Velhas roseiras

Arquivado em: Textos de amizade — Gabi at 10:26 am on quinta-feira, julho 30, 2009

Eu já tive milhares de companheiros e colegas.

Dentre eles, fiz centenas de bons amigos.
Mas nem todas as amizades duraram.

Algumas pareciam sólidas como rochas,
mas não resistiram aos tempos
e às circunstâncias.

Assim sobraram poucos amigos de infância,
pouquíssimos amigos de escola,
poucos amigos de adolescência,
poucos amigos de juventude.

pensar que a gente brincava todos os dias,
via-se todos os dias e não saia da casa um do outro…
De repente, outros afetos, outros amigos,
outros interesses, outro tipo de vida,
longos anos de distância e mil preocupações da vida
nos afastaram totalmente.

Agora não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá
são amigos de “Bom dia”…
Mas nada acontece.
A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância,
de juventude não volta.
Mudaram eles ou mudei eu?

Ou foi a vida que nos mudou a todos?

Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo…

O que sei é que fiz muitos amigos
e não conservei aquelas amizades.
De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos
que se saúdam de passagem e se respeitam.

Às vezes nem isso.
Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado.
E eu digo a mim mesmo:

“Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira!
Talvez não seja tarde… Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas.
Basta recultivá-las…”

Autor:  Padre Zezinho

Dia do Amigo - Arvoreando - Padre Fábio de Melo - autoria Maninho

Arquivado em: Mês da amizade!!!, Videos — Gabi at 10:42 am on terça-feira, julho 21, 2009

O que você é: cenoura, ovo ou café?

Arquivado em: Textos — Gabi at 9:45 am on terça-feira, julho 21, 2009

Uma filha se queixou o seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ela…

Ela não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater, sem nenhum resultado. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro aparecia.

Seu Pai, um “chef” de cozinha, levou-a ao seu local de trabalho.

Ali encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.

Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e na última colocou pó de café.

Deixou que tudo fervesse sem dizer uma palavra, só olhava e sorria para sua filha enquanto esperava.

A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.

Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Retirou os ovos e os colocou em um recipiente, pegou as cenouras e as colocou em um prato e finalmente pegou o café com uma concha e o colocou em uma tijelinha.

Virando-se para sua filha, perguntou:

- Querida, o que vês ?

- “Ovos, cenouras e café”

Foi a sua resposta.

Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.

Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.

Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.

Surpreendida e intrigada a filha perguntou:

- O que isto significa pai?

Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade: “Água Fervendo”.

Só que haviam reagidos de maneira diferente.

cenoura entrara na água, forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.

Os ovos haviam entrado na água, frágeis, sua casca fina havia protegido seu líquido interior. Mas depois de terem sido fervidos na água, seu interior se tornou mais endurecido.

pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervendo, ele havia mudado a água.

Qual dos três elementos nós somos?

Quando a adversidade bate a nossa porta, como respondemos?

Você é do tipo cenoura, ovo ou pó de café?

Qual dos três elementos é você?

Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha e se torna frágil e perde sua força?

Será que você é como um ovo, que começa com um coração maleável, com um espírito fluido, mas depois de alguma morte, uma separação, uma doença ou uma demissão, você se torna mais difícil, duro e inflexivel? Sua casca parece a mesma, mas você está mais amargo e obstinado, com o coração e o espírito inflexiveis?

Ou será que você é como o pó de café? O Café muda a água fervente, o elemento que lhe causa a dor, quando a água chega ao ponto máximo de sua fervura, ele consegue o máximo de seu sabor e aroma.

Que Deus o faça como o pó de café, que quando as coisas ficam ruins, você possa reagir de forma positiva, se tornando melhor sem se deixar vencer pelas circunstancias, e fazendo com que as coisas em torno de você também se tornem melhores!

Que diante da adversidade da vida exista sempre uma luz que ilumine teu caminho e a todas as pessoas que te rodeia.

Para que possas sempre espalhar e irradiar com tua força, otimismo e alegria o “Doce aroma do café”

Para que nunca perca esse cheiro agradável e inigualável que só você sabe transmitir as outras pessoas.

E transformar a adversidade em algo melhor, amparado por Deus. Somos nós os responsáveis pelas próprias decisões. Cabe a nós, somente a nós, decidir se a crise irá ou não afetar nosso rendimento profissional, nossos relacionamentos pessoais, nossa vida. Ao ouvir outras pessoas reclamando da situação, ofereça uma palavra positiva. Mas você precisa acreditar nisso. Confiar que você tem capacidade suficiente para superar este desafio.

