Reitera a condenação moral à pena de morte

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 6 de setembro de 2010 (ZENIT.org) – A Santa Sé condenou moralmente e se mobilizou para deter o apedrejamento da mulher iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada por adultério, cuja execução poderia ser iminente.

O padre Federico Lombardi S.J., diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, ofereceu este comentário depois que o filho, Sajjad Ghaderzadeh, lançou um apelo ao Papa Bento XVI, para que intervenha para deter a execução.

O porta-voz vaticano assegurou em uma conversa com os jornalistas nesse domingo que “a Santa Sé acompanha o caso com atenção”.

“A posição da Igreja, contrária à pena de morte, é conhecida e a lapidação é uma forma particularmente brutal”, acrescenta.

“Quando é solicitado à Santa Sé de maneira apropriada que intervenha em questões humanitárias junto a outros países, como aconteceu muitas vezes no passado, ela o faz, mas não de forma pública, e sim através dos canais diplomáticos próprios”, diz.

A mulher foi condenada ao apedrejamento por adultério e cumplicidade na morte de seu marido, em 2006. Seu filho considera que só a mobilização internacional pode salvá-la da lapidação.

07. junho 2010 · 1 comment · Categories: Vaticano

 

VATICANO, 05 Jun. 10 / 10:51 am (ACI).- O jornal vaticano L’Osservatore Romano (LOR) publicou recentemente um artigo sobre a reunião da revista internacional de teologia e cultura “Communio” fundada há 38 anos por Hans Urs von Balthasar, Henri de Lubac e Joseph Ratzinger. No texto se destacam alguns argumentos que sustentam o olhar do Papa Bento XVI sobre o Concílio Vaticano II, sua importância na história da Igreja em continuidade com a tradição, assim como o conceito da eclesiologia de comunhão engrenado com a missão.

Ante as distintas interpretações do Concílio que opõe diversos binômios como: modelo evangelizador ou modelo ritualista, paradigma democrático ou autocrático, linha progressista ou conservadora, entre outros, o artigo assinala que “Bento XVI ilustrou com claridade as duas hermenêuticas (chaves de interpretação) –por ele definidas como ‘a da descontinuidade e ruptura’ e a da reforma, a renovação e a continuidade’– no importante discurso à Cúria romana de 22 de dezembro de 2005, onde tomou nitidamente partido a favor da segunda”.

A primeira hermenêutica, assinalava o Papa naquela ocasião, “corre o risco de acabar em uma ruptura entre Igreja pré-conciliar e Igreja pós-conciliar. Ele afirma que os textos do Concílio como tais não seriam ainda a verdadeira expressão do espírito do Concílio. Seriam o resultado de arranjos, nos quais, para obter a unanimidade, foi preciso ainda retroceder, reconfirmando muitas coisas antigas já inúteis. Mas nestes arranjos não se refletiria o verdadeiro espírito do Concílio, e sim nos impulsos rumo ao novo que subjazem nos textos: só esses impulsos representariam o verdadeiro espírito do Concílio, e partindo deles e de acordo com eles seria necessário seguir adiante. Precisamente porque os textos só refletiriam de modo imperfeito o verdadeiro espírito do Concílio e sua novidade, seria necessário ter a valentia de ir além dos textos, deixando espaço à novidade na que se expressaria a intenção mais profunda, embora ainda indeterminável, do Concílio. Em uma palavra: seria preciso seguir não os textos do Concílio, mas o seu espírito”.

A outra hermenêutica da renovação e a continuidade, que defende o Santo Padre, não nega que nos grandes tema tratados pelo Concílio “poderia emergir certa forma de descontinuidade e que, em certo sentido, de fato foi manifestada uma descontinuidade, na qual, entretanto, feitas as devidas distinções entre as situações históricas concretas e suas exigências, resultava que não se abandonou a continuidade nos princípios; este fato facilmente escapa à primeira percepção.

Precisamente neste conjunto de continuidade e descontinuidade em diferentes níveis consiste a natureza da verdadeira reforma”.


