Recebi um artigo intitulado “Felipe Aquino é contra a pena de morte, Lutero também era”, da “Frates In Unum”.

Fonte: http://fratresinunum.wordpress.com/2009/01/20/felipe-aquino-e-contra-a-pena-de-morte-lutero-tambem-era/#comment-470

Quero dizer apenas que acompanho a posição da Igreja, que após o enforcamento de Saddam Hussein, assim se pronunciou sobre a pena de morte, conforme a noticia abaixo:

“VATICANO, 2006-12-30 (ACI).- A Santa Sé reagiu ao anúncio da aplicação da pena capital ao ex-presidente do Iraque,  Saddam Hussein, mediante um comunicado do Diretor da Sala de Imprensa,  Pe.  Federico Lombardi, S.J., que reiterou a posição da Igreja contra a pena de morte e auspiciou o início de um tempo de reconciliação e paz para o país.

“Uma execução capital é sempre  uma notícia trágica, motivo de  tristeza,  inclusive quando este foi culpado de graves delitos”, diz a nota do Pe. Lombardi.

A posição da Igreja católica,  contrária à  pena de morte, foi várias vezes reiterada”, disse o porta voz.

“A morte do culpado não é o caminho para reconstruir a Justiça e reconciliar à sociedade. Existe, pelo contrário,  o perigo de que isto alimente o desejo de vingança e se semeie nova  violência”, adiciona”.”

Sabemos que reiteradas vezes o Santo Padre tem pedido ao Presidente dos EUA que suspenda a pena de morte de criminosos; ora, isso é mais uma prova de que na prática a Igreja é contra a pena de morte, embora possa aceitá-la, em um caso extremo e raríssimo, onde o criminoso não possa ser contido nem mesmo pela cadeia perpétua, o que hoje é improvável.

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

 

 

O jornal espanhol “La Razón” e a revista italiana Panorama, confirmaram que o Arcebispo Marcel Lefebvre, que faleceu em 1991 e que foi  excomungado por ter ordenado em 1988 a 4 bispos, sem permissão da Santa Sé, assinou todos e cada um dos documentos do Concílio Vaticano II, que mais tarde “criticaria asperamente” (www.acidigital.com – Roma, 13/01/2009).

No artigo “No coração secreto do Vaticano” escrito por Ignazio Ingrao e publicado na mencionada revista italiana, é confirmado que que entre os documentos que se encontram no Arquivo Secreto do Vaticano “estão os do Concílio Vaticano II que desmascaram uma falsidade histórica difundida pelos tradicionalistas” presididos atualmente pelo bispo cismático Bernard Fellay,  que há uns meses não aceitou as condições da Santa Sé para voltar para a plena comunhão com a Igreja Católica, comunicadas através da Pontifícia Comissão “Ecclesia Dei”.

“Marcel Lefebvre, o Arcebispo que respondeu às reformas conciliares e foi excomungado por ter ordenado quatro bispos sem a permissão do Papa, em realidade assinou com seu punho e letra os documentos do Concílio Vaticano II, começando pela constituição Gaudium et spes, que logo criticaria asperamente”, assinala Ingrao no artigo de Panorama.

“A assinatura de Lefebvre aparece ao pé de todos os documentos do Concílio”, confirma a Panorama o historiador Piero Doria, oficial do Arquivo Segredo Vaticano que serve de guia ao Ingrao para sua reportagem.

Em declarações exclusivas ao ACI Prensa, Ignazio Ingrao comentou que em sua reportagem, por “primeira vez se permitiu a um fotógrafo e a um jornalista fotografar e descrever” o grande espaço “aonde se conservam as cartas relativas aos dois mil anos de história da Igreja“.

Ingrao se refere logo à continuidade do Concílio Vaticano II e entrevista a Doria a respeito: “é indubitável que do ponto de vista teológico há continuidade do Concílio Vaticano II com a tradição, enquanto que do ponto de vista da relação da Igreja com o mundo há uma evidente inovação”.

Do mesmo modo, acrescenta Ingrao, “o Arquivo Secreto do Vaticano permite corrigir outra falsidade da história, segundo a qual Paulo VI teria procurado sufocar o fôlego revolucionário de João XXIII. ‘Justamente o contrário’, precisa Doria. ‘Em particular se deve ao Papa   (Paulo VI) sobretudo a valorização da colegialidade. Com ele os bispos se converteram nos verdadeiros protagonistas do Concílio’”.

 

Esses dados históricos são fundamentais no momento em que vários grupos que antes seguiam o cisma de D. Lefebrve, agora retornam para o seio da Igreja. Se o referido arcebispo assinou todos e cada um dos documentos da Igreja, então, não poderia ter-se voltado contra ele e contra a Igreja depois.

 

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

 

 

 

 

 

Alguns cientistas adeptos dos misticismos da Nova Era (ou, do inglês, New Age) têm conseguido muito espaço na mídia para veicular suas perigosas doutrinas holísticas mascaradas com muitos jargões científicos. Um dos adeptos mais conhecidos deste grupo é o físico austríaco Fritjof Capra, que fez muito sucesso com a publicação do livro “O Tao da Física” e também “O ponto de Mutação”. Levando conceitos físicos maldosamente além de seus limites, o autor defende abertamente o fim do pensamento ocidental e o nascimento de uma “Nova Era”, quando, segundo ele, as pessoas estarão livres da mentalidade medieval e limitada de até então.

 

Para entender completamente o que é proposto por Capra, é preciso conhecer um pouco deste movimento chamado de “Nova Era”. Baseados em misticismos e religiões orientais, como budismo, hinduísmo e taoísmo, seus adeptos pregam o fim das tradições religiosas ocidentais e o início de um novo tempo (daí Nova Era), quando haverá uma religião universal que abarcará todas as crenças, num sincretismo total. Segundo eles, cada indivíduo se identifica com o todo, com o universo e está conectado com a natureza através de energias cósmicas misteriosas. Baseados nas tradições orientais, defendem a união entre o bem e o mal. Não há certo e errado, tudo passa a ser relativo. Conceitos cristãos como “bem absoluto”, são vistos como excludentes de pessoas. Costumam mentir dizendo que eles têm uma verdadeira “ecologia cósmica” e atacam o cristianismo como fonte de mal para a natureza.

 

Pessoas de todas as áreas do conhecimento abraçam a filosofia da Nova Era, inclusive alguns físicos importantes. Capra, sem dúvida, é o mais famoso deles. Ele defende que a Física Moderna, na Relatividade de Einstein, na Mecânica Quântica e na Cosmologia, “oferece, não raro, surpreendentes paralelos face às idéias expressas nas filosofias religiosas do Extremo Oriente” (O Tao da Física, pág. 21).  Para ele a Igreja é a vilã responsável por alienar o mundo ocidental das visões holísticas místicas que são capazes de libertar o homem unindo a ciência com a religião. Segue, ainda, o velho discurso de que a Idade Média foi um período de ignorância graças à perversa defesa pela Igreja do modelo Aristotélico. Segunda ele, essa influência maléfica só começou a terminar no Iluminismo, quando a humanidade se libertou de Aristóteles e da Igreja.

 

Todo este discurso, entretanto, é completamente falso. Nada na física leva ao misticismo oriental. Suas descobertas não passam de enunciados sobre a natureza. Dizer, como ele diz, por exemplo, que a ininterrupta interação entre as partículas fundamentais leva a conclusão de que o mundo está todo conectado é propagandear o óbvio. Da mesma forma que é evidente que somos poeira das estrelas, ou que é preciso estudar os ciclos naturais para entender a vida na Terra. Ou, ainda, que todos os seres vivos formam uma rede. Não há nada de moderno nisso, menos ainda de contraditório em relação ao cristianismo. Essas conexões não são mágicas, são físicas.

