O caso Jon Sobrino

Filed under: D. Estevão, Teologia — Prof. Felipe Aquino at 2:15 pm on Tuesday, July 24, 2007

D. Estevão Bettencourt, OSB

Revista “Pergunte e Responderemos”

Ano XLVII - Julho 2007 – nº 541

Em síntese: As obras teológicas do Pe. Jon Sobrino contêm afirma­ções que não se coadunam com a fé professada pela Igreja. Daí uma Notificação da Congregação para a Doutrina da Fé, que aponta seis mo­mentos em que se dá a dissonância: 1) Pressupostos metodológicos; 2) A Divindade de Jesus Cristo; 3) A Encarnação do Filho de Deus; 4) A rela­ção entre Jesus Cristo e o Reino de Deus; 5) A autoconsciência de Jesus; 6) O valor salvífico da morte de Jesus.

Jon Sobrino é um jesuíta, teólogo espanhol, que mora em EI Salva­dor (América Central). É um dos mais exponenciais autores da Teologia da Libertação. Escreveu várias obras, cujo conteúdo contraria a doutrina católica. Em conseqüência, em outubro de 2001 começou um processo da Congregação para a Doutrina da Fé a fim de averiguar os pontos dis­cutíveis e ouvir a respeito o autor. Visto que este, repetidamente interro­gado, manteve suas concepções, a mesma Congregação houve por bem publicar uma Notificação, que explica ao público o que é inaceitável nas obras do teólogo. O povo de Deus tem o direito de saber exatamente o que a fé católica professa, e à Igreja toca o dever de lho indicar com exatidão.

Vamos, a seguir, expor os seis pontos de Jon Sobrino censurados pela Igreja, que é Mãe e Mestra.

1. Pressupostos metodológicos

“A Cristologia latino-americana determina que o seu lugar são os pobres deste mundo” (Jesu Cristo libertador). Isto quer dizer que a Cristologia tem que ser cultivada na ótica dos pobres ou tomando como referencial permanente a categoria dos pobres - o que traz conotações políticas. O teólogo professa aprofundar a fé que a Igreja ensina a todos os fiéis, sejam ricos, sejam pobres. Toca à Doutrina Social da Igreja enca­rar os problemas de ordem social.

Sobrino, além disto, julga que os grandes Concílios da Igreja antiga se afastaram progressivamente do conteúdo do Novo Testamento. - A propósito deve-se notar que os quatro primeiros Concílios da Igreja (Nicéia I 325; Constantinopla I 381; Efeso 431 e Calcedônia 451) utilizaram con­ceitos e vocábulos da cultura do seu tempo, não para se conformar a essa cultura; não foi uma helenização do Cristianismo, mas precisamente o contrário. O progresso da mensagem cristã fez que a cultura grega sofresse, e uma transformação, tornando-se instrumento para a defesa dq ver­dade bíblica.

2. A Divindade de Jesus Cristo

Sobrino afirma que nos primeiros tempos não se falava de Jesus como Deus. Esta concepção provavelmente só apareceu após a queda de Jerusalém em 70.

A propósito, porém, podem-se citar passagens do Novo Testamento que professam a Divindade de Jesus; assim Jo 1, 1; 20, 28; 1 Ts 1, 10; FI 2, 5­11; 1 Cor 12, 3; Rm 1, 3s; 10,9; CI 2, 9 … 1. Os escritores e Concílios da Igreja continuaram a professar esta mesma fé. Sobrino porém replica que no Novo Testamento se tratava de uma fé em gérmen e não explícita, A réplica não resiste à evidência dos textos citados do Novo Testamento. A confissão da Divindade de Jesus Cristo é um ponto essencial da fé da Igreja desde as suas origens, ponto este que o Novo Testamento professa claramente.

3. A Encarnação do Filho de Deus

“O Filho faz a experiência da humanidade, da vida, do destino e da morte de Jesus”, escreve Sobrino em Jesucristo, p. 308.

O autor assim estabelece uma distinção entre o Filho e Jesus, que leva a pensar na existência de dois sujeitos em Cristo: o Filho e a realida­de de Jesus; o Filho faz a experiência do humano existente em Jesus. Não se saberia dizer com firmeza que o Filho é Jesus e Jesus é o Filho. Isto renova a heresia antiga do homo assumptus (homem assumido).

