O Islamismo ameça o Ocidente

Filed under: Islamismo — Prof. Felipe Aquino at 6:21 pm on Sunday, July 29, 2007

Islamismo ameaça o Ocidente  

 

Em uma entrevista publicada nesta sexta-feira (27.07.07) pela revista alemã Süddeutsche Zeitung, o secretário pessoal do Papa Bento XVI, padre Georg Gaenswein,  lançou uma advertência sobre a expansão do Islã no Ocidente. Ele disse que:  

“Não podemos negar as tentativas do Islã de se estender pelo Ocidente e não deveríamos ser muito compreensivos a ponto de não ver que isso ameaça a identidade da Europa”. (Berlim , 27 Jul 2007 (AFP) 

Georg Gaenswein trabalha e vive ao lado de Bento XVI. Ele e outros cinco colaboradores - entre os quais quatro religiosos italianos - dividem um apartamento do Vaticano. 

O secretário particular do Papa disse que: “A Igreja católica vê isso claramente e não tem medo de dizê-lo em público”. “O conceito (Islã) agrupa escolas muito diferentes… algumas delas usam o Corão para justificar o uso das armas”. Mas, para Gaenswein, o Vaticano está tentando promover o diálogo inter-religioso em nível internacional. 

O secretário do Papa classificou de “profético” o controvertido discurso que o Papa pronunciou na Universidade de Regensburg durante sua visita à Alemanha, em setembro passado, no qual aparentemente relacionou o Islã com a violência.  “O discurso pretendia precisamente contra-atacar a ingenuidade existente; está claro que não há só um Islã e ao Papa não consta que nenhuma autoridade fale a todos os muçulmanos”. 

Em seu discurso de setembro do ano passado, Bento XVI citou um imperador medieval cristão que classificava alguns dos ensinos do profeta Maomé de “malvados e desumanos”. Bento XVI atribuiu então a ira muçulmana a um “erro infeliz”, mas não se desculpou pelos comentários. 

A Igreja busca o diálogo ecumênico também com o islamismo, mas não pode ignorar os erros de muitos dos seus adeptos, que inclusive estimulam o terrorismo em nome de Alá, e montam esquadrões suicidas que tiram a vida de muitas pessoas inocentes. Sabemos que o islamismo, estimula a guerra santa, a Jihad, o que tem amedrontado o mundo. Por outro lado os muçulmano vem para os paises ocidentais, vivem livremente sua religião, controem suas mesquitas e vivem sua fé sem serem perturbados; o mesmo não acontece com os cristãos em terras dos muçulmanos; muitas vezes não podem construir igrejas e muitos são proibidos de viver a fé católica e de pregar o Evangelho, sob pena de morte. Isto acontece em paises com o Arábia Saudita, Indonésia, Irã, etc. A Igreja ama a caridade mas sabe que a verdade não pode ser sacrificada em nome da caridade. Onde estaria para o ocidente esta ameaça do islamismo, declarada pelo secretário do Papa? Em primeiro lugar pelo terrorismo que mata milhares de inocentes e que amedronta hoje o mundo ocidental. Segundo porque os muçulmanos estão invadindo a Europa ocidental e se reproduzindo muito mais que os europeus; sabemos que segundo suas leis, um muçulmano pode se casar até com cinco mulheres e ter com elas  muitos filhos. Não se pode esquecer que foi num processo semelhante a este que o Império Romano do Ocidente foi dominado pelos bárbaros no ano 476, depois de uma longa penetração dos germânicos até nos comandos do exército romano. Isto pode se repetir na Europa hoje “mutatis mutandis”. Não é sem razão que o Secretário do Papa se pronunciaria sobre um tema tão delicado… 

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

 

Mais um grande vexame de Cuba

Filed under: Cuba — Prof. Felipe Aquino at 4:11 pm on Sunday, July 29, 2007

 

 