Seguidamente o artigo faz uma análise sobre alguns aspectos da eclesiologia de comunhão que se deriva do Concílio Vaticano II: “dela deriva que a dimensão societária faz parte essencial e não acessória da comunhão assim como o Concílio a quis delinear, uma comunhão fundada não só na harmonia horizontal entre os componentes da Igreja, mas na ação trinitária, cristológica e sacramental na vida da Igreja mesma”.

Depois de assinalar que “a Igreja não é apenas uma sociedade nem simplesmente o Corpo de Cristo”, o artigo precisa que é ademais “fruto da obra trinitária da criação (…) A Igreja é, como afirma a Lumen Gentium citando São Cipriano, ‘um povo unido à unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo’”.

A comunhão eclesiástica “está no enraizamento dos batizados na obra trinitária de unificação da Igreja: povo de Deus, corpo de Cristo e templo do Espírito Santo. Está acima de todo a adesão à única fé na proclamação da palavra de Deus que representa a raiz da comunhão eclesiástica” como afirma a Dei Verbum.

O artigo do LOR sublinha ademais que “são os sacramentos, e de modo especial a Eucaristia, os que renovam, nutrem e reconstituem a comunhão na Igreja” que não pode ser entendida simplesmente como um “estar de acordo”. Esta última perspectiva, que embora seja útil, prossegue o texto, “reduziu a riqueza teológica da eclesiologia da comunhão e favoreceu uma praxe cristã às vezes muito ‘intimista’ correndo o risco de obscurecer a outra grande dimensão da Igreja conciliar: a missão”.

Sem dúvida, assinala o texto assinado pelo professor de teologia Erio Castellucci, o Concílio “Vaticano II impostou uma eclesiologia missionária, superando decididamente duas grandes reduções herdadas no curso dos últimos séculos. Uma primeira redução tinha que ver com a absorção da missão nas ‘missões’, pela que só quem ia a algum país longínquo era chamado ‘missionário’; uma segunda, consistia no convencimento de que a missionariedade constitui só um momento episódico e passageiro da Igreja que chegaria a seu término uma vez cristianizado todo mundo. O Vaticano II supera ambas as reduções, evidenciando a natureza missionária da Igreja, fundada nas mesmas missões trinitárias”.

O Vaticano II, continua, “pôs em evidência como a missão não é simplesmente uma das atividades da Igreja, mas pertence a sua mesma natureza. Se devêssemos indicar qual das duas é efetivamente a ‘novidade’ do concílio, deveríamos escolher a missão”.

Ao explicar finalmente a importância da comunhão e a missão, o texto assinala que “uma sem a outra não teria nenhum sentido, porque a comunhão sem a missão ficaria no intimismo e a missão sem a comunhão se dissiparia no ativismo. A comunhão, então, mais que o ‘centro’ da eclesiologia é um dos dois focos da elipse, porque compartilha com a missão a qualidade de eixo sustentador da Igreja”.

 

Foram descobertos filmes que mostram a enorme atividade de ajuda que o Papa  Pio XII desenvolveu durante a Segunda Guerra Mundial a favor de todas as vítimas, independentemente de sua religião. O achado mais surpreendente é o filme “Guerra à guerra”, realizado em 1948 por uma produtora italiana, “Orbis”, dirigido por Romolo Marcellini, que também dirigiu “Pastor Angelicus”, de 1942, e Giorgio Simonelli.

 

O filme foi descoberto na Cinemateca Nacional Italiana, em um estado bastante deteriorado e levado à Filmoteca Vaticana. A doutora Claudia Di Giovanni, delegada desta Filmoteca, confessou a emoção experimentada quando recebeu o convite da Cinemateca para poder ver estas imagens das quais se desconhecia sua existência.

 

No documentário podem-se ver “imagens extraordinárias da Segunda Guerra Mundial, particularmente duras, mas sumamente eficazes para sublinhar o drama do conflito”, explica Di Giovanni.

“Com o fundo da guerra, as palavras e obra de Pio XII, em ajuda de todas as vítimas, com as imagens dos refeitórios, criados pelo Papa, e a residência de Castel Gandolfo, aberta aos refugiados”.

 

Pode-se ver como o Papa converteu as grandes salas do palácio apostólico em dormitórios para mulheres e crianças refugiados.

Em outro momento, se vêem as imagens da Praça de São Pedro e da Basílica de São João de Latrão, onde por indicação do Papa se criaram refeitórios para dar de comer à população que atravessava a penúria da guerra.

 

A delegada da Filmoteca Vaticana, Di Giovanni, disse que: “O filme praticamente não pôde ser distribuído no período pós-bélico, mas é um testemunho fundamental do compromisso do Papa Pio XII a favor da paz”. “A restauração do filme foi apresentada no festival de cinema de Veneza, em setembro passado, impressionando tanto a crítica como o público, com um estilo narrativo inspirado no neorrealismo, simples mas eficaz, que não oculta o horror, mas o representa em toda sua realidade mais que explícita, sobretudo se consideramos que se trata de um filme de 1948”, afirma a delegada.

 

A Filmoteca Vaticana colaborou com a Cinemateca Nacional Italiana à restauração do filme, e agora conta com uma cópia para poder projetá-la em circunstâncias não comerciais.

Mas não é o único testemunho audiovisual que narra a ajuda de Pio XII aos necessitados, entre os quais havia também judeus. A Filmoteca Vaticana recebeu recentemente 70 filmes que documentam a atividade da Pontifícia Obra de Assistência (POA), criada pelo Papa Pio XII para ajudar as vítimas da Segunda Guerra Mundial, informa Claudia di Giovanni. Foi instituída em 1944 com o nome de Pontifícia Comissão de Assistência aos Refugiados (PCA), logo se chamou POA,.

 

Fonte: www.zenit.org.br – 28 de outubro de 2009

 

 

Entrevista com Mary Ann Glendon

 

 

Por Irene Lagan

 

BOSTON (EUA), terça-feira, 27 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Enquanto o novo presidente, Barack Obama, embarca em sua missão de alinhar os Estados Unidos em uma nova direção, muitos dos embaixadores escolhidos pela ex-administração estão voltando para casa.

 

A embaixadora Mary Ann Glendon, que representou os Estados Unidos na Santa Sé, já retornou para Boston, onde é titular da cátedra Learned Hand de Direito na Havard University. A ex-embaixadora também resumirá seu trabalho como presidente da Academia Pontifícia de Ciências Sociais.

 

Nesta entrevista à Zenit, Glendon oferece algumas reflexões sobre seu trabalho em Roma, que durou cerca de um ano.

 

– Após representar o Vaticano por tantos anos, como foi representar os Estados Unidos na Santa Sé?

 

– Gledon: Como representante da Santa Sé nas Nações Unidas, eu estava envolvida em um tipo de trabalho com o qual nós, advogados, estamos acostumados – o direito focado em assuntos específicos, tais como metas de desenvolvimento e direitos humanos. O que tornou a posição de embaixadora para a Santa Sé especialmente fascinante para mim foi sua variedade. Praticamente todo dia esta função trouxe novas experiências e novidades por causa das preocupações do Vaticano, como as dos Estados Unidos, no âmbito mundial.

 

A Santa Sé tem relações diplomáticas com 177 nações; sua voz moral alcança quase todo canto da terra, e sua rede de paróquias, dioceses e colaboradores de ajuda humanitária a faz um extraordinário «posto de escuta». Muito do meu trabalho também envolveu «diplomacia pública» – falar e escrever sobre temas de preocupação comum para os Estados Unidos e para a Santa Sé.

 

E é claro que eu era responsável pela administração diária de uma pequena, mas muito movimentada embaixada. Para alguém como eu, que ensina no campo internacional, foi um grande privilégio ser capaz de adquirir em primeira mão um conhecimento sobre o Departamento de Estado dos Estados Unidos, dos Corpos Diplomáticos da Santa Sé e a arte da diplomacia como é praticada nestes tempos desafiadores.

