Debate na TV Cultura - Células tronco

Filed under: Bioética — Prof. Felipe Aquino at 4:14 pm on Thursday, March 20, 2008

PROGRAMA Opinião Nacional - TV Cultura - 22h40 - 20/3 (Quinta-Feira)

“Texto retirado do site da TV Cultura”

TEMA: Células-Tronco

O assunto divide até a comunidade científica. De um lado, os que defendem as pesquisas com embriões, pela possibilidade de cura para doenças graves. Do outro, os que dizem que elas podem causar rejeição e o ideal seria usar apenas células-tronco adultas. Os religiosos se posicionam contra a pesquisa com embriões e agora cabe ao Supremo Tribunal Federal decidir se essas pesquisas vão continuar no Brasil.

Participa desse debate:

Carlos Alberto Moreira-Filho - geneticista, superintendente do IIEP - Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa - do Hospital Albert Einstein;
Dulce Xavier - socióloga, integrante da ONG Católicas pelo Direito de Decidir, secretária-executiva da Jornada pelo Direito ao Aborto Seguro;

Pe. Vando Valentini - coordenador do Núcleo Fé e Cultura da PUC/SP,
Dra. Alice Teixeira Ferreira - Professora de Biofísica da Unifesp.

Fonte: http://www.tvcultura.com.br/

Cientistas afirmam que a vida humana se inicia na fertilização do óvulo com o espermatozóide

Filed under: Bioética — Prof. Felipe Aquino at 8:57 pm on Wednesday, March 19, 2008


O grande debate que se trava hoje na ciência é em que momento começa a vida humana; se a partir do momento da concepção, em que o óvulo é fecundado pelo espermatzóide, como defende a Igreja Católica, ou em algum momento depois.  

O Prof. Silvio Medeiros apresenta uma série de citações de renomados cientistas que confirmam o início da vida humana no momento da concepção. Fica claro que o termo pré-embrião não tem fundamento e é apenas uma jogada política daqueles que querem aprovar as pesquisas com embriões, produção de células tronco embrionárias, uso da pílula do dia seguinte, e outras ações que matam o embrião.  

Fonte-http://culturadavida.blogspot.com

“O desenvolvimento do embrião começa no estágio 1 quando o espermatozóide fertiliza óvulo e juntos se tornam um zigoto” (Marjorie England, professor da Faculdade de Medicina de Ciências Clínicas, Universidade de Leicester, Reino Unido). [1]

“O desenvolvimento humano começa depois da união dos gametas masculino e feminino durante um processo conhecido como fertilização (concepção).
Fertilização é uma sequência de eventos que começa com o contato de um espermatozóide com um óvulo em sequência e termina com a fusão de seus núcleos e a união de seus cromossomos formando uma nova célula.. Este óvulo fertilizado, conhecido como zigoto, é uma larga célula diplóide que é o começo, o primórdio de um ser humano” (Keith L. Moore, premiado professor emérito e cátedro da divisão de anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de Toronto, Canadá). [2]

“Embrião: um organismo no estágio inicial de desenvolvimento; em um homem, a partir da concepção até o fim do segundo mês no útero” (Ida G. Dox, autora sênior de inúmeros livros de referência para médicos e cientistas, premiada, trabalhou na Escola de Medicina da Universidade de GeorgeTown). [3]

“Para o homem o termo embrião é usualmente restrigido ao período de desenvolvimento desde a fertilização até o fim da oitava semana da gravidez” (William J. Larsen, PhD, Professor do Departamento de Biologia Celular, Neurologia e Anatomia, membro do Programa de Graduação em Desenvolvimento Biológico do Colégio de Medicina da Universidade de Cincinnati) [4]..

“O desenvolvimento de um ser humano começa com a fertilização, processo pelo qual duas células altamente especializadas, o espermatozóide do homem e o óvulo da mulher, se unem para dar existência a um novo organismo, o zigoto” (Dr. Jan Langman, MD. Ph.D., professor de anatomia da Universidade da Virgínia) [5].

“Embrião: o desenvolvimento individual entre a união das células germinativas e a conclusão dos órgãos que caracteriza seu corpo quando se torna um organismo separado…No momento em que a célula do espermatozóide do macho humano encontra o óvulo da fêmea e a união resulta num óvulo fertilizado (zigoto), uma nova vida começa…O termo embrião engloba inúmeros estágios do desenvolvimento inicial da concepção até o nona ou décima semana de vida” (Van Nostrand’s Scientific Encyclopedia) [6].

“O desenvolvimento de um ser humano começa com a fertilização, processo pelo qual o espermatozóide do homem e o óvulo da mulher se unem para dar existência a um novo organismo, o zigoto” (Thomas W. Sadler, Ph.D., Departamento de Biologia Celular e Anatomia da Universidade da Carolina do Norte) [7].

“A questão veio sobre o que é um embrião, quando o embrião existe, quando ele ocorre. Eu penso, como você sabe, que no desenvolvimento, vida é um continuum…Mas penso que uma das definições usuais que nos surgiu, especialmente da Alemanha, tem sido o estágio pelo qual esses dois núcleos (do espermatozóide e do óvulo) se unem e as membranas entre eles se chocam” (Jonathan Van Blerkon, Ph.D., pioneiro dos procedimentos de fertilzação em vitro, professor de desenvolvimento molecular, celular da Universidade de Colorado, reconhecido mundialmente como o preeminente expert na fisiologia do óvulo e do espermatozóide) [8].

“Zigoto. Essa célula, formada pela união de um óvulo e um espermatozóide, representa o início de um ser humano. A expressão comum “óvulo fertilizado” refere-se ao zigoto” (Keith L. Moore, premiado professor emérito da divisão de anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de Toronto, Canadá; Dr. T.V.N. Persaud é professor de Anatomia e Chefe do Departamento de Anatomia, professor de Pediatria e Saúde Infantil, Universidade de Manitoba, Winnipeg, Manitoba, Canadá. Em 1991, recebeu o prêmio mais importante no campo da Anatomia, do Canadá, o J.C.B. Grant Award, da Associação Canadense de Anatomistas) [9].

“Embora a vida seja um processo contínuo, a fertilização é um terreno crítico porque, sob várias circunstâncias ordinárias, um novo, genéticamente distinto organismo humano é por isso mesmo formado…A combinação dos 23 cromossomos presente em cada pró-núcleo resulta nos 46 cromossomos do zigoto. Dessa forma o número do diplóide é restaurado e o gênoma embrionário é formado. O embrião agora existe como uma unidade genética” (Dr. Ronan O’Rahilly, professor emérito de Anatomia e Neurologia Humana na Universidade da Califórnia) [10].
“Quase todos animais maiores iniciam suas vidas de uma única célula: o óvulo fertilizado (zigoto)…O momento da fertilização representa o ponto inicial na história de uma vida, ou ontogênia, de um indíviduo” (Bruce M. Carlson, M.D, Ph.D., pesquisador professor emérito da Escola Médica de Desenvolvimento Biológico e Celular). [11]

“Deixe-me contar um segredo. O termo pré-embrião tem sido defendido energicamente por promotores da Fertilização In Vitro por razões que são políticas, não científicas. O novo termo é usado para prover a ilusão de que há algo profundamente diferente entre o que não-médicos biólogos ainda chamam de embrião de seis dias de idade e entre o que todo mundo chama de embrião de dezesseis dias de idade. O termo pré-embrião é usado em arenas políticas – aonde decisões são feitas para permitir o embrião mais novo (agora chamado de pré-embrião) de ser pesquisado – bem como em confinados escritórios médicos, aonde pode ser usado para aliviar preocupações morais que podem ser expostos por pacientes de fertilização in vitro. “Não se preocupe”, um médico pode dizer, “é apenas um pré-embrião que estamos congelando ou manipulando. Eles não se tornaram embriões humanos reais até que coloquemo-os de volta ao seu corpo” (Lee M. Silver, professor da célebre Universidade de Princeton no Departamento de Biologia Molecular e da Woodrow Wilson School of Public and International Affairs). [12]

[1] [England, Marjorie A. Life Before Birth. 2nd ed. England: Mosby-Wolfe, 1996, p.31]
[2] [Moore, Keith L. Essentials of Human Embryology. Toronto: B.C. Decker Inc, 1988, p.2]

[3] [Dox, Ida G. et al. The Harper Collins Illustrated Medical Dictionary. New York: Harper Perennial, 1993, p. 146]

[4] [Walters, William and Singer, Peter (eds.). Test-Tube Babies. Melbourne: Oxford University Press, 1982, p. 160]

[5] [Langman, Jan. Medical Embryology. 3rd edition. Baltimore: Williams and Wilkins, 1975, p. 3]

[6] [Considine, Douglas (ed.). Van Nostrand’s Scientific Encyclopedia. 5th edition. New York: Van Nostrand Reinhold Company, 1976, p. 943]

[7] [Sadler, T.W. Langman’s Medical Embryology. 7th edition. Baltimore: Williams & Wilkins 1995, p. 3]

[8] [Jonathan Van Blerkom of University of Colorado, expert witness on human embryology before the NIH Human Embryo Research Panel — Panel Transcript, February 2, 1994, p. 63]

[9] [Moore, Keith L. and Persaud, T.V.N. Before We Are Born: Essentials of Embryology and Birth Defects. 4th edition. Philadelphia: W.B. Saunders Company, 1993, p. 1]

[10] [O’Rahilly, Ronan and Müller, Fabiola. Human Embryology & Teratology. 2nd edition. New York: Wiley-Liss, 1996, pp. 8, 29. This textbook lists “pre-embryo” among “discarded and replaced terms” in modern embryology, describing it as “ill-defined and inaccurate” (p. 12}]

[11] [Carlson, Bruce M. Patten’s Foundations of Embryology. 6th edition. New York: McGraw-Hill, 1996, p. 3]

[12] [Silver, Lee M. Remaking Eden: Cloning and Beyond in a Brave New World. New York: Avon Books, 1997, p. 39]

http://culturadavida.blogspot.com/2008/03/quando-comea-vida-humana.html

Mais um sucesso com células tronco adultas

Filed under: Bioética — Prof. Felipe Aquino at 7:18 pm on Wednesday, March 19, 2008

Mais um importante grupo de pesquisadores americanos conseguiu um grande sucesso com células tronco ADULTAS, indicando cada vez mais que não é necessário o uso de células tronco embrionárias, onde se mata o embrião humano. 

Desta vez foram os pesquisadores da Universidade de Illinois em Chicago, que conseguiram transformar células-tronco adultas em osso e cartilagem, formando a estrutura esférica de uma articulação encontrada na mandíbula humana, com sua forma e composição de tecidos característicos. 

A noticia afirma que este  procedimento de engenharia de tecidos, testado até agora apenas em animais, poderá ser usado um dia para regenerar a estrutura esférica de articulações da mandíbula, joelho e quadril que tenham sido danificadas por lesões ou doenças como artrite. 

Usando substâncias químicas e fatores de crescimento, os cientistas induziram as células-tronco adultas a se desenvolver em células capazes de produzir cartilagem e osso.
As células foram então estratificadas em duas camadas integradas, envolvidas por um material biocompatível semelhante a um gel, e moldadas em um côndilo articular usando um molde feito da articulação têmporo-mandibular, ou osso da mandíbula, de um cadáver humano. 

