A DIVINA MISERICÓRDIA

Como receber a indulgência na Festa da Misericórdia

A Festa da Misericórdia é a festa do Perdão. É o que podemos compreender das palavras de Jesus Misericordioso dirigidas a Santa Faustina:“A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de mim, ainda que seus pecados sejam como o escarlate”. (Diário 699)

A indulgência é parcial ou plenária, conforme liberta, em parte ou no todo, da pena temporal devida pelos pecados, e, ninguém pode lucrar indulgências a favor de outras pessoas vivas.

Desta maneira, Jesus Misericordioso quer que busquemos os meios pelos quais podemos receber a Indulgência plenária no dia da Festa da Misericórdia que são:
Confissão, Comunhão e orações nas intenções do Papa;

Aproveitemos o tempo da graça que o Senhor coloca à nossa disposição.

Padre Antônio Aguiar

Veja também:

http://www.webtvcn.com/video/indulgencia


Festa da Divina Misericórdia

Elementos da Devoção

Um dos elementos mais importantes da devoção à Divina Misericórdia presentes nas revelações de Nosso Senhor à Santa Faustina é a Festa da Misericórdia. No Diário o tema recorrem em 37 números, em 16 dos quais nos deparamos com uma manifestação extraordinária de Jesus a seu respeito. Com efeito, aos 22/02/1931, uma das primeiras revelações de Jesus à Santa Faustina diz respeito à Festa da Misericórdia, que deveria ser celebrada no 2º domingo da Páscoa:

Eu desejo que haja a Festa da Misericórdia. Quero que essa Imagem, que pintarás com o pincel, seja benzida solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia” (Diário, 49; cf. 88; 280; 299b; 458; 742; 1048; 1517).

A Festa é uma obra divina, mas Ele quer que Santa Faustina se empenhe tanto em sua implantação (D. 74; 341; 463; 1581; 1680), como em seu incremento: “Na Minha festa, na Festa da Misericórdia, percorrerás o mundo inteiro e trarás as almas que desfalecem à fonte da Minha misericórdia. Eu as curarei e fortalecerei” (D. 206); “Pede ao Meu servo fiel que, nesse dia, fale ao mundo inteiro desta Minha grande misericórdia, que aquele que, nesse dia, se aproximar da Fonte da Vida, alcançará perdão total das culpas e penas” (D. 300a; cf. 1072). Santa Faustina abraça com toda a alma esta causa, pelo que exclama e reza: “Oh! como desejo ardentemente que a Festa da Misericórdia seja conhecida pelas almas!” (D. 505); “Apressai, Senhor, a Festa da Misericórdia, para que as almas conheçam a fonte da Vossa bondade” (D. 1003; cf. 1041). Jesus leva a sério a dedicação de Santa Faustina nesta missão: “Pelos teus ardentes desejos, estou apressando a Festa da Misericórdia…” (D. 1082; cf. 1530), e por isso o demônio procura atrapalhar o seu caminho (D. 1496).

Em 1935, no domingo de encerramento do Jubileu da Redenção, Santa Faustina participa da Eucaristia como se estivesse celebrando a Festa da Misericórdia; Jesus então se lhe manifesta como está na imagem e lhe diz: “Essa Festa saiu do mais íntimo da Minha misericórdia e está aprovada nas profundezas da Minha compaixão. Toda alma que crê e confia na Minha misericórdia irá alcançá-la” (D. 420; cf. 1042; 1073). Sabe, contudo, que talvez não participe em vida da sua celebração, mas nem por isso se desanima: “Eu sou apenas Seu instrumento. Oh! quão ardentemente desejo ver essa Festa da Misericórdia Divina que Deus está exigindo através de mim, mas se for a vontade de Deus e se ela tiver que ser comemorada solenemente apenas depois da minha morte, eu já agora me alegro com ela e já a comemoro interiormente com a permissão do confessor” (D. 711). Chega a tomar conhecimento – por iluminação divina – das disputas que se dão no Vaticano por causa desta Festa (D. 1110; cf. 1463) e dos avanços positivos a seu respeito através do Beato Pe. Sopocko (D. 1254). A Festa propriamente dita seria celebrada no Santuário de Cracóvia-Lagiewniki seis anos após a morte de Santa Faustina (1944).

Fica patente no Diário que existe uma relação muito estreita entre Festa da Misericórdia e veneração do quadro, proclamação da divina misericórdia, confiança nesta divina misericórdia, participação nos sacramentos (Eucaristia e Confissão) e remissão dos pecados (culpas e penas):

A tua tarefa e obrigação é pedir aqui na Terra a misericórdia para o mundo inteiro. Nenhuma alma terá justificação, enquanto não se dirigir, com confiança, à Minha misericórdia. E é por isso que o primeiro domingo depois da Páscoa deve ser a Festa da Misericórdia. Nesse dia, os sacerdotes devem falar às almas desta Minha grande e insondável misericórdia. Faço-te dispensadora da Minha misericórdia. Diz ao teu confessor que aquela Imagem deve ser exposta na igreja, e não dentro da clausura desse Convento. Por meio dessa Imagem concederei muitas graças às almas; que toda alma tenha, por isso, acesso a ela” (D. 570); “Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas. Nesse dia, estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como o escarlate. A Minha misericórdia é tão grande que, por toda a eternidade, nenhuma mente, nem humana, nem angélica a aprofundará. Tudo o que existe saiu das entranhas da Minha misericórdia. Toda alma contemplará em relação a Mim, por toda a eternidade, todo o Meu amor e a Minha misericórdia. A Festa da Misericórdia saiu das Minhas entranhas. Desejo que seja celebrada solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa” (D. 699); “Desejo conceder indulgência plenária às almas que se confessarem e receberem a Santa Comunhão na Festa da Minha misericórdia” (D. 1109).

Em 1936 o Senhor lhe pede que esta Festa seja preparada espiritualmente: “O Senhor me disse para rezar o Terço da Misericórdia por nove dias antes da Festa da Misericórdia. Devo começar na Sexta-feira Santa. Através desta novena concederei às almas toda espécie de graças” (D. 796; cf. 1059; 1209). A relevância desta Festa se pode depreender também da seguinte exortação e promessa: “As almas se perdem, apesar da Minha amarga Paixão. Estou lhes dando a última tábua de salvação, isto é, a Festa da Minha Misericórdia. Se não venerarem a Minha misericórdia, perecerão por toda a eternidade” (D. 965; cf. 998).

Não fechemos o nosso coração: ouçamos a voz do Senhor!  Prepare-se com uma boa confissão, traga o seu quadro e convide os seus parentes e amigos! Eis o tempo da graça, eis o dia da salvação!

Fonte: http://www.misericordia.org.br


Festa da Misericórdia - Decreto

Decreto do Domingo e Festa da Divina Misericórdia PDF Imprimir E-mail
Documentos
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Apêndice B: Proclamação do Domingo da Divina Misericórdia
Em virtude de uma Decreto publicado a 5 de maio de 2000 pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, a Santa Sé proclamou o Segundo Domingo da Páscoa também como Domingo da Divina Misericórdia.

Decreto
O Senhor é bom e tem muita misericórdia (Sl 111, 4) e, pelo grande amor com que nos amou (Ef 2, 4) e em razão de indizível bondade, deu-nos Seu Filho Unigênito como nosso Redentor, de maneira que pela Morte e Ressurreição desse Filho Ele pudesse abrir para a raça humana o caminho da vida eterna e que os filhos adotivos que receberam a Sua misericórdia dentro do Seu templo pudessem levar o Seu louvor aos confins da terra.
Nos nossos tempos, em muitas partes do mundo os fiéis cristãos desejam louvar a divina misericórdia no culto divino, especialmente na celebração do Mistério Pascal, no qual a amável benevolência de Deus resplandece de maneira especial.
Atendendo a esses desejos, o Supremo Pontífice João Paulo II graciosamente determinou que no Missal Romano, após o título Segundo Domingo da Páscoa, seja doravante adicionada a denominação “ou Domingo da Divina Misericórdia” e prescreveu que os textos assinalados para o dia no mesmo Missal e na Liturgia das Horas do Rito Romano devem ser sempre utilizados para a celebração litúrgica desse Domingo.
A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos agora publica essas decisões do Supremo Pontífice para que possam produzir efeito.
Não obstante qualquer disposição contrária.

Cardeal Jorge A. Medina Esteves
Prefeito
23.05.2000

DECRETO DELLA CONGREGAZIONE DEL CULTO DIVINO E LA DISCIPLINA DEI SACRAMENTI SULLA MUTATA DENOMINAZIONE DELLA II DOMENICA DI PASQUA

Il Santo Padre Giovanni Paolo II ha disposto per la II Domenica di Pasqua dell’Anno Liturgico la seguente
denominazione: “II Domenica di Pasqua o della Divina Misericordia”.

Pubblichiamo di seguito il Decreto della Congregazione del Culto Divino e la Disciplina dei Sacramenti:

DECRETUM

Misericors et miserator Dominus (Ps 111, 4), qui propter nimiam caritatem, qua dilexit nos (Eph 2, 4),
Unigenitum suum nobis ineffabili bonitate Redemptorem donavit, ut per eiusdem Filii mortem et
resurrectionem aeternae vitae aditum humano generi reseraret, atque misericordiam suam in medio
templi sui suscipientes, filii adoptionis laudem eius in fines terrae exaltarent.

Nostris autem temporibus christifideles multis ex orbis partibus, in cultu divino et praesertim in
celebratione paschalis mysterii, in quo Dei pietas erga omnes homines maxime relucet, cupiunt
divinam illam misericordiam exaltare.

Quae vota excipiens, Summus Pontifex Ioannes Paulus PP. II benigne disposuit, ut in Missali
Romano posthac titulo Dominicae II Paschae addatur denominatio “seu de Divina Misericordia”,
praescribens etiam ut ad celebrationem liturgicam eiusdem Dominicae quod attinet, adhibendi
semper sint textus qui in eodem Missali et in Liturgia Horarum Ritus Romani pro illa die
inveniuntur.

Haec statuta Summi Pontificis Congregatio pro Cultu Divino et Disciplina Sacramentorum nunc
nota facit ut ad effectum adducantur.

Contrariis quibuslibet minime obstantibus.

Ex aedibus Congregationis de Cultu Divino et Disciplina Sacramentorum, die 5 mensis Maii anno MM.

Georgius A. Card. Medina Estévez

Praefectus

Franciscus Pius Tamburrino

Archiepiscopus a Secretis

[01176-01.01]
http://www.vatican.va/news_services/bulletin/news/7036.php?in…


Terço da Misericórdia direto da Polônia

Eis um convite que faço a você durante esta semana para estarmos rezando pelo 3° Encontro da Divina Misericórdia que acontecerá no próximo fim de semana de 2 a 4 de setembro aqui na sede da Comunidade Canção Nova em Cachoeira Paulista – SP. Mas, sobre tudo, gostaria de convidar a cada um, que rezasse em intenção ao DVD que estamos a preparar contendo um documentário sobre a Devoção a Divina Misericórdia onde vamos conhecer mais profundamente a devoção e toda a biográfia de Santa Faustina. Estamos nos preparando para no mês de Novembro, irmos com uma equipe de produção para Polônia e Lituânia, onde será feito toda a parte de capitação das imagens e entrevistas.

Sabendo que Jesus tem um grande desejo que muitas almas tome conhecimento desta devoção, desejamos desde já, unirmos com você em oração para que, tanto este encontro da Misericórdia na Canção Nova como este documentário possa atingir o seu objetivo que é assima de tudo, a salvação das almas atarvés da Divina Misericórdia

Reze o terço da Misericórdia junto conosco, gravado direto da Cripta no Santuário da Divina Misericórdia em Cracóvia na Polônia.

Click neste link para rezar o “Terço da Misericórdia”


Vc já conhece esta iniciativa?

Meu abraço e agradecimento ao Pe Antônio Aguiar ,por tudo o que fez e faz em minha vida para que eu seja fiel ao chamado de Jesus.

É tempo de misericórdia!

Conheça esta iniciativa inspirada e frutuosa.

Acesse: capelinhadamisericordia.blogspot.com


Dia de Sta. Faustina

SANTA FAUSTINA – BIOGRAFIA

MARIA FAUSTINA KOWALSKA escrevia em 1937 no seu Diário: “A glorificação da Tua misericórdia, ó Jesus, é a missão exclusiva da minha vida”.

