Com essas palavras começa a nossa profissão de fé. Ele é o “Primeiro e o Último” (Is 44,6), o Começo e o Fim de tudo. A confissão da Unicidade de Deus, que tem a sua raiz na Revelação Divina na Antiga Aliança, é inseparável da confissão da existência de Deus, e igualmente fundamental. Deus é Único: só existe um Deus: “A fé cristã confessa que há Um só Deus, por natureza, por Substância e por essência”.
Quero convidá-lo a ler esse texto que encontrei no site da Comunidade Shalom. Acredito que vai te ajudar na sua compreensão sobre esse Deus Soberano que a Igreja Católica professa. Para ler o texto na íntegra, clique aqui ou na imagem.
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Para esta pergunta tão premente quão inevitável, tão dolorosa quanto misteriosa, não há uma resposta rápida. É o conjunto da fé cristã que constitui a resposta a esta pergunta: a bondade da criação, o drama do pecado, o amor paciente de Deus que se antecipa ao homem pelas suas alianças, pela encarnação redentora de seu Filho, pelo dom do Espírito, pelo congraçamento da Igreja, pela força dos sacramentos, pelo chamado a uma vida bem-aventurada a qual as criaturas livres são convidadas antecipadamente a sentir, mas da qual podem, por um terrível mistério, abrir mão também antecipamente. Não há nenhum elemento da mensagem cristã que não seja por uma parte, uma resposta a questão do mal.
Quero convidar você a ler esse texto na íntegra, clicando aqui. Vale a pena! Vai ajudar você a entender um pouco desse mistério! Deus te abençoe!
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A oração da semana é o Ato de Esperança que há muito tempo os católicos rezam. Eu lembro que na minha paróquia as crianças aprendiam no tempo da catequese… Vamos rezar?
Eu espero, meu Deus, com firme confiança, que, pelos merecimentos de Nosso Senhor Jesus Cristo, me dareis a salvação eterna e as graças necessárias para consegui-la, porque sois sumamente bom e poderoso e o prometestes a quem observar o Evangelho de Jesus, como eu proponho fazer com o Vosso auxílio.
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O Podcast dessa semana é muito importante para todos aqueles que estão vivendo uma busca por saber mais sobre a Fé e a Doutrina Católica. É algo que até dizemos, mas que nem sempre cremos. Algo que muitas vezes falamos da boca pra fora, mas, usando um linguajar popular, “quando o calo aperta” preferimos crer em nós mesmos…
O podcast de hoje vai nos falar sobre o Deus que é Todo Poderoso, e que para ele NADA é impossível. Vai responder uma pergunta básica: Se Deus é meu Pai e todo poderoso e cuida de mim, por que tenho que passar por sofrimentos?
Além disso rezamos uma oração muito linda que era ensinada nos tempos de catecismo: O Ato de Esperança, uma oração de fé, onde professamos e renovamos a nossa esperança no Deus que cremos. E cantando para nós Irmã Glenda!
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Ao amor entre homem e mulher, que não nasce da inteligência e da vontade mas de certa forma impõe-se ao ser humano, a Grécia antiga deu o nome de eros. Diga-se desde já que o Antigo Testamento grego usa só duas vezes a palavra eros, enquanto o Novo Testamento nunca a usa: das três palavras gregas relacionadas com o amor — eros, philia (amor de amizade) e ágape — os escritos neo-testamentários privilegiam a última, que, na linguagem grega, era quase posta de lado. Quanto ao amor de amizade (philia), este é retomado com um significado mais profundo no Evangelho de João para exprimir a relação entre Jesus e os seus discípulos. A marginalização da palavra eros, juntamente com a nova visão do amor que se exprime através da palavra ágape, denota sem dúvida, na novidade do cristianismo, algo de essencial e próprio relativamente à compreensão do amor. Na crítica ao cristianismo que se foi desenvolvendo com radicalismo crescente a partir do iluminismo, esta novidade foi avaliada de forma absolutamente negativa. Segundo Friedrich Nietzsche, o cristianismo teria dado veneno a beber ao eros, que, embora não tivesse morrido, daí teria recebido o impulso para degenerar em vício. Este filósofo alemão exprimia assim uma sensação muito generalizada: com os seus mandamentos e proibições, a Igreja não nos torna porventura amarga a coisa mais bela da vida? Porventura não assinala ela proibições precisamente onde a alegria, preparada para nós pelo Criador, nos oferece uma felicidade que nos faz pressentir algo do Divino?
