Pax Domini! Hoje é dia de rezarmos pelos nossos queridos amigos e parentes que já morreram. Também é um dia propício para rezarmos pelas almas que padecem no purgatório. Talvez alguns dos nossos parentes até estejam lá. E que bom se estiverem mesmo! Mas sempre nessa data muitas pessoas questionam sobre essa atitude cristã de rezar pelos mortos. Por isso estou convidando você no dia de hoje, a além de rezar pelos finados, aprender sobre essa prática da fé cristã. Recentemente aqui no blog fizemos um estudo sobre o purgatório e sobre por que rezamos pelas almas que padecem no purgatório. Convido hoje você a conhecer melhor…
Pax Domini! Estamos encerrando (ao menos parcialmente) o nosso estudo sobre o purgatório e espero ter ajudado a todos. Este estudo, começou com um podcast (que você pode ouvir aqui) falando sobre a existência do purgatório, e reuniu outros posts que foram “detalhando” o conteúdo do podcast. Quero deixar este post final sobre o tema, com alguns ensinamentos de São Francisco de Sales sobre o purgatório. Nesta quinta e nesta sexta feira (09 e 10 de agosto), estarei impossibilitado de postar, pois estarei em Rezende na gravação do DVD do Padre Jonas Abib.Mas no sábado iniciaremos um estudo sobre os Anjos. E na outra semana sobre as indulgências. Aguarde! Mas por enquanto leia o que diz São Francisco de Sales. E “Dominus Vobiscum”!
Assim diz São Francisco de Sales sobre o purgatório:
1 - As almas alí vivem uma contínua união com Deus.
2 - Estão perfeitamente conformadas com a vontade de Deus. Só querem o que Deus quer. Se lhes fosse aberto o Paraíso, prefeririam precipitar-se no inferno a apresentar-se manchadas diante de Deus.
3 -Purificam-se de forma voluntária, amorosamente, porque assim o quer Deus.
4 - Querem permanecer na forma que agradar a Deus e por todo o tempo que for da vontade Dele.
5 - São invencíveis na prova e não podem ter um movimento sequer de impaciência, nem cometer qualquer imperfeição.
6 - Amam mais a Deus do que a si próprias, com amor simples, puro e desinteressado.
7 - São consoladas pelos anjos.
8 - Estão certas da sua salvação, com uma esperança inigualável.
9 - As suas amarguras são aliviadas por uma paz profunda.
10 - Se é infernal a dor que sofrem, a caridade derrama-lhes no coração inefável ternura, a caridade que é mais forte do que a morte e mais poderosa que o inferno.
11 - O Purgatório é um feliz estado, mais desejável que temível, porque as chamas que lá existem são chamas de amor.
( Extraído do livro O Breviário da Confiança, de Mons. Ascânio Brandão, 4a. ed. Editora Rosário, Curitiba, 1981)
“Catequese do Purgatório” (e outros). Clicando aqui.
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Sobre o estudo que estamos fazendo (ouça o Podcast clicando aqui), temos muita coisa para falar. E hoje quero trazer até você amigo do Dominus Vobiscum, o testemunho da Igreja Primitiva, dos Santos Padres da Igreja, daqueles que estiveram no início, na Fundação da Igreja do Senhor. E sempre tenho procurado colocar aqui estes testemunhos, para mostrar a você que está buscando uma maturidade na fé, que o posicionamento da Igreja Católica Apostólica Romana, não é uma invenção do nada, mas vem desde as origens. Então vejamos alguns testemunhos interessantes…
O didaquè (ou doutrina dos 12 Apóstolos de Cristo) nos diz assim:
“Ao fazerdes as vossas comemorações, reuni-vos, lede as Sagradas Escrituras… tanto em vossas assembléias quanto nos cemitérios. O pão duro que o pão tiver purificado e que a invocação tiver santificado, oferecei-o orando pelos mortos”.
