São Bento e a Ordem Beneditina - 3ª Parte (Final)
Neste terceiro bloco, vamos falar sobre os milagres de São Bento e sobre a medalha de São Bento. Vamos saber o que ela significa, e a sua origem.
Pax Domini
Neste terceiro bloco, vamos falar sobre os milagres de São Bento e sobre a medalha de São Bento. Vamos saber o que ela significa, e a sua origem.
Pax Domini
Continuando a cumprir a minha promessa, estou postando o segundo Bloco do Documentário sobre São Bento e a Ordem Beneditina. Nesse segundo bloco vamos falar sobre o Surgimento da Ordem Beneditina no mundo.
Nesse bloco, Dom João Kovas vai nos responder: O que é um monge?
Pax Domini
Pax Domini! É com alegria que venho a postar aqui no Dominus Vobiscum, o primeiro bloco do Documentário que tive a alegria de Produzir e Dirigir sobre São Bento e a Ordem Beneditina. Já havia prometido de postar antes, mas estava vendo um jeito de converter a fita para um arquivode qualidade. Bom a promessa foi cumprida. Amanhã colocarei a segunda parte.
Espero que vocês gostem tanto de assistir como eu gostei de fazê-lo. O Documentário tem a apresentação do Marcelo Pereira, com a Produção, direção e fotografia desse que vos fala, e tem Dom João Evangelista Kovas - Prior do Mosteiro de São Bento como entrevistado. Conta ainda com uma belíssima trilha sonora, cantada e composta pelos mosnges beneditinos.
Dominus Vobiscum
O Padre Paulo Padre Ricardo baseado nos textos dos Santos Padres, nos faz um estudo interessante sobre a Gatrimargia, ou pecado da gula. O interessante é que nos dias de hoje, para muitos, a gula ão é um pecado grave. Mas será que não é mesmo?
Dominus Vobiscum
Hoje dia de Corpus Christi, quero deixar a todos os irmãos que visitam este blog, como presente, este ensinamento dos Padres do Deserto sobre o Corpo e o Sangue de Cristo. Não tenho a data certa, mas tendo em vista ter sido a história dada como crédito aos Padres do Deserto, acredito que tenha ocorrido entre o século III e o Século X. Vejam que interessante…
Isto é o que disse Pai Daniel, o Faranita: “Nosso Pai Arsenius nos contou sobre um habitante de Scetis, de vida digna e fé simples; pela sua ingenuidade, ele foi enganado e disse, “O pão que recebemos não é verdadeiramente o Corpo de Cristo, mas um símbolo. Dois anciãos souberam que ele dissera aquilo, conhecendo seu modo de vida correto acreditaram que ele não falara por malícia, mas por simplicidade. Então, vieram a ele e disseram: “Pai, ouvimos da parte de alguém uma proposição contrária à fé, que disse que o pão que recebemos não é verdadeiramente o corpo de Cristo, mas um símbolo. O ancião disse, “fui eu quem disse isso.” Então os outros dois o exortaram dizendo, “não mantenha essa crença, Pai, mas aquela em conformidade com o que a igreja Católica nos deu. Acreditamos, de nossa parte, que o pão por si mesmo é o Corpo de Cristo, como no início, Deus formou o homem à sua imagem, tomando do pó da terra, sem que ninguém possa dizer que ele não é a imagem de Deus, mesmo que não pareça. Do mesmo modo, com o pão do qual ele disse, “este é meu corpo”, assim nós cremos que é verdadeiramente o Corpo de Cristo. O ancião disse-lhes, “Enquanto eu não for convencido pela coisa em si, não estarei completamente convicto.” Então eles disseram, “Vamos rezar a Deus sobre este mistério por toda a semana e acreditamos que Deus vai nos revelar isto.” O ancião ouviu isso com alegria e rezou nessas palavras, “Senhor, vós sabeis que não é por malícia que eu não creio, e, de maneira que eu não erre por ignorância, revele isto a mim, Senhor Jesus Cristo.” Os dois homens voltaram a suas celas e rezaram também a Deus, dizendo, “Senhor Jesus Cristo, revele esse mistério a esse homem de modo que ele creia e não perca sua recompensa.” Deus ouviu suas preces. Ao final da semana eles vieram à igreja no domingo e se sentaram todos os três no mesmo tapete, o ancião no meio. Em seguida seus olhos se abriram e quando o pão foi colocado na mesa sagrada, aparecia-lhes uma criança pequena, sozinha. E quando o sacerdote estendeu a mão para partir o pão, viram um anjo descer do céu com uma espada e servir o sangue da criança no cálice. Quando o padre partiu o pão em pedacinhos, o anjo também cortou a criança em pedaços. Quando se aproximaram para receber os sagrados elementos o ancião sozinho recebeu um pedaço da carne sangrenta. Vendo isto, ficou com medo e gritou, “Senhor, eu creio que isto é vosso corpo e este cálice vosso sangue.” Imediatamente a carne que ele segurava em suas mãos se tornou pão, de acordo com o mistério e ele o tomou dando graças a Deus. Em seguida os dois homens lhe disseram, “Deus conhece a natureza humana e sabe que o homem não pode comer carne crua e é por isso que ele mudou seu corpo em pão e seu sangue em vinho, para aqueles que o recebem na fé. “Em seguida, deram graças a Deus pelo ancião, porque Ele não permitiu que o mesmo perdesse a recompensa pelo seu trabalho. Então, todos três retornaram com alegria para suas celas.”
