São Bento e a Ordem Beneditina - 3ª Parte (Final)
Neste terceiro bloco, vamos falar sobre os milagres de São Bento e sobre a medalha de São Bento. Vamos saber o que ela significa, e a sua origem.
Pax Domini
Neste terceiro bloco, vamos falar sobre os milagres de São Bento e sobre a medalha de São Bento. Vamos saber o que ela significa, e a sua origem.
Pax Domini
Continuando a cumprir a minha promessa, estou postando o segundo Bloco do Documentário sobre São Bento e a Ordem Beneditina. Nesse segundo bloco vamos falar sobre o Surgimento da Ordem Beneditina no mundo.
Nesse bloco, Dom João Kovas vai nos responder: O que é um monge?
Pax Domini
Pax Domini! É com alegria que venho a postar aqui no Dominus Vobiscum, o primeiro bloco do Documentário que tive a alegria de Produzir e Dirigir sobre São Bento e a Ordem Beneditina. Já havia prometido de postar antes, mas estava vendo um jeito de converter a fita para um arquivode qualidade. Bom a promessa foi cumprida. Amanhã colocarei a segunda parte.
Espero que vocês gostem tanto de assistir como eu gostei de fazê-lo. O Documentário tem a apresentação do Marcelo Pereira, com a Produção, direção e fotografia desse que vos fala, e tem Dom João Evangelista Kovas - Prior do Mosteiro de São Bento como entrevistado. Conta ainda com uma belíssima trilha sonora, cantada e composta pelos mosnges beneditinos.
Dominus Vobiscum
Ao participar via satélite do encerramento do Congresso Eucarístico Internacional de Québec, Bento XVI pediu a toda a Igreja “uma atenção renovada à preparação e recepção da Eucaristia”.
Comentando o tema do congresso, “A Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo”, o Santo Padre respondeu:
“A Eucaristia é nosso tesouro mais belo… É o sacramento por excelência; introduz-nos por antecipação na vida eterna; contém todo o mistério de nossa salvação; é a fonte e o cume da ação e da vida da Igreja… Portanto, é particularmente importante que os pastores e os fiéis aprofundem permanentemente neste grande sacramento.” (Papa Bento XVI)
Ele também disse que:
“o pecado, sobretudo o pecado grave, opõe-se à ação da graça eucarística em nós. Por outra parte, quem não pode comungar por causa de sua situação encontrará na comunhão de desejo e na participação na Eucaristia uma força e uma eficácia salvadora”. (Papa Bento XVI)
Gostei muito da advertência que ele fez:
“A Eucaristia não é uma refeição entre amigos” (Papa Bento XVI)
Penso que diante dessas palavras, cada sacerdote precisa reanimar suas paróquias a viver bem o momento da Santa Missa. Não é de hoje que ando falando sobre esse zelo que cada paróquia precisa ter com a Eucaristia. E penso que os sacerdotes e todos os encarregados pela liturgia nas paróquias, precisam preparar o povo para uma participação ativa na liturgia. E quando me refiro a participar ativamente, quero dizer sobre estar atento a cada detalhe viver bem cada momento. E aos Sacerdotes, fica sempre o apelo de levar os fieis a vivenciarem a mística do sacrifício de Cristo.
E vida longa ao Papa!
Dominus Vobiscum
Hoje enquanto saudava os fiéis ao término da Audiência Geral. O Santo Padre fez uma saudação especial aos peregrinos da Diocese de Assis - Nocera Umbra - Gualdo Tadino recordando a significativa data: 800 anos da. conversão de Fracisco de Assis.
Fez referência a visita que fez no ano passado a essa Diocese. E disse aos fiéis:
“Também em virtude do nosso encontro, desejo que a vossa comunidade Diocesana possa conhecer uma renovada vitalidade espiritual e trabalhar com energia no programa pastoral que vocês prepararam para festejar os 800 anos da Conversão de Francisco de Assis. Agora vivam este ano como um ano de comunhão e preparem-se para o ano da missão”. (Bento XVI)
Responsabilidade não é mesmo?