O Dr. Jeremy Mao, diretor do Laboratório de Engenharia de Tecidos da Universidade de Ilinois em Chicago, e professor-associado de bioengenharia e ortodontia, disse que: “Esta é a primeira vez que um côndilo articular de forma humana com tecidos semelhantes a cartilagem e osso foi cultivado a partir de uma única população de células-tronco adultas”. “Nossa meta final é criar um côndilo que seja biologicamente viável - uma estrutura de tecido vivo que se integre ao osso existente e funcione como uma articulação natural.” 

Os pesquisadores usaram células-tronco mesenquimais adultas retiradas da medula óssea de ratos. A medula óssea é o tecido interno e esponjoso de ossos longos como o fêmur e a tíbia, os ossos da perna.
Sob certas condições, as células-tronco mesenquimais, presentes em diversos tecidos adultos, tem o potencial de se diferenciar em virtualmente qualquer tipo de tecido conectivo - incluindo tendões, músculo esqueletal, dentes, cartilagem e osso.
Além disso, diversos testes confirmaram que os tecidos recém-criados eram de fato osso e cartilagem, contendo seus componentes microscópicos característicos: no osso, uma matriz de colágeno com depósitos de sais de cálcio, e na cartilagem, colágeno e grandes quantidades de substâncias chamadas proteoglicanos ou glicoproteínas.
O Dr. Jeremy Mao disse que ainda é preciso bastante trabalho antes que os côndilos feitos por engenharia de tecidos estejam prontos para uso terapêutico em pacientes que sofrem de artrite óssea, artrite reumatóide, lesões ou anomalias congênitas.
Mas ele acredita que com novos aperfeiçoamentos o procedimento poderá um dia ser adotado para a substituição total de quadril e joelho. “Nossas descobertas representam uma prova de conceito para novos desenvolvimentos de côndilos feitos por engenharia de tecidos”. Fonte:http://odontologika.uol.com.br/celulas_tronco.htm 

 

Enquanto a terapia com células tronco adultas dão cada vez melhores resultados, já sendo pesquisadas no tratamento de 75 enfermidades, as células tronco embrionárias até hoje não deram nenhum bom resultado, ao contrário, apenas tem gerado teratomas, tumores cancerígenos.
 
Prof.  Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

Sobre a votação do STF – células embrionárias

Filed under: Bioética — Prof. Felipe Aquino at 9:26 pm on Saturday, March 15, 2008

 

 

 

 

A “Folha Online” ( Rio - 14/03/2008 - 18h32 – Cirilo Junior), divulgou que o  ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Marco Aurélio Mello, disse nesta sexta-feira (13) que o julgamento a respeito da liberação de pesquisas com células-tronco será apertado.  

Disse o ministro que “O score [placar] vai ser muito apertado. Creio que teremos uma diferença de um a dois votos, em um sentido ou em outro”, declarou, depois de participar do encerramento do 2º Congresso Brasileiro de Direito de Seguros e Previdência, no Rio de Janeiro. Ele explicou que o caso deverá voltar a ser analisado no início de abril pelo STF.  Ele ainda disse que: “O colegiado é um somatório de forças distintas, e o Judiciário em si, às vezes, revela surpresas”. 

Essas declarações do ministro mostram que o STF poderá até proibir o uso de células tronco embrionárias. Então, convido a todos os católicos a se mobilizarem de todas as formas possíveis para impedir a matança de embriões humanos, que já são vidas humanas. Podemos rezar, jejuar, e enviar nossos apelos aos ministros do STF; seus emails seguem abaixo. “A audácia dos maus cresce com a covardia dos bons” (Leão XIII) . Não desanimemos, “povo católico unido jamais será vencido”.

