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Veja a despedida dos Padres da Pequena Missão que foram em missão

Missa de despedida – Padre Delci Filho, Padre Heriberto e Padre João que partiram em missão para Itália e Campinas.

Como meu trabalho evangeliza

 “Fui eu que os escolhi” (João 15.12-17)

 O meu mandamento é este: amem uns aos outros como eu amo vocês. Ninguém tem mais amor pelos seus amigos do que aquele que dá a sua vida por eles. Vocês são meus amigos se fazem o que eu mando. Eu não chamo mais vocês de empregados, pois o empregado não sabe o que o seu patrão faz; mas chamo vocês de amigos, pois tenho dito a vocês tudo o que ouvi do meu Pai. Não foram vocês que me escolheram; pelo contrário, fui eu que os escolhi para que vão e deem fruto e que esse fruto não se perca.

 

 

Meu trabalho evangeliza quando posso auxiliar ensinando LIBRAS ajudando a diminuir toda barreira de comunicação existente entre surdos e ouvintes. Quando posso ensinar os surdos e ouvintes se amarem, quando as crianças, jovens querem ser voluntários na Missão por terem conhecido nosso trabalho e quando temos a oportunidade de encontrar com surdos e intérpretes de outras regiões do Brasil e conseguimos nos respeitar na diversidade e regionalismo, sendo todos irmãos, acima de tudo!

Edimilson Alves de Matos – Professor de LIBRAS

 

Meu trabalho evangeliza no amor. Parto do princípio que só se ama aquilo que verdadeiramente se conhece, aquilo que se propõe a amar. O amor que não tem limites, é doação para um plano maior, o de Deus. Ninguém entra ou sai de nossas vidas por acaso e nesses encontros e desencontros é preciso deixar uma semente boa, para que dê ótimos frutos. Procuro sempre a cada palestra, em cada Missa, em cada interpretação levar essa minha identidade de coração, de amor, pra que todos experimentem direta e indiretamente o amor de Deus através de mim.

Angélica Prudente Hummel Satim -Interprete de LIBRAS

 

 

Sinto que posso evangelizar através do meu trabalho quando nas coisas mais simples do dia-a-dia como: organizar escalas, preparar uma reunião, formação, entro em contato com os surdos e com nossos voluntários, e mesmo sem pretensão torno-me canal da graça de Deus na vida de cada um. Meu trabalho evangeliza quando diante das dificuldades que encontramos no caminho posso ainda ver a esperança brotar no mais profundo de nosso coração. Quando luto pela missão, quando me capacito para ser uma boa intérprete, quando me empenho em ser uma profissional de Deus.

 

Lilian Andrade – Coordenadora Mãos que Evangelizam

Grupo de Amigos Mãos que Evangelizam

Formação MME

Formação MME

 

O Grupo de Amigos Mãos que Evangelizam tem como objetivo aproximar ex-alunos e voluntários da Missão Mãos que Evangelizam, que tem afinidade com nossa missão, afim de motiva-los a envolver-se com os surdos na cidade e Paróquia em que participam. E nós, enquanto projeto seremos suporte para os estudos voltados para a LIBRAS e Cultura Surda e formação humana e espiritual uma vez ao mês.

 

Somos indicativo da Palavra aos nossos irmãos surdos.

Sinalizar o Evangelho, eis a nossa missão!

 

A missão do Interprete de LIBRAS

I Da Ética Profissional

Art. 2º – O Intérprete e Guia-intérprete obriga-se a restrita observância do segredo profissional, não podendo divulgar a quem quer que seja qualquer informação obtida no decorrer de sua atividade profissional salvo no caso de reunião aberta ao público em geral, de implicação em delito previsto em lei, ou que possam gerar graves conseqüências ilícitas para terceiros.

Art. 3º O Intérprete e o Guia-intérprete devem manter uma atitude neutra durante o transcurso da sua interpretação, evitando quaisquer opiniões próprias, a menos que seja solicitado.

