Escalabilidade

4 Comments

É a característica de uma aplicação ter sua disponibilidade aumentada em relação do numero de utilizadores, imagine uma aplicação em um site que esta funcionando corretamente em um cenário de 1.000 usuários on-line e sofre uma demanda e passa a ter 10.000 acessos simultâneos, não havendo uma infra-estrutura adequada o serviço pára, porque não consegue atender toda demanda destes usuários acessando simultaneamente esta aplicação.

E com o volume de informação sendo produzida nos dias de hoje isso tem se tornado uma preocupação cada vez mas para os gestores de TI, tudo depende da informática e você ficar sem poder ter acesso a determinadas informações pode trazer diversos prejuízos correlacionado a isso, a demanda de grandes provedores de conteúdo tem crescido exponencialmente absurdamente e a tendência é que vai piorar porque ainda não atingimos a total capacidade de distribuição do acesso a internet o Brasil segundo o IBOPE que passo a partir de maio de 2009 a divulgar a quantidade de usuários com acesso a internet nas residências e local de trabalho, em Dez 2009 tínhamos pessoas com acesso: 46.800 e usuários ativos 36.000 isso da uma idéia do quanto ainda tem a crescer esta massa de dados no Brasil, tornando as estruturas que estão preparadas para ser escalada um grande diferencial competitivo.

Para ter uma idéia do que estou falando, fenômenos como as Redes Sociais e Blogs mostraram nos últimos anos que a quantidade de dados gerados pelos usuários cresce exponencialmente a cada ano, para ter uma idéia de como esta tendência acompanhe estes números:

O Internet Archive guarda mais de 20 Petabytes e está crescendo a uma taxa de 20 Terabytes por mês o Facebook já guarda mais de 10 bilhões de fotos já o Ancestry.com, site de arvore genealógica armazena 2.5 Petabytes de dados, o eBay processa mais de 60 bilhões de novos registros de dados por dia totalizando mais de 40 Terabytes, mais de 50 Petabytes de dados são processados todos os dias para atender as requisições dos usuários. Isso nos da uma idéia do quanto de dados esta sendo gerado e armazenado é por isso que não se pode deixar a escalabilidade fora do planejamento de um projeto que ira demandar um certo crescimento e principalmente se este projeto for conter recursos de rede social.

COBIT

No Comments

Introdução

Atualmente, é impossível imaginar uma empresa sem uma forte área de sistemas de informações (TI), para manipular os dados operacionais e prover informações gerenciais aos executivos para tomadas de decisões. A criação e manutenção de uma infra-estrutura de TI, incluindo profissionais especializados requerem altos investimentos. Algumas vezes a alta direção da empresa coloca restrições aos investimentos de TI por duvidarem dos reais benefícios da tecnologia. Entretanto, a ausência de investimentos em TI pode ser o fator chave para o fracasso de um empreendimento em mercados cada vez mais competitivos. Por outro lado, alguns gestores de TI não possuem habilidade para demonstrar os riscos associados ao negócio sem os corretos investimentos em TI. Para melhorar o processo de análise de riscos e tomada de decisão é necessário um processo estruturado para gerenciar e controlar as iniciativas de TI nas empresas, para garantir o retorno de investimentos e adição de melhorias nos processos empresariais. Esse novo movimento é conhecido como Governança em TI, ou “IT Governance“.

O termo “IT governance” é definido como uma estrutura de relações e processos que dirige e controla uma organização a fim de atingir seu objetivo de adicionar valor ao negócio através do gerenciamento balanceado do risco com o retorno do investimento de TI.

Para muitas organizações, a informação e a tecnologia que suportam o negócio representa o seu mais valioso recurso. Além disso, num ambiente de negócios altamente competitivo e dinâmico é requerido uma excelente habilidade gerencial, onde TI deve suportar as tomadas de decisão de forma rápida, constante e com custos cada vez mais baixos.

Não existem dúvidas sobre o benefício da tecnologia aplicada aos negócios. Entretanto, para serem bem sucedidas, as organizações devem compreender e controlar os riscos associados no uso das novas tecnologias. O CobiT (Control Objectives for Information and related Technology) é uma ferramenta eficiente para auxiliar o gerenciamento e controle das iniciativas de TI nas empresas.

O que é o CobiT?

O CobiT é um guia para a gestão de TI recomendado pelo ISACF (Information Systems Audit and Control Foundation, www.isaca.org). O CobiT inclui recursos tais como um sumário executivo, um framework, controle de objetivos, mapas de auditoria, um conjunto de ferramentas de implementação e um guia com técnicas de gerenciamento. As práticas de gestão do CobiT são recomendadas pelos peritos em gestão de TI que ajudam a otimizar os investimentos de TI e fornecem métricas para avaliação dos resultados. O CobiT independe das plataformas de TI adotadas nas empresas.

