A Riqueza da Igreja

Filed under: Sem Categoria — Prof. Felipe Aquino at 1:50 pm on Thursday, November 22, 2007

Muito se fala sobre a riqueza da Igreja, o ouro do Vaticano, etc.

A Igreja, sendo, também, uma Instituição humana, incumbida por Jesus para levar a salvação a todos os homens, precisa evidentemente de um “corpo material”, sem o que não pode cumprir a sua missão em toda a terra.

A palavra Católica quer dizer universal. Qualquer instituição que esteja em várias nações precisa de meios materiais para isto. O Papa é o único chefe de Estado que tem filhos em todos os cantos da Terra, falando todas as línguas. No último Concílio, o do Vaticano II, o Papa João XXIII reuniu cerca de 2600 de todas as nações, no Vaticano, durante 3 anos…   Que chefe de Estado faz isto?

Desde 1870, quando a guerra de unificação da Itália tomou, à força, as terras da Igreja, até o fim da chamada Questão Romana (11/02/1929), os Papas se consideraram prisioneiros no Vaticano, por cerca de 60 anos. Esse período foi de relacionamento difícil entre a Igreja e o governo Italiano.

Apesar de toda a pressão contrária, os Papas desses 60 anos, Pio IX (1846-1878), Leão XIII (1878-1903), São Pio X (1903-1914), Bento XV(1914-1922) e Pio XI (1922-1939), julgaram que não podiam abrir mão da soberania territorial da Igreja em relação às demais nações, com direito a um território próprio, ainda que muito pequeno, a fim de que tivesse condições de cumprir a missão que Cristo lhe deu.

Benito Mussolini, o chefe do Governo italiano, em 1929, percebeu a grande conveniência política de conciliar a ltália com o Vaticano. As negociações levaram dois anos e meio, terminando com a assinatura do Tratado do Latrão aos 11/02/1929, que encerrava sessenta anos de disputas entre o Vaticano e o governo da Itália.

A cidade do Vaticano, geograficamente situada dentro de Roma, é mínima territorialmente. Quando começou a discussão da Questão Romana, muitos diziam que em caso da restauração da soberania temporal da Igreja, ela deveria ter apenas um Estado do tamanho da República de São Marinho (60,57 Km2); ora, o Estado Pontifício renasceu com apenas 0,44 Km2 que tem hoje o Vaticano. Esse território é apenas uma carcaça, um pequeno corpo, onde a alma da Igreja possa viver.

Os objetos contidos no Museu do Vaticano foram, em grande parte, doados aos Papas por cristãos honestos e fiéis, e pertencem ao patrimônio da humanidade; os Papas não vêem motivo para não conservar esse acervo cultural muito importante. Não é a pura venda desses objetos, de muito valor para  todos os cristãos, que resolveria o problema da miséria do mundo. Será que a rainha da Inglaterra aceitaria vender o museu de Londres, ou o presidente da França vender o Louvre?…

Não há motivo, portanto, para se falar, maldosamente, da “riqueza do Vaticano”. Podemos até dizer que a Igreja foi rica no passado, antes de 1870, mas hoje não.

Qualquer chefe de Estado de qualquer pequeno país tem à sua disposição, no mínimo um avião. Nem isso o Papa tem.

É inegável, que a Igreja cresceu em espiritualidade depois que perdeu o grande poder temporal que o Estado Pontifício antigo lhe dava. Os últimos papas, a partir de 1870, foram homens santos, que entregaram a vida pela Igreja, sem limites. Pio IX (Beato), Leão XIII, S. Pio X, Bento XV, Pio XI, Pio XII, João XXIII (Beato), Paulo VI, João Paulo I e João Paulo II, foram grandes homens, exemplos para o mundo todo.