Comentário – Já faz algum tempo que em uma pregação eu ouvi falar sobre o Amor “Eros”, o Amor “Philios” e o Amor “Ágape”. Mas o Santo Padre me trouxe uma novidade ao dizer que poucas vezes à palavra se refere ao amor Eros. Ao invés de viver o novo da descoberta do Amor Ágape, as pessoas preferiram criticar a ausência do Eros. Friedrich Nietzsche, o mesmo filósofo que usou a infeliz frase “Deus está morto”, acusa a Igreja de deturpar o amor Eros. Mas na verdade não é que a Igreja deturpou o Eros. O que deturpa o Eros é o pecado da humanidade. Reflita comigo:
O que a palavra Eros traz à sua mente quando você a ouve? Erotismo, Sensualidade, Sedução, Sexo… E daí vem um monte de outras coisas que o próprio Deus desaprova. Veja como a essência da palavra está desviada do original. Não é que o Eros seja de fato isso. O Amor do homem e da mulher se chama Eros. Porém o que deriva desta palavra, para a sociedade em geral, são as situações de pecado, ou que induzem ao pecado.O Amor entre o homem e a mulher é a coisa mais linda que Deus nos deu. Porém é um presente que deve ser usado no tempo certo, na hora certa, na medida em que vivenciamos bem o Amor Ágape. Uma missão difícil fazer com que as pessoas entendam e desassociem uma coisa da outra.
Interessante como se faz para desvirtuar as coisas de Deus. Parece que começa pela própria semântica… E isso é só um passo para as acusações. Se mudam as definições da palavra, da semântica e em seguida se acusa a Igreja de não viver o que se prega…
Mas, será mesmo assim? O cristianismo destruiu verdadeiramente o eros? Vejamos o mundo pré-cristão. Os gregos — Aliás de forma análoga a outras culturas — viram no eros sobretudo o inebriamento, a subjugação da razão por parte de uma “loucura divina” que arranca o homem das limitações da sua existência e, neste estado de transtorno por uma força divina, faz-lhe experimentar a mais alta beatitude. Deste modo, todas as outras forças, quer no céu quer na terra resultam de importância secundária: “Omnia vincit amor — o amor tudo vence”, afirma Virgílio nas Bucólicas e acrescenta: “et nos cedamus amori — rendamo-nos também nós ao amor”. Nas religiões, esta posição traduziu-se nos cultos da fertilidade, aos quais pertence a prostituição “sagrada” que prosperava em muitos templos. O eros foi, pois, celebrado como força divina, como comunhão com o Divino.
A esta forma de religião, que contrasta como uma fortíssima tentação com a fé no único Deus, o Antigo Testamento opôs-se com a maior firmeza, combatendo-a como perversão da religiosidade. Ao fazê-lo, porém, não rejeitou de modo algum o eros enquanto tal, mas declarou guerra à sua subversão devastadora, porque a falsa divinização do eros, como aí se verifica, priva-o da sua dignidade, desumaniza-o. De fato, no templo, as prostitutas, que devem dar o inebriamento do Divino, não são tratadas como seres humanos e pessoas, mas servem apenas como instrumentos para suscitar a “loucura divina”: na realidade, não são deusas, mas pessoas humanas de quem se abusa. Por isso, o eros inebriante e descontrolado não é subida, “êxtase” até ao Divino, mas queda, degradação do homem. Fica assim claro que o eros necessita de disciplina, de purificação para dar ao homem, não o prazer de um instante, mas uma certa amostra do vértice da existência, daquela beatitude para que tende todo o nosso ser.
Comentário – Viver um Amor Eros de uma forma controlada, é o grande desafio da humanidade. Por que como afirma o Santo Padre, o Eros não pode ser usado para desvirtuar as pessoas e nem fazer uso das pessoas. O Cristianismo não quer desvirtuar o Eros, mas vivê-lo segundo as leis de Deus, uma vez que ele criou o Eros. Esse amor vivido de forma desvirtuada gera em nós um descontrole de forma que para tantos é quase impossível compreender um relacionamento que envolva amor, sem envolver sexo. Infelizmente esse descontrole tem trazido aos irmãos, à falsa impressão que não é possível viver uma vida onde o Eros seja educado, disciplinado… Mas é justamente o contrário. Só quando o eros é disciplinado e purificado, o prazer de um relacionamento será pleno.
