O arcebispo Celestino Migliore, núncio apostólico e observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, disse em Nova York, durante sua intervenção na 64ª sessão da Assembléia Geral da ONU sobre a promoção e defesa dos direitos humanos, em 21/10/2009, que ainda que “não exista nenhuma religião no mundo que esteja isenta de discriminação”, a cristã é a mais perseguida.

“Está bem documentado que os cristãos são o grupo religioso mais discriminado”. “Mais de 200 milhões deles, de várias confissões, encontram-se em situações de dificuldade devido a estruturas legais e culturais que conduzem a sua discriminação”.

“Apesar de ser repetidamente proclamado pela comunidade internacional e especificado nos instrumentos internacionais e nas Constituições da maior parte dos Estados”, o direito à liberdade religiosa “continua sendo hoje violado de uma maneira ampla”, constatou.

 

Nos últimos meses, recordou, alguns países da Ásia e do Oriente Médio viram as comunidades cristãs “atacadas, com muitos feridos e mortos”, e “igrejas e casas presas das chamas”.

Estas ações, assinalou, “foram cometidas por extremistas em reposta às acusações realizadas contra algumas pessoas em base às leis antiblasfêmia”.

 

As disposições legislativas sobre a blasfêmia, prosseguiu, “convertem-se com muita facilidade em uma oportunidade, para os extremistas, de perseguir os que escolhem livremente seguir uma tradição de fé diferente”. E têm sido utilizadas para “fomentar a injustiça, a violência sectária e a violência entre religiões”, acrescentou.

 “A cooperação entre as religiões – concluiu o arcebispo – é um requisito para a transformação da sociedade”, porque “realmente é possível construir uma cultura da tolerância e da coexistência pacífica entre os povos”.

 

Fonte: Nova York, 28 de outubro de 2009 (ZENIT.org).-

 

Foram descobertos filmes que mostram a enorme atividade de ajuda que o Papa  Pio XII desenvolveu durante a Segunda Guerra Mundial a favor de todas as vítimas, independentemente de sua religião. O achado mais surpreendente é o filme “Guerra à guerra”, realizado em 1948 por uma produtora italiana, “Orbis”, dirigido por Romolo Marcellini, que também dirigiu “Pastor Angelicus”, de 1942, e Giorgio Simonelli.

 

O filme foi descoberto na Cinemateca Nacional Italiana, em um estado bastante deteriorado e levado à Filmoteca Vaticana. A doutora Claudia Di Giovanni, delegada desta Filmoteca, confessou a emoção experimentada quando recebeu o convite da Cinemateca para poder ver estas imagens das quais se desconhecia sua existência.

 

No documentário podem-se ver “imagens extraordinárias da Segunda Guerra Mundial, particularmente duras, mas sumamente eficazes para sublinhar o drama do conflito”, explica Di Giovanni.

“Com o fundo da guerra, as palavras e obra de Pio XII, em ajuda de todas as vítimas, com as imagens dos refeitórios, criados pelo Papa, e a residência de Castel Gandolfo, aberta aos refugiados”.

 

Pode-se ver como o Papa converteu as grandes salas do palácio apostólico em dormitórios para mulheres e crianças refugiados.

Em outro momento, se vêem as imagens da Praça de São Pedro e da Basílica de São João de Latrão, onde por indicação do Papa se criaram refeitórios para dar de comer à população que atravessava a penúria da guerra.

 

A delegada da Filmoteca Vaticana, Di Giovanni, disse que: “O filme praticamente não pôde ser distribuído no período pós-bélico, mas é um testemunho fundamental do compromisso do Papa Pio XII a favor da paz”. “A restauração do filme foi apresentada no festival de cinema de Veneza, em setembro passado, impressionando tanto a crítica como o público, com um estilo narrativo inspirado no neorrealismo, simples mas eficaz, que não oculta o horror, mas o representa em toda sua realidade mais que explícita, sobretudo se consideramos que se trata de um filme de 1948”, afirma a delegada.

 

A Filmoteca Vaticana colaborou com a Cinemateca Nacional Italiana à restauração do filme, e agora conta com uma cópia para poder projetá-la em circunstâncias não comerciais.

Mas não é o único testemunho audiovisual que narra a ajuda de Pio XII aos necessitados, entre os quais havia também judeus. A Filmoteca Vaticana recebeu recentemente 70 filmes que documentam a atividade da Pontifícia Obra de Assistência (POA), criada pelo Papa Pio XII para ajudar as vítimas da Segunda Guerra Mundial, informa Claudia di Giovanni. Foi instituída em 1944 com o nome de Pontifícia Comissão de Assistência aos Refugiados (PCA), logo se chamou POA,.

 

Fonte: www.zenit.org.br – 28 de outubro de 2009

 

 

Isso é o que prova uma pesquisa feita por cientistas de Glasgow, no Reino
Unido

O que deixa você feliz – pensar no sorriso do seu filho, passar horas
brincando com ele ou vendo aquele DVD no sofá pela 10ª vez? Pois uma
pesquisa realizada em na Universidade de Glasgow, no Reino Unido, acaba de comprovar: casais que têm filhos são mais felizes. E quanto maior o número de filhos, maior é a satisfação.

O coordenador da pesquisa, Luis Angeles, acredita que o resultado é simples de entender: quando responderam sobre as coisas mais importantes de suas vidas, a maioria das pessoas casadas colocou os filhos no topo da lista. E a influência das crianças na satisfação dos pais está relacionada à maneira com que a família passa as horas de lazer e a satisfação da família com a vida social.

Fontes:http://www.gla.ac.uk/media/media_110444_en.pdf
http://www.springerlink.com/content/a34114m070112044/

 

Confirma-se o ensinamento de Deus e da Igreja:

 

“A tarefa  fundamental da família é o serviço à vida. É realizar, através da história, a bênção originária do Criador, transmitindo a imagem divina pela geração de homem a homem.  Fecundidade é o fruto e o sinal do amor conjugal, o testemunho vivo da plena doação recíproca dos esposos” (Familiaris Consortio, 28).

 

“O amor conjugal deve ser plenamente humano, exclusivo e aberto à nova vida” (GS, 50; HV, 11; FC, 29).

 

“Vede, os filhos são um dom de Deus: é uma recompensa o fruto das entranhas.  

Tais como as flechas nas mãos do guerreiro, assim são os filhos gerados na juventude.  

Feliz o homem que assim encheu sua aljava: não será confundido quando defender a sua causa contra seus inimigos à porta da cidade”.  (Sl 126,3-5)

 

 

“A Sagrada Escritura e a prática tradicional da Igreja vêem nas famílias numerosas um sinal da bênção divina e da generosidade dos pais”. (Cat.§ 2373).

 

“Os filhos são o dom mais excelente do Matrimônio e constituem um benefício máximo para os próprios pais” (§ 2378).

 

O Papa João Paulo II disse:

 

“Alguns perguntam-se se viver é bom ou se não teria sido melhor nem sequer ter nascido. Duvidam, portanto, da liceidade de chamar outros à vida, que talvez amaldiçoarão a sua existência num mundo cruel, cujos temores nem sequer são previsíveis. Outros pensam que são os únicos destinatários da técnica e excluem os demais, impondo-lhes meios contraceptivos ou técnicas ainda piores.

“Nasceu assim uma mentalidade contra a vida (anti-life mentality), como emerge de muitas questões atuais: pense-se, por exemplo, num certo pânico derivado dos estudos dos ecólogos e dos futurólogos sobre a demografia, que exageram, às vezes, o perigo do incremento demográfico para a qualidade da vida.

“Mas a Igreja crê firmemente que a vida humana, mesmo se débil e com sofrimento, é sempre um esplêndido dom do Deus da bondade. Contra o pessimismo e o egoísmo que obscurecem o mundo, a Igreja está do lado da vida” (Familiaris Consórtio, 30).

 

“Naõ tenham medo da vida”. (João Paulo II)

Recebo muitos email de leitores, ouvintes, internautas, etc. que me pedem alguma orientação. Este testemunho pode servir para ajudar algumas pessoas. O publico com autorização da pessoa, sem citar o seu nome.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   

 

Boa noite Dr. Felipe!


Venho através desse e-mail dirimir uma dúvida que atualmente como católica praticamente me angustia demasiadamente tendo me levado até a uma profunda depressão.

Sou filiada da Canção Nova e li um artigo à respeito de nulidade de casamento. Peço encarecidamente a sua atenção pois minha situação é muito grave e preciso muito da sua ajuda.
 
Meus pais me educaram de maneira a acreditar que a Igreja católica não tinha fundamento sagrado nenhum e que nenhum sacerdote, inclusive o papa, era somente um homem querendo ser bajulado e ter uma vida fácil e de luxo. Enfim, meus pais acreditavam que nenhum sacramento era divino e irrevogável, eles inclusive (meu pai já é falecido) eram advogados e contribuíram ativamente para a implantação do divórcio no Brasil. Estou citando isso para o senhor tomar conhecimento de toda a minha condição de pensamento e ensinamento na época. Minha mãe diz que apenas me batizou com o intuito de cumprir uma imposição social e que se arrependia pois, anos depois ela se tornou mística e dizia que por causa do batismo tínhamos o terceiro chakra fechado e me orientou a não fazer a crisma para não ter o chakra coronário fechado (francamente até hoje não entendo muito a respeito disso mas como filha segui sua orientação).

