquilo que nos afasta de Deus e da felicidade.

Outras informações, ligue: (65) 3685-3900.

Divulgue e participe!

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jul
01

ACAMPAMENTO REVOLUÇÃO JESUS - Eu acredito no amor

rvj2015Jovem é possível dar um virada radical em sua vida!

A Comunidade Canção Nova MT traz para a juventude nos dias 4 e 5 de julho de 2015 o Acampamento Revolução Jesus com o tema “Eu acredito no amor”.

No Rincão do Meu Senhor (ao lado do Univag – VG), começando no sábado (dia 4/7) às 13h30 e o encerramento previsto às 18h30. E no domingo (dia 5/7) às 8h e o encerramento às 17h com a santa Missa. A entrada é franca.

Com participação de Adriano Gonçalves e Leticia Cavalli, membros da Comunidade Canção Nova, Padre Fábio Camargos e toda Comunidade Canção Nova  MT.

O acampamento é fruto dos testemunhos recebidos e das experiências vividas pelos apresentadores, convidados e telespectadores do programa Revolução Jesus, exibido todas as quintas-feiras, às 22h30, na TV Canção Nova ,  com o intuito de ajudar os jovens na vivência da fé, do amor, do perdão e da afetividade e sexualidade segundo os planos de Deus.

Divulgue!

Participe!

Mais informações, ligue (65) 3685-3900

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jun
26

Festival de Pizza Canção Nova

pizza_888Uma maneira gostosa de evangelizar!

Você e sua família estão convidados para participar do delicioso Festival de Pizza Canção Nova!!!

Dia 09 de Julho (quinta-feira), na Casa de Evangelização da Canção Nova. Uma Quinta-feira de Adoração especial trazendo essa forma gostosa de evangelizar. As pizzas são sabor único, feitas no capricho e com muito carinho. A entrega das pizzas começará à partir das 11h no Rincão do Meu Senhor (ao lado da Univag).

Adquirá com antecedência quantos bilhetes você quiser por apenas R$ 20,00 no Rincão do Meu Senhor.

 

Para mais informações ligue (65) 3685-3900.

Participe conosco!!!

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jun
24

Quem foi São João Batista

SJoaoBatistaJoão Batista, “o maior dos profetas”, que foi enviado para preparar os caminhos do Senhor

São João Batista, chamado o batizador, filho de Zacarias e de Santa Isabel, ambos de família sacerdotal, é um dos poucos santos que tem duas festas no Calendário Litúrgico da Igreja: 24 de julho – Natividade, e 29 de agosto – martírio. João significa “Deus é propício”; foi um milagre de Deus, pois sua mãe era estéril e engravidou já velha.

João foi o precursor do Messias, encarnou o caráter forte de Elias, o maior dos profetas do AT. Ambos aparecem a Jesus em sua transfiguração no Tabor. A sua missão é semelhante “no espírito e no poder” à do profeta Elias, que enfrenta as centenas de falsos profetas de Baal, sem medo, na fé.

Já no ventre de sua mãe, João tem o primeiro encontro com Jesus (também no ventre de Maria), “estremecendo de alegria” no ventre de Isabel. Veio para “endireitar os caminhos do Senhor,” e foi santificado pela graça divina antes de nascer. “Eis, disse Isabel, repleta do Espírito Santo, a Maria – quando tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria em meu ventre.”

Santo Agostinho nos diz que São João Batista já era comemorado a 24 de junho na Igreja africana (século IV). Jesus disse que ele foi “o maior entre os nascidos de mulher”: é o último profeta e o primeiro apóstolo, enquanto precede o Messias e lhe dá testemunho. “É mais que um profeta, disse Jesus. É dele que está escrito: eis que envio o meu mensageiro à tua frente; ele preparará o teu caminho diante de ti.”

João foi como Jesus “sinal de contradição”, pregava contra a  hipocrisia e a imoralidade, por isso pagou com o martírio o rigor moral que ele não só pregava, sem ceder, também diante da ameaça de morte de Herodes Antipas, no ano décimo quinto do imperador Tibério (27-28 a.C.).  A sua palavra de fogo parece na verdade com o “espírito de Elias”. Sua figura vai desaparecendo à medida que vai surgindo “o mais forte,” Jesus. “É preciso que ele cresça e eu desapareça” (Jo 3,30). Um verdadeiro discípulo de Jesus.

João não teve medo – como muitos de nós hoje – de reprovar publicamente o comportamento pecaminoso de Herodes Antipas e da cunhada Horodíades, o que custou-lhe a dura prisão em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto e depois a morte por decapitação.

A lição de João Batista, mártir da fé e da moral, não pode ser esquecida e nem escondida; muitos na Igreja foram mártires em situações semelhantes por denunciarem a imoralidade de sua época. Hoje, esta imoralidade é maior ainda, ferindo o coração de Deus, calcando aos pés o Evangelho, profanando a vida das mulheres, das crianças não nascidas, da família, da dignidade humana. Quem será o João Batista de hoje a pregar contra o sexo fora do casamento, a prática homossexual, o aborto, a eutanásia, a inseminação artificial, a pornografia deslavada, os inúmeros adultérios, da corrupção endêmica, da malversação do dinheiro público?… Certamente João não se calaria diante de tudo isso. E sofreria de novo a morte.

Será que teremos hoje a coragem de João, de enfrentar quem sabe os processos, a perseguição, o “martírio da ridicularização” de que falava Bento XVI? Ou será que seremos uma Igreja omissa, calada, amedrontada diante dos Herodes Antipas de hoje? Será que lâmpada será colocada sob a mesa, deixando o mundo nas trevas do pecado e da morte? Será que nos acostumaremos com o mal negando dois mil anos de ensinamentos da Igreja?

Que a intercessão de São João Batista nos dê força, coragem e  sabedoria para enfrentar o mal em nossos dias.

Prof. Felipe Aquino

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jun
23

Feirão da Providência Especial

collagePreços Especiais + Variedades Cama, Mesa, Banho e Roupas de Inverno = Você Promovendo a Evangelização

Nessa sexta-feira, dia 26 de junho, acontece o Feirão da Providência CN de Cama, Mesa, Banho e Roupas de Inverno, começando à partir das 7h30 no Rincão do Meu Senhor (ao lado da Univag – VG).

São diversos produtos com preços especiais. É a providência de Deus agindo na Canção Nova MT e na vida das pessoas mais necessitadas, de forma material e espiritual, que dispõe os corações à força de vontade e rende-os para colaborar com suas obras, essa é a única fonte que nos sustenta e faz com que possamos evangelizar até os confins do mundo, é a bondade de um Deus que não deixa faltar nada a quem Nele confia.

Participe do nosso Feirão da Providência!

Outras informações ligue (65) 3685-3900.