O Vaticano tem  um órgão encarregado da caridade do Papa, o Cor Unum. No final de cada ano é publicada no jornal do Vaticano, o L’Osservatore Romano, a longa lista de doações que o Papa faz a todas as nações do mundo, inclusive o Brasil, especialmente para vencer as flagelações da seca, fome, terremotos, etc. É uma longa lista de doações que o Papa faz com o chamado óbulo de São Pedro, arrecadado dos fiéis católicos do mundo todo.

A Igreja Católica nesses dois mil anos sempre fez e fomentou a caridade. Muitos hospitais, sanatórios, leprosários, asilos, albergues, etc., são e foram mantidos pela Igreja em todo o mundo. Quantos santos e santas, freiras e sacerdotes, leigos e leigas, passaram a sua vida fazendo a caridade… Basta lembrar aqui alguns nomes: São Vicente de Paulo, D. Bosco, São Camilo de Lelis, Madre Teresa de Calcutá…  a lista é enorme!

 

E os bens da Santa Sé?

 

A Santa Sé, além do território de 0,44 Km quadrados, correspondente ao Estado do Vaticano, possui dois tipos de bens imóveis em Roma: 1 - as que gozam de estatuto próprio definido pelo Tratado de Latrão, em 1929; e 2 - as que estão sujeitas ao Estado italiano para fins de impostos e taxas.

Isto é o que restou de todo o antigo Estado Pontifício que cobria boa parte da Itália. Sem isto os orgãos da Igreja não têm como funcionar.

Mas a Igreja é muito rica sim, espiritulamente. Na verdade ela é rica desde a sua origem, porque o seu Criador é o próprio Deus; é Dele que vem toda a sua riqueza. Ela é o próprio Corpo de Cristo (1Cor 12,27). Ela é rica também, porque é a “Igreja dos Santos”, como disse George Bernanos. Os Santos são a sua grande riqueza, como que reprodução do próprio Cristo.

Ela é a Igreja de Pedro de Cafarnaum, que deixou as redes para seguir o Senhor e morreu de cabeça para baixo, sob Nero, por amor a ela; é a Igreja de Paulo de Tarso, que rodou o mundo até Roma, para ali ser martirizado por ela.

Ela é a Igreja dos Santos Apóstolos, revestidos do próprio Cristo, um a um martirizados pela sua fidelidade ao Senhor… Ela é a Igreja dos Santos Inocentes que, ainda na tenra  idade, derramaram o seu sangue inocente pelo menino Deus… Ela é a rica Igreja dos Santos Padres: Agostinho de Hipona, que enfrentou o pelagianismo, o arianismo e o maniqueísmo;  Atanásio, que enfrentou o arianismo; Irineu, que enfrentou o gnosticismo; Inácio de Antioquia, que enfrentou os leões; Policarpo de Esmirna, que enfrentou a fogueira,…Tomás de Aquino, que escreveu a Suma-Teológica e transformou a Filosofia;  Teresa D’Avila e João da Cruz, que reformaram os Carmelos masculino e feminino;  Jerônimo, que traduziu a Bíblia para o latim; Basílio,  Gregório de Nissa, Gregório de Nazianzo, Afonso de Ligório, Francisco de Assis, João Bosco, e tantos outros que mudaram a face da terra…

Sim, é uma Igreja riquíssima!  Ela é a Igreja daqueles que, de tanto amor por ela, derramaram o seu sangue nas arenas romanas, nas espadas dos imperadores, nos cárceres comunistas e nazistas… Pedro, Paulo, Tiago,… Inácio de Antioquia, Policarpo, Sebastião, Perpétua, Felicidade, Cecília,… Maximiliano Kolbe,… e tantos outros gigantes que fizeram do seu sangue “a semente de novos cristãos” (Tertuliano, †220).

Ela é a Igreja das belas ordens religiosas de Bento, Domingos, Agostinho, Benedito, Francisco, Inácio de Loyola, Camilo de Lélis, D.Bosco …

Ela é a Igreja das Santas Virgens: Maria, Ana, Inez, Cecília, Luzia, Teresinha, Mazzarello, Clara de Assis,… que formam um verdadeiro exército de Esposas do Senhor.