Escute nossos Podcasts clicando aqui.
Olá amigos do Dominus Vobiscum! Estou postando para você uma palestra muito interessante, do meu amigo, padre Paulo Ricardo - Cuiabá/MT. Nessa pregação ele fala sobre três doenças fundamentais da alma humana e todas as doenças espirituais que delas derivam. Quais são essas três doenças? Ah, você vai ter que ouvir a pregação para saber. Eu estava devendo essa pregação ao Blog. Uma porque admiro muito o Padre Paulo, e outra porque há algum tempo atrás, havia publicado no blog, uma série de textos do Monge Evágrio Pôntico sobre os vícios capitais. Escute com muita atenção.
Ouça a pregação do Padre paulo Ricardo clicando aqui
Dominus Vobiscum
Olá Amigos do Dominus Vobiscum! Espero que tudo esteja bem com vocês. Comigo as novidades estão se assentando no meu coração ainda. Se vocês não leram o último post, vou repetir a notícia: estou deixando a missão de Cachoeira Paulista, para ir para a missão de São Paulo Capital. Então estou na fase de passar o trabalho da Gravadora para aqueles que vão assumir a mesma, trancar matrícula no Conservatório (que por sinal é a parte mais triste), arrumar mala, etc…
E nesse tempo de mudanças internas e externas, tornei a reler as sentenças maravilhosas dos Padres do Deserto (inclusive tem um tópico aqui só para eles, para ler mais clique aqui). Quem me conhece a mais tempo sabe do fascínio que tenho por esses homens e mulheres. A Igreja tem reunido ao longo do tempo, ditos e frases desses grandes homens ao longo da história. Quero trazer para vocês no dia de hoje algumas delas. Espero que ajudem a você a meditar e refletir, como me fazem também. Nesse tempo tem sido a melhor pedida para a minha orãção pessoal.
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Havia um anacoreta que tinha o poder de expulsar demônios; e ele certa vez fez algumas perguntas ao demônio, e contou aos demais o diálogo:
Ele perguntou: “O que os faz irem embora? É o jejum?”
Eles replicaram: “Não comemos nem bebemos”.
“São as vigílias?”
Eles responderam: “Nunca dormimos”.
“É a separação do mundo?”
Eles disseram: “Vivemos nos desertos”.
“Qual poder os expulsa então?”
Eles disseram: “Nada nos pode vencer, além da humildade”
“Vocês vêem como a humildade é vitoriosa sobre os demônios?”
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Disse um ancião: “Ó homem: se quiseres viver segundo a lei de Deus, deves ter como protetor o próprio autor da lei” .
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Dizia um ancião: “Se o teu pensamento mora em Deus, a força de Deus mora em ti”.
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Disse um ancião: “Nunca dei um passo sem saber onde colocar os pés. Parava para refletir, sem ceder, até que Deus me tomasse pela mão”.
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Um ancião disse: “Quando um se faz louco pelo Senhor, na mesma proporção o Senhor o tornará sábio”.
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Disse um ancião: “O esforço e a solicitude por não pecar têm uma única finalidade: não afastar de nossa alma a Deus que nela habita”.
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Disse um ancião: “Faço aquilo de que o homem tem necessidade: temer o julgamento divino, odiar o pecado, amar a virtude, e invocar a Deus sem cessar”.
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Disse um ancião: “José de Arimatéia tomou o corpo de Jesus e o envolveu com um sudário limpo e num sepulcro novo, isto é, num homem novo. Que cada um tenha o máximo cuidado de não pecar, para não ultrajar a Deus que nele habita, e para não expulsá-lo de sua alma. O maná foi dado a Israel para alimentar-se no deserto, mas ao verdadeiro Israel foi dado o Corpo de Cristo”.
