Igreja Católica bloqueia reforma da saúde nos EUA 

 

 

A Conferência dos Bispos Católicos dos EUA, numa carta endereçada aos congressistas, deixou claro que rejeita o projeto do Senado relativo à questão do aborto, aprovado a duras penas no Natal.

 

A versão do Senado (assim como a aprovada pela Câmara) veta que os novos planos de saúde estabelecidos pela reforma usem fundos públicos para pagar aos segurados pelos procedimentos de aborto. A diferença é que o projeto da Câmara é mais restrito, enquanto os senadores permitiram que Estados decidam sobre o assunto.

 

Agora, os bispos americanos decidiram contestar a primeira versão do Senado, causando um novo revés para Obama.

Na carta, os bispos ressaltam a necessidade de se chegar a um acordo para aprovar a reforma da saúde, “mas os vícios morais e de ordem política que impedem dezenas de milhares de americanos sem acesso à saúde permanecem” no texto aprovado pelo Senado, “cujo texto não atende nossos critérios morais e de consciência”.

 

O drama, para a Casa Branca, é que a questão do aborto está se convertendo num cavalo de batalha na nova correlação de forças no Congresso. Com a eleição extra de um  republicano, Scott Brown, para a cadeira do democrata Ted Kennedy, falecido no ano passado, por Massachussetts, Obama terá dificuldade de repetir os 60 votos necessários no Senado para aprovar o novo  projeto. Na votação da primeira versão, Obama obteve apoio dos 58  senadores democratas e de 2 independentes. Os 40 republicanos votaram contra.

Agora, os republicanos fazem pressão para que a nova versão conjunta do projeto de lei da reforma altere o texto do Senado relativo ao aborto. De quebra, Obama pode perder votos também na Câmara por causa do tema. O site FiveThirtyEight. com  fez uma sondagem e descobriu seis deserções da bancada governista dadas como certas e outras seis possíveis. Para Obama manter a maioria necessária de votos na Câmara, ele só pode perder um voto. A primeira versão na Câmara foi aprovada por 220 votos a 215 – apenas 1 voto além do mínimo necessário. (Slate)

 

link:http://blogs. estadao.com. br/radar- global/igreja- catolica- bloqueia- reforma-da- saude-nos- eua/

 

 Oração de Joe Wright

 

No dia 23 de janeiro de 1996 realizou-se a cerimônia de abertura dos

trabalhos da Casa Legislativa do Estado do Kansas (EUA), na cidade de

Topeka. Por lá estava o capelão substituto Joe Wright, o qual foi

convidado a dizer algumas palavras em reverência ao momento. Eis que, para

espanto geral, ele sacou da memória uma *oração de autoria do pai de Bob

Russell, da Igreja Cristã de Louisville, Kentucky (EUA), iniciando uma

das maiores polêmicas que aquele lugar já tinha visto! Transcrevo, a seguir,

suas palavras:

 

“Ó, Senhor, sabemos o que diz Sua palavra, ‘maldição aos que chamam o mal de

bem’, mas é exatamente o que temos feito. Nós temos perdido o equilíbrio

espiritual e  invertido nossos valores. Nós confessamos que temos

ridicularizado a verdade absoluta da Sua palavra e chamado a isto pluralismo

moral. Nós temos adorado outros deuses  e chamado a isto diversidade

cultural e espiritualidade dos novos tempos. Nós temos cometido adultério e

chamado a isto um caso. Nós temos aprovado a perversão e  chamado a isto

estilo de vida alternativo.” E prosseguiu ele: “Nós temos explorado os

pobres e chamado a isto destino. Nós temos negligenciado os necessitados, e

chamado  a isto gestão econômica. Nós temos recompensado a inércia e chamado

a isto bem-estar social. Nós temos assassinado nossos filhos que ainda não

nasceram, e chamado  a isto escolha. Nós temos sido negligentes ao

disciplinar nossos filhos, e chamado a isto desenvolvimento de autoestima”.

Diante de uma já agitada platéia, a oração  continuou: “Nós temos deixado de

executar a justiça rapidamente, conforme Seu comando, e chamamos a isto de

devido processo legal. Nós temos encarcerado ofensores  não-violentos ao

invés de darlhes a oportunidade de uma reparação, e chamado a isto proteger

a sociedade. Nós temos deixado estupradores e assassinos livres para

escárnio dos inocentes e chamado  a isto justiça”.

 

A esta altura, segundo consta, algumas pessoas já haviam se retirado da sala

em protesto. Mas ele prosseguiu:

 

 “Nós temos falhado em amar nosso vizinho por conta da cor de sua pele, e

chamado a isto manutenção da pureza racial. Nós temos abusado do poder, e

chamado a isto  política. Nós temos cobiçado as coisas de nossos vizinhos, e

chamado a isto ambição. Nós temos poluído o ar com profanações e

pornografia, e chamado a isto liberdade de expressão. Nós temos feito do Dia

do Senhor o maior dia de compras da semana, e chamado a isto livre empresa.

Nós temos ridicularizado os honrados valores de nossos  ancestrais, e

chamado a isto iluminação”.

 

Como podemos facilmente imaginar, iniciou-se ali uma polêmica daquelas

acirradas. Alguns acusaram o capelão Joe Wright de intolerante, enquanto

outros enalteceram sua coragem. Poucos meses depois, quando o assunto já

estava meio que esquecido, deram a palavra a um parlamentar de nome  Mark

Paschall, em uma cerimônia acontecida na Casa Legislativa do Colorado. E

eis que o dito cujo repetiu, letra por letra, aquela que acabou sendo

conhecida como “a oração de Joe Wright ”. Também lá, segundo apurei,

muitas pessoas se retiraram do recinto em protesto, enquanto outras

aplaudiam vivamente. Uns bons 14 anos se  passaram desde aquela manhã na

cidade de Topeka, mas a polêmica continua, aqui e ali. E tenho que

continuará por muito tempo. Afinal, como dizia Mark Twain, “nada  precisa de

tantas reformas quanto os hábitos dos outros”

 

Fonte: Jornal A Tribuna, de 31 de janeiro de 2010, página 26.

 

 

 

 

 

 

Pesquisa revela que 73,5% da população brasileira é contrária à legalização do aborto

 

SÃO PAULO, 04 Fev. 10 (ACI) .- Apesar do lobby abortista no Brasil, o país com a maior quantidade de católicos no mundo, e da recente tentativa do governo Lula através do 3º PNDH, a 100ª Pesquisa CNT/Sensus confirma que a maioria do povo brasileiro segue sendo contrária à legalização do aborto no país.  A pesquisa de opinião pública, foi realizada pela SENSUS a pedido da Confederação Nacional do Transporte no período de 25 a 29 de Janeiro de 2010, foi publicada na segunda-feira, 1 de fevereiro, e afirma que 73,5% dos pesquisados são contra a legalização do aborto e 22,7%, a favor.

 

Em nota enviada pelo grupo pró-vida brasileiro MDV (Movimento em defesa da vida), informou-se que em 2003 o Ibope divulgou pesquisa específica sobre a questão aborto. Do total de 2.000 entrevistados, 34% afirmou ser favorável a total proibição do aborto no Brasil, em qualquer circunstância. Apenas 10% do total afirmou ser desejável ampliações permissivas na prática do aborto, entre essas permissões estaria a não-punição da mulher e do médico no caso de aborto por má formação fetal.

 

A mesma pesquisa informa também que o porcentual de brasileiros favoráveis tanto à legalização do aborto quanto à pena de morte cresceu na última década. Segundo a pesquisa da CNT/Sensus, divulgada esta semana, entre janeiro de 2001 e janeiro de 2010, subiu de 39,4% para 41,2% a taxa dos brasileiros à favor da pena de morte. Em relação à legalização do aborto os números da investigação apontam que 17,7% eram favoráveis em janeiro de 2001, enquanto no 2010 o porcentual subiu para 22,7%.

 

Essa pesquisa, mais detalhada, foi encomendada pela Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR), uma ONG pró-aborto e também está disponível na internet no link: http://www.ipas.org.br/arquivos/CCR_Resumo_Ibope.doc

O relatório síntese da pesquisa – que compara os dados de 2010 com 2001 – pode ser lido em formato PDF no site da CNT/Sensus: http://www.cnt.org.br/portal/img/arquivos/Relatorio Sntese.pdf

Mesmo considerando a margem de erro da pesquisa (3%), observa-se que os índices se mantém estáveis pela rejeição à legalização do aborto no Brasil.

 

No apagar das luzes de 2009, enquanto os brasileiros se preparavam para comemorar o Natal, o Presidente Lula assinou um decreto, que estarreceu o Brasil pela radicalidade contra as instituições, principalmente à família.
O Deputado Federal Paes de Lira registrou, da tribuna da Câmara, o lançamento do Plano Nacional de Direitos Humanos (versão III). O parlamentar afirmou que o documento VIOLA os fundamentos da família e instiga ao aborto indiscriminado.
Vale a pena assistir o pronunciamento do deputado e passar para os seus amigos.
Favor clicar aqui <http://www.youtube.com/watch?v=mLZdZQxE4zk
>Secretário Geral do Brasil pela Vida

http://www.youtube.com/watch?v=mLZdZQxE4zk

http://www.youtube.com/watch?v=mLZdZQxE4zk

Brasilpelavida.org