Penso que seja do conhecimento de muitos que hoje os nossos jovens estudantes secundários e universitários sofrem uma terrível pressão por parte de muitos professores ateus ou revoltados com a Igreja, no sentido de deixarem a Igreja e a fé católica. Com  muitas mentiras e calúnias atacam a Igreja, nunca mostrando aos estudantes que foi a Igreja quem salvou e construiu a civilização Ocidental, além de ser a Instituição que mais fez e faz caridade em toda a História da humanidade.

 

Por isso, a Canção Nova está promovendo mais um Aprofundamento para esses estudantes, a fim de que não deixem a fé católica que muitas vezes receberam de seus pais.

 

Ajude-nos a divulgar esse Evento de todos os meios possíveis. Montem as caravanas e venham ao Aprofundamento.

 

 

 

 

 

APROFUNDAMENTO PARA ESTUDANTES DE SEGUNDO GRAU E UNIVERSITÁRIOS NA CANÇÃO NOVA

 

DATA – 29 A 31 DE JANEIRO DE 2010

 

PARTICIPAÇÃO – PROF. FELIPE AQUINO, PE. PAULO RICARDO, PE. WAGNER FERREIRA, MARCIO MENDES

 

TEMAS – HISTÓRIA DA IGREJA, COMO A IGREJA CONSTRUIU A CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL, PROBLEMAS ATUAIS ENFRENTADOS PELA IGREJA

 

INSCRIÇÕES: TEL – 0XX12-31862600

Amigos e amigas,

 

No dia 01/10/2009 estarei entrevistando no Programa Escola da Fé da TV Canção Nova, Mons. Michel Schooyans, cujo “curriculum vitae” resumido coloco a seguir. É um dos assessores permanentes do Vaticano e do Papa; um dos homens que mais conhece os problemas ligados ao mundo e à nossa fé.

 

O Prof. Michel Schooyans é padre (Monsenhor) professor emérito da Universidade Católica de Louvain (Bélgica)

 

Doutor em Filosofia – Instituto Superior de Filosofia de Louvain, 1958

Doutor em Filosofia e Letras, Faculdade de Filosofia de Letras de Louvain, 1960

Doutor em Teologia – Faculdade de Teologia da Universidade Católica de Lisbonne, 1978

De 1959 a 1969 foi Professor de Filosofia da PUC – SP

 

Membro vitalício da Pontifícia Academia para a Vida – Vaticano

Membro da Pontifícia Academia de Ciências Sociais – Vaticano

Consultor do Pontifício Conselho para a Família – Vaticano

Consultor de vários dicastérios da Cúria Romana – Vaticano

Foi assessor do Presidente da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Joseph Ratzinger hoje Bento XVI

 

Autor de mais de 20 livros sobre questões de bioética, população, demografia etc

O comunismo e o futuro da Igreja no Brasil, Herder, São Paulo, 1963.

O desafio da secularização, Herder, São Paulo, 1968.

 

Conferencista em vários congressos internacionais

Fala e escreve fluentemente: francês (sua língua natal), português, espanhol, italiano e inglês.

 

Monseigneur Michel SCHOOYANS

Professeur émérite de l’Université de Louvain

Voie du Roman Pays, 31-101          

B-1348 Louvain-la-Neuve

Belgique

 

Tél.: +32.10 45 01 66

Fax: +32.10.45 75 37

E-mail: michel.schooyans@uclouvain.be

Site: http://perso.infonie.be/le.feu

 

 

 

 

 

Outro pecado capital é a ganância ou avareza. São Paulo classifica a avareza como idolatria: “Mortificai, pois, os vossos membros terrenos: fornicação, impureza, paixões, desejos maus, cupidez e a avareza, que é idolatria” (Cl 3,5). A razão do Apóstolo ver como idolatria o apego aos bens materiais, sobretudo ao dinheiro, é que isto faz a pessoa amá-lo como a um deus. Desde o princípio Jesus alertou, os discípulos para este perigo, já no Sermão da Montanha:“Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedica-se a um e desprezará o outro. Não podeis servi a Deus e a riqueza”  (Mt 6,24).

 

  O que importa é que a pessoa não seja escrava do dinheiro e dos bens. É claro que todos nós precisamos do dinheiro; o próprio Jesus tinha um “tesoureiro” no grupo dos Apóstolos. São Paulo afirma que “a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro”. (1Tm 6,10). Veja que, portanto, o mal, não é o dinheiro em si, mas o “amor” ao dinheiro; isto é, o apego desordenado que faz a pessoa buscar o dinheiro como um fim, e não como um meio.

“Porque sabei-o bem: nenhum dissoluto, ou impuro, ou avarento – verdadeiros idólatras ! – terão herança no reino de Cristo e de Deus”. (Ef 5,5)

 

  É importante notar aqui que não são apenas os ricos que podem se tornar avarentos, embora sejam mais levados a isto. Não é  raro encontrar também o pobre avarento. Por isso, no mesmo Sermão da Montanha, Jesus alerta:           “Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furam e roubam. Ajuntai para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem, e os ladrões não furam nem roubam”. (Mt 6,19-20).

 

Se Jesus recomenda “não ajuntar tesouros na terra”, é porque esta riqueza e segurança são ilusórias e não podem satisfazer-nos, por mais que o mundo nos diga que sim. Por causa do amor ao dinheiro muitos aceitam praticar a mentira, a falsidade, o crime e a fraude. Quantos produtos falsificados! quantos quilos que só possuem 900 gramas!  quanta enganação e trapaça nos negócios! Poderemos constatar que toda a corrupção, tráfico de drogas, armas, crimes, etc., tem atrás a sede do dinheiro. Jesus recomendou ao povo: “Guardai-vos escrupulosamente de toda avareza, porque a vida de um homem, ainda que ele esteja na abundância, não depende de suas riquezas” (Lc 12,15).

 

  O apego aos bens desse mundo é algo muito forte em nós, quase que uma “segunda natureza”, e portanto, só com o auxílio da graça de Deus poderemos vencer esta tentação forte. Desde pequenos fomos educados para “ganhar a vida”. Será preciso a força do Espírito Santo em nossa alma para nos “convencer” da necessidade de uma vida de desprendimento e pobreza.

 

 

 

O Diretório Nacional do PT decidiu na noite desta quinta-feira punir os deputados federais Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC) por contrariarem orientação do partido para defesa da descriminalização do aborto.

Por unanimidade, os dois parlamentares tiveram seus direitos partidários suspensos –Bassuma, por 1 ano, e Afonso, por 90 dias.

Com a decisão do Diretório Nacional, os dois parlamentares ficam impedidos de votar e fazer discursos em nome do partido.

Bassuma ainda corre o risco de não poder tentar a reeleição no ano que vem.