INTEGRAÇÃO VERSUS INCLUSÃO
“Se o lugar não está pronto para receber TODAS as pessoas, então o lugar é deficiente” (Thais Frota)
A Educação Tradicional vem dando lugar a Escola Inclusiva, que busca cada vez mais considerar a deficiência como apenas uma das muitas características diferentes que as pessoas podem ter.
Antigamente todas as pessoas deviam estar de acordo com a sociedade, não se era considerado as capacidades da pessoa deficiente, ela precisava ser modificada para atender as condições da escola, eram mandadas para instituições para serem preparadas para depois se integrarem com outros alunos na escola regular.
De uns tempos pra cá, a Escola e a sociedade pela inclusão sabem que não é a criança com deficiência que deve ser preparada, mas a sociedade é que deve estar cada vez mais apta para recebê-la.
Saber respeitar diferenças, um dos assuntos mais abordados e discutidos ultimamente em sociedade para trabalhar o contexto de interação, bem comum a sociedade e a seus indivíduos.
Está muito claro hoje, a necessidade de vencer o desafio da diversidade para que nós professores, cientes e comprometidos com nosso trabalho possamos garantir a eficácia de nossa prática docente. Para que livres de todo preconceito, conhecendo um pouco mais da realidade de cada um possamos assegurar uma sala sadia com um bom relacionamento, possamos todos sair lucrando, aprendendo valores para o resto da vida, como respeitar limitações, construir uma sociedade mais solidaria a educação inclusiva é benéfica a todos.
Não podemos confundir a inclusão com “despejo” de crianças deficientes nas salas regulares, mas acompanhar toda integração e todo desenvolvimento de cada aluno junto com profissionais de outras e áreas e até mesmo a família, é sempre bom termos parceiros com o mesmo objetivo: a formação integral.
O trabalho inclusivo no Brasil não é tão bom ainda, todos já estamos trabalhando para que verdadeiramente a inclusão aconteça. Ninguém nunca falou que ia ser um processo fácil, vivemos um momento de transição de idéias precisamos ser firmes e determinados e abandonar preconceitos e “arregaçar a mangas”, temos muito trabalho pela frente.
Quando a instituição escolar for realmente inclusiva ela estará com uma qualidade de excelência, é o que buscamos.
Angélica Satim é Intérprete de LIBRAS certificada pelo MEC: PROLIBRAS nível médio, estudante 2º ano Pedagogia e colaboradora da Missão Mãos que Evangelizam.

