Jesus, eu confio em Vós!
“Deves saber que Eu estou contigo. Sou Eu que faço surgir as dificuldades e Eu as venço; num só momento posso transformar as atitudes contrárias em favoráveis a esta causa.”(D.788)
Como essas palavras de Jesus à Santa Faustina, me confortam. Ontem tomei-as para mim, e rezei o Terço da Misericórdia ao vivo na TV Canção Nova. Celebro a Vitória de Deus em minha vida, a cada dia. E agradeço as manifestações de carinho, e as orações.
Continuemos unidos em oração.
Deus abençoe!
Abraços,
Eliana Sá.
Partilho com você.
Nesse vídeo o Ricardo, fala de minha saúde.
Partilho com você, já agradecendo suas orações.
Abraços,
Eliana Sá
Como foi o Congresso da Divina Misericórdia
Cardeal aprofundou devoção de Santa Faustina
Por : Tatiana Gomes
Correspondente da Canção Nova em Roma
A espiritualidade da Divina Misericórdia foi o foco do Congresso Mundial que reuniu milhares de pessoas semana passada, em Roma. A devoção, difundida a partir da experiência da Santa polonesa Faustina Kowalska, foi aprofundada por meio de conferências, na busca de uma verdadeira prática entre cristãos.
Na manhã da quinta-feira, dia 3, o presidente do Congresso Cardeal Christoph Schönborn, tratou do verdadeiro sentido da misericórdia, apontando que esta “é uma atitude fundamental do homem”, e não “um sentimento vago de amor universal”. Denunciou que a eutanásia é apenas uma forma de tentar “embelezar” a morte de um doente.
A história da devoção, tesouro da Igreja, foi tema da conferência tratado pelo Cardeal da Lituânia, Dom Audrys Backis, que trouxe detalhes a respeito do quadro de Jesus Misericordioso e dos escritos de Santa Faustina, hoje conhecidos em todo o mundo.
O Congresso Apostólico Mundial da Misericórdia teve início na quarta-feira, e terminou domingo, dia 6. A programação apresentou, além das conferências, workshops e apresentações artísticas.
Encontro levou fiéis à experiência com Jesus Misericordioso
Da Redação
Em Roma, o Congresso Apostólico Mundial da Divina Misericórdia, movimentou toda a cidade. Momentos especiais de oração, confissão, adoração ao Santíssimo Sacramento, shows de evangelização, missas e pregações proporcionaram aos presentes no centro histórico da cidade, nas praças e nas Igrejas, um encontro pessoal com Jesus Misericordioso. Brasileiros, como o Padre Marcial Maçaneiro, assessor da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Ricardo Sá e Eliana Sá, membros da Comunidade Canção Nova, participaram do encontro.
Padre Marcial Maçaneiro é um dos congressistas. Em sua colocação, na sexta-feira, abordou o tema “Misericórdia, Carisma e Missão”.
Dia 04, pontualmente às 15 horas, em todas as igrejas que abrigam o Congresso, o terço da Misericórdia foi rezado. Ao longo da oração, animadores cantaram e apresentaram suas intenções.
A Igreja São João de Latrão se tornou espaço para testemunhos e intervenções como a do Bispo de Lyon, Cardeal Babarram e do ex-secretário de João Paulo II, Cardeal Stanislaw Dziwisz. Nesta mesma igreja o Vigário Geral da Diocese de Roma, Cardeal Ruini, celebrou uma das missas.
Na noite de sábado, Ricardo Sá fez uma apresentação na Praça Navona. No Domingo, o Cardeal arcebispo de Viena, Christoph Schoenborn celebrou a Santa Missa na Praça de São Pedro. Em seguida todos participaram do Regina Coeli, com o Papa Bento XVI.
E assim se concluíram as atividades do I Congresso Apostólico Mundial da Divina Misericórdia.
Congresso Mundial da Misericórdia – Roma
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Os organizadores do Congresso Mundial da Misericórdia querem proporcionar aos participantes um verdadeiro encontro com a misericórdia Divina. A abertura do evento, na Praça de São Pedro, se deu com uma Missa celebrada pelo Papa Bento XVI, pelos 3 anos do falecimento de João Paulo II.
Missa presidida por Bento XVI, lembra o 3º ano da morte de JPII
Notícia Rádio Vaticano
Na presença de cerca de 40 mil fiéis e peregrinos, Bento XVI presidiu, na manhã desta quarta feira, 2 de abril, na Praça de São Pedro, uma Celebração Eucarística no terceiro aniversário da morte de João Paulo II.
Com o Papa concelebraram os cardeais Ângelo Sodano, decano do Colégio cardinalício e ex-secretário de estado, e João Batista Re, prefeito da Congregação dos Bispos e ex substituto da Secretaria de Estado. Entre as dezenas de cardeais e bispos que participaram na celebração encontravam-se os colaboradores mais íntimos de JPII, como o vigário do Papa para a Diocese de Roma, Cardeal Camilo Ruini e seus dois secretários: Dom Estanislau, hoje cardeal arcebispo de Cracóvia e Dom Mietek, hoje bispo coadjutor de Leopolis dos Latinos.
“A única esperança para o homem está na misericórdia de Deus”. Palavras de João Paulo II evocadas pelo seu sucessor na homilia da Missa.
Toda a vida de João Paulo II, especialmente o seu ministério petrino, pode ser lido sob o signo de Cristo Ressuscitado, sublinhou Bento XVI. As palavras do anjo da ressurreição “Não tenhais medo!” constituíram, uma palavra de ordem, assente não nas forças humanas, mas unicamente na Cruz e na Ressurreição de Cristo.
O Papa começou lembrando a comoção de todo o mundo, há três anos, diante da morte do servo de Deus João Paulo II. Ao longo de diversos dias, recordou, a Basílica e a Praça de São Pedro “foram verdadeiramente o coração do mundo”, com “um caudal ininterrupto de peregrinos” para prestar homenagem ao despojos do venerado Pontífice. Há poucos dias da celebração da Páscoa, o coração da Igreja encontrava-se ainda profundamente imerso no mistério da Ressurreição do Senhor.
“Na verdade, podemos ler toda a vida do meu amado predecessor, em particular o seu ministério petrino, sob o signo de Cristo Ressuscitado. N’Ele nutria uma fé extraordinária, com Ele se detinha em conversação íntima, singular e ininterrupta. Entre as tantas qualidades humanas e sobrenaturais, tinha também a de uma excepcional sensibilidade espiritual e mística”.
“O seu ‘Não tenhais medo’ não se baseava nas forças humanas, nem nos sucessos obtidos, mas unicamente na Palavra de Deus, na Cruz e na Ressurreição de Cristo. A medida que ia sendo despojado de tudo, até mesmo da sua própria palavra, foi aparecendo com crescente evidência o seu confiar-se a Cristo. Como aconteceu a Jesus, também para João Paulo II no final as palavras deram lugar ao extremo sacrifício, ao dom de si. E a morte foi o sigilo de toda uma existência dada a Cristo, a Ele conformada mesmo fisicamente nas marcas do sofrimento e do abandono confiante nos braços do Pai celeste”.
Entre os muitos fiéis presentes na Praça de São Pedro, nesta Missa de sufrágio por João Paulo II, encontravam-se umas sete mil pessoas que participam nestes dias no I Congresso Mundial sobre a Divina Misericórdia. Bento XVI sublinhou que “a misericórdia de Deus é uma privilegiada chave de leitura do pontificado” do Papa Wojtyla. “Ele queria que o mensagem do amor misericordioso de Deus chegasse a todos os homens e exortava os fiéis a testemunhá-la”.
“O servo de Deus João Paulo II tinha conhecido e vivido pessoalmente as imensas tragédias do século XX e por muito tempo se interrogou o que é que poderia deter a maré do mal. A resposta não podia encontrar-se senão no amor de Deus.
De fato só a Divina Misericórdia está em condições de colocar um limite ao mal; só o amor onipotente de Deus pode derrotar a prepotência dos malvados e o poder destrutivo do egoísmo e do ódio”.
Foi por isso que, durante a sua última visita à Polônia, regressando à sua terra natal, ele fez questão de afirmar que “não há para o homem outra fonte de salvação senão a misericórdia de Deus”.
“A Misericórdia pode transformar o mundo,” afirma padre polonês
Redação
“O primeiro Congresso Mundial da Misericórdia acontece em Roma entre 2 e 6 de abril, exatamente três anos após a morte do Papa João Paulo II. O Pontífice faleceu nas vésperas da Festa da Divina Misericórdia em 2005. Um ano depois, o Papa Bento XVI recordou: “O mistério do amor misericordioso de Deus era o centro do Pontificado do meu Venerado predecessor”.
O congresso tem como presidente o Cardeal austríaco Christorph Schãnborn, arcebispo de Viena e como delegados os cardeais Snanislaw Dziwisz, arcebispo de Cracóvia, Polônia; Camillo Ruini, vigário Geral de Roma; Francis Arinze, prefeito da Congregação para a disciplina dos Sacramentos. Conta também com o Arcebispo da Bielorússia, Tadeuz Kondrusiewicz.
Entre os temas centrais, estão: a Misericórdia no mistério da Igreja; a comunhão da Igreja estimulada pela Misericórdia e o papel da Misericórdia na missão da Igreja.
Padre Patrice Chocholski, secretário geral do Congresso, afirmou que o objetivo do evento é difundir a mensagem da Divina Misericórdia ao maior número de pessoas, pois “a Misericórdia pode transformar o mundo”, como destaca.
O padre polonês afirmou também que outras igrejas cristãs e comunidade religiosas e, até mesmo, representantes de outras religiões como o budismo e o hinduismo participarão do Congresso.”
A TV Canção Nova fará a cobertura completa do Congresso.

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Portal da Divina Misericórdia