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jun
22

Você é alguém importante

Deus_se_importa_com_vocePara Deus você é importante sim e Ele não exige nada de você para que Ele te ame

Não existe maldição maior do que a de olharmos para nós mesmos e nos vermos muito importantes, diante dos nossos próprios olhos.

Querer ser importante, esta é a fonte da maldição que colhemos em nossa vida. Mas Jesus diz: “não tenha medo!”, pois nós temos muito mais valor que muitos pardais e muitos lírios do campo.

A maldição entrou no mundo no dia em que a serpente se aproximou de Eva no paraíso, no momento em que ela estava sozinha. Não sabemos onde Adão estava, mas ela estava sozinha quando a serpente dela se aproximou. Na revelação bíblica no livro de Gênesis, ao aceitar comer do fruto proibido, podemos perceber o desejo da mulher de ser boa, bonita, importante.

“Importa que me glorie? Na verdade, não convém! Passarei, entretanto, às visões e revelações do Senhor.” (2 Cor 12,1). Quando São Paulo foi para o território da Europa, passou por várias tribulações como açoites, naufrágios, perigo de espada, assalto, sendo até apedrejado. A cidade de Corinto era grande, portuária, era uma cidade de grandes possibilidades, mas com muita prostituição. Foi um grande desafio, para São Paulo, chegar naquele lugar. Ele pregava na sinagoga, mas sua pregação não causava muito impacto. Até que ele investiu na pregação e as pessoas começaram a se converter e, por causa disso, ele começou a ser perseguido. O trabalho de São Paulo foi tremendo, no entanto, quando foi embora, alguns começaram a falar mal dele dizendo que a sua intenção era enganar as pessoas.

Em 2 Cor 11,18 lemos: “Porque muitos se gloriam segundo a carne, também eu me gloriarei” e em 2 Cor 12,7 lemos ainda “Demais, para que a grandeza das revelações não me levasse ao orgulho, foi-me dado um espinho na carne, um anjo de Satanás para me esbofetear e me livrar do perigo da vaidade.” Fazemos de tudo para que as pessoas não vejam nosso espinho na carne, para que não vejam nossos defeitos. Em tudo enganamos para não mostrarmos que não somos perfeitos, queremos que as pessoas olhem para nós como deuses.

Deixa eu te dizer uma coisa, se você precisa de frango, cachaça, farofa para prender um homem a você, você está muito ruim. Tenha amor por você, se olhe e se veja como filha amada de Deus! Deus quer você do jeito que você é. Muitos abrem mão do projeto de Deus para viver uma mediocridade, com o intuito de que os outros a considere importante. Se você não foi importante, por exemplo, na vida de seus pais, você é importante para Deus!

Para se sentir importante para alguém, você acaba abrindo mão do projeto de Deus, do amor Dele por você. Mas Deus está te dizendo, “filho, você vale mais que os pardais!”. A sua salvação depende do Senhor Jesus e de ninguém mais. Você é responsável pelas pessoas, mas não fique mendigando amor dos outros. Muitas pessoas, por não se sentirem valorizadas, abrem mão da sua dignidade.

Deus te ama muito mais do que os pássaros do céu, do que as flores do campo. Há pessoas sendo enganadas em centro espírita, levadas pela saudade de alguém que morreu, porque aquela pessoa te fazia sentir importante. Deixe a pessoa descansar, eu sei que você tem saudade, mas se você ama aquela pessoa, verdadeiramente, saberá que ela está diante de Deus.

Não amarre ninguém a você com simpatia, macumba, porque ele te faz se sentir importante. Deus sim é o importante. Enquanto mendigamos o amor dos homens, esquecemos do amor de Deus. Não fique mendigando o amor dos outros para ser importante. Para Deus sim você é importante e Ele não exige nada de você para que Ele te ame, te queira mais.

Você não precisa se envergonhar dos seus defeitos, por causa do seu espinho na carne. A palavra “importante” significa importar, trazer de fora para dentro. Você é tão importante para Deus que, por meio da Eucaristia, Ele se entrega para estar dentro de você.

Homília do Pe. Fábio Camargos
Acampamento de Oração Livra-nos do Mal em 20/6/2015

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jun
18

Missa da Campanha de Oração "Quebra das Muralhas"

cpAcontece nessa sexta-feira, dia 19/6, a quinta Missa da Campanha de Oração 2015 – A Quebra das Muralhas. No Rincão do Meu Senhor (ao lado da Univag), às 19h30.

Essa Campanha de Oração foi inspirada na passagem bíblica do Antigo Testamento do Livro de Josué 6 – onde logo depois da morte de Moisés, o Senhor Deus conduziu Josué a responsabilidade de entrar na cidade de Jericó que estava toda tomada. Josué orou ao pai 6 dias e seis noites dando uma volta em torno da cidade e no último dia deu 7 voltas, e assim os muralhas de Jericó cairam.

Vamos pedir a Deus que derrube todas as muralhas que se levantam na nossa vida: do desemprego, da enfermidade, das dividas, dos vícios, da divisão, do adultério, tudo aquilo que nos afasta de Deus e da felicidade.

Teremos também nessa sexta-feira as deliciosas  panquecas da Canção Nova, que podem ser consumidas aqui em nosso refeitório e/ou levadas para casa. Cada Vale-Panqueca tem o valor de R$ 6,00 e dá direito a 1 super panqueca.

Outras informações, ligue: (65) 3685-3900.

Divulgue e participe!

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jun
16

Deixe o amor de Deus transformar você!

deixe_o_amor_de_deus_transformar_voceNa última sexta-feira, dia 12 de junho, o monsenhor Jonas Abib pregou no Retiro Mundial dos Sacerdotes, em Roma
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Meus irmãos, o tema que me foi dado para esta pregação é: ‘Deixe o amor de Deus transfomar você’. Essa é a grande realidade que Deus quer fazer nestes dias e nesta manhã. Deus vai fazer isso e Ele quer fazê-lo! Ele está vindo como chuva, por isso não abra o guarda-chuva.

Eu recebi este tema, porque, com alegria, eu sou uma pessoa transformada pelo amor de Deus. Eu já completei, graças a Deus, 50 anos de sacerdócio, agora, no dia 8 de dezembro de 2014. Nesses 50 anos de vida sacerdotal eu fui muito realizado, com sofrimentos, houve reveses, mas eu não trocaria nada por esses 50 anos! Eu realmente começaria tudo de novo, como se hoje fosse o dia da minha ordenação. Quando eu completei os 50 anos de ordenação sacerdotal, eu tomei a passagem da 1 Timóteo 1,12: “Dou graças àquele que me deu forças, Jesus Cristo, nosso Senhor, porque me julgou digno de confiança e me chamou ao ministério”. Eu posso dizer esta passagem também a respeito de você, sacerdote. Meu irmão, que você realmente tenha um ministério muito fecundo e cheio da graça de Deus!

