Archive for março, 2010

Mobiliário do Planalto vai custar R$ 2,98 milhões
O novo mobiliário do Palácio do Planalto que será reinaugurado em 21 de abril, aniversário de 50 anos da capital federal, após 11 meses de reformas custará pelo menos R$ 2,98 milhões ao contribuinte. Sofás, cadeiras, mesas e poltronas, com as assinaturas do arquiteto Oscar Niemeyer e do designer Sérgio Rodrigues, serão comprados com inexigibilidade de licitação, a título de transformar o ambiente numa referência do mobiliário brasileiro das décadas de 50, 60 e 70. São 1.273 peças de Rodrigues por R$ 2,58 milhões; e 54 de Niemeyer, por R$ 396,6 mil. Uma cadeira de espaldar alto, com a marca de Rodrigues, sai a R$ 2,5 mil.

Arruda vai ser interrogado pela PF segunda-feira
O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM) será ouvido pela Polícia Federal segunda-feira sobre o suposto esquema de corrupção em seu governo. O depoimento começará às 14h e deve ocorrer na própria cela em que ele está preso. Será a primeira vez que Arruda responderá às denúncias de que chefiava a distribuição de propina a aliados. No mesmo dia, o ex-secretário de Comunicação do DF Welligton Morais será interrogado no Presídio da Papuda, informaram fontes da investigação.

Folha de S. Paulo


Vocês Não podem servir a Deus e ao dinheiro

Tema

Economia e Vida“.

Lema

(Mt 6,24).

CF2010

Data: Sábado, 27 de Março de 2010, 11:11

SÍNTESE DA CARTA DE BENTO XVI AOS CATÓLICOS DA IRLANDA

Uma análise dos escândalos para buscar soluções de fundo

CIDADE DO VATICANO, sábado, 20 de março de 2010 (ZENIT.org).- Publicamos a síntese da carta pastoral de Bento XVI aos católicos da Irlanda, publicada este sábado pela Santa Sé.

* * *
Sumário
da Carta Pastoral do Papa aos fiéis irlandeses
O Papa dirigiu uma Carta Pastoral a todos os Católicos da Irlanda para expressar o assombro pelos abusos sexuais cometidos sobre os jovens da parte de representantes da Igreja e pelo modo como eles foram enfrentados pelos bispos irlandeses e pelos superiores religiosos. Ele pede que a Carta seja lida com atenção na sua totalidade. O Santo Padre fala da sua proximidade na oração a toda a comunidade católica irlandesa neste tempo cheio de amargura e propõe um caminho de cura, renovação e reparação.

Pede-lhes que se recordem da rocha da qual foral talhados (cf. Is 51, 1), e sobretudo da contribuição positiva que os missionários irlandeses deram à civilização da Europa e à difusão do cristianismo em todos os continentes. Verificaram-se nos últimos anos muitos desafios à fé na Irlanda, com o sobrevir de uma rápida mudança social e de um declínio na afeição a práticas devocionais tradicionais e sacramentais. É este o contexto no âmbito do qual se deve compreender o modo como a Igreja enfrentou o problema do abuso dos jovens.

São muitos os factores que originaram o problema: uma insuficiente formação moral e espiritual nos seminários e nos noviciados, uma tendência na sociedade a favorecer o clero e outras figuras com autoridade, uma preocupação indevida pelo bom nome da Igreja e para evitar os escândalos levaram à não aplicação, quando necessárias, das penas canónicas que estavam em vigor. Só examinando com atenção os muitos elementos que deram origem à crise é possível identificar com exactidão as suas causas e encontrar remédios eficazes.

Durante a sua visita ad limina a Roma em 2006 o Papa exortou os bispos irlandeses a «estabelecer a verdade de quanto tinha acontecido no passado, a tomar todas as medidas adequadas para evitar que se volte a repetir no futuro, a garantir que os princípios de justiça sejam plenamente respeitados e, sobretudo, curar as vítimas e quantos são atingidos por estes crimes abnormes». A partir daquele momento ele quis encontrar vítimas em várias ocasiões, ouvindo as suas vicissitudes, rezando com elas e por elas, e está pronto a fazê-lo de novo no futuro. Em Fevereiro de 2010 convocou a Roma os bispos irlandeses para examinar com eles as medidas que estão a tomar para pôr remédio ao problema, com particular referência aos procedimentos e aos protocolos agora em vigor para garantir a tutela dos jovens nos ambientes eclesiais e para responder com rapidez e com justiça às denúncias de abusos. Nesta Carta Pastoral ele fala directamente a uma série de grupos no âmbito da comunidade católica irlandesa, à luz da situação que se criou.

