mar 242016
 

A anunciação do arcanjo é talvez a passagem da Bíblia mais conhecida e mais repetida. Na recitação da Ave-Maria, no Ângelus, na recitação do rosário e nas diversas manifestações da arte. A vida cristã carrega no coração e tem como princípio e fim a encarnação do Verbo: o Filho de Deus se fez homem para que nós nos tornássemos filhos e filhas de Deus.

Maria pelo anúncio do Arcanjo se torna símbolo de todo crente e da Igreja Inteira. O que aconteceu nela deve acontecer em cada um e em todos nós: O “sim” da criatura que acolhe e gera o Verbo – que é desde o princípio e no qual tudo tem princípio – é a finalidade da criação.

O mistério narrado no Evangelho de Lucas 1,26-38 pode ser contemplado sob vários aspectos. Vai depender do ponto de vista: pode-se considerar Maria como imagem do crente (aquele que crê), vértice do mundo criado, o resto de Israel, realização das promessas e outros. Mas podemos colocar-nos do ponto de vista do próprio Deus. Lugar mais privilegiado que este para contemplar as criaturas não pode existir. Deste ponto de vista, a encarnação é o encontro querido por Deus desde toda a eternidade, o momento – aquele agora, no sexto mês depois de João Batista – em vista do qual o tempo teve início, coroamento do seu sonho de amor, prêmio de todos os seus esforços, recompensa da sua fadiga. Finalmente – esta é a profundidade da acolhida de Maria – das profundezas da criação que se afastou Dele pelo pecado, se levanta um “sim” capaz de atrair o próprio Deus. E Ele, na pessoa do Filho, vem e se compromete para sempre com a história do homem, que, a partir de então, é indissoluvelmente e fisicamente, história de Deus também.

Anunciacao

Não se pode imaginar a alegria de Deus em poder dizer: “Alegra-te” àquela mulher de nome Maria, que não está no Templo, em Jerusalém, mas em sua humilde casa, em Nazaré, esposa de um carpinteiro, de nome José! Como ele talvez desconfiasse, ela tem, de verdade, outro esposo, um misterioso e desconhecido esposo. Esposo que, depois de tantos reveses, encontrou a esposa de seu coração. O sofrimento do Divino esposo acabou, a tristeza foi embora, pois ele é abraçado por quem Ele ama. A sua oferta de amor finalmente encontrou mãos e braços e corpo que a acolhem. Em Maria, os grandes braços do mundo e o corpo mesmo que o universo contêm, concebem e apertam Aquele sem o qual o ser humano não é humano. Diz-nos Santa Clara de Assis: “O amor é, finalmente amado”.

O amor encontrou uma casa onde morar e a casa do homem encontrou alguém para preenchê-la. Não está vazia, esta cheia da graça. A ausência se faz agora presença. No silêncio fala, irreversivelmente, a Palavra. Assim, a encarnação – que não pode ser desligada da Paixão e Morte – tem um caráter “passional”. Revela, à luz da Cruz, a paixão de Deus. É o inicio do casamento entre Deus e a humanidade. Aquele (Deus) já morre de amor; e a humanidade, em Maria, já se sente irremediavelmente atraída por ele. Este amor será mais forte que a morte (cf. Ct 8,6).

A nossa salvação consiste justamente em tornar-nos, pela graça, como Maria. Nossa vocação e destino é dizer “sim” à proposta de amor de Deus, dar carne em nosso corpo ao Verbo eterno, gerar no mundo o Filho. “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!”.

Deus abençoe!
Seu irmão,
Padre Gevanildo Torres
Missionário da Comunidade Canção Nova em Curitiba

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mar 182016
 

Ele me leva pela mão! Hoje tenho a alegria de dizer que não fiquei e nunca ficarei órfã, pois o Pai adotivo de Jesus também teve a bondade de me adotar!

Minha história com São José começou em 2004, quando fiz meu encontro pessoal com Jesus, em um encontro de Carnaval na Canção Nova. Eu estava inflamada pelo desejo de rezar, mas não sabia como. Então, alem de ler muito a Sagrada Escritura, eu fazia as orações que tinham no final da minha Bíblia, entre elas uma a São José. Ali eu aprendi que São José havia sido escolhido pela Vontade de Deus, mesmo que esta custasse a dele. Aprendi que ele amava mais a Jesus e a Maria do que a si mesmo, e era silencioso, discreto, obediente. A ele consagrei meu desejo de fazer a Vontade de Deus, de segui-la mesmo que em algum momento parecesse contraria a minha.