 

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

 

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Manifesto aos Ministros do STF

Filed under: Bioética — Prof. Felipe Aquino at 2:40 pm on Friday, March 14, 2008

Proposta de enviar o manifesto aos ministros abaixo relacionados:

A Mensagem sugerida:

 

Excelentíssimos Ministros do Supremo Tribunal Federal Nós pesquisadores das áreas médica e biológica reafirmamos a importância do Supremo Tribunal Federal NÃO aprovar a regulamentação do uso de células tronco embrionárias humanas em atividades de pesquisa, de acordo com as restrições que vêm sendo amplamente discutidas, ou seja, utilização de blastocistos que foram produzidos com a
finalidade de fecundação “in vitro”, estocados por mais de três anos, cujos doadores não manifestem qualquer interesse em sua utilização para fins reprodutivos . Tratam-se de embriões viáveis apesar de congelados( o que é eticamente inaceitável).

 

A fertilização “in vitro” é NÃO legal e regulamentada e, no Brasil, há geração de vários embriões que devem ser cadastrados. Já foi mostrado, no Brasil, que embrião congelado por 6 anos resultou na menina
Alissa e o menino Vinicius resultou de um embrião congelado por 8 anos. A proposta é que estes embriões sejam dispostos à adoção pelos casais inférteis. Já se  conhece os mecanismos determinantes da diferenciação tecidual que resulta na formação dos diferentes tipos de tecidos a partir de células-
tronco adultas. As células obtidas com a destruição dos embriões humanos já não são mais necessárias para se estudar sua funcionalidades, pois existem outras fontes eticamente aceitáveis que são as células embrionárias obtidas no líquido amniótico, as que são obtidas a partir da células tronco do sangue do
cordão umbilical e as que são obtidas pela desdiferenciação de células adultas da pele humana ( metodologia desenvolvida por Dr. Shynia Yamanaka, da Universidade de Kioto).

 

Consideramos que  não está havendo restrição da liberdade de conhecer  pelas religiões em um Estado laico. As restrições  às pesquisas com embrião humano são essencialmente éticas: os fins não justiçam
os meios; um embrião humano NÃO pode ser destruído para se estudar suas células. A comunidade científica com as células-tronco adultas estão tendo resultados seguros e acessíveis para melhorar as condições de vida de portadores de doenças altamente incapacitantes. Mesmo no Brasil temos 300
pacientes com problemas cardíacos recebendo o auto-transplante destas células com bom resultados. Já existem 73 doenças degenerativas tratadas com células-tronco adultas com resultados positivos.

 

Os estudos com células tronco embrionárias humanas com seriedade, competência e ética podem ser realizados com as outras fontes destas células já mencionadas.Temos equipes de cientistas competentes, que já estão enfrentando este desafio com tal possibilidade de êxito, que em 19 de fevereiro deste ano esteve aqui uma das maiores autoridades em células-tronco adultas do mundo, Prof. Dr. Paul Sanberg, no Hospital das Clínicas, em São Paulo, buscando trabalhar em colaboração conosco,  abrindo-nos as suas 25 patentes. A discussão das atividades desenvolvidas pelos cientistas por toda a sociedade é fundamental, visto ser um instrumento importante para o aprimoramento da reflexão sobre questões
éticas.


Infelizmente, a BIOÉTICA vem  sendo, com freqüência, utilizada para justificar a morte de seres humanos, afirmando que não são humanos o suficiente para ter direitos, ou seja desumanizando-os.

Beverly B. Nichols, MD  LifeEthics.org

Há, assim, a necessidade de uma BIOÉTICA PERSONALISTA para proteger a VIDA HUMANA e os direitos humanos, desde a concepção até a morte natural.

Alice Teixeira Ferreira - Doutora em Biologia Molecular pela Escola Paulista de Medicina em 1971. Pós-Doutorado na “Research Division of Cleveland Clinic Foundation,  Cleveland, Ohio, Estados Unidos em 1972”.Livre Docente em Biofísica, pela Universidade Federal de São Paulo -EPM em1996. 

manoel.castilho@stf.gov.br,webmaster@stf.gov.br,angelotabet@stf.gov.br,VilmarN@
stf.gov.br,claudiom@stf.gov.br,fernandaR@stf.gov.br,ledam@stf.gov.br,mariangela
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