Perceba que este ensinamento está na catequese que os próprios Apóstolos (Pedro, João, Thiago, Felipe, etc…) ensinavam aos cristãos. Será que é justo que alguém surja do nada e diga que os apóstolos estão errados?
Vamos seguir em frente. Tertuliano, Bispo de Cartago, falecido no ano de 220:
“A esposa roga pela alma de seu esposo (felecido) e pede para ele refrigério, e que volte a reunir-se com ele na ressurreição; oferece sufrágio todos os dias aniversários de sua morte”. “… é um pensamento santo e salutar rezar pelos defuntos para que sejam perdoados de seus pecados” (2 Mac 12,46).
São Cipriano, bispo de Cartago após a morte de Tertuliano diz ainda nas cartas (nos textos escritos por Tertuliano) que é comum encontrar a expressão: “oferecer o sacrifício por alguém ou por ocasião dos funerais de alguém”.
S. João Crisóstomo, bispo e doutor da Igreja que viveu no perído de 349-407 dizia:
“Levemos-lhe socorro e celebremos a sua memória. Se os filhos de Jó foram purificados pelos sacrifícios de seu pai (Jó 1,5), porque duvidar que as nossas oferendas em favor dos mortos lhes leva alguma consolação? Não hesitemos em socorrer os que partiram e em oferecer as nossas orações por eles”. “Os Apóstolos instituíram a oração pelos mortos e esta lhes presta grande auxílio e real utilidade”
São João Crisóstomo segue com fidelidade o ensino dos Apóstolos (que vimos acima). Então quem está errado? Sigamos…
São Cirilo, bispo de Jerusalém, falecido no ano de 386:
“Enfim, também rezamos pelos santos padres e bispos e defuntos e por todos em geral que entre nós viveram; crendo que este será o maior auxílio para aquelas almas, por quem se reza, enquanto jaz diante de nós a santa e tremenda vítima”.
E ainda diz em outros escritos:
“Da mesma forma, rezando nós a Deus pelos defuntos, ainda que pecadores, não lhe tecemos uma coroa, mas apresentamos Cristo morto pelos nossos pecados, procurando merecer e alcançar propiação junto a Deus clemente, tanto por eles como por nós mesmos.”
Como você pode perceber, a crença no purgatório e a oração pelos mortos não foi e nem é uma prática inventada. A Igreja sempre fez assim e continuará fazendo por que essa é a vontade de Deus, expressa no ensinamento dos Apóstolos. Rezemos pelos nossos irmãos que já partiram. Lembrando a você que deixei duas orações que se podem fazer pelas almas que padecem no purgatório:
Vendo a passagem de Segunda Macabeus que estudamos no podcast da semana (2 Mac 12,40-46), vemos que Judas Macabeu mandou oferecer 10.000 dracmas em sacrificio pelos soldados, pois ele acreditava na ressurreição dos mortos. A ressurreição dos mortos também é um crença cristã.Jesus fala da ressurreição dos mortos. Ele afirma que todos nós vamos ressuscitar. E muitos judeus possuiam essa mesma crença. Assim, como nós os muitos judeus rezam pelos mortos. Os judeus tem uma oração feita após a morte de alguém, por esse alguém! Veja que interessante!
Os judeus ortodoxos acreditam que exista um lugar de purificação final que chamam de “Gehenom”. Quando morre um judeu ocorre a prática do “Taharh” onde se realiza a “Chevra kaddisha - gmilat khessed shel emet” que podemos abreviar por “Chevra Kadisha” ou simplesmente “Kaddish”. Nesta oração os judeus pedem a clemência pelos pecados que a pessoa cometeu. Rezam esta oração por 11 meses.
A Igreja Católica diz que a prática de oração expiatória aos mortos já era feita desde tempos antes de Cristo, já na época dos Macabeus ou até mesmo antes pelo povo israelita, por aqueles que acreditavam na ressurreição dos mortos.
“Catequese do Purgatório” (e outros). Clicando aqui.
