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	<title>Prof. Felipe Aquino</title>
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	<description>Um site de notícias e artigos sobre a Igreja e a fé católica</description>
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		<title>Luxúria</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 20:59:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Felipe Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pecado]]></category>
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		<description><![CDATA[O pecado da impureza A gravidade do pecado da impureza, também chamado de luxúria, é que &#8220;mancha um membro de Cristo&#8221;. &#8220;Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um de sua parte, é um dos seus membros&#8221; (1Cor 12,27). &#8220;Assim nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo em Cristo, e cada um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2011/10/Luxuria__Seven_Deadly_Sins_by_Bricks_Fire.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-10704" style="margin: 5px" src="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2011/10/Luxuria__Seven_Deadly_Sins_by_Bricks_Fire-300x192.jpg" alt="" width="300" height="192" /></a>O pecado da impureza</strong></p>
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<div style="text-align: justify">A  gravidade do pecado da impureza, também chamado de luxúria, é que  &#8220;mancha um membro de Cristo&#8221;. &#8220;Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um  de sua parte, é um dos seus membros&#8221; (1Cor 12,27).<br />
&#8220;Assim nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo em Cristo, e cada um de nós é membro um dos outros&#8221; (Rm 12,5).Deus quis salvar a humanidade em corpo, formando o Corpo de Cristo, de modo a &#8220;restaurar todas as coisas em Cristo&#8221; (Ef 1,10).<span id="more-9780"></span></p>
<p>Quando  eu cometo um pecado de impureza, não sujo apenas a mim mesmo, mas  também o Corpo de Cristo, do qual sou membro. É neste sentido que São  Paulo alertava os fiéis de Corinto sobre a gravidade desse pecado: &#8220;Não  sabeis que vossos corpos são membros de Cristo?&#8221; (1Cor 6,15). Note que o  apóstolo enfatiza os &#8220;corpos&#8221;, isto é, a realidade do corpo místico de  Cristo não é apenas espiritual, mas também corporal. Sem os nossos  corpos não haveria a impureza.</p>
<p>&#8220;Tomarei, então, os membros de  Cristo e os farei membros de uma prostituta? Ou não sabeis que o que se  ajunta a uma prostituta se torna um só corpo com ela?&#8221; (1Cor 6,16). Está  escrito: &#8220;Os dois serão uma só carne&#8221; (Gn 2,24).</p>
<p>Vemos que para  o apóstolo entregar-se à prostituição é o mesmo que prostituir o corpo  de Cristo. Esta é uma realidade religiosa da qual ainda não tomamos  ciência plena, ou seja, toda vez que eu peco o meu pecado atinge todo o  corpo de Cristo. Esta é uma das razões pela qual nos confessamos com o  ministro da Igreja, para nos reconciliarmos com ela [Igreja], que foi  manchada pela nossa falta.<br />
O que levava São Paulo a pedir aos  coríntios entre os quais havia este problema: &#8220;Fugi da fornicação.  Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro  peca contra o seu próprio corpo&#8221; (1Cor 6,18).</p>
<p>Fornicação é sexo fora do casamento para não casados.</p>
<p>É  preciso entender que nós não apenas &#8220;temos&#8221; um corpo, mas &#8220;somos&#8221; um  corpo. Nossa identidade está ligada ao nosso corpo; ela é fixada pela  nossa foto, impressão digital ou código genético (DNA). Portanto, o  pecado da impureza agrava-se à medida que, mais do que nos outros casos,  envolve toda a nossa pessoa, corpo e alma. E o apóstolo nos mostra que o  Espírito Santo não habita apenas a nossa alma, mas também o nosso  corpo; daí a gravidade da sua profanação.</p>
<p>&#8220;Ou não sabeis que o  vosso corpo é templo do Espírito Santo que habita em vós, o qual  recebestes de Deus, e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis? Porque  fostes comprados por um grande preço&#8221; (1Cor 6,19).</p>
<p>Como disse  São Pedro: &#8220;não fomos resgatados a preço de bens perecíveis, prata e  ouro, mas &#8216;pelo precioso sangue de Cristo&#8217;&#8221; (1Pd 1,18), para  pertencermos a Deus, no corpo de Cristo. É importante notar que São  Paulo ensina que devemos dar glória a Deus com o nosso corpo. Ele diz:  &#8220;O corpo, porém, não é para a impureza, mas para o Senhor e o Senhor  para o Corpo: Deus que ressuscitou o Senhor, também nos ressuscitará a  nós pelo seu poder&#8221;. (1Cor 6,13).</p>
<p>&#8220;Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo&#8221; (1Cor 6,20).</p>
<p>Nosso  corpo está destinado a ressuscitar no último dia, glorioso como o corpo  de Cristo ressuscitado. São Paulo diz aos filipenses sobre isto:<br />
&#8220;Nós,  porém, somos cidadãos dos céus. É de lá que ansiosamente esperamos o  Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará nosso mísero corpo  tornando-o semelhante ao seu corpo glorioso&#8230;&#8221; (Fl 3,20)<br />
Nosso corpo  glorificado dará glória a Deus para sempre, assim como os corpos de  Jesus e Maria já estão no céu. Isto explica a importância do nosso  corpo, que levava Paulo a dizer aos coríntios: &#8220;Se alguém destruir o  templo de Deus, Deus o destruirá, porque o Seu templo é sagrado &#8211; e isto  sois vós&#8221; (1Cor 3,16-17).</p>
<p>Quantas pessoas destruíram a si  mesmas, porque destruíram os seus próprios corpos! O desrespeito ao  corpo, seja pela impureza, pelos vícios ou imprudências compromete a  integridade e a dignidade da pessoa toda que é templo de Deus.<br />
Jesus  foi intransigente com o pecado da impureza. No Sermão da Montanha, marco  dos seus ensinamentos, Ele disse: &#8220;Todo aquele que lançar um olhar de  cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração&#8221; (Mt  5,27-28). Jesus quer assim destruir a impureza na sua raiz, isto é, no  coração dos nossos pensamentos. &#8220;Porque é do coração que provém os maus  pensamentos, os homicídios, os adultérios, as impurezas, os furtos, os  falsos testemunhos, as calúnias&#8221; (Mt 15,19).</p>
<p>Para viver a pureza  há, então, que estarmos em alerta o tempo todo, como recomendou o  Senhor: &#8220;vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está  pronto, mas a carne é fraca&#8221; (Mt 26,41).</p>
<p>Todos nós já pudemos  comprovar como é fraca a nossa carne, a nossa natureza humana,  enfraquecida pelo pecado original. Portanto, não nos resta outra  alternativa para prevenir a queda, senão, vigiar e orar.<br />
Nunca, como  em nossos dias, foi tão grande o pecado de impureza. De forma acintosa,  ele aparece nas músicas, nas TVs, nas revistas, jornais, filmes,  cinemas, teatros etc. Estamos sendo invadidos por um verdadeiro mar de  lama que traz a imoralidade para dentro dos nossos lares, sem respeitar  nem mesmo crianças e velhos.<br />
A exploração comercial do sexo atingiu  níveis assustadores, colocando o ser humano, especialmente a mulher, no  mais baixo nível de dignidade. Será que Deus pode ficar indiferente a  uma situação desta? Será que a própria natureza humana pode deixar de  reagir contra tanta bestialidade que hoje se pratica sob as câmeras de  TVs? É difícil dizer não.</p>
<p>O ato sexual é a &#8220;liturgia&#8221; do amor  conjugal, sua maior manifestação. No ápice da sua celebração, o filho é  gerado como a verdadeira encarnação do amor dos pais; e por isso, a  Igreja não aceita que o filho seja gerado sem a participação dos  próprios pais, num ato sexual. Sem amor e compromisso, o sexo torna-se  vazio, perigoso e banal. São Paulo ensinava aos coríntios: &#8220;A mulher não  pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido  não pode dispor do seu corpo: ele  pertence à sua esposa&#8221; (1Cor 7,4).</p>
<p>Note  que o apóstolo fala em &#8220;mulher e marido&#8221;, não em namorados, noivos ou  amigados. O Catecismo diz que: &#8220;Os noivos são convidados a viver a  castidade na continência. Nessa provação, eles verão uma descoberta do  respeito mútuo, uma aprendizagem da fidelidade e da esperança de se  receberem ambos da parte de Deus&#8221;. (§2350).</p>
