Ativistas homossexuais perseguem celebração de Missa na Argentina

Arquivado em: Ataques a Igreja — Prof. Felipe Aquino at 6:53 pm on quinta-feira, dezembro 3, 2009

BUENOS AIRES, 20 Nov. 09 (ACI) .- Um grupo de ativistas homossexuais atacou o Centro Cultural Pasaje Dardo Rocha de La Plata, quando o Arcebispo local, Dom Héctor Aguer se encontrava celebrando uma Eucaristia.

Conforme informou a agência católica argentina AICA, os ativistas –integrantes da Marcha do Orgulho Gay- “gritaram insultos à Igreja católica e a seus ministros, e realizaram inscrições com pintura na fachada e nos degraus da escada do Centro Cultural”.

Os ativistas escreveram lemas ofensivos contra a Igreja como “igreja lixo”, “a única igreja que ilumina é a igreja que arde”, e outros.

Os fatos ocorreram no sábado passado, quando Dom Aguer, presidia a Missa de encerramento da XI Exposição do Livro Católico em La Plata, que permitiu a grande quantidade de visitantes percorrer a mostra com mais de 10.000 volumes de uma centena de editorias, expostos em forma temática.

A celebração eucarística se realizou no auditório do primeiro piso do Centro Cultural Pasaje Dardo Rocha e contou com a participação de um numeroso público.

Ação para retirada de símbolos religiosos é exagero, diz Mendes

Arquivado em: Ataques a Igreja — Prof. Felipe Aquino at 2:42 pm on quinta-feira, agosto 13, 2009

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, afirmou nesta terça-feira, 11, que considera um exagero a ação do Ministério Público Federal que pede a retirada de símbolos religiosos nos locais públicos federais de São Paulo.

Mendes aponta que se a questão fosse aprofundada e fossem tomadas atitudes radicais, até o calendário seria revisto. “Nós estamos agora no ano de 2009, que significa 2009 anos depois de Cristo. Vamos colocar isso em xeque? O próprio calendário, o sábado, o domingo, será revisto? A Páscoa, o Natal?”, questionou.

O ministro disse que o Ministério Público Federal tem “muito mais coisa para fazer” antes de se preocupar com essa questão. Sua declaração foi feita antes de participar de uma banca de doutorado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

O presidente do STF reconheceu que a ação, ajuizada no último dia 31 de julho, tem gerado debates jurídicos em todo o mundo, mas afirmou que o assunto está cercado de exageros. “Muito daquilo que se diz que é algo religioso, uma expressão de símbolo religioso, na verdade é uma expressão da civilização ocidental cristã”, disse.

Peça de Teatro ofende a Igreja e a Eucaristia

Arquivado em: Ataques a Igreja — Prof. Felipe Aquino at 9:09 pm on quinta-feira, março 27, 2008

Mais uma vez a fé católica e a Igreja são ridicularizadas pelos artistas. Desta vez é uma peça que está em cartaz, no Teatro Goldoni (Casa D’Italia, na 208/209 Sul), em Brasília, até o dia 6 de abril; uma comédia que, a julgar pelo conteúdo do material de divulgação faz piada com a sagrada Eucaristia e ridiculariza a fé dos católicos. Tem a direção de Sergio Sartório.

O teatro é uma arte importante e bonita, mas não podemos concordar e permitir que manifestações como essa abusem da liberdade democrática para zombar da nossa fé.

O cartaz de propaganda da peça mostra um homem vestido de sacerdote, com um crucifixo pendurado ao pescoço, segurando numa das mãos um recipiente em forma de cálice cheio de preservativos; e, na outra, como se estivesse oferecendo uma hóstia, uma camisinha. No verso, ao lado de um homem fantasiado de freira, há uma embalagem de preservativo com a mesma imagem do anti verso e a inscrição “Mistérios Gozosos”.

Na referida peça, a Sagrada Escritura é motivo de escárnio, com simulação pelos atores de excitação e sexo de padres ao lerem a Bíblia, objetos considerados sagrados pela comunidade católica são apresentados com deboche, o cálice com preservativos, a hóstia referenciada pelos católicos é zombada, o vinho é citado como bebida vagabunda e rala, a figura do sacerdote é apresentada como pedófilo com o menino Jesus.

É doloroso ver que os valores mais sagrados de nossa fé, a Eucaristia, o sacerdócio, o Cristo, são desrespeitados e ofendidos de maneira tão ofensiva, tão baixa e grotesca.

Todo ato que agride os valores cultuados pelas várias religiões não goza de amparo constitucional, pois caracteriza nítida ofensa a direitos consagrados pela Lei Maior. A liberdade de expressão, assim como qualquer direito individual, não é ilimitada. A manifestação da expressão artística que afronta crença religiosa e os valores éticos sociais não pode ser considerada legítima nem juridicamente válida. A Constituição Federal garante a inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença (liberdade religiosa) e o respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família, nos termos do art. 5º, VI e art. 221, IV.

Os católicos, respeitosamente, devem entrar em contato com essas empresas patrocinam esta peça, para lhes dizer que nos sentimos ofendidos com esse tipo de coisa, e dizer que a persistir essa peça, não usaremos seus serviços.

A liberdade não pode ser confundida com libertinagem; posso dar socos no ar à vontade, mas até não atingir o nariz do meu irmão. Pregar a liberdade de expressão sem respeitar os direitos dos outros, equivale a perversão intelectual e volta à barbárie.

O jornalista Carlos Heitor Cony em um artigo “Liberdade de expressão”, na Folha de São Paulo, diz: “Vamos com calma. A liberdade de expressão tem mão e contramão. Ela não é uma exclusividade divinatória dos jornalistas e profissionais da mídia. Qualquer ser humano tem a liberdade de expressar-se. É evidente que há limites legais e morais para esse tipo de manifestação”.

Defender a liberdade absoluta de expressão é muitas vezes uma forma de “corporativismo doentio” de pessoas às vezes mal formadas, sem princípios éticos, que mascara a truculência e o arbítrio, e se esconde atrás de uma interpretação maldosa da lei.

Os que têm fé não podem ser magoados e ofendidos em seus sentimentos mais sagrados. A fé de um povo é algo muito importante, algo como a sua identidade. A prova de que o direito de expressão não é absoluto, é que o Artigo 208 do Código Penal, que trata dos crimes contra o sentimento religioso, diz bem claro: “Art. 208“Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso: Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa.”

O Professor Doutor Paulo Adib Casseb, doutor em Direito Constitucional pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP) e Professor de pós-graduação em Direito Constitucional na FMU, garante que a liberdade de expressão não é absoluta, conforme jurisprudência firmada pelo STF no sentido de que no nosso sistema inexistem direitos e garantias revestidos de natureza absoluta (RTJ 173/805-810, 807-808 e decisão de 22/08/2005 cf. informativo 398 do STF).

Mais uma vez a nossa fé e a nossa Igreja são ofendidas, e me parece de propósito no grande Tempo Pascal, para provocar escândalo e chamar a atenção. Então, não devemos dar ocasião à violência e ao desrespeito, mas devemos protestar civilizadamente.

Sabemos que o Senhor Ressuscitado, Vitorioso, caminha conosco.
Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br


Cartaz da peça

cartaz - nunca fui santo

Essa peça está sendo patrocinada pelas seguintes empresas: Belini Pães e Gastronomia Ltda (tel. 3345-3000); Bendito Suco (tel. 3039-1600), Pousada Bambu (tel. 9554-5686 e 3455-1004); Espaço Cultural Mosaico (tel. 3032-1330); e Herzog Estúdio (tel 3345-1116). O telefone da Casa D’Itália é 3443-0606.  Diretor da Peça, Sergio Sartório (61-8413-7972). O teatro onde está a referida peça,  é administrado pela NAC - Núcleo de Arte e Cultura, em cujo site: www.nac.org.br ; e- mail: nac@nac.org.br
Mais informações podem ser obtidas com o Sr. Paulo Fernandes, pelo email: providafamilia@hotmail.com

MAIS UM LIVRO MALDOSO CONTRA A IGREJA

Arquivado em: Ataques a Igreja — Prof. Felipe Aquino at 7:45 pm on segunda-feira, dezembro 3, 2007

Mais um livro cheio de preconceitos contra a Igreja Católica e agora mais diretamente contra o Papa João Paulo II, é lançado pelo já conhecido inimigo da Igreja, o jornalista ingles David Yallop, que  tenta mostrar ao mundo “o lado obscuro do pontificado de João Paulo II”.

Que lado obscuro é esse? Que lado obscuro pode haver na vida de um santo homem que entregou-se de corpo e alma a Deus durante seus 82  anos de vida, um verdadeiro mártir da fé!

 A editora Planeta lança no Brasil “O Poder e a Glória”, uma tentativa de biografia extremamente falha, incompleta, tendenciosa e não-autorizada do pontificado de João Paulo II, com o nítido objetivo de ganhar dinheiro atacando a Igreja, o que infelizmente virou moda.  O jornalista marqueteiramente procura tirar partido da grande figura que foi João Paulo II, tentando provocar um escândalo sobre mesmo. Algo parecido tentaram também contra o Santo Padre Pio.

O jornalista inglês que se diz “católico”,  David Yallop, 70 anos, diz que pesquisou durante 17 anos arquivos da CIA, do Vaticano e do governo dos EUA para mostrar como a Igreja Católica protegeu pedófilos e deu apoio a ditadores durante os 27 anos do pontificado de João Paulo II.

Sobre a pedofilia dos padres nos EUA o Papa João Paulo II foi contundente no discurso aos bispos americanos no Vaticano em 2002:

“Como vocês, também eu me entristeço profundamente pelo fato de que padres e religiosos, cuja vocação é ajudar as pessoas a viver vidas santas aos olhos de Deus, tenham, eles próprios, tanto sofrimento a jovens e tanto escândalo. Devido ao grande mal causado por alguns padres e religiosos, a própria igreja está sendo vista com desconfiança, e muitos se ofendem com a maneira como se percebe que seus líderes agiram nesta questão. O abuso que provocou esta crise é errado, por qualquer critério usado, e é visto como crime pela sociedade, com razão; além disso, é um pecado hediondo aos olhos de Deus. Às vítimas e às famílias, estejam elas onde estiverem, expresso minha solidariedade e preocupação profundas. É preciso que fique absolutamente claro aos fiéis católicos e à comunidade mais ampla que os bispos e superiores se preocupam, sobretudo, com o bem espiritual das almas. As pessoas devem saber que não existe, no sacerdócio e na vida religiosa, lugar para aqueles que querem prejudicar os jovens.”