Art. 4 º O Interprete e o Guia-intérprete deve interpretar fielmente e com o melhor de sua habilidade, sempre transmitindo o conteúdo, a intenção e o espírito do interlocutor, utilizando-se de todos os recursos de expressões disponíveis.

Art. 5º – O Intérprete e o Guia-intérprete devem reconhecer seu próprio limite e competência, sendo prudente na aceitação de tarefas para as quais se julgar suficientemente qualificados ou não.

Art. 6º – O Intérprete deve ser discreto no uso de sua roupa, para uma atuação. Deve sempre usar roupas lisas (de uma cor só), e que contrastem com sua pele. Da mesma forma, evitar o uso de enfeites e ornatos pessoais (no cabelo, brincos salientes, colares, anéis, relógios, etc.). Ainda, ele deve saber o seu lugar no ambiente em que atuará – qual o melhor lugar para ele se posicionar, sendo confortavelmente visível para o público surdo, sem atrapalhar as pessoas, que não dependem dele. Estas normas gerais de bom senso e de padrão mundial valem também ao Guia-intérprete, sendo que este tem maior liberdade quanto ao vestuário e à posição de atuação.

A função social da nossa profissão é constituída pelo trabalho de cada intérprete e guia-intérprete frente à realidade que encontra em seu cotidiano. Sempre que podemos refletir juntos sobre esta prática, buscando novas maneiras de qualificá-la, ela é transformada.

No entanto, a oração é o principal e mais eficiente método para atingir o coração do surdo, executar o trabalho que a nós foi confiado com qualidade!

 

Fonte:

O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa / Secretaria de Educação Especial; Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos – Brasília: MEC;

SEESP, 2004.

Comissão de Ética APILSBESP. Código de ética do Interprete e Guia-interprete: http://www.apilsbesp.org/

“E como ouvirão se não há quem pregue?” — Romanos 10:14

 

Você está sentindo que Deus está chamando você para Missões com os Surdos?

Siga estes passos:

1. Leia tudo sobre missões e missionários que cair em suas mãos. Leia testemunhos.
2. Se envolva em mobilização e educação missionária em sua igreja
3. Ouça todo missionário que puder
Muitas vezes Deus clareia nossa mente com testemunhos específicos.
4. Fale com o Padre de sua Paróquia ou um agente pastoral.
Verbalize seus pensamentos e peça suas orações por isso. Ele poderá te ajudar em várias questões.
5. Participe de ministérios ativos dentro de sua Igreja local.
Aprenda a ministrar efetivamente na sua própria cultura e ambiência.
6. Participe de projetos de férias e momentos de Deus para missões da Região ou de outras.
7. Contate as Pastorais de Surdo ou Associações mais perto de você
Você deve buscar informações aonde poderá ser treinado para diferentes tarefas missionárias dentro da Pastoral de Surdos
8. Considere dar um ano de serviço voluntário antes de decidir o que fazer o resto de sua vida.
Há diversas oportunidades através de voluntários em Missão
9. Persevere.

Elementos comuns de um chamado ao ministério:

1.Uma certeza espiritual que estabelece um sentido de chamado (Como o episódio da sarça ardente em Êxodo 3 ou como a voz gentil de I Reis 19 com Elias).
2. Um tempo de reflexão e/ou dúvida do chamado
3. Uma afirmação do chamado através do corpo de Cristo
4. Um desejo de obediência incondicional de onde quando e como.
Neste ano de 2009 que acaba de se iniciar, é tempo favorável para que você coloque em prática os planos que Deus reservou para você! 
Feliz Ano Novo! 
                 Lilian Andrade
Coordenadora do Departamento Mãos que Evangelizam

“A Missão do Surdo é Evangelizar”

 

