Discurso de Madre Teresa de Calcutá

Arquivado em: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 11:05 am on domingo, fevereiro 18, 2007

Proferido no dia 3 de fevereiro de 1994 

(…) “Eu sinto que o grande destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança, uma matança direta de crianças inocentes, assassinadas pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo seu próprio filho, como é que nós podemos dizer às outras pessoas para não se matarem? Como é que nós persuadimos uma mulher a não fazer o aborto? Como sempre, nós devemos persuadi-la com amor e nós devemos nos lembrar que amor significa estar disposto a doar-se até que machuque. Jesus deu Sua vida por amor de nós. Assim, a mãe que pensa em abortar, deve ser ajudada a amar, ou seja, a doar-se até que machuque seus planos, ou seu tempo livre, para respeitar a vida de seu filho. O pai desta criança, quem quer que ele seja, deve também doar-se até que machuque. Através do aborto, a mãe não aprende a amar, mas mata seu próprio filho para resolver seus problemas. E, através do aborto, diz-se ao pai que ele não tem que ter nenhuma responsabilidade pela criança que ele trouxe ao mundo. Este pai provavelmente vai colocar outras mulheres na mesma situação. Logo, o aborto apenas traz mais aborto. Qualquer país que aceite o aborto não está ensinando o seu povo a amar, mas a usar de qualquer violência para conseguir o que se quer. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto. Muitas pessoas são muito, muito preocupadas com as crianças da Índia, com as crianças da África onde muitas delas morrem de fome, etc. Muitas pessoas também são preocupadas com toda a violência nos Estados Unidos. Estas preocupações são muito boas. Mas frequentemente estas mesmas pessoas não estão preocupadas com os milhões que estão sendo mortos pela decisão deliberada de suas próprias mães. E isto é que é o maior destruidor da paz hoje - o aborto que coloca as pessoas em tal cegueira. Nós estamos lutando contra o aborto pela adoção - tomando conta da mãe e da adoção de seu bebê. Nós temos salvo milhares de vidas. Nós mandamos a mensagem para as clínicas, para os hospitais e estações policiais: “Por favor não destrua a criança, nós ficaremos com ela.” Nós sempre temos alguém para dizer para as mães em dificuldade: “Venha, nós tomaremos conta de você, nós conseguiremos um lar para seu filho”. E nós temos uma enorme demanda de casais que não podem ter um filho - mas eu nunca dou uma criança para um casal que tenha feito algo para não ter um filho. Jesus disse: “Aquele que recebe uma criança em meu nome, a mim recebe.” Ao adotar uma criança, estes casais recebem Jesus mas, ao abortar uma criança, um casal se recusa a receber Jesus. Por favor não mate a criança. Eu quero a criança. Por favor me dê a criança. Eu estou disposta a aceitar qualquer criança que estiver para ser abortada e dar esta criança a um casal que irá amar a criança e ser amado por ela.Só de nosso lar de crianças em Calcutá, nós salvamos mais de 3000 crianças do aborto. Estas crianças trouxeram tanto amor e alegria para seus pais adotivos e crescem tão cheias de amor e de alegria. Eu sei que os casais têm que planejar sua família e para isto existe o planejamento familiar natural. A forma de planejar a família é o planejamento familiar natural, não a contracepção. Ao destruir o poder de dar a vida, através da contracepção, um marido ou esposa está fazendo algo para si mesmo. Atrai a atenção para si e assim destrói o dom do amor nele ou nela. Ao amar, o marido e mulher devem voltar a atenção entre si como acontece no planejamento familiar natural, e não para si mesmo, como acontece na contracepção. Uma vez que o amor vivo é destruído pela contracepção, facilmente segue-se o aborto. Eu sei também que existem enormes problemas no mundo - que muitos esposos não se amam o suficiente para praticar o planejamento familiar natural. Nós não temos condições de resolver todos os problemas do mundo, mas não vamos trazer o pior problema de todos, que é a destruição do amor. E isto é o que acontece quando dizemos às pessoas para praticarem a contracepção e o aborto.Os pobres são grandes pessoas. Eles podem nos ensinar tantas coisas belas. Uma vez uma delas veio nos agradecer por ensinar-lhe o planejamento familiar natural e disse: “Vocês que praticam a castidade, vocês são as melhores pessoas para nos ensinar o planejamento familiar natural porque não é nada mais que um auto-controle por amor de um ao outro.” E o que esta pobre pessoa disse é a pura verdade. Estas pessoas pobres talvez não tenham algo para comer, talvez não tenham uma casa para morar, mas eles ainda podem ser ótimas pessoas quando são espiritualmente ricos.Quando eu tiro uma pessoa da rua, faminta, eu dou-lhe um prato de arroz, um pedaço de pão. Mas uma pessoa que é excluída, que se sente não desejada, mal amada, aterrorizada, a pessoa que foi colocada para fora da sociedade - esta pobreza espiritual é muito mais difícil de vencer. E o aborto, que com freqüência vem da contracepção, faz uma pessoa se tornar pobre espiritualmente, e esta é a pior pobreza e a mais difícil de vencer. Se nos lembrarmos que Deus nos ama, e que nós podemos amar os outros como Ele nos ama, então a América pode se tornar um sinal de paz para o mundo. Daqui deve sair para o mundo, um sinal de cuidado para o mais fraco dos fracos - a futura criança. Se vocês se tornarem uma luz ardente de justiça e paz no mundo, então vocês serão verdadeiramente aquilo pelo qual os fundadores deste país lutaram. Deus vos abençoe!”  

Madre Teresa de Calcutá

21 Comentários »

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Comentário por Ubirajara Novaes Costa

18/02/2007 @ 14:21

O artigo de Madre Teresa é ótimo, mas é preciso ser mais divulgado, inclusiva na TV. É preciso também que não se faça entrevistas com aquelas pessoas públicas que, sabidamente, são a favor do aborto.
Ubirajara Novaes
Vila Resende Fernandes, 14-101
35.300-088 - Caratinga - MG

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Comentário por Marcio Antonio

18/02/2007 @ 15:59

Eu e minha esposa usamos o método “billis”. Somos casados a nove anos temos dois filhos, programados e muito amados. Nunca usamos outros métodos como camisinha ou pílulas. Nossa relação é sadia e prazerosa, sempre mais.

É importante a mulher se conhecer (se amar), então os métodos naturais funcionam 100%.

marcio_antonio@globo.com

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Comentário por jair Pereira

18/02/2007 @ 17:03

sou coordenador do qrupo de oração servo dos pobres sarandi da paroquia nossa senhora das gracas-arq de mgá, e com a graça de Deus sou tecnico em enfermagem e travamos uma luta ferrenha contra a morte a favor da vida. somos um grupo de aproximadamente 450 pessoas com ministerio de musica, dança, teatro, intercessão, recepção, etc e somos radicalmente contra o aborto a favor da vida.

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Comentário por Maria Da Paz

18/02/2007 @ 19:03

Sou das comunidades catecumenal da paroquia Imaculada
Conceição de Sobradinho DF.
gostei muito do discurso de Madre Tereza,e deve ser divulgado.Como Cristã sou contra o aborto,temos que lutar pela vida. Pois DEU e AMOR.

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Comentário por neuza

18/02/2007 @ 19:11

infelizmente houve o referendo em Portugal para a despenalização do aborto e o sim saiu vencedor, muito triste mesmo, eu quase perdi a amizade com um amigo que me chamou de falsa, hipocrita, e essas coiss pque disse que a pena tinha de ser a mesma que um homicidio e nao adiantou nada eu argumentar que o importante nao era a pena e sim deixarmos vir um pequenino, nao matar uma criancinha. Que Deus tenha piedade de nós.

