A minha alma é patrimônio de Deus

Arquivado em: formaçao — dialogodefe at 10:16 am on quinta-feira, março 27, 2008

Nós somos de Deus‘. A terra da minha alma é patrimônio de Deus. A vinha do Senhor, o patrimônio do Senhor foi invadido por outros, e é preciso que ela seja limpa, para deixarmos que somente Aquele que tira o pecado do mundo reinar e cuidar dessa vinha.

Tornar-se um escravo do Senhor é reinar com Ele. Tornar-se Servo do Senhor é caminhar com Ele. Que essa Eucaristia permita que limpemos esse patrimônio e com seu sangue semeie a vida e a paz, pois é Ele quem tira o pecado do mundo. Nós também precisamos ser como João Batista. Quando temos coragem de abrir a boca e testemunhar estamos proclamando que Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Somos diferentes nos temperamentos, no jeito de ser, nas atitudes, mas tornamo-nos iguais por sermos patrimônio de Deus. Há olhos e ouvidos com sede de Deus. O desafio é que as pessoas olhem para nós e dizerem que estão indo em direção ao Cordeiro de Deus.

O Evangelista mostrou João Batista anunciando o Cordeiro de Deus. Mas há o outro lado de sua missão: Ele não só limpa o terreno, mas faz a construção derramando seus dons e batizando com o Espírito Santo. Como percebemos nos tempos de hoje, a Missão de Jesus é de limpar a eira, e logo em seguida constrói.

As novas Comunidades são a Primavera da Igreja. É Deus que vem derramar o Espírito Santo. Na Eucaristia Deus quer derramar o Espírito Santo. Deus nos quer de portas escancaradas para o derramamento do Seu Espírito para sermos setas vivas, pedras vivas para a construção do Seu Reino, e alegres, sem medo, porque Ele venceu o mundo!

Toda a vida do Senhor é mantida pelo Espírito Santo. Deus quer lhe oferecer o derramamento do Espírito Santo. Ele é o Filho de Deus que anunciava e batizava no Espírito Santo!

Dom Alberto Taveira - Arcebispo de Palmas – TO

Dom Alberto fala sobre o sofrimento

Arquivado em: formaçao — dialogodefe at 11:41 am on quinta-feira, março 13, 2008

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Há algo que engana a cabeça das pessoas - Se eu disser: Pare de sofrer e garantir que não existe sofrimento, estou mentindo. Se a dor não escondesse um segredo, Jesus não sofreria passando numa cruz. Toda uma dor - desde uma dor de cabeça até psicológica… Esconde um segrego, é inteligência a capacidade de sentir como Deus.

A fé cristã é muito realista, porque ela ajuda ir até as questões e descobrir Jesus lá dentro, sem tirar a responsabilidade de mim nas coisas. Eu sofro situações, mas decido reagir perante Deus, e não conforme minha pele.

Quando você escolhe uma coisa com seriedade, a dor de cabeça é sua, você tem que abraçar, sofrer. Para os outros eu tenho que dar amor e alegria.

Santa Teresinha diz: sorriso heróico. Quando você estiver nos sentimentos mergulhados na escuridão e continuar a falar de luz, a falar de alegria, quando tiver a impressão de morte e continuar a falar de vida, a amar o próximo, a servir os outros, alguém pode pensar que é fingimento - isso é seguir Jesus.

A carta de João Paulo II que fala de Jesus na cruz e no mistério mais terrível que é o abandono. Os santos conseguiram entender essas coisas. Santa Teresinha sentiu a mesma coisa no leito, com tuberculose e o médico disse que seu próximo vomito de sangue ela morreria. E no meio daquelas golfadas de sangue ela disse: é o meu esposo!

Dom Alberto Taveira - Arcebispo de Palmas – TO

Missa dominical

Arquivado em: formaçao — dialogodefe at 11:31 am on quinta-feira, março 13, 2008
A Eucaristia é a fonte e o ápice de toda a vida cr

Conversava com o Pe. Jonas Abib a respeito da carta do Papa sobre o Novo Milênio, no ponto em que fala do valor da eucaristia dominical e quero transformar a conversa que tive com ele numa pergunta: ‘O que você faz no seu domingo? Para que serve o seu domingo?’