Nasceu em Glogowiec, na Polônia central, no dia 25 de Agosto de 1905, de uma família camponesa de sólida  formação cristã. Desde a infância sentiu a aspiração à vida consagrada, mas teve de esperar diversos anos antes de poder seguir a sua vocação. Em todo o caso, desde aquela época começou a percorrer a via da santidade. Mais tarde, recordava: “Desde a minha mais tenra idade desejei tornar-me uma grande santa”.Com a idade de 16 anos deixou a casa paterna e começou a trabalhar como doméstica. Na oração tomou depois a decisão de ingressar num convento.

Assim, em 1925, entrou na Congregação das Irmãs da Bem-aventurada Virgem Maria da Misericórdia, que se dedica à educação das jovens e à assistência das mulheres necessitadas de renovação espiritual. Ao concluir o noviciado, emitiu os votos religiosos que foram observados durante toda a sua vida, com prontidão e lealdade. Em diversas casas do Instituto, desempenhou de modo exemplar as funções de cozinheira, jardineira e porteira. Teve uma vida espiritual extraordinariamente rica de generosidade, de amor e de carismas que escondeu na humildade dos empenhos quotidianos.O Senhor escolheu esta Religiosa para se tornar apóstola da Sua misericórdia, a fim de aproximar mais de Deus os homens, segundo o expresso mandato de Jesus: “Os homens têm necessidade da minha misericórdia”. Em 1934, Irmã Maria Faustina ofereceu-se a Deus pelos pecadores, sobretudo por aqueles que tinham perdido a esperança na misericórdia divina. Nutriu uma fervorosa devoção à Eucaristia e à Mãe do Redentor, e amou intensamente a Igreja participando, no escondimento, na sua missão de salvação. Enriqueceu a sua vida consagrada e o seu apostolado, com o sofrimento do espírito e do coração. Consumada pela tuberculose, morreu santamente em Cracóvia no dia 5 de Outubro de 1938, com a idade de 33 anos.João Paulo II proclamou-a Beata no dia 18 de Abril de 1993; sucessivamente, a Congregação para as Causas dos Santos examinou com êxito positivo uma cura milagrosa atribuída à intercessão da Beata Maria Faustina, e no dia 20 de Dezembro de 1999 foi promulgado o Decreto sobre esse milagre.

Foi Canonizada em 30 de abril de 2000, pelo Papa João Paulo II, sendo agora invocada como Santa Maria Faustina do Santíssimo Sacramento

Envie seu pedido para colocarmos na gota da misericordia.


Estás sedento?

Ainda que sua vida interior esteja como um DESERTO, creia que há um oásis a lhe esperar. Ele está muitas vezes embaixo dos escombros que foi se acumulando em sua alma e bem lá no fundo há vida.             Não se acostume com a sede, ela pode roubar sua vida. Busque a água viva! Busque a fonte límpida e deixe sua alma se inundar de vida plena. Jesus tem um presente para vc hj.

Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de misericórdia para nós.                                      Eu confio em Vós.


No Monte das Oliveiras...

Que maravilhosa experiência! Caminhar por onde Nosso Senhor Jesus andou, rezar onde Ele venceu a grande tentação e nos ensinou a fazer a vontade do Pai! Rezei por vc, seus pedidos e sua família. Estamos unidos de coração. Carrego vc em meu coração nesta peregrinação!

Hoje pela manhã no ônibus rezamos o Terço da misericórdia, nos preparando para vivenciar o encontro com o sofrimento de Jesus no Horto das Oliveiras.

Amanhã estaremos no Santo Sepulcro, envie seu pedido de oração!

Um abraço para Patrícia que está no Terço da misericordia até a minha volta e para toda equipe!

Obrigada  Cris, pelo carinho e cuidado com o blog!


Viva Jesus!!!

Nossos corações estão renovados para viver a Divina Misericórdia em nossas vidas! A Festa foi linda e cheia da graça de Deus!

Em 2011 a Festa da Misericórdia será celebrada no dia 01 de maio! Espero por vc e sua família!


A Misericórdia Divina em minha vida!

Festa da Misericórdia / Pregação Eliana Sá by Canção Nova.


O milagre da misericórdia

 

Eliana Sá
Foto: Robson Siqueira

Neste ano estamos comemorando a oitava festa da misericórdia, na Canção Nova, as graças já estão sendo derramadas porque Jesus está no meio de nós. Jesus disse à irmã Faustina: “Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pobres pecadores. Neste dia estão abertas as entranhas da Minha Misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre aquelas almas que se aproximam da fonte da Minha Misericórdia”. Não desvie sua atenção de Jesus por nada, toda sua atenção seja para Jesus, o centro de nossas vidas. 

“1-Ouvi a palavra do SENHOR, magistrados de Sodoma! Prestai atenção à Lei do nosso Deus, povo de Gomorra! 15-Quando estendeis as mãos para mim, desvio o meu olhar. Ainda que multipliqueis as orações, de forma alguma atenderei. É que vossas mãos estão sujas de sangue. 16.Lavai-vos, limpai-vos, tirai da minha vista as injustiças que praticais. Parai de fazer o mal, 17.aprendei a fazer o bem, buscai o que é correto, defendei o direito do oprimido, fazei justiça para o órfão, defendei a causa da viúva. 18.Depois, vinde, podemos discutir, — diz o SENHOR. Se vossos pecados forem vermelhos como escarlate, ficarão brancos como a neve, se vermelhos como a púrpura, ficarão iguais à lã. 19.Se quiserdes obedecer, continuareis comendo as coisas boas do país. 20.Se não quiserdes, porém, e me irritardes, vós é que sereis comidos pela espada, — assim falou a boca do SENHOR” (Isaías 1,10;15-20).

No domingo da misericórdia nenhuma comporta do céu está fechada, é o refúgio dos pecadores, por isso Jesus os atrai, por isso vem muitas pessoas aqui. Jesus disse à irmã Faustina: “Ainda que a alma esteja em decomposição – como um cadáver, e ainda que humanamente já não haja possibilidade de restauração e tudo se encontre perdido, as coisas não são assim para Deus.” Nós somos pequenos demais para compreendermos a grandeza e a misericórdia de Deus, tudo saiu de suas entranhas, a festa da misericórdia saiu de suas entranhas. A humanidade não terá paz enquanto não se voltar a fonte da misericórdia de Jesus. As promessas de Deus nas Sagradas Escrituras são: v.18 Se vossos pecados forem vermelhos como escarlate, ficarão brancos como a neve, se vermelhos como a púrpura, ficarão iguais à lã. 19.Se quiserdes obedecer, continuareis comendo as coisas boas do país.

‘O milagre da misericórdia’
Foto: Robson Siqueira

Este ano é para nós um ano de graça, é um ano que Deus marcou para nós como um ano de graças e bênçãos. Eu estou proclamando no nome de Jesus, este é um ano de graças, não sabemos quanto tempo durará este tempo de misericórdia, porém tempo é coisa de gente, que usa relógio. Para Deus não há tempo, pois para Deus o tempo é sempre hoje.

Proclamamos na Missa a segunda vinda de Jesus, os apóstolos esperavam a vinda de Jesus, e Ele prometeu o Espírito Santo. Quando Jesus voltou para o céu,os apóstolos ficaram olhando para o alto, e o anjo lhes disse: “não fiqueis aí parado olhando para o alto, pois Aquele que foi, voltará glorioso” (cf. Atos 1,9-11), estamos esperando há 2008 anos a vinda de Cristo. Jesus não voltou ainda pois estamos no tempo da misericórdia, o maior atributo de Deus é ser misericórdia, estamos num tempo que pode acabar hoje e entrarmos no tempo da justiça.

Ricardo Sá, disse: Agora é o tempo da misericórdia, hoje é o tempo, para Deus sempre o tempo é agora, para minha vida, minha família, meu casamento, meus irmãos e irmãs, hoje, agora, neste momento é tempo de misericórdia, eu quero eu aceito. Vem Jesus misericordioso, envolve-nos, salva-nos. 


Transcrição e adaptação:Elcka Torres


ADQUIRA ESTA PALESTRA PELO TELEFONE
(12) 3186 2600
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Eliana Sá 

Missionária da Comunidade Canção Nova, apresentadora do Programa Terço da Misericórdia, da TV Canção Nova.


Obras de Misericórdia

  Corporais                          

1- Dar de comer a quem tem fome.    

2- Dar de beber a quem tem sede.   

3- Vestir os nus.                                      

4- Dar pousadas aos peregrinos.            

5- Assistir os enfermos.

6- Visitar os presos.

7- Enterrar os mortos.

                                  Espirituais  

1- Dar bom conselho.

2- Ensinar os ignorantes.

3- Corrigir os que erram.

4- Consolar os tristes.

5- Perdoar as injúrias.

6- Sofrer com paciência as fraquezas do próximo.

7- Rogar a Deus por vivos e defuntos.                  

                                                                     


Beatificação de Padre Miguel Sopocko

Dia  28 de setembro, na praça da Igreja da Divina Misericórdia, em Bialystok, Polônia, foi beatificado o Fundador da Congregação das Irmãs de Jesus Misericordioso, Padre Michal (Mikal, Miguel) Sopocko.

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Servo de Deus Pe. Miguel Sopocko

(1888 – 1975)

“Eis a tua ajuda visível na Terra.
Ele te ajudará a cumprir a Minha vontade na Terra”
(Diário, 53).

“É um sacerdote segundo o Meu Coração(…) Por ele agradou-Me divulgar a honra à Minha misericórdia”
 (Diário, 1256).

“O pensamento dele está estreitamente unido com o Meu e, portanto, fica tranqüila quanto à Minha obra. Não permitirei que ele se engane e nada faças sem a permissão dele!”  (Diário, 1408).

O Papa Bento XVI dedicou na data de 28 de setmbro, durante a saudação aos peregrinos reunidos em Castel Gandolfo para a oração do Ângelus, um pensamento especial ao novo beato Michał Sopoćko, propagador do culto à Divina Misericórdia.

O Papa cumprimentou as dioceses polonesas de Białystok e de Vilna, que celebram a beatificação do sacerdote Michał Sopoćko, confessor e pai espiritual de Santa Faustina Kowalska.

Por sugestão sua, a santa descreveu suas experiências místicas e as aparições de Jesus misericordioso em seu conhecido ‘Diário’. Também, graças aos seus esforços, foi pintada e transmitida ao mundo a imagem com a frase “Jesus, eu confio em Vós!”

Sopoćko foi, segundo o Papa, um «sacerdote repleto de zelo, educador e propagador do culto à Divina Misericórdia».

Desta beatificação, acrescentou, «se alegra, lá na casa do Pai, meu amado predecessor, o servo de Deus João Paulo II. Foi ele quem confiou o mundo à Divina Misericórdia e por isso eu repito seu desejo a todos: ‘Que Deus rico em misericórdia vos abençoe!’».

Michał Sopoćko nasceu no dia 1º de novembro de 1888, em Juszewszczyzna (um povoado próximo de Vilna), e foi ordenado sacerdote em 1914. Foi capelão do exército polonês durante a I Guerra Mundial.

Ele se converteu em confessor de Santa Faustina em 1933. O culto à Divina Misericórdia foi o marco-chave de sua vida, ele lutou para instituir a festa da Divina Misericórdia.

Durante a II Guerra Mundial, ele ajudou pessoas perseguidas pelo regime nazista, entre elas vários judeus, e fundou uma nova congregação religiosa, as Irmãs de Jesus Misericordioso, e o Instituto Secular da Divina Misericórdia.

Ele morreu no dia 15 de fevereiro de 1975, em Białystok.

Padre Miguel Sopocko, rogai por nós!


O Diário de Santa Faustina

O Diário foi redigido por ordem expressa do Senhor.
Diz o Senhor à Ir. Faustina:
“Tua tarefa é escrever tudo que te dou a conhecer sobre a minha Misericórdia para o proveito das almas, as quais lendo estes escritos, experimentarão consolo na alma e terão coragem de se aproximar de mim. E, por isso, desejo que dediques todos os momentos livres a escrever.” (Diário 1693).

Que possamos seguir os passos de Ir. Faustina, lembrando que  todas as almas e, em especial, as afastadas de Deus e que estão no desespero, que Jesus espera-as com a sua infinita misericórdia.
Vamos repetir com  Ir. Faustina as palavras dirigidas a Jesus:

“O meu maior desejo é que as almas conheçam que Vós sois a sua felicidade eterna, que creiam na Vossa bondade e glorifiquem para sempre a vossa misericórdia” (D. 305).

Confiemos!

Abraços,

Eliana Sá.

 


A Confiança e a Divina Misericórdia

O fundamento da Divina Misericórdia é a confiança. Somos como vasos de misericórdia e o quanto de misericórdia estes vasos irão armazenar e distribuir para os outros, depende da nossa confiança. E a confiança requer conversão do nosso coração e de nossa alma para entendermos a Misericórdia de Deus, sermos misericordiosos com os outros, e para deixarmos Deus dirigir nossas vidas.

Confiar em Deus é fácil quando as coisas vão bem, contudo, em tempos de provação, sofrimento, dúvida, fraqueza e ansiedade, começamos a imaginar “onde está Deus?” “Ele realmente existe?”

Se rezamos e acreditamos que estamos fazendo a Sua vontade, então devemos pedir com força e firmeza na fé. A confiança é a chave para se viver a Divina Misericórdia. Quando nossa fé é testada em tempos de provação e sofrimento, reflitamos no que Jesus falou para Santa Faustina:

“Quanto mais a alma confiar, tanto mais receberá.” (D. 1577).

Eu confio, vamos confiar juntos (as)?

Um abraço,

Unida sempre a você na confiança e na oração,

Eliana Sá.


Agora é Tempo de Misericórdia

As revelações de Nosso Senhor à Santa Faustina falam de agora como tempo de misericórdia. Existe uma urgência especial nessa mensagem.

Repetidamente Jesus enfatizou que agora é o dia da misericórdia, antes da vinda do dia do julgamento. Agora é o tempo da preparação para a vinda do Senhor. “Escreva isto” – disse Nosso Senhor à ela:

Antes de vir como justo Juiz, venho como Rei da Misericórdia…  (Diário de Santa Faustina, 83).

Coloquem a esperança na Minha misericórdia os maiores pecadores. Eles têm mais direito do que outros à confiança no abismo da Minha misericórdia. (…) A estas almas concedo graças que excedem os seus pedidos. (D. 1146).

Todos os dias na Hora da Misericórdia – 15 horas – rezamos o Terço da Divina Misericórdia aqui na Canção Nova. Se possível, una-se conosco nesta oração, mesmo que espiritualmente.

Três horas da tarde tem especial significado, porque foi a hora em que Nosso Senhor morreu por nós. Enquanto refletia nesta hora, o centurião romano Logino (hoje São Longuinho) se deu conta de quem era Jesus. Logino foi aquele que atirou a lança no lado de Nosso Senhor Jesus Cristo. O Apóstolo São João escreveu em seu Evangelho : “Chegando a JESUS e vendo-O morto, não lhe quebraram as pernas, mas um dos soldados transpassou-Lhe o lado com a lança e imediatamente saiu sangue e água”. (Jo 19,33-34)

A Hora da Misericórdia

Sabemos que Nosso Senhor quer que  sempre rezemos e imploremos por misericórdia para o mundo. Ele deu à Santa Faustina uma ordem especial sobre as três horas da tarde:

 “Às três horas da tarde, implora à Minha misericórdia especialmente pelos pecadores e, ao menos por um breve tempo, reflete sobre a Minha Paixão, especialmente sobre o abandono em que Me encontrei no momento da agonia. Esta é a Hora de grande misericórdia para o Mundo inteiro. Permitirei que penetres na Minha tristeza mortal. Nessa hora nada negarei à alma que Me pedir pela Minha Paixão.” (D. 1320).

Em outra ocasião, Jesus Misericordioso disse:

 “Lembro-te, Minha filha, que todas as vezes que ouvires o bater do relógio, às três horas da tarde, deves mergulhar toda na Minha misericórdia, adorando-A e glorificando-A. Implora a onipotência dela em favor do Mundo inteiro e especialmente dos pobres pecadores, porque nesse momento foi largamente aberta para toda a alma. Nessa hora, conseguirás tudo para ti e para os outros. Nessa hora, realizou-se a graça para todo o Mundo: a misericórdia venceu a justiça. Minha filha, procura rezar, nessa hora, a Via-sacra, na medida em que te permitirem os teus deveres, e se não puderes fazer a Via-sacra, entra, ao menos por um momento na capela e adora o Meu Coração, que está cheio de misericórdia no Santíssimo Sacramento. Se não puderes sequer ir à capela, recolhe-te em oração onde estiveres, ainda que seja por um breve momento. Exijo honra à Minha misericórdia de toda criatura, mas de ti em primeiro lugar, porque te dei a conhecer mais profundamente esse mistério” (D. 1572).

Ele também pediu que  rezássemos o Terço da Divina Misericórdia freqüentemente. Na verdade, Jesus Misericordioso disse à Santa Faustina:

“Recita, sem cessar, este Terço que te ensinei” (D. 687).

Vamos rezar?

Um abraço,

Eliana Sá.


A Divina Misericórdia é minha vida

Essa é a pregação que fiz, na Festa da Divina Misericórdia do ano de 2006.

Deixe-se envolver pela graça de Deus.

.: Ouça essa pregação na íntegra
“Quem precisa levar hoje um milagre para casa?
Ponha a sua mão no coração e ofereça para Jesus seu cansaço, sua dor, onde quer que seja…

Da sua dor e do seu sofrimento você pode dar sua oferta a Deus.

Pergunto a você: como vai a sua família? Oferte-a para Jesus. Reze comigo: “Divina Misericórdia, fonte de milagres e prodígios, eu confio em Vós!”

Como será que Jesus Misericordioso vê a sua família?”


Vamos Refletir

Convido você a refletir  comigo essas palavras, ditas por Jesus, à Santa Faustina, escritas em seu Diário, número 1685.

“Minha filha, observa fielmente as palavras que te digo: não dês demasiado valor a nenhuma coisa exterior, ainda que te pareça muito preciosa.
Abandona-te a ti mesma e permanece continuamente Comigo.
Confia tudo a Mim e não faças nada por tua conta, e terás sempre grande liberdade de espírito; e nenhuma circustância nem acontecimento conseguirão perturbar-te.
Não prestes muita atenção às palavras dos homens, deixa que cada um te julgue como quiser. Não te justifiques, que isso em nada te prejudicará.
Entrega tudo ao primeiro sinal de exigência, ainda que sejam as coisas mais necessárias.
Não peças nada sem pedir o Meu conselho. Permite que te tiram até aqui a que tens direito: o reconhecimento, o bom nome; que o teu espírito se eleve acima de tudo isso. E, assim, liberta de tudo, descansa junto do MEU Coração. Não permitas que alguma coisa pertube a tua PAZ.
Discípula, reflete sobre essas palavras que te disse.”

Alegro-me quando recebo o seu comentário.

Unida na Misericórdia de Jesus,

Eliana Sá.


O que fazer na hora do desânimo?

” Minha Filha, fica sabendo que os maiores obstáculos à santidade são o desânimo e a inquietação infundada.
Eles te impedem de praticar a virtude. Todas as tentações juntas não deveriam, nem por um momento, perturbar a tua paz interior.
Não devem nunca desanimar-te,  mas esforçar-te para que em lugar do amor próprio possa reinar o Meu amor. Portanto, TEM CONFIANÇA, Minha Filha; não deves desanimar. Vem buscar o Meu perdão, pois Eu estou sempre pronto a te perdoar. Quantas vezes Me pedirdes o perdão, tantas vezes glorificarás a Minha misericórdia.”
Você não está sozinho(a) na luta pela santidade.
Estamos juntos(as)!
Unindo nossos corações na misericórdia,
Eliana Sá

 


Humildade

Pedi hoje, ao Senhor que se dignasse instruir-me sobre a vida interior, porque por mim mesma não posso compreender nem pensar nada de perfeito. E o Senhor me respondeu: Fui teu Mestre, sou e serei. Procura fazer com que o teu coração se assemelhe ao Meu Coração menso e humilde. Não reclames nunca os teus direitos. Suporta todas as vicissitudes da vida com grande serenidade e paciência. Não te defendas, quando toda a vergonha recair sobre ti inocentemente. Permite que triunfem os outros. Não deixes de ser boa quando perceberes que estão abusando de tua bondade. Quando for necessário, Eu mesmo reclamarei por ti. Sê grata pela menor graça Minha, porque essa gratidão Me obriga a conceder-te novas graças ( D.1701).


Finais dos tempos

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Escreve isto: Antes de vir como justo Juiz, venho como Rei da Misericórdia. Antes de vir o dia da justiça, nos céus será dado aos homens este sinal: Apagar-se- á  toda luz do céu e haverá uma grande escuridão sobre a Terra. Então aparecerá o sinal-da-Cruz no céu, e dos orifícios onde foram pregadas as mãos e os pés do Salvador sairão grandes luzes, que, por algum tempo, iluminarão a Terra. Isso acontecerá pouco antes do último dia (D.83).


Como foi o Congresso da Divina Misericórdia

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Cardeal aprofundou devoção de Santa Faustina

 Por : Tatiana Gomes
Correspondente da Canção Nova em Roma

A espiritualidade da Divina Misericórdia foi o foco do Congresso Mundial que reuniu milhares de pessoas semana passada, em Roma. A devoção, difundida a partir da experiência da Santa polonesa Faustina Kowalska, foi aprofundada por meio de conferências,  na busca de uma verdadeira prática entre cristãos.

Na manhã da quinta-feira,  dia 3,  o presidente do Congresso Cardeal Christoph Schönborn, tratou do verdadeiro sentido da misericórdia, apontando que esta “é uma atitude fundamental do homem”, e não “um sentimento vago de amor universal”. Denunciou que a eutanásia é apenas uma forma de tentar “embelezar” a morte de um doente.

A história da devoção,  tesouro da Igreja,  foi tema da conferência tratado  pelo Cardeal da Lituânia, Dom Audrys Backis,  que trouxe detalhes a respeito do quadro de Jesus Misericordioso e dos escritos de Santa Faustina,  hoje conhecidos em todo o mundo.

O Congresso Apostólico Mundial da Misericórdia teve início na quarta-feira, e terminou domingo, dia 6. A programação apresentou, além das conferências, workshops e apresentações artísticas.

 

Encontro levou fiéis à experiência com Jesus Misericordioso

Da Redação

Em Roma, o Congresso Apostólico Mundial da Divina Misericórdia,  movimentou toda a cidade. Momentos especiais de oração, confissão, adoração ao Santíssimo Sacramento, shows de evangelização, missas e pregações  proporcionaram aos presentes no centro histórico da cidade, nas praças e nas Igrejas, um encontro pessoal com Jesus Misericordioso. Brasileiros, como o Padre Marcial Maçaneiro, assessor da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil,  Ricardo Sá e Eliana Sá, membros da Comunidade Canção Nova,  participaram do encontro.

Padre Marcial Maçaneiro é um dos congressistas. Em sua colocação, na sexta-feira, abordou o tema “Misericórdia, Carisma e Missão”.

Dia 04,  pontualmente às 15 horas,  em todas as igrejas que abrigam o Congresso,  o terço da Misericórdia foi rezado. Ao longo da oração,  animadores cantaram e apresentaram suas intenções.

A Igreja São João de Latrão se tornou espaço para testemunhos e intervenções como a do Bispo de Lyon,  Cardeal Babarram e do ex-secretário de João Paulo II,  Cardeal Stanislaw Dziwisz. Nesta mesma igreja o Vigário Geral da Diocese de Roma, Cardeal Ruini, celebrou uma das missas.

Na noite de sábado,  Ricardo Sá fez uma apresentação na Praça Navona. No Domingo, o Cardeal arcebispo de Viena,  Christoph Schoenborn celebrou a Santa Missa na Praça de São Pedro. Em seguida todos participaram do Regina Coeli, com o Papa Bento XVI.

E assim se concluíram as atividades do I Congresso Apostólico Mundial da Divina Misericórdia.


Congresso Mundial da Misericórdia - Roma

missa-do-congresso.jpgmissa-congresso.jpgOs organizadores do Congresso Mundial da Misericórdia querem proporcionar aos participantes um verdadeiro encontro com a misericórdia Divina. A abertura do evento, na Praça de São Pedro, se deu com uma Missa celebrada pelo Papa Bento XVI,  pelos 3 anos do falecimento de João Paulo II.

Missa presidida por Bento XVI, lembra o 3º ano da morte de JPII

Notícia Rádio Vaticano

Na presença de cerca de 40 mil fiéis e peregrinos, Bento XVI presidiu, na manhã desta quarta feira, 2 de abril, na Praça de São Pedro, uma Celebração Eucarística no terceiro aniversário da morte de João Paulo II.