A imprensa noticia hoje (29 .07.07) que parte da delegação de Cuba (240 atletas) que ainda estava no Rio de Janeiro já embarcou às pressas com destino ao país, antes mesmo do final da participação dos atletas no encerramento dos jogos do Pan-Americano. Isto por causa do medo dos atletas desertarem em massa após a cerimônia de encerramento dos Jogos, no domingo, e pedirem asilo político no Brasil como aconteceu já com três atletas. A ordem de retorno  partiu diretamente do líder cubano Raul Castro.Durante os Jogos, dois boxeadores (o bicampeão olímpico Guillermo Rigondeaux e o campeão mundial Erislandy Lara), um jogador de handebol (Rafael D’Acosta) e um técnico de ginástica artística (Lázaro Lamelas) desertaram.
A viagem de volta dos atletas cubanos para Cuba foi feita às pressas e, no Galeão, atletas e dirigentes tiveram problemas para encontrar bagagens nos dois caminhões que levavam as malas.
No final da noite de sábado (28.07.07), Cuba não compareceu ao pódio do vôlei masculino. Com o terceiro lugar vazio, brasileiros e norte-americanos receberam suas medalhas. Um vexame. As medalhas, segundo representantes da delegação cubana, serão enviadas para Cuba, onde os jogadores as receberão.
Espantados com o assédio da imprensa no aeroporto, alguns atletas de Cuba brincaram com a situação. “Estamos com uma ameaça de ciclone e por isso precisamos voltar logo”, brincou um deles.

Esta fato não é inteiramente novo porque sabe-se que em cada edição dos Jogos Pan, parte da delegação de Cuba sempre deserta e pede asilo político no país  dos jogos. Começou em 1971 com seis abandonos e chegou a seu ápice em Winnipeg-1999. 

Contra fatos não há argumentos. Tudo isto mostra a dura e cruel realidade de Cuba há 50 anos; seus filhos jovens e atletas fogem do país, bem como muitos outros cubanos, por ar e por mar; não fogem por terra porque o país é uma ilha. Onde mais no mundo acontece isso? Só nos países comunistas como Cuba, Coréia do Norte e poucos outros. 

Há quase 50 anos esse povo bom, educado pela Igreja Católica, vive na mais cruel falta de liberdade como um passarinho na gaiola. Tem “alpiste e água”, mas não tem Liberdade: de expressão, de locomoção, de eleger seus governantes, de ter sua casa própria, de ter seu próprio negócio, de viajar… Um homem sem liberdade perde toda a sua dignidade porque perde o que lhe é mais precioso e que lhe faz “imagem e semelhança de Deus”. 

É bom que este fato – a deserção do cubanos -  aconteça também  aqui no Brasil, bem debaixo de nossos olhos, para que caia por terra, de uma vez por todas, a grande mentira do tal “Paraíso” socialista cubano, tão decantado em prosa, verso e falsidade por muitos religiosos da teologia da libertação como frei Betto, Boff e companhia.  

Precisamos rezar por Cuba, para que Deus tenha compaixão desse povo, para que ele possa ter agora com esta transição que está vivendo um destino mais humano e digno. 

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

 

Projeto de mordaça gay em São Paulo

Filed under: Homossexualidade — Prof. Felipe Aquino at 4:37 am on Sunday, July 29, 2007

São Paulo adiante do governo Lula na glorificação do homossexualismo

 

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

http://www.providaanapolis.org.br

 

O Município não pode legislar em matéria penal. Por isso, com grande lamento, o Executivo do município de São Paulo enviou à Câmara de Vereadores um projeto que faz tudo para perseguir os chamados “homofóbicos”, com exceção de definir crimes, o que é privativo da União. Salvo esse detalhe, o Projeto de Lei Municipal 359/2007 é muito mais violento e compressor que o seu irmão no Senado Federal, o PLC 122/2006, que define os crimes de “homofobia”.

Se a capital paulista empregasse para promover a fidelidade conjugal e a castidade, para combater a pornografia e a prostituição, a mesma energia que pretende empregar para promover o vício contra a natureza, ela seria uma cidade quase paradisíaca.

A extensão do projeto, composto de sete artigos, cheios de incisos e alíneas  (o inciso II do artigo 2°, por exemplo, vai até a alínea n) já demonstra, por si só, o empenho do legislador em cercar a matéria por todos os lados.

O erro fundamental está no artigo 2°, que define “orientação sexual” como um “direito”: “o direito do indivíduo de relacionar-se afetiva e sexualmente com qualquer pessoa, independentemente de sexo, gênero, aparência, vestimenta ou de qualquer outra condição ou característica ligada à essa orientação”.