saojose

O tempo passou e eu entrei para a Comunidade Canção Nova. No final do meu primeiro ano de comunidade já não rezava mais tanto com São José, embora nunca o tivesse esquecido. Foi quando encontrei no porão da casa de Lavrinhas (onde eu morava), uma imagem do santo. Passava por ali todos os dias e dizia a ele que gostaria de carregar aquela imagem comigo. Neste tempo alguns amigos começaram a falar mais de São José, e um deles me ofereceu a imagem. A prática devocional, neste momento, se reacendeu. Foi como se ele, que tanto intercedeu por minha vocação, a tomasse nas mãos naquele momento. Mas o que eu não esperava é que São José, de intercessor, se tornasse para mim um pai! Em Queluz, já nos primeiros meses do meu segundo ano na comunidade, vivi muitas experiências fortes com a presença paterna de São José, que me socorria em situações próprias de um pai. Ganhei alguns presentes que foram como sinais da sua presença, como o óleo do Santuário de São José e a água da Fonte onde ele apareceu, na França. Sua presença ficou muito forte. Não tenho dúvidas de que ele se antecipou em me adotar como filha, para que eu não ficasse nenhum só momento órfã. No mês de julho eu perdi meu pai de uma maneira muito dura e trágica. Desde o momento em que recebi a notícia senti São José segurando a minha mão e me dizendo para não ter medo.

E assim vivo cada dia, sabendo que tenho um pai. A ele peço as coisas que pediria ao meu pai, aquilo que só ele poderia fazer por mim! E, nesta linda dinâmica de filha, sigo dia apos dia, na certeza de que nunca ficarei órfã!

Sua irmã,
Lízia Carla
Missionária da Comunidade Canção Nova em Roma.

 Posted by at 08:00
mar 142016
 

No dia Nacional da Poesia, confira uma das poesias de São João Paulo II:

HOMEM DE INTELECTO

Tira da vida a variedade e atração

Espontaneidade, talento

Gosto da aventura.

Reduzidas as tuas fórmulas, noções de opiniões

Condensam os conteúdos, apesar disso, ficando em jejum.

Não derrubes a minha barreira! É necessária a todos

Todo caminho do homem conduz ao pensamento.

DiaNacionaldaPoesia

Canção Nova Curitiba, lugar de Encontro com Deus!

 Posted by at 08:00
mar 092016
 

Nos dias 16 e 17 de abril a Canção Nova Curitiba promove um final de semana só para mulheres! Contará com a presença de quatro mulheres de Deus: Celiane Ramos (comunidade CN), Antonieta Sales (comunidade CN), Juliana de Paula (comunidade CN) e Adriana Poteski. No sábado começará às 14h e a terá a Noite de Cura Interior. No domingo a partir das 8h30. Todos os dias Santa Missa celebrada pelo Pe Gevanildo Torres (comunidade CN). Serão abordados temas especificos para a formação feminina. A entrada é apenas 1kg de alimento ou doação espontânea.

EncontropraMulheres

Informações: (41) 3091-1370
curitiba.cancaonova.com

Av. Marechal Floriano Peixoto – 4809
Vila Hauer – Curitiba/PR

 Posted by at 12:00
mar 092016
 

Em 2011, quando ingressei na Comunidade Canção Nova, fui morar em nossa casa de formação inicial em Lavrinhas, antigo seminário salesiano. E foi neste ambiente, com a presença forte de Dom Bosco e Nossa Senhora Auxiliadora, que conheci um grande amigo, que antes não tinha ciência de sua vida e de sua história: São Domingos Sávio. Os nossos quartos ficavam em um corredor dedicado ao Jovem Santo. Aos poucos fui percebendo a linda relação de amizade que eu começava a trilhar com São Domingos.

SaoDomingosSavio

O Pequeno Gigante, que antes queria morrer do que pecar, me trouxe a beleza de uma vida santa, pura, que ele ainda tão jovem aspirava com fervor, e que era possível de se viver. E foi com este amigo do Céu que fui vencendo os desafios nos meus afetos, na minha sexualidade, nas marcas e traumas da minha história, consagrando a ele a minha vocação, pedindo que me ajudasse a uma vida casta e pura. Assim até hoje caminho. Nas minhas aflições, dificuldades, quando caio e não tenho forças para me erguer, olho para meu amigo São Domingos Sávio. Com ele caminho, como ele quero ser.

DomingosSavio
São Domingos Sávio, rogai por nós.

Seu irmão,
Leonardo Ribeiro
Missionário da Canção Nova em Fortaleza/CE

 Posted by at 10:34
mar 082016
 

Ser mulher é um dom de Deus, que nos deu sensibilidade, força, entre tantas características próprias que é do nosso ser feminino.

A mulher tem sua dignidade e nos dias atuais, ela tem o seu trabalho, tem a casa, o marido, o cuidado com os filhos, há tantas atividades que são realizadas que diz do seu ser mulher. Mas a mulher que é chamada a viver o celibato traz um belo dom que é concedido por Deus que nem todos conhecem e sabem do seu valor que é o dom.

Amedeo Cencine diz que o celibato é um dom que Deus concede a um fiel para bem de todos, para dedicar-se de modo pleno ao serviço do povo de Deus e ao anúncio da Boa-Nova.

DiaMulherCelibato

O celibato faz a mulher ser mãe de muitos filhos para levar ao encontro do Pai misericordioso, faz dela, mulher que trabalha pelo Reino de Deus, que tem um grande Amor que se chama Jesus, como uma música que diz: Ó belíssimo esposo, o mais belo de todos os homens.

Feliz Dia da Mulher!

Sua irmã,
Micheline Maria
Missionária da Canção Nova em Cachoeira Paulista/SP

 Posted by at 11:22
mar 072016
 

Ser mulher é um dom. Somos filhas de um Pai que nos ama e cuida de nós.

A Palavra de Deus nos ensina em Provérbios 31, 10ss sobre a mulher de valor:
Ela é muito mais valiosa do que as jóias.” Você consegue perceber o seu valor como mulher? Tem deixado que as pessoas respeitem isso?
Ela lhe proporciosa sempre alegria, nunca desgosto” Pr 31, 12. Como anda o seu sorriso? Ele tem se mostrado ou se escondido diante das preocupações do dia a dia?
Ela procura lã e linho, e trabalha prazerosamente com suas mãos” Pr 31,13. A mulher jovem esbanja força para trabalhar e se dedicar aos afazeres este trabalho e atividades domesticas. Isso tem sido prazeroso pra você?
A mulher que teme o Senhor, essa sim, merece elogios” Pr 31, 30b. Como está a sua intimidade com o Deus que te criou? Ele te ama e quer revelar a sua beleza! Acredite!

DiadaMulher

Enfim, não sei quantos “X” você marcou, mas independente disso saiba que és um dom, um presente para quem convive com você, simplesmente por ser MULHER!
Feliz Dia da Mulher! Um abraço, Deus abençoe e até a próxima visita!

Sua irmã
Lívia Almeida
Missionária da Canção Nova em Cachoeira Paulista/SP.

 Posted by at 08:00
fev 142016
 

A amizade é fundamentalmente necessária para a vida e ninguém escolheria viver sem amigos, sejam os mais ricos ou os mais pobres, ela seria ainda auxílio tanto para os mais jovens, quanto para os mais velhos e também para os que estão no vigor da idade. Tal virtude estimula a prática de nobres ações, pois as pessoas são mais capazes de agir e pensar quando estão juntas. Existem diversas opiniões para definir e explicar a virtude da amizade, uns dizem que ela acontece pela afinidade, ou seja, as pessoas semelhantes seriam mais amigas. Outros dizem que as diferenças seria a principal responsável pelo seu surgimento, porém, independente de como surge sabemos que a convivência é indispensável à verdadeira amizade.

Aristóteles apresenta três espécies de amizades diferentes. A primeira se fundamentaria no interesse e seria uma amizade utilitarista a qual aconteceria com mais predominância nos mais velhos, pois na velhice as pessoas procuram não o agradável, mas o útil. Ainda a respeito desse tipo de amizade, Aristóteles alega que a mesma parece ser a que mais se forma entre contrários, por exemplo, pobre e rico, ignorante e culto, pois as pessoas ambicionam aquilo que lhes falta e dão algo em troca. A segunda espécie de amizade se fundamentaria no prazer, onde acima de tudo estaria a busca pelo que é agradável e imediato, seria uma amizade instável, pois a medida que o tempo passa, os prazeres mudam e assim mudaria também os amigos; tal amizade seria atribuída principalmente aos jovens. E por fim, a verdadeira e perfeita amizade, que não teria a sua origem nem na utilidade nem no prazer, mas na bondade que existe entre os homens que são bons e semelhantes na virtude, tais pessoas desejam o bem um do outro de forma recíproca e são bons em si mesmo.

Assim, Aristóteles define que entre as pessoas más existiriam amizades visando à utilidade e o prazer e que somente entre os bons haveria a verdadeira amizade, pois serão amigos por eles mesmos, ou seja, por causa da sua bondade. Os maus seriam amigos por acidente os bons amigos no sentido absoluto da palavra.

A boa disposição e a sociabilidade são consideradas as marcas principais da amizade. Passar juntos os dias e gostar da companhia um do outro é fundamental na amizade, o que faz com que pessoas ásperas não consigam conquistar amizades com facilidade. Para uma amizade perfeita é preciso que ambas as partes adquiram experiência reciproca e se tornem intimas, e isso custa esforço.

amizade

A relação de amizade precisaria ainda ser de igualdade, pois os amigos devem receber a mesma coisa um do outro e desejar do outro o mesmo bem que lhe concede. Porém, existe uma espécie de amizade que envolve uma desigualdade, como por exemplo, entre pai e filho, pessoas mais velhas e mais jovens, quem manda e quem obedece e ainda a amizade entre marido e mulher, pois a função de cada uma dessas pessoas é diferente e por isso igualmente diferem o amor e as razões pela quais as pessoas envolvidas são amigas. Nesse caso cada parte não recebe a mesma coisa da outra, nem deveriam pretender isso.

As pessoas, de forma geral, preferem ser amadas a amar, mas a amizade segue um caminho diferente, bem parecido com o das mães que amam seus filhos mesmo quando esses não lhes retribui na proporção que seria devido. A amizade dependeria mais de amar do que de ser amada, como prova o prazer que as mães sentem em amar seus filhos. Assim, amar parece ser a virtude característica dos amigos, de tal forma que só aqueles que amam na medida justa são amigos constantes e só a amizade desses é duradoura.

Referência:
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. 4ª Ed. São Paulo: Martin Claret, 2008. Coleção a Obra-Prima de cada Autor.

 Posted by at 08:00
fev 112016
 

Ao receber a notícia que estava com câncer, fiquei com o coração apertado, pensando em situações como família, esposa e filhas, mãe, irmãos, morrer antes de ver os netos, entrar na igreja no casamento das filhas e outras tantas coisas, mas ao mesmo tempo fui tomado por uma certeza que Deus estava no controle de todas as coisas e que esta doença e sofrimento seria para mim canal de santificação e salvação.

Desde então, passei a oferecer todo sofrimento e dor, pedindo a Deus que alcançasse com Sua misericórdia cada membro da família e familiares, cada membro da comunidade e por todos que se colocaram em oração e intercessão por minha saúde e recuperação.

Posso dizer que diante de tantos limites físicos após três cirurgias seguidas de onze dias de UTI, trinta e seis dias de internação, limites psíquicos, emocionais e até mesmo espirituais, pouco podendo fazer a não ser me entregar nas mãos de Deus, confiar e esperar.

Deus me concedeu a graça de ser “guerreiro” no ordinário de cada dia, no exercício da paciência, da espera e na confiança em Deus que me quer vivo para testemunhar as Suas maravilhas.

enfermoguerreiro

Louvo a Deus por este tempo, porque senti e sinto Sua presença e amparo, um Deus que me ama e me lutando pela santidade.

Louvo a Deus por minha família de sangue e família Canção Nova, que estiveram presentes todos os dias e em todos os momentos, especialmente nos mais difíceis, também por todos os amigos, por tantos que nem conheço por este Brasil a fora, que rezaram por mim neste tempo.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo pela minha vida.

Seu irmão,
Mazinho – missionário e responsável de missão da Comunidade Canção Nova em Curitiba

 Posted by at 08:00
jan 292016
 

Cresci participando de oratórios, momentos de teatros e danças que os salesianos faziam na minha cidade natal, Piquete/SP. Lembro que sempre quando queria participar de uma Missa “mais festiva” ia nos Salesianos, sabia que lá encontraria algo mais jovem, era um jeito adolescente de pensar. E frequentemente ouvia falar deste santo da juventude.

Na minha busca de encontrar a vontade de Deus, ingressando na Comunidade Canção Nova fui me aproximando mais dele. Na fase inicial de formação na Canção Nova (discipulado) morei em Lavrinhas e pude estreitar minha intimidade com ele. Queria saber como era seu exercício de autoridade porque estava aprendendo na comunidade como viver este pedido feito a mim. E me perguntava: quem vai me ensinar? Então fui na fonte do meu Pai Fundador, que era Dom Bosco. E fui aprendendo que precisava ser mais próxima, acessível (sentar ao chão das vidas e histórias, brincar, educar) e me dar mais a conhecer, com a comunicação da minha vida.

Logo depois, as relíquias de Dom Bosco passaram pela nossa Casa de Formação. Tive a graça de ficar uma manhã sozinha com ela onde conversei muito com ele. E foi tão confortante! Era de coração a coração, como a um amigo!

Reliquia Dom Bosco - Darlene

Depois dessa experiência resolvi escrever para Turim (Itália) partilhando da minha história e pedi uma relíquia de D. Bosco. E a recebi! Que alegria! Hoje o tenho desta forma mais perto de mim: a quem recorro, sinto seu olhar sobre mim, e peço a graça de aprender dele como recomeçar sempre com os jovens, missão me confiada hoje na missão de Curitiba. Dom Bosco dizia: “basta que sejais jovens para que eu vos ame”.

Sua irmã,
Darlene Cristina
Missionária da Comunidade Canção Nova em Curitiba

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