 

As “novas” interpretações propostas por ele exigem uma componente externa, não científica, mas ideológica. No caso, um repúdio ao cristianismo e uma falsa noção de harmonia entre as doutrinas panteístas orientais, a gnose e mais uma centena de outras filosofias. A física, enquanto verdadeira ciência, não tem meios de fazer afirmações espirituais como querem os adeptos da Nova Era. Apesar de eventualmente reconhecerem isto, maliciosamente usam fatos científicos para tentar apoiar suas idéias. De fato, é justamente aí que se tornam muito perigosos.

 

Uma análise criteriosa, por exemplo, do livro “O Tao da Física” não seria capaz de apontar grandes erros de física. Pelo menos, creio, não encontraria mais do que em qualquer outro livro. A diferença é que Fritjof Capra usa a tática vil de colocar enunciados corretos de física, seguidos de pensamentos filosóficos orientais. Desta forma, alguém menos treinado cientificamente, ou desavisado quanto ao marketing doutrinário, é levado a acreditar que a física dá base ao budismo ou o hinduísmo, por exemplo. E pior, sendo conduzido pelo pensamento anti-ocidental do autor, acredita que o cristianismo está falido porque não se enquadra nas novas descobertas científicas. O que, obviamente, não faz sentido algum. Basta ver que grandes cientistas foram cristãos muito piedosos e que os filhos da Igreja sempre participaram (e continuam a participar) ativamente do desenvolvimento da ciência, inclusive da Física Moderna.

 

As descobertas científicas se aplicam ao mundo material. Implicações filosóficas e espirituais podem ser traçadas em perspectiva do conhecimento adquirido. Entretanto, isso deve ser feito honestamente, mantendo as pessoas conscientes quanto ao “passo além” dado. O cristianismo não é uma doutrina falida que não se adapta aos novos conhecimentos da ciência, como afirmam os defensores da Nova Era e Fritjof Capra. Antes, é a verdadeira fonte deles, já que foi a partir da civilização cristã ocidental que eles foram desenvolvidos. E estes, em especial a parte conhecida por Física Moderna, não têm qualquer incompatibilidade com a fé.

 

 

Alexandre Zabot

alexandrezabot@gmail.com

www.stalbertus.wordpress.com

Físico, mestre e doutorando em Física pela UFSC

 

 

         É relevante o testemunho da sra. Dawn Stefanowicz, que foi criada em um lar homossexual, mostrando o prejuízo que ela sofreu em sua formação. A matéria foi publicada em Madri, em 12 out 2006, pelo site www.acidigital.com. Transcrevemos abaixo:

 

“Uma mulher canadense que foi criada em um lar homossexual se dedica agora a assistir a outras pessoas que atravessam a mesma situação e a pedir aos governos do mundo que protejam o matrimônio entre homem e mulher. Conforme informa o site: ForumLibertas.org, Dawn Stefanowicz vive em Ontario, Canadá, com seu marido de toda a vida e seus dois filhos, que educou em casa. Atualmente prepara sua autobiografia e desenvolve um ministério especial no website (em inglês): Brinda ajuda a outras pessoas que como ela cresceram a cargo de um pai homossexual e foram expostos a este estilo de vida.

 

Stefanowicz explica no site “como em sua infância esteve exposta a trocas de casais gays, praias nudistas e a falta de afirmação em sua feminilidade, como lhe feriu o estilo de vida no qual cresceu, e oferece ajuda, conselho e informação para outras pessoas que cresceram feridas em um ambiente de ‘família’ gay, um estilo de ‘família’ que ela não deseja para ninguém e que acredita que as leis não deveriam apoiar”.

 

Seu testemunho

 

Em seu relato, Stefanowicz explica que devido a uma doença grave de sua mãe ficou aos cuidados de seu pai homossexual quando ainda era uma menina. “Estive exposta a um alto risco de doenças de transmissão sexual devido ao abuso sexual, aos comportamentos de alto risco de meu pai e a vários casais”, relata.