Trata-se de um erro crasso, que vicia todos os artigos que seguem. Não existe orientação sexual entre dois homens ou duas mulheres. Em tais casos, o que há é uma desorientação sexual. Os dois “parceiros”, sem conhecer o Oriente (desorientados), lançam-se em práticas carnais que nada mais são do que grotescas imitações do ato sexual, tal como foi querido por Deus e inscrito na natureza. Entre pessoas do mesmo sexo falta a natural complementaridade homem-mulher, assim como a abertura à fecundidade. Os dois, fechados no seu próprio egoísmo, buscam extrair do corpo alheio o máximo de prazer, numa prática estéril tanto física quanto psiquicamente.

A repulsa que se sente por tais atos é natural. O que o governo municipal pretende é reprimir a natureza, ou seja, legislar contra a natureza, o que é absurdo. Pois toda lei posta pelos homens só tem razão de lei enquanto deriva da lei natural. Se, em algum ponto, contraria a lei natural, já não será lei, mas corrupção da lei, dizia, no século XIII, Santo Tomás de Aquino.

Mais ainda: a prática homossexual é um vício, que se opõe frontalmente à virtude da castidade. Todo cidadão tem o direito e o dever de combater o vício. O que o governo municipal pretende é colocar uma mordaça na boca de todo paulistano que ousar discordar do homossexualismo. O vício passa a ser louvável e a condenação ao vício passa a ser condenável.

É impossível, neste pequeno espaço, falar sobre todas as medidas repressivas previstas no projeto de lei. Uma vista rápida permite-nos detectar algumas das mais graves:

1) Os atos obscenos, praticados publicamente por homossexuais, são incensuráveis (art. 2°, inciso II, alinea a);

2) A violenta condenação bíblica ao homossexualismo está proibida, pois é uma ação vexatória, intimidatória e constrangedora (art. 2°, inciso II, alínea c);
3) A crítica ao homossexualismo, seja por palavras (art. 2°, inciso II, alínea i), seja por escritos  ou símbolos (idem, alínea j) é categoricamente proibida;

4) Nenhum empregador pode demitir ou deixar de admitir  um empregado homossexual por temer a corrupção moral de sua empresa (idem, alínea l). No caso, tal patrão “homofóbico” precisa ser curado de sua homofobia.

5) A glorificação do homossexualismo não é apologia de um vício. É uma tarefa “de natureza educativa” (art. 3°, inciso III) a cargo da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual e da Secretaria Especial para Participação e Parceria. É preciso, a todo custo, convencer que o homem não foi feito para a mulher, nem a mulher para o homem. Tais “construções sociais” (chamadas “gênero”) têm que desaparecer, para dar lugar à “liberdade” sexual.

6) A lei tem o cuidado de criar mais um órgão para seu fim: o Centro de Referência GBLTT no Combate à Discriminação por Orientação Sexual, vinculado à Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual (art. 5°, caput).

7) O vício passa a ter não só direitos, mas privilégios. Ninguém poderá ser processado por zombar da virgindade de um jovem ou da fidelidade de uma pessoa casada (o que acontece quotidianamente, mas não interessa ao Estado). No entanto, alguém que ousar praticar “conduta discriminatória” contra os adeptos do homossexualismo será perseguido com um poderoso (e minucioso) aparato municipal. Os nove incisos do artigo 5° mostram quão grande é o interesse do Município em rastrear, identificar e acompanhar os “homofóbicos”, inimigos públicos que precisam ser reeducados.

 

Em resumo:

 

O artigo 3°, inciso V fala em atuar em favor do homossexualismo “respeitada a competência municipal”. Ou seja, sem poder criar figuras penais, o que é tarefa da União.

 

Com exceção disso, o presente projeto  é imensamente mais virulento e perseguidor do que o PLC 122/2006, que o Senado pode a qualquer hora votar e aprovar.

 

A perseguição aos verdadeiros cristãos vem de todos os lados: da União, do Estado, do Município e até da Administração Pública Indireta.

 

Não conheço, em qualquer época da história, semelhante rolo compressor lançado contra a família (que a Constituição Federal chama de “base da sociedade”).
Deus se compadeça de nós.

 

 

 

Projeto de Lei nº 359/2007 de 18/05/2007
ESTABELECE MEDIDAS DESTINADAS AO COMBATE DE TODA E QUALQUER FORMA DE DISCRIMINAÇÃO POR ORIENTAÇÃO SEXUAL NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO.
Autor: GILBERTO KASSAB