É necessário descobrirmos que a missa de domingo é como a identidade de cristão. O fato de eu sair da minha casa e participar da missa no domingo não é obrigação. É um direito, um privilégio, porque eu posso, com a comunidade paroquial, tornar presente a ressurreição de Jesus. Já pensou se espalharmos para todos o valor da missa do domingo? Imagine os frutos que serão colhidos graças à missa dominical…

É recomendação de João Paulo II. Ele diz: é necessário buscar concretamente a Palavra de Deus, rezar com a Bíblia. É por isso que fazemos esse treinamento na quaresma com o retiro popular. É preciso fazer da Igreja escola de oração, onde aprendemos a rezar! É um caminho que vamos percorrer.

O pecado não pode ser a última palavra de minha vida, mas sim a graça! E eu preciso buscar a graça. Recorrer ao sacramento da penitência é alegria! É momento de graça! E aproxima-nos desses frutos. Nos distanciamos dos frutos quando queremos caminhar sozinhos. Temos tantas possibilidades de fazer comunhão com Jesus, o Papa insistiu nessa carta para vivermos uma espiritualidade de caridade, porque ninguém pode viver isolado.

Por que você é diferente? Por que esse sorriso? Não é coisa só sua, é sinal de que Deus está fazendo algo em sua vida. É sinal de que você faz um exercício, um treinamento da alma que pode ser visto em seus olhos por todos!

Na última ceia, na noite em que foi entregue, nosso Salvador instituiu o Sacrifício Eucarístico de seu Corpo e Sangue. Por ele, perpetua pelos séculos, até que volte, o sacrifício da cruz. A Eucaristia é fonte e ápice de toda a vida cristã. A Santíssima Eucaristia contém todo o bem espiritual da Igreja, como, o próprio Cristo, nossa Páscoa. Finalmente, pela Celebração Eucarística já nos unimos à liturgia do céu e antecipamos a vida eterna, quando Deus será tudo em todos.

Dom Alberto Taveira - Arcebispo de Palmas – TO

A IMPORTÂNCIA DA CONFISSÃO

Arquivado em: quaresma — dialogodefe at 11:58 am on terça-feira, março 4, 2008

Confissão

É o sacramento da misericórdia de Deus, é a festa do pecador arrependido.

“Aqueles que se aproximam do sacramento da penitência obtêm da misericórdia divina o perdão da ofensa feita a Deus e ao mesmo tempo são reconciliados com a Igreja, que feriram pecando e, ao qual colabora para sua conversão com caridade, exemplo e orações” (LG 11).

Cristo confiou o exercício do poder de absolver os pecados ao ministério apostólico. A este é confiado o “ministério da reconciliação” (cf II Cor 5,18). O apóstolo é enviado “no nome de Cristo”, e é Deus mesmo que, por meio dele, exorta e suplica. “Deixai-vos reconciliar com Deus” (II Cor 5,20b).

Para uma confissão frutuosa:

1 - Para confessar bem é necessária uma preparação imediata com a oração. Em seguida, faz-se um atento exame de consciência a partir da última confissão bem feita. Isto significa confrontar-se com a Palavra de Deus para distinguir as próprias incoerências, defeitos e fraquezas em pensamentos, palavras, atos e omissões frente às exigências do Evangelho;

2 - Sentir dor e aversão dos pecados cometidos com o propósito de não mais incorrer nos mesmos erros;

3 - Confessar ao sacerdote, “embaixador de Deus”, todos os pecados graves ou mortais segundo a espécie e o número; é muito útil confessar-se com freqüência, mesmo os pecados veniais, porque se recebe um dom da graça que dá força no caminho de imitação de Cristo;

4 - Fazer todo possível para reparar o mal. A absolvição apaga o pecado, mas não corrige todas as desordens que ele causou. Por isso perdoado do pecado, o pecador deve ainda recuperar a plena saúde espiritual. O exercício penitencial que o confessor sugere não é dado só para expiação dos pecados cometidos e para reparar eventuais danos causados, mas também como ajuda para iniciar uma vida nova e favorecer a plena reparação da enfermidade do pecado.