Outra é a fé da Igreja formulada pelo Concílio de Calcedônia nos seguintes termos: “Ensinamos que se deve confessar um só e mesmo Filho Senhor nosso Jesus Cristo, perfeito na divindade e perfeito na hu­manidade; verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, de alma racional e corpo, consubstancial ao Pai segundo a Divindade e consubstancial a nós conforme a humanidade”.

Dessa noção de Encarnação resulta o que se chama “communicatio idiomatum” (comunicação de propriedades), ou seja, a possibilidade de atribuir as propriedades da humanidade à Divindade, e vice-versa. Pode-se dizer: “Jesus, como Deus, ressuscitou Lázaro” e “Jesus, como homem, mor­reu na Cruz”. Há um só sujeito de tudo que Jesus faz; tal sujeito é Deus Filho que age ora através do poder divino, ora através da fragilidade humana.

Ora Sobrino destoa desta concepção ao dizer: “A compreensão adequada da comunicação de propriedades é a seguinte: o humano, limi­tado como é, pode ser atribuído a Deus, mas o Divino, ilimitado como é, não pode ser atribuído a Jesus” (La fe, p. 408).

Em Cristo há uma só Pessoa, um só sujeito e duas naturezas (a divina e a humana). Tal é a fé da Igreja.

4. Jesus Cristo é o Reino de Deus

Jon Sobrino considera o Reino de Deus como algo distinto do pró­prio Jesus.

O autor distingue entre mediador e mediação com certa sutileza. - Ora a fé da Igreja ensina que Jesus é o próprio Reino de Deus inaugurado na terra. Não basta atribuir a Jesus uma certa intimidade com o Reino. Jesus Cristo e o Reino se identificam na pessoa de Jesus: nele o Reino já se faz presente. O Reino de Deus não é um conceito, uma dou­trina, um programa, mas é, acima de tudo, uma Pessoa que tem o nome e o rosto de Jesus de Nazaré, imagem de Deus Invisível.

Pode e deve dizer-se que Jesus Cristo tem, para o gênero humano e para a sua história, um significado e um valor singulares e únicos, só a Ele próprios, exclusivos, universais e absolutos. Jesus é de fato o Verbo de Deus feito homem para a salvação de todos.

5. A autoconsciência de Jesus Cristo

Segundo Sobrino, Jesus foi um crente extraordinário, a fé foi a artéria central de toda a vida de Jesus; Ele teve fé como qualquer outro ser humano.

A estas afirmações respondemos, citando textos do Novo Testa­mento, como Mt 11,25-27, em que se lê:

“Tudo me foi dado por meu Pai, e ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai a não ser o Filho e aquele a quem o Filho O quiser revelar” (cf. Lc 10, 21s).

Os Evangelhos manifestam a única e singular intimidade de Jesus com o Pai.

Jesus, Filho de Deus feito carne, tem um conhecimento oriundo e imediato do seu Pai, ou seja, uma visão que vai além dos parâmetros da

fé. A união hipostática e a sua missão de Mestre e Redentor requerem a visão do Pai e o conhecimento do seu plano de salvação. É o que indicam os textos do Evangelho.

Se Jesus fosse um crente como nós, não poderia introduzir os ho­mens no mistério do amor divino. Para cumprir sua missão, ele necessita­va da intimidade com o Pai, que decorria do conhecimento direto e imedi­ato do Pai.

6. O valor salvífico da morte de Jesus

Segundo Sobrino, Jesus não atribuiu à sua morte um valor salvífico.

Foram os escritores do Novo Testamento que lhe deram o valor de sacri­fício expiatório, satisfação vigária (em favor dos homens). A morte de Jesus tem apenas um valor moral, isto é, vem a ser um exemplo de cora­gem e coerência para todos os homens. Esse exemplo eloqüente deve atrair os homens à entrega total ao Pai.

Ora quem assim escreve, não está levando em conta os textos do Novo Testamento em que o próprio Jesus atribui à sua morte um valor redentor e expiatório. Tenha-se em vista, por exemplo, Mc 10, 45:

“O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”.

Nas fórmulas de instituição da S. Eucaristia ressoa o mesmo moti­vo da expiação salvífica. Assim em Lc 22, 19s:

“Isto é o meu corpo, que é dado por vós … Este cálice é a nova Aliança em meu sangue, que é derramado em favor de vós”; Ct. Mt 26,26­28; Mc 14, 23s; 1Cor 11, 23-25.

Com outras palavras: Jesus não foi somente causa exemplar, mas foi também causa eficiente da nossa salvação. O Concílio de Trento (séc. XVI), retomando palavras de São Paulo, declara: “A Ele (Cristo) propôs Deus como Propiciador pela fé no seu sangue (Rm 3, 25) pelos nossos pecados, e não só pelos nossos, mas pelos do mundo inteiro (1 Jo 2, 2)”.

O Catecismo da Igreja Católica diz por sua vez:

“Este plano divino de salvação pela entrega à morte do Servo, o Justo, tinha sido de antemão anunciado nas Escrituras como um mistério de redenção universal, ou seja, de resgate que liberta os homens da es­cravidão do pecado” (nQ 60i).

Conclusão

A Conclusão da Notificação propõe em síntese o papel do teólogo católico.

A Teologia é a fé que procura compreender. Por conseguinte o teó­logo parte da fé da Igreja e procura aprofundá-Ia. Essa fé da Igreja leva em conta os dados da Revelação, que valem igualmente para ricos e pobres de maneira objetiva e imparcial. Portanto não é determinada por alguma categoria social que oriente o trabalho do teólogo:

A investigação teológica dará frutos tanto mais abundantes, para o bem de todo o povo de Deus e de toda a humanidade quanto mais se inserir na corrente viva que, graças à ação do Espírito Santo, procede dos Apósto­los e foi enriquecida pela reflexão das gerações que nos precederam.

Até aqui vai o texto da Notificação. Deus julgará a consciência de Jon Sobrino. O que interessa à Igreja no seu pronunciamento sobre as obras dele, é esclarecer o povo de Deus, a fim de que este não tome o erro por verdade e guarde a pureza da fé. Referindo-se às heresias, São Paulo utiliza eloqüente comparação: “A palavra deles (hereges) é como uma gangrena que corrói” (2Tm 2, 17). A heresia é gangrena!

Tal Notificação foi assinada aos 13 de outubro de 2006 pelo Cardeal Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé William Levada, com a aprovação do Papa Bento XVI.

 

1 Eis alguns textos mais significativos:

Jo 1, 1: “No princípio era o Lagos e o Lagos era Deus … O Lagos se fez carne e habitou entre nós”.

Jo 20, 28: Tomé exclama: “Meu Senhor e meu Deus!”.

FI 2, 65: “Ele (Jesus Cristo) tinha a condição divina e não considerou o ser igual a Deus como algo a que se apegar ciosamente. Mas esvaziou-se a si mesmo e assu­miu a condição de servo, tomando a condição humana”,

C12, 9: “Em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da Divindade”. Mt 16, 16: ‘Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo!”.

15 Comments »

Comment by otilde

25/07/2007 @ 14:50

Professor Felipe Aquino, gostaria de tirar uma dúvida, no jornalzinho do domingo , do 16 domingo comum, no final tem um artigo de Pe. AntÔnio Manzatto sobre a Teologia da libertação e o título vem como v conferência do CELAM, fiquei sem entender… gostaria de saber se a igreja está ou não de acordo com essa Teologia, pois até então achava que não e o texto afirma que sim, por favor eu pesso que me esclareça esta dúvida por e-mail… obrigada!!!!

Comment by Rudini Sampaio

26/07/2007 @ 05:47

Cara Otilde,

Em 1984, o Vaticano declarou: “A Teologia da Libertação é uma heresia singular”, “usa uma chave marxista”. Publicou uma extensa refutação da TL. Mais recentemente, Ratzinger disse: “Parece-me que não precisamos da Teologia da Libertação, mas da Teologia do martírio” e argumentou que o movimento somente se tornará uma teologia válida “quando se recusar a aceitar o poder e a lógica mundana” e em vez disso enfatizar a “liberdade interior”. O Vaticano impôs sanções a praticamente todos os teólogos da Libertação, como Gustavo Gutierrez do Peru, Leonardo Boff do Brasil e, mais recentemente, Jon Sobrino de El Salvador, jesuíta nascido na Espanha. Em uma conferência com a imprensa no dia 27 de abril, o arcebispo de São Paulo recém nomeado, Odilo Sherer, 57, criticou a Teologia da Libertação por usar “o marxismo como ferramenta de análise”. Resumindo, a TL não é católica, é um cavalo de Troia do marxismo na Igreja. Graças a Deus, o muro de Berlin caiu e a TL está morrendo. Mas foi grande a desgraça que ela provocou, principalmente nos seminarios.