<p>A união dos corpos  só tem sentido quando existe a união prévia dos corações e das almas, de  maneira sólida e permanente, como se dá no casamento. O Catecismo da  Igreja nos ensina que a vida sexual é legítima e adequada aos esposos:  &#8220;Os atos com os quais os cônjuges se unem, íntima e castamente, são  honestos e dignos. Quando realizados de maneira verdadeiramente humana,  testemunham e desenvolvem a mútua doação pela qual os esposos se  enriquecem com o coração alegre e agradecido&#8221; (CIC, §2362; GS,49).</p>
<p>São  terríveis as consequências da vida sexual antes ou fora do casamento:  adolescentes grávidas, sem o mínimo preparo para serem mães; pais  solteiros, filhos abandonados e &#8220;órfãos de pais vivos&#8221;, abortos,  adultérios, destruição familiar, doenças venéreas, AIDS etc.<br />
O sexo é belo, mas fora do plano de Deus é um desastre, explode como uma bomba atômica.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Prof. Felipe Aquino</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Leia também:</strong> <a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2008/01/23/o-que-e-a-castidade/#more-4981">O que é a Castidade?</a></p>
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<table style="text-align: justify;height: 1px" cellspacing="0" cellpadding="0" width="1">
<tbody>
<tr>
<td align="center" bgcolor="#eeeeee"><span style="font-size: xx-small"> </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Reinflama o Carisma</title>
		<link>http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2012/05/23/reinflama-o-carisma-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 20:55:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Felipe Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espirito Santo]]></category>
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		<category><![CDATA[Santificador]]></category>
		<category><![CDATA[Vontade de Deus]]></category>

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		<description><![CDATA[O Espírito Santo é o nosso Santificador O Papa Paulo VI disse certa vez que a primeira oração do dia deve ser esta: “Vinde Espírito Santo&#8230;” Sem a presença do Espírito Santo em nossa alma, não podemos fazer a vontade de Deus, porque somos todos fracos; por isso, esse pedido tem de ser frequente e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2011/04/espiritu-santo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-10700" style="margin-left: 5px;margin-right: 5px" src="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2011/04/espiritu-santo-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>O Espírito Santo é o nosso Santificador</strong></p>
<p style="text-align: justify">O Papa Paulo VI disse certa vez que a primeira oração do dia deve ser esta: “Vinde Espírito Santo&#8230;”</p>
<p style="text-align: justify">Sem a presença do Espírito Santo em nossa alma, não podemos fazer a vontade de Deus, porque somos todos fracos; por isso, esse pedido tem de ser frequente e desejado. Ele só vem  ao coração que o deseja ardentemente, como a terra seca deseja água.</p>
<p style="text-align: justify">Para ser sempre renovado no Espírito Santo, o cristão precisa antes de tudo de se purificar, porque Ele é Santo e não pode conviver com o pecado assumido, aceito e não combatido. Ele está pronto para ocupar qualquer “vaso”, pequeno, grande, culto, iletrado, pobre ou rico, de ouro ou de plástico, mas Ele não pode ocupar um vaso sujo. O Espírito do Senhor pode conviver conosco na luta contra o pecado &#8211; porque Ele é o nosso Santificador – mas Ele não pode ser conivente com o pecado; então, quem deseja ser renovado no Espírito do Senhor, precisa sempre se Confessar, com humildade e sinceridade entregar as suas misérias ao Senhor; lançar na fornalha ardente do Seu Coração Sagrado todas as faltas da natureza humana.<span id="more-9477"></span></p>
<p style="text-align: justify">Para ser reinflamado no Espírito e nos seus dons infusos e carismáticos, e preciso “querer fazer a vontade de Deus”. Ele não nos é dado para outra missão a não ser para poder proclamar com a vida: “Seja feita a Vossa Vontade assim na terra como o Céu!”</p>
<p style="text-align: justify">É preciso pedir o Espírito Santo continuamente, mas com desejo profundo; Jesus prometeu que o Pai o daria a quem o  pedisse. Se vós que sois maus sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu dará o Espírito Santo àqueles que lhe pedirem” (Lc 11, 13). Deus estabeleceu uma norma: para receber as suas graças é preciso pedir: “Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á” (Lc 11,9). Quem não pede não recebe. Então, depois de se purificar, é preciso pedir ao Pai o Espírito Santo, e já agradecer, pois  Ele virá.</p>
<p style="text-align: justify">E para manter acesa a chama do Espírito na alma, é preciso “viver no Espírito”, isto é, viver sempre em vigilância e oração, com uma vida de contínua Comunhão e Confissão, caminhando com Nossa Senhora e rezando o seu Rosário e alimentando a alma com a santa Palavra de Deus.</p>
<p style="text-align: justify">Um velho ditado diz que “môsca não assenta em prato frio”; muitos experimentaram o ardor do Espírito Santo, mas agora estão frios, por que? Porque deixaram a alma esfriar; abandonaram os “exercícios espirituais”, a vida ascética; então, o prato esfriou e as moscas venenosas nele pousaram. O que fazer? Reacender o fogo da alma pela chama do Espírito  e espantar as moscas.</p>
<p style="text-align: justify">Em 1963, o Papa João XXIII, ao abrir o Concílio Vaticano II, pediu a Deus um Novo Pentecostes para a Igreja; e Deus o está concedendo desde então. Ele pediu com ardor:“Repita-se no povo cristão o espetáculo dos Apóstolos reunidos em Jerusalém, depois da Ascensão de Jesus ao céu, quando a Igreja nascente se encontrou reunida em comunhão de pensamento e de oração com Pedro e em torno de Pedro, pastor dos cordeiros e das ovelhas. Digne-se o Divino Espírito escutar da forma mais consoladora a oração que sobe a Ele de todas as partes da terra. Que Ele renove em nosso tempo os prodígios como de um novo Pentecostes, e conceda que a Santa Igreja, permanecendo unânime na oração, com Maria, a Mãe de Jesus, e sob a direção de Pedro, dilate o Reino do Divino Salvador, Reino de Verdade e Justiça, Reino de amor e de paz”.</p>
<p style="text-align: justify">É importante meditar no que disse em 1992 o Papa João Paulo II  aos líderes da Renovação  Carismática em Roma, porque isto mostra a importância do cristão ser hoje renovado no Espírito Santo e inflamado de seus carismas:“A Renovação surgiu nos anos que se seguiram ao Concílio Vaticano II, e foi um dom particular do Espírito Santo à Igreja. Foi sinal do desejo que muitos católicos tinham de viver, de maneira mais plena, a sua própria dignidade e vocação batismal, como filhos e filhas adotivas do Pai, de conhecer a força redentora de Cristo, nosso Salvador, numa experiência mais intensa de oração pessoal e coletiva, e de seguir o ensinamento das Escrituras mediante a sua leitura, à luz do mesmo Espírito que inspirou o seu autor. Certamente um dos resultados mais importantes desse despertar espiritual foi a aumentada sede de santidade, visível nas vidas das pessoas individualmente e na Igreja inteira&#8230; Neste momento da história da Igreja, a Renovação Carismática pode desempenhar um papel significativo na promoção da defesa, extremamente necessária, da vida cristã, nas sociedades em que o secularismo e o materialismo enfraqueceram a capacidade que as pessoas têm de responder ao Espírito e de discernir o chamamento amoroso de Deus. O vosso contributo para a re-evangelização da sociedade será efetuado, em primeiro lugar, mediante o testemunho pessoal do Espírito que habita em nós e  mediante a demonstração da Sua  presença, com obras de santidade e de solidariedade&#8230; Independentemente da forma que a Renovação Carismática assumir &#8211; nas orações de grupo, nas comunidades conventuais de vida e de serviço &#8211; o sinal da sua fecundidade espiritual será sempre o fortalecimento da comunhão com a Igreja universal e com as Igrejas locais&#8230; Ao mesmo tempo o aprofundamento da vossa identidade católica, haurindo da riqueza espiritual da Tradição católica, é uma parte insubstituível do vosso contributo ao diálogo ecumênico autêntico que, alimentado pela graça do Espírito Santo, deve levar à perfeição da “comunhão na unidade, na confissão de uma só fé, na comum celebração do culto divino e na fraterna concórdia da família de Deus” (Unitatis redintegratio, 2).(L’Osservatore Romano, n. 15, 12/4/1992, 4; 184).</p>