 

– Quais foram suas maiores conquistas e desafios durante seu tempo como embaixadora?

 

– Glendon: Sinto-me muito afortunada por ter servido a nação em um momento em que as relações entre os Estados Unidos e a Santa Sé estavam especialmente próximas, como evidenciou a histórica visita de Bento XVI aos Estados Unidos em abril de 2009 e a extraordinária hospitalidade mostrada ao presidente George Bush em sua visita ao Vaticano, em junho.

 

Não apenas o Papa e o presidente partilharam uma visão comum global dos assuntos culturais e sociais, mas houve uma forte correspondência entre as visões do governo americano e da Santa Sé sobre a importância de fortalecer o consenso moral global contra o terror (especialmente contra o uso da religião como uma justificativa para a violência); promover os direitos humanos (especialmente a liberdade religiosa); fomentar o diálogo inter-religioso; e combater a pobreza, a fome e doenças através de parcerias entre governo e instituições baseadas na fé.

 

Em nosso mundo cada vez mais independente, mas cheio de conflitos, é um desafio encontrar formas de levantar e reforçar aqueles que partilham valores. Mas uma excelente oportunidade para fazê-lo aconteceu neste ano, em que as relações diplomáticas entre os EUA e a Santa Sé completaram 25 anos, com o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

 

Desde que a Declaração expressa tantos ideais para os quais os EUA e a Santa Sé estão dedicados, a conjunção daqueles aniversários ofereceu muitas ocasiões de explorar e expandir um terreno comum. Desta forma, consegui que nossa embaixada patrocinasse uma série de conferências sobre vários aspectos dos direitos humanos. Estou feliz por dizer que foram muito bem frequentadas – e acredito que ajudaram a aprofundar no relacionamento bilateral enquanto conseguir novos públicos com as mais altas e melhores tradições da América.

 

– Você mencionou que uma prioridade seria destacar o tema dos direitos humanos. Ao deixar seu atual cargo, qual sua perspectiva no que diz respeito aos direitos humanos no âmbito global?

 

– Glendon: Analisando o mundo contemporâneo, ninguém pode negar que a luta pela liberdade humana e a dignidade têm um longo caminho a ser trilhado. Mas o movimento dos direitos humanos que iniciou na segunda metade do século 20 tem conquistas impressionantes a seu favor: desempenhou um importante papel na queda dos regimes totalitários no Leste Europeu e no apartheid na África do Sul; ajudou a destacar a publicidade sobre abusos que de outra forma teriam sido ignorados; e efetivamente desacreditou a idéia de que o tratamento dos cidadãos de uma nação cabe exclusivamente àquela nação. Como Bento XVI disse em seu discurso às Nações Unidas no ano passado, «direitos humanos estão sendo cada dia mais apresentados como uma linguagem comum e um substrato ético de relações internacionais».

 

Mas quanto mais a idéia dos direitos humanos tem mostrado seu poder, mais intenso tem se tornado a luta para capturar esse poder por vários outros fins, que não são respeitosos da dignidade humana. Os ideais dos direitos humanos estão sob constante assalto do relativismo cultural e filosófico, que nega que qualquer valor seja universal. Ao mesmo tempo, têm sido minados indiretamente, por uma escalada de demandas por novos direitos, pela propagação de abordagens seletivas ao núcleo comum dos direitos básicos, por interpretações muito individualistas dos direitos, e por esquecimento da relação entre direitos e responsabilidades.

 

– Em seus encontros com Bento XVI, o que foi mais memorável?

 

– Glendon: Certamente, eu jamais esquecerei a visita de Bento XVI aos Estados Unidos, tão cheia de momentos e imagens marcantes, com cada discurso repleto de esperança e encorajamento; e o tão perfeitamente atencioso às pessoas às quais ele se dirigia. Depois de passar um ano em Roma, também me lembrarei de momentos silenciosos que foram especialmente reveladores do caráter pastoral desse homem sábio e gentil, seu dom de falar sobre Deus com crianças e jovens, e suas palavras paternas aos recém-ordenados sacerdotes.

 

Muitos não sabem, mas há vários prêmios Nobel que estão nas Academias de Ciências do Vaticano.  O Papa Bento XVI acabou de nomear como membros da Academia Pontifícia das Ciências dois prêmios Nobel: o físico alemão Klaus von Klitzing e o químico taiwanês Yuan Tseh-Lee. (Zenit. org – Vaticano, 9 out 07) 

Klaus von Klitzing (nascido em 1943) dirige desde 1985 o Instituto Max Planck de Ciências do Estado Sólido de Stuttgart. Foi premiado com o Prêmio Nobel de Física em 1985, graças a uma importante descoberta no campo da eletricidade, que permitiu a outros cientistas estudar com enorme precisão as propriedades de condução dos componentes elétricos.  

Yuan Tseh-Lee (nascido em 1936) foi nomeado em 1974 como professor de química na Universidade de Berkeley (nos Estados Unidos). Em 1986 recebeu o Prêmio Nobel de Química pelo desenvolvimento da dinâmica de processos químicos elementares. Desde 15 de janeiro de 1994 é presidente da Academia Sinica, principal complexo de pesquisa científica e humanística da República da China.  

A Academia Pontifícia das Ciências foi fundada em Roma em 1603 com o nome de Academia dos Linces (Galileu Galilei foi membro), e está composta por oitenta «acadêmicos pontifícios» nomeados pelo Papa a partir da proposta do Corpo Acadêmico, sem discriminação de nenhum tipo.  

Tem como fim honrar a ciência pura onde quer que se encontre, assegurar sua liberdade e favorecer a pesquisa, que constitui a base indispensável para o progresso das ciências.  

A Academia se encontra sob a dependência do Santo Padre. Seu presidente, eleito por quatro anos, é desde 1993 Nicola Cabibbo, professor de Física na Universidade
La Sapienza de Roma, e ex-presidente do Instituto Nacional Italiano de Física Nuclear.  

A Academia Pontifícia das Ciências Sociais do Vaticano, tem 40 membros: dois terços são católicos ou cristãos, ortodoxos ou protestantes. Mas tem um terço que não é de católicos. Inclusive tem vários judeus. E entre os judeus que participam dos trabalhos dessa academia, três são prêmios Nobel de Economia. Um deles é Kenneth J. Arrow que  ganhou o prêmio Nobel de 1972 por causa de uma teoria matemática em matéria econômica. O outro é um prêmio Nobel relativamente recente, se chama Joseph Stiglitz (2001). E o terceiro é Gary Becker, que é chefe da Escola Econômica de Chicago, foi colaborador de Milton Friedman (economista), que morreu recentemente.  

Papa João Paulo II, em 24 de outubro de 2004, nomeou dois cientistas, pioneiros da física, para membros da Academia Pontifícia das Ciências, do Vaticano: o professor americano William D. Phillips e o professor de origem indiana Veerabhadran (Ram) Ramanatham. William D. Phillips, nasceu em Wilkes-Barre (Pensylvania), é professor de Física na Universidade de Maryland e é líder do Grupo de esfriamento com laser da Divisão de Física Atômica do National Institute of Standards and Technology (NIST) de Gaithersburg (Estados Unidos). Em 1997 recebeu o Prêmio Nobel em Física.  

Veerabhadran (Ram) Ramanathan, nascido em Chennai (Índia), é professor de ciências da atmosfera na Universidade da Califórnia (San Diego) e diretor do Centro para as Ciências da Atmosfera da Scripps Institution of Oceanography,
La Jolla (Estados Unidos). 

Quem pode dizer que a Igreja não se preocupa com a ciência?

Quem pode dizer que a fé é incompatível ou oposto à ciência?  

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br