Dirigindo-se em primeiro lugar às vítimas de abuso, ele considera a tremenda traição que sofreram e diz-lhes o desgosto que sente por aquilo que suportaram. Reconhece como em muitos casos ninguém estava disposto a ouvi-los quando encontravam a coragem para falar do que tinha acontecido. Dá-se conta de como se deviam ter sentido aqueles que residiam em colégios, sabendo que não podiam evitar os seus sofrimentos. Mesmo reconhecendo quanto deve ser difícil para muitos deles perdoar ou reconciliar-se com a Igreja, exorta-os a não perder a esperança. Jesus Cristo, também ele vítima de sofrimentos injustos, compreende os abismos do seu sofrimento e o perdurar do seu efeito nas suas vidas e relações. Contudo, precisamente as suas feridas, transformadas pelos seus sofrimentos redentores, são os meios através dos quais o poder do mal é infrangido e se renasce para a vida e para a esperança. O Papa exorta as vítimas a procurar na Igreja a oportunidade de buscar Jesus Cristo e de encontrar restabelecimento e reconciliação redescobrindo o amor infinito que Cristo tem por todos eles.

Nas suas palavras aos sacerdotes e aos religiosos que cometeram abusos sobre os jovens, o Papa recorda-lhes que devem responder diante de Deus e dos tribunais devidamente constituídos, pelas acções pecaminosas e criminais que cometeram. Atraiçoaram a confiança sagrada e lançaram vergonha e desonra sobre os seus irmãos. Foi causado um grave dano não só às vítimas, mas também à percepção pública do sacerdócio e da vida religiosa na Irlanda. Ao pretender que eles se submetam às exigências da justiça, recorda-lhes que não devem desesperar da misericórdia de Deus, que ele oferece livremente também aos maiores pecadores, se se arrependem das suas acções, se fazem penitência e se com humildade imploram perdão.

O Papa encoraja os pais a perseverar na tarefa difícil de educar os filhos a reconhecer que são amados e desejados e a desenvolver uma sadia estima de si. Os pais têm a responsabilidade primária de educar as novas gerações nos princípios morais que são essenciais para uma civilização civil. O Papa convida as crianças e os jovens a encontrar na Igreja uma ocasião para um encontro vivificante com Cristo, e a não se deixaram refrear pelas faltas de alguns sacerdotes e religiosos. Ele espera na contribuição dos jovens para a renovação da Igreja. Exorta também os sacerdotes e os religiosos a não se desencorajarem, mas ao contrário a renovar a sua dedicação aos respectivos apostolados, trabalhando em harmonia com os seus superiores a fim de oferecer nova vida e dinamicidade à Igreja na Irlanda através do seu testemunho vivo da obra redentora do Senhor.

Dirigindo-se aos bispos irlandeses, o Papa realça os graves erros de juízo e a falência daleadership de muitos deles, porque não aplicaram de maneira correcta os procedimentos canónicos ao responder às denúncias de abusos. Mesmo que muitas vezes fosse difícil saber como enfrentar situações complexas, permanece o facto que foram cometidos sérios erros e que por conseguinte eles perderam credibilidade. O Papa encoraja-os a continuar a esforçar-se com determinação para remediar os erros do passado e para evitar que se repitam, aplicando de modo pleno o direito canónico e cooperando com as autoridades civis nas áreas de sua competência. Além disso, convida os bispos a empenhar-se por se tornarem santos, a apresentar-se como exemplos, a encorajar os sacerdotes e os fiéis a fazer a sua parte na vida e na missão da Igreja.

