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Nossa Senhora na vida de Santa Faustina

No diário da Divina Misericórdia, no item 315 e 316, Santa Faustina escreve assim:
Mãe de Deus, a Vossa alma estava mergulhada num mar de amargura, olhai para Vossa filha e ensinai a sofrer e amar em silêncio. Fortalecei a minha alma; que a dor não a quebrante. Mãe da graça, ensinai-me a viver em Deus.

 

 Em determinado momento veio visitar-me Nossa Senhora. Estava triste, tinha os olhos baixados, deu-me a conhecer que tinha alguma coisa para me dizer, e por outro lado deu-me a conhecer como se não quisesse falar-me disso. Quando compreendi isso, comecei a pedir a Nossa Senhora que me dissesse e que olhasse para mim. Imediatamente Maria olhou para mim com um sorriso cordial e disse:

 - Terás alguns sofrimentos por motivo de doença e de médicos; igualmente sofrerás muito por causa dessa imagem, mas não tenhas medo de nada.

No dia seguinte fiquei doente e sofri muito, como me tinha dito Nossa Senhora, mas a minha alama está pronta para os sofrimentos. O sofrimento é o companheiro constante da minha vida.

 

 

 

Vamos comentar esta experiência vivida por Santa Faustina?

Deus te abençoe e guarde!

Com carinho, Ione Maria! 

 

 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 

 

 

 

 
 
 

 


Pensar o sofrimento não em abstrato

Durante este ano em que se comemora o centenário da vidente Jacinta Marto, muitas iniciativas estão sendo tomadas para nos ajudar a contemplar de forma consciente a mística que se esconde por de trás da espiritualidade e do testemunho da pequena Jacinta.

Nos dias 4 a 6 de julho, irá acontecer um Congresso Nacional sobre a Jacinta Marto, sob o aspecto do sofrimento da pequena menina. Jacinta é considerada a vidente entre os três Pastorinhos que mais sofreu.

Este congresso terá como título “Jacinta Marto: Do encontro à compaixão” e pretende ser uma boa oportunidade para abordar a mensagem de Fátima a partir da espiritualidade da Jacinta e uma forma de procurar conhecer melhor a personalidade da vidente.

“Pensar o sofrimento não em abstrato”.

Há tempos que temos meditado sobre o sofrimento, pautados na espiritualidade dos Pastorinhos aqui no blog fatimahoje. Mais do que nunca este ano queremos mergulhar mais a fundo sobre este tema, já que contemplamos um grande número de pessoas vivendo aos escombros de um tempo de grande tribulação, sofrimentos e uma série de conseqüências dolorosas devido ao não saber lhe dar com o sofrimento.

Falar, meditar sobre o sofrimento, é um caminho que fazemos em direção à maturidade cristã. Não é algo abstrato ou subjetivo, mas sim essencial uma vez que o sofrimento faz parte do ciclo humano após o pecado original.

Peçamos a Maria que neste tempo de quaresma sejamos conduzidos pelo Espírito Santo de Deus ao verdadeiro sentido dos sacrifícios e dos sofrimentos que batem em nossa porta.

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!

Marcelo Pereira


Você deseja ser feliz?

O sentido que damos aos nossos sofrimentos é que o determina se seremos felizes ou não, porém constatamos que infelizmente a nossa tendendência é estarmos sempre nos desviando da felicidade quando não aceitamos os nossos sofrimentos. Quando fugimos dos nossos sofrimentos estamos fugindo da nossa própria cruz a que Jesus nos disse que sem ela não é possível ser seu discípulo, pois esta atitude de repulsa contra tudo que nos faz sofrer é próprio do demônio, ele é que foge da cruz desde o princípio, porém nós somos convidados a utilizar de todos os nossos sofrimentos para sermos santos, para nos tornarmos inabaláveis na fé e fortes na provação. Aí está o segredo da felicidade e a coroa da via eterna.

São Paulo chega dizer que a sua maior alegria é poder compartilhas dos sofrimentos de Cristo, completando nele o que faltou em no sofrimento de Cristo. É desta felicidade que estamos falando.

Você quer esta coroa? Você deseja ser feliz? Eu te digo; é uma aventura exigente, mas acima de tudo, é um grande desafio. É preciso de uma força interior que venha do coração para dizer; “… os sofrimentos do tempo presente não têm proporção alguma com a glória futura que nos deve ser manifestada” (cf. Rom 8,18).

Além disso, “Após tais sofrimentos, a alma fica numa grande pureza de espírito e muito próximo de Deus” (Lv. Diário, A Misericórdia Divina na minha alma - Ir. Faustina).