Espero que, nestas semanas que se seguem, quando lhe convidarem para tomar um café, você possa repassar essa história. Uma vida não tem importância se não for capaz de imputar positivamente a outras vidas.

O que você é: cenoura, ovo ou café?

Vamos procurar ser CAFÉ, usando as adversidades para modificar o sabor da vida,com um aroma sempre especial !!!

Fonte: http://sementesphn.blogspot.com/2009/07/o-doce-aroma-de-cafe.html

Especial dia do amigo - WebTV Cn

Arquivado em: Mês da amizade!!!, Videos — Gabi at 9:30 am on terça-feira, julho 21, 2009

Amizade com Deus

Arquivado em: Mês da amizade!!!, Textos de amizade — Gabi at 5:19 pm on segunda-feira, julho 20, 2009

É o Senhor que toma a iniciativa de se relacionar conosco

“Buscar-me-eis e me encontrareis: procurar-me-eis do fundo do coração,
e eu me deixarei encontrar por vós.”( Jer 29,13s )

Santa Teresa nos diz que “a oração é um trato de amizade com Deus”. Nossa motivação para a oração deve ser sempre o amor a Deus. É o amor a Deus que nos impulsiona aos desafios de tão grande bem. Orar é portanto um diálogo de amor. A oração é um Dom de Deus e não um esforço nosso e, podemos afirmar até mesmo que o primeiro passo é sempre Dele. É o Senhor que toma a iniciativa de se relacionar conosco. Por isso, a oração não só é um sadio desejo do nosso coração mas, mais do que isto, é um DESEJO DE DEUS.

Cada um de nós temos um coração de oração que precisa ser trabalhado, desenvolvido para crescer no Dom da oração. Este trabalho consiste num acolhimento da graça de Deus. O coração de oração não é algo que vamos comprar com os nossos esforços, mas que vamos acolher com a nossa liberdade. Este coração orante vai se realizando na nossa história. É um exercício, contínuo e assíduo. É um trato de fidelidade e sinceridade com Deus.

Na oração Deus é que inicia o diálogo. Nosso primeiro passo é pedir o Espírito Santo e abrir o coração para que agindo em nós Ele nos ensine a falar com Deus. Quando clamamos de coração sincero, o Espírito Santo começa a arrumar as coisas, pois nossa alma na maioria das vezes, se encontra bagunçada, e sem a ajuda do Espírito que vem para ordenar e silenciar o nosso ser é impossível agradar a Deus. Quando o Espírito Santo começa a agir eu esqueço de mim e das coisas a minha volta e me volto para Deus. Quando eu me disponho a ter uma vida de oração, Deus não vai permitir que eu continue a mesma pessoa, pois a cada encontro com o Senhor o Espírito vai com a sua luz me revelando QUEM É DEUS E QUEM SOU EU.

Este conhecimento de nós mesmos é essencial para percebermos que não somos perfeitos e que não precisamos ser perfeitos para nos relacionarmos com Deus. Na oração não temos que nos preocupar em não se distrair, em não ter pensamentos vãos, em multiplicar as palavras, em ser isso ou aquilo para Deus mas em AMARMOS MUITO, isto é o essencial.

Se vamos para junto de Deus usando uma máscara de bonzinhos e não vou com os meus pecados e a maldade que há no meu coração, eu já levo a casa arrumada, então eu já não preciso do Espírito para arrumar tudo e nem mesmo posso agradar a Deus na mentira, pois um relacionamento de amizade requer acima de tudo sinceridade e confiança para conhecer o outro e deixar-se conhecer.

Devemos ser como o publicano que batia no peito diante de Deus e rezava: “Tem piedade de mim que sou pecador” e não como fariseu que se justificava com as suas obras e negava a sua verdade. A humildade é uma virtude essencial. Ela nos leva a permitir que o Senhor dê o primeiro passo e inicie este diálogo de amor conforme Ele deseja.

No início de uma amizade são necessários alguns passos:

O primeiro deles é a escolha mútua: Ser escolhido sem que eu tenha escolhido esta pessoa, ou escolher e não ser aceito na escolha pelo outro não levam adiante uma amizade. Quando escolho e sou escolhido, a amizade acontece na alegria e na tristeza. Deus é o amigo que estará sempre escolhendo e acolhendo. Dele vem a possibilidade de acolhê-Lo.