Comment by Sidnei

26/07/2007 @ 14:05

Só queria lembrar o João que na época em que a TL era forte, e isto nos anos 80 quando fiz minha 1º comunhão, meus avós, tios e pais diziam que não sentiam bem em ir a missa porque na missa os padres só falavam em política, pois bem, hoje parece que este quadro se reverteu e as igrejas estão cheias, e sou de SC do vale do Itajaí da cidade de Brusque, pertencente a arquidiocese de Florianópolis, e esta arquidiocese sempre esteve ligada a ala conservadora da Igreja, porém aqui em nossa região o crescimento das igrejas evangélicas sempre foi bem tímido, fora os evangélicos históricos como os luteranos que sempre tiveram uma parecença marcante em nosso meio devido a imigração alemã. Agora querer dizer que na arquidiocese do Rio de Janeiro houve um crescimento de evangélicos porque a arquidiocese seguia uma linha mais conservadora e por este motivo também o de São Paulo está neste mesmo caminho é um juízo temerário, pois se os bispos destas arquidioceses são conservadores será que seus padres eram?, seriam os bispos combatentes da TL marxista e os padres os apoiadores?, perguntem aos católicos do Rio e São Paulo e aos ex-católicos também, porque deixaram a Igreja Católica e verão que a grande maioria vão responder algo que se verá que de fato não conheciam plenamente a doutrina da Igreja, e porque não conheciam?, porque enquanto os padres falavam de política em vez de ensinar o evangelho o povo foi se aborrecendo e indo para as outras igrejas, e daí não adianta esperar tudo pelo Bispo, os padres também tem que fazer sua parte, eles são colaboradores diretos do Bispo, então eles também tem que ajudar na evangelização. É claro que há padres que possuem trabalhos sociais muito bonitos, a exemplo de tantos santos no passado (São João Bosco por exemplo) como é o trabalho do Padre Júlio Lancelotti de São Paulo, porém estes padres mesmo oferecendo estes trabalhos não esqueçam também de evangelizar, orar e aplicar os sacramentos nos fieis pois estas também são funções dos sacerdotes, tanto que hoje em dia o povo reclama que os padres nem vão mais até os túmulos dos fieis para encomendar o corpo do defunto, pois por falta de tempo mandam o diácono e as vezes nem este, até um ministro ou leigo para fazer a encomendação do corpo junto a sepultura, o que demonstra que muitos padres em vez de cumprir com sua função de sacerdotes ficam atarefados com outras funções, se fosse para trabalho sociais como o do Padre Júlio Lancelotti teria relavas, mas padre que se ocupam com administração de colégios e hospitais não tem perdão, que passem estes serviços a leigos e que se empenhem nas suas tarefas sacerdotais. E por final gostaria de salientar que não sou contra a TL, a TL que tem como base a libertação do ser humano do pecado e dos vícios, esta TL eu apoio e a Igreja também apóiam, agora aquela TL puramente marxista e que promove as lutas de classe, que reduz a JESUS um mero revolucionário, eu desaprovo como a Igreja desaprova, então devemos verificar quais das duas Teologias da Libertação a Igreja aprova e desaprova, pois as duas são antagônicas e não podem conviver juntas, então apoiemos aquela que a Igreja aprova, que é a TL que liberta o homem do pecado que é a raiz de todos os males, pois tal Teologia que ao invés de jogar pobres contra ricos, faz mostrar aos ricos que eles não devem buscar suas esperanças nas riquezas e que devem partilhar suas requestas com quem não tem nada, e aos pobres, que não devem perder as esperanças e que se forem injustiçados que busquem seus direitos mediante a justiça mas não mediante a revolução e lutas de classe como advém do marxismo e que influenciou a TL apoiada pelos teólogos dissidentes como Boff, Jon Sobrino (que como demonstrou D. Estevão Bettencourt não só caso de apoiar a TL puramente marxista mas de ter um visão totalmente contrária aos dogmas da Igreja).

Comment by Francisco

26/07/2007 @ 14:15

Enquanto os Tls pregavam ódio de classes, os evangélicos pregavam, ao seu modo, a palavra de Deus…

Comment by Sidnei

26/07/2007 @ 14:55

Francisco, você resumiu em poucas palavras tudo aquilo que escrevi anteriormente, que DEUS lhe ebençoe.

