Contaminação midiática

10, dezembro, 2009
Contaminação midiática intoxica a alma, diz Papa
Rende homenagem aos anônimos que humanizam as cidades com o amor
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 9 de dezembro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI constatou a intoxicação causada pelos meios de comunicação, que acostumam as pessoas “às coisas mais horríveis”, e rendeu homenagem aos homens e mulheres anônimos que humanizam as cidades com o amor.Foi o que o pontífice proclamou diante da estátua da Virgem, na Praça de Espanha, em pleno centro de Roma, aonde foi, seguindo a tradição, na tarde dessa terça-feira, solenidade da Imaculada Conceição.

Bento XVI colocou um grande cesto de rosas ante a imagem coroada de Maria e afirmou que Maria repete aos homens de nosso tempo: “não tenhais medo, Jesus venceu o mal”.
Em sua meditação, o Papa começou constatando como “todo dia, de fato, através dos jornais, da televisão, do rádio, o mal é narrado, repetido, amplificado, acostumando-nos às coisas mais horríveis, fazendo-nos insensíveis, em certo sentido, intoxicando-nos, pois o negativo não se digere plenamente e dia após dia se acumula. O coração endurece e os pensamentos se tornam sombrios”.

Por esse motivo, acrescentou, a cidade “tem necessidade de Maria, que com sua presença nos fala de Deus, recorda-nos a vitória da Graça sobre o pecado, e nos leva a ter esperança, inclusive nas situações humanamente mais difíceis”.

“Na cidade vivem –ou sobrevivem– pessoas invisíveis, que de vez em quando saltam às primeiras páginas ou às telas da televisão, e são aproveitadas até o fim, enquanto a notícia e sua imagem chamam a atenção. É um mecanismo perverso, perante o qual infelizmente é difícil opor resistência. A cidade primeiro escondo e logo expõe ao público. Sem piedade ou com falsa piedade.”

“No entanto, em todo homem se dá o desejo de ser acolhido como pessoa e considerado como uma realidade sagrada, pois cada história humana é uma história sagrada e exige o maior respeito”, afirmou.

Em momentos em que acontece a cúpula mundial do clima em Copenhague, o pontífice explicou que “com frequência, nos queixamos da contaminação do ar, que em certos lugares da cidade é irrespirável”.

“É verdade –constatou–: requer-se o compromisso de todos para tornar a cidade mais limpa. E, no entanto, há outra contaminação, menos perceptível pelos sentidos, mas igualmente perigosa. É a contaminação do espírito, que faz que nossos rostos sorriam menos, sejam mais tristes, que nos leva a não nos saudar, a não nos olhar nos olhos”.

“A cidade está cheia de rostos, mas infelizmente as dinâmicas coletivas podem nos fazer perder a percepção de sua profundidade. Tudo o vemos superficialmente. As pessoas convertem-se em corpos e estes corpos perdem a alma, convertem-se em coisas, objetos sem rostos, intercambiáveis, objetos de consumo”, afirmou.

Por este motivo, explicou que “Maria Imaculada nos ajuda a redescobrir e defender a profundidade das pessoas, pois nela se dá uma perfeita transparência da alma no corpo. É a pureza em pessoa, no sentido de que espírito, alma e corpo são nela plenamente coerentes entre si e com a vontade de Deus”.

O Papa continuou rendendo homenagem publicamente “a todos aqueles que, em silêncio, sem palavras, mas com fatos, esforçam-se para praticar esta lei evangélica do amor, que leva adiante o mundo. São tantos, inclusive aqui, em Roma, e poucas vezes tornam-se notícia”.

“Homens e mulheres de todas as idades, que compreenderam que de nada serve condenar, queixa-se, jogar a culpa, mas que é melhor responder ao mal com o bem. Isso é o que muda a realidade; ou melhor dito, muda as pessoas, por conseguinte, melhora a sociedade”, disse.

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Aumento do barulho é sinal de uma cultura que procura fugir de si

16, novembro, 2009
Arcebispo do Rio de Janeiro fala da importância do silêncio

RIO DE JANEIRO, quinta-feira, 12 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- O arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, considera que o aumento do “barulho ensurdecedor” é sinal de uma “cultura que, procurando fugir de si, muitas vezes se refugia no torpor de uma situação que a faz procurar esquecer os problemas de cada dia”.

