A força do Santo Nome de Jesus
O Santo Nome de Jesus é poderoso e traz muitas graças a todos àqueles que o invocam com amor e devoção. Nas escrituras podemos ver a força desse Santo Nome. Ainda no Antigo Testamento o profeta Joel falava em profecia:
Mas todo o que invocar o nome do Senhor será poupado, porque, sobre o monte Sião e em Jerusalém, haverá um resto, como o Senhor disse, e entre os sobreviventes estarão os que o Senhor tiver chamado. (Jl 3,5)
O que Joel diz a respeito de Javé, São Pedro torna a repetir no Livro dos Atos dos Apóstolos logo após o momento de Pentecostes, dessa vez falando sobre o Nosso Senhor Jesus Cristo:
E então todo o que invocar o nome do Senhor (Jesus) será salvo (At 2,21)
Por isso São Paulo ensina que:
“Do céu abaixo, nenhum outro nome foi dado aos homens pelo o qual nos cumpra fazer a nossa salvação”. (Rm 4,12)
Se invocamos com devoção e amor o nome de Jesus, esta invocação tem força e poder para salvar-nos do perigo de sermos vítima do inimigo infernal. Satanás tem um verdadeiro pavor deste Nome. A respeito do Nome de Jesus, São Jerônimo dizia:
“Os demônios têm medo deste Nome, que os faz tremer. E nós podemos afugentá-los, invocando o Nome de Jesus crucificado”. (São Jerônimo)
O nome de Jesus dá vigor aos mártires e a todos os fiéis que lutam pela fé. Foi esse nome que ajudou e ajuda a quem Ele invoca a triunfar generosamente em todos os obstáculos, todas as perseguições e até na hora da própria morte. O mundo, à semelhança do demônio, seu soberano, se agita ao ouvir o Nome de Jesus. Queria (e quer até hoje) que não mais se pronunciasse este Nome e cheio de ódio, com o Sinédrio de Jerusalém, até hoje declara:
“Ameacemo-los, para que daqui em diante não falem neste nome a homem nenhum”. (At 4,17)
Mas em virtude deste Santo Nome os eleitos, para a confusão do mundo, operam verdadeiros milagres, segundo a profecia do próprio Salvador:
“Em meu nome expulsarão os demônios, falarão novas línguas, manusearão as serpentes e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará mal; porão as mãos sobre os enfermos e serão curados”. (Mc. 16, 17)
O nome de Jesus produz sempre grande milagre de aplacar as mais furiosas tempestades na alma daqueles que o invocam devotamente. São Bernardo dizia:
“Há entre vós alguém que se ache triste? Entre-lhe Jesus no coração e digam-no os lábios; e eis que, ao pronunciar este Nome, as nuvens se dissipam e volta a serenidade. Se entre vós houver quem tenha caído em falta grave e, deixando-se levar pelo desespero, nutrir idéias de suicídio: não voltará ao amor da vida, se invocar este nome da vida?” (São Bernardo)
Portanto amigos do Dominus Vobiscum, invoquemos o Santíssimo Nome de Jesus nas tentações, nas perseguições, na aflição. Invoquemos sempre.
“Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, tudo seja em nome do Senhor Jesus Cristo, rendendo raças por ele a Deus Padre”. (Cl 3,17)
Pronunciemos muitas vezes em vida este Nome de salvação, para que o possamos pronunciar na morte, qual penhor seguro da felicidade eterna.
Pax Domini
Obs.: O nosso estudo sobre o Santíssimo Nome de Jesus começou com um podcast. Para ouví-lo, clique aqui!
Pax Domini! Finalmente consegui terminar este podcast! A semana não trégua de terminá-lo nem na segunda e nem na terça feira. Mas graças a Deus está ai! E vamos estudar nesse tempo sobre o Santo Nome de Jesus.
Pax Domini! Olá irmãos! Estamos agora iniciando um aprofundamento sobre o Santíssimo Nome de Jesus. Eu acredito que este estudo será de grande valia para nós todos e certamente teremos grandes coisas para falar para os nossos amigos e catequizandos ao fim do mesmo. Amanha o nosso podcast tão esperado sairá, e terei uma surpresa para todos os blogueiros que andaram deixando seus nomes e comentando no nosso blog. Teremos uma oração especial. Uma das mais eficazes que já rezei. Aguardem. Se você deixou seu comentário até o post de hoje, certamente você estará na lista de intercessão. Mas voltemos ao texto e deixemos as surpresas para amanhã. Vamos falar sobre o Santíssimo Nome de Jesus Cristo.