Doença, ordenação sacerdotal e encontro pessoal com Jesus

No meu último ano de teologia, eu deveria me ordenar no fim daquele ano; no entanto, surgiu uma doença muito estranha: eu não conseguia ver direito, algo deixava minha vista embaralhada e tinha muitas dores de cabeça. Fui a vários médicos, de clínico geral a psiquiatra, para ver o que é que eu tinha e ninguém descobria. Alguns me deram vários remédios, mas nenhum deles resolveu. Até que os meus superiores no mês de maio (e no Brasil o ano letivo começa no mês de março) acharam melhor que eu saísse do seminário e fosse descansar para que eu melhorasse. Daí fui para o seminário menor no Brasil, pois eu sou salesiano. Fui trabalhar na terra, cavar a terra, aguar as plantas. Era algo bom, mas passavam-se os meses e eu não melhorava.

Então viram que era melhor me mandar para um hospital da região, onde o doutor Vanderlei cuidou de mim com muito esmero, mas nem assim eu não melhorava. Ele me passou vários remédios, mas nenhum deles surgiu efeito.

Quando chegou o mês de julho daquele ano, a superiora do hospital veio me dizer que, em Lorena (SP), onde ficava o nosso Instituto de Filosofia, estava começando a primeira Mariápolis (Encontro dos Focolarinos), mas eu nem sabia o que era isso. Quando cheguei ao Instituto de Filosofia, os meus colegas disseram-me que eu não fosse participar, porque era algo chato, as pessoas ficavam cantando músicas e havia oração, pois eu estava doente. Mas depois do almoço, eu não aguentei e fui até lá bem devagar. Quando eu cheguei lá, um rapaz disse-me que eu ficasse atrás da cortina porque havia um rapaz dando um testemunho. E esse rapaz de Pernambuco dizia, em seu testemunho, a respeito de Deus na doença. Ele explicou que era o encarregado daquele encontro e teve uma intoxicação durante a viagem, por isso teve de parar na Bahia e lá ficou mais de 15 dias no hospital. E ele se perguntava: “O que Deus está querendo?”. Ele não era capaz de saber o que estava acontecendo, principalmente por ser o responsável da organização do encontro. Mas ele disse confiar em Deus e estar certo de que Ele estava naquela situação. Aquelas palavras foram me tocando profundamente, porque era também a minha pergunta: “O que é que Deus está querendo da minha vida?”. No último ano de seminário, depois de quinze anos (porque nós, salesianos, fazemos quinze anos de seminário), às vésperas de minha ordenação, eu não sabia mais se iria ser ordenado ou não. Depois disso, entrei na sala do encontro e vi que não tinha nada de chato e fui me envolvendo. Numa das noites do encontro, eu estava sozinho no meu quarto, abri a Bíblia e caiu no Evangelho de São Matheus 16, no qual Jesus pergunta aos apóstolos: “E vós quem dizeis que eu sou? Simão Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!” (Mateus 16,15).

Meus irmãos, aquela pergunta de Jesus foi para mim! Eu senti Jesus dizendo: “Jonas, quem sou eu para você!”. Eu não sei o que aconteceu comigo naquele momento, quando eu vi estava ajoelhado no chão e ali me entregava para Deus. Só depois é que percebi que ali foi o meu encontro pessoal com Jesus. Mesmo sem dizer essas palavras, o meu ser inteirinho dizia para Jesus: “O Senhor é o Cristo, o Filho de Deus vivo!” Eu continuei aquela Mariápolis, mas estava diferente, até então eu estava muito desanimado, porque a resposta de Deus não acontecia e a minha doença não mudava em nada. Contudo, depois daquele encontro, sozinho no meu quarto, com essa passagem bíblica, havia ânimo, coragem, alegria e ímpeto dentro de mim. Eu tive a coragem de ir ao meu superior e dizer a ele: “Eu não posso ser ordenado?”. Eu tinha quase certeza de que ele diria “não”, mas ele me disse: “Se você fizer os exames no primeiro semestre e passar, você poderá ser ordenado”. Aquilo me deu mais ânimo ainda, então me despedi das pessoas e voltei para o seminário a fim de começar tudo de novo. Daí fui estudar para os exames e a dor de cabeça continuava. Foi muito difícil estudar por essa razão, mas estudei o máximo que eu pude. Chegou o dia de prestar os exames e, como aqui na Europa, os exames foram feitos oralmente, primeiro pela minha dificuldade, segundo porque assim eles poderiam me perguntar tudo o que queriam. Para a minha alegria, eu passei no exame e abriram-se as portas para a minha ordenação. Isso era no fim de novembro, e a minha ordenação seria no dia 8 de dezembro. Eu fui com toda a vontade rumo à minha ordenação.

Agora eu volto atrás novamente para você entender: ali aconteceu o meu encontro pessoal com Jesus que mudou o rumo da minha vida. Eu estava começando a experimentar as mudanças, e a grande mudança foi aquela: era quase um milagre eu me ordenar e eu estava às portas da ordenação. Você que é padre sabe do que estou falando, porque tive que correr com os paramentos, os objetos, cálices e convites na última hora, pois não estava preparado, nem tinha certeza [de que seria ordenado]. Mas porque eu tive o meu encontro pessoal com Jesus tudo mudou. E graças a Deus, como eu contei, no dia 8 de dezembro de 1964, eu me ordenei com mais 16 colegas de teologia.

A importância do encontro pessoal com Jesus

E o que eu quero destacar aqui é a importância de termos o nosso encontro pessoal com Jesus, principalmente nós, sacerdotes. Porque eu me encontro com alguns sacerdotes que ainda não tiveram o seu encontro pessoal com Jesus. E nós estamos em um retiro para sacerdotes, e o que Deus mais quer é que nós, sacerdotes, tenhamos um encontro com Ele. É o título da palestra: “Deixe o amor de Deus transformar você!”, e como o amor de Deus vai transformar você? Dando a você a graça de ter o encontro pessoal com Jesus. Quantos sacerdotes, até mesmo com anos de sacerdócio, têm muitas dificuldades e até mesmo de situações de pecado, porque ainda não tiveram a transformação que se dá com o encontro pessoal com Jesus. E a primeira coisa que o sacerdote precisa é ter o seu encontro pessoal com Jesus, porque ele vai ser outro Cristo no mundo. E se ele é outro Cristo pelo sacerdócio, é urgente, é necessário e imprescindível que ele tenha um encontro pessoal com Jesus.

Eu rezo por você, sacerdote: “Eu estou pedindo, Senhor, que todos estes meus irmãos no sacerdócio tenham este encontro pessoal Contigo, Jesus. Se eles não tiveram essa graça é porque não a quiseram. E com o encontro pessoal com Jesus que aconteça toda uma mudança e que eles tenham esse encontro pessoal com o Senhor!

