Kátia Moura - ES
Tema: “PRIMAVERA”
Veja como participar do concurso aqui: IX Concurso fotosquefalam
Critérios para participar: Regulamento
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Kátia Moura - ES
Tema: “PRIMAVERA”
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Rosangela Maria Aparecida de Jesus - Guarapuava
Tema: “PRIMAVERA”
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“Nem tudo que eu gosto e quero fazer eu faço, mas, contudo, faço muita coisa que não quero e não gosto para poder chegar a fazer o que quero e gosto. Para fazer o que gosto, preciso fazer muita coisa que não quero e não gosto”
Marisa Monte

Fernando da Cunha - João Pessoa
Tema: “PRIMAVERA”
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Critérios para participar: Regulamento
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A abadia Igreja de St. Ouen Rouen é uma grande Igreja gótica, famosa por sua arquitetura e sua enorme e antigo corpo, descrita por Charles-Marie Widor descrito como o “Michelangelo de órgãos.
A Igreja guarda Cavaillé-Coll órgão de 1890, a reconstrução do original Crespin Carlier, datado 1630. Algumas de suas mais célebres intérpretes foram François d’Agincourt e Marcel Dupré.
Queridos(as) irmãos(as) e amigos(as) do blog fatimahoje…
Estou muito sensibilizado com as mensagens de força e carinho que cada um tem deixado no blog para o Emerson e a Angélica. Estarei indo por volta das 2 horas da tarde no aeroporto receber-los e acompanha-los até Cachoeira Paulista onde o corpo do Gabriel será velado e também enterrado.
Estou levando comigo todas as mensagens postadas no blog para entregar ao Emerson e a Angélica, tenho certeza que isso irá confortá-los muito neste momento de dor e sofrimento.
Se você ainda quer deixar aqui uma mensagem para os pais do Gabriel ainda há tempo de você escrever no campo de comentário abaixo.
com carinho Marcelo Pereira
Queremos informar o falecimento do Gabriel, filho do Emerson e da Angélica, missionários consagrados da comunidade Canção Nova que atualmente moram na missão de Cuibá.
Ele faleceu hoje por volta das 3 horas da tarde, “dia dos Santos Anjos”, devido a um tumor maligno na cabeça. O Gabriel tinha apenas 4 anos.
Quero convidar você a se unir a aos pais Emerson e Angelica, e o Pedro José o filho mais velho que está na foto abaixo juntamente com toda a família Canção Nova que sofre neste momento com a perda do Gabriel.
Sabemos que a morte não é o nosso fim último, mas uma passagem para o Céu, um lugar do gozo e Glória por toda eternidade. O Gabriel já conquistou este lugar pela forma com que viveu em nosso meio até hoje. Aqueles que viveram ao lado dele podem testemunhar isso. Além disso, os Santos Anjos do Senhor vieram busca-lo na hora da misericordia, para que não tivessemos dúvida que Deus é misericordioso conosco nos momentos de gande sofrimento.
Gabriel, vamos lembrar de ti com muita saudades…
Emerson e Angelica, força meus irmãos, coragem nesta hora, pois o sofrimento vencido é como uma primavera que trás coisas novas, um novo tempo para nossas vidas.
Estamos unidos a vocês….
com carinho Thellonn
Deixe no campo de comentário a sua mensagem e a sua palavra de conforto aos pais Emerson e Angélica.

Paulo Tobias Amaral - Osasco SP
Tema: “PRIMAVERA”
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Para baixar este papel de parede é só clicar neste link: Santa Teresinha
A COR DA LUZ
A cor da luz muda ao longo do dia. Nossos olhos não percebem a diferença, mas os resultados podem ser bem diversos ao fotografar
em cores. A luz direta do sol, misturada com a luz do céu, é próxima do branco ou incolor (cor dominante) em especial por volta do meio-dia. Quando o sol está baixo, perto do horizonte, a luz tende para o amarelo ou o laranja. Na sombra, ou quando o assunto está iluminado pelo céu azul, ou ainda num dia encoberto, a luz é fria ou azulada. Se a tendência da cor no momento não for adequada, espere até que a luz mude ou use um filtro (disco de vidro ou plástico colocado diante da lente da câmera que altera as propriedades da luz) na lente para modificá-la.

