Como corrigir uma pessoa sem ofendê-la nem desanimá-la
Com algumas pessoas, pode ser que uma abordagem direta funcione melhor. Os passos a seguir podem ajudá-lo a ser mais objetivo e eficaz sem ser ofensivo.

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1. Escute primeiro
Não comece a dar lições de moral ou a criticar as atitudes de alguém sem antes lhe perguntar por que agiu de tal maneira. Verifique se ele tem noção das consequências de suas atitudes. Deixe que se explique e até mesmo se desculpe. Você pode se surpreender com o que vai ouvir.

2. Aconselhe de maneira a encorajar; nunca a desanimar
Comece levantando a autoestima da pessoa, ajude-a a perceber o que ela tem de bom. Fale de suas qualidades e de seus acertos. Ponha em destaque o que ela fez de positivo. Depois, ajude-a a detectar o erro, corrija-a e aconselhe-a. Então, reafirme a sua confiança na capacidade que ela tem de agir bem. Encoraje-a.

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Deus nos deu a capacidade de destruir qualquer forte que o pirata mais poderoso já tenha construído em nossa vida.formacao_940x350-destaque-oracao

“As reuniões para oração coletiva têm resultado em tremendas respostas à oração. Além das respostas específicas, há sempre grandes benefícios espirituais à medida que todos aqueles que estão orando aprendem a persistir mais efetivamente”, disse Dr. Wesley L. Duewel, célebre missionário, pregador e escritor de renovação espiritual.

Todos nós temos importantes decisões a tomar, pois são elas que determinam nossa eficiência em derrubar as fortalezas mencionadas na Bíblia. Continue lendo

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1383253_56864806 (1)A vida espiritual de todo cristão passa por diversas fases. Uma delas, bastante difícil, é aquela chamada de “aridez”, na qual a alma parece estar num deserto e se caracteriza por uma espécie de falta de apetite espiritual, um fastio. Nessa fase, estar com Deus, sobretudo na oração pessoal, torna-se um fardo.

A aridez do espírito nada tem a ver com a chamada “noite escura da alma”, oriunda do pensamento de São João da Cruz, que se constitui numa purificação passiva da alma perpetrada por Deus e endereçada às almas que estão mais avançadas espiritualmente e é algo incomum. Para os demais, principiantes na vida espiritual, por assim dizer, o que ocorre é a aridez espiritual. Como lidar com ela? Quais são as suas causas? Continue lendo

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1282219_97975456O medo nos paralisa e nos implode, perturba a alma; por isso é importante enfrentá-lo.

O medo da desgraça é pior do que a desgraça. O medo de sofrer é pior do que o sofrimento. É natural ter medo, é algo humano, mas devemos enfrentá-lo para que ele não paralise a nossa vida. Há muitas formas de medo: temos medo do futuro incerto, da doença, da morte, do desemprego, do mundo… O medo nos paralisa e nos implode, perturba a alma; por isso é importante enfrentá-lo. Talvez seja ele uma das piores realidades de nossos dias.
Coragem não é ausência do medo, mas a capacidade de alcançar metas apesar do medo, caminhar e enfrentar as adversidades. É isso que devemos fazer. Não podemos nos derrotar, nos entregar por causa desse sentimento [medo]. Continue lendo

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Temos todas as condições para amar, porque o Espírito Santo habita em nós. Deus quer nos treinar no amor e tem feito isso.

O mundo é um deserto no qual as pessoas não se amam, não se perdoam, não se reconciliam, falam mal umas das outras, fofocam, acusam e condenam.

O mundo está carente de amor. Por isso é preciso amar sem cobrar a perfeição do irmão. Precisamos nos lembrar sempre de que o Senhor nos buscou e também a nossos irmãos nas encruzilhadas. Continue lendo

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10397829_688519367887148_4103481068742073227_nQuando a Palavra de Deus é anunciada, proclamada na Santa Missa, ela se realiza e Jesus ressuscita a nossa fé. É uma coisa concreta, real e personalizada.

Talvez, vários fatos que aconteceram em nossa vida fizeram com que nossa fé “baixasse”. Pode ser que tenhamos nos decepcionado com alguns acontecimentos ou com as pessoas da Igreja, por isso desacreditamos. Mas, hoje, o Senhor vem vivificar a nossa fé.  Continue lendo

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oraoCurados para adorar, adorar para ser curado. “Sim, Senhor, eu quero ser curado para adorá-Lo e servir somente ao Senhor para ser curado”.