Pax Domini
Pax Domini! Há pouco finalizamos todo o texto do Monge Evágrio Pôntico sobre os vícios espírituais. E também aos poucos estamos colocando aqui no nosso blog, algumas pregações do Padre Paulo Ricardo sobre o mesmo tema. E hoje encontrei no Youtube alguns vídeos do mesmo padre sobre o mesmo tema. É para fixar mesmo a coisa em nós! Espero que você assista e goste! Os vídeos são quadros do programa Revolução Jesus que passa nas tardes da TV Canção Nova.
Estou deixando aqui, também mais alguns links para você ler e ouvir mais sobre o aGula. No link abaixo uma palestra em áudio mais detalhada sobre o tema.
Para ouvir a palestra do Padre Paulo Ricardo sobre a gula, clique aqui.
Estou disponibilizando também para que você leia (caso não tenha lido ainda), os três posts que contém textos do Monge Evágrio Pôntico do século IV sobre o mesmo problema.
Para ler o primeiro post sobre a gula, clique aqui.
Para ler o segundo post sobre a gula, clique aqui.
Para ler o terceiro post sobre a gula, clique aqui.
Dominus Vobiscum
Pax Domini! Estamos terminando de postar aqui, os textos do monge Evágrio Pôntico sobre os oito vícios capitais. Estes textos foram retirados do grande Site Católico Esplendor da Verdade (Veritatis Splendor). Quero agradecer um público pelo belíssimo trabalho do Site. Quanto aos textos dos Padres do Deserto, estarei em breve preparando uma nova série. Mas vamos a leitura da segunda parte do texto da soberba. Acho que vale a pena, caso você não tenha lido os outros, dar uma lida. São textos de grande riqueza espiritual:
Humilde e moderado é aquele que reconhece este parentesco; porém, o Criador fez tanto a Ele como o soberbo. Não desprezes o humilde: efetivamente ele está mais seguro que tu, caminha sobre a terra e não se precipita; porém, aquele que se eleva mais para o alto, quando cai se espatifa. O monge soberbo é como uma árvore sem raízes e não suporta o ímpeto do vento. Uma mente sem jactância é como uma cidade bem fortificada e quem a habita será incapturável. Um sopro arrasta a pena e o insulto leva o soberbo à loucura. Uma bolha [de sabão] levada pelo vento desaparece e a memória do soberbo perece. A palavra do humilde adoça a alma, enquanto que a do soberbo está cheia de jactância. Deus acolhe a oração do humilde; ao contrário, se exaspera com a súplica do soberbo. A humildade é a coroa da casa e mantém seguro quem ali entra. Quando te elevares ao topo da virtude, precisarás de muita segurança. Aquele que efetivamente cai, rapidamente se recupera; porém, aquele que se atira de grandes alturas, corre risco de morte. A pedra preciosa brilha no bracelete de ouro e a humildade humana resplandece nas muitas virtudes.
Dominus Vobiscum
A soberba é um tumor da alma, cheio de pus. Se maduro, explodirá, emanando terrível fedor. O resplandor do relâmpago anuncia o estrondo do trovão e a presença da vanglória anuncia a soberba. A alma do soberbo alcança grandes altitudes e, daí, cai no abismo. Sofre de soberba o apóstata de Deus, quando atribui às suas próprias capacidades as coisas bem sucedidas. Como aquele que cai numa teia de aranha, assim cai aquele que se apóia nas suas próprias capacidades. A abundância de frutos dobra os ramos da árvore; a abundância de virtudes humilha a mente do homem. O fruto caído na terra é inútil para o lavrador e a virtude do soberbo não é aceita por Deus. A cana sustenta o ramo carregado de frutos e o temor de Deus a alma virtuosa. Como o peso dos frutos quebra o ramo, também a soberba abate a alma virtuosa. Não entregues tua alma à soberba e não terás fantasias terríveis. A alma do soberbo é abandonada por Deus e se converte em objeto de maligna alegria dos demônios. À noite, imagina manadas de bestas que o assaltam e, durante o dia, vê-se alterado por pensamentos vis. Quando dorme, facilmente se sobressalta e, quando vela, se assusta com a sombra de um pássaro. O sussurar das copas das árvores aterroriza o soberbo e o som da água destroça a sua alma. Aquele que efetivamente tem se oposto a Deus, rejeitando sua ajuda, vê-se depois assustado por vulgares fantasmas.
Monge Evágrio Pôntico, Século IV - Fonte: Site Esplendor da Verdade