Às sete da manhã, num dia de verão, a luz cálida realçou a cena. Às nove da manhã, a cor da luz já estava muito fria, dando uma imagem do cisne com cores mais fiéis, porém nem tão bonitas. Fotos: Peter K. Burian.
> Luz quenteSe você retratar uma pessoa ao pôr-do-sol, verá que a cor vai tender para o amarelado ou alaranjado, dando um efeito talvez demasiado cálido. Entretanto, a maioria das pessoas concorda que os tons quentes são ideais para paisagens e também para a arquitetura. Não há regra fixa. Se a luz quente funcionar pra você, então use.

As tonalidades quentes aumentam a áurea de mistério e grandiosidade dos templos antigos, mas não abuse da luz dourada para não correr o risco de igualar todas as fotografias. Foto: Judith Lange.
> Luz friaEm certas horas do dia, a luz tende a se reproduzir com tendências para o azul (cor dominante) – pouco antes do nascer do sol, num céu muito encoberto ou quando o assunto está na sombra de um edifício. Essa luz pode ser eficaz se você quiser dar ênfase ao frio num dia nublado, com neve. Mas, na maioria das situações, é preferível que a cor puxe para o quente.

A cor dominante azul é característica das imagens realizadas na sombra ou em presença de luz fria. Foto: idem.
> A luz “certa”A luz “certa” - em termos de cor, qualidade e direção – depende do assunto. Como disse, não há regras absolutas. O essencial é ter consciência da luz e decidir quando, e de qual ângulo, é melhor fotografar um determinado tipo de assunto.

A luz “certa” está nos olhos do fotógrafo, que “vê” a imagem antes de fazer a fotografia. Foto: James Stanfield.
Por hoje é só, mas não deixe de visitar o Blog FotosqueFalam e conferir nossa próxima postagem. Nela falaremos sobre os recursos para aproveitar o pôr-do-sol e as silhuetas, dicas para fotografar cidades, monumentos e estátuas. Apresentaremos também sugestões para fotos bem elaboradas de fogos de artifício e como aproveitar o céu à noite. Sim, antes que eu esqueça: muita gente tem pedido dicas para fotografias digitais. Estou elaborando tal material, mas gostaria de sugerir que você acompanhasse com atenção cada módulo anterior as dicas de fotografia digital, pois sem essas informações fica complicado entender todos os recursos que tal prática requer.
Fonte: informações obtidas no Curso de Fotografia National Geografic (Editora Abril)
Todos os fascículos estão disponíveis neste link: Curso de fotografia
Não deixe de expressar o seu comentário, sugestões e dúvidas, pois estamos aqui para te ajudar e fazer da arte maais bela.
Deus abençoe você!
A DIREÇÃO DA LUZ - Fascículo XIII
A luz incide sobre um assunto vinda de qualquer direção, mas em geral há quatro situações básicas de iluminação: iluminação de cima, iluminação frontal, iluminação lateral e contraluz.
A direção da luz do sol em relação ao assunto- nesse caso, de cima e por trás – varia ao longo do dia. O fotógrafo Peter K. Burian esperou até o sol atingir a posição adequada para bater a foto.
> Iluminação de cimaQuando a luz incide sobre o assunto vinda de cima, como ao meio-dia num dia de sol, ela resulta numa imagem “dura”, sem nenhum efeito tridimensional, profundidade aparente ou atrativo visual. As sombras ficam pequenas e muito escuras. Elas podem produzir um efeito marcante, em especial quando o tema for uma forma geométrica projetada no chão, mas parecem pouco naturais para qualquer outro assunto. Em fotos de pessoas, poderá gerar olheiras escuras, criando uma desagradável sombra projetada pelo queixo.
O sol a pino produz imagens paradas.Elementos únicos como esta árvore mostram contornos duros e não projetam sombras. Foto: Robert Caputo.
> Iluminação frontalQuando o sol está batendo nas costas do fotógrafo, a luz incide de frente sobre o assunto. Nessa situação, é fácil fotografar, mas o resultado geralmente é pobre. Formam-se sombras por trás do assunto, criando um aspecto chapado. Se houver pessoas na cena, o sol estará incidindo diretamente no rosto delas, fazendo-as apertar os olhos. Quando o sol está baixo no céu, a luz cálida pode acrescentar interesse, mas é difícil evitar a sombra do fotógrafo. A iluminação frontal pode ser eficaz para reprodução vívida das cores – exceto quando o próprio assunto reflete a luz, produzindo, nesse caso, um efeito ”lavado”.
Para uma foto com detalhamento, a iluminação frontal pode funcionar bem. Porém, ao esperar até que a posição do esquiador em relação ao sol mudasse, o fotógrafo conseguiu criar uma imagem diferente, valorizando a espuma levantada e deixando o esquiador quase
em silhueta. Fotos: Peter K. Burian.
> Iluminação lateralQuando a luz incide sobre o assunto vinda de lado, formam-se bolsões de contraste que realçam a textura e os contornos. Isso pode ser ideal, por exemplo, para as tábuas velhas e gastas de um casebre de madeira, mas essa iluminação não favorece um retrato humano. Em paisagens, a luz lateral aumenta o sentido de profundidade, graças às sombras alongadas. Comumente o contraste é alto, fazendo com que se percam detalhes tanto nas áreas de mais luz como nas de sombra, mas no geral o efeito é bastante agradável.
A luz lateral, embora fraca, foi muito bem usada por James Stanfield para iluminar uma parte dos rostos.
> ContraluzA iluminação por trás pode fazer com que o tema apareça como uma silhueta no filme. A fonte de luz pode ser o sol, o reflexo de uma montanha coberta de neve, uma duna, um céu luminoso, etc. Em alguns casos, o assunto pode estar rodeado por um halo de luz. Normalmente isso produz muito contrate, resultando em fotos com pouquíssimos detalhes, seja no fundo brilhante, seja no tema escuro (a menos que use flash para preencher as áreas de sombra).
Uma cena de nascer ou pôr-do-sol pode resultar numa foto atraente, mas a imagem se torna mais rica quando o fotógrafo inclui outro centro de interesse. Tente encontrar e acrescentar um assunto de primeiro plano nessas situações, em especial algo que funcione bem com silhuetas. Foto: Robert W. Madden.
UMA DICA: em situações de contraluz, cuidado com reflexos de luz na lente, conhecida como flare. Se o sol estiver em quadro, ou imediatamente fora da área da foto, o reflexo pode produzir efeitos indesejáveis, imagens fantasmas do diagrama, uma mancha brilhante sobre a imagem inteira ou linhas irisadas. Você pode evitá-las mudando de posição.
A terceira e última parte deste fascículo vai a seguir…
ESCREVENDO COM A LUZ
Olá, estamos iniciando mais um módulo do nosso curso de fotografia, uma contribuição do Blog Fotos que Falam a todos os amantes do mundo das imagens. Hoje falaremos sobre a importância da luz na composição de uma foto.Uma fotografia consiste na luz refletida pelo assunto e registrada nos grãos do filme. Obviamente, não podemos fazer fotografias sem luz. Produzimos imagens usando luz natural, luz artificial ou uma combinação das duas. Uma luz certa é o segredo para realizar uma foto de sucesso.

O fotógrafo James Stanfield conta: “Quando me aproximei da saída da escola dos jovens alunos budistas, a primeira coisa que vi foi a luz que passava pela janela. Não perdi mais nenhum minuto, posicionei a câmera e tirei várias fotografias para não perder aquele momento mágico”.
A QUALIDADE DA LUZ
Costuma-se dizer que uma luz é “suave”, “chapada”, “difusa”, “dura”, “áspera”, e assim por diante. Na fotografia ao ar livre, a qualidade da luz é controlada basicamente pelo sol, assim como pelas nuvens, pelas condições atmosféricas e por quaisquer objetos que estejam obscurecendo o sol.
> Luz duraA iluminação tende a ser dura e direcional quando vem primariamente de uma fonte de luz pequena – um flash, uma lâmpada nua ou a luz direta do sol, especialmente por volta do meio-dia. Os efeitos podem ser muito eloqüentes, com sombras profundas e zonas de alta luminosidade, criando um forte contraste. Os assuntos formam sombras escuras, de contornos duros, a não ser nos casos em que a luz tenha origem diretamente do alto.