Continuemos a leitura. Continuemos o estudo. Gostaria muito da sua opinião. Escreva, opine.
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O amor de Deus por nós é questão fundamental para a vida e coloca questões decisivas sobre quem é Deus e quem somos nós. A tal propósito, o primeiro obstáculo que encontramos é um problema de linguagem. O termo “amor” tornou-se hoje uma das palavras mais usadas e mesmo abusadas, à qual associamos significados completamente diferentes. Embora o tema desta Encíclica se concentre sobre a questão da compreensão e da prática do amor na Sagrada Escritura e na Tradição da Igreja, não podemos prescindir pura e simplesmente do significado que esta palavra tem nas várias culturas e na linguagem atual.
Em primeiro lugar, recordemos o vasto campo semântico da palavra “amor”: fala-se de amor da pátria, amor à profissão, amor entre amigos, amor ao trabalho, amor entre pais e filhos, entre irmãos e familiares, amor ao próximo e amor a Deus. Em toda esta gama de significados, porém, o amor entre o homem e a mulher, no qual concorrem indivisivelmente corpo e alma e se abre ao ser humano uma promessa de felicidade que parece irresistível, sobressai como arquétipo de amor por excelência, de tal modo que, comparados com ele, à primeira vista todos os demais tipos de amor se ofuscam. Surge então a questão: todas estas formas de amor no fim de contas unificam-se sendo o amor, apesar de toda a diversidade das suas manifestações, em última instância um só, ou, ao contrário, utilizamos uma mesma palavra para indicar realidades totalmente diferentes?
Comentário – Infelizmente a palavra amor tornou-se uma palavra de diversos significados que não exprimem a essência da palavra. Esses dias, eu estava lendo um artigo de um casal (que obviamente não queria se identificar. Para essas coisas ninguém se identifica), em um conceituado site, que afirmava ser normal o fato de casais se reunirem para trocar parceiros. Ele dizia: - Não é pecado fazer amor.
Veja o ponto em que chegamos. Dá uma tristeza no coração ler uma coisa dessas…
Observe o contexto onde se emprega a palavra amor. E como se emprega. Por isso o Santo Padre insiste que conheçamos o real e verdadeiro significado da palavra amor. E não basta apenas conhecer, mas é preciso também resgatar na nossa sociedade o real significado da palavra. Amor não é uma coisa que se faz. Amor é uma pessoa. E não podemos permitir que as pessoas saiam por ai “deturpando” o significado da palavra amor, que é tão plena, tão linda e tão profunda. Por que se apresentamos o Amor de Deus as pessoas, e estas não conhecem o verdadeiro significado da palavra, corre-se o risco da evangelização perder-se.
Percebo nessa carta a figura de um homem (que obviamente é inspirado por Deus) que deseja reeducar o seu povo. E precisamos sim colocar em prática os ensinamentos do Santo Padre. Precisamos valorizar essa bela palavra. E a sociedade só vai entender, quando nós começarmos a viver isso. Precisamos estar atentos no nosso modo de falar. E usar as palavras na forma correta. As mídias anti-católicas estão ai, buscando formas de desvirtuar o sagrado, o divino. Precisamos conhecer e propagar.
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Tem uma irmã de comunidade (a irmã Maria Eunice) que marcou a minha vida com a célebre frase: Deus tem juizo. E tem mesmo. Nós é que não temos. Definitivamente, Deus sabe o que faz, e sem dúvida alguma ele cuida de nós concretamente, através de tudo o que nos acontece. Encontrei esse texto do meu irmão de comunidade Adriano Zandoná que fala um pouco disso. Vale a pena ler… (para acessar o texto na íntegra, clique aqui ou na imagem)
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E Pilatos perguntou a Jesus: O que é a verdade? Mais de dois mil anos se passaram e os homens continuam a se fazer essa pergunta… E a resposta é simples: Deus é a verdade. Quanto mais procuram a verdade sem Deus, mais mentiras encontram. E só encontram mentiras, por que buscam encontrar a verdade sem querer encontrar a Deus, o que não existe. Quero deixar para você hoje, esse belo texto do Dom Fernando Arêas Rifan. Pense nisso. (Para ler o texto, clique aqui ou na imagem)
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Um texto para você meditar neste dia. Estamos fazendo um estudo sobre a misericórdia e a verdade de Deus. Esse texto que estou indicando abaixo é do meu irmão Marcio Mendes, que você já deve conhecer bem. Mais uma vez ele escreve e nos ensina com belas palavras (como sempre faz. Sou fã desse cara). E como ele mesmo diz: O importante é que sempre que pedimos perdão, Ele nos perdoa… (para ler o texto, clique aqui ou na imagem)
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Deus prometeu que viveríamos uma vida de eternidade. Essa é a maior promessa que o nosso Deus nos fez. Ele sendo Deus não precisaria prometer nada. Mas prometeu e por isso se fez devedor. Prometeu e fez questão que soubéssemos que Ele é fiel as suas promessas.