Esta reparação é a expressão de uma revisão autêntica da vida, na qual o penitente procura suportar e reparar os efeitos maléficos de suas ações ou omissões, no seguimento de Cristo e em solidariedade com seus irmãos, sobretudo com aqueles diretamente atingidos pelos seus pecados.

Ela pode consistir em orações, mortificações e em obras de misericórdia.

Como confessar-se:

Depois que alguém se preparou para a confissão com a oração e o exame de consciência, aguarda pacientemente sua vez invocando para si e para o próximo, a Luz do Espírito Santo e graça de uma conversão radical. Aproximando-se do sacerdote, faz o sinal da cruz. O penitente pode escolher confessar-se com, ou sem confessionário, ficar de joelhos ou sentado (onde houver possibilidade).

Então pode iniciar a confissão dizendo:

“Abençoa-me Padre, eu pequei”. Em seguida, diz com a maior precisão possível o tempo transcorrido desde a última confissão, seu estado de vida (celibatário, casado, viúvo, estudante, consagrado, noivo ou namorado…) e se cumpriu a penitência recebida da última confissão. Pode ainda levar ao conhecimento do confessor os acontecimentos, nos quais se sentiu particularmente perto de Deus, os progressos feitos na vida espiritual.

Segue-se a confissão dos pecados, com simplicidade e humildade, expondo os fatos que são transgressões da lei de Deus e que mais intensamente pesam na consciência. São confessados primeiro os pecados graves ou mortais, segundo sua espécie e número sem perder-se em detalhes e sem diminuir a própria responsabilidade. Para se obter um aumento da graça e força no caminho de imitação de Cristo, confessam-se também os pecados veniais.

Agora se dispõe a acolher os conselhos e advertências do confessor aceitando a penitência proposta. O penitente reza o ato de contrição e o sacerdote pronuncia a fórmula da absolvição. O penitente despede-se do sacerdote respondendo à sua saudação: “Demos graças a Deus”, e então permanece um pouco na Igreja agradecendo ao Senhor.

Ato de contrição

“Meu Jesus, crucificado por minha culpa, estou arrependido(a) de ter pecado, pois ofendi a Vós que sois tão bom e mereci ser castigado(a) neste mundo e no outro. Perdoai-me, Senhor! Não quero mais pecar!”

QUAL SUA DUVIDA SOBRE CONFISSÃO? ESCREVA QUE ESTAREI RESPONDENDO NO PROGRAMA DIÁLOGO DE FÉ NA RADIO CANÇÃO NOVA DO CORAÇÃO DE JESUS 690 AM.

Você tem medo de quê?

Arquivado em: formaçao — dialogodefe at 11:52 am on terça-feira, março 4, 2008
As pessoas têm medo da verdade, da morte, de Deus, mas não têm medo do pecado

“Coragem! Eu venci o mundo” (João 16, 33).

Queridos irmãos e irmãs, de que vocês têm medo? Medo de escuro? Medo de cara feia? Medo de ficar sem emprego? O que causa os seus medos? Sabemos que medos grandes e pequenos existem em nosso coração. Sabemos que esse sentimento serve para nos tornar mais prudentes.

Muitas pessoas têm medo do passado. Medo das sombras do passado, as quais as arrastam e das quais não conseguem se libertar. Outras têm medo do presente; outras, do futuro e do que vai acontecer com sua família, e assim por diante. Até hoje o medo faz parte de nossa vida. Na nossa sociedade gostamos de inventar coisas de terror. Num filme de terror, embora saibamos que é criação, imaginação, ficamos até com os corações apertados.

Jesus, no Evangelho, diante de seus apóstolos, aterrorizados, diz: “Não tenhais medo, Eu estou convosco” (Marcos 6,50c e Mateus 28,20).