Reze agora você, sacerdote: “Eu quero ter um encontro pessoal Contigo, Jesus. Conceda-me este encontro. Eu preciso deste encontro para ter uma vida renovada. Eu preciso ser um sacerdote novo, Senhor!“.

O trabalho com os jovens e a tuberculose

Passaram-se os anos e, graças a Deus, justamente por causa deste encontro pessoal que tive com Jesus, eu ingressei em um trabalho muito lindo. Eu fui para o colégio salesiano, onde havia uma paróquia, e fomos os primeiros no Brasil a presidir a Santa Missa para jovens. Começamos a fazer isso em 1965 e 1966 e, como não havia música própria para os jovens cantarem nas Celebrações Eucarísticas, como eu já era músico e maestro, eu mesmo as tocava no piano. Com isso, foram vindo as músicas e eles gostavam muito delas e a igreja, que era grande, ficava lotada de jovens. E mais que isso: após a Santa Missa tínhamos formação humana e espiritual com muito conteúdo sobre o Evangelho e eu os convidava a viver aquela passagem bíblica durante a semana. E o interessante é que não havia o costume de pegar a Bíblia naquela época [para fazer esse tipo de leitura e meditação]. Depois, no próximo encontro, eles partilhavam o que viviam. E cada vez mais, foi crenscendo a vivência do Evangelho entre todos. E fui vendo que era necessário que aqueles jovens também tivessem o seu primeiro encontro pessoal com Jesus.

Então organizamos um encontro [para promover essa graça], que foi muito sofrido para ser realizado por falta de compreensão das pessoas. Houve muitas contradições e maledicências, por isso fui chorando para o lugar do encontro, mas fomos. Lá tivemos momentos de oração, palestras, trabalho de grupo e celebrações da Eucaristia e momentos de confissões. E como éramos apenas dois sacerdotes, íamos noite e madrugada afora confessando aqueles jovens. No dia seguinte, quando o encontro terminou, eu pedi que cada um dissesse o que foi aquele encontro de oração. E o lindo é que diziam: “Eu tive o meu encontro pessoal com Jesus” e “Eu tive uma trombada com Jesus”. E não ficamos falando muito do encontro pessoal com o Senhor, mas mais sobre a Palavra, a doutrina da Igreja e sobre sacramentos, demos testemunhos e, no final, eles se expressavam assim.

Meus irmãos, foi algo empolgante e, a partir daquele encontro, mais jovens queriam fazê-lo. Por fim, de quinze e em quinze dias, continuamos a fazer os encontros, nos quais eu pregava, ministrava música e também confessava os participantes. E continuava todo o meu trabalho no colégio onde eu estava. Conclusão: por causa de todo este meu trabalho eu fiquei tuberculoso. E o mais difícil foi ver todo o meu trabalho cortado. Eu fui para o sanatório e, durante aquele mês, fiquei tranquilo, no quarto, tomando as injeções e foi um mês inteiro assim. Eu diria que eu estava “comportado”. Mas passado esse tempo, eu comecei a andar nos outros quartos e reparei que 80% deles eram jovens. Eu não me contive, eu que havia sido “comportado” até aquele momento, comecei a conversar com eles e a criar confiança, logo eles começaram a se confessar comigo e a contar situações dolorosas. Eu travei uma grande amizade com eles e fui percebendo que eles desejavam mais, pois também não tinham tido o seu encontro pessoal com Jesus. Chegando o Natal, a minha pergunta era esta: “O que vamos fazer com estes jovens?” E eles disseram: “Nós queremos uma Missa!”. Pensei que, por serem tuberculosos, a Santa Missa seria mais cedo, mas eles disseram: “Vamos fazê-la à meia-noite!”. E realmente as irmãs que cuidavam do sanatório permitiram e ensaiei com eles as músicas, ora com violão ora com teclado. E fizemos a Missa, as vozes desses tuberculosos ressoavam pelo sanitário e foi uma glória.

Então já comecei a pensar: “Vamos fazer um encontro para estes jovens aqui no sanatário”. Era uma loucura, mas eu me arrisquei; marquei por telefone com os pregadores para fazermos este encontro. E aconteceu um grande encontro no salão do sanatório. Foi como os outros encontros, mas com jovens tuberculosos. E eu confessava todos, porque só tinha eu de padre. E depois do encontro, você via que no semblante e no coração deles havia uma alegria nova. Eram outras pessoas. E no fim eles testemunhavam: “Eu tive aqui o meu encontro pessoal com Jesus”.

O que eu vi era o Senhor repetindo na minha vida e na vida dos jovens o que Ele fez por mim naquela Mariápolis. Só que aconteceu algo muito interessante. O médico, que cuidava pessoalmente de mim, mandou chamar o meu superior e lhe disse: “Se o senhor quer que este padre se cure, tire-o do sanatório”. E o médico foi tão incisivo que o meu superior viu que, se era para eu ser curado, eu precisava sair de lá, porque, no sanatório, eu trabalhava tanto quanto eu trabalhava antes. Então o meu superior me removeu para outro colégio, decisão que eu aceitei, mas com muita dor, porque estava pondo fim ao trabalho que eu fazia com os jovens nos encontros.

Passou-se um tempo e vi que não voltaria mais para o meu trabalho anterior, tudo aquilo já era findo. E com isso, cresceu em mim um grande sentimento de ressentimento e mágoa. No fundo, uma revolta com meus superiores, eu não queria, mas sentia isso e estava magoado. Eu que havia tido a graça do encontro pessoal com Jesus, já não tinha mais aquela alegria e entusiamo. E principalmente eu já não rezava mais, somente rezava o Ofício Divino, mas mal ainda. Você imagina um padre que não reza?

O batismo no Espírito Santo

O interessante é que eu tive um propósito como inspiração de Deus: rezar, antes de dormir, o Veni Creator: “Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos Vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso amor. Enviai, Senhor, o Vosso Espírito, e tudo será criado, e renovareis a face da terra […]”. Algumas vezes, essa era a única oração do dia, era esta e nada mais. Lá naquele colégio para onde eu fui, havia um grupo de jovens, que passaram pelos encontros que tinham feito. Aos poucos eu fui me aproximando e cuidando deles, porque percebi que necessitavam. Não podia exagerar, mas cuidava deles. E nesse grupo de jovens não havia ações nem atividades. Eram bons, mas sem ação. Então eu convidei o padre Irineu Danelon, que é hoje bispo no estado de São Paulo, para fazer uma palestra sobre ação. Quando ele chegou, pegou a Bíblia e abriu no livro dos Atos dos Apóstolos, que mostra a presença e a ação do Espírito Santo, e foi mostrando passagem por passagem. Aquelas passagens eu conhecia, mas elas tiveram uma incisão diferente na minha vida naquele momento, parece que saltavam aos meus olhos ao ver a ação do Espírito Santo nas pessoas, na Igreja e na sociedade da época.

