Fontes: http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/01/04/filme-reacende-polemica-em-torno-do-aborto-587883773.asp

http://www.fundadores.org.br/AbortoNao/principal.asp?IdTexto=1130&pag=1&categ=1

Embora o aborto seja uma prática considerada criminosa e ilegal no Brasil, o Ministério da Saúde gasta dinheiro público para a apologia desse crime.

Conforme notícia divulgada pelo site Globo.com, a Fiocruz (Fundação Osvaldo Cruz), instituição vinculada ao Ministério da Saúde, financiou com R$ 80 mil a filmagem do documentário pró-aborto “O fim do silêncio“.

O filme contém depoimentos de mulheres que fizeram o aborto e defendem a descriminalização da prática.

A cineasta Thereza Jessouroun, responsável pelo documentário, diz, ter inspirado o roteiro em declarações favoráveis ao aborto do ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

A diretoria da Fiocruz, escolhida pelo próprio ministro da saúde, disse que a instituição deve estar aberta à polêmica.

Recursos públicos estão sendo gastos em filmes contrários a convicção moral da população brasileira – majoritariamente contrária ao aborto como têm mostrado as pesquisas recentes. O “Data Folha” publicou (06.04.08) o resultado de uma pesquisa de opinião pública que confirma que o povo brasileiro é contra o aborto. A pesquisa foi  feita com uma amostra científica de 4.044 brasileiros em 159 municípios. 68% dos entrevistados acham que o aborto deve continuar sendo crime no Brasil. Em 2006, essa porcentagem era de  63%, e em 2007 subiu para 65%;  e agora em 2008 o número chega a  68%. Isto significa que sete em cada dez brasileiros, segundo o Data Folha, querem que o aborto continue sendo crime e, aparentemente, este número continua em crescimento.

(http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0604200804.htm)

Em 2003 o IBOPE realizou uma pesquisa nacional de opinião
pública a pedido das “Católicas pelo Direito de Decidir”, onde a
pergunta era se na opinião dos entrevistados o aborto deveria ser
permitido sempre que a mulher decidisse. Somente 10% foram a
favor.

O jornal “O Estado de São Paulo” publicou (02.dez. 2008) uma noticia dando conta de que “mulheres que fizeram aborto têm 30% mais chance de terem problemas mentais do que as mulheres que nunca passaram por isso. É a conclusão de uma pesquisa publicada na última edição da publicação científica British Journal of Psychiatry.

http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid286567,0.htm

 

“Os pesquisadores, da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, dizem que os problemas mentais possivelmente relacionados ao aborto representariam entre 1,5% e 5,5% de todos os problemas mentais verificados nas mulheres”. Eles acompanharam 500 mulheres; e notaram que  ansiedade e abuso no uso de drogas são os problemas mais comuns verificados em mulheres após um aborto.

 

 

 

 

Recebi um artigo intitulado “Felipe Aquino é contra a pena de morte, Lutero também era”, da “Frates In Unum”.

Fonte: http://fratresinunum.wordpress.com/2009/01/20/felipe-aquino-e-contra-a-pena-de-morte-lutero-tambem-era/#comment-470

Quero dizer apenas que acompanho a posição da Igreja, que após o enforcamento de Saddam Hussein, assim se pronunciou sobre a pena de morte, conforme a noticia abaixo:

“VATICANO, 2006-12-30 (ACI).- A Santa Sé reagiu ao anúncio da aplicação da pena capital ao ex-presidente do Iraque,  Saddam Hussein, mediante um comunicado do Diretor da Sala de Imprensa,  Pe.  Federico Lombardi, S.J., que reiterou a posição da Igreja contra a pena de morte e auspiciou o início de um tempo de reconciliação e paz para o país.

“Uma execução capital é sempre  uma notícia trágica, motivo de  tristeza,  inclusive quando este foi culpado de graves delitos”, diz a nota do Pe. Lombardi.

A posição da Igreja católica,  contrária à  pena de morte, foi várias vezes reiterada”, disse o porta voz.

“A morte do culpado não é o caminho para reconstruir a Justiça e reconciliar à sociedade. Existe, pelo contrário,  o perigo de que isto alimente o desejo de vingança e se semeie nova  violência”, adiciona”.”

Sabemos que reiteradas vezes o Santo Padre tem pedido ao Presidente dos EUA que suspenda a pena de morte de criminosos; ora, isso é mais uma prova de que na prática a Igreja é contra a pena de morte, embora possa aceitá-la, em um caso extremo e raríssimo, onde o criminoso não possa ser contido nem mesmo pela cadeia perpétua, o que hoje é improvável.

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br