Sim, é uma Igreja riquíssima !

Além de ser a rica Igreja dos Santos, dos Profetas, dos Mártires, dos Apóstolos, das Virgens, dos Confessores… é também a Igreja dos Papas. É a Igreja de João Paulo I com o seu sorriso inesquecível; de João XXIII, do Concílio Vaticano II, de Paulo VI com o seu apaixonado amor à Igreja; de Gregório, que a posteridade chamou de Magno, e que criou o canto que recebeu o seu nome.

Ela é a grande e rica Igreja de Leão Magno, detendo as grandes heresias às portas da Igreja,  enfrentando os bárbaros Átila e Genserico às portas de Roma. É a Casa de Pedro, que é o princípio de tudo e a Pedra sobre a qual os outros se sucederam. É a Igreja dessa cadeia viva e ininterrupta de 265 Pontífices, o “doce Cristo na Terra”, como dizia S. Catarina de Sena.

Todos os Santos se inclinaram diante do Papa, e nenhum foi nada sem ele. Paulo, o apóstolo dos gentios, foi ao encontro de Pedro; Francisco, o enamorado da Pobreza, ajoelhou-se diante de Inocêncio III; Teresinha suplicou a Leão XIII que a deixasse entrar no Carmelo aos quinze anos …

Que outra Igreja teve um Pio IX que proclamou Maria Imaculada; e José, Padroeiro Universal da Igreja? Que outra Igreja tem um João Paulo II, filho de operário, operário, ator de teatro, esquiador, sacerdote, poliglota, bispo, diplomata, cardeal - Cardeal da Igreja do Silêncio e da Polônia Mártir?

A Igreja é riquíssima, de fato, pois é a Igreja dos Santos e dos Papas.

É a Igreja dos Sacramentos que o Senhor derramou do seu Coração ferido pela lança no alto da Cruz. É a Igreja da salvação universal de todos os homens… É a barca de Pedro que salva do dilúvio do pecado!

Esta é a verdadeira fortuna da Igreja, acumulada no sangue dos Mártires, na fidelidade dos Confessores, na riqueza dos Padres, no discernimento dos Doutores, na pureza das Virgens, no sangue dos Inocentes, na palavra dos Apóstolos e Profetas, no zelo dos Patriarcas, na lei dos Profetas e na infalibilidade dos Papas.  Sim, é riquíssima!…

 

DO LIVRO: PORQUE SOU CATÓLICO

PROF FELIPE AQUINO -www.cleofas.com.

 

 

CAPA por que sou catolico

Bênção e Maldição

Filed under: Meditação — Prof. Felipe Aquino at 1:47 pm on Thursday, November 22, 2007

É impressionante notar como Deus sempre exigiu do povo escolhido, consagrado a Iahweh (Dt 7,6; 14,2.21), a observância  das Suas Leis, para que este povo fosse sempre feliz e abençoado. O Antigo Testamento  mostra isso.

É no livro do Deuteronômio (Segunda Lei) que essa exigência é mais explícita. Ao povo libertado da escravidão do Egito, Deus manda através de Moisés:

“Observareis  os  mandamentos de Iahweh vosso Deus tais como vo-los prescrevo” (Dt 4,2).

“Iahweh é o único Deus… Observa os seus estatutos e seus mandamentos que eu hoje te ordeno, para que tudo corra bem  a  ti  e aos  teus  filhos  depois de ti, para que prolongues teus  dias sobre a terra que Iahweh teu Deus te dará, para todo o sempre” (Dt 14,40).

É  interessante notar  também como Deus tem um grande ciúme do seu povo, e não aceita que este deixe de cumprir suas Leis para adorar os deuses pagãos.

“Eu, Iahweh teu Deus, sou um Deus ciumento...”   (Dt 5,9).