Então eu pedi que o padre Irineu fizesse uma pregação sobre ação e ele fez sobre a ação do Espírito Santo. E era disso que aqueles jovens e eu precisávamos. Tanto assim que não consegui ficar até o fim da palestra, saí pelo fundo da sala e fui à capela e disse ao Senhor: “Senhor, eu não estou entendendo mais nada. Eu peço para fazer uma palestra sobre a ação, padre Irineu faz sobre ação do Espírito Santo. Mas eu sinto que é disso de que eu preciso. Neste momento eu estou precisando disso. Então se é disso mesmo que eu preciso, concede-me, Senhor!”.

Fiquei mais um bom momento na capela, no intervalo e na celebração da Santa Missa. E quando terminou a Missa, os jovens foram embora e eu fui fechando as portas e janelas do colégio, quando tocou o telefone. Era um padre redendorista da cidade vizinha de Aparecida (SP), a Padroeira do Brasil, que me pedia: “Estou sabendo que o padre Haroldo Rahm vai fazer uma experiência de oração aí no colégio de vocês, eu queria que você arrumasse duas vagas para os colegas meus que vão participar”. Eu disse para ele: “Vou arrumar!”, mas eu nem sabia a respeito desse encontro com o padre Haroldo Rahm. Esse sacerdote é um apóstolo do Brasil, um sacerdote norte-americano que trabalhou no início com os jovens e depois conheceu a Renovação Carismática Católica. Ele percorria o Brasil fazendo essas experiências de oração no Espírito Santo. Padre Irineu falou sobre a ação do Espírito Santo e padre Haroldo fazia a experiência com o Paráclito. E eu, que não rezava mais com antes, disse para mim mesmo: “Eu vou participar!”.

Na véspera deste encontro, o meu superior veio me dizer: “Amanhã você precisa celebrar a Santa Missa na cidade vizinha” (porque era 2 de novembro) e à tarde vamos ter reunião dos professores”. Então toda a minha expectativa de participar daquele encontro caiu por terra, e pensei: “Meu Deus, o que acontece? O Senhor me mostra que eu preciso, mas quando está à minha frente eu não posso mais participar!”. Naquela noite, eu poderia dizer que estava revoltado, por isso fui rezar: “Vinde, Espírito Santo!”,  foi como uma água fria que caía em mim e eu rezava: “Senhor, eu me entrego. E vou obedecer! Eu não posso participar, mas vou para a Missa e para a reunião”. E o bonito é que já não estava mais revoltado, fui dormir tranquilo. E na manhã seguinte, quando eu me levantei para ir presidir a Santa Missa, me deram o recado: “Padre Haroldo está aí e quer conversar com o senhor”. Fui lá e conversamos um pouco, sabendo que tinha que realizar a ordem do meu superior. Mas quando começou aquele encontro, o meu superior disse para mim: “Pode participar!”, e logo percebi que Deus tinha me atendido o pedido. Foi só um dia de retiro e no fim da Missa, o padre Haroldo disse: “Se vocês quiserem, eu imponho as mãos sobre vocês pedindo a efusão do Espírito Santo, da qual eu falei”. Porque nos seus testemunhos, ele explicava o que a Renovação Carismática Católica (RCC) estava fazendo no mundo em 1971, devido à “explosão” da renovação em 1967, que comemoraremos agora, em 2017, 50 anos.

E ele contou já naquela época o que Deus estava fazendo com a Renovação Carismática Católica e nos falou do batismo e dos dons do Espírito Santo como está na Bíblia, mas acontecendo nos tempos de hoje, e com os católicos. E eu fiquei abismado: “Mas como oração em línguas?” E acolhi. E na sacristia ele disse: “Eu imponho a mão sobre vocês para receberem o Espírito Santo”. E quando foi a minha vez, eu desejei essa graça do fundo do meu coração, eu a quis mesmo! E disse: “Deus está me dando aquilo de que eu necessito”. Só que quando o padre Haroldo chegou em mim, colocou as mãos e orou, não aconteceu nada comigo, eu fiquei do mesmo jeito, somente que, eu sendo um padre que não rezava havia muito tempo, por ressentimento e mágoa, sozinho andando pelos pátios daquele colégio, comecei a rezar como eu nunca tinha rezado na minha vida. Eu digo que era uma oração gostosa, tinha prazer e satisfação ao fazê-la. Fiquei rezando até de madrugada. Só fui para o dormitório porque de manhã eu tinha os trabalhos próprios do sacerdócio. E pela manhã, parece que as árvores tinham sido lavadas, o colégio tinha sido pintado, tudo era bonito, mas é claro, tudo estava do mesmo jeito. Dentro de mim é que tudo estava mudado. E aconteceu o que o padre Haroldo pediu: o batismo do Espírito Santo.

Digo para vocês que esta foi a grande graça na minha vida. Claro, o encontro pessoal com Jesus foi a porta de entrada e o Senhor queria me levar mais além com o batismo no Espírito. Daquele dia em diante, eu fui percebendo toda a transformação a partir da oração, porque antes eu quase não rezava. Rezava agora o Ofício Divino com prazer, a oração pessoal agora era feita com gosto. A Celebração da Eucaristia mudou totalmente, havia um fervor especial. A minha pregação mudou. Eu sempre preparei bem a minha pregação, mas, a partir daquele momento, tinha uma força diferente e um gosto novo. E até mesmo o arrependimento dos meus pecados mudou. O batismo no Espírito faz com que o Espírito Santo venha a nós e nos dê um arrependimento forte e verdadeiro. Faz com que as nossas confissões sejam substanciosas, mesmo que não tenhamos grandes pecados.

Eu saía da minha cidade e ía para a Basílica de Aparecida me confessar com grande arrependimento dos meus pecados e constato o seguinte: eu não era ainda o que eu queria ser, eu não era ainda o que Deus queria o que eu fosse, mas, graças a Deus, eu não era mais o que eu era antes. Deus fez uma mudança substancial na minha vida, maior ainda do que quando tive o meu encontro pessoal com Jesus.

O meu lema sacerdotal é: “Feito tudo para todos” da Carta aos Coríntios 9. E graças a Deus com o batismo no Espírito Santo, eu pude fazer muito mais, e me fiz tudo para todos. E como, para mim, o encontro pessoal com Jesus e o batismo no Espírito Santo foram as chaves, assim como o padre Haroldo ia pelo Brasil realizando as experiências de oração, eu comecei a fazê-las também.