1. O purgatório não é uma segunda chance para a salvação, como afirmam os desentendidos de plantão. O julgamento do Senhor é único. É preciso entender de uma vez por todas que o purgatório é um estado que a alma já julgada e destinada ao céu, mas que precisa ser purificada, precisa passar.
Muitos desentendidos citam passagens como Ef 1,7 dizendo que não existe uma segunda chance, e de fato não existe. Porém o purgatório não é uma segunda chance:
Nesse Filho, pelo seu sangue, temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça. (Ef 1,7 )
O Catecismo deixa bem claro que as almas no purgatório possuem a garantia da salvação eterna. Ou seja, uma vez que a alma está no purgatório, o seu destino será unicamente o céu. É apenas uma questão de tempo.
2 - A prática de oração aos mortos não foi “inventada” pela Igreja Católica, que somente a definiu, ou seja, organizou as idéias a seu respeito. Esta prática está descrita já em 2 Mc 12,46. Já falamos no podcast e nos textos anteriores sobre esse trecho. Mais adiante se houver necesidade, poderemos estar fazendo um post explcando esse trecho, mas isso dependerá dos internautas. Só peço que antes dêem uma escutada no podcast e em posts anteriores a este (clique aqui para ver os posts anteriores).
3 - O “fogo” no purgatório é diferente do “fogo” do inferno. É preciso entender isso com muito cuidado. O sofrimento que a alma passa no inferno é um sofrimento eterno, e portanto de tristeza e de dor. A alma que vai para o inferno nunca terá alívio. Porém o sofrimento que a alma passa no purgatório embora seja grande, é um sofrimento de purificação. Quem lá está, sabe que um dia terá um fim. Os santos da Igreja ensinam que o sofrimento em si é o mesmo. A diferença está no contexto. A alma que está no inferno sabe que aquilo nunca terá fim, enquanto a alma que está no purgatório sabe que em um momento aquele sofrimento terá fim.
4 - O purgatório não é uma passagem obrigatória, mas somente aos que não atingiram a santificação necessária para ver a Deus. Na enquete que está na nossa comunidade do orkut, é grande o número de pessoas que dizem lutar para ir ao menos ao purgatório, confiando mais na misericórdia Divina que nos seus méritos. Mas sabemos que existem pessoas que podem e vão certamente ver a Deus no céu e por toda eternidade, sem a necessidade do purgatório.
Rezemos pelas almas que padecem no purgatório, pois as nossas orações aliviam e retiram a muitos desse estado de purificação.
Ouça Pe Cleidimar Moreira cantando “Eu quero Estar”
Nesta semana, estamos estudando e conhecendo mais sobre a Doutrina do Purgatório (Ouça nosso podcast clicando aqui). Não basta apenas conhecer a existência do purgatório, mas rezar pelas pelas Almas do Purgatório. Esses dias estava conversando com uma irmã que sabia que devíamos rezar nessa intenção. Devemos rezar por essas almas sempre, pois a nossa oração diminui o tempo em que ficam no purgatório. Muitas dessas almas suplicantes saem de lá através das nossas preces. E ainda vale a pena ressaltar: Não sabemos se um dia estaremos lá também. Então cultivemos essa prática em nós e nos outros. Por isso estou disponibilizando além dos textos do nosso estudo, o Rosário de Amor pelas Almas do Purgatório. E é muito simples de rezar, e nem é tão demorado. Você vai pegar o seu terço e substituir as orações pelas que se seguem abaixo:
No Creio:
Dulcíssimo Jesus, pelo suor e sangue que derramastes no Horto das Oliveiras, tende piedade das almas do Purgatório!
Nas Ave-Marias:
Jesus, Maria eu Vos amo! Salvai almas!
No primeiro Pai Nosso:
Dulcíssimo Jesus, pelas dores da Vossa crudelíssima flagelação, tende piedade das almas do Purgatório!
No segundo Pai Nosso:
Dulcíssimo Jesus, pelas dores da Vossa coroação de espinhos, tende piedade das almas do Purgatório!