Está aproximação de Deus requer um sim da nossa parte, não é um sim sem sacrifício e nem mesmo inconsciente, mas um sim profundamente enraizado na oração e na generosidade do nosso coração. O Espírito de Deus espera de nós apenas uma abertura dócil e humilde, e que aceitemos as nossas misérias e fraquezas. O professor Felipe Aquino diz em um dos seus livros que, “A humildade é o altar sobre o qual devemos realizar nossos trabalhos e oferecer os nossos sacrifícios”.

Deus nos pede apenas que tenhamos um coração simples, humilde e puro, a exemplo dos pequenos Pastorinhos de Fátima que em tudo, souberam dizer sim à vontade de Deus através da oração e dos sacrifícios. “Resisti-lhe, firmes na fé, sabendo que os mesmos sofrimentos estão reservados a vossos irmãos, pelo mundo. (…) ele vos restabelecerá depois que tiverdes sofrido por um pouco de tempo; ele vos firmará, vos fortalecerá e vos há de tornar inabaláveis”. (I Pedro 5,9-11)

Salve Maria!

Marcelo Pereira


Coragem!

A coragem não é uma atitude que depende da força que tenho, se sou forte ou não. Pois o jovem Davi, sendo tão pequeno e desprovido de qualquer força física, venceu o gigante Golias com uma coragem do tamanho de um grande exército.

Gosto muito de citar uma explicação que o Bispo Emérito de Leiria-Fátima em Portugal, Dom Serafim de Souza F. e Silva, faz a respeito da palavra “coragem”.

Ele diz que, a palavra coragem é uma junção da palavra coração com a palavra agir, (cora+agem) que vem do coração que age. É um verbo, portanto é uma ação. É uma ação da força que vem de dentro e não de fora. Em suma, a coragem é uma atitude que depende da força que tenho dentro de mim para vencer qualquer grande problema.

Talvez, alguém pense que Deus espera de nós um terrível sofrimento como cena compilada da flagelação de Cristo, para oferecer a Deus como reparação e consolo. Não! Deus não quer dar-nos um fardo maior que suportamos, nem mesmo inventaria sofrimentos como forma de castigo, pois, não é do feitio de Deus nos dar coisas ruins. “Pois Deus não pode ser tentado a fazer o mal e a ninguém tenta” (Tiago 1, 13). Porém, Ele, que sabe tirar um bem maior das coisas más que nos acontece, permite cultivar sofrimentos no jardim de nossa vida para nos fazer ser melhor, para servir de adubo nos tempos de secas e enxurradas, a fim de nos ensinar a colher lindas flores após um intenso inverno.

Todo nosso sofrimento, seja ele pequeno ou grande que, trazemos inseparavelmente em nossa história de vida, pode-se tornar um santo remédio de consolo aos corações de Jesus e de Maria, como também pode ter um sentido redentor para os pecados dos outros. (Cf. Cat. 1502). Pio XII escreveu que, “A salvação de muitos depende dos sofrimentos, orações e sacrifícios voluntariamente aceitos, pelos outros membros do corpo de Cristo”.

Caríssimo leitor, não desperdice o seu sofrimento, não rejeite esta via que nas mãos de Deus pode ser útil, pois para Deus nada é perdido, nada é impossível.

Confiemos a Virgem Maria nossa dificuldade de lidar com o sofrimento, com os problemas do dia a dia. Ela é mãe e cuida de cada um de nós.

Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós.

Marcelo Pereira


Quando sou fraco é que sou forte

É muito importante dar uma meta aos nossos sofrimentos, em outras palavras, dar sentido aos nossos sofrimentos. É uma via de santificação, mas é também uma forma de superá-los de forma mais leve e sóbria.

Por outro lado, é uma via exigente, que não combina com os fraqueza de espírito, com medos, embora seja para os fracos no sentido de nos reconhecer pequenos, dependentes de Deus, da sua força e da sua graça.

Existe uma mística por de traz da nossa fraqueza. A nossa força está intimamente ocultada na nossa fraqueza, é a pedagogia do contrário no Reino de Deus. Quando bancamos os heróis e valentões nas aventuras do nosso dia-a-dia, quase sempre nos decepcionamos com os resultados. Mas ao contrário, quando vestimos a roupa da humildade e da verdade e expressamos nossa fraqueza, reconhecendo nossa própria incapacidade de vencer algo por nós mesmos, a não ser que a graça de Deus esteja a nosso favor, então, a nossa arma será bem mais eficaz e superior a força dos heróis de fachada, onde os resultados serão sempre mais surpreendentes. Na primeira epístola de São Pedro capítulo 5 versículo 5 diz que, a humildade é o canal que atrai as graças de Deus sobre nós “revesti-vos de humildade; porque Deus resiste aos soberbos, mas dá a sua graça aos humildes”.