Pax Domini! Hoje estamos colocando o último post deste estudo, e acredito que já na próxima segunda ou terça feira, estaremos iniciando mais uma nova parte da pessoa de Jesus Cristo, agora desta vez, já entrando com mais ênfase no assunto. É que ao falar de Cristo, acabamos entrando em uma realidade que diz respeito ao Cristo que é o anúncio que fazemos Dele. A pessoa do catequista é intimamente ligada ao Cristo e precisa ser. O catequista precisa ter esse desejo profundo de anunciar o Cristo. É preciso ter o brilho no olhar ao falar dele.
Olá irmãos! Paz e bem! Notícias de casa… Estamos de mudança! Saindo do apartamento térreo para o apartamento do terceiro andar. Por isso não tive tempo de postar esses dias. Então resolvi reeditar este antigo post, do mês de fevereiro do ano passado. É que alguns aqui não viram. Vale a pena ver. É um post mais histórico que serve para o nosso conhecimento sobre a História da nossa Santa Igreja. Fala sobre o documento mais antigo da Santa Igreja Católica. Veja que interessante!
Discípulo de Jesus nascido em Betsaida, Galiléia, conhecido como o Príncipe dos Apóstolos e tido como primeiro chefe da Igreja Cristã em Roma e considerado pela Igreja Católica como seu primeiro Papa. As principais fontes de informação sobre sua vida são os quatro Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João), onde aparece com destaque em todas as narrativas evangélicas, os Atos dos Apóstolos, as epístolas de Paulo e as duas epístolas do próprio apóstolo. Filho de Jonas e irmão do apóstolo André, seu nome original era Simão e na época de seu encontro com Cristo morava em Cafarnaum, com a família da mulher (Lc 4,38-39). Não se sabe contudo se naquele período ele estava casado, ou já era viuvo. Pescador, tal como os apóstolos Tiago e João, trabalhava com o irmão e o pai e foi apresentado a Jesus por seu irmão, em Betânia, onde tinha ido conhecer o Cristo, por indicação de João Batista. No primeiro encontro Jesus o chamou de Cefas, que siginificava pedra, em aramaico, determinando, assim, ser ele o apóstolo escolhido para liderar os primeiros propagadores da fé cristã pelo mundo. Jesus, além de muda-lhe o nome, o escolheu como chefe da cristandade aqui na terra: “E eu te digo: Tu és pedra e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares sobre a terra, será ligado também nos céus” (Mt. 16: 18-19). Convertido, despontou como líder dos doze apóstolos, foi o primeiro a perceber em Jesus o filho de Deus. Junto com seu irmão e os irmãos Tiago e João Evangelista, fez parte do círculo íntimo de Jesus entre os doze, participando dos mais importante milagres do Mestre sobre a terra. Teve, também, seus momentos controvertidos, como quando usou a espada para defender Jesus e na passagem da tripla negação, e de consagração, pois foi a ele que Cristo apareceu pela primeira vez depois de ressuscitar. Após a Ascensão, presidiu a assembléia dos apóstolos que escolheu Matias para substituir Judas Iscariotes, fez seu primeiro sermão no dia de Pentecostes e peregrinou por várias cidades. Fundou as linhas apostólicas de Antióquia e Síria (as mais antigas sucessões do Cristianismo, precedendo as de Roma em vários anos) que sobrevivem em várias ortodoxias Sírias. Encontrou-se com São Paulo, ou Paulo de Tarso, em Jerusalém, e apoiou a iniciativa deste, de incluir os não judeus na fé cristã, sem obrigá-los a participarem dos rituais de iniciação judaica. Após esse encontro, foi preso por ordem do rei Agripa I, encaminhado à Roma durante o reinado de Nero, onde passou a viver. Ali fundou e presidiu à comunidade cristã, base da Igreja Católica Romana, e, por isso, segundo a tradição, foi executado por ordem de Nero. Conta-se, também, que pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por se julgar indígno de morrer na mesma posição de Cristo. Seu túmulo se encontra sob a catedral de S. Pedro, no Vaticano, e é autenticado por muitos historiadores. É festejado no dia 29 de junho.
O Catecismo da Igreja Católica ainda faz mais uma observação para aqueles que desejam falar de Jesus Cristo aos irmãos que não o conhecem:
Ainda falando sobre a catequese, gostaria que refletíssemos neste parágrafo do Catecismo da Igreja Católica: