A GRANDE LUTA DA CNBB E AS ELEIÇÕES DE 2008

Arquivado em: CNBB, Política — Prof. Felipe Aquino at 8:52 pm on Sexta-feira, Abril 11, 2008

 

 

Reunidos na 46ª Assembléia Geral da CNBB, de 02 a 11 de abril de 2008, em Itaici, os nossos Bispos emitiram, em 09 abr 2008, uma necessária e oportuna Declaração sobre as eleições de 05 de outubro deste ano. 

Entre outras coisas nossos Pastores destacaram que os cidadãos e as comunidades da Igreja têm na política um amplo campo de atuação. “A tradição da Doutrina Social da Igreja considera a participação na política uma forma elevada do exercício da caridade - uma maneira exigente de viver o compromisso cristão a serviço do próximo”. 

Eles lembram que “no município, a política pode atender às necessidades concretas da população: saúde, educação, segurança, transporte, moradia, saneamento básico e outras e que o Poder local tem sido ainda mais valorizado através das Redes Intermunicipais pelo intercâmbio de experiências – sinais de esperança no mundo planetário”.  

Lembram os nossos Bispos que “o voto depositado na urna exige dos eleitores/as e dos eleitos/as um compromisso com a consolidação da democracia… Os eleitores/as são convidados a acompanhar os eleitos/as no cumprimento de sua missão e a valorizar os que atuam com critérios éticos”. 

Nossos Pastores lembram que “A cultura da corrupção perpassa as malhas da nossa história política. A corrupção pessoal e estrutural convive com o atual sistema político brasileiro e vem associada à estrutura econômica que acentua e legitima as desigualdades. É relevante e urgente aplicar com empenho a Lei 9.840, em decorrência da qual já foram cassadas em torno de 600 pessoas. Esta lei ajuda a assegurar a lisura das eleições na campanha eleitoral. Para tanto, queremos valorizar os Comitês contra a corrupção eleitoral. Também apoiamos o Projeto de Lei de iniciativa popular, complemento à Lei 9.840, proibindo candidatura de quem já foi condenado em primeira instância”. 

E os nossos Bispos terminam a Declaração colocando os critérios a serem observados para se dar o voto a um candidato:  

“Propomos critérios para a votação: respeito ao pluralismo cultural e religioso; comportamento ético dos candidatos/as; e defesa da vida, da família e da liberdade de iniciativa no campo da educação, da saúde e da ação social, em parceria com as organizações comunitárias. Consideramos qualidades imprescindíveis para os candidatos/as: honestidade, competência, transparência, vontade de servir ao bem comum, comprovada por seu histórico de vida. Para tanto, reafirmamos o Documento de Aparecida ao “apoiar a participação da sociedade civil para reorientação e conseqüente reabilitação ética da política” (n. 406). 

Além disso a CNBB quer colher 1,2 milhão de assinaturas a favor da ética na política. Ela lançou  uma grande iniciativa popular que pretende se tornar um projeto de lei a favor da ética na política. A idéia do novo projeto de lei popular surge na seqüência da Lei 9.840, promulgada em 1999 quando um milhão de brasileiros subscreveram a iniciativa que hoje combate a compra de votos e o uso da máquina administrativa nas eleições no país. 

O novo projeto tornaria inelegíveis, durante os trâmites do processo, os políticos condenados pela Justiça em primeira instância. Os políticos processados diretamente pelo Ministério Público também estariam impedidos de ir às urnas enquanto aguardam julgamento. Prevê ainda a inelegibilidade dos políticos que vierem a renunciar de seus cargos públicos para escapar de possíveis punições por quebra de decoro. «Na base da nova iniciativa está a idéia de que os que respondem a processos criminais por delitos graves devem ser afastados temporariamente da vida política até que solucionem seus problemas judiciais», disse Dom Geraldo Lyrio. 

Na base do novo Projeto de Lei de iniciativa popular está o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, uma rede de entidades da sociedade, da qual fazem parte a CNBB e a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), entre outras instituições. 

Todos os católicos e as pessoas de boa vontade devemos nos unir aos nossos Bispos, com o apoio especialmente de todos os meios de comunicação cristãos (Tvs, rádios, jornais, revistas, internet…) para que esse Projeto se realize. Somos profundamente gratos aos nossos Bispos pelas iniciativas oportunas em favor do povo brasileiro tanto na defesa da vida contra o aborto, manipulações de embriões, etc., quanto na luta contra o flagelo da corriupção.  

Fonte: ZP08040912 - 09-04-2008 http://www.zenit.org/article-18082?l=portuguese 

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

PL 2285/2007 - Estatuto das Famílias

Arquivado em: Política — Prof. Felipe Aquino at 2:24 pm on Quinta-feira, Janeiro 3, 2008

Prezados amigos,

 

Chamo a atenção para o último artigo abaixo (clique no link). Temos que nos mobilizar para combater o que se tem denominado de “Estatuto das Famílias”.

 

No dia 25 de outubro de 2007, iniciou-se no Congresso Nacional o trâmite do Projeto de Lei no. 2285/07, de autoria do Deputado Sérgio Barradas Carneiro, propondo a revogação de todo o Livro IV (Do Direito de Família) do Código Civil de 2002, além de uma série de outros dispositivos de direito material e processual ligados a este ramo do Direito, dispersos em outros documentos, tais como a Lei de Alimentos (Lei 5478/68) e o Código de Processo Civil (Lei 5.869/73).

O texto vem sendo chamado de “Estatuto das Famílias” e foi elaborado pela conjugação dos esforços de centenas de estudiosos das mais variadas áreas ligados ao Instituto Brasileiro de Direito de Família, associação civil que completou, neste ano de 2007, dez anos de evoluções e revoluções no âmbito do Direito de Família brasileiro. (o texto do Estatuto está em http://www.ibdfam.org.br/artigos/Estatuto_das_Familias.pdf).

Se nós que somos Igreja não fizermos nada, com a força e com os vultosos recursos econômicos que estão acompanhando a ideologia gay, o fracasso e a destruição da família brasileira serão clamorosos.

 

Nossa Senhora Aparecida, vem em nosso socorro!!

 

Atenciosamente,

 

Paul Medeiros Krause

Procurador do Banco Central do Brasil em Belo Horizonte

Como capturar porcos selvagens?

Arquivado em: Política — Prof. Felipe Aquino at 10:05 pm on Segunda-feira, Novembro 5, 2007

 
 Um irmão me enviou esta matéria. Penso que pode nos ajudar a refletir. Você sabe como capturar porcos selvagens? Não me passou o autor.
”Havia um professor de química em um grande colégio com alunos de intercâmbio em sua turma. Um dia, enquanto a turma estava no laboratório, o professor notou um jovem do intercâmbistas que continuamente coçava as costas e se esticava como se elas doessem.

O professor perguntou ao jovem qual era o problema. O aluno respondeu que tinha uma bala alojada nas costas pois tinha sido alvejado enquanto lutava contra os comunistas de seu país nativo que estavam tentando derrubar seu governo e instalar um novo regime, um “outro mundo possível”.
No meio da sua história ele olhou para o professor e fez uma estranha pergunta: “O senhor sabe como se capturam porcos selvagens?”

O professor achou que se tratava de uma piada e esperava uma resposta engraçada. O jovem disse que não era piada.
“Você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e colocando algum milho no chão. Os porcos vêm todos os dias comer o milho gratuito. Quando eles se acostumam a vir todos os dias, você coloca uma cerca mas só em um lado. Quando eles se acostumarem com a cerca,  voltam a comer o milho e você coloca um outro lado da cerca. Mais uma vez eles se acostumam e voltam a comer. Você continua desse jeito até colocar os quatro lados da cerca em volta deles com uma porta no último lado. Os porcos que já se acostumaram ao milho fácil e às cercas, começam a vir sozinhos pela entrada. Você então fecha a porteira e captura o grupo todo.”
“Assim, em um segundo, os porcos perdem sua liberdade. Eles ficam correndo e dando voltas dentro da cerca, mas já foram pegos. Logo, voltam a comer o milho fácil e gratuito. Eles ficaram tão acostumados  que esqueceram como caçar na floresta,  e por isso aceitam a servidão.”

      
”O jovem então disse ao professor que era exatamente isso que ele vira acontecer no seu país. O governo ficava empurrando-os para o comunismo e o socialismo e espalhando o milho gratuito na forma de programas sociais, bolsas isso e aquilo, estatutos de “proteção”, cotas para estes e aqueles, subsídio para todo tipo de coisa, pagamentos para não plantar, programas de “bem-estar social”,  medicina e medicamentos “gratuitos”, sempre e sempre novas leis, etc, tudo ao custo da perda contínua das liberdades, migalha a migalha.”

Dá para perceber que toda essa maravilhosa “ajuda” é um problema que se opõe ao futuro da democracia. Que Deus nos ajude se algum dia alguém fechar a porteira. Em Cuba já a fecharam há 50 anos, e agora parece que vão fechá-la na Venezuela também; a Bolívia e o Equador já começaram a colocar as cercas. 

Há lugares que as cercas são colocadas de maneira mais rápida, mas há lugares onde as cercas são colocadas bem devagarzinho porque os porcos selvagens são mais ariscos…

 

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br   

O enganoso mito Che Guevara

Arquivado em: Política — Prof. Felipe Aquino at 2:37 pm on Domingo, Outubro 7, 2007

O jornal Folha de São Paulo noticiou em 07 out 2007 que o guerrilheiro “Che Guevara vira símbolo oficial na Venezuela e na Bolívia”, com direito a estátuas e homenagens. Mas quem foi Che Guevara, que foi morto há 40 anos? Quem foi Ernesto Guevara Lynch de
la Serna, argentino de Rosário, o Che?

A Revista VEJA (N. 2028 DE 03 OUT 2007) trouxe uma esclarecedora reportagem sobre o guerrilheiro Che, que se tornou um mito em todo mundo, fabricado pela “cultura marxista” muito presente nas universidades, especialmente a públicas.

No ensejo dos 40 anos da morte do Che Guevara ( 08 out 1967) na Bolívia, onde fazia guerrilha, a Revista elaborou uma matéria com base histórica. Diz a matéria que “VEJA conversou com historiadores, biógrafos, antigos companheiros de Che na guerrilha e no governo cubano na tentativa de entender este apologista da violência, voluntarioso e autoritário…”

Seu retrato clássico – feito pelo fotógrafo cubano Alberto Korda em 1960 – é a fotografia mais reproduzida de todos os tempos.”

Segundo a matéria “exceto na revolução cubana, sua vida foi uma seqüência de fracassos. Como guerrilheiro, foi derrotado no Congo e na Bolívia… Segundo a reportagem, Che Guevara tinha “sua maníaca necessidade de matar pessoas, sua crença inabalável na violência política e a busca incessante da morte gloriosa, foi um ser desprezível.” “Ele era adepto do totalitarismo até o último pêlo do corpo”, escreveu sobre ele o jornalista francês Régis Debray, que por alguns meses conviveu com Che na Bolívia.

A Revista diz que: “Por suas convicções ideológicas, Che tem seu lugar assegurado na mesma lata de lixo onde a história já arremessou há tempos outros teóricos e práticos do comunismo, como Lenin, Stalin, Trotsky, Mao e Fidel Castro.”

A matéria diz que “Centenas de homens que ele [Che Guevara] fuzilou em Cuba tiveram sua sorte selada em ritos sumários cujas deliberações muitas vezes não passavam de dez minutos.” A que o guerrilheiro foi “Incapaz de compreender a vida em uma sociedade aberta e sempre disposto a eliminar a tiros os adversários – mesmo os que vestiam a mesma farda que ele –, Guevara é responsável direto pela morte de 49 jovens inexperientes recrutas que faziam o serviço militar obrigatório na Bolívia… Politicamente dogmático, aferrado com unhas e dentes à rigidez do marxismo-leninismo em sua vertente mais totalitária, passa por livre-pensador.”

Eis mais alguns fatos históricos arrepiantes narrados pela Revista sobre Che Guevara:

“Seus ex-companheiros lembram-se dele como um comandante imprudente, irascível, rápido em ordenar execuções e mais rápido ainda em liderar seus camaradas para a morte, em guerras sem futuro no Congo e na Bolívia.”

“Nomeado comandante da fortaleza
La Cabaña, para onde eram levados presos políticos, Che Guevara a converteu em campo de extermínio. Nos seis meses sob seu comando, duas centenas de desafetos foram fuzilados, sendo que apenas uma minoria era formada por torturadores e outros agentes violentos do regime de Batista. A maioria era apenas gente incômoda.”

“Napoleon Vilaboa, membro do Movimento 26 de Julho e assessor de Che
em La Cabaña, conta agora ter levado ao gabinete do chefe um detido chamado José Castaño, oficial de inteligência do Exército de Batista. Sobre Castaño não pesava nenhuma acusação que pudesse produzir uma sentença de morte. Fidel chegou a ligar para Che para depor a favor de Castaño. Tarde demais. Enquanto dava voltas em torno de sua mesa e da cadeira onde estava o militar, Che sacou a pistola 45 e o matou ali mesmo com balaços na cabeça.”

“Em outra ocasião, Che foi procurado por uma mãe desesperada, que implorou pela soltura do filho, um menino de 15 anos preso por pichar muros com inscrições contra Fidel. Um soldado informou a Che que o jovem seria fuzilado dali a alguns dias. O comandante, então, ordenou que fosse executado imediatamente, “para que a senhora não passasse pela angústia de uma espera mais longa”.”

“Em seu diário da campanha
em Sierra Maestra, Che antecipa o seu comportamento
em La Cabaña. Ele descreve com naturalidade como executou Eutímio Guerra, um rebelde acusado de colaborar com os soldados de Batista: “Acabei com o problema dando-lhe um tiro com uma pistola calibre 32 no lado direito do crânio, com o orifício de saída no lobo temporal direito. Ele arquejou um pouco e estava morto. Seus bens agora me pertenciam”. Em outro momento, Che decidiu executar dois guerrilheiros acusados de ser informantes de Batista. Ele disse: “Essa gente, como é colaboradora da ditadura, tem de ser castigada com a morte”. Como não havia provas contra a dupla, os outros rebeldes presentes se opuseram à decisão de Che. Sem lhes dar ouvidos, ele executou os dois com a própria pistola. Essa frieza e a crueldade sumiram atrás da moldura romântica que lhe emprestaram, construída pelos mesmos ideólogos que atribuíram a ele a frase famosa – “Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás”. Frase criada pela propaganda esquerdista. “’

“O jornalista americano Jon Lee Anderson, autor da mais completa biografia de Che, escreveu que ele era um fatalista – e esse fatalismo aguçou-se depois que se juntou aos guerrilheiros cubanos. “Para ele, a realidade era apenas uma questão de preto e branco. Despertava toda manhã com a perspectiva de matar ou morrer pela causa”, afirma Anderson.

Algumas frases de Che Guevara:”Fuzilamos e seguiremos fuzilando enquanto for necessário. Nossa luta é uma luta até a morte.” (Discurso na Assembléia-Geral da ONU, em 11 de dezembro de 1964) “O ódio intransigente ao inimigo (…) converte (o combatente) em uma efetiva, seletiva e fria máquina de matar. Nossos soldados têm de ser assim.” (Revista cubana Tricontinental, em maio de 1967) A matéria da VEJA termina dizendo que “Apesar de tentar exportar sua revolução, a ilha [Cuba] tornou-se a vitrine de seu fracasso. Sem liberdade política nem econômica, o país é um museu de prédios, carros e dirigentes decrépitos, onde comida, combustíveis e energia são racionados.”

É incrível como os adeptos do marxismo cultural conseguiram, através de uma propaganda enganosa, criar o mito Che Guevara, e injetar no sangue de muitos jovens, especialmente os universitários, a mentira de que foi um herói, quando na verdade foi um visionário frio, criminoso e assassino como mostra a sua história.

Isto mostra muito bem quão mal anda a nossa universidade, que por natureza deve ser o panteão da verdade, da sobriedade e da boa educação. Ao contrário, faz de um guerrilheiro frio, assassino, um mito para a juventude, ousando equipará-lo a Jesus Cristo. É muito cinismo!

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

Capa Teologia da Libertação

As vaias ao Presidente

Arquivado em: Política — Prof. Felipe Aquino at 2:54 pm on Quinta-feira, Julho 19, 2007

O acidente com o Airbus da TAM
em São Paulo poderá inflamar tensões sociais no Brasil, na avaliação do cientista político Riordan Roett, diretor do Departamento de Estudos Latino-Americanos da John Hopkins University, de Washington.

 

”Este acidente poderá marcar uma virada para a presidência de Lula. Não há dúvidas de que há raiva entre a classe média com o presidente. Uma sensação de crescente frustração entre os que lêem jornal e voam de avião”.

 

Uma recente manifestação desse sentimento, diz o analista, foi a estrondosa vaia sofrida pelo presidente no Maracanã, na abertura dos Jogos Panamericanos, que partiu daqueles que ”que pagaram ingressos caros para estar lá”.

 O acidente, no entender de Roett, reforça entre este segmento da população a impressão de que o governo é inoperante e demonstra pouco caso em relação a temas que a afligem.

”A classe médida do Sudeste,  está cada vez mais dando sinais de sua frustração com Lula. Eles têm uma sensação de que o presidente e o PT não se importam com eles e que o governo é inoperante e incapaz de combater a corrupção.”

 

Por outro lado, afirma, ”quem não costuma viajar de avião ou comprar ingressos  para eventos esportivos segue dando forte apoio a Lula. No Nordeste, ele ainda é popular, especialmente entre os que dependem de programas assistenciais como o Bolsa Família”, comenta.

 

Mesmo vislumbrando uma possível ampliação da atual divisão sul-norte no que diz respeito à popularidade de Lula, o analista não crê que essa disparidade possar ganhar os contornos de um choque social semelhante às tensões vividas em outros países sul-americanos.

 ”Não haverá confrontações, como na Bolívia ou na Venezuela. A classe média vai seguir demonstrando o seu descontentamento, mas dentro da lei e da Constituição”, prevê.

O impacto sobre Lula também não é algo que possa ser medido de forma imediata, de acordo com ele.

 

”É um desgaste que cresce aos poucos. Não haverá nenhum teste de popularidade a ser cumprido no curto prazo. As eleições municipais só acontecerão dentro de quase dois anos. E os índices de Lula nas pesquisas seguem elevados.”

 No entender de Roett, o acidente com o Airbus não deverá mudar a postura do governo Lula. ”Brasília está mergulhada em uma série de grandes escândalos. Esta tragédia provavelmente ganhará o quarto ou quinto lugar em termos de prioridade. Lula deverá seguir adotando reformas cosméticas.” (Fonte: BBC brasil.com 19/07/2007 - 05h33)

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