“Vivemos hoje no mundo cercado por sons e ruídos e por esse fato é muito difícil experimentar o silêncio”, afirma Dom Orani, em artigo difundido hoje pela CNBB.

Há uma “prática de estar sempre ouvindo um ou mais aparelhos eletrônicos ao mesmo tempo para não pensar muito na vida e ficarmos distraídos das agruras da vida diária”.

“Somos impulsionados pela busca incessante de dinheiro; corremos sem cessar para acumular bens, e nesta busca somos envolvidos pelo barulho dos carros, máquinas, fax, campainhas, buzinas, rádio, TV, telefone celular, músicas estridentes, agitações e gritos.”

Dom Orani recorda que nessa terça-feira, com o “apagão” em grande parte do Brasil, muitos ficaram sem saber o que fazer, sem poder acessar a internet, ver televisão ou utilizar o celular. “Desaprendemos da conversa em família e muito mais ainda do silêncio”, lamenta.

“Interessante observar como nos tornamos escravos dos sons e como as pessoas parecem ter necessidade do barulho. Quantos ficam como que anestesiados pelo barulho de baterias, guitarras, gritos e agitações que lhes envolve o corpo e a alma?”

Apesar desse contexto adverso, o arcebispo destaca que o silêncio é necessário para o equilíbrio pessoal “e principalmente para nos encontrarmos com Deus e conosco mesmos”.

Dom Orani recorda a passagem de Deus na vida do Profeta Elias: “passou um vento impetuoso e Deus não estava; depois houve terremotos e Deus não estava; veio o fogo e Deus não estava, e depois ‘ouviu-se’ o murmúrio de uma brisa leve e suave e Deus se manifestou ao Profeta, o qual, ante a presença do Senhor, cobriu o rosto”.

O arcebispo assinala que também Jesus “é muito claro”, ao falar da necessidade da oração interior, quando ressalta “a importância do silêncio para que a figura do Pai possa resplandecer em nós, e, por esse fato, Jesus aconselha: fechar as portas do quarto, dizer poucas palavras, ou seja, ficar em silêncio em Sua presença”.

“Esse estar com o Pai nada mais é do que a oração de quietude, na qual há plena alegria tão somente de estarmos diante do nosso Deus e Pai”, afirma o arcebispo.

Dom Orani recorda ainda que os grandes místicos, como São João da Cruz, Santo Inácio de Loyola, Santa Teresa de Ávila, sempre diziam que o silêncio é essencial para que Deus resplandeça.

“Nossas vidas necessitam desse equilíbrio de silêncio, que grita a paz e a fraternidade e nos faz ainda mais animados na missão de discípulos missionários”; “o silêncio cristão é pleno da Palavra de Deus e ilumina as nossas vidas”.

“É tão importante que, mesmo na liturgia, quando nos tornamos mais adultos nas celebrações, entendemos que os momentos de silêncio serão importantes para acolher as presenças de Cristo nos vários momentos da celebração”, afirma o arcebispo.

Dom Orani convida os fiéis a se conscientizarem sobre a importância do silêncio para a oração e a vida, uma atitude que promove a “contemplação das verdades eternas” e favorece a “busca do rosto de Deus”.

Fonte: ZENIT

Música

Projeto Sexto Sentido: uma nova realidade

21, outubro, 2009
Equipamento reúne celular, projetor e câmera, e promete revolucionar a forma de interagir com o mundo

Este equipamento reúne um celular, um projetor e uma câmera. A princípio, não parece ser nada demais – até colocá-lo em uso. Trata-se de um experimento chamado “Sexto Sentido”, mostrado este ano no TED, uma conferência de profissionais de tecnologia, design e entretenimento que acontece todos os anos na California. E olha só do que esse brinquedinho é capaz. O projetor transforma qualquer superfície em tela, e a câmera reconhece os movimentos dos sensores, colocados nas pontas dos dedos. O celular se encarrega de fazer a transferência de dados via rede 3G e pronto! Temos, em mãos, um verdadeiro computador que faz coisas que as máquinas tradicionais ainda estão longe de realizar!

Que tal fotografar assim, determinando o quadro com os dedos? No supermercado, é possível descobrir informações adicionais de um produto, apenas tocando o pacote. E na hora de ir para o aeroporto? Basta apontar a câmera para o ticket e seu check-in é realizado dessa forma. Mais: o portão de embarque já é informado, via projeção.