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Comentário por Clicia Mesquita

18/02/2007 @ 19:29

Achei muito bonita esta mensagem de Madre Teresa, gostaria que as “autoridades” que sao a favor do aborto pudessem ter acesso a esta mensagem.

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Comentário por Alberto

18/02/2007 @ 19:32

“É preciso também que não se faça entrevistas com aquelas pessoas públicas que, sabidamente, são a favor do aborto”.

Mas por quê, Sr. Ubirajara? Medo de que a população seja influenciada? É preciso instituir a censura para defender suas posições retrógradas?? Os defensores “da vida” (algo ridículo, porque só defendem seus próprios interesses) não tem argumentos mais convincentes???

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Comentário por Marcio Antonio

18/02/2007 @ 22:01

Obrigado pela observação MARCOS.

O termo certo não é “método billis” e sim “Método de Ovulação Billings”. Também não escrevi “bílis” (Líquido segregado pelo fígado e que, por meio de canais, é levado ao duodeno, participando, da digestão).

O Método de Ovulação Billings, foi iniciado pelos Drs John e Evelyn Billings, há vinte anos. De lá para cá, graças aos estudos clínicos e à pesquisa científica, o método tem sido progressivamente aperfeiçoado. Se observado com responsabilidade e cuidado e se suas aplicações forem corretamente aplicadas, o casal pode esperar 99% de êxito em evitar uma gravidez.

Para saber mais:
http://www.comunidadebeatitudes.com/atualiza/internas/billingsmetodo.htm

O método é divulgado:
pelo CENPLAFAM (Confederação Nacional de Planejemento Natural da família)
http://br.groups.yahoo.com/group/instrutores_cenplafam_grs/

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Comentário por Jefferson

19/02/2007 @ 01:01

A defesa “da Vida” é dever de todo o cristão, pois Jesus é o Deus da Vida. Temos que lutar e orar, para desmascarar toda a mentira que existe. Se quiserem conhecer mais sobre esta luta olhem no site: http://www.providaanapolis.org.br, tem muita informação e formação para vencermos esta luta. Lá teremos ainda mais argumentos convincentes…

Comentário por Marcio Antonio

19/02/2007 @ 01:57

O Método de Ovulação Billings (MOB) foi aplicado pela primeira vez, há vinte anos. De lá para cá, graças aos estudos clínicos e à pesquisa científica, o método tem sido progressivamente aperfeiçoado. Se observado com responsabilidade e cuidado e se suas aplicações forem corretamente aplicadas, o casal pode esperar 99% de êxito em evitar uma gravidez.
http://www.comunidadebeatitudes.com/atualiza/internas/billingsmetodo.htm

Comentário por Robson

19/02/2007 @ 11:08

É como eu comentei em outro tópico: se não tem nenhuma mulher sendo processada por realizar um aborto, para quê manter a criminalização então???

Comentário por Joao Paulo II

19/02/2007 @ 13:01

A gravidade moral do aborto provocado aparece em toda a sua verdade, quando se reconhece que se trata de um homicídio e, particularmente, quando se consideram as circunstâncias específicas que o qualificam. A pessoa eliminada é um ser humano que começa a desabrochar para a vida, isto é, o que de mais inocente, em absoluto, se possa imaginar: nunca poderia ser considerado um agressor, menos ainda um injusto agressor! É frágil, inerme, e numa medida tal que o deixa privado inclusive daquela forma mínima de defesa constituída pela força suplicante dos gemidos e do choro do recém-nascido. Está totalmente entregue à proteção e aos cuidados daquela que o traz no seio. E todavia, às vezes, é precisamente ela, a mãe, quem decide e pede a sua eliminação, ou até a provoca.