Pax Domini

Pax Domini! Infelizmente ontem não tive condições de postar nada sobre a festa do centenário da Arquidiocese de São Paulo. Só fiz uma breve referência no post anterior. Ontem não tive condições mesmo. Passei o dia na cama… Mas quero deixar para vocês a mensagem que o Papa Bento XVI deixou aos Católicos da Arquidiocese de São Paulo. Uma mensagem belíssima que vale a pena ser lida duas ou mais vezes…
No momento em que a Arquidiocese de São Paulo celebra a solene Eucaristia de encerramento das comemorações do Primeiro Centenário da Arquidiocese, desejo associar-me ao jubiloso canto de Ação de Graças ao Senhor, pelos abundantes frutos de vida cristã com os quais quis abençoar esta querida Igreja local.
Este acontecimento constitui uma etapa significativa na história de uma Igreja. É a história de um povo, dos Bispos, dos presbíteros - com suas paróquias, capelas e comunidades; dos Movimentos, Associações e das novas realidades eclesiais, expressão viva da perene juventude da Igreja! E também a história das Congregações e Ordens religiosas; masculinas e femininas, que trabalharam e trabalham incessantemente para edificação do Reino de Deus. Todos se reúnem em tomo à Catedral da Sé, onde se congrega o Povo de Deus animado pelos ideais de te e coragem dos seus Pastores.
O cenário hoje adquire uma amplitude sem precedentes. É o Estádio do Pacaembu o lugar escolhido para reunir, no coração da paulicéia, todo este mundo sem par de fiéis que se congraça para celebrar o centro nevrálgico de uma Arquidiocese em festa. Parece indicar e justificar, por um lado, com sentido profético, as palavras com as quais São Pio X elevou São Paulo à condição de Sede Metropolitana; com efeito, a Bula “Dioecesiumnimiam Amplitudinem” serviu de auspício para o futuro desenrolar da histó ria: durante estes 100 anos foram criadas no Estado de São Paulo 40 dioceses, além das 3 circunscrições de rito oriental (maronita, greco-melquita e armeno-católica). As seis Províncias eclesiásticas, São Paulo, Botucatu, Campinas, Ribeirão Preto, Aparecida e Sorocaba estão bem a demonstrar a vitalidade da Igreja, seu caminho evangelizador e o testemunho dado pelos pastores que nos deixaram uma rica herança de vida eclesial.
Por outro lado, conservo com particular alegria a recordação dos instantes que a Providência concedeu-me presenciar naquela verdadeira festa espiritual que foi o encontro com a Juventude Latino-americana do ano passado. Não quererá tal manifestação indicar novamente aquela ampli tudinem - uma dimensão, que a fé de um povo permite alcançar quando congregado sob um único Pastor, nosso Senhor Jesus Cristo?
No dia 8 de Junho, o ponto álgido da Celebração eucarística receberá nova luz e brilhantismo. A ocasião será propícia para entronizar o Apóstolo Paulo, como Patrono da Arquidiocese de São Paulo - uma feliz circunstância destinada a valorizar ainda mais o Ano Paulino para que, Deus queira, dê frutos abundantes para a Comunidade eclesial paulistana. Sem dúvida, todas as dioceses existentes na imensa geografia nacional, levam no seu bojo uma história de realizações e de feitos, cujos frutos só Deus-Pai, Senhor da história conhece. São Paulo leva em si este mesmo singular arrojo evangélico e profético. Enriquecida por esta preciosa herança, faço votos que a querida Sede Metropolitana paulista prossiga Marcando, à luz do Espírito Santo consolador, os destinos desse povo proclamando, com fé e caridade evangélicas, a Palavra de Deus através de uma Pastoral cheia de vitalidade, e inspirada pelas diretrizes auspiciadas em conjunto com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Como Sucessor de Pedro, aquela “preocupação por todas as Igrejas” que levo na alma, adquire um novo matiz. Hoje elevo fervorosas preces a Deus Todo Poderoso, a fim de que esta significativa celebração anime todas as forças vivas desta Igreja local a um marcado protagonismo evangelizador, na proclamação assídua da Palavra de Deus, através do impulso apostólico de todos, jovens ou menos jovens, especialmente pelo convite à reconciliação e à penitência; no esforço inteligente e generoso por defender a família e a vida de todo ser humano, do não nascido ao paciente terminal: todos levam em si a faísca do dom da vida dado por Deus e que só Deus pode dar por concluída. Desejo também unir-me espiritualmente às diversas dimensões da Pastoral arquidiocesana e por todas peço ao Senhor para que se prossiga, com renovado ardor missionário, na tarefa evangelizadora, sendo “sal da terra e luz do mundo) (Mt 5,13).