<p style="text-align: justify">A RCC tem uma grande missão hoje na Igreja como afirma o Papa; nesses tempos de secularismo, hedonismo, relativismo religioso e ateísmo, o mundo precisa do testemunho urgente de “novos” cristãos, que combatam com as armas do Espírito os exércitos do Mal.</p>
<p style="text-align: justify">O frei Raniero Cantalamessa, pregador do Papa há 29 anos, diz que a Renovação Carismática  “é uma corrente de graça para toda a Igreja católica.” Ela não é um simples movimento a mais da Igreja; é a própria Igreja em movimento pelo poder do Espírito Santo. Todos os cristãos, de todos os movimentos, precisam ser renovados no Espírito Santo e não deixar que os seus carismas se apaguem em seu coração. Quanto mais cada cristão for repleto do Espírito Santo, tanto mais a Igreja o será, e mais preparada estará para implantar na terra o Reino de Deus, como Jesus pediu ao Pai. Venha a nós o Vosso Reino!</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong>Prof. Felipe Aquino</strong></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong>Leia também: </strong><a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2012/05/21/pentecostes/#more-10680">Pentecostes</a></p>
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		<title>Um ato criminoso contra o Papa</title>
		<link>http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2012/05/22/um-ato-criminoso-contra-o-papa/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 20:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Felipe Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias da Igreja]]></category>
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		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
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		<category><![CDATA[Papa]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Sé]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado um livro de documentos particulares do Papa, violando a Constituição italiana Um jornalista italiano, Gianluigi Nuzzi, publicou um livro escandaloso intitulado &#8220;Sua Santidade&#8221;. O livro contém um documentos privados do Papa e que foram adquiridos de maneira fraudulenta. O padre Lombardi, porta-voz do Vaticano disse que foi um ato criminoso que fere a liberdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2012/05/view.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-10690" style="margin: 5px" src="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2012/05/view-207x300.jpg" alt="" width="259" height="339" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Publicado um livro de documentos particulares do Papa, violando a Constituição italiana</strong></p>
<p style="text-align: justify">Um jornalista italiano, Gianluigi Nuzzi, publicou um livro escandaloso intitulado &#8220;Sua Santidade&#8221;. O livro contém um documentos privados do Papa e que foram adquiridos de maneira fraudulenta. O padre Lombardi, porta-voz do Vaticano disse que foi um ato criminoso que fere a liberdade de correspondência e viola o artigo 15 da Constituição italiana. (fonte: 19-05-2012, Gaudium Press). Disse o porta-voz que:</p>
<p>&#8220;A Santa Sé continuará a aprofundar as diversas implicações destes atos de violação da privacidade e da dignidade do Santo Padre&#8221; e &#8220;dará os passos oportunos, para que os atores do furto respondam por ele diante da justiça&#8221;.<span id="more-10689"></span><br />
“A nova publicação de documentos da Santa Sé e de documentos privados do Santo Padre não se apresenta mais como uma discutível &#8211; e objetivamente difamatória &#8211; iniciativa jornalística, mas assume claramente o caráter de um ato criminoso&#8221;. &#8220;O Santo Padre, mas também diversos de seus colaboradores e dos remetentes de mensagens a ele dirigidas, tiveram violados os seus direitos pessoais de privacidade e de liberdade de correspondência&#8221;.<br />
Este ato grotesco e criminoso contra o Papa é mais uma tentativa de ganhar dinheiro e de expor o Papa e a Igreja católica ao ridículo; algo que infelizmente tem se tornado comum por parte dos seus inimigos. Pe. Lombardi explica que há alguns meses foi encarregada pelo Papa uma comissão sob a direção de um cardeal espanhol, Julian Herranz, especialista em direito, para esclarecer a fuga de documentos reservados dos escritórios. &#8220;Em seguida à recente divulgação em televisão, nos jornais e em outros meios de comunicação de documentos cobertos pelo segredo de escritório, o Santo Padre dispôs a constituição de uma Comissão Cardinalícia, para uma investigação respeitável que faça plena luz sobre tais episódios&#8221;, lê-se na notificação da Secretaria de Estado divulgada pela Sala de Imprensa da Santa Sé no último dia 24 de abril. (AA/JS)</p>
<p style="text-align: justify">A Igreja não pode mesmo se calar diante desse absurdo e desrespeito com a privacidade do Papa; pois um ato dessa natureza fere não só ao Santo Padre mas a cada um de nós seus filhos espirituais. Felizmente as medidas judiciais já foram tomadas pelo Vaticano; cabe a nós católicos repudiarmos em ato com um desagravo à pessoa do Vigário de Cristo na Terra. Ferir o Papa é ferir Jesus Cristo e toda a Igreja católica.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pentecostes</title>
		<link>http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2012/05/21/pentecostes/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 20:39:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Felipe Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espirito Santo]]></category>
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		<category><![CDATA[Igreja]]></category>

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		<description><![CDATA[A descida do Espírito Santo aos Apóstolos &#8220;E, porque sois filhos, enviou Deus a nossos corações Espírito de seu Filho que clama: Abbá, Pai&#8221; (Gl 4,6). A Igreja nos ensina que desde quando Deus enviou a nós o seu Filho, enviou sempre seu Espírito, porque a missão dos dois é conjunta e inseparável. Na “plenitude [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2012/05/pentecostes2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-10681" style="margin: 5px" src="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2012/05/pentecostes2-246x300.jpg" alt="" width="246" height="300" /></a><strong>A descida do Espírito Santo aos Apóstolos</strong></p>
<p style="text-align: justify">&#8220;E, porque sois filhos, enviou Deus a nossos corações Espírito de seu Filho que clama: Abbá, Pai&#8221; (Gl 4,6).</p>
<p style="text-align: justify">A Igreja nos ensina que desde quando Deus enviou a nós o seu Filho, enviou sempre seu Espírito, porque a missão dos dois é conjunta e inseparável. Na “plenitude dos tempos” (Gl 4,4), a Virgem Maria concebeu o Verbo bendito de Deus. Pelo Espírito Santo nela, o Pai deu ao mundo o Emanuel, &#8220;Deus-conosco&#8221; (Mt 1,23).  É pela unção do Espírito Santo em sua Encarnação que o Filho de Deus é consagrado Cristo Messias.    Por sua Morte e Ressurreição, Jesus é constituído Senhor e Cristo na glória e, de sua Plenitude, derramou o Espírito Santo sobre os Apóstolos e a Igreja no dia de Pentecostes. Ele é a alma da Igreja, sua força, sua luz, seu guia, sua Verdade e sua inspiração. Ele constrói, anima e santifica a Igreja. A missão de Cristo e do Espírito Santo realiza-se na Igreja, Corpo de Cristo e Templo do Espírito Santo. <span id="more-10680"></span><br />