Comment by Sidnei

26/07/2007 @ 18:27

João, o protestante aqui é você, não entendesse ainda que entre os evangélicos há aquilo que faltou na Igreja Católica nos anos hauriu da TL marxista, enquanto os padre da TL marxista só falavam de política o povo cansando disto foram ouvir os pastores evangélicos falarem da palavra de DEUS o qual entre estes evangélicos nunca houve que dissesse alguma coisa sobre lutas de classe, revolução, lutas de pobres contra ricos, etc, é claro que há ressalvas quanto aquelas igrejas que incentivam a tal Teologia da Prosperidade, mas fora essas há muitas igrejas evangélicas sérias que levam a palavra de DEUS a sério ao contrário do que acontecia aos padres da TL e que os padres hoje tentam recuperar aquilo que os seguidores da TL marxista estragaram no passado, e portanto, não tente você também estragar tudo para afastar os católicos ainda mais da Igreja, se vocês quer ir embora, vá, mas não tente levar ninguém com você.

Comment by Sidnei

26/07/2007 @ 21:33

O que mais afasta os católicos, é o pouco conhecimento da doutrina catolica, que os padre da TL esqueceram de passar, não adianta, só vê quem não quer, mesmo não sendo membro da RCC

Comment by Sidnei

26/07/2007 @ 21:49

O que mais afasta os católicos, é o pouco conhecimento da doutrina católica, que os padres da TL esqueceram de passar, não adianta, só vê quem não quer, mesmo não sendo membro da RCC e não sendo também muito simpático a ela, porém, muito do que aprendi até hoje sobre os verdadeiros fundamentos da nossa fé católica aprendi por meio de pessoas ligadas a RCC como o professor Aquino por exemplo, porque se dependesse de pessoas ligadas a TL como o Sr. Leonardo Boff não aprenderia bulhufas nenhuma, o grande problema da Igreja não de questões sacramentais, mas porque o povo não sabe o porque de certas questões referente aos sacramentos, e isto engloba na ignorância da fé que se tem, daí a necessidade urgente de evangelizar o povo o quanto antes, recuperar o tempo perdido pelos anos da TL que nada ensinou ao povo a respeito da fé mas somente sobre problemas sociais e políticos, que também são necessários se preocupar com tais problemas, mas tem lugar e hora para isto, mas não dentro de uma Igreja ou de uma aula de catequese ou encontros religiosos, aí é oportunidade para se evangelizar, problemas políticos e sociais, isto se discute no sindicato, no comitê de um partido político e por aí em diante, no entanto voltando ao problema sacramental, o qual o povo não sabe das razões de certas anuances que envolve os sacramentos por falta de informação e evangelização, no entanto basta também lembrar que há aqueles que mesmo sabendo de certa rações e outras, ainda assim contestam, batem o pé, não aceitam e acabam indo embora, a aí o que fazer, vamos mudar tudo só porque alguns ou até a maioria não aceitam, não senhor, não se sacrifica a verdade em nome da caridade, a Igreja ensina tal e qual como ela sempre ensinou, assistida pelo ESPÍRITO SANTO e guardada segundo as promessas de JESUS CRISTO que as portas do inferno não prevaleceriam contra ela, por isto não é por causa de certas pessoas que não aceitam isto ou aquilo que a Igreja vai trair seus princípios, a Igreja deve continuar como está, os incomodados que se retirem, e se quiserem retirar todos, paciência, pois JESUS também foi abandonado na hora que foi levado para a cruz, a Igreja por ser seu corpo e sua esposa também poderá passar pelo mesmo processo, que viver verá.

Comment by Sidnei

27/07/2007 @ 13:52

O professor Aquino é um ser humano e pode errar, o que ele disse de D. Luciano não abrroga tudo o que ele ensina, o que aliáz o que ele ensina se refere tudo, mas tudo mesmo o que a Igreja ensina, e desafio a qualquer um a me mostrar do que ele ensina que seja contrário a fé católica. Ele só repete e não leva a pensar, mas o que ele repete é a doutrina da Igreja Católica, levar pensar o quê, aquilo que os teólogos da libertação ensinavam, que tudo na Igreja está errado, e que devemos construir outra Igreja, taxando assin, indiretamente, o ESPÍRITO SANTO de incompetente, pois não ensinou toda a verdade predita por JESUS e que as portas do inferno prevaleceu contra a Igreja, através de erros doutrinários, como também JESUS declarou que não prevaleceriam, a onde está a coerência da fé destes eminentes teólogos da libertação que levam a ensinar tão grandes absurdo como este teólogo Jon Sobrino.