É verdade que, muitas vezes, a opção de abortar reveste para a mãe um caráter dramático e doloroso: a decisão de se desfazer do fruto concebido não é tomada por razões puramente egoístas ou de comodidade, mas porque se quereriam salvaguardar alguns bens importantes como a própria saúde ou um nível de vida digno para os outros membros da família. Às vezes, temem-se para o nascituro condições de existência tais que levam a pensar que seria melhor para ele não nascer. Mas estas e outras razões semelhantes, por mais graves e dramáticas que sejam, nunca podem justificar a supressão deliberada de um ser humano inocente.
A decidirem a morte da criança ainda não nascida, a par da mãe, aparecem, com freqüência, outras pessoas. Antes de mais, culpado pode ser o pai da criança, não apenas quando claramente constringe a mulher ao aborto, mas também quando favorece indiretamente tal decisão ao deixá-la sozinha com os problemas de uma gravidez: 55 desse modo, a família fica mortalmente ferida e profanada na sua natureza de comunidade de amor e na sua vocação para ser «santuário da vida». Nem se podem calar as solicitações que, às vezes, provêm do âmbito familiar mais alargado e dos amigos. A mulher, não raro, é sujeita a pressões tão fortes que se sente psicologicamente constrangida a ceder ao aborto: não há dúvida que, neste caso, a responsabilidade moral pesa particularmente sobre aqueles que direta ou indiretamente a forçaram a abortar. Responsáveis são também os médicos e restantes profissionais da saúde, sempre que põem ao serviço da morte a competência adquirida para promover a vida.
Mas a responsabilidade cai ainda sobre os legisladores que promoveram e aprovaram leis abortistas, e sobre os administradores das estruturas clínicas onde se praticam os abortos, na medida em que a sua execução deles dependa. Uma responsabilidade geral, mas não menos grave, cabe a todos aqueles que favoreceram a difusão de uma mentalidade de permissivismo sexual e de menosprezo pela maternidade, como também àqueles que deveriam ter assegurado — e não o fizeram — válidas políticas familiares e sociais de apoio às famílias, especialmente às mais numerosas ou com particulares dificuldades econômicas e educativas. Não se pode subestimar, enfim, a vasta rede de cumplicidades, nela incluindo instituições internacionais, fundações e associações, que se batem sistematicamente pela legalização e difusão do aborto no mundo. Neste sentido, o aborto ultrapassa a responsabilidade dos indivíduos e o dano que lhes é causado, para assumir uma dimensão fortemente social: é uma ferida gravíssima infligida à sociedade e à sua cultura por aqueles que deveriam ser os seus construtores e defensores. Como escrevi na Carta às Famílias, «encontramo-nos defronte a uma enorme ameaça contra a vida, não apenas dos simples indivíduos, mas também de toda a civilização». 56 Achamo-nos perante algo que bem se pode definir uma «estrutura de pecado» contra a vida humana ainda não nascida.

Comentário por Odailton Caetano

19/02/2007 @ 14:09

É muito triste após a leitura de um artigo tão belo e importante como este de Madre Tereza, Deparar com a leitura de absurdos de pessoas bárbaras que desconhecem o valor do diálogo civilizado, ser favorável ao aborto com certeza é um ato para bárbaros, e dialogor, questionar ou impor idéias da forma como alguns bárbaros aqui fizeram é um reflexo desta sociedade desumana e violenta, que despreza o valor a vida, e a troca por vaidades humanas e pessoais, o mair erro da sociedade é aplaudir como macaquinhos de circo, idéias de pensadores ou pessoas que se dizem tal, e nunca souberam em momento algum de suas vidas valorizar a célula principal da sua existência a família.

Comentário por Marcio Antonio

19/02/2007 @ 15:28

Minha mãe também quis me abortar e fez aborto antes de mim. Mas eu a amo e sei o quanto ela me ama também. O Perdão entre nos aconteceu e não dá para descrever em palavras que belo foram estes momentos… tudo na Graça de Deus por Maria nossa mãe. Foi como sair da lama e chegar nas nuvens.