A Igreja, que vive na fé Apóstolos, que ela transmite, é o lugar de nosso conhecimento do Espírito Santo. Como se dá isso? Primeiro, nas Escrituras que ele inspirou aos hagiógrafos (autores sagrados); por isso, “a Palavra de Deus é viva, eficaz e mais penetrante que uma espada de dois gumes” (Hb 12,4). Depois, pela Tradição Apostólica, da qual os Padres da Igreja são as testemunhas sempre atuais. Foi por eles, inspirados pelo Espírito Santo, que a Igreja discerniu quais os livros canônicos que deveriam estar na Bíblia.<br />
O mesmo Espírito assiste e guia continuamente o Sagrado Magistério da Igreja que diligentemente guarda a “sã doutrina da fé” (1Tm 1,10; Tt 1,9; 2,1) para que não se perca a Verdade que salva e liberta (cf. Catecismo §851). Ele age na Liturgia sacramental, por meio de suas palavras e de seus símbolos, e nos coloca em Comunhão com Cristo; Ele age na oração e intercede por nós (Rm 8,26); Ele manifesta-se nos carismas e nos ministérios, de modo a edificar a Igreja, e também na vida apostólica e missionária da Igreja. Ele é o agente da evangelização; é Ele que dá aos fiéis o ardor evangélico e o desejo divino de salvar as almas. O Espírito Santo age no testemunho dos santos e dos mártires. Enfim, Ele é o artífice das obras de Deus, é o Mestre da oração. Ele é o nosso santificador; pela sua ação em nós vencemos a pior realidade: o pecado. Por isso, é urgente pedir: “Vinde, Espírito Santo!&#8230;”</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Recado a um filósofo não cristão</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 19:45:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Felipe Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Moral católica]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[desequilíbrio sexual]]></category>
		<category><![CDATA[libertinagem]]></category>
		<category><![CDATA[moral cristã]]></category>
		<category><![CDATA[poligamia]]></category>
		<category><![CDATA[prazer]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma resposta cristã em defesa à imoralidade pela mídia O escritor e filósofo da Folha de São Paulo, Hélio Schwartsman, que se diz ateu, escreveu uma matéria com o título  &#8220;Toda forma de amor vale a pena&#8221;, no dia 18/5/2012. Entre outras coisas, que muito me chocaram ele disse: “&#8230; defendo hoje a poligamia e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2012/05/ETICA.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-10672" style="margin: 5px" src="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2012/05/ETICA-300x182.jpg" alt="" width="300" height="182" /></a><strong>Uma resposta cristã em defesa à imoralidade pela mídia </strong></p>
<p style="text-align: justify">O escritor e filósofo da Folha de São Paulo, Hélio Schwartsman, que se diz ateu, escreveu uma matéria com o título  &#8220;Toda forma de amor vale a pena&#8221;, no dia 18/5/2012. Entre outras coisas, que muito me chocaram ele disse:<br />
“&#8230; defendo hoje a poligamia e outras variações mais extravagantes do amor” (&#8230;) “Tenho uma proposta que resolve de vez toda a novela em torno do casamento gay e questões correlatas: basta o Estado pular fora do ramo das núpcias e reconhecer apenas uniões civis, sejam elas entre homem e mulher, pares do mesmo sexo e as múltiplas possibilidades combinatórias”.<br />
“Quanto aos polígamos, que mantêm um (a) ou mais amantes (o que não é ilegal, frise-se), desde que inventemos uma fórmula jurídica para não onerar demais a Previdência, também eles poderiam finalmente gozar das delícias do casamento”.<span id="more-10670"></span></p>
<p style="text-align: justify">Como o Hélio Schwartsman publica seu email (helio@uol.com.br), resolvi enviar-lhe um recado; penso que essa defesa da imoralidade pela mídia não pode ficar sem nossa resposta cristã, senão pecaríamos por grave omissão. Eis  o meu recado a ele:</p>
<p style="text-align: justify">Helio,</p>
<p style="text-align: justify">“Permita-me dizer-lhe que fiquei horrorizado com o seu artigo; o título já mostra toda a sua incoerência. Não existem vários tipos de amor como se ele fosse uma mercadoria na &#8220;feira dos prazeres&#8221;.<br />
Amor é aquilo que Jesus ensinou e viveu: &#8220;amai-vos uns aos outros como eu vos amei&#8221;. E como ele nos amou? Na Cruz. São Paulo disse aos maridos que amassem suas esposas como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” (Ef 5,25s). “Se entregou por ela”, isso é amor.<br />
Amar é renunciar-se para fazer o bem aos outros. Não confunda, por favor,  amor com mero prazer, libertinagem, desequilíbrio sexual, orgia e coisas semelhantes. São João evangelista disse que &#8220;Deus é amor&#8221; &#8211; &#8220;Deus caritas est&#8221;. Não desclassifique tanto o amor, por favor. Esse &#8220;amor&#8221; que você defende é o que viviam os romanos&#8230; que os levou à destruição completa.<br />
Que tal o pensamento de John Spalding, que você deve conhecer muito bem: &#8220;As civilizações perecem não por falta de recursos e de conhecimentos, mas por falta de princípios  morais”.”</p>
<p style="text-align: justify">Além do que lhe escrevi, poderíamos ainda acrescentar outras palavras em defesa da moral cristã. A poligamia que o Hélio defende foi algo que a Igreja conseguiu abolir no mundo Ocidental porque é uma grave violação ao respeito à mulher e contrária à vontade de Deus. O Catecismo da Igreja diz que:</p>
<p style="text-align: justify">“A poligamia não se coaduna com a lei moral. Opõe-se radicalmente à comunhão conjugal, pois nega diretamente o plano de Deus tal como nos foi revelado nas origens, porque contrária à igual dignidade pessoal entre o homem e a mulher, que no matrimônio se doam com um amor total e por isso mesmo único e exclusivo (GS 47,2)”.<br />
“O amor dos esposos exige, por sua própria natureza, a unidade e a indissolubilidade da comunidade de pessoas que engloba toda a sua vida: &#8220;De modo que já não são dois, mas uma só carne&#8221; (Mt 19,6). &#8220;Eles são chamados a crescer continuamente nesta comunhão por meio da fidelidade cotidiana à promessa matrimonial do dom total recíproco.&#8221; (§1645)</p>
<p style="text-align: justify">Sobre a liberdade abusiva de se usar o sexo de qualquer forma, chamando a isso de “amor”, é preciso lembrar que o ato sexual sem o verdadeiro amor (renúncia, doação) é prostituição; comércio vil do corpo de outra pessoa. Além do mais, nosso corpo é templo do Espírito Santo e não pode ser profanado em relações fora ou antes do casamento. Não podemos esquecer o que disse o grande Apóstolo:<br />
“Não sabeis que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá. Porque o templo de Deus é sagrado &#8211; e isto sois vós” (1 Cor 3, 16-17). “O corpo não é para a fornicação, e sim para o Senhor, e o Senhor é para o corpo” (1 Cor 6,13). “Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus&#8230; Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo?” (1 Cor 6, 9).</p>
<p style="text-align: justify">Leia também: <a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2011/10/14/o-pecado-da-impureza-luxuria/" target="_self">O pecado da impureza (Luxúria)</a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2007/07/23/voce-sabe-o-que-e-objecao-de-consciencia/" target="_self">Você sabe o que é Objeção de Consciência?</a></p>
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		<title>A Pobreza e a Humildade de Maria</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 20:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Felipe Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa Senhora]]></category>
		<category><![CDATA[escolhida]]></category>
		<category><![CDATA[humildade]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[obediência]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza]]></category>

