Reativando o Blog

Filed under: Comunicado — miguelmartini at 12:42 pm on Monday, September 1, 2008

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Quero trazer para você nesse Blog as diversas atividades do meu dia a dia, relacionadas à política, à defesa da vida e sobretudo à família… Minhas lutas na Câmara Federal, contra toda cultura de morte. estamos vivendo dias difíceis, mas Deus está conosco. Conto com você nessa luta diária, com sua orações, mas também com suas críticas, comentários e sugestões.

A Cultura da Vida

Filed under: Em defesa da Vida — miguelmartini at 10:34 am on Friday, March 28, 2008

 

“Nós, que defendemos a “cultura da vida”, percebemos que há um forte movimento no sentido contrário. Precisamos lutar para que o Congresso legisle para proteger a vida e a família”, reforçou o deputado.

“Queremos despertar e alertar a sociedade para a importância de questões fundamentais para o ser humano, tais como a segurança, a saúde, a educação, a alimentação, a cultura e tantos outros aspectos que garantem uma vida realmente digna a todo indivíduo”, ressalta Martini.

“Conseguimos comprovar que a vida tem que ser protegida e que, com o estatuto, vamos garantir o direito de todos. O direito à vida não pode ser só daquele que já nasceu.”

Martini considera que o Estado precisa dar ao nascituro as condições para a vida. Segundo ele, a decisão de abortar é “simplista e absurda”.

Discurso Proferido em 19/12 de apresentação do Projeto de Lei nº 2.690, de 2007, sobre a criminalização do aborto.

Filed under: Em defesa da Vida — miguelmartini at 10:27 am on Friday, March 28, 2008

   Sr. Presidente, Srs. e Sras. Parlamentares, assomo à tribuna nesta tarde para, primeiramente, comunicar que acabamos de protocolizar o Projeto de Lei nº 2.690, de 2007, que acrescenta o art. 127-A ao Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940, o Código Penal. O objetivo desse projeto é aprimorar a legislação existente, para proteger a vida das diversas ameaças que vem sofrendo, especialmente de uma série de projetos em tramitação nesta Casa - e a cada dia novos projetos são incorporados, procurando, de maneira explícita ou enigmática, aprovar o aborto ou alguma forma de atentado contra a vida.
Esse projeto cabe neste momento porque este Parlamento tem a missão de proteger a vida. E, sob nenhum argumento, deve-se destruir ou ameaçar essa vida.
As informações disponíveis para toda a sociedade dão conta de que, já há muito tempo, desde o Presidente Nixon, desde a década de 1970, existe grande preocupação com o crescimento populacional. Mas, em vez de se buscarem alternativas para adequar a vida à existência ou à coexistência aqui no Planeta Terra, buscam-se mecanismos para ceifar a vida, como se isso pudesse ser ética ou moralmente aceitável.

Hoje, nós estamos percebendo que a população mundial, que o planeta Terra, corre um grave risco não em conseqüência da superpopulação, das pessoas que nasceram, mas em virtude do mau uso dos combustíveis, da energia, da produção de energia.

E o Brasil sofre hoje, ainda que faça o seu dever de casa, conseqüências do crescimento da China, mas do crescimento econômico, do crescimento desordenado, assim como do crescimento dos Estados Unidos, porque a China e os Estados Unidos são responsáveis por 50% das emissões de gás carbônico, que provoca o efeito estufa.

A sociedade percebe hoje que o problema não é se nasce mais 1, mas o afã de maior lucro desse modelo capitalista, que quer ganhar cada vez mais, independentemente do outro. Estamos vendo as conseqüências graves. O planeta Terra sofre. A primeira previsão do IPCC era a de que as geleiras do Pólo Norte se derreteriam entre 2070 e 2100. Baixaram para 2030. E, agora, há poucos dias, o noticiário informou que até 2012 todas as geleiras do Pólo Norte deixarão de existir.
Portanto, a geração de vida não oferece mais risco à sociedade mundial. O que oferece risco verdadeiramente é o uso e manejo do solo, o uso de energia, a produção de energia e o crescimento desordenado - isso sem considerar a poluição. A grande preocupação agora deve ser no sentido de proteger a vida, quer seja vegetal, quer seja humana. O que ameaça a vida não mais é a superpopulação. E, ainda que fosse, não seria matando que resolveríamos o problema. Daí o projeto a que estamos dando entrada na Casa. Esse projeto tem a intenção de proteger a vida.

Por falar em proteger a vida - estamos às vésperas do Natal -, imaginem o que seria da sociedade se Maria tivesse abortado Jesus. Imaginem também se a mãe de João Paulo II, Karol Wojtyla, o tivesse abortado? As 2 tinham razões, apontadas hoje como lógicas, para abortar.

Concluo, Sr. Presidente, desejando feliz Natal a todos e agradecendo àqueles que nos ajudaram a cumprir a missão neste ano.

Muito obrigado, Sr. Presidente.