Por fim, o Papa propõe alguns passos específicos para estimular a renovação da Igreja na Irlanda. Pede a todos que ofereçam as suas penitências da sexta-feira, durante o período de um ano, em reparação pelos pecados de abuso que se verificaram. Recomenda que recorram com frequência ao sacramento da reconciliação e à prática da adoração eucarística. Anuncia a intenção de estabelecer uma Visita Apostólica a algumas dioceses, congregações religiosas e seminários, com o envolvimento da Cúria Romana, e propõe uma Missão a nível nacional para os bispos, os sacerdotes e os religiosos na Irlanda. Neste Ano dedicado em todo o mundo aos Sacerdotes, apresenta a pessoa de São João Maria Vianney como modelo e intercessor para um ministério sacerdotal revivificado na Irlanda. Depois de ter agradecido a quantos se empenharam com prontidão para enfrentar decididamente o problema, conclui propondo uma Oração pela Igreja na Irlanda, que deve ser usada por todos os fiéis para invocar a graça do restabelecimento e da renovação neste tempo de dificuldades.


Postado por Tadeu Araújo Faria no Fé e Política Tadeu Araújo em 3/27/2010 06:52:00 AM


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Cartilha Radical

D. FILIPPO SANTORO

O Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) suscita graves preocupações não apenas pela questão do aborto, do casamento de homossexuais, das adoções de crianças por casais do mesmo sexo, pela proibição de símbolos religiosos nos lugares públicos, pela transformação do ensino religioso em história das religiões, pelo controle da imprensa, a lei da anistia, etc, mas, sobretudo, por uma visão reduzida da pessoa humana. A questão em jogo é principalmente antropológica: que tipo de pessoa e de sociedade é proposto para o nosso país.

No programa se apresenta uma antropologia reduzida que sufoca o horizonte da vida humana limitando-o ao puro campo social. Dimensões essenciais são negadas ou ignoradas: como a dignidade transcendente da pessoa humana e a sua liberdade; o valor da vida, da família e o significado pleno da educação e da convivência. A pessoa e os grupos sociais são vistos como uma engrenagem do estado e totalmente dependentes de sua ideologia.

Os aspectos positivos, que também existem, e que constituíram as grandes batalhas da CNBB ao longo destes anos, são englobados dentro de um sistema ideológico habilmente plantado por uma minoria que não respeita a visão da vida da grande maioria do povo brasileiro. Por isso, é um grande alerta o pronunciamento da CNBB, da sua comissão Vida e Família, de muitos e dos mais diferentes setores da sociedade que mostraram toda sua preocupação.

Nesta 3ª edição do PNDH, estamos diante de uma cartilha de estilo radical-socialista, que esta sendo implantada na Venezuela, no Equador e na Bolívia, e que tem em Cuba o seu ponto de referência. Trata-se de um projeto reduzido de humanidade destinado a mudar profundamente a nossa sociedade.

Vida, família, educação, liberdade de consciência, de religião e de culto não podem ser definidos pelo poder do Estado ou de uma minoria. O Estado reconhece e estrutura estes valores que dizem respeito à dignidade última da pessoa humana, que é relação com o infinito e que nunca pode ser usada como meio, mas é um fim em si mesma. A fonte dos direitos humanos é a pessoa e não o Estado e os poderes públicos.

O programa do Governo é um claro ato de autoritarismo que enquadra os direitos humanos num projeto ideológico, intolerante, que fez retroceder o país aos tempos de ditadura. Somos todos interpelados diante deste projeto que tenta desmontar a estrutura da sociedade destruindo o valor da pessoa, da vida, da família e das livres agregações sociais.

D. FILIPPO SANTORO é bispo de Petrópolis.

Artigo Publicado no jornal O Globo, seção Opinião, pág. 07, de 23/03/2010



O que é o “Santo Daime”

Para nós Brasileiros que estamos acompanhando a trágica morte de um seguidor dessa seita, segue para conhecermos um pouco do que se trata.

Abraços fraternos

*****

Por: D.Estevão Bettencourt
Revista Pergunte e Responderemos, n.340; 1990; pg 422

“A palavra “Daime”, segundo explicam os que a professam, vem do verbo “dar” no imperativo. “Dai-me paz, saúde e felicidade”, eis a aspiração implicada por esse vocábulo. “Santo Daime” designa uma bebida (chá – ayahuasca) preparada parada mediante o cruzamento de dois vegetais da Floresta Amazônica cipó jagube e a folha chacrona.