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		<description><![CDATA[Maria,sendo Mãe de Deus nunca se orgulhou; mas permaneceu pobre e humilde A Igreja ensina que Nossa Senhora foi escolhida por Deus “desde toda a eternidade” (Cat. § 488), para ser a Mãe do Seu Filho. Por causa de sua Maternidade Divina, ela foi sempre ‘Cheia de Graça” (gratia plena), concebida sem o pecado original, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Maria,</strong><strong>sendo Mãe de </strong><a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2011/03/humildadedemaria.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-10653" style="margin-left: 5px;margin-right: 5px" src="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2011/03/humildadedemaria-264x300.jpg" alt="" width="264" height="300" /></a><strong>Deus nunca se orgulhou; mas permaneceu pobre e humilde</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify">A Igreja ensina que Nossa Senhora foi escolhida por Deus “desde toda a eternidade” (Cat. § 488), para ser a Mãe do Seu Filho. Por causa de sua Maternidade Divina, ela foi sempre ‘Cheia de Graça” (gratia plena), concebida sem o pecado original, permanecendo Sempre Virgem (cf. Cat. §499), e Assunta ao Céu de corpo e alma. Pela altíssima dignidade de escolhida para ser a Mãe do divino Redentor, Maria nunca experimentou o pecado, nem o Original e nem o pessoal. S. Luiz de Montfort, fazendo coro com os Santos Padres, dizia que: “assim como o mar é a reunião de todas as águas, Maria é a reunião de todas as graças. Mas entre todas as virtudes de Nossa Senhora, podemos destacar a humildade e a pobreza. Ela é a Mulher humilde, pobre de espírito – exatamente o oposto de Eva soberba. Santo Irineu de Lião, doutor da Igreja (†202), disse que “a obediência de Maria desatou o nó da desobediência de Eva” (Ad. Haer.).<span id="more-9343"></span></p>
<p style="text-align: justify">A humanidade foi lançada nas trevas do pecado e da morte, porque nossos primeiros pais foram soberbos e desobedientes a Deus. Pela humildade Jesus se tornou o “novo Adão” e salvou o mundo (Rom 5,12s). “Sendo Ele de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens. E, sendo exteriormente reconhecido como homem, humilhou-se ainda mais, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz” (Fil 2,6-8). Maria, a mãe do Senhor, tornou-se a “nova Eva”. Os santos ensinam que foi a perfeita humildade de Nossa Senhora que fez com que Deus a escolhesse para a mãe do seu Filho, eleita entre todas as mulheres. Ela mesma canta no Magnificat: “Ele olhou para sua humilde serva” (Lc1,48).</p>
<p style="text-align: justify">A soberba é o pior pecado. É o que levou também os anjos maus a se rebelarem contra Deus, e levou Adão e Eva à desobediência mortal para toda a humanidade. Alguém disse que o orgulho é tão enraizado em nós, por causa do pecado original, que “só morre meia hora depois do dono”.</p>
<p style="text-align: justify">Ser humilde é ser santo, é descer do pedestal, é não se auto-adorar, é preferir fazer a vontade dos outros do que a própria, é ser silencioso, discreto, escondido, é fugir das pompas e dos aplausos, como Maria. Sendo Mãe de Deus nunca se orgulhou; mas permaneceu pobre e humilde. São João Batista nos ensina a humildade de Maria: &#8220;Importa que Ele cresça e que eu diminua!” (Jo 3,30). Jesus exaltou os “pobres de espírito” (Mt 5, 1) como a Virgem Maria que precisou de muito pouco das coisas materiais para servir o Seu Filho e Senhor, e ser aquela que, como disse João Paulo II, “foi a que mais cooperou para a obra da Redenção da humanidade”. Olhemos e imitemos a Estrela pobre e humilde, que é nossa Mãe.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong>Prof. Felipe Aquino</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Anel da Pureza</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Felipe Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Castidade]]></category>
		<category><![CDATA[abstinência sexual]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[anel]]></category>
		<category><![CDATA[castidade]]></category>
		<category><![CDATA[pureza]]></category>
		<category><![CDATA[virgindade]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem ama, espera! Circula na internet uma matéria com o titulo acima, publicado na imprensa (Dolores Orosco, G1, São Paulo). Ídolos pop levantam a bandeira da virgindade e fãs adotam &#8216;anel da pureza&#8217;, como símbolo da abstinência sexual até o casamento. Os Rapazes do Jonas Brothers, Miley Cyrus, atriz de &#8216;Hannah Montana&#8217;, o trio Jonas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2008/09/true_love_waits_II_by_Oriel94.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-10641" style="margin: 5px" src="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2008/09/true_love_waits_II_by_Oriel94-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Quem ama, espera!</strong></p>
<p style="text-align: justify">Circula na internet uma matéria com o titulo acima, publicado na imprensa (Dolores Orosco, G1, São Paulo). Ídolos pop levantam a bandeira da virgindade e fãs adotam &#8216;anel da pureza&#8217;, como símbolo da abstinência sexual até o casamento. Os Rapazes do <em>Jonas Brothers</em>, <em>Miley Cyrus,</em> atriz de <em>&#8216;Hannah Montana&#8217;</em>, o trio <em>Jonas Brothers, </em> usam o anel.</p>
<p style="text-align: justify">Por exemplo, o estudante paulistano Paulo Sérgio dos Santos, de 18 anos, fã dos irmãos americanos Kevin, Joe e Nick &#8211; os Jonas Brothers &#8211;  resolveu adotar a idéia e afirma:  &#8221;O anel é discreto, mas tem um significado especial. Sempre planejei me guardar para a mulher certa&#8221;.<span id="more-7498"></span><br />
O “anel da pureza” surgiu  nos Estados Unidos, em 1994, na cidade de Baltimore, capital do estado de Maryland,  Estados Unidos, com o programa “True Love Waits” (Quem ama, espera!) , que prega a abstinência sexual até o casamento.</p>
<p style="text-align: justify">O projeto percorre escolas e instituições ligadas à juventude; começou na Igreja Batista e depois foi adotado por diferentes crenças em mais 13 países. Segundo Jimmy Hester, coordenador do TLW, cerca de 3 milhões de jovens fazem parte do programa. &#8220;Esse é o número que temos documentado. Durante as palestras, alguns adolescentes assinam nosso acordo de adesão&#8221;, diz. No início, a organização lançou uma pulseira de plástico para simbolizar a filosofia. Depois o acessório foi trocado por um pingente de prata, mas só ganhou popularidade com o &#8220;anel da pureza&#8221; &#8211; acessório que pode ser usado por meninas e meninos. &#8220;Não fabricamos mais a jóia. Atualmente há inúmeras instituições que as vendem e alguns jovens preferem desenvolver seu próprio anel&#8221;, diz Hester.</p>
<p style="text-align: justify">O pacto que assumem diz o seguinte: “Acreditando que o verdadeiro amor espera, eu me comprometo diante de Deus, de mim mesma, minha família, meu namorado, meu futuro companheiro e meus futuros filhos a ser sexualmente pura até o dia em que entrar numa relação de casamento” (Jornal do Brasil, Ana Maria Mandin, 12/03/94).Nos Estados Unidos, o TLW é alvo de críticas, o que não é de se espantar num mundo onde o que tem valor é o “politicamente correto”, muitas vezes imoral.</p>
<p style="text-align: justify">Alguns especialistas acreditam que estes jovens ainda não têm maturidade para optar pela abstinência. Mas o coordenador discorda. &#8220;Acredito que os críticos não dão crédito suficiente para a nossa juventude. Quando os moços são conscientizados sobre as conseqüências físicas, emocionais e espirituais que uma vida sexual ativa engloba, eles se tornam capazes de tomar a decisão correta&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">É lamentável que alguns “especialistas” pensem que a juventude só é capaz de aderir ao vício e ao pecado, e não à virtude. A ginecologista Albertina Duarte Takeuti, coordenadora do Programa Saúde do Adolescente da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, considera a opção pela virgindade &#8220;válida&#8221; e acha positivo que o tema venha à tona graças aos ídolos do pop. &#8220;Todo adolescente acha que suas verdades são absolutas. O importante é respeitá-lo em seus valores e manter um canal de diálogo aberto&#8221;, defende.O coordenador do TLW diz &#8220;celebrar&#8221; o fato de que artistas famosos preguem a castidade. &#8220;Ficamos satisfeitos com a postura dos Jonas Brothers. Mas ela é tão importante quanto a do garoto que vive numa comunidade rural e passa a idéia adiante&#8221;, compara Hester.</p>
<p style="text-align: justify">Certamente alguns jovens poderão usar o anel mais como moda que para eles pode ser passageira, mas é certo que muitos  o usarão com convicção e poderão estimular muitos outros a viverem a beleza da virtude da castidade. A lei de Deus manda não pecar contra a castidade.  Este exemplo do TLW não é único, e mostra o renascer da castidade. Quando o Papa João Paulo II esteve nas Filipinas, em janeiro de 1995, houve uma concentração de 4 milhões de pessoas para participar da missa que ele celebrou em Manilha; nesta ocasião um grupo de 50.000 jovens entregou ao Papa um abaixo assinado se comprometendo a viver a castidade. Ela é a virtude que mais forma homens e mulheres de verdade, de acordo com o desejo de Deus, e os prepara para constituir famílias sólidas, indissolúveis e férteis.</p>
<p style="text-align: justify">É preciso, portanto, que nós cristãos, tenhamos coerência e coragem para transmitir aos jovens esses valores, que são divinos e eternos. O remédio principal que a nossa sociedade doente precisa é de uma escala de valores condizente com a dignidade humana, sob pena de nos igualarmos aos animais. O homem não é apenas um corpo; tem uma alma imortal, criada  para viver para sempre na glória de Deus. Isto  dá um novo sentido à vida. Não fomos criados para nos contentarmos apenas com o prazer sexual passageiro. Fomos feitos para o Infinito, e só em Deus satisfaremos plenamente as nossas tendências naturais.</p>
<p style="text-align: justify">Já é hora de voltarmos a falar aos jovens, corajosamente, sobre a importância da castidade e da virgindade. Também nós católicos estivemos muito tempo &#8220;encolhidos&#8221; de medo de um mundo neo-pagão que ri da castidade e da pureza da alma. Não há, sem dúvida, melhor preparação para o casamento e para o futuro, do que viver a castidade na juventude.</p>
<p style="text-align: justify">Precisamos mostrar aos jovens que para haver a castidade de atos, é necessário haver antes a castidade de pensamentos, palavras e desejos. É preciso, corajosamente, desafiá-los a dizer <strong>não</strong> a toda prostituição, pornografia, filmes eróticos, moda excitante, etc. É preciso mostrar-lhes que  cada corpo humano é templo do Deus vivo que ali habita pelo seu Santo Espírito (1Cor 3,16; 6,19).</p>
<p style="text-align: justify">Infelizmente a pregação da Igreja, com poucas exceções, arrefeceu diante do avanço da imoralidade, e, por isso, ela grassou rapidamente.  Muitos e muitos jovens se separam com poucos anos de casamento, porque não exercitaram a sua vontade na luta árdua da vivência da castidade.</p>
<p style="text-align: justify">Quanto às críticas, paciência!  O Senhor  disse: “Felizes sereis quando vos caluniarem; quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus&#8230;” (Mt 5,11-12).</p>
<p style="text-align: justify">Prof. Felipe Aquino &#8211; <a href="http://www.cleofas.com.br/">www.cleofas.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Casais em Segunda União</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Felipe Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[casais]]></category>
		<category><![CDATA[divorciados]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[segunda]]></category>
		<category><![CDATA[separaram]]></category>
		<category><![CDATA[união]]></category>

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		<description><![CDATA[A realidade dos casais em segunda união São muitos os casais hoje em segunda união; pessoas que foram casadas uma primeira vez na Igreja, se separaram e se uniram a outra pessoa apenas na civil, já que não podem se casar na Igreja. A orientação mais clara que a Igreja nos  oferece sobre a situação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2008/11/noivos-2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-10621" style="margin: 5px" src="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2008/11/noivos-2-201x300.jpg" alt="" width="203" height="288" /></a><strong>A realidade dos casais em segunda união</strong></p>
<p style="text-align: justify">São muitos os casais hoje em segunda união; pessoas que foram casadas uma primeira vez na Igreja, se separaram e se uniram a outra pessoa apenas na civil, já que não podem se casar na Igreja. A orientação mais clara que a Igreja nos  oferece sobre a situação dos casais de segunda união está na Exortação Apostólica “Familiaris Consortio” (Sobre a Família) do Papa João Paulo II, escrita após o Sínodo da Família realizado em 1980; e também no Catecismo da Igreja (§1652).</p>
<p style="text-align: justify">Antes de tudo a Igreja deseja e espera que uma vez separados os casais possam um dia se reconciliar. A Igreja lembra que a separação física não extingue o vínculo matrimonial e por isso os separados não podem se unir em nova união, a menos que o primeiro casamento tenha sido declarado nulo pelo competente Tribunal Eclesiástico do Matrimônio. Após um Processo canônico o Tribunal pode chegar à conclusão que determinado matrimônio foi inválido, de acordo com as normas do Código de Direito Canônico (cânones 1055 a 1124). Há cerca de 20 casos que podem levar o Tribunal a declarar a nulidade de um matrimônio, são falhas no consentimento matrimonial, impedimentos dirimentes ou falta de forma canônica.<span id="more-7532"></span></p>
<p style="text-align: justify">A Igreja lembra que a pessoa que se separou – se não teve culpa na separação – pode continuar  a receber os sacramentos da Confissão e da Eucaristia, se mantém –se  numa vida de castidade.  Sobre os divorciados que contraíram nova união, o Papa João Paulo II disse, baseando-se nas conclusões do Sínodo da Família:</p>
<p style="text-align: justify"><strong>“A Igreja, contudo, reafirma a sua práxis, fundada na Sagrada Escritura, de não admitir à comunhão eucarística os divorciados que contraíram nova união. Não podem ser admitidos, do momento em que o seu estado e condições de vida contradizem objetivamente aquela união de amor entre Cristo e a Igreja, significada e atuada na Eucaristia. Há, além disso, um outro peculiar motivo pastoral: se se admitissem estas pessoas à Eucaristia, os fiéis seriam induzidos em erro e confusão acerca da doutrina da Igreja sobre a indissolubilidade do matrimônio.” (FC, 84)</strong></p>
<p style="text-align: justify">Os casais de segunda união poderão receber os Sacramentos no caso de viverem como irmãos, sem vida sexual, como explica o Papa:</p>
<p style="text-align: justify"><strong>“A reconciliação pelo sacramento da penitência &#8211; que abriria o caminho ao sacramento eucarístico &#8211; pode ser concedida só àqueles que, arrependidos de ter violado o sinal da Aliança e da fidelidade a Cristo, estão sinceramente dispostos a uma forma de vida não mais em contradição com a indissolubilidade do matrimonio. Isto tem como consequência, concretamente, que quando o homem e a mulher, por motivos sérios &#8211; quais, por exemplo, a educação dos filhos &#8211; não se podem separar, «assumem a obrigação de viver em plena continência, isto é, de abster-se dos atos próprios dos cônjuges»<sup>.</sup> (idem)</strong></p>
<p style="text-align: justify">E o Papa diz que não se pode fazer qualquer tipo de celebração em uma segunda união:</p>
<p style="text-align: justify"><strong>“Igualmente o respeito devido quer ao sacramento do matrimonio quer aos próprios cônjuges e aos seus familiares, quer ainda à comunidade dos fiéis proíbe os pastores, por qualquer motivo ou pretexto mesmo pastoral, de fazer em favor dos divorciados que contraem uma nova união, cerimônias de qualquer gênero. Estas dariam a impressão de celebração de novas núpcias sacramentais válidas, e consequentemente induziriam em erro sobre a indissolubilidade do matrimonio contraído validamente.” (idem)</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong> </strong> Ato tratar desse assunto o Catecismo da Igreja diz o seguinte;</p>