 

“Inclusive quando meu pai estava no que pareciam relações monógamas, continuava fazendo ‘cruising’ procurando sexo anônimo. Cheguei a me preocupar profundamente, a amar e entender com compaixão o meu pai. Compartilhava comigo o que lamentava da vida. Desgraçadamente, sendo criança alguns adultos abusaram sexual e fisicamente dele. Devido a isto, viveu com depressão, problemas de controle, acessos de raiva, tendências suicidas e compulsão sexual. Tentava satisfazer sua necessidade pelo afeto de seu pai, por sua afirmação e atenção, com relações promíscuas e transitórias. Os (ex) parceiros de meu pai, com os que tratei e cheguei a apreciar com sentimentos profundos, viram suas vidas drasticamente cortadas pela AIDS e o suicídio. Tristemente, meu pai morreu de AIDS em 1991″, recorda.

 

Segundo Stefanowicz as “experiências pessoais, profissionais e sociais com meu pai não me ensinaram o respeito pela moralidade, a autoridade, o matrimônio ou o amor paterno. Sentia-me temerosamente sossegada porque meu pai não me permitia falar dele, seus colegas de quarto, seu estilo de vida e seus encontros nessa subcultura. Enquanto vivi em casa, tive que viver segundo suas regras”.

 

“Sim, amava meu pai. Mas me sentia abandonada e desprezada porque meu pai me deixava freqüentemente para estar vários dias com seus companheiros. Seus parceiros realmente não se interessavam por mim. Fui danificada pelo mau trato doméstico homossexual, as tentativas sexuais com menores e a perda de parceiros sexuais como se as pessoas fossem só coisas para usar. Procurei consolo, procurei o amor de meu pai em diversos namorados a partir dos 12 anos”, sustenta.

 

Stefanowicz lembra que “desde tenra idade, se expôs a conversas sexualmente explícitas, estilos de vida hedonistas, subculturas GLBT e estações de férias gay. O sexo me parecia gratuito quando era menina. Expôs a manifestações de sexualidade de todo tipo incluindo sexo em casas de banho, travestismo, sodomia, pornografia, nudismo gay, lesbianismo, bisexualidade, voyeurismo e exibicionismo. Aludia-se ao sadomasoquismo e se mostravam alguns aspectos. As drogas e o álcool freqüentemente contribuíam para baixar as inibições nas relações de meu pai”.

 

“Meu pai apreciava o vestir unissex, os aspectos de gênero-neutro, e a trocar de roupa quando eu tinha 8 anos. Eu não via o valor das diferenças biologicamente complementares entre homem e mulher. Nem pensava sobre o matrimônio. Fiz votos de nunca ter filhos, porque não cresci em um ambiente de lar seguro, sacrificial, centrado nas crianças“, assinala.

 

As conseqüências

 

“Mais de duas décadas de exposição direta a estas experiências estressantes causaram insegurança, depressão, pensamentos suicidas, medo, ansiedade, baixa auto-estima, insônia e confusão sexual. Minha consciência e minha inocência foram seriamente danificadas. Fui testemunha de que todos os outros membros da família também sofriam“, sustenta Stefanowicz.

 

Ela assegura que só depois de ter tomado as decisões mais importantes de sua vida, começou a dar-se conta de como a tinha afetado crescer nesse ambiente. “Minha cura implicou olhar de frente a realidade, aceitar as conseqüências a longo prazo e oferecer perdão. Podem imaginar ser forçados a aceitar relações instáveis e práticas sexuais diversas desde curta idade e como afetou a meu desenvolvimento?. Infelizmente, até que meu pai, seus parceiros sexuais e minha mãe morreram, não pude falar publicamente de minhas experiências“, explica.

 

“Ao final, as crianças serão as vítimas reais e os perdedores do matrimônio legal do mesmo sexo. Que esperança posso oferecer a crianças inocentes sem voz? Governos e juízes devem defender o matrimônio entre homem e mulher e excluir todos os outros, pelo bem de nossas crianças”, conclui”. (Termina aqui a matéria de Stefanowicz). Veja mais detalhes em:

 

 http://www.dawnstefanowicz.com/dawntest.htm

 

 

Prof. Felipe Aquino fala sobre o sexo no namoro.

[audio:http://www.podcast1.com.br/canais/canal3099/3099_20090115_094442.mp3]