Nosso Deus nos mostra, diariamente que a eternidade é algo concreto, real. A primeira forma que Ele nos faz recordar disso, é quando lembramos do Nosso Senhor Jesus Cristo, o primeiro que foi plenamente ressuscitado entre os mortos. São Clemente I, Papa e Martir (o tercerio sucessor de São Pedro) diz:
“A noite deita-se, levanta o dia. O dia se vai, a noite cresce. Veja as Searas. Quem fez as sementes? A planta. Quem fez a planta? A semente que morreu… Mas se ela morreu semente, a mão de Deus a ressuscita planta, para produzir um fruto multiplicado”.
Deus é fiel. Será a sua mão que nos ressuscitará. Se Ele disse que haveria uma eternidade, haverá uma eternidade. A vida não acaba aqui. É justo depositarmos nossas esperanças e sonhos Nele. É justo e bom seguirmos seus ensinamentos para que possamos também tomar posse de suas promessas.
Se Ele nos proibe de mentir, será que vai mentir para nós? Se Ele nos proibe de enganar, será nos enganará? (São Clemente I)
Que o nosso coração nesse tempo se apegue com presteza a certeza que Deus é fiel e cumpre suas promessas.
Santo Agostinho nos diz: “Onde encontrei a verdade, ai encontrei o meu Deus, que é a própria verdade…”
Nessa vida de missionário, encontrei muitas pessoas depressivas, tristes que tem vivido uma vida sem esperança, por que deixaram-se levar pelas “verdades do mundo”. Quem deixa de acreditar nas palavras do Deus que é verdade, deixa a felicidade escapar da palma de suas mãos. Por isso tanto sofrimento. Por que uma vida sem esperança é uma vida de sofrimento. Uma vida sem expectativa é uma vida triste. De fato Jesus nos diz para não nos preocurparmos com o dia de amanhã. Mas confiar nas promessas que o Senhor nos fez para um futuro, não contradiz as palavras do Senhor. Preocupação e esperança são coisas diferentes. Somos herdeiros da promessa. A promessa que o Pai fez através do seu filho recairá sobre nós. Ainda que morramos hoje, se vivemos em Cristo, ressuscitaremos no futuro. Não estou desacreditando da depressão e dos sofrimentos. Sei que ela é uma doença e como doença precisa de tratamento. Porém a esperança é uma força incrivel. Por isso precisamos acreditar na promessa. É preciso esperança…
Santo Agostinho também afirma: “A verdade é o alimento da alma…”
Alimentemo-nos pois da verdade. Alimentemo-nos então da promessa. Enchamos o nosso coração de esperança. Nossa vida não é uma coisa sem sentido. Ele prometeu que o veremos face a face. Será que existe algo mais espetacular do ver a face de Deus?
Muitas pessoas tem a falsa imagem de que a eternidade será uma coisa chata, sem emoção, sem vida, com um monte de anjinho tocando harpa… Mas eu creio que a coisa não seja assim. Meditando sobre a eternidade, eu vi cheguei a conclusão que a eternidade será um tempo onde viverei um sentimento eterno do melhor sentimento que tive na minha vida. Um tempo de felicidade plena. Vou ver se me explico melhor.
Quando era pré noviço (em 1999), três meses depois de ter entrado na Canção Nova, eu estava morrendo de saudades da minha mãe. Dai ela foi me visitar em Palmas-TO. Acho que foi o abraço mais gostoso que dei e recebi em alguém. Se pudesse eternizaria aquele momento. Viveria aquele instante para sempre. Penso que na eternidade a coisa será assim. Será a eternização do sentimento mais pleno que nós um dia sentimos.
Encha meu irmão seu coração da promessa. Não desacredite. Ele prometeu, Ele cumprirá. E a promessa da vida eterna, ainda que você morra, será sua, pois o próprio Deus prometeu que nossos corpos ressurgirão glorificados. A sua vida tem um sentido. Seu sofrimento também. Repito, não desacredite.
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