<p style="text-align: justify">§1651 – “São  numerosos hoje, em muitos países, os católicos que recorrem ao divórcio segundo as leis civis e que contraem civicamente uma nova união. A Igreja, por fidelidade à palavra de Jesus Cristo (&#8220;Todo aquele que repudiar sua mulher e desposar outra comete adultério contra a primeira; e se essa repudiar seu marido e desposar outro comete adultério&#8221;: Mc 10,11-12), afirma que não pode reconhecer como válida uma nova união, se o primeiro casamento foi válido. Se os divorciados tornam a casar-se no civil, ficam numa situação que contraria objetivamente a lei de Deus. Portanto, não podem ter acesso à comunhão eucarística enquanto perdurar esta situação. Pela mesma razão não podem exercer certas responsabilidades eclesiais. A reconciliação pelo sacramento da Penitência só pode ser concedida aos que se mostram arrependidos por haver violado o sinal da aliança e da fidelidade a Cristo e se comprometem a viver numa continência completa.”</p>
<p style="text-align: justify">§1652 – “A respeito dos cristãos que vivem nesta situação e geralmente conservam a fé e desejam educar cristãmente seus filhos, os sacerdotes e toda a comunidade devem dar prova de uma solicitude atenta, a fim de não se considerarem separados da Igreja, pois, como batizados, podem e devem participar da vida da Igreja: Sejam exortados a ouvir a Palavra de Deus, a freqüentar o sacrifício da missa, a perseverar na oração, a dar sua contribuição às obras de caridade e às iniciativas da comunidade em favor da justiça, a educar os filhos na fé cristã, a cultivar o espírito e as obras de penitência para assim implorar, dia a dia, a graça de Deus.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">Prof. Felipe Aquino – <a href="http://www.cleofas.com.br/">www.cleofas.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Leia também: <a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2011/07/06/processo-de-nulidade-de-casamento/#more-9636" target="_self">Processo de Nulidade de Casamento</a>, <a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2012/05/14/o-sexo-e-a-fidelidade-conjugal/#more-9823" target="_self">O sexo e a fidelidade conjugal</a> e <a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2012/04/05/problemas-no-casamento/#more-10022" target="_self">Problemas no casamento</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A existência dos Anjos</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 19:55:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Felipe Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anjos]]></category>
		<category><![CDATA[anjos]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio]]></category>
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		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[seres espirituais]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma verdade de Fé A existência dos anjos é uma verdade de fé confirmada por vários Concílios, pela Sagrada Escritura e pela Tradição da Igreja, que os apresenta nos escritos dos Santos Padres e dos Santos doutores. O primeiro Concílio Ecumênico que confirmou a existência dos seres espirituais foi o de Niceia, em 325. Essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2012/05/anjo-da-guarda.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-10628" style="margin: 5px" src="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2012/05/anjo-da-guarda-218x300.jpg" alt="" width="218" height="300" /></a><strong>Uma verdade de Fé</strong></p>
<p style="text-align: justify">A existência dos anjos é uma verdade de fé confirmada por vários Concílios, pela Sagrada Escritura e pela Tradição da Igreja, que os apresenta nos escritos dos Santos Padres e dos Santos doutores.<br />
O primeiro Concílio Ecumênico que confirmou a existência dos seres espirituais foi o de Niceia, em 325. Essa verdade foi reafirmada no Concílio de Constantinopla I, em 381. Também o Concílio regional de Toledo, em 400, na Espanha.<br />
O Magistério da Igreja confirmou a realidade dos anjos sobretudo no Concílio de Latrão IV (1215), em Roma,  ao declarar contra o dualismo dos hereges cátaros:<br />
&#8220;Deus é o Criador de todas as coisas, visíveis e invisíveis, espirituais e corporais; por sua onipotência no início do tempo criou igualmente do nada as criaturas espirituais e corporais, isto é, o mundo dos anjos e o mundo terrestre; em seguida criou o homem, que de certo modo compreende umas e outras, pois consta de espírito e corpo. O diabo e os outros demônios foram por Deus criados bons, mas por livre iniciativa tornaram-se maus.  O homem pecou por sugestão do diabo.&#8221; (DS 800 ).<span id="more-10627"></span><br />
A existência dos Anjos foi reafirmada, no II Concílio de Lião, sob Gregório X, em 1274, nos seguintes termos:<br />
&#8220;Cremos em um Deus Onipotente&#8230;, criador de todas as criaturas, de quem, em quem e por quem existem todas as coisas no céu e na terra, visíveis, corporais e espirituais&#8221; (DS 461).<br />
São Paulo ensinava em sua primeira Carta aos fiéis de Colossos:<br />
&#8220;Nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as criaturas visíveis e invisíveis, Tronos, Dominações (ou Sobera-nias), Principados, Postestades (ou Autoridades): tudo foi criado por Ele e para Ele&#8221;. (Cl 1, 16)<br />
O Concílio de Florença, sob Eugênio IV (1441-2) pelo Decreto “Pro-lacobitis”, e pela Bula “Contate Domine”, de 4 de janeiro de 1441 assim se expressou:<br />
&#8220;A sacrossanta Igreja romana crê firmemen te, professa e prega que um só é o verdadeiro Deus&#8230;, que é o criador de todas as coisas visíveis e invisíveis, o qual quando quis, por sua vontade criou todas as criaturas, tanto espirituais como corporais&#8221; (D.S, 706).<br />
O Concílio de Trento (1545-1563) repetiu o ensinamento tradicional definido no IV Concílio de Latrão. Lê-se no Catecismo Romano e na profissão de Fé expressa na Bula “lniunctum nobis”, do Papa Paulo IV de 13 de novembro de 1564:<br />
&#8220;Deus criou também, do nada, a natureza espiritual e inumeráveis Anjos para que o servissem e assistissem&#8221;. (la. parte, Cap. 2, a.1 do Símbolo., n. 17).<br />
O Concílio Vaticano I (1869-1870) pelos decretos 3002 e 3025 da “Constitutio de fide catholica” -(DS, 1873) &#8211; e “Dei Filius”, ao condenar certos erros, afirma :<br />
&#8220;Este Deus único verdadeiro&#8230;, com um ato libérrimo no início dos tempos, fez do nada ambas as criaturas, a espiritual e a corporal, isto é, a angélica e o mundo; depois a criatura humana, como que participando de ambas, constituída de alma e de corpo&#8221;.<br />
O mesmo Concilio condenou os que &#8220;Afirmam que fora da matéria, nada mais existe&#8221; (Dec.  3022, 3025 &#8211; &#8220;Contra o materialismo&#8221;, DS 1802).<br />
&#8220;Se alguém negar que existe um só Deus verdadeiro criador das coisas visíveis e invisíveis, seja anátema&#8221;. (DS 1801)<br />
&#8220;Se alguém disser que as coisas finitas, quer sejam corpóreas, quer espirituais são emanações da substância divina&#8230; seja anátema&#8221; ( Contra o Panteísmo,  Cânon 4)<br />
Na Encíclica “Summi Pontificatus”, de 20 de outubro de 1939, Pio XII lamenta que &#8220;alguns ainda perguntem se os Anjos são seres pessoais e se a matéria difere essencialmente do espírito&#8221; (DS 2318).<br />
O Concilio Vaticano II (1962-1965),  na Constituição Dogmática” “Lumen Gentium”, fala claramente dos anjos:<br />
&#8220;Portanto, até que o Senhor venha com toda sua Majestade, e todos os Anjos com Ele (cf. Mt. 25, 31)&#8221; (LG, 49)<br />
&#8220;A Igreja sempre acreditou estarem mais unidos conosco em Cristo, venerou-os juntamente com a Bem-aventurada Virgem Maria e os Santos Anjos com especial afeto&#8230;&#8221; (LG,50)<br />
No Cap.VIII sobre &#8220;A Bem-aventurada Virgem Maria no Mistério da Igreja&#8221; lê-se:<br />
&#8220;Maria foi exaltada pela graça de Deus acima de todos os Anjos e todos os homens, logo abaixo de seu Filho, por ser a Mãe Santíssima de Deus&#8221;. (LG, 66)<br />
&#8220;Todos os fiéis cristãos supliquem insistentemente à Mãe de Deus e Mãe dos homens, para que Ela, que com suas preces assistiu às primícias da Igreja, também agora exaltada no céu sobre todos os Anjos e bem aventurados&#8230;&#8221; (LG,69)<br />
As referências aos Anjos são feitas considerando-os como seres reais e não como símbolos ou abstrações.<br />
No Credo do Povo de Deus, do Papa Paulo VI, de 30 de junho de 1968, o santo Padre afirma:<br />