“Tendo Jesus navegado outra vez para a margem oposta, de novo afluiu a ele uma grande multidão. Ele se achava à beira do mar, quando um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo, se apresentou e, à sua vista, lançou-se-lhe aos pés, rogando-lhe com insistência: Minha filhinha está nas últimas. Vem, impõe-lhe as mãos para que se salve e viva. Jesus foi com ele e grande multidão o seguia, comprimindo-o. Ora, havia ali uma mulher que já por doze anos padecia de um fluxo de sangue. Sofrera muito nas mãos de vários médicos, gastando tudo o que possuía, sem achar nenhum alívio; pelo contrário, piorava cada vez mais. Tendo ela ouvido falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou-lhe no manto. Dizia ela consigo: Se tocar, ainda que seja na orla do seu manto, estarei curada. Ora, no mesmo instante se lhe estancou a fonte de sangue, e ela teve a sensação de estar curada” (Marcos 5,21ss).

Veja a fé dessa mulher que apenas tinha ouvido falar de Jesus. Meu irmão, hoje, o Senhor quer levantar a sua fé. Talvez você já tenha se acostumado com Ele; talvez já não creia mais. Aí está o desastre! A grande cura que Deus quer fazer na sua vida é a cura da sua fé.

Essa Palavra que nós estamos lendo, aconteceu com aquela mulher e está acontecendo, hoje, com você. Meus irmãos, ela nem tocou em Jesus, apenas na orla de seu manto.

Jesus está tocando você, está tocando na sua doença. Então, toque n’Ele e creia que Ele está tocando você. Enquanto a mulher contava ao Senhor sua história, chegou alguém com a notícia de que a filha de Jairo havia morrido. Imagine o que se passou no coração de Jairo! Ao ouvir a notícia, Jesus disse a Jairo: “Não temas, crê somente!”

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

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tristeza21-300x496‘Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso. Não vos arvoreis em juizes, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; absolvei, e sereis absolvidos, dai e vos será dado. É uma boa medida, socada, sacudida, transbordante, que derramarão nas dobras da vossa veste, pois a medida de que vos servis, servirá também de medida para vós’ (Lc 6, 36-38).
Se perdoamos, seremos perdoados; se condenamos, seremos condenados; se julgamos, seremos julgados.
Quando não perdoamos, fechamos o coração, e acabamos nos fechando a tudo: nos fechamos ao amor e ao perdão.

Tanto quanto Deus é amor, é também perdão. Deus quer sempre perdoar. Se não conseguimos enxergar isto, é porque estamos com o coração fechado.
Quando você não perdoa, está se asfixiando. Não se trata de ter direito de não perdoar, porque foi a pessoa que errou. O direito que você tem é o de viver, não o de morrer.

O ressentimento mata! Mata a alma e o corpo.
Na medida em que acumulamos ressentimento e decepção, vamos perdendo a alegria. No começo parece gostoso cultivar aquele sentimento de autopiedade, porque fomos ofendidos. Mas depois, vamos nos envenenando. Poderemos chegar à morte. Repito: chegar à morte da alma do corpo. E quantos morrem assim…

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

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papa_missaNa homilia de hoje, Santo Padre refletiu sobre as pessoas que julgam os outros, definindo-as como hipócritas.

SEGUNDA-FEIRA, 23 DE JUNHO DE 2014, 8H35

Da Redação, com Rádio Vaticano

Quem julga o irmão erra e será julgado do mesmo modo. Deus é ‘o único Juiz’ e quem é julgado pode sempre contar com o primeiro defensor, Jesus, e com o Espírito Santo. Este foi o teor da homilia do Papa Francisco, na Missa celebrada na capela da Casa Santa Marta, nesta segunda-feira, 23.

Quem julga o irmão é hipócrita, usurpa um lugar e um papel que não lhe compete e é um perdedor, porque terminará sendo vítima de sua própria falta de misericórdia. Continuar lendo

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“Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que

preocupacaoexcede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus”. (Filipenses 4:6-7)

Infelizmente, nós brasileiros somos muito emotivos, e nos deixamos envolver demais pelas emoções, por isso as preocupações também nos envolvem.  Continue lendo

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