Archive for abril, 2008

Jesus, eu confio em Vós!

Deves saber que Eu estou contigo. Sou Eu que faço surgir as dificuldades e Eu as venço; num só momento posso transformar as atitudes contrárias em favoráveis a esta causa.”(D.788)

Como essas palavras de Jesus  à Santa Faustina, me confortam. Ontem tomei-as para mim, e rezei o Terço da Misericórdia ao vivo na TV Canção Nova. Celebro a Vitória de Deus em minha vida, a cada dia. E agradeço as manifestações de carinho, e as orações.


 

Continuemos unidos em oração.

Deus abençoe!

Abraços,

Eliana Sá.

 

 


Partilho com você.

Nesse vídeo o Ricardo, fala de minha saúde.

Partilho com você, já agradecendo suas orações.

Abraços,

Eliana Sá


Um Presente! Ir. Kelly Patrícia – As Misericórdias do Senhor.

Com carinho,

Eliana Sá.


Como foi o Congresso da Divina Misericórdia

congresso-misericordia.jpg  

Cardeal aprofundou devoção de Santa Faustina

 Por : Tatiana Gomes
Correspondente da Canção Nova em Roma

A espiritualidade da Divina Misericórdia foi o foco do Congresso Mundial que reuniu milhares de pessoas semana passada, em Roma. A devoção, difundida a partir da experiência da Santa polonesa Faustina Kowalska, foi aprofundada por meio de conferências,  na busca de uma verdadeira prática entre cristãos.

Na manhã da quinta-feira,  dia 3,  o presidente do Congresso Cardeal Christoph Schönborn, tratou do verdadeiro sentido da misericórdia, apontando que esta “é uma atitude fundamental do homem”, e não “um sentimento vago de amor universal”. Denunciou que a eutanásia é apenas uma forma de tentar “embelezar” a morte de um doente.

A história da devoção,  tesouro da Igreja,  foi tema da conferência tratado  pelo Cardeal da Lituânia, Dom Audrys Backis,  que trouxe detalhes a respeito do quadro de Jesus Misericordioso e dos escritos de Santa Faustina,  hoje conhecidos em todo o mundo.

O Congresso Apostólico Mundial da Misericórdia teve início na quarta-feira, e terminou domingo, dia 6. A programação apresentou, além das conferências, workshops e apresentações artísticas.

 

Encontro levou fiéis à experiência com Jesus Misericordioso

Da Redação

Em Roma, o Congresso Apostólico Mundial da Divina Misericórdia,  movimentou toda a cidade. Momentos especiais de oração, confissão, adoração ao Santíssimo Sacramento, shows de evangelização, missas e pregações  proporcionaram aos presentes no centro histórico da cidade, nas praças e nas Igrejas, um encontro pessoal com Jesus Misericordioso. Brasileiros, como o Padre Marcial Maçaneiro, assessor da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil,  Ricardo Sá e Eliana Sá, membros da Comunidade Canção Nova,  participaram do encontro.

Padre Marcial Maçaneiro é um dos congressistas. Em sua colocação, na sexta-feira, abordou o tema “Misericórdia, Carisma e Missão”.

Dia 04,  pontualmente às 15 horas,  em todas as igrejas que abrigam o Congresso,  o terço da Misericórdia foi rezado. Ao longo da oração,  animadores cantaram e apresentaram suas intenções.

A Igreja São João de Latrão se tornou espaço para testemunhos e intervenções como a do Bispo de Lyon,  Cardeal Babarram e do ex-secretário de João Paulo II,  Cardeal Stanislaw Dziwisz. Nesta mesma igreja o Vigário Geral da Diocese de Roma, Cardeal Ruini, celebrou uma das missas.

Na noite de sábado,  Ricardo Sá fez uma apresentação na Praça Navona. No Domingo, o Cardeal arcebispo de Viena,  Christoph Schoenborn celebrou a Santa Missa na Praça de São Pedro. Em seguida todos participaram do Regina Coeli, com o Papa Bento XVI.

E assim se concluíram as atividades do I Congresso Apostólico Mundial da Divina Misericórdia.


Congresso Mundial da Misericórdia – Roma

missa-do-congresso.jpgmissa-congresso.jpgOs organizadores do Congresso Mundial da Misericórdia querem proporcionar aos participantes um verdadeiro encontro com a misericórdia Divina. A abertura do evento, na Praça de São Pedro, se deu com uma Missa celebrada pelo Papa Bento XVI,  pelos 3 anos do falecimento de João Paulo II.

Missa presidida por Bento XVI, lembra o 3º ano da morte de JPII

Notícia Rádio Vaticano

Na presença de cerca de 40 mil fiéis e peregrinos, Bento XVI presidiu, na manhã desta quarta feira, 2 de abril, na Praça de São Pedro, uma Celebração Eucarística no terceiro aniversário da morte de João Paulo II.

Com o Papa concelebraram os cardeais Ângelo Sodano, decano do Colégio cardinalício e ex-secretário de estado, e João Batista Re, prefeito da Congregação dos Bispos e ex substituto da Secretaria de Estado. Entre as dezenas de cardeais e bispos que participaram na celebração encontravam-se os colaboradores mais íntimos de JPII, como o vigário do Papa para a Diocese de Roma, Cardeal Camilo Ruini e seus dois secretários: Dom Estanislau, hoje cardeal arcebispo de Cracóvia e Dom Mietek, hoje bispo coadjutor de Leopolis dos Latinos.