O CobiT é orientado ao negócio. Fornece informações detalhadas para gerenciar processos baseados em objetivos de negócios. O CobiT é projetado para auxiliar três audiências distintas:

  • Gerentes que necessitam avaliar o risco e controlar os investimentos de TI em uma organização.
  • Usuários que precisam ter garantias de que os serviços de TI que dependem os seus produtos e serviços para os clientes internos e externos estão sendo bem gerenciados.
  • Auditores que podem se apoiar nas recomendações do CobiT para avaliar o nível da gestão de TI e aconselhar o controle interno da organização.

O CobiT está dividido em quatro domínios:

  1. Planejamento e organização.
  2. Aquisição e implementação.
  3. Entrega e suporte.
  4. Monitoração.

Para saber mais: efagundes

Estratégia e Transformação de TI

No Comments

Pesquisa da Accenture indica que empresas com alta performance veem a TI como um ativo estratégico – uma fonte de excelência operacional e de vantagem competitiva.

Os especialistas em Strategic IT Effectiveness (SITE) da Accenture ajudam a alta gestão das empresas a pensar estrategicamente em como gerar mais valor para os negócios a partir da TI – que não se trata de um mero centro de custo, mas de um importante colaborador para os negócios, centrado em elevar o desempenho da organização. Os profissionais possuem grande experiência em abordagens de geração de valor, com critérios de investimentos em TI relevantes e meios de ajudar as empresas a “pensar mais alto” a respeito da capacidade de TI de melhorar os resultados operacionais.

Criando proposições importantes para mudanças viabilizadas pela TI: Em situações em que a TI pode ser um importante elemento para gerar mudanças – com a criação de centros compartilhados de serviços, outsourcing de processos de negócios (BPO), incluindo off-shore, ou integração após fusão de companhias –, a lógica dos negócios, em geral, concentra-se apenas na redução de custos. A visão da Accenture é que tais empresas devem buscar a eficiência operacional de modo programado, mas também novas oportunidades de crescimento dos negócios.

Otimização da agenda de investimentos em TI: Em momentos de crise econômica, muitas companhias congelam totalmente os investimentos em TI ou criam programas de redução de despesas que eliminam as iniciativas das quais o crescimento futuro depende. Uma pesquisa recente da Accenture sugere que essa abordagem indiscriminada para redução do orçamento quase sempre resulta em despesas mais elevadas no futuro. Os recursos e a produtividade de TI se deterioram e os custos de manutenção se elevam porque o suporte de aplicações e tecnologias mais antigas é caro.

Transformando a TI para melhorar a capacidade e os resultados de negócios: Uma empresa pode manter seus recursos de TI fortes e competitivos e ainda assim reduzir custos? Sim, por meio de uma abordagem que transforma cada aspecto da organização de TI, desde o alinhamento com os negócios até o design dos sistemas, a cultura e o desempenho da força de trabalho. A abordagem da Accenture para transformação de TI resolve essa questão aparentemente contraditória de manter a TI forte e competitiva e reduzir despesas.

Mais a respeito de Estratégia e Transformação de TI (em inglês).

Backbones

1 Comment

A Fundação Nacional de Ciência (NSF) criou o primeiro backbone de alta velocidade em 1987. Chamado NSFNET, tratava-se de uma linha T1 que conectava 170 redes menores e operava com 1,544 Mb/s (milhões de bits por segundo). A IBM, a MCI e a Merit trabalharam com o NSF para crir um backbone T3 (45 Mb/s).

Em geral, os backbones são linhas tronco de fibra ótica. A linha tronco tem múltiplos cabos de fibra ótica combinados para aumentar a capacidade. Os cabos de fibra ótica são designados OC ( Optical Camer – portadora ótica) por exemplo, OC-3, OC-12 ou OC-48. Uma linha de OC-3 é capaz de transmitir 155 Mb/s enquanto um OC-48 pode transmitir 2.488 Mb/s (2,488 Gb/s). Compare isto a um modem de 56K normal transmitindo 56 mil bps e você verá como um backbone moderno é rápido.

Hoje há muitas empresas que operam com seus próprios backbones de alta capacidade e todos se interconectam em vários NAPs ao redor do mundo. Deste modo, todos na Internet, não importa onde estejam e quais empresas usam, são capazes de falar com o resto do planeta. A Internet inteira é um acordo de expansão gigantesco entre empresas para uma intercomunicação livre.

Dicas – Não se prenda aos planos

1 Comment

    Apesar de o planejamento de carreira ser algo importante, poucos dos mais bem-sucedidos profissionais de TI estão aonde imaginaram. Na verdade, um dos fatores que torna um CIO destacável é sua habilidade de mudar de curso de acordo com as necessidades do ambiente. A disposição para explorar novos rumos e para correr riscos pode abrir – e muito – as possibilidades de sua vida profissional.