Já meu pai sempre me dizendo que missa era besteira e que se eu mastigasse a hóstia ia ver que não saía sangue nenhum, era tudo mentira, porém para cumprir um mandamento social minha mãe me fez ingressar na escola para me preparar para a primeira comunhão, que foi linda, tinha o melhor vestido e as melhores jóias me ornando,porém os piores ensinamentos em casa, tanto que durante o estudo para a primeira comunhão fui na missa somente duas vezes e depois da primeira eucaristia somente fui na missa oito vezes das quais apenas duas tomei a comunhão e ainda mastiguei a hóstia para ter certeza como meus pais me ensinavam que era tudo mentira.

Bem, foi com esses ensinamentos e com esses exemplos que fui criada, apesar das súplicas constantes de minha bisavó que sempre foi católica fervorosa e morreu em seu leito rezando o terço mariano. Aos dezenove anos tive minha primeira filha como mãe solteira. Morávamos em uma cidade pequena e sofri muitas humilhações devido à essa condição.Na época procurei e comecei a frequentar um centro kardecista o qual frequentei por cerca de mais sete anos embora fosse batizada e tivesse feito a primeira comunhão ( não fiz a crisma).

Nessa época minha mãe começou a me falar para me casar para sair dessa condição pois era muito humilhante ter uma filha mãe solteira na família. No ano seguinte ingressei na faculdade e conheci um rapaz, ele vinha de família muito religiosa e como não era muito bonito resolvi que iria seduzi-lo para poder induzir ao casamento pois eu sempre fui louca para ter o melhor vestido de noiva e sair nas colunas sociais como o casamento do ano, e principalmente para dar uma satisfação à sociedade de que não era mais mãe solteira.

Deu tudo certo, nós começamos a namorar e no ano seguinte estávamos casando, escolhi o vestido e todo tipo de ornamento mais caro e sofisticado que podia e minha mãe se certificou de que todos os colunistas sociais dos mais importantes jornais da região estariam presentes para fotografar e divulgar o “casamento do ano”.
Foi tudo muito lindo, mas francamente até hoje nem lembro o que eu disse ou o que o padre falou na cerimônia, meus padrinhos também eram espíritas e outro casal de padrinhos meus não eram casados.


Passei sete anos casada sem amar meu marido, sem frequentar a missa ou sequer acreditar nela e batizei meus filhos apenas pelo acontecimento social assim como minha mãe fez comigo. No final do sétimo ano meu pai faleceu repentinamente de infarto fulminante. Entrei em depressão e não saía da cama nem para comer, a empregada me levava tudo, cansada de estar casada com aquele homem nem ligava mais para ele e ele acabou me deixando sozinha com as crianças. A mãe dele pediu a guarda das crianças devido à minha condição, com aval do psiquiatra que consentiu afirmando que não tinha condições no momento de cuidar das crianças, conseguiu a guarda de meus filhos piorando mais ainda minha situação.


Passei dois anos sem meus filhos, vivendo de licença da escola onde lecionava e tentando suícidio. Até que um dia, por acaso assisti a Canção Nova e comecei a retomar as esperanças. Não ia ainda à missa mas voltei a rogar a Nossa Senhora que me ajudasse a reorganizar minha vida, pois não tinha mais condições de viver daquela maneira.


Em março de 2007 durante uma crise onde já estava inclusive com guia de internação ao hospital psiquiátrico, em meio aos prantos que rolavam por horas, ajoelhei em frente à imagem de Nossa Senhora que herdei de minha bisavó e roguei que ela fizesse um milagre com urgência para me livrar daquela situação, durante aquela semana voltei a rezar o Terço e exatamente uma semana depois conheci um rapaz chamado (…), que começou a gostar de mim, eu enfurecida, pois pensava que ele queria somente brincar comigo antes mesmo de aprofundar em qualquer assunto disse com raiva que era separada, mãe de três filhos, que não estavam mais comigo e que havia feito laqueadura para não ter mais filhos e nem mais sofrimento, e se ele pensava que iria brincar comigo estava enganado, pensando que ele ia sair correndo disse que se ele queria somente começar a me namorar teria que me pedir em namoro sério para casamento.

