Maria: Depois do Cristo, a pessoa mais importante na história da Salvação
Olá Amigos! Estamos dando continuidade ao estudo, que retrara a concepção de Jesus Cristo. E vimos ontem que não se pode falar da Concepção de Cristo sem falar de Nossa Senhora, a mãe de Cristo e portanto Mãe de Deus.
Aliás, eu devo dizer que infelizmente sabemos dos tantos ataques que a Santíssima Virgem sofre. Porém esses que atacam Nossa Mãe Maria, esquecem de observar esse fato com mais detalhes. Não se pode pensar em nenhum Ato Divino como sendo de forma casual. O Nascimento de Cristo foi pensado por Deus, nos menores detalhes.
Anunciação a Maria inaugura a “plenitude dos tempos” (Gl 4,4), isto é, o cumprimento das promessas e das preparações. Maria é convidada a conceber aquele em quem habitará “corporalmente a plenitude da divindade” (Cl 2,9). A resposta divina à sua pergunta “Como se fará isto, se não conheço homem algum?” (Lc 1,34) é dada pelo poder do Espírito: “O Espírito Santo virá sobre ti” (Lc 1,35). (CIC§484)
O maior acontecimento de todos os tempos foi a Encarnação do Verbo. O Verbo se fez carne. Ele veio estar no meio de nós. A promessa de Deus estava a ser cumprida. Agora veja, quando estamos diante de um acontecimento importante para nós, o que fazemos?
Ora, pensamos em tudo. Pensamos nos detalhes, em quem poderá nos ajudar, nas pessoas que vão partilhar conosco esse momento, o que vamos servir como refeição… É ou não é assim?
Se nós humanos somos tão detalhistas, quem dirá Nosso Deus que é tão perfeito? É importante saber que Deus pensou no lugar certo, nas pessoas certas, no tempo e na hora certa. E foi assim que Ele pensou em Maria. E ai que entrou também a terceira pessoa da trindade: O Espírito Santo. Precisamos estar atentos ao papel dessas duas figuras no que se refere ao nascimento de Cristo: Maria e o Espírito Santo.
Maria fora escolhida para essa graça. Ela fora concebida para um ato que nunca se repetiu e provavelmente (pelo menos é isso que a Igreja ensina) nunca se repetirá. A graça que Maria recebeu é única. Exclusiva. Só ela recebeu essa graça. Por isso a Igreja a destaca dentre todos. Nenhuma pessoa (afora o Cristo), é tão importante na história da Salvação do que a Santíssima Virgem Maria. Outros foram importantes, até posso dizer, importantíssimos. Moisés, Abraão, Josué, etc, etc, etc.. Mas Maria foi essencial. Sem ela nada se faria. É preciso dar a Maria o destaque que ela verdadeiramente merece.
Dominus Vobiscum
Obs.: Nosso estudo iniciou com o Podcast A Concepção de Cristo. Para escutá-lo, clique aqui!
A oração de hoje é de São Gaspar Bertoni, fundador da Congregação dos Sagrados Estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo, popularmente conhecida como “Estigmatinos”. Ele fez essa oração em honra a Santíssima Virgem Maria.
Pax Domini! Hoje começamos mais um estudo, e um estudo muito interessante. Vamos falar sobre a Concepção de Cristo. Vamos conversar sobre o papel do Espírito Santo e o papel de Maria na encarnação do verbo. Nesse estudo você vai entender sobre como o Espírito Santo “passou a preceder o Filho”, e porque a Virgem Maria é tida pela Igreja como a pessoa mais importante dentre todos os homens e mulheres de todos os tempos.
“Jesus conheceu-nos e amou-nos a todos durante sua Vida, sua Agonia e Paixão e entregou-se por todos e cada um de nós: “O Filho de Deus amou-me e entregou-se por mim” (Gl 2,20). Amou-nos a todos comum coração humano. Por esta razão, o sagrado Coração de Jesus, traspassado por nossos pecados e para a nossa salvação, é considerado o principal sinal e símbolo daquele amor com o qual o divino Redentor ama ininterruptamente o Pai Eterno e todos os homens”. (CIC§478)
Noticia Retirada do Site ACI Digital - O Arcebispo de México, Cardeal Norberto Rivera Carrera, assinalou que embora o contexto no que se encontra a Igreja mudou, as tormentas que atravessa e as decisões que deve tomar são as mesmas de faz dois mil anos, quando foi a fé a que sustentou aos primeiros cristãos durante as perseguições. Durante a Missa dominical, o Cardeal indicou que “possivelmente em nossos dias o cenário mudou, assim como as dimensões do lago e da própria barca (a Igreja) onde estamos mais de um bilhão de seguidores de Cristo, mas as tormentas são as mesmas e as decisões a tomar também devem ser as mesmas”. O Arcebispo lembrou que assim como os primeiros cristãos tiveram que manter a fé para superar as dificuldades, assim também os católicos de hoje devem confiar em Cristo, que segue repetindo: “Ânimo, sou eu não tenham medo”.
Pax Domini! Ontem vimos que a Igreja nos ensina que, uma vez que Jesus se fez homem, ele pode ser pintado, pode ser desenhado e também podem ser feitas imagens. Mas a Igreja vai mais além. É possível, além de venerarmos imagens de Jesus Cristo, também venerar partes do seu corpo:
Paralelamente, a Igreja confessou no VI Concílio Ecumênico que Cristo possui duas vontades e duas operações naturais, divinas e humanas, não opostas, mas cooperantes, de sorte que o Verbo feito carne quis humanamente na obediência a seu Pai tudo o que decidiu divinamente com o Pai e o Espírito Santo por nossa salvação. A vontade humana de Cristo “segue a sua vontade divina sem estar em resistência nem em oposição em relação a ela; mas antes sendo subordinada a esta vontade todo-poderosa” . (CIC§475)
No Post passado, vimos que Jesus tem um conhecimento humano, que exprime a sua divindade. Vimos também que Ele, Jesus, traz em si o Humano e o Divino em sua plenitude. Hoje veremos um dado interessante, que vale a pena ser colocado no nosso estudo.