“A única esperança para o homem está na misericórdia de Deus”. Palavras de João Paulo II evocadas pelo seu sucessor na homilia da Missa.

Toda a vida de João Paulo II,  especialmente o seu ministério petrino,  pode ser lido sob o signo de Cristo Ressuscitado,  sublinhou Bento XVI.  As palavras do anjo da ressurreição “Não tenhais medo!” constituíram,  uma palavra de ordem,  assente não nas forças humanas,  mas unicamente na Cruz e na Ressurreição de Cristo.

O Papa começou lembrando a comoção de todo o mundo,  há três anos,  diante da morte do servo de Deus João Paulo II.  Ao longo de diversos dias,  recordou,  a Basílica e a Praça de São Pedro “foram verdadeiramente o coração do mundo”, com “um caudal ininterrupto de peregrinos” para prestar homenagem ao despojos do venerado Pontífice. Há poucos dias da celebração da Páscoa,  o coração da Igreja encontrava-se ainda profundamente imerso no mistério da Ressurreição do Senhor.
 
“Na verdade, podemos ler toda a vida do meu amado predecessor,  em particular o seu ministério petrino,  sob o signo de Cristo Ressuscitado.  N’Ele nutria uma fé extraordinária,  com Ele se detinha em conversação íntima,  singular e ininterrupta. Entre as tantas qualidades humanas e sobrenaturais,  tinha também a de uma excepcional sensibilidade espiritual e mística”.

“O seu ‘Não tenhais medo’ não se baseava nas forças humanas,  nem nos sucessos obtidos,  mas unicamente na Palavra de Deus,  na Cruz e na Ressurreição de Cristo.  A medida que ia sendo despojado de tudo, até mesmo da sua própria palavra,  foi aparecendo com crescente evidência o seu confiar-se a Cristo. Como aconteceu a Jesus, também para João Paulo II no final as palavras deram lugar ao extremo sacrifício,  ao dom de si.  E a morte foi o sigilo de toda uma existência dada a Cristo,  a Ele conformada mesmo fisicamente nas marcas do sofrimento e do abandono confiante nos braços do Pai celeste”.

Entre os muitos fiéis presentes na Praça de São Pedro,  nesta Missa de sufrágio por João Paulo II,  encontravam-se umas sete mil pessoas que participam nestes dias no I Congresso Mundial sobre a Divina Misericórdia.  Bento XVI sublinhou que “a misericórdia de Deus é uma privilegiada chave de leitura do pontificado” do Papa Wojtyla. “Ele queria que o mensagem do amor misericordioso de Deus chegasse a todos os homens e exortava os fiéis a testemunhá-la”.

“O servo de Deus João Paulo II tinha conhecido e vivido pessoalmente as imensas tragédias do século XX e por muito tempo se interrogou o que é que poderia deter a maré do mal.  A resposta não podia encontrar-se senão no amor de Deus.
De fato só a Divina Misericórdia está em condições de colocar um limite ao mal;  só o amor onipotente de Deus pode derrotar a prepotência dos malvados e o poder destrutivo do egoísmo e do ódio”.

Foi por isso que,  durante a sua última visita à Polônia,  regressando à sua terra natal,  ele fez questão de afirmar que “não há para o homem outra fonte de salvação senão a misericórdia de Deus”.

 “A Misericórdia pode transformar o mundo,” afirma padre polonês

Redação

“O primeiro Congresso Mundial da Misericórdia acontece em Roma entre 2 e 6 de abril, exatamente três anos após a morte do Papa João Paulo II. O Pontífice faleceu nas vésperas da Festa da Divina Misericórdia em 2005. Um ano depois, o Papa Bento XVI recordou: “O mistério do amor misericordioso de Deus era o centro do Pontificado do meu Venerado predecessor”.

O congresso tem como presidente o Cardeal austríaco Christorph Schãnborn, arcebispo de Viena e como delegados os cardeais Snanislaw Dziwisz,  arcebispo de Cracóvia,  Polônia; Camillo Ruini, vigário Geral de Roma; Francis Arinze, prefeito da Congregação para a disciplina dos Sacramentos. Conta também com o Arcebispo da Bielorússia, Tadeuz Kondrusiewicz.

Entre os temas centrais,  estão: a Misericórdia no mistério da Igreja; a comunhão da Igreja estimulada pela Misericórdia e o papel da Misericórdia na missão da Igreja.

Padre Patrice Chocholski,  secretário geral do Congresso,  afirmou que o objetivo do evento é difundir a mensagem da Divina Misericórdia ao maior número de pessoas,  pois “a Misericórdia pode transformar o mundo”,  como destaca.

O padre polonês afirmou também que outras igrejas cristãs e comunidade religiosas e, até mesmo,  representantes de outras religiões como o budismo e o hinduismo participarão do Congresso.”

A TV Canção Nova fará a cobertura completa do Congresso.