O segundo passo é a abertura: a amizade é uma doação de igual para igual. Não posso pensar que não tenho nada para dar a Deus e me colocar somente como aquele que acolhe. Deus não é o amigo máximo, nem o amigo protetor mas, o amigo que eu amo, o qual, sou chamado a acolher.
O terceiro passo é a honestidade: para Santa Teresa a verdade é fundamental na oração.

O quarto é a fidelidade: sabemos que da parte de Deus isto nunca faltará e, será até mesmo Sua fidelidade para conosco que nos ensinará a sermos fiéis a Ele. Com certeza se marcamos com o Senhor às quatro horas para rezar, às três horas, Ele já estará ansioso esperando por nós. Então sentiremos impulsionado o nosso coração para não permitir que o nosso amigo fique a nos esperar.

Quando nos elegeu o Senhor nos fez um convite para sermos seus amigos. A nós cabe responder com compromisso e interesse a divina proposta. Esta sem dúvida é uma resposta de amor e alguém que ama e se sabe amado por Aquele que com tanto zelo nos escolheu e nos amou primeiro.

Fonte:blog.cancaonova.com/acorrentados

Amigos: Tesouros escondidos

Arquivado em: Mês da amizade!!!, Textos Canção Nova — Gabi at 11:47 am on segunda-feira, julho 20, 2009

Quem nunca brincou de caça ao tesouro quando criança? Alegres íamos procurar algo escondido, oculto aos nossos olhos infantis, mas que quando achada, trazia a alegria aos nossos corações. Depois de crescidos, continuamos procurando os tesouros que o próprio Deus colocou em nossos caminhos. Não são mais coisas ou somente objetos, mas são pessoas, amigos.

Diz a Palavra de Deus que quem encontrou um amigo encontrou um tesouro (Eclo 6,14b). Como tesouro que são, os amigos, muitas vezes, estão escondidos pela nossa vida, por isso é preciso um olhar atento de criança para encontrá-los. Deus até poderia deixar essas pessoas bem aos nossos olhos, mas Ele nos desafia a lutar para encontrá-los e perceber o valor que possuem com a alegria da descoberta.

Tesouros são sempre tesouros. Não importa onde estão guardados, eles trazem em si a surpresa de suas riquezas incontáveis. Muitas vezes não estão em baús bonitos ou em lugares de fácil acesso, por isso vão sempre exigir de nós algum sacrifício pessoal para chegar até eles. Mas quando se os alcança, quando nos deixamos conduzir pela santa curiosidade que nos leva a querer desvendar o mistério escondido, não há nada que possa se comparar à tamanha alegria.

Deus não priva ninguém dos tesouros de uma amizade. O que acontece, muitas vezes, é que o tesouro está ao nosso lado por tanto tempo, mas não nos aproximamos, não queremos abri-lo. Esperamos baús reluzentes que atraiam as nossa expectativas, sem nos lembrarmos de que Deus sempre esconde o melhor naquilo que é mais simples.

Como é maravilhoso ter a certeza no coração de que você encontrou um tesouro e que, conduzido pelo Espírito de Deus, deixou-se atrair por aquilo que as pessoas não viam. No entanto, agora tem a linda missão de conhecer todas as grandes riquezas que sempre esperaram que alguém as encontrassem.

Essa é a experiência que eu faço hoje. Encontrei um grande amigo que, na simplicidade do seu coração, traz grandes riquezas que estavam prontas para serem descobertas, mas que as pessoas por tanto tempo não viram. Agora eu tenho a linda missão de não apenas me aprofundar nesse tesouro, mas mostrar aos que não viram antes o que eles ainda são capazes de encontrar.

Amigos são tesouros que ao encontrarmos queremos levar muitos outros a conhecer suas riquezas. Não são nossos, mas Deus nos permitiu encontrá-los para levar outros a experimentarem a grande riqueza dos seus corações. Essa é a missão de um verdadeiro amigo.

Seu tesouro,

Renan Félix - blog.cancaonova.com/renanfelix/
renan@geracaophn.com

Um amigo, um altar!

Arquivado em: Mês da amizade!!!, Textos Canção Nova — Gabi at 11:38 am on segunda-feira, julho 20, 2009

Altar é lugar de sacrifício, lugar onde se oferece uma vítima em holocausto. Os altares sempre são constituídos para esta finalidade, para através de um sacrifício fazer memória dos favores que Deus concedeu.

Um altar precisa ser construído com esforço pessoal e decisão de coração. Ele é memorial, lugar da teofania, da manifestação do amor de Deus. Amizades são altares.