João Paulo II, em seu momento de mais fragilidade física nos ensinou a enfrentar o calvário dizendo-nos; “Coragem, tenhais coragem!” A mesma coragem, com que os três Pastorinhos responderam aos atrozes interrogatórios do injusto administrador: “Se nos matarem, como dizem, daqui a pouco estaremos no Céu!”. Deus não abandona aqueles que confiam Nele. “Humilhai-vos pois, debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele vos exalte no tempo oportuno. Confia-lhe todas as vossas preocupações, porque ele tem cuidado de vós”. (I Ped 5,6)

A nossa fraqueza também pode ser a nossa força se tivermos humildade, se reconhecermos que por nós mesmos não podemos muita coisa. “Quando sou fraco é que sou forte”. (Cf. II Cor 12, 4-10)

Eu não sei exatamente o que você está vivendo hoje, quais são os seus sofrimentos, sua cruz, mas estou certo que você tem capacidades de suportar, enfrentar o calvário, porque por detrás de nós há alguém que nos ampara, nos socorre no momento exato.

Confia no Senhor todas as vossas angustias, todos os seus sofrimentos, pois não somos capazes de resolve-los por nós mesmos, mas Deus é. Ser humilde é reconhecer que somos dependentes de Deus em todas as coisas. Não somos especialistas em resolver problemas, nem mesmo em superá-los sozinhos, sem Deus a cruz fica mais pesada e a nossa auto-suficiência fica mais poderosa.

Que Maria, a Mãe de Jesus, nos ensine a confiar em Deus e na sua Divina Providência.

Salve Maria!

Marcelo Pereira


A salvação das almas como meta para nossos sofrimentos

Vimos nos últimos artigos que os Pastorinhos de Fátima descobriram uma nova via de santificação que na verdade esta via já existia, mas que os Pastorinhos tiveram a graça de perceberem de forma mais intima e mais profunda.

A heroicidade dos Pastorinhos, sem dúvida, é autêntica, simplesmente pelo grande desejo de consolar e reparar os Corações de Jesus e de Maria, mas, sobretudo, no profundo anseio de ver a conversão dos pecadores, e a salvação das pobres almas agonizantes na visão do inferno.

“Nenhum sacrifício é mais agradável a Deus do que o zelo pela salvação dos homens…” E também: “O valor do mundo inteiro não se pode comparar com o valor de uma só alma” (S. Gregório Magno).

Por isso, que cada sacrifício oferecido a Deus, seja ele voluntário ou involuntário, enviado por Deus ou não, tem o seu sentido único na Cruz de Cristo, lugar da redenção de todo homem. As virtudes dos Pastorinhos de Fátima, não tiveram a finalidade de santificar apenas a eles próprios, mas sobre tudo, demonstraram uma profunda preocupação com as pobres almas sofredoras. A missão dos pastorinhos era justamente ajudar “salvar a todos”.

“… ficai sabendo que quem reconduzir um pecador do caminho em que se extraviava lhe salvará a vida e fará desaparecer uma multidão de pecados”. (Tiago 5, 20)

Temos inúmeros exemplos de leigos, homens e mulheres místicos, santos e santas da nossa Igreja, que transformaram seus grandes sofrimentos em uma eficaz via de redenção, uma espécie de porta estreita, porém com garantia de Céu. (cf. Cat. 853) Todos eles tiveram sua recompensa no Senhor, “Filho, se aspiras servir ao Senhor, prepara a tua alma para a provação. Torna reto o coração e sê resoluto, não te perturbes no momento da aflição. (…) Tudo o que te acontecer, aceita-o e no revés da tua humilhação sê paciente; porque é no fogo que se prova o ouro, e no cadinho da humilhação, os que são agradáveis a Deus. Tem confiança em Deus e ele virá em sua ajuda, segue em caminho reto e espera nele”. (Sirácida 2,1-6)

Veja que esta é a essência da nossa missão, e por que não dizer também da nossa existência. Pois a nossa salvação caminha na estrada da voluntariedade do servir a Nosso Senhor Jesus Cristo e de buscar a salvação dos outros. Porque o que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas o que perder a sua vida por amor de mim e do Evangelho, salvá-la-á. Marcos 8, 35

Eis o grande segredo da nossa salvação, a busca consciente da salvação dos homens. E esta busca se passa pela Cruz de Cristo, pelo sacrifício, pelo oferecimento de nós próprios a Deus por causa das almas, não apenas da nossa, mas das almas de todos que Deus criou nesta terra.

Uma vez que nos encontramos nesta via, a salvação da nossa alma vem por conseqüência da nossa missão.

Eu rezo para que eu e você estejamos abertos ao oferecimento de nós mesmos a Deus, para a salvação das almas. Das almas que estão já no purgatório, mas também das almas que estão ao nosso lado, o nosso próximo, o nossos irmãos e também os nossos inimigos.

Que Nossa Senhora nos ensine amar e servir a Jesus pela estrada da Cruz.

Salve Maria

Marcelo Pereira


O que está por detrás do sofrimento?