O Apóstolo São Tiago, lembra-nos esse ciúme de Deus por cada um de nós, ao dizer que:

“Sois amados até ao ciúme pelo Espírito que habita em vós” (Tg 4,5).

Deus não aceita ser o segundo na nossa vida, Ele exige ser o primeiro, porque para Ele cada um de nós é o primeiro. Ele demonstrou isto de maneira clara com o aniquilamento de Jesus por cada um de nós. É por isso que o Primeiro mandamento diz:

“Amar a Deus  sobre todas as coisas”; isto é, “amarás a  Iahweh  teu Deus  com  todo  o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua força” (Dt 6,4).

Esse amor a Iahweh se manifesta exatamente na obediência aos mandamentos:

“Andareis  em  todo  o  caminho  que  Iahweh  vosso Deus vos  ordenou, para  que  vivais,  sendo  felizes  e  prolongando os vossos dias na terra que ides conquistar” (Dt 5,33).

E Deus manda que os seus mandamentos sejam observados pelos filhos e gravados profundamente  no coração:

“Que essas palavras que hoje te ordeno estejam em teu coração! Tú as inculcurás a teus filhos, e deles falarás sentado em tua casa e andando em teu caminho, deitado e de pé. Tu as atarás à tua mão como um sinal, e serão como um frontal  ante  os  teus  olhos;  tu as escreverás  nos  umbrais  da tua casa, e nas tuas portas” (Dt 6,6s).

São palavras muito fortes que mostram-nos, com clareza, que sem a observância dos Mandamentos ninguém será feliz sobre a terra. Basta olhar toda a miséria do nosso mundo, todas as suas lágrimas e dores, e será fácil constatar porque tudo isto ocorre; simplesmente porque o homem não quer cumprir os mandamentos de Deus. Aquelas Dez Palavras (Dt 4,13.21) que Ele deu a Moisés, escritas com o próprio dedo para significar a Aliança com aquele povo.

Que bom se cada um de nós escrevéssemos essas Dez Palavras  no íntimo do coração para jamais esquecê-las!

Quando Deus acabou de dar as suas Leis ao povo, sinal da Aliança, disse-lhes finalmente:

Vede:  hoje estou  colocando  a  benção  e a maldição diante de vós: A benção, se observardes aos mandamentos de Iahweh vosso Deus que hoje vos ordeno; a maldição, se não obedecerdes aos mandamentos de Iahweh  vosso Deus, desviando-vos do  caminho  que  hoje vos ordeno…” (Dt 11,26-28).

E as bençãos que Deus promete são abundantes:

“Se de fato obedecerdes aos mandamentos que hoje vos ordeno, amando a Iahweh vosso Deus e servindo-o com todo o vosso coração e com toda a vossa  alma, darei chuva para a vossa terra no tempo certo: chuvas de outono e de primavera. Poderás  assim  recolher teu trigo, teu vinho novo e teu óleo; darei erva no campo para o teu rebanho, de modo que poderás comer e ficar saciado”  (Dt 11.13-15; Lv 26; Dt 28).

De outro lado, as maldições pesariam sobre o povo se este fosse infiel a Iahweh, não observando seus mandamentos:

“Contudo, ficai atentos a vós mesmos, para que o vosso coração não se deixe seduzir e não vos desvieis para outros deuses … não haveria mais chuva e a terra não daria o seu produto;  deste modo  desapareceríeis   rapidamente da boa terra que Iahweh te dá” (Dt 11,16-17). “Porei sobre vós o terror, o definhamento e a febre… Em vão  semeareis  a  vossa  semente, porque os vossos inimigos  a  comerão. Voltar-me-ei contra vós e sereis derrotados pelos vossos inimigos …” (Lv 26,14s).

E a lista de bençãos e maldições é longa… Veja Dt 28.

A escolha depende de cada um de nós…

Jesus disse aos Apóstolos:

 “Se me amais  guardareis  os  meus  mandamentos” (Jo 14,23).