&#8220;Cremos em um só Deus, Pai, Filho e Espirito Santo, Criador das coisas visíveis, como este mundo, onde se desenrola a nossa vida passageira; Criador dos seres invisíveis como os puros espíritos, que também são denominados Anjos, e Criador em cada homem, da alma espiritual e imortal&#8221;.<br />
O Catecismo da Igreja afirma sem hesitação a existência dos anjos:<br />
&#8220;A existência dos seres espirituais, não-corporais, que e Sagrada Escritura chama habitualmente de anjos, é uma verdade de fé. O testemunho da Escritura a respeito é tão claro quanto a unanimidade da Tradição&#8221; (§ 328).<br />
Diante de uma certa tendência de negar que os anjos são seres pessoais, mas apenas &#8220;instintos&#8221; ou &#8220;forças neutras&#8221;, como se fosse apenas  uma tendência para o bem ou para o mal, o Papa Pio XII na sua encíclica “Humani Generis” (1959), reafirmou que os anjos são &#8220;criaturas pessoais&#8221;, dotadas de inteligência sagaz e vontade livre (DS 3891 [2317]).<br />
São Gregório Magno dizia que cada página da Revelação escrita atesta a existência dos Anjos. A presença e a ação dos anjos bons e maus estão a tal ponto inseridas na história da salvação, na Sagrada Escritura e na Tradição da Igreja, que não podemos negar a sua existência e ação, sem destruir a Revelação de Deus.<br />
O fato de muitas vezes os anjos terem sido apresentados de maneira fantasiosa ou infantil, não nos autoriza a negar a sua existência. Por serem seres espirituais, os anjos bons e maus não podem ter a sua existência provada experimental e racionalmente; no entanto, a Revelação atesta a sua realidade.<br />
Eles são mencionados mais de 300 vezes na Bíblia.<br />
Portanto, não há como negar a existência dos anjos, sem contradizer o claro ensinamento da Igreja.</p>
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		<title>O sexo e a fidelidade conjugal</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:55:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Felipe Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
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		<category><![CDATA[sexo]]></category>
		<category><![CDATA[união]]></category>

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		<description><![CDATA[Sem fidelidade não há união sólida e família feliz A Igreja ensina o sentido profundo do sexo; ele só deve ser vivido no casamento: “Pela união dos esposos realiza-se o duplo fim do matrimônio: o bem dos cônjuges e a transmissão da vida. Esses dois significados ou valores do casamento não podem ser separados sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2011/11/perdaoainfidelidade.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-10588" style="margin: 5px" src="http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/files/2011/11/perdaoainfidelidade-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a>Sem fidelidade não há união sólida e família feliz</strong></p>
<p style="text-align: justify">A Igreja ensina o sentido profundo do sexo; ele só deve ser vivido no casamento:</p>
<p style="text-align: justify">“Pela união dos esposos realiza-se o duplo fim do matrimônio: o bem dos cônjuges e a transmissão da vida. Esses dois significados ou valores do casamento não podem ser separados sem alterar a vida espiritual do casal e sem comprometer os bens matrimoniais e o futuro da família. Assim, o amor conjugal entre o homem e a mulher atende à dupla exigência da fidelidade e da fecundidade”.<span id="more-9823"></span></p>
<p style="text-align: justify">No casamento, a intimidade dos esposos se torna um sinal de comunhão espiritual. “Entre os batizados, os vínculos do matrimônio são santificados pelo sacramento” (Catecismo da Igreja Católica § 2360).</p>
<p style="text-align: justify">O Papa João Paulo II ensinou que: “A sexualidade, mediante a qual o homem e a mulher se doam um ao outro com os atos próprios e exclusivos dos esposos, não é em absoluto algo puramente biológico, mas diz respeito ao núcleo íntimo da pessoa humana como tal. Ela só se realiza de maneira verdadeiramente humana se for parte integral do amor com o qual homem e mulher se empenham totalmente um para com o outro até a morte” (Familiaris Consortio,11).</p>
<p style="text-align: justify">A Igreja gosta de apresentar aos esposos o exemplo de Tobias e Sara:<br />
“Tobias levantou-se do leito e disse a Sara: “Levanta-te, minha irmã, oremos e peçamos a nosso Senhor que tenha compaixão de nós e nos salve”. Ela se levantou e começaram a orar e a pedir para obterem a salvação. Ele começou dizendo: “Bendito sejas tu, Deus de nossos pais&#8230; Tu criaste Adão e para ele criaste Eva, sua mulher, para ser seu sustentáculo e amparo, e para que de ambos derivasse a raça humana. Tu mesmo disseste: “Não é bom que o homem fique só; façamos-lhe uma auxiliar semelhante a ele”. E agora não é por desejo impuro que tomo esta minha irmã, mas com reta intenção. Digna-te ter piedade de mim e dela e conduzir-nos juntos a uma idade avançada”. E disseram em coro: “Amém, amém”. E se deitaram para passar a noite” (Tb 8,4-9).</p>
<p style="text-align: justify">“Os atos com os quais os cônjuges se unem íntima e castamente são honestos e dignos. Quando realizados de maneira verdadeiramente humana, significam e favorecem a mútua doação pela qual os esposos se enriquecem com o coração alegre e agradecido” (GS 49,2). A sexualidade é fonte de alegria e de prazer lícitos. Papa Pio XII mostrou claramente a legitimidade do prazer sexual para os cônjuges; o prazer sexual é legítimo para o casal: O próprio Criador estabeleceu que nesta função (isto é, de geração) os esposos sentissem prazer e satisfação do corpo e do espírito. Portanto, os esposos não fazem nada de mal em procurar este prazer e em gozá-lo. Eles aceitam o que o Criador lhes destinou. Contudo, os esposos devem saber manter-se nos limites de uma moderação justa” (Pio XII, discurso de 29 de outubro de 1951).</p>
<p style="text-align: justify">Sem fidelidade conjugal o casal não tem vida sexual harmoniosa. Ela é a base do casamento; sem isso não há união sólida e família feliz. A infidelidade é hoje uma grande praga para as famílias; por isso a Igreja a combate fortemente:</p>
<p style="text-align: justify">“O casal de cônjuges forma “uma íntima comunhão de vida e de amor que o Criador fundou e dotou com suas leis. Ela é instaurada pelo pacto conjugal, ou seja, o consentimento pessoal irrevogável” (GS 48, 1). Os dois se doam definitiva e totalmente um ao outro. Não são mais dois, mas formam doravante uma só carne. A aliança contraída livremente pelos esposos lhes impõem a obrigação de a manter una e indissolúvel (Cf. CDC, cân. 1056). “O que Deus uniu, o homem não separe” (Mc 10,9; Cf. Mt 19,1-12 e CIC §2364).</p>
<p style="text-align: justify">“Aos casados mando (não eu, mas o Senhor) que a mulher não se separe do marido. E, se ela estiver separada, que fique sem se casar, ou que se reconcilie com o seu marido, igualmente o marido, não repudie a sua mulher” (1 Cor 7,10-11).</p>
<p style="text-align: justify">É muito importante entender isto que o Catecismo da Igreja Católica ensina ao casal cristão:</p>
<p style="text-align: justify">&#8220;A fidelidade exprime a constância em manter a palavra dada. Deus é fiel. O sacramento do Matrimônio faz o homem e a mulher entrarem na fidelidade de Cristo à sua Igreja. Pela castidade conjugal, eles testemunham este mistério perante o mundo” (CIC §2365).</p>
<p style="text-align: justify">São João Crisóstomo, bispo de Constantinopla e doutor da Igreja, do século V, sugere aos homens recém-casados que falem assim à sua esposa:</p>
<p style="text-align: justify">“Tomei-te em meus braços, amo-te, prefiro-te à minha própria vida. Porque a vida presente não é nada, e o meu sonho mais ardente é passá-la contigo, de maneira que estejamos certos de não sermos separados na vida futura que nos está reservada [...]. Ponho teu amor acima de tudo, e nada me seria mais penoso que não ter os mesmos pensamentos que tu tens” (Hom. in Eph. 20,8: PG 62,146-147).</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Prof. Felipe Aquino</strong></p>
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