No terceiro Pai Nosso:
Dulcíssimo Jesus, pela dores que sofrestes no caminho do Calvário, tende piedade das almas do Purgatório!
No quarto Pai Nosso:
Dulcíssimo Jesus, pelas dores da Vossa penosíssima agonia, tende piedade das almas do Purgatório!
No quinto Pai Nosso:
Dulcíssimo Jesus, pelas imensas dores que sentistes expirando na Cruz, tende piedade das almas do Purgatório!
Na Salve Rainha:
Dulcíssimo Jesus, pelas últimas gotas de Sangue do Vosso Coração transpassado pela lança, tende piedade das almas do Purgatório!
O podcast desta semana fala sobre a existência do purgatório (você pode escutá-lo clicando aqui). Na verdade, quando morremos, vem o julgamento. E depois do julgamento, a nossa alma é destinada a eternidade ou não. Por que o julgamento do Senhor é único. Mas é interessante saber aquilo que falamos anteriormente que os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenham garantida a sua salvação eterna, passam, após sua morte, por uma purificação, a fim de obterem a santidade necessária para entrarem na alegria do Céu, mas a estas almas, a eternidade já está garantida.
A Palavra de Deus nos ensina que somente aqueles que estão puros, ou seja justificados, podem herdar a vida eterna e consequentemente terem acesso à visão de Deus. Como diz o salmista:
Senhor, quem há de morar em vosso tabernáculo? Quem habitará em vossa montanha santa? O que vive na inocência e pratica a justiça, o que pensa o que é reto no seu coração, cuja língua não calunia; o que não faz mal a seu próximo, e não ultraja seu semelhante. O que tem por desprezível o malvado, mas sabe honrar os que temem a Deus; o que não retrata juramento mesmo com dano seu,não empresta dinheiro com usura, nem recebe presente para condenar o inocente. Aquele que assim proceder jamais será abalado. (Sl 14)
Também sobre isso nos fala o próprio Cristo:
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus! (Mt 5,8)
Infelizmente, também é verdade, pouquíssimos cristãos partem desta vida totalmente reconciliados com Deus e com os irmãos.Será que Deus seria tão impassível ao ponto de permitir que a maioria dos homens não fossem ao seu encontro? Claro que não!
O Senhor vem em socorro de nossas fraquezas, com sua misericórdia, permitindo que aqueles que estão destinados ao céu, ou seja que procuraram pautar suas vidas pela mensagem e vivência evangélica, mas que ainda carregam em si algumas imperfeições e pecados, possam ser purificados, de algum modo, após a morte. O purgatório é portanto, uma exigência da razão e mesmo de caridade de Deus por nós. Hoje, infelizmente, muitos negam a realidade do purgatório, afirmando que o mesmo não se encontra na Bíblia. O termo “purgatório” não existe na Bíblia (como também não existe o termo “Santíssima Trindade”), mas a realidade, o conceito doutrinário deste lugar de purificação existe. Examinemos:
“Todo o que tiver falado contra o Filho do homem será perdoado. Se, porém, falar contra o Espírito Santo, não alcançará perdão nem neste mundo, nem no mundo vindouro.” (Mt 12,32).
Analisemos essa afirmação do próprio Jesus. O pecado contra o Espírito Santo, ou seja a pessoa que recusa de todas as maneiras os caminhos da salvação, não será perdoado nem neste mundo, nem no mundo futuro. O Senhor Jesus, neste trecho, afirma, ainda que implicitamente, que há pecados que serão perdoados no mundo futuro, ou seja, após a morte.
No podcast dessa semana que trata do purgatório, fiz essa oração de Santo Agostinho pelas almas que padecem no purgatório. Estou postando ela aqui caso você deseje rezar conosco nesse tempo!
Dulcíssimo Jesus meu, que para redimir ao mundo quisestes nascer, ser circuncidado, desprezado pelos judeus, entregado com o beijo de Judas, atado com cordas, levado ao suplício, como inocente cordeiro; apresentado ante Anás, Caifás, Pilatos e Herodes; cuspido e acusado com falsos testemunhos; esbofeteado, carregado de opróbrios, despedaçado com açoites, coroado de espinhos, golpeado com a cana, coberto o rosto com uma púrpura por zombaria; desnudado afrontosamente, cravado na cruz e levantado nela, posto entre ladrões, como um deles, dando-vos a beber fel e vinagre e ferido o Coração com a lança. Livrai, Senhor, por tantas e tantas acerbadíssimas dores que haveis padecido por nós, as almas do purgatório das penas em que estão; levando-as a descansar na vossa Santíssima Glória, e salvai-nos, pelos méritos de vossa Sagrada Paixão e por vossa morte de cruz, das penas do inferno para que sejamos dignos de entrar na posse daquele Reino, onde levastes ao bom ladrão, que foi crucificado convosco. Vós que viveis e reinais com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém.
“Catequese do Purgatório” (e outros). Clicando aqui.
Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenham garantida a sua salvação eterna, passam, após a sua morte, por uma purificação, a fim de obterem a santidade necessária para entrarem na alegria do céu. A Igreja denomina purgatório esta purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados. A Igreja formulou a doutrina da fé relativa ao purgatório sobretudo no Concílio de Florença e de Trento. Fazendo referência a certos textos da Escritura, a tradição da Igreja fala de um fogo purificador. No que concerne a certas faltas leves, deve-se crer que existe antes do juízo um fogo purificador, segundo o que afirma que é a Verdade, dizendo que se alguém tiver pronunciado uma blasfêmia contra o Espírito Santo, não lhe será perdoada nem no presente século nem no século futuro (Mt 12,32). Desta afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras, no século futuro.
Este ensinamento apóia-se também na prática da oração pelos defuntos, da qual já a Sagrada Escritura fala: “Eis porque ele (Judas Macabeu) mandou oferecer esse sacrifício expiatório pelos que haviam morrido, a fim de que fossem absolvidos do seu pecado” (2 Mac 12,46).
Note-se que o Livro de Macabeus, além de inspirado, é um livro histórico. Conta a história dos cristãos. Mesmo que não fosse um livro inspirado, o que lá está escrito tem uma base histórica altamente confiável.
Desde o seu início, a Igreja sempre honrou a memória dos defuntos e ofereceu orações e penitências em seu favor, em especial o sacrifício eucarístico da Santa Missa, para que, purificados, eles possam chegar a Deus. A Igreja ensina também que devemos dar esmolas, indulgências e fazer obras de penitência em favor dos defuntos. Como dizia São João Crisóstomo:
Levemo-lhes o socorro e celebremos a sua memória. Se os filhos de Jó foram purificados pelo sacrifício de seu pai, por que duvidar de que as nossas oferendas em favor dos mortos lhes leve a alguma consolação? Não hesitamos em socorrer os que partiram e em oferecer as nossas orações por eles (São João Crisóstomo).
Devemos pegar esse texto como base para o nosso estudo. Talvez esse estudo leve algum tempo, mas é necessário fazê-lo. Como católicos, é preciso lembrar que isso é um dogma de fé, ou seja, algo que ao dizer-se católico você por obrigação acreditar. Então é preciso entender e entender bem!
“Catequese do Purgatório” (e outros). Clicando aqui.
Essa é uma pergunta que muita faz. E é também uma parte da doutrina que muita gente desconhece apesar de acreditar. Por isso esse podcast vai iniciar um tempo de estudo onde vamos explicar avocê que visita o nosso blog e o nosso podcast o que é o purgatório, o que a Igreja ensina, o que dizem os Santos, e estudos com versículos bíblicos interessantes que podemos analisar. Vamos ao longo da semana, explicando aqui no Blog, o que o podcast está iniciando. Ouça com atenção!
E junto com a catequese, ainda temos Marcio Todeschini cantando, e uma bela oração de Santo Agostinho para rezarmos pelas Almas do Purgatório.