Essa é para quem não gosta de relógio de pulso: você pode projetar um relógio virtual no braço. Para isso, basta desenhar um círculo para que o sistema reconheça e emita a informação, em tempo real.

As aplicações são várias. Na livraria, ao folhear um livro, o sistema pode se conectar automaticamente a alguma loja online e, dessa forma, o usuário pode ver comentários de outras pessoas que já leram aquela obra. E ao cruzar com alguém na rua, a câmera pode reconhecer o rosto do indivíduo e dizer as redes sociais às quais ela pertence. No caso apresentado, tags que identificam aquela pessoa foram projetadas em sua blusa. Incrível, não é mesmo?

Os desenvolvedores garantem: esta tecnologia já está ao alcance de todos. Produzir estes aparelhos em série já é perfeitamente possível. Além disso, os equipamentos não custariam mais que aparelhos celulares comuns, uma vez que todo o conhecimento utilizado ali já está presente no dia-a-dia das pessoas. O único inconveniente é carregar tudo isso no pescoço para todos os lados. Mas na boa… quem se importa com este pequeno detalhe fashion, tendo em vista toda a facilidade que o acessório pode nos oferecer? Em breve, além do tato, olfato, visão, paladar e audição, os cientistas garantem que teremos, também, um sexto sentido: o da realidade virtual.

Fonte: www.olhardigital.com.br

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Música: Linguagem universal que se torna oração

20, outubro, 2009

A música é uma linguagem espiritual e universal que pode se converter em oração, afirmou Bento XVI neste sábado, no final do concerto da Academia de Piano Internacional de Imola, por ocasião dos seus 20 anos de fundação. O concerto foi oferecido em homenagem ao Papa e contou com a presença dos padres sinodais.A pianista chinesa Jin Ju, de 33 anos, nascida em Xangai, no seio de uma família de músicos, é o talento da academia, pois toca com 7 dos 120 instrumentos da Coleção do Palácio Monsignani de Imola; ela percorreu, de forma sintética, a história e a evolução do piano.

“Este concerto - disse o Papa no final do evento - nos permitiu, mais uma vez, desfrutar da beleza da música, linguagem espiritual e, portanto, universal, veículo muito apropriado para a compreensão e a união entre as pessoas e os povos.”

“A música faz parte de todas as culturas e, poderíamos dizer, acompanha toda experiência humana, da dor ao prazer, do ódio ao amor, da tristeza à glória, da morte à vida”, acrescentou.

O Papa também destacou que, no transcurso dos séculos e dos milênios, “a música foi sempre utilizada para dar forma ao que não se pode expressar com palavras, porque suscita emoções de outra maneira dificilmente comunicáveis”.

“A grande música - prosseguiu - se estende ao espírito, suscita sentimentos profundos e convida quase naturalmente a elevar a mente e o coração a Deus em todas as situações, sejam alegres ou tristes, da existência humana.”

Por isso, concluiu, “a música pode converter-se em oração”.

Ao finalizar o concerto, um jovem talento da academia, Andrè Gallo, de 20 anos, prestou uma homenagem ao Papa com um recopilatório das 32 sonatas de Beethoven, gravadas por 32 alunos procedentes de diferentes lugares do mundo, como síntese da confrontação saudável entre nações e pensamentos diversos, intercâmbio de identidades musicais.

A Academia Internacional de Piano “Encontros com o Mestre”, de Imola, fundada e dirigida por Franco Scala, é uma escola de alto aperfeiçoamento musical, nascida em 1989, com sede no esplêndido marco de Rocca Sforzasca, da cidade italiana de Imola.

Fonte: ZENIT

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LED TVs: conheça a tecnologia

9, outubro, 2009

As TVs de LCD e Plasma estão cada vez mais acessíveis aos consumidores brasileiros. Mas está chegando ao mercado a LED TV, mais um tipo de aparelho que promete uma qualidade de imagem jamais vista. Os monitores têm espessura entre 2,5 e 5 cm, e os preços são cerca de 10 a 15% mais caros que os atuais modelos LCD. Veja na matéria detalhes técnicos da LED TV e acesse abaixo as matérias que já preparamos sobre Plasma e LCD.