“Nem todo aquele que diz Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai …“ (Mt 7,21) .

A Moral católica está fundamentada nos Dez Mandamentos; por isso, a grande necessidade de serem observados. Toda a terceira parte do Catecismo da Igreja, ensina sobre sobre isso.

Quando aquele jovem perguntou a Jesus: “Mestre, que devo fazer de bom para ter a vida eterna?”, o Senhor respondeu:

“Se queres entrar para a Vida, guarda os Mandamentos: não matarás, não aduterarás, não roubarás, não levantarás falso testemunho, honra pai e mãe…”(Mt 19,16-19).

Vemos assim, que Jesus ratificou a necessidade de vivermos os Dez mandamentos. Ao falar deles o Catecismo diz:

“Os Dez Mandamentos pertencem à revelação de Deus. Ao mesmo tempo revelam-nos a verdadeira humanidade do homem. Iluminam os deveres essenciais e portanto, indiretamente os deveres fundamentais, inerentes à natureza da pessoa humana. O Decálogo contém uma expressão privilegiada da lei natural (n°2070)”.

Santo Irineu, no segundo século, dizia:

“Desde o começo Deus enraizara no coração dos homens os preceitos da lei natural. Inicialmente Ele contentou-se em lhos recordar. Foi o Decálogo (Contra as Heresias,4,15,1)”.

A Lei de Deus está registrada nos Mandamentos. Obedecendo-os o homem será feliz e abençoado. Santo Agostinho dizia que Deus os escreveu nas duas pedras, porque o homem já não os conseguia ler no seu coração, endurecido pelo pecado.

 

 

DO Livro: ENTRAI PELA PORTA ESTREITA  

Do Prof. Felipe de Aquino

 

Editora Cleofas – www.cleofas.com.br

 

CAPA Entrai

Ricos Ensinamentos sobre a Eucaristia

Filed under: Eucaristia — Prof. Felipe Aquino at 1:46 pm on Thursday, November 22, 2007

São João Crisóstomo:

“Deu-se todo não reservando nada para si”.

“Não comungar seria o maior desprezo a Jesus que se sente “doente de amor” (Ct 2,4-5)”.

São Boaventura:

“Ainda que friamente aproxime-se confiando na misericórdia de Deus”.

São Francisco de Sales:

“Duas espécies de pessoas devem comungar com frequência: os perfeitos para se conservarem perfeitos, e os imperfeitos para chegarem à perfeição”.

Santa Teresa de Ávila:

“Não há meio melhor para se chegar à perfeição”.

“Não percamos tão grande oportunidade para negociar com Deus. Ele [Jesus] não costuma pagar mau a hospedagem se o recebemos bem”.

“Devemos estar na presença de Jesus Sacramentado, como os Santos no céu, diante da Essência Divina”.

São Bernardo:

“A comunhão reprime as nossas paixões: ira e sensualidade principalmente”.

“Quando Jesus está presente corporalmente em nós, ao redor de nós, montam guarda de amor os anjos”.

S. Vicente Ferrer:

“Há mais proveito na Eucaristia que em uma semana de jejum a pão e água.

Santo Ambrósio:

“Eu que sempre peco, preciso sempre do remédio ao meu alcance.”

São Gregório Nazianzeno:

“Este pão do céu requer que se tenha fome. Ele quer ser desejado”.

“O Santíssimo Sacramento é fogo que nos inflama de modo que, retirando-no do altar, espargimos tais chamas de amor que nos tornam terríveis ao inferno.”

São Tomás de Aquino:

“A comunhão destrói a tentação do demônio.

Concílio de Trento:

“Remédio pelo qual somos livres das falhas cotidianas e preservados dos pecados mortais.”

Santo Afonso de Ligório:

“A comunhão diária não pode conviver com o desejo de aparecer, vaidade no vestir, prazeres da gula, comodidades, conversas frívolas e maldosas. Exige oração, mortificação, recolhimento.”

“Ficai certos de que todos os instantes da vossa vida, o tempo que passardes diante do Divino Sacramento será o que vos dará mais força durante a vida, mais consolação na hora da morte e durante a eternidade”.

S. Pio X:

“A devoção à eucaristia é a mais nobre de todas as devoções, porque tem o próprio Deus por objeto; é a mais salutar porque nos dá o próprio autor da graça; é a mais suave, pois suave é o Senhor”.

“Se os anjos pudessem sentir inveja, nos invejariam porque podemos comungar”.

Santo Agostinho:

“Não somos nós que transformamos Jesus Cristo em nós, como fazemos com os outros alimentos que tomamos, mas é Jesus Cristo que nos transforma nele.”

“Sendo Deus onipotente, não pôde dar mais; sendo sapientíssimo, não soube dar mais; e sendo riquíssimo, não teve mais o que dar.”

“ A Eucaristia é o pão de cada dia que se toma como remédio para a nossa fraqueza de cada dia.”

“Na Eucaristia Maria perpetua e estende a sua maternidade.”

Papa Pio XII:

“A fé da Igreja é esta: que um só e o mesmo é o Verbo de Deus e o Filho de Maria, que sofreu na cruz, que está presente na Eucaristia, e que reina no céu.”

São Gregório de Nissa:

“Nosso corpo unido ao corpo de Cristo, adquire um princípio de imortalidade, porque se une ao Imortal”.

São João Maria Vianney:

“Cada hóstia consagrada é feita para se consumir de amor em um coração humano”.

Santa Teresinha:

“Não é para ficar numa âmbula de ouro, que Jesus desce cada dia do céu, mas para encontrar um outro céu, o da nossa alma, onde ele encontra as sua delícias”.

“Quando o demônio não pode entrar com o pecado no santuário de uma alma, quer pelo menos que ela fique vazia, sem dono e afastada da comunhão.”

Santa Margarida Maria Alacoque:

“Nós não saberíamos dar maior alegria ao nosso inimigo, o demônio, do que afastando-nos de Jesus, o qual lhe tira o poder que ele tem sobre nós.”

São Filipe Neri:

“A devoção ao Santíssimo Sacramento e a devoção à Santíssima Virgem são, não o melhor, mas o único meio para se conservar a pureza. Somente a comunhão é capaz de conservar um coração puro aos 20 anos. Não pode haver castidade sem a Eucaristia.”

Santa Catarina de Gênova:

“O tempo passado diante do Sacrário é o tempo mais bem empregado da minha vida”.

São João Bosco:

“Não omitais nunca a visita a cada dia ao Santíssimo Sacramento, ainda que seja muito breve, mas contanto que seja constante.”

Quereis que o Senhor vos dê muitas graças? Visitai-o muitas vezes. Quereis que Ele vos dê poucas graças? Visitai-o poucas vezes. Quereis que o demônio vos assalte? Visitai raramente a Jesus Sacramentado. Quereis que o demônio fuja de vós? Visitai a Jesus muitas vezes. Quereis vencer ao demônio? Refugiai-vos sempre aos pés de Jesus. Quereis ser vencidos? Deixai de visitar Jesus…”

Imitação de Cristo (Tomás de Kempis):

“Ao sacerdote na consagração é dado ao que aos anjos não foi concedido”.

“Não há oblação mais digna, nem maior satisfação para expiar os pecados, que oferecer-se a si mesmo a Deus, pura e inteiramente, unido à oblação do Corpo de Cristo, na missa e na comunhão”.

“A Eucaristia é a saúde da alma e do corpo, remédio de toda enfermidade espiritual, cura os vícios, reprime as paixões, vence ou enfraquece as tentações, comunica maior graça, confirma a virtude nascente, confirma a fé, fortalece a esperança, inflama e dilata a caridade.

Prof. Felipe Aquino - www.cleofas.com.br

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CAPA eucaristia