Qual foi minha surpresa maior quando ele disse que sim, que me aceitaria na condição que estava, que já nutria sentimento por mim e que iria se casar comigo tomando conta de mim e me ajudando a superar a depressão. Alguns meses depois ele me trouxe para a sua casa e nos casamos no cartório. A mãe dele muito católica começou a me levar as missas e me ensinar tudo que jamais pensei aprender um dia sobre o amor de Jesus e sobre a verdadeira e única igreja que é a católica.


Hoje faz dois anos que somos casados, minha sogra me trata como filha e jamais me destratou por não poder comungar nem ter filhos. Já conversei com o padre daqui e ele disse que procurasse alguma pessoa que pudesse me ajudar pois hoje com trinta anos ainda sou nova para continuar nessa situação de adultério e que segundo as leis canônicas, por ter me casado ignorando o sacramento do matrimônio e por motivos fúteis, poderia conseguir a nulidade ou o divórcio da primeira união conjugal.

Hoje rezo o terço todos os dias, rezo em frente ao Santíssimo pelo menos uma vez por dia, leio muito a bíblia e sempre acesso sites que ensinam sobre direito canônico, e frequento a missa com muita tristeza no coração por não poder mais tomar a Comunhão. Gostaria muito de poder evitar que outras mulheres cometessem o erro que cometi, mas não sei como. Meu maior desejo como humilde pecadora é poder voltar a receber a Hóstia e Comungar com Cristo, coisa que sempre desprezei e hoje dou tanto valor.


Estou com lágrimas escrevendo esse pedido de orientação e de ajuda ao senhor Doutor, junto à minha mãe Maria que se encontra aqui ao meu lado rogo ao senhor que mesmo sendo tão ocupado possa me orientar e me auxiliar a sair da condição de adultério que me encontro hoje pois não tenho e nem sei como fazer isso.
Agradeço sua atenção e fico com esperança de um contato do senhor.
Obrigada mais uma vez, que Jesus sempre ilumine seus caminhos e sua mente em prol da salvação de almas perdidas como a minha. 
 

 

Amigos,
recebi da Pontificia Academia de Ciências do Vaticano a relação dos 24 Premios Nobel que dela fazem parte. Que outra Instituição tem tão alto grau de ciências? Como podem dizer alguns que há oposição entre a Ciência e a Fé?
 

From: Felipe Aquino [mailto:felipeaquinoc@uol.com.br]
Sent: domenica 25 ottobre 2009 2.40
To: academy.sciences@acdscience.va

 

 

Prof. Aquino,

We are pleased to enclose herewith the list of the living Academicians awarded of the Nobel Prize.

Yours sincerely,

The P.A.S. Secretariat

 

Accademici Nobel

 

 

1.       ARBER Werner (Nobel in Physiology or Medicine, 1978)

2.       BALTIMORE David (Nobel in Physiology or Medicine, 1975)

3.       BECKER Gary S. (Nobel Prize in Economics, 1992)

4.       BLOBEL Günter (Nobel Prize in Physiology or Medicine, 1999)

5.       CIECHANOVER Aaron J.(Nobel in Chemistry, 2004)

6.       COHEN TANNOUDJI Claude (Nobel in Physics, 1997)

7.       CRUTZEN Paul J. (Nobel in Chemistry, 1995)

8.       De DUVE Christian (Nobel in Physiology or Medicine, 1974)

9.       EIGEN Manfred (Nobel in Chemistry, 1967)

10.     HÄNSCH Theodor (Nobel in Physics, 2005)

11.     KHORANA Har Gobind (Nobel in Physiology or Medicine, 1968)

12.     Von KLITZING Klaus (Nobel in Physics, 1985)

13.     LEVI MONTALCINI Rita (Nobel in Physiology or Medicine, 1986)

14.     MOLINA Mario J. (Nobel in Chemistry, 1995)

15.     MÖSSBAUER Rudolf L. (Nobel in Physics, 1961)

16.     MURRAY Joseph E. (Nobel in Physiology or Medicine, 1990)

17.     NIRENBERG Marshall W. (Nobel in Physiology or Medicine, 1968)

18.     NOYORI Ryoji (Nobel in Chemistry, 2001)

19.     PHILLIPS William D.(Nobel in Physics, 1997)

20.     POLANYI John C. (Nobel in Chemistry, 1986)

21.     RUBBIA Carlo (Nobel in Physics, 1984)

22.     TOWNES Charles H.(Nobel in Physics, 1964) 

23.     YANG Chen Ning (Nobel in Physics, 1957)

24.     ZEWAIL Ahmed H. (Nobel in Chemistry, 1999)