As experiências do batismo pelo Brasil e oração final

Graças a Deus, corri o Brasil todo levando o batismo no Espírito Santo. São poucos os lugares do Brasil nos quais eu não estive: ora para momentos de oração, ora para congressos, pregações. E o mais importante: eu tinha um propósito, que é o seguinte: há um pastor evangélico pentecostal, do sul da África, que era chamado “Mister Pentecostes”, porque aonde quer que ele fosse, em suas palestras, ele fazia aquilo que lhe pediam, mas ele arrumava um jeito de falar do Espírito Santo, dos dons das línguas e rezar por eles. Pela graça de Deus, eu me tornei no Brasil um “Mister Pentecostes” indo a muitos lugares no país, estando com muitas pessoas e com grupos grandes, como em estádios de futebol reunindo de 100 a 20 mil pessoas. E o que fazia, dependendo do tema, eu falava do batismo e orava para que as pessoas fossem batizadas no Espírito Santo e orava em línguas. Eu posso dizer isso, com humildade, porque foi o Senhor quem tudo fez. Foi Ele quem tudo fez. Ele apenas me usou para levar a graça do batismo no Espírito Santo para várias pessoas. E desta vitória eu posso me levantar e dizer: “Obrigado, Senhor, porque me deu esta graça! Quero levar às pessoas o batismo no Espírito Santo e os dons do Espírito Santo, e o dom de línguas é a entrada. Eu peço, Senhor, que eu possa levar a muitos lugares esta grande graça. Eu peço aquilo que está no canto de Zacarias. Que eu seja este menino que vá levar a todos os lugares aonde o Senhor quiser: o encontro pessoal Contigo e o batismo no Espírito Santo e todos os dons do Espírito.

É isso que eu quero fazer com você. Talvez você já os tenha recebido e já use os dons do Espírito Santo, e para você que não os recebeu ainda. É graça! Não é o padre Jonas quem os dá, é graça de Deus. Poderia até testemunhar quantas pessoas que os receberam e tiveram suas vidas transformadas.

Oração do batismo no Espírito Santo

Senhor, eu imponho as minhas mãos, especialmente sobre os sacerdotes, mas também sobre os bispos com todo o respeito, porque eles receberam em plenitude os dons do Espírito Santo na ordenação episcopal, mas desta graça, Senhor, que transforma a vida e traz o apostolado, eles precisam também. Então, Senhor, eu peço: derrama o Espírito Santo sobre estes meus irmãos e irmãs para que sejam cheios e repletos! Senhor, assim com Elizeu, eu peço uma porção dobrada do Espírito Santo e que eles tenham a vida transformada. E partir do batismo que eles recebam os dons, e que eles se abram e recebam o dom de línguas e, depois, cada um dos dons a partir da fé carismática: o dom de sabedoria, de discernimento, da palavra de ciência, de curas, da interpretação da línguas, de profecia! Que todos os dons caiam sobre eles, porque como o Senhor disse: “O Espírito do Senhor repousou sobre mim”.

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jun
15

CNBB emite nota aos católicos e a todos os cidadãos

cristão

“Desrespeito à consciência religiosa e ao símbolo da maior fé cristã: Jesus crucificado”

Os bispos do regional Sul 1 da CNBB, reunidos por ocasião da 78ª Assembleia Anual, em Aparecida (SP), dias 10 e 11 de junho, emitiram mensagem aos católicos e a todos os cidadãos, diante dos acontecimentos da recente “parada gay”, no domingo, 7, em São Paulo. No texto, os bispos consideram que houve “desrespeito à consciência religiosa” do povo e “ao símbolo da maior fé cristã, Jesus crucificado”. O episcopado, afirmou, ainda, que “todo ato de desrespeito a símbolos, orações e liturgias das religiões constituiu crime previsto pelo Código Penal”. Confira a íntegra da mensagem:

 MENSAGEM AOS CATÓLICOS E A TODOS OS CIDADÃOS

Nós, Bispos Católicos das Dioceses do Estado de São Paulo, reunidos na 78ª Assembleia do Regional Sul I da CNBB, diante dos acontecimentos da recente “parada gay 2015”, ocorrida na cidade de São Paulo, com claras manifestações de desrespeito à consciência religiosa de nosso povo e ao símbolo maior da fé cristã, Jesus crucificado, em nome da verdade que cremos, vimos através desta, como pastores do Povo de Deus:

  1. Afirmar que a fé cristã e católica, e outras expressões de fé encontram defesa e guarida na Constituição Federal: “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias” (artigo 5º, inciso VI).
  2. Lembrar que todo ato de desrespeito a símbolos, orações, pessoas e liturgias das religiões constitui crime previsto no Código Penal: “escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso” (Art. 208 do Código Penal).
  3. Apelar aos responsáveis pelo Poder Público, guardiães da Constituição e responsáveis pela ordem social e pelo estado democrático de direito, que defendam o direito agredido.
  4. Expressar nosso repúdio diante dos lamentáveis atos de desrespeito ocorridos; queremos contribuir com o bem-estar da sociedade, pois somos, por força do Evangelho, construtores e promotores da liberdade e da paz.
  5. Manifestar nossa estranheza ao constatar um evento, como citado seja autorizado e patrocinado pelo poder público, e utilizado para promover atos que afrontam claramente o estado de direito que a Constituição garante.
  6. Lembrar a todos as atitudes firmes do Papa Francisco quanto ao respeito pelo ser humano, aos mais pobres, aos mais simples, à religiosidade popular.
  7. Recordar aos católicos que a profanação de símbolos religiosos pede de nós um ato de desagravo e de satisfação religiosa, pela oração e pela penitência, pedindo ao Senhor Deus perdão pelos pecados cometidos e a conversão dos corações.
  8. Reafirmar, iluminados pelo Evangelho e conduzidos pelo Espírito Santo, nosso respeito a todas as pessoas, também a quem pensa diferente de nós. E convidamos os católicos e pessoas de boa vontade a contribuírem, em tudo, para a edificação da justiça e da paz, do respeito a Deus e ao próximo.

Por fim, confirmamos nosso seguimento a Jesus Cristo e damos testemunho da beleza de nossa fé católica, na certeza de que, assim, contribuímos para o bem da sociedade, anunciando o que de melhor recebemos: Jesus Cristo crucificado, “força e sabedoria de Deus” (1Cor 1,23s), fonte de toda misericórdia.

Aparecida, 11 de junho de 2015.
Memória Litúrgica do Apóstolo São Barnabé

Dom Odilo Pedro Scherer
Presidente do Regional Sul 1 – CNBB

Dom Moacir Silva
Vice-Presidente do Regional Sul 1 – CNBB

Dom Tarcísio Scaramussa
Secretário do Regional Sul 1 – CNBB

Fonte: cnbb.org.br

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jun
13

Repartir Sempre! Ensinamentos de Santo Antônio de Pádua

Santo-Antônio“A oração é uma relação de amor, que conduz o homem a conversar com o Senhor, criando uma alegria que envolve a alma em oração.” 

Dentro do Ano da Esperança, em que somos chamados a aprender ou reaprender a repartir sempre, neste dia 13 junho comemoramos o Dia de Santo Antônio de Pádua ou de Lisboa. Neste ano temos a coincidência de memória, pois celebramos também a do Imaculado Coração de Maria. Porém, em muitas Dioceses e Paróquias se celebra a festa do santo em que ele é padroeiro. Santo Antônio é um dos santos mais populares, venerado além de Pádua, onde foi construída uma basílica que acolhe os restos mortais dele, mas também no mundo inteiro, particularmente nos países de evangelização portuguesa, já que ele nasceu em Lisboa. São estimadas pelos fiéis as imagens e estátuas que o representam com o lírio, símbolo da sua pureza, ou com o Menino Jesus nos braços, que lembram uma aparição milagrosa, mencionada por algumas fontes literárias.

Santo Antônio nasceu em Lisboa, Portugal, em uma família nobre, por volta de 1195, e foi batizado com o nome de Fernando. Jovem vocacionado, começou a fazer parte dos cônegos que seguiam a regra monástica de Santo Agostinho, primeiramente no mosteiro de São Vicente, em Lisboa, e depois no da Santa Cruz, em Coimbra, renomado centro cultural de Portugal. Dedicou-se com interesse e solicitude ao estudo da Bíblia e dos Padres da Igreja, adquirindo aquela ciência teológica que o fez frutificar nas atividades de ensino e na pregação.

Em Coimbra, aconteceu um fato que mudou sua vida: em 1220, foram expostas as relíquias dos primeiros cinco missionários franciscanos que haviam se dirigido a Marrocos, onde encontraram o martírio. Em todas as épocas matam cristãos por causa da fé! Esse acontecimento fez nascer no jovem Fernando o desejo de imitá-los e de avançar no caminho da perfeição cristã: então, pediu para deixar os cônegos agostinianos (e) para converter-se em frade menor. A petição foi acolhida e, tomando o nome de Antônio, também ele partiu para Marrocos. Mas a Providência divina dispôs outra coisa.

Devido a uma doença, Santo Antônio se viu obrigado a voltar e acabou chegando à Itália onde, em 1221, encontrou São Francisco. Depois disso, viveu por algum tempo totalmente escondido em um convento perto de Forlí, no norte da Itália. Convidado, casualmente, a pregar por ocasião de uma ordenação sacerdotal, Antônio mostrou estar dotado de tal ciência e eloquência que os superiores o destinaram à pregação. Começou, assim, na Itália e na França, uma atividade apostólica que levou muitas pessoas que haviam se separado da Igreja a retomarem sua participação e engajamento na vida eclesial.

Nomeado como superior provincial dos Frades Menores da Itália Setentrional, Antônio continuou com o ministério da pregação, alternando-o com as tarefas de governo. Concluído o mandato de provincial, retirou-se para perto de Pádua, local em que já havia estado outras vezes. Depois de apenas um ano, morreu nas portas da cidade, no dia 13 de junho de 1231. Pádua, que o havia acolhido com afeto e veneração em vida, prestou-lhe sempre honra e devoção.

Nos “Sermões”, Santo Antônio discorre sobre a oração como uma relação de amor, que conduz o homem a conversar com o Senhor, criando uma alegria que envolve a alma em oração. Antônio nos recorda que a oração precisa de uma atmosfera de silêncio, que não coincide com o afastamento do barulho externo, mas é experiência interior, que procura evitar as distrações provocadas pelas preocupações da alma. Para Santo Antônio, a oração se compõe de quatro atitudes indispensáveis: abrir com confiança o próprio coração a Deus, conversar afetuosamente com Ele, apresentar-lhe as próprias necessidades, louvá-lo e agradecer-lhe.

Ele é invocado como “casamenteiro” pelas pessoas que desejam se casar, e assim lembrado pelo nosso folclore. A origem dessa devoção talvez esteja ligada a algum milagre feito pelo santo. Há um episódio com explicação que indica isso. Certa senhora, no desespero da miséria a que fora reduzida, decidiu valer-se da filha, prostituindo-a, para sair do atoleiro. Mas a jovem, bonita e decidida, não aceitou de forma alguma. Como a mãe não parava de insistir, a moça resolveu recorrer à ajuda de Santo Antônio. Rezava com grande confiança e muitas lágrimas diante da imagem quando, das mãos do Santo, caiu um bilhete que foi parar nas mãos da moça. Estava endereçado a um comerciante da cidade e dizia: “Senhor N…, queira obsequiar esta jovem que lhe entrega este bilhete com tantas moedas de prata quanto o peso do mesmo papel. Deus o guarde! Assinado: Antônio”.

A jovem não duvidou e correu com o bilhete na mão à loja do comerciante. Este achou graça. Mas, vendo a atitude modesta e digna da moça, colocou o bilhete num dos pratos da balança e no outro deixou cair uma moedinha de prata. O bilhete pesava mais! Intrigado e sem entender o que se passava, o comerciante foi colocando mais uma moeda e outras mais, só conseguindo equilibrar os pratos da balança quando as moedas chegaram a somar 400 escudos. O episódio tornou-se logo conhecido e a moça começou a ser procurada por bons rapazes propondo-lhe casamento, o que não tardou a acontecer, e o casamento foi muito feliz. Conta-se que daí por diante, as moças começaram a recorrer a Santo Antônio sempre que se tratava de casamento.

Temos também a tradição do Pão dos Pobres: essa prática consiste em doações para prover de pão os pobres, honrando assim o “protetor dos pobres”, que é Santo Antônio. Uma tradição liga essa obra ao episódio de uma mãe cujo filho se afogou dentro de um tanque, mas recuperou a vida graças a Santo Antônio. A mulher prometera que, se o filho recuperasse a vida, daria uma porção de trigo igual ao peso do menino. Por isso, no começo, esta obra foi conhecida como a obra do “pondus pueri” (peso do menino). Outra tradição relaciona a obra do pão dos pobres com uma senhora de Tbulon, chamada Luísa Bouffier. A porta do seu armazém tinha enguiçado de tal modo que não havia outro remédio senão arrombá-la. Fez, então, uma promessa ao santo: se conseguisse abrir a porta sem arrombá-la, doaria aos pobres uma quantia de pães. E deu certo. Daí por diante, as petições ao santo foram se multiplicando em diferentes necessidades. Toda vez que alguém era atendido, oferecia certa quantia de dinheiro para o pão dos pobres. A pequena mercearia de Luísa Bouffier tornou-se uma espécie de oratório ou centro social. A benéfica obra do “pão dos pobres” teve extraordinário desenvolvimento, com diferentes modalidades, e hoje é conhecida em toda parte.

Para preparar a festa de Santo Antônio, um dos santos juninos, cuja memória é cercada de folguedos tradicionais da cultura brasileira, temos uma trezena: são 13 dias de orações e preparações, lembrando a data da morte de Santo Antônio e quando celebramos sua memória.