Amizade é oblação, é ir além do que é natural em nós, é tocar o sobrenatural. Da mesma forma que um altar pressupõe um holocausto, uma amizade traz em si o sacrifício. É preciso sacrificar a nós mesmos, nossas falsas verdades, nossos gostos e desejos pessoais. Amizade é altar, é lugar onde se derrama sentimento, lágrimas, sangue, vida. Se esse derramar em sacrifício não acontece, não há altar, não há amizade.

Como os altares, as amizades precisam ser construídas, edificadas com o que há de melhor em cada um. São sentimentos, experiências, valores, sonhos, que como verdadeiras pedras vão se sobrepondo para que ali verdadeiramente aconteça o sacrifício. São pedras que não podem ser tolhidas pelos desejos de nenhuma das partes, pois trazem em si aquilo que é o melhor, o sagrado, o original de Deus em cada um. Lapidá-las para adaptá-las às nossas vontades, aos nossos desejos, significa profaná-las. Eu não posso construir um altar, uma amizade com nada a não ser o que há de mais puro e sagrado. Eu não posso ser verdadeiramente um amigo se eu não levo comigo a originalidade de Deus em mim. Um altar profanado, uma amizade profanada, só tem um destino: a destruição.

Há um valor especial em qualquer coisa que nós mesmos construímos ou ajudamos a construir, ainda mais quando se trata de pessoas. Uma amizade que não traz em si a vontade de ajudar a construir o outro, não manifesta vida, não há significado, não há porque, não há santidade, não há razão de ser. Um altar é santo em razão do que ele significa. Uma amizade que não constrói o outro perdeu o seu sentido, o seu significado, a sua capacidade de sacralizar.

O ato de construir o outro não é fácil, causa dor em ambos, entraves, muito sacrifício mútuo e pessoal. Mas - como foi dito antes - se não há sacrifício, não há altar. Para construir o outro eu preciso derramar o meu sangue, a minha vida, para que a oferta do meu sacrifício seja capaz de trazer à tona o que há de melhor no outro, mesmo que para isso precise doer primeiro em mim. É um ato de oblação, de oferta, que à medida que nos aproxima do altar, nos aproxima do próprio Deus, tornando-nos interiormente livres. Quanto mais sacrifício há em uma amizade, mais liberdade se adquire, mais próximo de Deus se chega. O altar me leva a alcançar a Deus. Se uma amizade não me leva ao Senhor, ela perdeu a essência.

Deus me levou a construir amizades durante a minha vida. Elas são verdadeiros memoriais da visita do Senhor na minha história. São verdadeiros altares onde eu posso me derramar, derramar a minha vida, sacrificar a mim mesmo, ser melhor, crescer na certeza de estar me aproximando cada vez mais de Deus. Se uma oferenda é santificada e apresentada ao Senhor pelo contato com o altar, cada vez que me “derramo” sobre um amigo, sou apresentado mais santo do que poderia ser sozinho. Ninguém se santifica sozinho. Amizades são instrumentos eficazes de Deus para minha santificação.

Deus não colocou somente pessoas em minha vida, me deu amigos, me deu altares onde eu posso perpetuamente me oferecer em holocausto e me sacralizar.

Seu altar,
Renan Felix - blog.cancaonova.com/renanfelix/
renan@geracaophn.com

Comercia dia do amigo

Arquivado em: Mês da amizade!!! — Gabi at 9:14 am on segunda-feira, julho 20, 2009

O céu até você!!

Arquivado em: Musicas, Mês da amizade!!!, Videos — Gabi at 9:03 am on segunda-feira, julho 20, 2009

Amizade

Arquivado em: Mês da amizade!!!, Textos de amizade — Gabi at 8:48 am on segunda-feira, julho 20, 2009

Amigos verdadeiros, são para sempre porque…

não importa a distância,
no coração estarão sempre perto.
não importam as diferenças,
no coração sempre terão um ponto de acordo.
não importam as brigas,
no coração sempre haverá lugar para o perdão.
não importam circunstâncias,
sempre haverá um ombro para recostar,
mãos para ajudar,
olhos para enxergar e chorar de alegria e dor,
bocas para expressar as verdades e sorrir.
Amigos, verdadeiros são para sempre, porque
quando dois corações se unem, formando um só,
DEUS se manifesta ali, através do amor
e o amor é mais forte que a morte,
é benigno, paciente, tudo sofre, crê, supera.
não se ufana, nem se ensoberbece, apenas …ama.
certamente, permanece.

Alessandra S. L. Nascimento

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