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Author: itabuna
• domingo, fevereiro 12th, 2012

No dia 2 de fevereiro de cada ano, em todo o Brasil e no mundo onde há a comunidade Canção Nova, todos os membros renovam seu compromisso, dando mais uma vez, o seu sim para Deus.  Também aqui na missão de Itabuna não foi diferente. Houve toda uma preparação especial para a missa do compromisso, tudo com grandes expectativas e ornamentações.

Mas o Senhor vem nos mostrando que tudo na Canção Nova, e não só na Canção Nova como também em nossas vidas, permanece de acordo com a Sua vontade; porque quando entregamos nossa vida a Deus, já não somos nós que decidimos, mas Cristo é quem dá a palavra de ordem, de como tudo precisa acontecer. E como o Monsenhor Jonas nos ensina, Tudo é Tudo!

Desse modo, no ano de 2012 que é o ano da memória na Canção Nova, Jesus, apesar de todas as preparações para a data, nos fez lembrar as origens da comunidade, onde a graça de Deus não faltava mesmo em meio a simplicidade do começo.

E foi isso o que aconteceu conosco. Mesmo com toda a simplicidade da celebração, a graça do Senhor e a alegria de mais uma vez dizer SIM a Deus, não faltaram. E nunca faltarão!

Que os nossos ouvidos e o coração estejam voltados para tudo aquilo, que o Senhor nos direcionar ao longo deste ano. E que nós, nunca nos esqueçamos das nossas origens.


Saionara Santana Silva

(Missionária Consagrada na Comunidade Canção Nova)

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Author: itabuna
• sábado, novembro 05th, 2011

VENHA EVANGELIZAR E GANHAR PRÊMIOS COM A GENTE.

Utilize o cupom que vem neste livro, respondendo à pergunta “Ser Canção Nova é?”  

Participe depositando na urna da loja Canção Nova ou envie pelo correio para a Canção Nova.

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As vendas são revertidas para a manutenção da obra evangelizadora da Canção Nova.

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Author: itabuna
• quinta-feira, abril 14th, 2011
KAIROS ANIVERSÁRIO DA RADIO SÃO JOSÉ CANÇÃO NOVA- 09-04
Author: itabuna
• domingo, abril 10th, 2011

“Estou nas mãos de Deus!” – este testemunho brotava como convicção e força do coração de José Alencar Gomes da Silva, figura magnânima que depois de quase 80 anos, agora, experimenta a realidade certa de estar nas mãos de Deus. Esta certeza fundamenta-se em promessas nascidas do coração do Senhor Jesus, o Salvador do mundo.

O evangelista Mateus em seu Evangelho narra que Jesus ao dar ensinamentos aos seus discípulos para que aprendessem o horizonte mais largo e definitivo da vida, contou a parábola dos talentos comparando o reino dos céus a um homem que ia viajar para o estrangeiro. Esse homem chamou seus servos e lhes confiou alguns bens: a um deu cinco talentos, a outro dois e ao terceiro um. Cada qual de acordo com a sua capacidade. Ao retornar, o dono, no acerto de contas, disse aos que entregaram o dobro do que tinham recebido – fruto do empenho e correspondência à confiança depositada: “Parabéns, servo bom e fiel! Como te mostraste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da alegria do teu Senhor”. Assim também é a promessa solene e garantia do êxito da existência de cada ser humano pronunciada na casa de Marta e Maria, como conta o evangelista João (capítulo 11), naquele momento humanamente doloroso da morte de Lázaro: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá. Todo aquele que vive e crê em mim não morrerá jamais”.

Estou nas mãos de Deus, esta frase que brotava do coração desse pai de família, cidadão, empresário e amigo, é de importância máxima e determinante nos entendimentos adequados, nas diferentes circunstâncias de sua vida: trabalho, família e, particularmente, na travessia que foi o enfrentamento da sua enfermidade. O servo de Deus, o Papa João Paulo 2º, na sua carta apostólica O sentido do sofrimento cristão, em 1984, comenta que “no decorrer dos séculos e das gerações tem-se comprovado que no sofrimento se esconde uma força particular que aproxima interiormente o homem de Cristo. O fruto de semelhante conversão é não apenas o fato de que o homem descobre o sentido do sofrimento, mas, sobretudo, que no sofrimento ele torna-se um homem totalmente novo. Encontra como que uma maneira nova para avaliar toda a sua vida e a própria vocação. Esta descoberta constitui uma confirmação particular da grandeza espiritual que no homem supera o próprio corpo de modo incomparável. Quando este corpo está gravemente doente, ou mesmo completamente inutilizado, e o homem se sente incapaz de viver e agir, é então que se põe mais em evidência a sua maturidade interior e grandeza espiritual. Estas constituem uma lição comovedora para as pessoas sãs e normais”.

José Alencar fez de sua vida uma lição comovedora. No horizonte da sociedade brasileira contemporânea tornou-se uma luz que comprova o quanto é indispensável, o quanto vale a pena e o quanto é a saída principal para novos ordenamentos, sociais e políticos, o gosto pela honradez. Também, a eleição da simplicidade que descomplica a vida, particularmente nas relações com os outros, a unanimidade construída pela despretensão, pelo distanciamento das manipulações, alcançada pelo apreço à transparência nos atos de cada dia. Sua fé cristã católica testemunhada sem medo e sem falso respeito humano o ancorou em princípios que qualificaram, mesmo nos estreitamentos próprios da criatura humana – por ele formulados sinteticamente – um acervo de verdades, entendimentos, condutas e valores.