Tal bebida é utilizada por grupos indígenas do continente americano desde a época pré-colombiana em rituais mágico-religiosos, a fim de proporcionar intuições, alívio físico e psíquico, curas… Ora, eis que no século XX habitantes negros e brancos do Brasil descobriram tal bebida e seus efeitos poderosos, e constituíram em torno dela uma corrente religiosa eclética, cujas origens passaremos a ver.

Raimundo Irineu Serra, negro, nascido em 1892 no Maranhão, foi para o Acre com 20 anos de idade, integrando o movimento migratório de nordestinos para trabalhar na extração do látex. Na Floresta Amazônica, Irineu e seus companheiros foram fundindo a sua cultura com a dos índios; aprenderam a preparar a bebida de cipó jagube e folha chacrona. O uso desse chá proporcionou a Irineu as suas “mirações”: “apareceu-lhe” uma mulher chamada Clara, que se dizia Nossa Senhora da Conceição, a Rainha da Floresta. Relatou Irineu que foi ela quem deu o nome do “Santo Daime” à bebida e ditou normas para a realização do respectivo ritual.

Teria revelado a “Senhora” que aquela bebida tinha muitos nomes, mas o verdadeiro era o próprio verbo divino “dar” – dar para os que necessitassem e pedissem -, originando assim o nome “Daime”. “Daime amor, Daime luz, Daime força” são expressões características do Santo Daime.

O Mestre Irineu passou por uma fase de iniciação no interior da floresta, incluindo jejum de alimentos e abstinência sexual, a fim de adquirir (como se dizia) poderes de mira, vidência e comunicação com os espíritos.

A doutrina revelada a Irineu se codificou nos hinos do Santo Daime, que correspondiam à Bíblia Sagrada; esses hinos, recebidos do além, são tidos como a linguagem de comunicação com o astral, onde estão todos os seres divinos. Neles se encontram expressas crenças do cristianismo, das religiões africanas e das indígenas, ou seja, de três culturas (a branca, a negra, a indígena). Evocam Jesus Cristo, Nossa Senhora da Conceição, São João Batis­ta, o patriarca São José, Tuperci, Ripi Iáiá, Currupipipiraguá, Equiôr, Tucum, Barum, Marum, Papai Paxá, B.G., Rei Titango, Rei Agarrube, Rei Tintuma, Princesa Soloína, Princesa Janaína e Marachimbé.

Os seguidores do Mestre Irineu tomaram o nome de “Povo de Juramidam”, expressão composta de Jura (= pai) e Midam (= filho). Tal é o nome que o iniciador da seita diz ter recebido das entidades divinas. Juramidam represen­ta a segunda volta de Jesus Cristo à terra, sendo assim o Povo de Juramidam o Povo de Jesus Cristo.

Mestre Irineu foi se deslocando no Estado do Acre de região em região, até que em 1945 recebeu do senador Guiomar dos Santos uma área no local denominado “Colônia Custódio Freire”, onde fundou o Centro de iluminação Cristã Luz Universal, o Alto Santo, que chegou a congregar 500 membros efetivos e receber milhares de visitantes desejosos de conhecer o Santo Daime.

A fama dessa instituição se espalhou no estrangeiro, de modo que até junho de 1980 um total de 1201 pessoas vindas do exterior haviam assinado o livro de visitantes e tomado o Santo Daime. Provinham da Argentina, da Bolívia, do Peru, da Colômbia, da Venezuela, do Chile, da Inglaterra, da França, da Itália, da Suíça, da Alemanha, de Portugal, de Israel, do Canadá e do Japão.

Outra sede do Santo Daime é a Colônia dos Cinco Mil (Acre), que no foro civil é registrada como entidade filantrópica, tendo o nome de “Centro Eclético de Fluente Luz Universal Raimundo Irineu Serra” (CEFLURIS). Em 1976 havia na Floresta Amazônica 25 Colônias unidas entre si pela utilização do Santo Daime. As festas oficiais do Santo Daime acompanham o calendário cristão. O ano religioso começa em 6 de janeiro, em homenagem aos Três Reis do Oriente. Isso, porém, não implica compromisso como cristianismo; o Santo Daime é um sincretismo religioso, que atrai por suas promessas de “cura” e “mirações” (intuições). Não se coaduna com a fé católica.

O governo brasileiro oficializou na terça-feira (26) as regras para o uso religioso do ayahuasca, chá também conhecido como santo-daime, entre outras denominações, e utilizado principalmente em cerimônias religiosas no Norte do País. A resolução, publicada no Diário Oficial da União, veta o comércio e propagandas do composto, que só poderá ser cultivado e transportado para fins religiosos e não lucrativos. Em 1985, a bebida chegou a ser proibida no País, mas liberada dois anos depois, para uso religioso. No início dos anos 90 houve nova tentativa de proibir o chá, também refutada. Em 2002, mais uma vez houve denúncias de mau uso do chá”.

D. Estevão Bettencourt.


Fonte: Blog do Prof Felipe Aquino


Reze A Coroa do Preciosíssimo Sangue de Jesus

Por Padre Luizinho no dia mar 16th, 2010 sobre Orando com poder!, Quaresma.

A Quaresma é um tempo forte de oração que nos prepara para a grande festa da Páscoa, Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus. Em nossas paróquias e também na Canção Nova em Cachoeira Paulista-SP acontecem às liturgias da Semana Santa clique: Acampamento da Semana Santa, convido você a rezar essa oração pela conversão de todos da sua família e amigos que ainda não conheceram o Amor de Deus através do Preciosíssimo Sangue de Jesus derramado na Cruz:

_Iniciar rezando um Creio, Pai Nosso, e Glória ao Pai.

1. Pai de misericórdia, eu vos ofereço os méritos do Preciosíssimo Sangue que Jesus, vosso amadíssimo Filho e nosso Redentor, derramou na circuncisão.

Bendito e adorado para sempre seja Jesus, que nos salvou com o seu Preciosíssimo Sangue. Bendito e exaltado seja o Sangue de Jesus, agora e sempre e por toda a eternidade (repetir 7 vezes).

2. Pai de misericórdia, eu vos ofereço os méritos do Preciosíssimo Sangue que Jesus, vosso amadíssimo Filho e nosso Redentor, derramou na agonia no Horto das Oliveiras.

Bendito e adorado para sempre seja Jesus, que nos salvou com o seu Preciosíssimo Sangue. Bendito e exaltado seja o Sangue de Jesus, agora e sempre e por toda a eternidade (repetir 7 vezes).

3. Pai de misericórdia, eu vos ofereço os méritos do Preciosíssimo Sangue que Jesus, vosso amadíssimo Filho e nosso Redentor, derramou na flagelação.

Bendito e adorado para sempre seja Jesus, que nos salvou com o seu Preciosíssimo Sangue. Bendito e exaltado seja o Sangue de Jesus, agora e sempre e por toda a eternidade (repetir 7 vezes).

4. Pai de misericórdia, eu vos ofereço os méritos do Preciosíssimo Sangue que Jesus, vosso amadíssimo Filho e nosso Redentor, derramou na coroação de espinhos.

Bendito e adorado para sempre seja Jesus, que nos salvou com o seu Preciosíssimo Sangue. Bendito e exaltado seja o Sangue de Jesus, agora e sempre e por toda a eternidade (repetir 7 vezes).

5. Pai de misericórdia, eu vos ofereço os méritos do Preciosíssimo Sangue que Jesus, vosso amadíssimo Filho e nosso Redentor, derramou no caminho do Calvário.

Bendito e adorado para sempre seja Jesus, que nos salvou com o seu Preciosíssimo Sangue. Bendito e exaltado seja o Sangue de Jesus, agora e sempre e por toda a eternidade (repetir 7 vezes).

6. Pai de misericórdia, eu vos ofereço os méritos do Preciosíssimo Sangue que Jesus, vosso amadíssimo Filho e nosso Redentor, derramou pregado à cruz.

Bendito e adorado para sempre seja Jesus, que nos salvou com o seu Preciosíssimo Sangue. Bendito e exaltado seja o Sangue de Jesus, agora e sempre e por toda a eternidade (repetir 7 vezes).

7. Pai de misericórdia, eu vos ofereço os méritos do Preciosíssimo Sangue que Jesus, vosso amadíssimo Filho e nosso Redentor, derramou da ferida do seu lado aberto.

Bendito e adorado para sempre seja Jesus, que nos salvou com o seu Preciosíssimo Sangue. Bendito e exaltado seja o Sangue de Jesus, agora e sempre e por toda a eternidade (repetir 7 vezes).

_Ao final rezar uma Salve Rainha.

Clique em comentários e deixe os seus pedidos de orações, seus testemunhos.

Conte com as minhas orações.

Padre Luizinho,
Sacerdote Canção Nova.

Livro para Ouvir: O Devocionário ao Preciosíssimo Sangue de Jesus
na voz de Luzia Santiago:

Shopping.cancaonova.com

3 Responses to “Reze A Coroa do Preciosíssimo Sangue de Jesus”


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Projeto de oração:VENCE BRASIL!

Arquivado em: Avivamento, Espiritualidade, Grupo Vence Brasil, Juventude, Missa do Clube do Ouvinte — Padre Roger Luis at 7:30 pm on quarta-feira, março 3, 2010

Quero convocar os “Guerreiros da Oração”, pois é assim que tenho chamado aqueles que aceitaram viver com intensidade essa proposta da Campanha de Oração, e quero chamar você que agora tem contato com o texto do Programa Nacional de Direitos Humanos, para pedirmos a Deus pela nação brasileira, pelo povo do nosso imenso Brasil, principalmente diante das conspirações que se levantam contra a Igreja, contra a fé cristã, contra a vida e também a natureza humana, aos princípios morais e éticos. Propostas que não humanizam, mas desumanizam. Precisamos orar para que o mover de Deus mude a mentalidade dos nossos governantes que querem aprovar e implantar as propostas desumanas do PNDH-3.

Vamos honrar a Deus com nossa oração. Estamos num ano político, onde teremos eleições para presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. A nossa nação pode passar por uma grande transformação pela nossa oração e pelo nosso compromisso. Sei que muitos não têm mais esperança, talvez estejam indispostos a orar neste sentido, mas convoco a todos para essa empreitada, retomando o “Vence Brasil” que o Monsenhor Jonas convocou no ano de 2006. Só Deus pode mudar a nossa nação, só Deus pode libertar da corrupção, só o Senhor pode transformar a nossa política. Unamo-nos nesse combate.
O Brasil, a política e os governantes precisam passar por um processo de conversão, de mudança de vida e de mentalidade, pois Jesus afirma: “O que sai do homem, isso é que o torna impuro. Pois é de dentro do coração humano que saem as más intenções, imoralidades, roubos, assassínios, adultérios, ambições desmedidas, maldades, fraudes, devassidão, inveja, calúnia, orgulho, falta de juízo”. (Mc 7, 20-22).
Nessa campanha de oração eu estou pedindo a Deus em favor da nossa nação, suplicando para que nenhuma dessas leis, desses projetos que estão sendo propostos e que não são do agrado do Senhor possam prosperar. Conto com a sua intercessão. Assumamos nossa nação em intercessão: “Vence Brasil”! “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor, o povo que escolheu para si como herança”. (Sl 33, 12).
Obedeçamos a Deus e sigamos fielmente seus mandamentos, esse é o princípio de tudo, esse é o caminho para vivermos na bênção!
Acesse os documentos:
.: Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3)
.: Nota de esclarecimento da Sedh sobre o PNDH-3
.: CNBB pede mais diálogo sobre Programa Nacional de Direitos Humanos
.: Bispos rejeitam 3º Programa Nacional de Direitos Humanos
.: Magistrados são contra o Programa Nacional de Direitos Humanos

Assista:
.: Escola da fé – Parte I. Padre Paulo Ricardo fala sobre os perigos do novo PNDH

Leia também:
.: Os Direitos Humanos do Governo
.: Bispo denuncia pacote ideológico do Governo
.: Gentios no Planalto
.: Nota sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos

Fonte: CNBB
Estamos unidos nesta empreitada de oração!
Queremos que o Brasil vença, que o povo brasileiro seja beneficiado e todo mal seja banido da nossa nação!
Contem comigo!
Deus abençoe!
Pe.Roger Luis
Canção Nova


ENTREVISTA COM FREI JOSUÉ PEREIRA SOBRE O PURGATÓRIO

“Obedecer a lei de Deus e fugir do pecado, é isso que determina o seu destino eterno”

Ministeriado em Cura e Libertação, Frei Josué Pereira, da Ordem dos Frades menores conventuais da Província de Brasília, explica o que é purgatório e o que acontece com a alma quando se desliga do corpo e fica neste lugar à espera da salvação.

cancaonova.com: O que é o purgatório?

Frei Josué: O purgatório é uma das realidades que acontecem depois da morte. É um dogma de fé da Igreja e quem não o aceita, não pode se dizer completamente católico.

Depois da morte, que é a separação do corpo e da alma, acontece o juízo particular. Ali, a alma é julgada por Deus e tem dois destinos: a eternidade feliz (o céu) ou a eternidade infeliz (o inferno)(…) No céu só entram os puros, e a Palavra é muito clara: “Os puros de coração verão a Deus”. O purgatório, então, é uma antessala do céu. As pessoas que morreram arrependidas de seus pecados e se confessaram, não vão para o inferno. O que as leva para lá é a culpa dos pecados, mas estes também tem as penas temporais, que é o estrago que ele próprio causou à pessoa, à sociedade e à Igreja como um todo. Então, essa pessoa tem de passar por um processo de purgamento (daí o nome purgatório; de purificação) para ver a Deus.

cancaonova.com: O que acontece com as almas enquanto estão neste lugar?

Frei Josué: Quando acontece a morte, acaba-se o chamado ‘merecimento’. Você não merece mais nada, só pode esperar na misericórdia de Deus e na oração dos vivos. As almas ficam no purgatório por um tempo, mas é claro que o tempo do Senhor é bem diferente do nosso, pois estamos falando de uma realidade pós-morte, quer dizer, num sentido atemporal.

Quando dizemos tempo, quer dizer que tem uma duração, ou seja, um início e um final. As pessoas ficam submetidas à misericórdia divina, purgando todas as penas desses pecados até poderem, livremente, ver a face de Deus na glória que nós chamamos de céu.

cancaonova.com: Como se determina esse tempo?

Frei Josué: Esse tempo é determinado de acordo a gravidade dos pecados cometidos e as suas consequências, que são as penas. Muitos santos tiveram a graça de Deus, como Santa Catarina de Gênova e o próprio São Francisco, de serem levados em êxtase ao purgatório; e todos são unânimes em dizer que é um lugar de grande sofrimento.

Mas lá existe uma coisa que não existe no inferno, a esperança. Se as almas recebem orações daqui e as aceita, claro que esse purgatório pode ser diminuído. São os mistérios da misericórdia de Deus.

cancaonova.com: Estando lá, as almas podem ainda obter salvação?

Frei Josué: Sim, elas não vão mais para o inferno. Essa é a grande alegria; por isso não se desesperam. Elas sabem que ofenderam a Deus, pois ali se tem consciência total da gravidade dos pecados. Por isso, cada vez que formos pecar aqui na terra, devemos pensar, porque é desesperador saber que Deus está ali, atrás da porta, mas você não consegue vê-Lo.

A única coisa que consola uma alma é a visão beatífica de Deus. Então, de um lado há um grande esforço de querer ver Deus; por outro, um reconhecimento profundo de que não se está preparado ainda. É um dilema, uma dor; e essa dor é purgativa, cura e faz com que ela pague todo o castigo merecido pelas penas dos seus pecados.

cancaonova.com: Todos nós passaremos por este lugar?

Frei Josué: Uma coisa muito importante é sabermos que existe o arrependimento perfeito. Um exemplo disso é Dimas, o bom ladrão que está ao lado de Cristo na crucifixão. Ele teve um arrependimento tão perfeito, que o Senhor lhe disse: “Ainda hoje estarás comigo no Paraíso”(Lc 23,43).

Por outro lado, alguns textos da Palavra de Deus como Mateus, capítulo 5, diz assim: “Entrem em acordo, sem demora, com o seu adversário, enquanto ainda estás em caminho com ele, para que se suceda que te entregue ao juiz e o juiz te entregue ao ministro e te seja posto em prisão. Em verdade eu te digo, dali não sairás antes de ter pago o último centavo” (cf. Mt 5,25-26). Este é o purgatório.

Para a maioria de nós é muito difícil, mesmo diante de confissão e tanto conhecimento, fazer um ato de arrependimento perfeito, arrepender-se de coração. Elas pensam assim: “Eu preciso ir para o céu, tenho de me arrepender”. Mas, muitas vezes, elas sentem vergonha de ter feito aquilo, mas não de ter ofendido a Deus.

A contrição perfeita, que nos livra do purgatório, é essa consciência que as almas do purgatório tem: “Eu ofendi a Deus, não podia ter feito isso. Ele me deu tanto amor, tanta graça necessária para a minha salvação, mas eu não aproveitei. Eu mereço isso, eu merecia o inferno”. É um misto de contrição e esperança. Então, se vai passar pelo purgatório ou não, depende da contrição perfeita. Por isso, é importante confessar-se sempre.

cancaonova.com: Ele pode se tornar definitivo para algumas almas?

Frei Josué: Não. Inclusive, quando Jesus voltar, ele eliminará o purgatório; só haverá o céu e o inferno.

cancaonova.com: Até mesmo os santos tem a obrigatoriedade de fazer essa passagem?

Frei Josué: O que é um santo? É aquele que praticou as virtudes em grau heróico. Muitas pessoas são santas e estão no céu, mas não são canonizadas. Quando a Igreja canoniza um santo, está dizendo que ele é um modelo perfeito, uma pessoa bem parecida com Cristo. Então, esse processo de purificação já foi pago aqui.

Eu preciso falar também que existem três realidades que nos ajudam a evitar ou até a cortar o próprio purgatório. A primeira é a caridade, pois a Palavra diz que a caridade apaga uma multidão de pecados. Então, a pessoa que é muito caridosa, faz muito bem aos pobres por amor a Jesus – e essa é a verdadeira caridade –, ela paga muito do seu purgatório aqui na terra.

Uma outra graça é aceitar os sofrimentos com paciência. Se aceita com paciência, humildade, já estão vivendo aqui o seu purgatório. Uma outra forma são as indulgências plenária ou parcial, porque elas perdoam as penas dos pecados. Se a Igreja determina que um tempo seja de indulgência e você faz algumas práticas de piedade, como uma hora de adoração e a oferece nas intenções do Santo Padre, você ganha indulgências, ou seja, o perdão das penas. O seu purgatório está sendo evitado. Você também pode aplicar essas indulgências às almas dos seus falecidos, que você deve sempre rezar por elas.

cancaonova.com: O que leva uma pessoa para o céu ou para o inferno segundo a Igreja?

Frei Josué: O que determina é a recompensa que cada um receberá das suas obras. Deus retribuirá a cada um de acordo com elas. É a prática ou não dos dez mandamentos resumidos em dois: “Amar a Deus sobre todas as coisas” e “Amar ao próximo como a si mesmo”. Obedecer a lei de Deus e fugir do pecado, é isso determina o seu destino eterno, ou seja, o céu e o inferno começam aqui, consequentemente, o nosso purgatório também.

cancaonova.com: Por que a Igreja Católica reza pelas almas do purgatório?

Frei Josué: Justamente por que a Igreja acredita, como a Palavra de Deus nos ensina, que quando uma pessoa morre, ela não pode mais fazer nada por ela mesma, pois está entregue à misericórdia de Deus e a sua própria história, pela qual ela é julgada. Mas os outros podem fazer isso por ela. É uma prática bíblica; sempre se rezou pelos mortos. Os primeiros santos foram mártires e, no túmulo deles, se fazia oração. Então, sempre houve essa questão da comunhão.

cancaonova.com: As almas do purgatório podem interceder por nós?

Frei Josué: Claro. Elas não podem fazer nada por elas mesmas, mas podem oferecer o sacrifício. E quem reza tem esse grande privilégio de receber auxílio em muitos momentos. E quando essas almas saírem do estado de purgatório e chegarem ao céu, à plenitude da salvação, verdadeiramente elas vão poder fazer mais por nós.

FONTE: Canção Nova