Como estamos vivendo o Ano Arquidiocesano da Esperança, queremos propor Santo Antônio como exemplo daquele que viveu a virtude da partilha e se preocupou em repartir os muitos dons que possuía em favor dos mais pobres, levando a esperança cristã. Vamos imitá-lo, lembrando o seu santo ensinamento: “Se o espírito colocar de lado o cuidado ansioso com coisas temporais, jamais se aproximará de Deus. As pessoas que estão presas em infinitas preocupações temporais fazem com que os fardos do pecado e o peso da preocupação com o mundo alcancem sua alma. As coisas temporais são como uma nuvem matinal. Não são absolutamente nada, no entanto, como uma nuvem, parecem ser algo. A nuvem matinal impede que vejamos o sol, e o excesso de bens temporais desvia a alma dos pensamentos de Deus”. (p.423. Madeline Pecora Nugent…). Vamos partilhar o que temos, a exemplo de Santo Antônio, para que Deus nos ajude a viver neste vale de lágrimas. Que ele interceda por nós que somos chamados, como testemunhas da esperança, a ser discípulos missionários de Jesus Cristo. Que o entusiasmo e obediência na missão do nosso Santo nos inspirem em nossa vida e nos entusiasmem em nossa missão permanente. Santo Antônio, rogai por nós!

Cardeal Orani João Tempesta, Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro / RJ
Fonte: cnbb.org.br

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jun
11

Vaticano reconhece milagre pela intercessão de padre mineiro

Padre VictorO Papa Francisco autorizou, no dia 5, a promulgação do decreto que reconhece um milagre por intercessão do padre Francisco de Paula Victor

Considerado Servo de Deus pela Igreja. O documento divulgado no último sábado pela Congregação para a Causa dos Santos torna possível a beatificação do sacerdote nascido em Campanha (MG), no ano de 1827.

No dia 2 de junho, a comissão de cardeais e bispos esteve reunida na Santa Sé para examinar a cura atribuída ao Servo de Deus. De acordo com a diocese, todos foram unânimes no parecer favorável à ocorrência do milagre.

O caso em questão é o de uma professora de Três Pontas (MG), onde o padre atuou por mais de 50 anos. Maria Isabel de Figueiredo pediu a intercessão de padre Victor durante uma novena para que conseguisse engravidar, após várias tentativas e dois anos de tratamentos. Uma médica da região que realizou atendimento à docente afirmou que “a gravidez dela não era possível de forma natural porque a paciente não tem uma das trompas e a outra é totalmente obstruída”.

 

Padre Victor
Filho de uma escrava, o jovem Francisco de Paula Victor, em 1848, trabalhava como alfaiate. Naquele ano, a cidade de Campanha recebia a visita do arcebispo de Mariana (MG), dom Antônio Ferreira Viçoso. Victor procurou o prelado para manifestar o desejo de ser padre. Com alegria, dom Viçoso o levou para o Seminário de Mariana, onde foi aceito em 5 de junho de 1849, em plena época da escravidão no Brasil. Sua ordenação presbiteral ocorreu em 14 de junho de 1851.

Durante um ano atuou em Campanha, sua cidade natal. Em 1852, tornou-se vigário encomendado, em Três Pontas (MG). Em sua atuação na paróquia, visitava doentes, amparava os inválidos, zelava pela infância desvalida e atendia a população em suas necessidades. Naquela região, criou a escola Sagrada Família.

Seu trabalho em Três Pontas durou 53 anos. Em setembro de 1905, faleceu. Por ocasião de seu sepultamento, uma afluência de fiéis o homenageou em procissão pelas ruas da cidade, onde é considerado o “Anjo Tutelar”.

No mês de setembro é comemorado o aniversário de morte de padre Victor. A diocese promove no mês celebrações e novenas na intenção pela beatificação, que deve ser celebrada no mês de novembro, quando se recorda o Dia da Consciência Negra.

Processo
O processo de beatificação do sacerdote teve início em 1993. Os postuladores da causa participaram da exumação do corpo em 1998, em Três Pontas. Em fevereiro de 2001, historiadores da Congregação para a Causa dos Santos aprovaram o positio, documento que trata da vida, das virtudes e da fama de santidade do candidato aos altares.

Fonte: cnbb.org.br

 

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jun
09

Feirão da Providência de Junho

F_ig15Tudo pronto para o Feirão da Providência Canção Nova em prol da evangelização!

Será nessa quarta-feira, dia 10 de JUNHO de 2015, no Rincão do Meu Senhor (ao lado da Univag – VG, a partir das 7h30.  Teremos roupas novas e semi-novas (vestidos, blusas, sapatos), artigos de decoração para a sua casa, brinquedos, utensílios domésticos e muitas outras novidades. Tudo com preços especiais.

Além do Feirão da Providência teremos adoração ao Santíssimo Sacramento das 8h às 11h e Santa Missa do Trabalhador às 12h e nossa lanchonete cheia de coisas gostosas.

Você também pode ajudar
Traga roupas, calçados ou utensílios que você não utiliza mais e que doados podem ser revertidos em ajuda a evangelização. Toda iniciativa é bem vinda.

Participe e divulgue!

Outras informações: (65) 3685-3900.

 

 

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jun
06

Chegou o dia do Arraiá Canção Nova!!!

arraiaArraiá da Canção Nova MT 2015 com Fernanda Ferreira, Samuel e Banda Forró Buscai

Hoje tem Arraiá meu povo!!! Viva Santo Antonio, São Pedro e São João! Viva as comidas tão gostosas que invadem esse mês que nos faz tão bem!

Por isso a Canção Nova MT convida você e toda sua família para participar do Arraiá Canção Nova MT, hoje, sábado às 18h30, no Rincão do Meu Senhor (ao lado da Univag).

A animação fica por conta da Fernanda Silva, Samuel Ferreira e Banda Forró Buscai e a alegria é garantida para todos nós.

Teremos Comidas típicas, pescaria, pamonha, milho, churrasquinho, muito forró, quadrilha e muito mais!

Faça já sua caravana, organize-se com a sua família, prepare seu traje tipico e venha gastar o chinelo na presença do Senhor no Arraiá da Canção Nova!

Outras informações ligue: (65) 3685-3900

 

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jun
03

Significado da Solenidade de Corpus Christi

O Corpo e o Sangue de Cristo presentes na Sagrada Comunhão.

O Corpo e o Sangue de Cristo presentes na Sagrada Comunhão.

Corpus Christi é celebrado 60 dias após a Páscoa

Nesta quinta-feira, dia 04, a Igreja Católica, em todo o mundo comemora o dia de Corpus Christi. Nome que tem origem do latim e significa “Corpo de Cristo”.

A festa de Corpus Christi celebra solenemente o mistério da Eucaristia – o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.

Acontece sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.

“O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna e, eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente” (Jo 6, 55 – 59).

Através da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.

Origem da Celebração

A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.

Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal “Trasnsiturus de hoc mundo”, estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes.

A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças.

No Brasil

No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.

A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento.

A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.

Durante a Missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.

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