Com o Papa concelebraram os cardeais Ângelo Sodano, decano do Colégio cardinalício e ex-secretário de estado, e João Batista Re, prefeito da Congregação dos Bispos e ex substituto da Secretaria de Estado. Entre as dezenas de cardeais e bispos que participaram na celebração encontravam-se os colaboradores mais íntimos de JPII, como o vigário do Papa para a Diocese de Roma, Cardeal Camilo Ruini e seus dois secretários: Dom Estanislau, hoje cardeal arcebispo de Cracóvia e Dom Mietek, hoje bispo coadjutor de Leopolis dos Latinos.

“A única esperança para o homem está na misericórdia de Deus”. Palavras de João Paulo II evocadas pelo seu sucessor na homilia da Missa.

Toda a vida de João Paulo II,  especialmente o seu ministério petrino,  pode ser lido sob o signo de Cristo Ressuscitado,  sublinhou Bento XVI.  As palavras do anjo da ressurreição “Não tenhais medo!” constituíram,  uma palavra de ordem,  assente não nas forças humanas,  mas unicamente na Cruz e na Ressurreição de Cristo.

O Papa começou lembrando a comoção de todo o mundo,  há três anos,  diante da morte do servo de Deus João Paulo II.  Ao longo de diversos dias,  recordou,  a Basílica e a Praça de São Pedro “foram verdadeiramente o coração do mundo”, com “um caudal ininterrupto de peregrinos” para prestar homenagem ao despojos do venerado Pontífice. Há poucos dias da celebração da Páscoa,  o coração da Igreja encontrava-se ainda profundamente imerso no mistério da Ressurreição do Senhor.
 
“Na verdade, podemos ler toda a vida do meu amado predecessor,  em particular o seu ministério petrino,  sob o signo de Cristo Ressuscitado.  N’Ele nutria uma fé extraordinária,  com Ele se detinha em conversação íntima,  singular e ininterrupta. Entre as tantas qualidades humanas e sobrenaturais,  tinha também a de uma excepcional sensibilidade espiritual e mística”.

“O seu ‘Não tenhais medo’ não se baseava nas forças humanas,  nem nos sucessos obtidos,  mas unicamente na Palavra de Deus,  na Cruz e na Ressurreição de Cristo.  A medida que ia sendo despojado de tudo, até mesmo da sua própria palavra,  foi aparecendo com crescente evidência o seu confiar-se a Cristo. Como aconteceu a Jesus, também para João Paulo II no final as palavras deram lugar ao extremo sacrifício,  ao dom de si.  E a morte foi o sigilo de toda uma existência dada a Cristo,  a Ele conformada mesmo fisicamente nas marcas do sofrimento e do abandono confiante nos braços do Pai celeste”.

Entre os muitos fiéis presentes na Praça de São Pedro,  nesta Missa de sufrágio por João Paulo II,  encontravam-se umas sete mil pessoas que participam nestes dias no I Congresso Mundial sobre a Divina Misericórdia.  Bento XVI sublinhou que “a misericórdia de Deus é uma privilegiada chave de leitura do pontificado” do Papa Wojtyla. “Ele queria que o mensagem do amor misericordioso de Deus chegasse a todos os homens e exortava os fiéis a testemunhá-la”.

“O servo de Deus João Paulo II tinha conhecido e vivido pessoalmente as imensas tragédias do século XX e por muito tempo se interrogou o que é que poderia deter a maré do mal.  A resposta não podia encontrar-se senão no amor de Deus.
De fato só a Divina Misericórdia está em condições de colocar um limite ao mal;  só o amor onipotente de Deus pode derrotar a prepotência dos malvados e o poder destrutivo do egoísmo e do ódio”.

Foi por isso que,  durante a sua última visita à Polônia,  regressando à sua terra natal,  ele fez questão de afirmar que “não há para o homem outra fonte de salvação senão a misericórdia de Deus”.

 “A Misericórdia pode transformar o mundo,” afirma padre polonês

Redação

“O primeiro Congresso Mundial da Misericórdia acontece em Roma entre 2 e 6 de abril, exatamente três anos após a morte do Papa João Paulo II. O Pontífice faleceu nas vésperas da Festa da Divina Misericórdia em 2005. Um ano depois, o Papa Bento XVI recordou: “O mistério do amor misericordioso de Deus era o centro do Pontificado do meu Venerado predecessor”.

O congresso tem como presidente o Cardeal austríaco Christorph Schãnborn, arcebispo de Viena e como delegados os cardeais Snanislaw Dziwisz,  arcebispo de Cracóvia,  Polônia; Camillo Ruini, vigário Geral de Roma; Francis Arinze, prefeito da Congregação para a disciplina dos Sacramentos. Conta também com o Arcebispo da Bielorússia, Tadeuz Kondrusiewicz.

Entre os temas centrais,  estão: a Misericórdia no mistério da Igreja; a comunhão da Igreja estimulada pela Misericórdia e o papel da Misericórdia na missão da Igreja.

Padre Patrice Chocholski,  secretário geral do Congresso,  afirmou que o objetivo do evento é difundir a mensagem da Divina Misericórdia ao maior número de pessoas,  pois “a Misericórdia pode transformar o mundo”,  como destaca.

O padre polonês afirmou também que outras igrejas cristãs e comunidade religiosas e, até mesmo,  representantes de outras religiões como o budismo e o hinduismo participarão do Congresso.”

A TV Canção Nova fará a cobertura completa do Congresso.


O dia da Festa!

santa-e-jesus.jpgFoi uma Festa de muitas Graças e Bençãos!

Começamos na noite de sábado com um lindo show oracional de Irmã Kelly Patrícia.

Durante toda madrugada nos mantivemos em Vigília e Adoração, Missa  e logo ao amanhecer o Terço mariano.

Durante todo dia, muita alegria, Festa para Jesus Misericordioso, com pregações, orações, adoração, animação, Santa Missa e o convite para a Festa do ano que vem que será dia 19 de abril.

Quem esteve presente pôde viver momentos de graça. Tenho certeza que Bençãos especiais foram derramadas.

Arrecadamos nomes para apóstolos, com a confiança de que a devoção a Jesus Misericordioso crescerá a cada dia, e assim muitas almas serão salvas.

 Pude receber muito carinho das pessoas que aqui estiveram, agradeço cada manifestação com muito amor. Deus abençoe a todos!

Podemos conversar com algumas pessoas, que nos deixaram uma mensagem. E a seguir, coloquei o que disse nosso querido Papa Bento XVI, sobre esse dia!

Vejam:

Foi a minha primeira vez aqui na Canção Nova, vim de Maceió (AL). Quero dizer que experiência igual a essa, ‘só duas dessa’. Nunca vivi tanta emoção e alegria como estou vivendo aqui. Esse sempre foi meu sonho e Deus realizou. O Senhor falou muito comigo através das paisagens, que entre as montanhas, fica esta imensa construção: Centro de Evangelização. É muito bom, maravilhoso, já até liguei várias vezes para minha cidade e estou muito contente. Tenho certeza que o Senhor ainda vai falar muito mais. Agradeço ao Senhor! José, 30 anos, decorador de gesso, Maceió (AL)

 

Foi maravilhosa a experiência que vivi. Uma vez que estou aqui presente com minha esposa e com meu filho de três anos, é a primeira vez que viajamos para a Canção Nova, e gostaria muito de vir com os meus parentes também. Pois é muito difícil descrever em palavras a experiência que cada um tem com Deus, em especial na Festa da Misericórdia. O que eu carrego no meu coração para a baixada santista é que cada vez que venho me fortifico na comunhão que temos com a fé, não só eu, como toda a minha família. Filemon Fábio de Oliveira, advogado, Santos (SP)

 

Graças a Deus tenho recebido muitas bênçãos. Desde a primeira vez que vim aqui na Canção Nova, que foi o ano passado no ‘Domingo da Misericórdia’. Hoje venho pedir uma graça para uma prima que tem câncer e estou confiante que receberei e testemunharei. Tem também uma pessoa em minha família que não queria vir, passou a semana inteira falando que não viria, mas experimentando a misericórdia até chorou na pregação. Hoje perguntei se estava gostando, ela disse que estava amando, nem sentindo dor estava mais, pois está doente. Glória a Deus! Maria de Fátima, diarista, Itaim Paulista (SP)

 

A misericórdia de Deus é maravilhosa, porque Deus nos deu a oportunidade de estarmos aqui, nesta festa tradicional, e o Centro de Evangelização vai ficar pequeno para tantas pessoas que vêm de tudo quanto é lugar. A misericórdia de Jesus é uma maravilha, é um Coração que se abre, e água e sangue se derramam para todos. É muito lindo porque sem distinção a água e o sangue de Jesus Cristo jorram à  todos aqueles que precisam. Testemunhe o que Deus tem feito de bom em sua vida. Testemunhar e confiar: ‘Jesus eu confio em vós’! Cláudio, bancário e Maria de Fátima, dona de casa, Cruzeiro (SP)

 

É o segundo ano que participo da Festa da Misericórdia, onde alcancei muitas graças e inclusive a cura de um parente que usava drogas. Tenho uma família maravilhosa, por isso louvo a Deus. Peço sempre pela minha família, e já confiando, agradeço pela misericórdia de Jesus. Geralda Paula Guedes, aposentada, Belo Horizonte (MG)

 

No Domingo da Misericórdia Papa recorda JPII.  

(Da Redação – CN Notícias)

“Queridos irmãos e irmãs!

Durante o Jubileu de 2000,  o amado Servo de Deus João Paulo II estabeleceu que em toda a Igreja o domingo após a Páscoa,  além de ser o Domingo in albis, fosse chamado também Domingo da Divina Misericórdia. Isto aconteceu contemporaneamente a canonização de Faustina Kowalska,  humilde freira polonesa,  nascida em 1905,  que morreu em 1938,  zelante mensageira de Jesus Misericordioso. A misericórdia é,  na verdade,  o núcleo central da mensagem evangélica. É o próprio nome de Deus,  o rosto com o qual ele se revelou na antiga aliança e plenamente em Jesus Cristo, encarnação do Amor criador e redentor. Este amor de misericórdia ilumina,  também,  o rosto da Igreja e se manifesta através dos Sacramentos, em particular através da Reconciliação. Tudo o que a Igreja diz e faz manifesta a misericórdia que Deus nutre pelo homem. Quando a Igreja recorda uma verdade que está sendo desprezada,  ou traída,  é motivada pelo amor Misericordioso,  para que os homens tenham a vida,  e atenham em abundância ( Jo 10,10). Da Misericórdia Divina que pacifica os corações,  brota  a autêntica paz no mundo;  a paz entre os povos,  culturas e religiões diferentes. Como Irmã Faustina, João Paulo II também se fez apóstolo da Misericórdia. Na noite do inesquecível  de 2 de abril de 2005, quando ele fechou os olhos neste mundo, era exatamente a vigília do 2º Domingo de Páscoa, e muitos notaram esta singular coincidência, que unia em si a dimensão Mariana – o primeiro sábado do mês – e a festa da Divina Misericórdia. De fato o seu longo e multiforme pontificado tem este núcleo. Toda a sua missão à serviço da verdade sobre Deus e sobre o homem e da paz no mundo se resume neste anúncio que ele pronunciou em Cracóvia – Lagiewniki em 2002, ao inaugurar o grande Santuário da Divina Misericórdia: “Fora da Misericórdia de Deus não existe outra fonte de esperança para os seres humanos”. A sua mensagem, assim como a de Santa Faustina, reconduz ao rosto de Cristo, suprema revelação da Misericórdia de Deus. Contemplar constantemente este rosto: esta é a herança que Ele nos deixou e que nós, com alegria, acolhemos e fazemos nossa.  A Divina Misericórdia será refletida, de modo especial, nos próximos dias, durante o Congresso Apostólico Mundial da Divina Misericórdia, Roma. O congresso será iniciado com Santa Missa a qual, por vontade de Deus, presidirei na manhã de quarta-feira 2 de abril, no terceiro aniversário da morte do servo de Deus João Paulo II. Coloquemos o Congresso sob a celeste proteção de Maria Santíssima Mater Misericordiae. A Ela confiamos a grande causa da paz no mundo, para que a Misericórdia de Deus faça aquilo que é impossível as nossas forças, e infunda nos corações a coragem do diálogo e da reconciliação”. (Papa Bento XVI)

Fiquem com Deus! Abraços,

Eliana Sá.