Uma prova histórica da existência de Deus: o caminho que Jesus percorreu
Jesus não é uma lenda, um mito, ou fantasia, muito pelo contrário ele é um personagem histórico, um homem que viveu e que caminhou muito pela terra conhecida como santa, pois de Abraão a Jesus é o principal ambiente por onde a Salvação de Deus se manifestou. Essa é uma prova histórica da existência do Deus vivo. Muitos estão tendo a oportunidade de conhecê-la e mais, de ter um encontro pessoal com Jesus.
Aqui trago algumas fotos dos principais lugares por onde passou o Salvador do mundo.
O anjo Gabriel anunciou à Maria que ela seria a Mãe do Messias, o ”Filho do Altíssimo”.
“Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra” Lc 1, 38
Com o anúncio do anjo Maria veio para este local, a casa de Isabel sua prima para ajudá-la até o nascimento do precursor de Jesus, o profeta João Batista.
Com o batismo no rio Jordão, Jesus começa seu ministério público.
Ele escolhe a cidade de Cafarnaum como o principal lugar para anunciar a boa nova.
Foi nesta cidade que ele realizou a maior parte de seus milagres e também foi nesta região que ele realizou a maior parte de seus ensinamentos ao povo.
O Mar da Galiléia e suas redondezas, quantas passagens podem ser lembradas olhando para a beleza deste Santuário natural.
Aqui Jesus chamou os pescadores Pedro, Tiago e João para serem seus discípulos, aqui Pedro gritou: “Mestre salva-me porque estou afogando”; aqui ele acalmou o mar agitado.
O centro do ensinamento de Jesus está nas Bem-Aventuranças.
O local onde Jesus as pronunciou é um monte situado às margens do Mar da Galiléia, sobre ele foi construído um belo Santuário conhecido como a Igreja das Bem-Aventuranças.
A última etapa da vida pública de Jesus foi em Jerusalém.
“Jerusalém, Jerusalém, tu que matas os profetas”.
Nos evangelho de João vemos que ele vinha, como todo judeu piedoso ao menos três vezes ao ano para as principais festas.
Na sua última semana de vida ele viveu na noite de quinta-feira santa, uma agonia profunda suando inclusive como que gotas de sangue.
O local situado no monte das Oliveiras é procurado por muitos peregrinos que como Jesus rezam:
“Senhor que seja feita a tua vontade e não a minha”.
A estrada que Jesus percorreu durante a vida, não foi somente a do sofrimento, ele também se alegrou, teve amigos e com eles sorriu conviveu, viveu as alegrias próprias daqueles que experimentam “quão suave é o Senhor”.
E mais do que tudo isso: Ele experimentou o que é vencer a morte! Ninguém deste mundo é capaz de viver para sempre. O drama da morte acompanha a todos.
Ele porém disse:
“Em verdade, em verdade, vos digo: quem escuta a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna. Vem a hora, e é agora, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que o ouvirem, viverão”.
Cada cristão se une ao caminho que Jesus percorreu, só muda o lugar físico. A Terra Santa é o lugar por onde Jesus que a estrada desse mundo passa, mas ela não é sem saída pois depois dela está a vida eterna.
A cadeia central da Palestina, na extensão da Samaria, vai descendo para a planície do Saron e para o mar por terraços escalonados, em continuidade descendente; pelo contrário, a zona da Judéia desce rapidamente, quase se precipita em vales e gargantas paralelas ao mar, e volta a subir num sistema de colinas de meia altura assomadas à planície marítima. Essa zona de colinas se chama a Sefelá, ou seja, a Baixa; entende-se, comparada com as montanhas de Hebron e Jerusalém.
Por essa divisão, a Sefelá tem uma vida independente: é uma zona de aspecto e clima mais suave, cruzada por largos vales perpendiculares, que ao chegarem à cadeia central se convertem em desfiladeiros.
Essa zona aprasível e exposta tocou em sorte à tribo de Dã; e numa das bacias mais aprazíveis, formada pela confluência de vários vales ou desfiladeiros, se encontram Saraá e Estaol, lugares em que, segundo a lenda, nasceu e cresceu o herói dos danitas, Sansão, o rival dos filisteus.
O nome Egito recebe de seus habitantes diversos significados, dentre eles “os dois territórios” e “o país negro”.

A organização da monarquia era muito complexa. O país era dividido em distritos ao longo do rio, os quais eram governados por um administrador, responsável perante o rei.
Os egípcios criaram uma grande quantidade de formas literárias, independente de influências externas.
As obras-primas egípcias são estátuas colossais, muitas das quais são conservadas nos principais museus do mundo.