Senhor Arcebispo, ao assegurar minhas preces pelo bem e felicidade do Povo fiel da Arquidiocese com as suas regiões episcopais, peço a Deus pelas autoridades estaduais e municipais da metrópole a fim de que prossigam zelando pelo bem comum dos seus cidadãos, de modo particular pelos enfermos, pelos pobres e abandonados e, de modo geral, para contribuir pela paz e pelo progresso desta nobre Nação brasileira.
Com estes auspícios concedo ao Senhor Cardeal e aos Cardeais, Arcebispos e Bispos presentes na Celebração eucarística, ao clero, diáconos permanentes e seminaristas, aos religiosos e a todo o povo fiel uma especial Bênção Apostólica.
Vaticano, 22 de Maio,
Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo .
Depois de vários dias de chuva em Roma, finalmente ontem o céu se abriu pouco antes de o papa deixar o Vaticano para celebrar, na Basílica de São João de Latrão, a Solenidade de Corpus Christi. A celebração reúne todos os anos milhares de fiéis da Diocese de Roma, num evento que se tornou tradição. A liturgia foi animada pelo coral diocesano, dirigido por Monsenhor Marco Frisina.
Em sua homilia, Bento XVI explicou que depois do tempo forte do ano litúrgico - primeiro os quarentas dias da Quaresma, depois os cinqüenta dias do Tempo Pascal - a liturgia nos faz celebrar três festas que tem um caráter significativo: A Santíssima Trindade, Corpus Christi e por fim o Sagrado Coração de Jesus.
Ilustrando o significado desta solenidade, ele afirmou que a Eucaristia é o “Sacramento de Deus, que não abandona o homem no caminho, mas fica ao seu lado e lhe indica a direção”.
“Não basta ir em frente, é necessário ver para onde se vai. Não basta o progresso se não existem pontos de referência. Se se corre fora da estrada, pode-se cair em um precipício ou afastar-se mais rapidamente da meta. Deus nos criou livres, mas não nos deixou sós”. (Papa Bento XVI)
Bento XVI acrescentou que Deus acompanha sempre o homem, “para que nossa liberdade tenha critério para discernir o caminho justo e percorrê-lo”, e pediu aos católicos que olhem para além de diferenças como nacionalidade e classe social para concentrarem-se na fé comum que os une todos.
O papa ressaltou os gestos fundamentais da celebração de Corpus Christi, que se realiza em três períodos: a primeira, a missa, a reunião de todos os fiéis ao redor do Altar; a segunda, a procissão do Santíssimo, ou seja, caminhar com Deus, e a terceira, ajoelhar-se perante o Santíssimo, a adoração.
Sobre a primeira etapa, lembrou as palavras do apóstolo Paulo: “Não há judeus nem gregos, nem escravos nem livres, nem homens nem mulheres, já que todos são um em Cristo”.