No último artigo, tocamos na mística do sofrimento como uma via de salvação e não apenas uma cruz, mas que tudo depende do nosso sim.

Lúcia conta-nos que, os pequenos Pastorinhos respondem com grande generosidade aos apelos do Anjo e de Nossa Senhora, a respeito do sofrimento, onde a Virgem Santíssima não ocultou em nada os desígnios de Deus que os esperavam em breve. “Ides, pois, ter muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto”. (Memórias da Ir. Lúcia)

No dia 13 de Maio de 1981, João Paulo II disse que; “No sofrimento se esconde uma força particular que aproxima interiormente o homem de Cristo, uma graça particular”

A proposta de Cristo é que tenhamos uma vida em abundância, “Eu vim para que os homens tenham a vida e a tenham em abundância” (João 10,10). Porém Ele não excluiu a possibilidade de na vida, termos sofrimentos. “Que a vitória sobre o pecado e sobre a morte alcançada por Cristo com a sua Cruz e a sua Ressurreição, não suprima os sofrimentos temporais” (O sentido cristão dos sofrimentos humano). E Jesus confirma que; “No mundo tereis aflições, mas tende confiança! Eu venci o mundo”. (João 16, 33)

Eu quis escrever isso para que não tenhamos dúvida que o sofrimento faz parte do ciclo da vida do homem depois do pecado original e não é uma forma de castigo, muito menos é um desejo de Deus que soframos. Pois Deus é inacessível ao mau e não tenta a ninguém. Cada um é tentado pela sua própria concupiscência que o seduz. Tiago 1,13

Desta forma, é preciso dizer que não há hipótese de se esquivar do sofrimento, fugir ou fazer de conta que ele não existe. Existe! E está ai a nossa porta todos os dias. Então a solução é encarar a realidade de superar.

A espiritualidade de Fátima nos ajuda a trilhar um caminho maduro de lidar com o sofrimento. A oração, o sacrifício oferecido a Deus de forma livre e dócil corresponde sobrenaturalmente o estigma do sofrimento.

Que Maria Santíssima transpassada pela espada da dor, nos ensine a caminhar de forma madura e consciente neste vale de lagrimas, que é este mundo que vivemos. E não nos esqueçamos que “no sofrimento se esconde uma força particular que aproxima interiormente o homem de Cristo, uma graça particular”

Salve Maria

Marcelo Pereira


Oração e Sacrifício

Em 1916, um ano antes das aparições de Nossa Senhora, na segunda aparição do Anjo, Lúcia pergunta; “Como havemos de nos sacrificar?” E o Anjo responde: “De tudo o que puderdes, oferecei a Deus um sacrifício em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores. Sobretudo, aceitai e suportai, com submissão, o sofrimento que o Senhor vos enviar”. (Memórias da Ir. Lúcia)

A partir deste momento, os Pastorinhos assumiram um propósito de oferecer ao Senhor tudo o que lhes poderia ser causa de sofrimento e mortificação. Assim, a oração e o sacrifício passaram a ser duas vias inseparáveis da vida cotidiana dos três Pastorinhos. Poderíamos até dizer que, não há um sacrifício que chegue ao seu objetivo sem que antes passe pela via da oração, como também, não há oração que não exija de nós qualquer sacrifício.

A grande novidade desta configuração de “Oração e Sacrifício” dentro da espiritualidade de Fátima é observar a profundidade da adesão dos três Pastorinhos aos apelos do Anjo e de Nossa Senhora nas aparições de Fátima, e com que virtudes heróicas eles aplicaram em suas vidas.

Como havemos de nos sacrificar? Questiona Lúcia ao Anjo. Ao que ele responde: “De tudo o que puderdes. Sobretudo, aceitai e suportai, com submissão, o sofrimento que o Senhor vos enviar”.

A espiritualidade dos Pastorinhos corresponde perfeitamente às necessidades do nosso tempo. Quem de nós poderia dizer não ter nenhum sofrimento a oferecer. Poderíamos fazer até uma lista de tudo em nossa vida que tem proporção de cruz, de dor e de sofrimento. Muitos deles nem se quer perguntou se poderia entrar, mas está ai presente em nossa vida e em nossa história justamente porque a vida é uma porta aberta tanto para as boas, como as más noticias.

Agora, precisamos aprender a como receber o sofrimento e que resposta devemos dar a eles.

Sob a luz da espiritualidade de Fátima, podemos encontrar uma via que em primeira mão, os Pastorinhos trilharam e revelaram ao mundo que através dos nossos sofrimentos podemos tirar algo bom. Não é masoquismo, mas é uma mística, uma resposta sabia diante do sofrimento que aflige o mundo.

No próximo artigo vamos nos aprofundar neste tema.

Que a Virgem Santíssima interceda por nós neste dia.

Salve Maria

Marcelo Pereira