FONTE: http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=8452&/LED+TVS+CONHECA+A+TECNOLOGIA

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Na Índia sacerdote católico doa rim para salvar um hindu

23, setembro, 2009

Gesto inspirado pelo Ano Sacerdotal

Por Nieves San Martín

NOVA DELI, terça-feira, 22 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Pe. Davis Chiramel, de Kerala, Índia, se ofereceu para doar um rim em favor de Gopinath, pai de família hindu, de 46 anos, a quem não conhecia.

O sacerdote explica seu gesto, inspirado pelo Ano Sacerdotal: “Para mim, doar um órgão é a ocasião única e privilegiada de participar dos sofrimentos de Cristo”.

Pe. Davis Chiramel, pároco de São Francisco Javier em Vadanapally, Kerala, é secretário geral da Accident Care and Transport Services (ACTS) de Thrissur.

Em 15 de fevereiro passado, os voluntários que trabalham na organização se reuniram na igreja do sacerdote para dialogar sobre seu trabalho. Falam de um homem pobre, de religião hindu, chamado Gopinathdonará, ex-eletricista, pai de dois filhos, com insuficiência renal crônica.

É vítima de um acidente e agora está em hemodiálise. Precisa de um transplante e os voluntários dizem que precisariam de ao menos um milhão de rupias (mais de 14 mil euros), mas sobretudo precisa encontrar um doador. Na Índia, os doadores de órgão são só cerca de um em cada milhão.

Pe. Chiramel ouve o diálogo dos voluntários e lhes diz: “Dei-me conta de que estavam falando de arrecadar dinheiro para encontrar alguém que lhe venda um rim”.

A Índia, com Paquistão e Nepal, é um dos países asiáticos nos quais o tráfico de órgãos e sobretudo de rins está muito difundido. As autoridades não conseguem controlar este comércio que por um lado encontra pobres dispostos a doar órgãos para ganhar algum dinheiro, e por outro ricos enfermos que não têm escrúpulos em pagar a peso de ouro sua saúde.

Assim, Pe. Chiramel decidiu ser ele o doador e começou as análises para ver a compatibilidade. O sacerdote declara a AsiaNews: “Doar meu rim para mim é uma graça. Aconteceu em fevereiro mas só em 19 de junho compreendi o que estava fazendo. Naquele dia o Papa inaugurou o Ano Sacerdotal e eu estava no hospital para uma das análises. Imediatamente me dei conta de que me havia sido dada a graça de oferecer também meu corpo para salvar um homem”.

Pe. Chiramel usa palavras como “alegria”, “dom” e “tesouro” para descrever o que lhe aconteceu. “Cristo é a fonte e a origem de toda boa ação e é Ele o que nos dá a força e o valor para agir – afirma –. Nunca teria imaginado antes doar meu rim e muito menos a um estranho”.

No próximo 30 de setembro, Gopinath e Pe. Chiramel se conhecerão. Para esse dia está fixado o transplante no Hospital Lakeshore de Kochi.

Pe. Chiramel conclui: “Cristo se entrega a si mesmo para a salvação do mundo e cada dia, na Missa, os sacerdotes oferecem o sacrifício de seu Corpo e Sangue. Mas o fazem sem compartilhar as penas e os sofrimentos de nosso Senhor. Para mim a possibilidade de doar um órgão meu a uma pessoa que não conheço se converteu na ocasião única e privilegiada de participar dos sofrimentos de Cristo”.

FONTE: ZENIT

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O canto de Abertura

21, setembro, 2009

O canto de Abertura, inserido nos ritos iniciais, cumpre antes de tudo o papel de criar comunhão. Seu mérito é de convocar a assembléia e, pela fusão das vozes, juntar os corações no encontro com o Ressuscitado, na certeza de que onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí no meio deles (Mt 18,20). Este canto tem de deixar a assembléia num estado de ânimo apropriado para a escuta da Palavra de Deus. Temos fartos exemplos em que nos espelharmos no Livro dos Salmos: 66(65); 92(91); 95-100(94-99); 113(112); 117(116); 122(121); 134-136(133-135); 146(145)-150.