O papa disse que nessas palavras “sente-se a verdade e a força da revolução cristã, a revolução mais profunda da história humana”. Bento XVI ressaltou que a Eucaristia jamais pode ser uma coisa privada, mas é um culto público, que não tem nada de esotérico, de exclusivo. Em relação à procissão, o papa disse que significa fazer o caminho com Cristo, com a força que dá, e sobre a terceira, a adoração, afirmou que quem se ajoelha perante Jesus não pode e não deve se prostrar perante qualquer poder terreno, por mais forte que seja.
A celebração se encerrou com a Procissão Eucarística, até a Basílica de Santa Maria Maior, onde um grande número de fiéis aguardava, desde as 18h, a chegada da procissão.
Fonte: Rádio Vaticana
Pax Domini! O nosso estudo da semana responde a seguinte pergunta: Por que o verbo se fez carne?
Uma das respostas a essa pergunta que mais refletiu na minh’alma foi a resposta dada por São Gregório de Nissa, santo nascido na Cesaréia (ou Capadócia). Teólogo, místico e escritor cristão. Padre da Igreja e irmão de São Basílio Magno. Ele disse que o verbo se fez carne porque:
Doente, nossa natureza precisava ser curada; decaída, ser reerguida; morta, ser ressuscitada. Havíamos perdido a posse do bem, era preciso no-la restituir. Enclausurados nas trevas, era preciso trazer-nos à luz; cativos, esperávamos um salvador; prisioneiros, um socorro; escravos, um libertador. Essas razões eram sem importância? Não eram tais que comoveriam a Deus a ponto de fazê-lo descer até nossa natureza humana para visita-la, uma vez que a humanidade se encontrava em um estado tão miserável e tão infeliz (São Gregório de Nissa)
Como vimos em estudos anteriores, o pecado maculou nossas almas. É preciso entender que para vencer o pecado era necessário a força de um Deus.Se você pegar o Antigo Testamento, você não vai encontrar nenhum sacerdote perdoando os pecados. Isso por que, antes da vinda de Jesus ninguém tinha esse poder. Por isso São Gregório de Nissa foi enumerando os motivos. Foi mostrando que nossa natureza jamais seria restaurada sem a vinda de Jesus Cristo.
Só Jesus pode perdoar os pecados. Só deus poderia restaurar as nossas almas.
E o verbo se fez carne, e habitou entre nós…
Pax Domini
O Papa João XXIII, no seu papado, fez uma oração que mudou o mundo e a nossa maneira de ser Igreja. Ele disse que toda a Igreja deveria rezá-la. Hoje de certa forma, podemos afirmar, tendo em vista o surgimento de tantos movimentos e novas comunidades, que essa oração surtiu efeito desejado. Quero publicá-la aqui, pois ainda é bastante atual!
Repita-se no povo cristão o espetáculo dos apóstolos reunidos em Jerusalém, depois da ascensão de Jesus ao céu, quando a Igreja nascente se encontrou reunida em comunhão de pensamento e de oração com Pedro e em torno de Pedro, pastor dos cordeiros e das ovelhas.
Digne-se o divino Espírito escutar da forma mais consoladora a oração que sobe a Ele de todas as partes da terra. Que Ele renove em nosso tempo os prodígios como de um novo Pentecostes e conceda que a santa Igreja, permanecendo unânime na oração, com Maria, a Mãe de Jesus, e sob a direção de Pedro, dilate o reino do divino Salvador, reino de verdade e de justiça, reino de amor e de paz. Amém!
Dominus Vobiscum
Todos nós temos pessoas na nossa família e no nosso convívio, que infelizmente se deixaram levar pelo Espiritismo. O Monsenhor Jonas Abib também viveu essa realidade. A partir disso, o Monsenhor nos explica sobre a ordem de Deus para sua família: A partir de hoje, não vá mais para o Espiritismo!
Se caso você tem uma realidade assim na sua casa, ouça essa pregação. Vale a pena! É um testemunho, mas ao mesmo tempo é uma catequese. Hoje todo nós somos convidados a dizer: Ressurreição sim! Reencarnação não!