Muitas vezes ,você está apavorado no escuro, porque sua imaginação vai longe, você ouve o barulho de um bichinho e imagina um monstro. Na nossa vida espiritual, muitas vezes, também existem “monstros” porque estamos na “escuridão”, por isso é preciso iluminá-la. Um dos caminhos para se superar o medo é a confissão, porque nesse sacramento você depara com a verdade.

É preciso continuamente vencer o medo com a experiência da graça. A proposta é o amor, porque no amor não há temor.

Nos primeiros anos do meu ministério sacerdotal, havia uma grande tarefa para eu assumir e estava com muito medo. Fui conversar com um santo sacerdote e ele me disse: “Use este lema: ‘Eu não vos temo porque eu vos amo’”. Pois o amor vence todas as barreiras; a força do amor abala as estruturas do medo.

São Domingo Sávio dizia: “Antes a morte do que pecar”. Hoje as pessoas têm medo da verdade, da morte, de Deus, mas não têm medo do pecado. Será que é bonito gostar dos sete pecados capitais?

Hoje, pedi a Deus um “santo medo”: o medo de pecar. Quero ter medo de pecar, quero ter medo de fazer o mal; esse é um medo sadio porque é fruto do temor a Deus.

Deixemos que a graça de Deus nos afaste dos medos doentios e restaure em nós o temor a Ele. Que em tudo possamos ouvir a voz de Deus que diz: “Coragem!”. Coragem para lutar contra o pecado.

Dom Alberto Taveira
Arcebispo metropolitano de Palmas - TO

Retiro da Popular - 4ª semana - Dia 4

Arquivado em: Retiro popular 2008 — dialogodefe at 11:50 am on terça-feira, março 4, 2008

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Estás curado. Não voltes a pecar!

Nossa quarta semana da Quaresma começa com a leitura orante da Palavra de Deus. Depois de ter conhecido o texto bíblico através da leitura e da meditação, se passa à oração, já que quem teve o contato pessoal com o Senhor se coloca em suas mãos, pedindo sua ajuda e graça para dar sentido à própria existência. O ponto de chegada é a contemplação do Senhor, para viver a experiência da gratuidade do encontro com Deus, que se dá a conhecer e que busca o encontro conosco. Do encontro com o Senhor, a ação será a conseqüência natural, sabendo que o texto sagrado não é uma informação, mas uma Boa Nova, e que devemos transformá-la em vida, para ter a vida que só o Senhor nos pode dar.

Durante esta semana, sua oração diária do Retiro Popular começará com a Ladainha do Espírito Santo:

Senhor, tende piedade de nós. Jesus Cristo, tende piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós. Divino Espírito Santo, ouvi-nos.

Espírito Paráclito, atendei-nos. Deus Pai dos céus, tende piedade de nós.

Deus Filho, Redentor do mundo, tende piedade de nós.

Deus Espírito Santo, tende piedade de nós. Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Espírito da verdade, tende piedade de nós. Espírito da sabedoria, tende piedade de nós.

Espírito da inteligência, tende piedade de nós. Espírito da fortaleza, tende piedade de nós.

Espírito da piedade, tende piedade de nós. Espírito do bom conselho, tende piedade de nós.

Espírito da ciência, tende piedade de nós. Espírito do santo temor, tende piedade de nós.

Espírito da caridade, tende piedade de nós. Espírito da alegria, tende piedade de nós.

Espírito da paz, tende piedade de nós. Espírito das virtudes, tende piedade de nós.

Espírito de toda a graça, tende piedade de nós. Espírito da adoção dos filhos de Deus, tende piedade de nós

Purificador das nossas almas, tende piedade de nós. Santificador e guia da Igreja, tende piedade de nós.

Distribuidor dos dons celestes, tende piedade de nós. Conhecedor dos pensamentos e das intenções do coração, tende piedade de nós.

Doçura dos que começam a vos servir, tende piedade de nós. Coroa dos perfeitos, tende piedade de nós.

Alegria dos anjos, tende piedade de nós. Luz dos patriarcas, tende piedade de nós.

Inspiração dos profetas, tende piedade de nós. Palavra e sabedoria dos apóstolos, tende piedade de nós.

Vitória dos mártires, tende piedade de nós. Ciência dos confessores, tende piedade de nós.

Pureza das virgens, tende piedade de nós. Unção de todos os santos, tende piedade de nós.

Sede-nos propício, perdoai-nos, Senhor. Sede-nos propício, atendei-nos, Senhor.

De todo o pecado, livrai-nos Senhor. De todas as tentações e ciladas do demônio, livrai-nos Senhor.

De toda a presunção e desespero, livrai-nos Senhor. Do ataque à verdade conhecida, livrai-nos Senhor.

Da inveja da graça fraterna, livrai-nos Senhor. De toda a obstinação e impenitência, livrai-nos Senhor.

De toda a negligência e de todo medo, livrai-nos Senhor. De toda a impureza da mente e do corpo, livrai-nos Senhor.

De todas as heresias e erros, livrai-nos Senhor. De todo o mau espírito, livrai-nos Senhor.

Da morte eterna, livrai-nos Senhor. Pela vossa eterna procedência do Pai e do Filho, livrai-nos Senhor.

Pela encarnação do Filho de Deus, livrai-nos Senhor. Pela vossa descida sobre Jesus Cristo batizado, livrai-nos Senhor.

Pela vossa vinda sobre os discípulos do Senhor, livrai-nos Senhor.

No dia do juízo, livrai-nos Senhor. Apesar de nossos pecados, nós vos rogamos, ouvi-nos.

Para que nos perdoeis, nós vos rogamos, ouvi-nos. Para que vos digneis vivificar e santificar todos os membros da Igreja, nós vos rogamos, ouvi-nos.

Para que vos digneis conceder-nos o dom da verdadeira piedade, devoção e oração, nós vos rogamos, ouvi-nos.

Para que vos digneis inspirar-nos sinceridade na misericórdia e na caridade, nós vos rogamos, ouvi-nos.

Para que vos digneis criar em nós um espírito novo e um coração puro, nós vos rogamos, ouvi-nos.

Para que vos digneis conceder-nos verdadeira paz e tranqüilidade do coração, nós vos rogamos, ouvi-nos.

Para que vos digneis fazer-nos dignos e fortes, para suportar as perseguições pela justiça, nós vos rogamos, ouvi-nos.

Para que vos digneis confirmar-nos em vossa graça, nós vos rogamos, ouvi-nos.

Para que vos digneis receber-nos no número dos vossos eleitos, nós vos rogamos, ouvi-nos.

Para que vos digneis ouvir-nos, nós vos rogamos, ouvi-nos.

Espírito de Deus, nós vos rogamos, ouvi-nos.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, enviai-nos o Espírito Santo.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, mandai-nos o Espírito prometido do Pai.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos o Espírito de bondade.

As leituras da quarta semana da Quaresma são indicadas para nossa oração pessoal, a ser feita segundo o roteiro da “leitura orante da Palavra de Deus”.

Dia 4 de março, 4o Semana da Quaresma:

Ezequiel 47,1-9.12; João 5,1-16.

Prepare o ambiente exterior e interior, avivando a fé e invocando o Espírito Santo:

a) lê-se, em primeiro lugar, uma passagem da Escritura;

b) segue-se um tempo de meditação, que é um aprofundamento do sentido do que se leu, apelando à inteligência, à memória, à imaginação e ao desejo, eventualmente com a partilha da palavra;

c) à medida que se vai escutando o que Deus diz, o fiel responde com a oração, que pode ser de arrependimento, de ação de graças, de intercessão, de súplica ou de louvor;

d) na medida da graça do Espírito Santo, esta oração desabrocha em momentos de contemplação, que tornam mais viva e íntima a comunhão com Deus, e predispõe a alma para uma vida mais santa e mais ativa na realização do Reino de Deus. Faça esta experiência com o texto da Transfiguração e depois, a cada dia da semana, com os textos da Escritura, que são indicados.