A Igreja não fechou os olhos para a questão da pedofilia e,diante dessas palavras do grande Papa, cabe tomar em cada caso as providências necessárias.  

O autor do livro “O Poder e a Glória”, afirma que o Santo Padre polonês, junto com o presidente dos EUA, isolaram e enfraqueceram a União Soviética. Ora, é evidente que o Papa João Paulo II lutou heroicamente para fazer cair o comunismo da Cortina de Ferro; mais do que ninguém ele e sua família foram vítimas do massacre comunista que envolveu cerca de 100 milhões de pessoas, como mostra o historiador francês Stèphane Courtois em seu “Livro Negro do Comunismo” (ed. Bertrand Russel, 200).

A queda do comunismo foi uma grande obra que o Papa deixou para  mundo e para milhões de seres humanos que não conheciam o que era a liberdade atrás da sangrenta Cortina de Ferro. Por causa disso ele foi baleado na Praça de São Pedro, por Ali Agca, a mando da União Soviética comunista, como concluiu o inquérito da Policia Italiana.

Por outro lado, o autor do livro questiona a falta de apoio do Papa aos religiosos de esquerda, envolvidos com o marxismo e a teologia da libertação. Todos sabem que o Papa João Paulo II fez um trabalho profundo para livrar a Igreja desta perigosa heresia.

A caridade de Cristo não pode ser feita pela via marxista do estímulo à luta de classes, jogando-se irmãos contra irmãos e fomentando o ódio e a violência. Em Puebla, em 1979, em sua primeira visita á América, ele deixou claro: “Esta visão de Jesus Cristo como um revolucionário de Nazaré não se coaduna com a fé católica”( Discurso inaugural). Não podemos esquecer que todos os Papas que o precederam condenaram o comunismo e o marxismo.Por outro lado o Papa escreveu várias encíclicas sociais apresentando a solução cristã para o problema da injustiça social na terra; a Doutrina Social da Igreja: “Centesimus annus”, “Laboren exercens”, “Socilituto rei socialis”. O marxismo é uma ideologia totalmente adversa à fé católica; por isso o Papa teve de sanear a Igreja de sua nefasta influência. E Bento XVI continua esse trabalho.    

 A teologia da libertação esvazia a verdadeira fé porque a politiza; anula o céu em detrimento da terra, oculta o divino e coloca o homem em seu lugar… não é à toa que o então Cardeal Ratzinger a chamou de uma “heresia singular”, diferente e pior do que as que ja´surgiram na Igreja.

O autor do livro foi longe demais quando escreveu: “Estou convencido de que o papa foi corrupto”; mas ele não pode demonstrar em quê o Papa se envolveu em corrupção. Ele ofende gravemente a todos nós católicos e não católicos que tanto admiramos o falecido Papa.

Será que foi sem motivo que mais de quatro milhões esperaram vários dias na Praça de São Pedro para poder dar o seu adeus ao Papa? Será que foi sem motivo que o povo na praça de São Pedro pedia: “Santo súbito” (Santo já). Há séculos não se via isso na história da Igreja.

 Lamentavelmente Yallop gosta de provocar polêmicas com a Igreja, porque ele sabe que isto lhe dá dinheiro e fama. Em 1984 ele  lançou o livro “Em nome de Deus”, com mais de 6 milhões de cópias vendidas, onde acusa levianamente alguém da Igreja de ter assassinado o Papa  João Paulo I; isto com menos de 40 dias de pontificado.  Sabemos que o Papa morreu dormindo de infarto, como foi atestado por seu secretário particular de confiança, o padre John Magee.

Os jornalistas italianos Andrea Tornielli e Alessandro Zangrando publicaram um livro: “João Paulo I. O Papa do Sorriso”. (editora Quadrante, São Paulo). O livro mostra que o atestado de óbito, assinado pelo médico do Papa, o Dr. Buzzonetti e pelo diretor de serviços sanitários do Vaticano, Mario Fontana, diz: “Certifico que Sua Santidade João Paulo I, Albino Luciani, nascido em Forno Di Canale (Belluno) em 17 de outubro de 1912, faleceu no Palácio Apostólico Vaticano em 28 de setembro de 1978, às 23 horas, por “morte imprevista, de enfarte agudo do miocárdio”. O óbito foi comprovado às 6 horas do dia 29 de setembro de 1978” (pp. 108s).

Enfim, estamos mais uma vez diante de novos ataques à Igreja de Cristo, desta vez contra um dos seus maiores líderes dos últimos tempos; é de se lamentar.

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br