Comentário por Pedro

19/02/2007 @ 17:26

Assisti o filme de Madre Tereza, ela é simplesmente tudo aquilo que Jesus nos mandou fazer, amar nossos inimigos, se doar inteiramente ao amor de Deus, Ser o Lapis para que Deus escreva por nós, deixar-nos embriagar pela corragem desta Santa, seguir os seus passos, fazer acontecer o que Jesus Fez, dar valor a vida humana, achar Deus em nosso irmão mais necessitado, enfim, é uma lição de amor para todos nos,

Grato

Pedro Schmickler 19-02-07

Comentário por Josania Castro-Brasilia DF

19/02/2007 @ 20:35

Eu, estou passando uma faze muito triste de muinha vida, porque eu fiz aborto já me convessei, maisw sofro muito com esta situação, não consigo me perdoar e porriso a minha vida não tem sentido algum,eu preciso me perdoa mais e uma tarefa muito díficil, quero ser mãe de novo mais sou laquiada ha 12 anos, e não posso mais eu e meu marido resolvemos adotar uma criança… este comentario foi para abri os olhos da alma e me aceitar…

Comentário por Rosana Alves Arantes

19/02/2007 @ 21:38

Queridos amigos vocês devem divulgar um vídeo sobre o aborto, mostrar o que acontece com o bebê e com a mãe, e futuramente as consequências psicológicas deste aborto nas mulheres (a histeria, a depressão, etc).

Um abraço

Rosana Arantes

Comentário por Francisco

20/02/2007 @ 06:33

Renate Jost de Moraees, psiquiatra, comenta a angústia e o profundo sofrimento de mães que praticaram o aborto. Uma atitude precipitada, mal influenciada que leva mulher a uma inconciente auto-punição, só resolvida após sincero arrependimento e bom tempo de tratamento, o que nem sempre acontece; algumas sem consciência da dor que vivem, em atitude de revolta, que aumenta mais ainda sua dor, continuam a ser favoráveis ao aborto

Comentário por Marcio Antonio

20/02/2007 @ 10:58

EU CONHECI PESSOALMENTE MULHERES ASSIM COMO O FRANCISCO RELATA , QUE FAZIAM TRATAMENTOS DE DEPRESSÃO POR ANOS E VIVIAM NESTA ANGÚSTIA INTERIOR. CONHECENDO O AMOR DE DEUS QUE AS PERDOAVA ETC, SE LIBERTARAM INTERIORMENTE E HOJE SÃO OUTRAS PESSOAS. O MESMO ACONTECE PARA OS HOMENS QUE MUITAS VEZES NEM PERCEBEM OU LEMBRAM DE QUE SÃO RESPONSÁVEIS, MAS VIVEM COM MUITAS ANGÚSTIAS INTERIORES E DEPRESÃO, SE LIBERTAM DEPOIS DE RECONHECER SUA RESPONSABILIDADE DO FATO E BUSCAREM A RECONCILIAÇÃO PLENA COM DEUS.
TEMOS QUE DIZER AS MULHERES QUE DEUS AS AMA DE FORMA ESPECIAL, QUE AQUELE FILHO OU FILHA QUE ELA CARREGA JÁ TEM O AMOR DE DEUS POR ELA, TAMBÉM PELO SEU PAI E IRMÃOS, NÃO IMPORTA EM QUE SITUAÇÃO ELE VIRÁ AO MUNDO… ELE OU ELA JÁ AMA E QUER SER AMADO.
MUITAS JOVENS ABORTAM PELA VERGONHA OU MEDO DE ENFRENTAR OS PAIS E A SOCIEDADE QUE VIVE, SER TACHADA DE LEVIANA, IRRESPONSÁVEL (PORQUE NÃO USOU CAMISINHA? É A BRONCA DA MÃE DE HOJE) ETC. OU PORQUE ESTÃO ESTUDANDO, NO INICIO DE UMA CARREIRA (SEU PAI VAI DIZER O QUANDO INVESTIU EM DINHEIRO NELA PARA CHEGAR NA FACULDADE OU O QUANTO SÃO POBRES). O MESMO É A SITUAÇÃO DE RAPAZES IMATUROS PARA ASSUMIR UM FILHO OU FILHA, PARECE QUE SÓ EXISTE UM CAMINHO, UM CAMINHO DE MORTE, SUA FÉ NÃO ESTÁ EM DEUS ESTÁ NO SEU DINHEIRO, NO SEU PRESTÍGIO SOCIAL ETC.
OS QUE DEFENDEM O ABORTO DEVEM OLHAR PARA DENTRO DE SI E SE PERGUNTAR PORQUE NÃO CONFIAM EM DEUS (NA FORÇA DO AMOR) COMO OUTRAS PESSOAS? PORQUE NÃO DEIXAM DE PENSAR QUE A FÉ O AMOR ACIMA DAS COISA MATERIAIS É SÓ UM DOGMA RELIGIOSO E ULTRAPASSADO?

OLHEMOS PARA OS QUE NÃO ABORTARAM, MESMO QUANDO MÉDICOS E A LEIS LHE DAVAM ESTE COMINHO. POR ESTUPRO, POR DEFEITOS QUE O FETO APRESENTASSE ETC. PREFERIRAM O CAMINHO DE DEUS, O DO AMOR INCONDICIONAL, SÃO FELIZES COM SEUS FILHOS DEFICIENTES OU NÃO, SE MORRERAM LOGO OU NÃO.
OS DEFICIENTES TEM UMA PAZ INTERIOR E UMA CAPACIDADE DE DAR AMOR, QUE VAI ACIMA DE TUDO QUE POSSA SER RELATADO. SE ALEGRAM COM UM SIMPLES SORRISO E CORREM PARA NOS ABRAÇAR… SÃO ANJOS NO MEIO DE NÓS E NÃO DEMÔNIOS DO MAL!

OLHEM PARA OS ANIMAIS UM MACHO OU FÊMEA QUE CUIDA DE SEUS FILHOTES NÃO SÃO CAPAZES DE MORRER DEFENDENDO-OS DE PREDADORES, NÃO SE PRIVAM DE OUTRAS COISAS, NÃO BUSCAM O APOIO DE SEMELHANTES PARA AJUDAR NESTA TAREFA?

MAIS UMA VEZ VAMOS CRUCIFICAR JESUS NESTAS VIDAS, PORQUE NÃO LARGAMOS DE NOSSOS PECADOS?

ATÉ QUANDO VAMOS NOS CALAR NO MEIO DA MULTIDÃO QUE GRITA “ABORTEMOS, ABORTEMOS ” …”CRUCIFICA-O, CRUCIFICA-O”.

Comentário por flávia

2/03/2007 @ 23:16

Madre Tereza nunca perdeu tempo p falar coisas insignificantes. Suas palavras são Deus falando c a humanidade. Quem tem ouvidos p escutar que ouça! Quem sabe ler , que leia e reflita!! Deus sempre nos dá oprtunidade de sermos santos já aqui na terra, nos esforçando p cumprir a Sua vontade. Rejeitar a voz da Igreja é desprezar o próprio Deus, que desde a fundação confiou a um homem a sua representação.
Tenho 28 anos, estou grávida pela segunda vez…porque decidimos por tê-los. O Método é uma bênçaõ de Deus p o mundo!

Comentário por Larissa

19/02/2008 @ 15:53

Nao tenhoO muito oq falar ..!!

ainda naoO SOu oquE sii diz >>esperientii nesse assuntoo..

a poucoO tempoO que pesquizo sobri esse assuntoo;;

MAIS pelo QUI jáá viiH !!E PESQUIZEII ;; MII INTERECEII MUITOoo ;; pela historia dii vida diii uma pessoa facinantiH ;;

aindáá soO tenhoO 13 anos dii idade ..

soUu jovem mais daquelas ;; q sei respeita e adimira !!

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