Comment by Sidnei

27/07/2007 @ 13:57

E para finalizar o Professor Aquino é um ótimo professor, pior são certas pessoas que hajam que são católicos mas deixaram de ser há muito tempo, pois este nem de péssimos católicos não podemos mais chamar, porque por certas colocações, de ser contra tudo o que a Igreja ensina, já demonstra que deixaram de ser católicos há muito tempo, infelizmente.

Comment by Sidnei

27/07/2007 @ 17:27

Menino de recado, então aqueles que levam a doutrina da Igreja Católica aos ouvintes da queles que não há conhecem são simplismente meninos de recado, eu os chamo de professor, catequistas, padres, missionários, enfim apóstolos (enviados), e não menino de recado como se fosse algo depreciativo levar a palavra de DEUS e a doutrina da Igreja a todos que de boa vontade a querem acolher, ao contrário de alguns com o qual em tom de deboche e desrespeito tentam fazer, mas pobres coitados, devemos ter pena destas pessoas que só rebaixam as outras pessoas quanto elas mesmas não são capases de se enxergar no espelho e de ver quanto incoerentes são com respeito de sí mesmas, oremos por tais pessoas, para que o ESPÍRITO SANTO abra as mentes e os corações para verem o quanto afastadas estão da Igreja e ainda julgam alques que estão nela, e que fazem alguma coisa por ela de menino de recado, fassa-me o favor!.

Comment by ana paula lucci

2/08/2007 @ 23:47

olá professor Felipe,tudo bem?gostaria de tirar uma dúvida:o que significa o tau?aquele q usamos no pescoço.eu tenho,mas não sei o significado.responde no meu e-mail se possivel ou no programa.

grata.
aninha-lucci@hotmail.com

Comment by meg

3/08/2007 @ 05:21

Fico muito triste de ver irmãos em cristo se degladiando!
Qta falta de respeito, humildade, amor, caridade, etc!
Onde já se viu entrar num blog de outra pessoa para falar mal da própria pessoa! Se Jesus Cristo viesse neste instante, talvez ele até riria de vcs!!!!
Homens de pouca fé e duros de coração.
O importante é o hoje, o passado já passou, o nosso Cristo é atual, é presente na Santa Eucaristia.
Ele quer que nos unamos, independente de religião, raça, posição social, pensamentos obscuros.
Bom entrei pela primeira vez neste blog, pois confio muito no que diz o prof. Felipe, achei que encontraria coisas interessantes para ler e aprender, ms fiquei muito triste meus queridos irmãos em Cristo!
Rezarei no meu terço diário por vcs, pedindo a nossa mãe Maria (Imaculada) por todos vcs, principalmente pelo joão. Tenho certeza que um dia bem breve ele vai a Canção Nova dar um testemunho que está voltando para a Igreja verdadeira, onde Pedro (Bento VI), é a pedra e que s/ ela está sendo a cada dia reconstruído uma nova Igreja! Santa em Jesus, pecadora em nós! (disse Jesus): e s/ ela as portas do inferno não prevalecerá!!!!!!!!!!!!
Prá vc JOAO… Maria cheia de graça e consolo, venha caminhar com seu povo, nossa mãe e sempre será.

NAO BRIGUEM, CRIANÇAS, POIS JESUS CONTA COM A GENTE PARA EVANGELIZAR!!!!!!!

Comment by Marcio Antonio

5/08/2007 @ 05:23

Cala a boca JOAO comuna … vai morar na ilha particular de Fidel já que gosta tanto dele…

Comment by Victor

28/10/2007 @ 21:18

Olá ! A Paz de CRISTO!!!
Entrei ,sem querer neste ¨site¨e não pude deixar de me manifestar frente às colocações lidas : Segundo a minha opinião a principal causa do êxodo para outras ditas ¨denominações¨é a grande necessidade que os homens tem de ouvir ¨verdades¨e conceitos que lhes agradam !
O Evangelho de Jesus Cristo não exprime ,à luz do mundo,as coisas que o homem quer ouvir , se permitir , e desacomoda ,incomoda , mexe por dentro !!!
A Igreja Católica tem como primordial dever evangelizar o mundo e não pode deixar de cumprir este preceito e ¨negociar¨interpretações ädoçadas¨pelo paladar humano ,social , de direitos humanos ,legais ,etc…
É SIM ,SIM , Não ,Não! (M.J.Abib)
A VIDA , A DOUTRINA ,o Ensinamento , A PAIXÃO e MORTE de NS Jesus Cristo foi um ESCÂNDALO !!! PAX !!!

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