FONTE: Documento 79 da CNBB - A música litúrgica no Brasil

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O canto de Comunhão

9, agosto, 2009

Função: o canto de Comunhão visa, muito especialmente, a fomentar o sentido de unidade.  É canto que expressa o gozo pela unidade do Corpo de Cristo e pela realização do Mistério que está sento celebrado. Por isso, a maior parte dos hinos eucarísticos utilizados tradicionalmente na Adoração ao Santíssimo Sacramento não é adequada para esse momento, pois ressaltam apenas a fé na Presença Real, carecendo das demais dimensôes essenciais do Mistério da Fé.

É mister que o texto não se reduza à expressão excessivamente subjetiva, individualista, intimista e sentimentalista da comunhão e que ele projete a assembléia como um todo, e cada uma das pessoas que participam, para a constituição do Corpo Místico de Cristo. Em certas oportunidades, deve favorecer mais o recolhimento, a fim de evitar um comungar puramente rotineiro e inconsciente. Em outras oportunidades, sobretudo por ocasião de festas maiores, faça desabrochar a alegria e a exultação, como se diz da experiência eucarística das primeiras Comunidades Cristãs (cf. At 2,46).

O fato de a Antífona da Comunhão, em geral, retomar um texto do Evangelho do dia, revela a profunda unidade entre a Liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística e evidencia que a participação na Ceia do Senhor, mediante a Comunhão, implica um compromisso de realizar, no dia-a-dia, aquela mesma entrega do Corpo e do Sangue de Cristo, oferecidos uma vez por todas (Hb 7,27).

Forma:

- A forma que a tradição litúrgica oferece para o canto de Comunhão, a de um refrão tirado do texto do Evangelho do dia alternado por versos de um salmo apropriado, foi mantida no 3º fascículo do Hinário Litúrgico da CNBB, nos cantos de Comunhão dos Anos A, B e C.

- Essa forma dialogal ajuda os fiéis a receber o Sacramento do Corpo e Sangue de Cristo livres da necessidade de carregar livros ou folhas.

- Também durante a comunhão, a forma de um tropo, não prolongado demais, com um refrão poderia ser funcional. O texto do tropo seria, de preferência, uma citação do Evangelho do dia, atualizando-o no Mistério eucarístico.

-  Não é necessário que esse canto se prolongue, ininterruptamente, durante todo o ato de repartir o Pão do Céu. Em certas oportunidades seria até vantagem interromper os versos com interlúdios instrumentais, tornando o canto menos maçante e favorecendo a interiorização.

- Em algumas oportunidades, é importante que ele faça transbordar a alegria da Festa, sendo um canto exultante, desfecho vibrante e toda a celebração, cantado com a espontaneidade do sorriso e do aplauso, sem que isso em nada desmereça, pelo contrário, exalte, a presença maior do Senhor, com quem a Assembléia entra em plena comunhão.

- Outra possibilidade é selecionar refrãos bem conhecidos da assembléia, sobretudo em celebrações de massa, e cantá-los um após outro, com interlúdios instrumentais.

Fonte: Estudo 79 da CNBB - 3.4.9.2 (A música litúrgica no Brasil)

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TV 3D

8, agosto, 2009

A população britânica deverá ganhar no próximo ano o primeiro canal de televisão 3D do mundo. A programação, disponibilizada pela operadora BSkyB, deverá contar com filmes, esportes e entretenimento.

No entanto, apenas usuários que possuam aparelhos televisores e óculos especiais poderão conferir o que está rolando na programação. E esse é um mercado embrionário ainda, e que, por enquanto, promete ser bastante caro tanto para os desenvolvedores quanto para os consumidores.

A operadora ainda pretende implementar um serviço de banda larga para a aquisição de vídeos sob demanda.

Fonte: Olhar digital

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O “Santo”

7, agosto, 2009

Função: Para concluir o Prefácio da Oração Eucarística ou então para cantar o louvor de Deus na Celebração da Palavra, o povo todo aclama o Senhor com as palavras que Isaías ouviu os Serafins cantarem no Templo, na sua visão (Is 6,3 e Mt 21,9).

Forma:

- O ideal seria se o “Santo” estivesse no mesmo tom em que o Prefácio foi cantado.

- Por este canto pertencer à comunidade toda, eventuais arranjos de vozes para o coro nunca impeçam a participação do povo, mas antes a favoreçam e a reforcem.

- Recomenda-se que o canto se atenha à própria Aclamação, sem a introdução de alterações no texto, mediante paráfrases.

Fonte: Estudo 79 da CNBB - 3.4.7.3 (A música litúrgica no Brasil)

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