A Imprensa falada e escrita noticiou amplamente nos últimos dias as cenas de vandalismo, barbárie, de integrantes do MST que invadiram a Empresa Cutrale, produtora legal de suco de laranja, destruindo criminosamente uma plantação de laranja da melhor qualidade e produtividade. As cenas podem ser vistas no vídeo da Folha de São Paulo – www.folha.com.br/092793.
Tal ação de barbarismo, levou até os ministros interlocutores do MST no governo federal, o ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) e o presidente do Incra, Rolf Hackbart, a condenarem a invasão e a destruição dos pés de laranja; Cassel chamou a ação de “grotesca” e “injustificável”. “O movimento tem errado muito e espero que uma situação grotesca como essa o faça refletir sobre as suas ações. Ele tem se isolado, tem perdido o apoio social”, completou o ministro petista. “A minha reação foi de indignação. Não tem razão para isso”, disse Hackbart. (Folha de SP – 07/10;2009)
Na semana passada, o Congresso Nacional arquivou uma CPI para investigar as verbas públicas destinadas ao MST, sendo que esta entidade nem legal é, não tem sequer CNPJ, mas recebe verbas do governo. Como entender que uma entidade fora da lei, que pratica ações criminosas como foram vistas por todos, pode receber recursos do governo, dinheiro do povo?
O ministro Cassel admitiu: “Atrapalha [a atualização]. É o legítimo tiro no pé. Uma ação que parece alienada em relação à realidade. É difícil encontrar um adjetivo”.
A senadora Kátia Abreu começou a recolher assinaturas para a criação de CPI que investigue as contas do movimento. “Peço uma reação dura contra o MST, que consigamos rever a CPI”.
Não é a primeira vez que cenas desse tipo se repetem; outrora foi a invasão de um instituto de pesquisas agrárias, onde os integrantes do MST quebraram tudo, destruíram computadores dos cientistas, incubadoras de plantas, etc. Foram cenas de vandalismo e que parece não terem sido tomadas providências adequadas para punir os culpados. E assim, essa impunidade vai realimentando esse tipo de ação criminosa, que se repete por parte do MST. E se isso se repete, `a luz do dia, e sob as câmaras de jornalistas, é porque o MST tem “costas quentes”; é sem dúvida apoiado por autoridades que deveriam primar pela defesa da lei e da ordem.
O pior de tudo para nós católicos é saber que esse movimento – MST- teve os seus mentores e fomentadores dentro da nossa Igreja, como por exemplo, frei Betto, em oposição ao que ensinam os Papas. É bom relembrar que os Papas sempre condenaram as invasões de terra e de propriedades alheias. Vejamos, por exemplo, o que disse o inesquecível Papa João Paulo II:
1 – Ao segundo grupo de Bispos do Brasil, provenientes do Regional Sul l da CNBB, na visita “ad limina Apostolorum” de 13 a 28 de Março de 1996:
“… mas recordo, igualmente, as palavras do meu predecessor Leão XIII quando ensina que “nem a justiça, nem o bem comum consentem danificar alguém ou invadir a sua propriedade sob nenhum pretexto” (RN, 55). A Igreja não pode estimular, inspirar ou apoiar as iniciativas ou movimentos de ocupação de terras, quer por invasões pelo uso da força, quer pela penetração sorrateira das propriedades agrícolas.”
2 – Discurso em 26/nov/2002 aos bispos do Brasil:
“Para alcançar a justiça social se requer muito mais do que a simples aplicação de esquemas ideológicos originados pela luta de classes como, por exemplo, através da invasão de terras – já reprovada na minha viagem pastoral em 1991 – e de edifícios públicos e privados, ou por não citar outros, a adoção de medidas técnicas extremas, que podem ter conseqüências bem mais graves do que a injustiça que pretendiam resolver”.
Como entender, então, que ainda hoje, alguns padres, e até mesmo alguns bispos, apóiem esse nefasto movimento e suas ações depredadoras?. Que alguém nos responda.

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Os padres / bispos que apoiam esses comunistas deveriam ser, no mínimo, suspensos/interditados da Igreja pra refletirem sobre apoiar (muitas vezes em uma homila, diante do Altar Sagrado) um comportamento condenado pela Santa Igreja.
Parabéns Prof. Felipe pelo seu trabalho de denunciar as heresias.
PAX
Prof Felipe
tais atitudes geram muitas dúvidas, não sei os reais motivos que levam a CNBB em manter essas práticas dentro da Igreja. Já somos combatidos de maneira feroz por defendermos a família e os valores morais. Agora somos citados como coresponsáveis nas ações do MST, mesmo que a comunidade católica não os apoiem.
Fiquei triste também em ver Dom Dimas defender o advogado Toffoli, hoje ministro do STF, assumidamente católico mas comprometido com o governo, e que nitidamente irá entrar em rota de colisão com as propostas da Igreja.
Att
Infelizmente esses religiosos dão de ombro para o que diz a Igreja.
Tem ódio mortal de Roma e cospem no prato que comem.
Para eles o povo de Deus precisa se unir e lutar contra os opressores, por uma terra sem injustiça social e comida para todos. Discurso azedo de quem não sabe mais porque que Cristo se fez homem.
Da luta espiritual contra o pecado? Mas o que é o pecado senão a falta de moradia, de comida e de educação? Distorcem tudo com a cruz na mão esquerda.
Deus, nos livrai desses esquerdistas disfarçados de padres e nos deixai ficar a sua direita no dia do Juizo
Emerson,leia Mateus 25…
cada vez fico preocupada com a população carente na mão de pessoas cheias de más intenções e não é resolvido o problema da exclusão e da miseria do nosso povo Brasileiro, é uma pena que sempre ocorra interesses pesssoais envolvido nos problemas humanitarios.