Mais uma grave profanação do Sagrado
A fonte de noticias EFE noticiou (08 abril de 2008) que um quadro de Jesus em orgia com os Apóstolos foi exposto num museu de Viena; diz que ali se representa “a imagem de um Jesus imerso em uma orgia homossexual com os doze apóstolos, pintado por um artista ateu e … que causou tamanha indignação que precisou ser retirado da mostra da qual fazia parte”.
Segundo a reportagem, a exposição “Religião, carne e poder” continha a polêmica obra “A última ceia”, do austríaco Alfred Hrdlicka, “na qual o artista expõe sua particular visão orgiástica dessa passagem bíblica. Na cena representada em preto e branco, os Apóstolos aparecem se tocando e masturbando uns aos outros com sinais de ter bebido um pouco além da conta.”
”A pergunta de por que os Apóstolos transam é recebida sempre de uma forma mais ou menos emotiva”, disse o diretor do museu, Bernhard Böhler, ao inaugurar, em meados de março, a exposição dedicada às obras de temática religiosa do multifacetado artista, de 80 anos. A única resposta dada por Hrdlicka, declarado marxista e ateu, é a de que “não havia mulheres”, pelo que Jesus e os Apóstolos deviam aplacar seu desejo sexual por outros meios”.
Segundo o autor “Já Leonardo (da Vinci) tinha a opinião de que o círculo dos Apóstolos se mantinha unido graças à erótica homossexual”. Uma afirmação que está longe de ser verdadeira. A exposição de cerca de 50 obras é, de acordo com o pintor, uma reflexão de que todo o poder, tanto na arte como na religião, provém da carne. Outro quadro que gerou polêmica na mostra de Viena era o da Crucificação, no qual Jesus aparece sem rosto, mas com o pênis bem visível. “Não quero me vangloriar, mas uma crucificação melhor que esta quase ninguém fez”, ressaltou Hrdlicka.
Com a intensificação das críticas, o museu retirou “A última ceia” uma semana depois da inauguração da mostra. “A Sociedade Austríaca para a proteção da tradição, da família, e da propriedade privada”, distribuiu panfletos e convocou um protesto contra a exposição. Hrdlicka, por sua parte, assegurou que se sente mais cristão do que marxista em sua criação artística e que a Bíblia é uma fonte de inspiração para ele. Fica aqui, mais uma vez, o nosso desagravo a Nosso Senhor Jesus Cristo, e a seus santos Apóstolos, rogando a Deus, como Santo Estevão, que “não leve em conta os seus pecados”.
Que direito os artistas têm de profanar a nossa fé, a maior riqueza que trazemos nesta vida? Que prazer podem encontrar essas pessoas em profanar o Sagrado e ferir os corações dos que crêem?
Por que essa maldade e violência contra Aquele que se doou até a última gota de seu precioso Sangue para nós salvar? Por que a profanação da vida Daquele que ensinou o mundo a viver a na pureza, na castidade, no amor ao próximo? Que mal Ele fez aos homens para ser tão ofendido e magoado?
Por que cresce a cada dia essa Cristianofobia? Por que crucificar mais uma vez, maldosamente, o Filho bendito de Deus, que dignou-se assumir a nossa natureza humana para nos levar de volta para Deus?…
“Pela Sua dolorosa paixão, Pai, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro”.
Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br