O forte contraste de luz e sombra destaca os contornos, dimensões e volumes de um tema arquitetônico. Foto: Judith Lange.
> Luz suave A luz suave vem de uma fonte de luz grande, difusa. Ela é não-direcional, ou seja, envolve o assunto vinda de muitas direções, com acontece num dia nublado. Na luz suave não há pontos de alta luminosidade nem áreas muito sombreadas. As sombras, quando existem, são tênues. Fotos feitas com luz muito difusa são pobres em efeitos dramáticos.

Debaixo da sombra, envolvidos por uma luz leve e suave, mãe e filho descansam sobre um leito de areia. Foto: Joanna Pinneo.
> Neblina e NévoaPartículas microscópicas em suspensão no ar funcionam como um filtro, reduzindo o contraste e esmaecendo as cores para tons pastel. Nessas condições, o aspecto geral é suave, em especial o dos objetos distantes. Esse efeito pode resultar em fotos com um clima interessante.

A neblina cria uma atmosfera de mistério neste rio da China, mas a sua suavidade é tanta que possibilita a visualização de determinados detalhes dos barcos. Foto: Robert Caputo.
> Recursos para modificar a luzQuando a luz for muito dura, você pode pedir à pessoa a ser fotografada que se coloque numa área de sombra, ou então esperar até que venham nuvens que atenuem a luz solar.
REBATEDORESPode ser útil usar um rebatedor dobrável, seja branco, prateado ou dourado, para refletir a luz solar sobre áreas importantes do assunto. A qualidade e a cor da luz vão depender do tamanho e da cor do acessório que você usar, assim como da sua habilidade para determinar a melhor posição para o rebatedor.
PAINÉIS DIFUSORESCom a luz muito forte, pode-se colocar algum material de difusão entre o sol e o assunto. Um deles é uma tela difusora montada numa moldura rígida para facilidade de manuseio. Esse recurso vai suavizar a luz, permitindo obter cores mais vibrantes e, ao mesmo tempo, reduzir o contraste excessivo para um nível que o filme pode aceitar.
UMA DICA: você mesmo pode construir o seu painel rebatedor, com uma cartolina branca coberta de folha de alumínio bem esticada. Como difusor, você pode utilizar uma chapa de plástico de uma certa espessura, ou, no caso de maior luminosidade, várias chapas juntas.

Na natureza, as nuvens são o melhor exemplo de painel difusor, pois atenuam a luz dura e altamente refletora das paisagens. Foto: Judith Lange.
A seguir, a seunda parte deste fascículo…
Gabriela Costa - Itabira - MG
Tema: “PRIMAVERA”
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Tema: “PRIMAVERA”
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Hoje o blog fotosquefalam há outros papéis de parede. Faça uma visita neste link: fotosquefalam
Marcelo Pereira
“A santidade salvou a Igreja e a Igreja salvou o ocidente”
prof. Felipe Aquino - lv "Uma histório que não é contada"
A frente da Capela de St. Joseph. Bernadette, Irmã Marie-Bernard, passou em 16 de abril de 1879 e foi enterrado na capela São José em razão da St. Gildard. O seu corpo permaneceu enterrada na capela até 1909. Nessa altura, o cadáver foi exumado e inspecionados como parte dos passos iniciais no processo de canonização. Foi descoberto que o seu corpo incorrupto ainda em perfeita condição influenciável. St. Marie-Benard foi declarado venerável em 1913 quando o corpo foi encontrado novamente examinado e continua a ser incorruptível. Em 1925, pela última vez, seu corpo foi examinado, relíquias foram tomadas, e foi feita uma cera que cobre o seu rosto e mãos. Em junho, ela foi proclamada Santíssima, e em 3 de agosto, o corpo dela foi transferido para a Capela no Convento de São Gildard e colocados em uma urna de vidro.

Tema: “PRIMAVERA”
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“Não prometas nada que vá além da próxima primavera.
Nenhuma fidelidade resiste à insatisfação humana,
se assim o fosse, Adão estaria até hoje no Éden, fiel às promessas de Deus”
Jeocaz Lee-Meddi
Auderléya Aline de Umuarama -PR
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“Novas Comunidades, Primavera da Igreja!“
Emerson Teixeira Goveia - Montes Claros, MG
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