(Tema do ano 2009 do Projeto de Evangelização Nacional da Pastoral dos Surdos)
Nestes tempos de natal, onde o nosso coração se torna sensível às diversas realidades da vida, inclusive a da reconciliação conosco e com os irmãos, nos permitamos contagiar pelo coração do Menino Jesus que atrai pastores, reis, nações, famílias e, de uma maneira muito especial, os surdos.
Faz-se necessário lembrar que a chegada dos reis ao local onde o Menino Jesus estava, só foi possível pela indicação de uma grande estrela brilhante no céu. A estrela indicava , à quem se deixasse orientar, onde nascera o Deus feito gente.
Aqui, quero estreitar laços entre essa grande estrela, e o convite do ano 2009 para nós da Pastoral dos Surdos: A Missão do Surdo é evangelizar. Este estreitamento, mais que colocar as duas realidades lado a lado, colocam-nas uma dentro da outra. Evangelizar é mostrar ao outro o brilho do Deus feito gente que mudou a nossa vida. O Surdo é convidado a ser esta estrela para outros surdos e ouvintes.
Entretanto, considerando que em nossas mãos, que sinalizam a palavra, está a oportunidade de Deus encontrar o Surdo e no seu coração fazer Natal, peço a todos os ouvintes, principalmente intérpretes e catequistas: sejamos para o Surdo tão e somente a estrela que brilha indicando o caminho para que ele mesmo o percorra. Não roubemos dele a oportunidade de buscar o seu próprio encontro com o Cristo.
Este pedido se torna forte e urgente porque, não raras vezes, ao invés de motivarmos o protagonismo do Surdo, assumimos suas responsabilidades, fazemos as coisas por ele por acharmos que ainda não é capaz, ocupamos responsabilidades e cargos que lhes são de direito, mas, em nossa rudimentar sabedoria, julgamos ser mais capazes que eles para servir.
Quando Cristo chamou os apóstolos, não os escolheu porque possuíam qualidades notáveis. Escolheu-os por acreditar que se deixariam conquistar pelo Reino. Vale ressaltar que Pedro era cabeça dura e negou três vezes seu Senhor; João era impaciente e, em dado momento, queria fazer descer fogo do céu para acabar com aqueles que incomodavam seu Mestre; Judas vendeu quem o considerava amigo. Mas, todos, sem exceção, de uma maneira ou outra, permitiram-se ser conquistados pelo amor de Jesus e o serviram com todo coração.
O resultado do serviço dos “inadequados”, é a Igreja maravilhosa e pecadora que hoje temos.
Ouvinte: não tenha medo de incentivar a liderança Surda! Estude, pesquise, peça ajuda, faça parcerias para que o surdo tenha acesso a tudo o que necessita para desabrochar … e você verá, não sem dor, a beleza do protagonismo da diferença.
A missão do Surdo é evangelizar … e a nossa de permiti-lo evangelizar !
No coração de Deus,
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Odirlei Roque de Faria
Coordenador dos Intérpretes
Regional Sul1
Pastoral dos Surdos
odirleifaria.blogspot.com
 

Projeto de Evangelização e compromisso do Surdo

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Família

Trabalho

Igreja

Sociedade

Cultura

Identidade

Inclusão e diferenças

Para que existe a Pastoral de Surdos no Brasil?

Para cumprir o que o mandamento de Jesus Cristo disse: “Ide a todo mundo e pregai o Evangelho a toda criatura  (Mt 28,19)”.

Nossa meta permanente para a Pastoral:

  • A formação de líderes surdos: é preciso pensar no presente e no futuro dos líderes dos surdos. Os talentos são descobertos e colocados a serviço dos irmãos: simplicidade e acolhida.

  • A formação na área da Bíblia, da catequese e da Liturgia: Conhecer as Sagradas Escrituras é um dever do surdo católico.

Os surdos buscam a sabedoria e pesquisa com o auxílio dos seus irmãos dentro das comunidades católicas, para que saibam conscientemente o que celebram e como celebram a Sagrada Liturgia, por meio da Libras.