O ano de 1985, foi marcado com um calor muito intenso, as águas do mar da Galiléia precisou ser usado para irrigar as plantações da região.

Dois irmãos pescadores moradores do Kibutz, aproveitaram que o nível de água estava baixo e a noroeste do mar foram procurar objetos escondidos.

A grande descoberta foi marcada em fevereiro de 1986, em primeiro lugar encontraram moedas, pregos e depois um grande contorno oval coberto por lama. Quem poderia imaginar, por baixo desta lama havia um barco do século I.

O seu casco estava bem preservado, graças a esta lama e aos micro-organismos.

Não podemos afirmar que Jesus sentou neste barco, pois não foi encontrado o seu nome, mas afirmasse que Jesus tenha avistado este barco e que ele é do mesmo século que Jesus.

É evidente que os seus quatro remos encontrados no barco, indicam que o mesmo transportava cinco pessoas e um timoneiro. Podendo ser carregados o dobro de pessoas.

Apesar de sua construção ter sido com um madeiramento forte, o barco já não estava nestas condições, precisaria ter todo o cuidado possível para tirá-lo do mar.

Todo cuidado era pouco, foram usadas vários processos para escavação, seria muito triste vê-lo desfazer-se, após dois mil anos.

Foi usada uma espuma de poliuretano em todo o barco para que ele endurecesse e pudesse após dois mil anos flutuar novamente no mar da Galiléia.

Passando pelo processo de restauração, o barco ficou por em baixo d’agua durante 14. Depois foi trabalhado no processo de secagem, colocado-o em uma estrutura de ferro pudesse sustentá-lo.

O barco foi construído com doze tipos de madeira e passou por várias reformas naquela época, provavelmente porque o proprietário era pobre ou pela dificuldade de se conseguir madeira.

Pelo clima de calor intenso da região e por seus escassos recursos hídricos para armazenar água em abundância, até mesmo pela irrigação das plantações, as árvores são mais baixas, e seus frutos menores e mais adocicados.

Encontramos o barco no Museu Yigal Allon, na Galiléia.

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