“Não tenho medo da morte. Tenho medo da desonra”. A honra é o esplendor da vida humana. Não é apenas fama. Fama de celebridade consegue-se até mesmo por caminhos desonrados. A honra é uma conquista de quem pauta sua vida, em quaisquer circunstâncias, no tamanho de sua responsabilidade social e política. E entende que deve ser um espelho no qual o Criador reflete o esplendor de seu rosto divino. Essa luminosidade não se ofusca mesmo quando se entra num mundo complexo e de conturbações como o mundo da política, mesmo quando se põe a mão em dinheiro e se desfruta de poderes. O apreço pela honra que determina a pauta dos seus dias leva o homem a refletir uma dignidade infinita, alargando sempre os limites de sua humanidade. Assim, torna-se merecedor de respeito e reconhecimento, baluarte inesquecível, alegria duradoura, força interior no sofrimento e vivência ajustada da cidadania. Os pilares sustentadores estão no testemunho e no compromisso ao dizer e experimentar: “Não tenho medo da morte. Tenho medo da desonra. Estou nas mãos de Deus!”

Dom Walmor Oliveira de Azevedo

Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte

Author: itabuna
• terça-feira, abril 05th, 2011

Contamos com sua presença!

Author: itabuna
• sexta-feira, fevereiro 04th, 2011
Renovação do Compromisso 2011
Author: itabuna
• sexta-feira, fevereiro 04th, 2011
Primeiro Grupo de Oração 2011

Todas quartas- feiras às 19:30 hs

Av. Cinquentenário, 263 – Centro

Próximo ao Santuário Sto. Antonio

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Author: itabuna
• sexta-feira, fevereiro 04th, 2011
Loja Canção Nova – Itabuna

Av. Cinquentenário, 263 – Centro

Próximo ao Santuário Sto. Antonio

Fone (73) 3613-3474

Author: itabuna
• domingo, janeiro 30th, 2011

Author: itabuna
• sábado, dezembro 25th, 2010

O presépio ensina a fascinante lição da completa plenitude do amor na condição humana: “E o Verbo sefez carne e habitou entre nós”- diz o evangelista João no prólogo do seu Evangelho. Utilizando uma poética de densidade inigualável na literatura, sintetiza o que se aprecia na cena que retrata o nascimento do Salvador do mundo, Jesus Cristo.

O apóstolo Paulo, escrevendo aos Gálatas, no capítulo quarto, assevera: “Quando completou o tempo  previsto, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sujeito à Lei para resgatar os que eram sujeitos à Lei, e todos recebermos a dignidade de filhos de Deus”.

Na Carta aos Filipenses, capítulo segundo, Paulo faz referências ao hino cantado pela comunidade nascente. Ressalta a mensagem que envolve o coração, a mente e a inteligência com a verdade central, sustentadora da condição humana. Abre para eles o horizonte novo e definitivo, que Ele próprio representa. Por isso recomendou: “Haja entre vós o mesmo sentir e pensar que no Cristo Jesus. Ele existindo em forma divina, não se apegou ao ser igual a Deus, mas despojou-se assumindo a forma de escravo e tornando-se semelhante ao ser humano. E encontrado em aspecto humano, humilhou-se, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz! Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome, para que, em ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra; e toda língua confesse: Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai”. É inteligente e fácil concluir que nada tão grandioso e fascinante aconteceu no âmbito maravilhoso do que é a condição humana.

O conhecimento das galáxias, a descrição dos códigos genéticos ou a lista do que há de extraordinário no universo, nada é comparável à maravilha humano-divina do Natal do Senhor. O evangelista João recapitula e sintetiza em fórmula poética, com inteligência eisnsteiniana, esse evento único que une o mais recôndito de Deus e o mais evidente da condição humana: “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava junto de Deus, e a Palavra era Deus. Ela existia, no princípio, junto de Deus. Tudo foi feito por meio dela, e sem ela nada foi feito de tudo o que existe. Nela estava a vida e a vida era a luz dos homens. E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la. (…) E a Palavra se fez carne e veio morar entre nós. Nós vimos a sua glória, glória que recebe do seu Pai como filho único cheio de graça e de verdade.” (Jo 1,1-14).

Os evangelistas Mateus e Lucas, nos capítulos 1 e 2, descrevem de maneira artística e profunda a intervenção amorosa, única, de Deus na história da humanidade. Inspiradora do sentido que a arte retrata no presépio: a ocorrência desse mistério de amor nas circunstâncias mais comuns da vida de homens e mulheres, particularmente na dos pobres e simples.

Da inacessibilidade de Deus à proximidade que só a simplicidade pode tecer, o presépio condensa ensinamentos e lições que não podem ser substituídos nem mesmo pelos sofisticados conhecimentos humanos. Nada é igualável à fonte de toda inteligência, o amor que sustenta e dá sentido à vida, a fonte inesgotável: Deus.

Num cenário de mil faces, em que tudo o que é grandioso é inacessível, o que tem valor não se disponibiliza com facilidade e o que é maior na ciência está sob o domínio de poucos. O presépio coloca perto de todos, na mais simples condição humana, a insuperável força amorosa de Deus – sua proximidade, o segredo revolucionário de sua simplicidade, a mais importante lição na complexidade das ciências, das tecnologias e das estratégias políticas, diplomáticas e relacionais.

A bondade de Deus, certeza da salvação e inteligência amorosa, abre o horizonte novo e definitivo para a vida. O evangelista Lucas narra que o anjo do Senhor, aparecendo aos pastores disse-lhes: “Não tenhais medo. Eu vos anuncio uma grande alegria, que será também a de todo o povo. Hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós o Salvador, que é o Cristo Senhor! E isto vos servirá de sinal: encontrareis um recém-nascido, envolto em faixas e deitado numa manjedoura. Foram, pois, às pressas a Belém e encontraram Maria, José, e o recém-nascido deitado numa manjedoura”. Assim, talhado com arte, minúscula ou engenhosa, a lição mais importante da vida o presépio ensina.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo

Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte